E assim foi...
O DIA NACIONAL DA LEITURA
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               e 12 a 16 de outubro, quando...
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Saubara (BA)                                                          Suzano (SP)
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  1. 1. E assim foi... O DIA NACIONAL DA LEITURA
  2. 2. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D e 12 a 16 de outubro, quando se comemorava pela das atividades (jornal e rádio, entre outros meios) e Busca de parce- primeira vez o Dia Nacional da Leitura e a Sema- rias ou patrocínios –, foram consideradas vencedoras as Bibliotecas na Nacional da Leitura e Literatura, 40 Bibliotecas de Itapirapuã Paulista (SP), Joselândia (MA) e Rui Barbosa (BA), por Comunitárias Ler é Preciso se mobilizaram pela reali- terem atendido efetivamente a todos esses quesitos. zação de atividades que celebrassem esse aconteci- mento inaugural, fortalecendo a campanha sobre a importância de Camocim de São Félix (PE) mereceu menção honrosa, por ter sido ler com e para crianças. Em comemoração ao marco do dia 12 de a única Biblioteca a desenvolver atividades com deficientes visuais, outubro como Dia Nacional da Leitura, o Instituto Ecofuturo premiou valendo-se do acervo em braile enviado pelo Ecofuturo. Além disso, três Bibliotecas Comunitárias Ler é Preciso pelo planejamento, arti- Aimorés e Congonhas (MG), Alagoinhas e Itabatã (BA), Casinhas culação e ações desenvolvidas. e Flores (PE), Porto Feliz (SP) e Taquari (RS) figuraram entre as finalis- tas, pela qualidade de seus trabalhos. Temos muito orgulho em encaminhar a todas as 85 Bibliotecas Comunitárias este dossiê, com as atividades de leitura realizadas. O Instituto Ecofuturo agradece a todas as Bibliotecas Comunitá- Recebemos 51 planos de trabalho, dos quais 41 se efetivaram. rias que realizaram atividades de leitura com o coração aberto, O resultado foi uma formidável rede de promoção de leitura, com amor e alegria, como pede toda ação de mobilização social. ações que incluíram alunos dormindo e acordando em bibliotecas, O prazer de ler e ouvir histórias está vivo dentro de nós. No Dia confecção coletiva de colchas de retalhos que relembravam o pa- e Semana da Leitura, esse prazer brilhou com a promoção de rentesco etimológico entre “tecer” e “texto”, leituras, contação de leitura em lares, praças, escolas, bibliotecas ou sob a sombra de histórias e livros presenteados em postos de distribuição de leite. árvores Brasil adentro. A partir dos nossos critérios de seleção – Leitura de livros de litera- Ventura para elas! tura; Articulação com a comunidade; Criatividade e inovação; Uti- lização das publicações do Ecofuturo; Articulação com a prefeitura — Christine Castilho Fontelles ou Secretaria de Educação e Cultura; Articulação para divulgação Diretora de Educação e Cultura
  3. 3. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Itapirapuã Paulista (SP) “Os deuses não determinaram deixar sem nome esta casa, já Premiada pelas suas ações na Semana Nacional da Leitura, a Bi- que Penélope deu à luz um homem de tua fibra. Adiante!” blioteca Comunitária de Itapirapuã promoveu leituras públicas e — Homero, A odisseia contação de histórias. Era só o começo. Tendo como foco a impor- tância da biblioteca para a formação de leitores, promoveu a pa- lestra Leitura e Educação. Voltado à relevância da leitura no dia a dia, um psicólogo voluntário falou para professores. Além disso, um escritor local comandou um workshop de leitura e escrita. Por inicia- tiva das crianças, aconteceu também a Caminhada da Leitura, com o tema Caminhos que a Leitura Pode nos Mostrar. Essa caminhada contou com a participação da comunidade, que, portando livros e cartazes nas mãos, cantava as músicas Brincar de ler e Viva a leitura. A Biblioteca propôs ainda a confecção de uma colcha de retalhos, produzida por um grupo de costureiras locais com pinturas feitas pela comunidade. (A delicadeza dessa atividade resgata, ludicamente, o parentesco entre as noções de “tecer” e “texto”, com a mesma raiz etimológica e que têm como paradigma Penélope e Ulisses, do épico A odisseia). A Biblioteca obteve apoio da Secretaria de Promoção e Desenvol- vimento Social.
  4. 4. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Joselândia (MA) Rui Barbosa (BA) Esta também premiada Biblioteca Comunitária se destacou por pro- Moradores de Rui Barbosa se depararam com a Espaçonave da postas originais, como o programa Dormindo e acordando com os Leitura, toda coberta de textos, em plena praça central. No mesmo livros, ocasião em que 20 crianças foram convidadas a dormir na local ainda foram montados estandes de livros, divididos por faixa Biblioteca. O convite para essa atividade, elaborado com base no etária. Assim se construiu o cenário para as atividades, que envol- Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), foi ilustrado pelas pró- viam leituras e brincadeiras promovidas pela Biblioteca Comunitá- prias crianças. Aos participantes foram oferecidos café da manhã e ria. No asilo Casa do Idoso, crianças, pais e avós se articularam certificado de participação. A Feira de Leitura foi outra proposta desta para resgatar histórias já vivenciadas pelos moradores antigos. Pa- Biblioteca: na praça central, foi montada uma “árvore de livros”, além lestras foram oferecidas por poetas e escritores locais, que, por sua do Espaço Menino Maluquinho, ao lado de uma bruxa e seu caldei- vez, receberam medalhas das mãos do prefeito, presente em todas rão de livros. Na ressignificação da praça por essas intervenções as atividades. A Biblioteca, também premiada nessa edição da lúdicas, ocorreram contação de histórias, dinâmicas de leitura e sor- “Uma ocasião, Semana Nacional da Leitura, promoveu ainda uma caminhada pe- teios de livros. Premiados também com livros foram os originalíssimos las ruas da cidade, chamando as comunidades vizinhas para seu Meu pai pintou a casa toda vencedores dos concursos Garoto Ler é Preciso e Miss Ler é Preci- espaço. Articulada com escolas, asilos, creches e artistas locais, a so, realizados pela Biblioteca, que ainda articulou com seis escolas De alaranjado brilhante. Biblioteca de Rui Barbosa mobilizou um público de 3 mil pessoas. contação de histórias para crianças e adolescentes. Em todas essas Por muito tempo moramos numa casa, ações estava implicado o uso do Passaporte Brincar de Ler. Para essas Como ele mesmo dizia, atividades, a Biblioteca Comunitária de Joselândia angariou recursos Constantemente amanhecendo” financeiros com o comércio local e, articulada com a Secretaria de Educação, obteve um carro de som para a divulgação e 60 livros — Adélia Prado, Impressionista para serem sorteados, além de ter mobilizado cursistas e voluntários. “Só não existe o que não pode ser imaginado” — Murilo Mendes
  5. 5. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Camocim de São Félix (PE) Aimorés (MG) Articulada com a escola pública local e propiciando a participação A Biblioteca Comunitária de Aimorés promoveu atividades de inte- de professores em atividades de leitura, interpretação e Hora do gração entre pais e filhos, das quais participaram 50 crianças e Conto, a Biblioteca Comunitária de Camocim, que recebe menção “Eu vi a mulher preparando outra pessoa seus responsáveis com a realização de varais de livros em plena honrosa nesta edição, incentivou os alunos a realizarem leitura em praça. Oito futuras mamães também foram orientadas por uma psi- O tempo parou para eu olhar para aquela barriga voz alta de histórias infanto-juvenis, além de livros de imagens em cóloga da comunidade sobre a importância da leitura para os be- A vida é amiga da arte, é a parte que o sol me ensinou salas de educação infantil. Todos os professores da escola local bês no período de gestação. A Biblioteca realizou ainda teatro de foram convidados a visitar a Biblioteca, que também articulou a re- O sol que atravessa essa estrada que nunca passou” fantoches, musical e a Hora do Conto, tendo a personagem Emília cepção de crianças e adolescentes com deficiência visual, a fim de — Caetano Veloso, Força estranha de Monteiro Lobato como protagonista da principal atividade. integrá-los aos demais usuários. Os participantes ganharam como brindes marcadores de livros produzidos pela própria Biblioteca, cujo número de usuários aumentou consideravelmente após a divul- gação na cidade. “De que vale um livro que não nos transporte para além dos livros?” — Friedrich Nietzsche, A gaia ciência
  6. 6. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Alagoinhas (BA) “E eu não sabia que minha história Congonhas (MG) Em Alagoinhas, o grande atrativo da Semana Nacional da Leitura Era mais bonita que a de Robinson Crusoé” A Biblioteca Comunitária de Congonhas organizou um sarau em foi o projeto Pracinha da Leitura, com muitos livros dependurados homenagem aos 120 anos de nascimento da poeta goiana Cora — Carlos Drummond de Andrade, Infância em árvores e crianças presenteadas com livros e lembrancinhas. Coralina. Também promoveu representações, cantigas de roda, te- A Biblioteca também promoveu rodas de leitura, histórias de um atro de fantoches, bingo literário, roda de leitura (livro Flicts, de minuto e contação de histórias. Dentro do projeto cultural Conheça Ziraldo) e contação de histórias (realizada por um grupo cultural a sua cidade, realizado pela Biblioteca Comunitária, houve a Ci- da cidade). Para essas atividades, a Biblioteca se articulou com randa de Poesia, com leitura de livros de José Olívio e Altamiro Lira, a prefeitura e a Secretaria de Educação e teve a participação da poetas locais. A Biblioteca ainda produziu em suas dependências comunidade e dos artistas locais. Contou também com a presença um miniteatro, em que crianças contavam histórias com temas livres, do prefeito e o envolvimento da escola. A divulgação dos eventos além de uma exposição de fotos com o histórico da Biblioteca. As “Ler, ler, ler, viver a vida se deu por convites e cartazes distribuídos nos principais pontos atividades, viabilizadas graças à articulação com o comércio local Que outros sonharam da cidade, bem como anúncios na rádio comunitária, no jornal da e a Secretaria de Educação, contou com o apoio de escritores, jor- Ler, ler, ler, a alma olvida Casinhas (PE) cidade e no site da prefeitura. nalistas e radialistas, além da mobilização de voluntários. Convites As coisas que passaram” Em Casinhas também houve varal de livros nas árvores da pra- foram distribuídos nos principais pontos da cidade e os articulado- ça, enquanto a Caravana da Hora do Conto percorria escolas da res concederam entrevista à radio local. — Miguel de Unamuno, Ler, ler, ler comunidade rural, promovendo leituras e distribuindo brindes. As vovós e os vovôs também participaram da festa, em plena praça da cidade, em torno do Baú de Leitura, para os idosos do projeto Boa “Eu sou a fonte original Idade, que ainda visitaram a Biblioteca. Com o patrocínio da Se- de toda vida. cretaria de Cultura e da prefeitura, bem como com a participação Sou o chão que se prende de artistas, escritores e autoridades locais, a Biblioteca Comunitária à tua casa” ainda promoveu leituras livres e exposições de livros e do Baú da Leitura da Unicef. Entre crianças, jovens, adultos e idosos, 600 — Cora Coralina, pessoas da comunidade foram envolvidas. O cântico da terra
  7. 7. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Flores (PE) Itabatã (BA) Porto Feliz (SP) Em Flores, a Biblioteca Comunitária ganhou uma versão itinerante A Biblioteca Comunitária de Itabatã promoveu um recital com a A Biblioteca Comunitária de Porto Feliz realizou o I Sarau de Con- e rodou pelas comunidades sem acesso à leitura ou bibliotecas na presença do escritor local Charles A. Ramalho, que, além de ler tadores de Histórias – o que indica que vem mais por aí... Para zona rural, onde também realizou palestra sobre o Dia da Leitura. seus poemas, lançou seu livro de poesia. Também houve a Hora estimular a leitura no dia a dia escolar, a ação envolveu escola Em parceria com professores da comunidade, viabilizou um concur- do Conto e a Semana de Histórias, em que crianças de creches e educadores, que participaram ainda da Trilha da Leitura, cujo so de redação sobre as Oito Metas do Milênio, para o incentivo e escolas conheceram a Biblioteca. O evento contou com o apoio objetivo era pôr crianças em contato com a poesia. A Biblioteca à escrita – incentivo esse que se deu também com a proposta para da prefeitura e a divulgação se deu através de cartazes e da rádio disponibilizou também um varal de livros, realizou teatro de fanto- crianças de escreverem poemas a partir das observações do coti- comunitária. ches e uma exposição de objetos e trajes associados aos contos diano do entorno. A Biblioteca ainda promoveu sarau de poesia de fada. Os alunos foram envolvidos na distribuição de convites à e rodas de leitura com uma coleção de livros de Ruth Rocha. A comunidade em vários pontos da cidade e também ao prefeito. A divulgação se deu com a confecção de folders distribuídos nos imprensa local fez a cobertura do evento, que teve o objetivo de principais pontos da cidade. A Biblioteca recebeu o apoio da pre- chamar a atenção das pessoas para visitar a Biblioteca. A iniciativa feitura para a promoção do evento. deu certo: houve aumento significativo nos empréstimos de livros e no interesse pela leitura e pela Biblioteca, que, animada, já inseriu novas atividades para o Dia da Leitura no planejamento de 2010. “Vestindo xale ou turbante Carregando cesta ou tocha Usando vidro ou diamante “Livro de imagens Calçando bota ou galocha Livro de letrinhas O mundo tem muitas Ruths Livro em que as palavras Mas só uma é Ruth Rocha” Andam pelas linhas” “Repetir, repetir, até ficar diferente” — José Santos, Todas as Ruths do mundo — Palavra Cantada, Brincar de ler — Manoel de Barros
  8. 8. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Taquari (RS) Alambari (SP) “Ser alfabetizado é diferente de ser leitor” Nesta edição da Semana da Leitura, aconteceu a I Mostra de Ar- Com a colaboração de professores e outros funcionários munici- — Lucila Pastorello tes do Município de Taquari, promovida pela recém-inaugurada pais, a Biblioteca Comunitária de Alambari promoveu exposição Biblioteca Comunitária, que contou com o apoio do Rotary Club de livros no coreto da praça, rodas de leitura, brincadeiras de leitu- e empresários para a realização do evento. Autoridades locais ra livre e representação teatral dos alunos da rede municipal. estiveram presentes na Mostra, que ainda se articulou com a pre- feitura, a Secretaria de Educação e a Câmara de Vereadores. Os responsáveis pela Biblioteca expuseram parte do acervo, promo- vendo o Cantinho Infantil e varal de livros. Durante todo o evento, promotores de leitura realizaram rodas de leitura, Hora do Conto e amostragens de livros. A iniciativa teve grande repercussão na cidade, mobilizando diversos públicos, entre alunos de todas as escolas municipais, professores e moradores. O estande da Biblio- teca Comunitária foi o mais visitado. Altinho (PE) “O meu irmão Em Altinho, a Biblioteca Comunitária promoveu as atividades Roda A minha irmã de Cordel, Ler na Praça e Hora do Conto. Essa última movimentou “Entrego o livro e assim me livro, na quarta capa não digo e digo. Brincam lendo livros um concurso de redação em escolas das redes estadual e municipal e também particulares, premiando alunos que se destacaram no Sou quem eu sou, não vou e vou: brinco de livro!” Lendo lendo lindos livros” gênero “contos”. As atividades foram realizadas em parceria com — Sylvia Orthof — Palavra Cantada, Brincar de ler a prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação.
  9. 9. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Boa Nova (BA) Bom Conselho (PE) Com o apoio da Secretaria de Educação, as ações da Biblioteca Para incentivar a leitura e a escrita, a Biblioteca de Bom Conselho Comunitária de Boa Nova objetivavam a participação de 52 crian- promoveu, sob o tema A Cidade dos Meus Sonhos, um concurso de “O vírus do amor ao livro é incurável, ças. Promoveu paródias de historinhas infantis, leitura do livro A galinha ruiva e leitura de cordel. redação, que foi divulgado na rádio comunitária, em jornais locais e nas escolas. Além disso, celebrando a Semana da Leitura, articu- e eu procuro inocular esse vírus no maior lou apresentações de peças teatrais e da Companhia de Palhaços Alegria, valorizando os artistas locais. Também foi viabilizada uma número possível de pessoas” Bezerros (PE) visita à biblioteca municipal e a apresentação à comunidade do acervo da Biblioteca, para estimular o intercâmbio. — José Mindlin O Festival de Leitura e Artes de Bezerros (Feslab) já está na sua quarta edição. Aproveitando o ensejo e as mobilizações pelo evento, a Bi- blioteca Comunitária propôs suas ações. Houve atividades de leitura em conjunto com o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, a creche local, a Associação de Portadores de Deficiência, as escolas e os hospitais. Outras dinâmicas de leitura também foram promovidas na praça, onde a Biblioteca montou a Tenda da Leitura. As ações fo- Belterra (PA) ram divulgadas por um carro de som e contaram com a participação do poder público, comerciantes, artistas e escritores locais, além de Sob o tema Brincar de Ler, a Biblioteca Comunitária de Belterra alunos da rede pública. “Coitada, coitadinha “Textos são concebidos para promoveu Hora do Conto e diversos tipos de leitura: de imagens, Da galinha-d’angola ‘falarem’ conosco e, assim, se individuais e compartilhadas. Houve também rodas de leitura e dra- Não anda ultimamente soubermos escutá los, sempre matização. As ações, com o objetivo de utilizar o espaço para a democratização da leitura através do incentivo à leitura e da forma- “A leitura é a menos passiva das ações” Regulando da bola” acabam por nos dizer algo” ção de leitores, atingiram cerca de 200 pessoas. — Emile-Auguste Chartier — Vinícius de Moraes, Arca de Noé — Franco Moretti
  10. 10. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Duque de Caxias (RJ) A Biblioteca Comunitária de Duque de Caxias promoveu contação de histórias com registros de pictograma, para o estímulo à leitura no ambiente escolar. A atividade foi oferecida a 24 crianças de três a cinco anos. A Biblioteca ainda promoveu uma apresentação teatral para alunos de sete a 14 anos e armou a Tenda da Leitura. Conceição da Barra (ES) “Eu queria dar ao menino/ Umas asinhas de arame e algodão./ Mas ele diz que não pode ser anjo,/ Pois todos já sabem que ele é Com a participação de 23 alunos da escola municipal EMEF João índio e leão” — Cecília Meireles, “Cantiga da babá” Bastos Bernardo Vieira e da Escola Municipal de Conceição da Barra, a Biblioteca Comunitária da cidade promoveu a leitura do livro O coelhinho desobediente, a partir do qual desenvolveu ativi- dades de dramatização e interpretação. Estrela do Sul (MG) A Biblioteca Comunitária de Estrela do Sul promoveu contação de histórias, com manuseio de livros infanto-juvenis e para todos “Dizem que gato não pensa os públicos. Houve também rodas de leitura e interpretação oral. Como resultado, aumentou o número de jovens cadastrados para Mas é difícil de crer. empréstimos de livros. A Biblioteca alcançou seu principal objetivo, Já que ele também não fala aproximando as crianças dos livros. Como é que se vai saber?” “Todos ali/ Gostam de ler/ Brincam lendo livros/ Lendo lendo — Ferreira Gullar, Gato pensa? lindos livros” — Palavra Cantada, Brincar de ler
  11. 11. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Garanhuns (PE) Granito (PE) Em Garanhuns, a Biblioteca Comunitária promoveu leitura de cor- Em Granito, a Biblioteca Comunitária promoveu atividades de in- del, com declamações do próprio cordelista e escritor da cidade centivo à preservação ambiental e show de palhaços, além de uma conhecido como Gonzaga de Garanhuns, visando divulgar e va- peça teatral de incentivo à leitura. A partir desta última atividade, lorizar a cultura local. Houve também contação de histórias, cujas as crianças da cidade estão voltando a frequentar a Biblioteca, que personagens foram confeccionadas com garrafas PET, e roda de contou com a parceria do poder público local em todas as ações. leitura. “Vamos brincar de poesia?” — José Paulo Paes “Foi os livro de valô/ Mais maió que vi no mundo,/Apenas da- quele autô/ Li o premero e o segundo” — Patativa do Assaré, Aos poetas clássicos Itaguaí (RJ) Com a participação de voluntários e o apoio da Secretaria de Educação e Cultura, a Biblioteca Comunitária de Itaguaí promo- veu exposição e leitura de livros, apresentação da Biblioteca aos alunos do EJA (que não costumam consultar os acervos) e o Sítio Literário, que consistiu em levar leitura a crianças em condições de vulnerabilidade social, sem acesso à leitura. “Certa palavra dorme na sombra/ De um livro raro/ Como desencantá-la?/ É a senha da vida/ A senha do mundo./ Vou procurá-la” — Carlos Drummond de Andrade, A palavra mágica
  12. 12. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Jardim Panorama (SP) “As bolas de sabão que esta criança Lagoa dos Gatos (PE) A Biblioteca Comunitária do Jardim Panorama promoveu dois con- Se entretém a largar de uma palhinha Em Lagoa dos Gatos houve contação de histórias e interpretação cursos. O primeiro, de redação, objetivou fazer a comunidade rela- de leitura. As atividades aconteceram por iniciativa dos jovens, que tar o local em que vive, seus problemas e sugestões de solução. O São translucidamente uma filosofia toda” montaram um espaço com diversos livros infantis, onde leram para segundo, de desenho, visou à integração com a comunidade vizi- as crianças e dramatizaram as histórias. O convite foi dirigido a nha. A retratação da história lida foi avaliada como um sucesso. — Alberto Caeiro – heterônimo de Fernando Pessoa –, diversas escolas do entorno. Assim, crianças que não conheciam a As bolas de sabão Biblioteca Comunitária tiveram oportunidade de conhecê-la. “O homem confiará no homem Como um menino confia em outro menino” “Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-índia. — Thiago de Mello, Os estatutos do homem Lagoa do Carro (PE) (...) Levava ele pra sala Pra os lugares mais bonitos (...) A Biblioteca Comunitária de Lagoa do Carro promoveu a Hora do Ele não se importava: Conto e de Encanto, interpretação de leitura e bingo de palavras. Queria era estar debaixo do fogão Uma atividade complementava a outra, e a participação das crian- Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas. ças, manuseando e lendo livros, foi de suma importância. A empol- – O meu porquinho-da-índia gação e o interesse dos participantes em repetir a experiência eram foi a minha primeira namorada” demonstrados a todo momento. — Manuel Bandeira, Porquinho-da-Índia
  13. 13. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Mairiporã (SP) Mogi das Cruzes (SP) Panelas (PE) Salesópolis (SP) Em Mairiporã, primeiro houve atividades em que as crianças conta- Em Mogi das Cruzes, a Biblioteca Comunitária promoveu roda de A Biblioteca Comunitária de Panelas promoveu atividades de leitura Um dos principais objetivos da Biblioteca Comunitária de Salesó- vam e interpretavam histórias. Num segundo momento, as mesmas leitura, malabares com distribuição de prêmios, teatro de fantoches literária para adultos do EJA nos cantos da vila. Para as crianças, polis nesta edição da Semana da Leitura foi divulgar a obra de crianças faziam as vezes de anfitriãs e ciceroneavam os pais pelas e dança de rua. O objetivo, que era deixar as crianças à vontade promoveu também outras atividades de leitura e contação de histó- vários autores, entre os quais Ziraldo. Para tanto, promoveu boliche dependências da Biblioteca, pondo-os em contato com os livros. para ler os livros, foi alcançado. rias, com visitação às escolas de educação infantil. e bingo literários (este último com o nome “Ação entre Leitores”) Muitos pais relataram que só haviam visitado uma biblioteca na num espaço reservado com livros, painéis e fotos. Como prêmios, época escolar. “Estava à toa na vida foram distribuídos livros do escritor mineiro. A Biblioteca promoveu O meu amor me chamou “Cidadão do mundo eu sou” também histórias com dobraduras e contação de histórias. Para “Eis a carta dos céus: tudo Pra ver a banda passar o evento, foi de suma importância a colaboração de voluntários — Milton Nascimento e Fernando Brant, da comunidade, que, entre outras contribuições, doaram livros. A Indeterminado e imprevisto Cantando coisas de amor” Janela para o mundo divulgação se deu com faixas e cartazes espalhados por pontos Cria um amor fluente E sempre vivo” — Chico Buarque, A banda estratégicos da cidade, como escolas e casas comerciais. — Orides Fontela, Mapa “Ele dizia aos pais Cheio de contentamento Só tem um zerinho aí Num tal de comportamento!” — Ziraldo, O menino maluquinho
  14. 14. Saubara (BA) Suzano (SP) A fim de incentivar as crianças a tomarem gosto pela leitura, de Em Suzano, a Biblioteca Comunitária promoveu contação de his- integrar a comunidade e de superar as dificuldades dos alunos no tórias, leitura com a técnica do rosto escondido, Quiz Semana da tratamento com a linguagem escrita, a Biblioteca Comunitária de Leitura e Túnel Cultural. Houve também jogos e brincadeiras, como Saubara promoveu uma oficina de leitura. Integrada a essa ativi- o bingo de palavras, cujo objetivo (aliás, alcançado) era a mo- dade, estava a apresentação e manifestação cultural, que home- tivação à leitura e o aumento do cadastro do público infantil na nageou os pescadores da comunidade: uma barquinha contava a Biblioteca. Além disso, visando à Ação com Cidadania e Cultura, história dos pescadores às crianças, que, ao final, faziam leituras promoveu-se a campanha Beleza com Poesia: quem contasse uma São Roque (SP) Salvador (BA) e as transcreviam para o papel. A Biblioteca ofereceu também ofi- história, declamasse um poema ou citasse uma parábola ou um dito cinas de máscaras. do imaginário popular ganhava um corte de cabelo. Na finaliza- Em São Roque, as crianças ficaram encantadas com o varal de A Biblioteca Comunitária de Salvador teve como estratégia a leitura ção oficial do evento, o prefeito, em ato solene, assinou o termo de livros disposto dentro da Biblioteca Comunitária, onde os pequeni- de histórias infantis associada ao convite às crianças para visitarem “As palavras compromisso Prefeito Amigo da Biblioteca. nos ficaram livres para fazer suas leituras. Houve também contação a Biblioteca, aumentando o número de visitantes. Houve contação Quando contam de histórias, envolvendo toda a comunidade, quando a mãe de e dramatização de histórias, além da apresentação de adultos ves- uma professora se encarregou de ler para os presentes. Além disso, tidos de crianças. Abordando com as crianças o tema do precon- São histórias “Vinde, vinde, Quando lidas moços e velhos a Biblioteca promoveu fabricação de papel reciclado, com o qual ceito racial e das diferenças físicas e mentais, foi contada a história São ideias se produziram marcadores de página, distribuídos durante o even- Meu amigo Down, depois discutida com os pequenos, que, por Quando ficam Vinde todos apreciar to. As autoridades do poder público estiveram presentes e, num ato sua vez, fizeram desenhos sobre o conteúdo. Por fim, foi a vez da solene, o prefeito assinou o termo de compromisso Prefeito Amigo criação de histórias com sons, quando a audição de onomatopeias São memórias” Como isso é bom, da Biblioteca. inspirou as crianças. — Palavra Cantada, Como isso é belo. Brincar de ler Como isso é bom, “A queda é para as coisas, a cadência para as palavras” “Não entender, não entender, até virar menino” É bom demais” — Antonio Vieira – João Guimarães Rosa — Antônio Nóbrega, Vinde, vinde, moços e velhos
  15. 15. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Trindade (PE) Turmalina (MG) Urbano Santos (MA) Em Trindade, a Biblioteca Comunitária promoveu sarau com apre- A Biblioteca Comunitária de Turmalina reuniu crianças e jovens de “Hoje completei dez anos. sentação de poetas do município (homenageados) e números mu- projetos locais para o evento da Semana da Leitura, divulgado por sicais. Além de rodas de leitura, contação de histórias com teatro cartazes espalhados pela cidade. Houve Dia da Leitura, roda de Fabriquei um brinquedo com palavras” de fantoches e oficinas de leitura de imagens, a Biblioteca também leitura e apresentação teatral, além das atividades “Uma história — Manoel de Barros, Diário de Bugrinha promoveu a Gincana Literária – com o objetivo de trabalhar o co- puxa a outra” (que consistiu em levar alunos para conhecerem a nhecimento literário com os alunos, ao tempo em que se arreca- Biblioteca, onde puderam ler livros) e “Leite e leitura para a vida” Envolver as crianças com o mundo da leitura foi o objetivo da davam alimentos, roupas e brinquedos para doação. O evento (realizada no posto de distribuição de leite da cidade, com a en- Biblioteca Comunitária de Urbano Santos. Para tanto, foram pro- envolveu toda a comunidade. trega de livros para crianças e gestantes, além de leitura em voz movidas rodas de leitura, em que crianças liam livros através de alta). Para esta atividade, a Biblioteca obteve apoio da Suzano, brincadeiras propostas. Houve também leitura do Passaporte da que doou livros para serem distribuídos. Leitura Brincar de Ler. “O pão da minha fome. – Liberdade que estais em mim, “A arte é a coisa santa da humanidade (...) Santificado seja o vosso nome” A arte é a verdade feita vida” — Antero de Quental, Arte e verdade — Miguel Torga “Tudo vale a pena se a alma não é pequena” — Fernando Pessoa
  16. 16. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S Vassouras (RJ) Venturosa (PE) Em Vassouras, a Biblioteca Comunitária promoveu roda de leitura, Em Venturosa, houve pescaria literária, roda de leitura e ponto de leitura na praça, sala de leitura e teatro. Mas teve mais: Sacolinha leitura. As atividades envolveram leitura de cordel e a exposição de do Livro e Leitura em Minha Casa foram atividades que consistiram livros de escritores locais e de parte do acervo da Biblioteca Comu- em levar livros até pessoas adoentadas e contar-lhes histórias. Hou- nitária. Além disso, uma versão itinerante da Biblioteca percorreu a ve ainda o Chá Literário, que reuniu pessoas de todas as idades zona rural, visitando as escolas. O evento foi divulgado por meio e escritores locais, que puderam ler seus livros. A participação de de informativos comunitários. toda a comunidade nas atividades foi o grande êxito desta Biblio- teca, que não teve o apoio do poder público local. “Com leituras e viagens, fui compreendendo, aos poucos, o que o meu avô dizia sobre a sabedoria que existe em cada um e todos os seres do planeta” — Daniel Munduruku, Não somos donos da teia da vida “Um galo sozinho não tece uma manhã” — João Cabral de Melo Neto
  17. 17. D I A D A L E I T U R A / AT I V I D A D E S N A S B I B L I O T E C A S

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