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Adsp Jornadas Aped Dez 2009

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Adsp Jornadas Aped Dez 2009

  1. 1. O papel da Segurança na Gestão Empresarial ASSOCIAÇÃO DOS DIRECTORES DE SEGURANÇA DE PORTUGAL ADSP www.directoresdeseguranca.pt [email_address]
  2. 2. APRESENTAÇÃO : <ul><li>ADSP - Associação dos Directores de Segurança de Portugal. </li></ul><ul><li>A Segurança Privada em Portugal. </li></ul><ul><li>A Segurança na Gestão Empresarial. </li></ul>
  3. 3. Associação dos Directores de Segurança de Portugal – ADSP. <ul><li>PEDS - Programa Especializado em Direcção de Segurança. </li></ul><ul><li>Instituto de Estudos Políticos </li></ul><ul><li>Universidade Católica Portuguesa </li></ul>
  4. 4. Associação dos Directores de Segurança de Portugal – ADSP. <ul><li>Regulamentação, da figura do DIRECTOR DE SEGURANÇA nas empresas de Segurança Privada e nas entidades com licença de Auto-Protecção. </li></ul><ul><li>Obrigatoriedade da existência dum DS em determinadas instituições de utilização pública (ex: hospitais, escolas, hotéis, museus, transportes públicos, centros comerciais, edif. administrativos e fabris, etc. ) </li></ul>
  5. 5. Associação dos Directores de Segurança de Portugal – ADSP. <ul><li>Previsto no DL 35/2004 de 21FEV. </li></ul><ul><li>Artigo 7.º Director de segurança </li></ul><ul><li>1 - As entidades que prestem serviços de segurança ou organizem serviços de auto protecção podem ser obrigadas a dispor de um director de segurança, nas condições previstas em portaria do Ministro da Administração Interna. </li></ul><ul><li>2 - O director de segurança tem como funções ser responsável pela preparação, treino e actuação do pessoal de vigilância. </li></ul>
  6. 6. Associação dos Directores de Segurança de Portugal – ADSP. <ul><li>Portaria 1142/2009 de 02OUT. </li></ul><ul><li>Estabelece a formação considerada adequada ao bom exercício daquelas funções. </li></ul><ul><li>A exigência de um DS é ajustada à dimensão de cada entidade prestadora de serviços de segurança ou entidade que organize serviços de autoprotecção, de acordo com o número de vigilantes que tem ao seu serviço. </li></ul>
  7. 7. Associação dos Directores de Segurança de Portugal – ADSP. <ul><li>Formação profissional de nível superior </li></ul><ul><li>Experiência profissional relevante no sector </li></ul><ul><li>Notificação obrigatória à tutela </li></ul><ul><li>Elemento de ligação às Forças de Segurança </li></ul><ul><li>ADSP: código deontológico </li></ul><ul><li>Assegurar o cumprimento de todos os normativos legais </li></ul>
  8. 8. Associação dos Directores de Segurança de Portugal – ADSP. <ul><li>Em suma: </li></ul><ul><ul><li>Promover a qualificação académica, técnica e profissional dos DS em Portugal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de encontro, partilha, informação e promoção de soluções. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estreita colaboração com a Administração do Estado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Reforço duma Ética deontológica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconhecimento social e profissional. </li></ul></ul>CONVITE
  9. 9. A Segurança Privada em Portugal. <ul><li>Tradicionalmente, até aos anos 60: </li></ul>
  10. 10. A Segurança Privada em Portugal. <ul><li>Nos anos 60 / 70: </li></ul><ul><li>CUSTÓDIA – 17 de Maio de 1965. </li></ul><ul><li>RONDA </li></ul><ul><li>SECURITAS (1966) </li></ul><ul><li>GRUPO 8 (1972) </li></ul><ul><li>... alterações na estrutura militar (reforma dos Coronéis) </li></ul>
  11. 11. A Segurança Privada em Portugal. <ul><li>Presença activa em 80% das estruturas vitais do País. </li></ul><ul><li>Em 2008, 160 empresas: com Alvará SP – 105 e de Auto-Protecção – 55. </li></ul><ul><li>Nº de Vigilantes – 38.928 c/ vinculação. </li></ul><ul><li>Volume de negócios estimado de: </li></ul><ul><li>800 Milhões €. (Fonte: MAI-Relatório Anual de Segurança Privada de 2007, pg. 5) </li></ul><ul><li>650 Milhões €. (Fonte: MAI-Relatório Anual de Segurança Privada de 2008, pg. 6) </li></ul><ul><li>Crescimento é fruto da democratização da segurança pública. </li></ul>
  12. 12. A Segurança Privada em Portugal. <ul><li>Relação Nrº efectivos das Forças de Segurança / Nrº efectivos da Segurança Privada (2008): </li></ul><ul><li>FORÇAS DE SEGURANÇA – 46.000 </li></ul><ul><li>SEGURANÇA PRIVADA – 38.928 </li></ul><ul><li>FONTES: Relatório Anual de Segurança Privada de 2008 e Relatório Anual de Segurança Interna 2008. </li></ul>
  13. 13. A Segurança Privada em Portugal. <ul><li>FONTE: Relatório Anual de Segurança Interna 2007. </li></ul>PORTUGAL Nº de Efectivos Nº de Habitantes Efectivos / 10 Mil habitantes Habitantes / Efectivos Forças de segurança 48.082 10.599.095 45 220 Segurança Privada 36.998 35 286 ESPANHA Nº de Efectivos Nº de Habitantes Efectivos / 10 Mil habitantes Habitantes / Efectivos Forças de segurança 210.419 44.474.631 47 211
  14. 14. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>UMA OBRIGAÇÃO LEGAL </li></ul><ul><li>OU </li></ul><ul><li>UMA MAIS VALIA COMPETITIVA ? </li></ul>
  15. 15. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Segurança como o conjunto, quer das medidas de protecção de pessoas ou bens contra ameaças naturais ou provocadas, quer das formas de interacção e comunicação que resultem da aplicação dessas medidas. </li></ul>
  16. 16. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>A Segurança constitui hoje uma preocupação generalizada, sobretudo quando associada ao conceito antagónico – </li></ul><ul><li>a Insegurança </li></ul>
  17. 17. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Mais do que um Centro de Custo pode e deve ser visto como um Centro de Lucro ou uma mais valia. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>IMAGEM </li></ul>A Segurança na Gestão Empresarial.
  19. 19. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Seleccionar os objectivos e adequar os meios de forma ponderada são tarefas de exercício estratégico que, a serem realizadas eficazmente, no ambiente </li></ul><ul><li>de apertada concorrência actualmente existente, se podem traduzir em valor acrescentado, directo ou diferido, para a empresa. </li></ul>
  20. 20. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Assegurar que a soberania da Segurança da empresa resida nela </li></ul><ul><li>e não seja transferida globalmente para terceiros . </li></ul>
  21. 21. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Outsourcing </li></ul><ul><li>Maior terá de ser o investimento in-house em mecanismos de controlo, normalização e reforço de know-how técnico, tendo em vista minimizar o aumento da vulnerabilidade resultante da maior dependência de empresas fornecedoras de serviços. </li></ul>
  22. 22. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Outsourcing </li></ul><ul><li>É fundamental que a empresa possa ter meios para gerir, controlar e auditar os serviços adjudicados, sob pena de, a não fazê-lo, desvirtuar afinal os objectivos que levaram ao investimento. </li></ul>
  23. 23. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Os modelos de segurança a adoptar pela empresa devem: </li></ul><ul><li>ter uma equilibrada conjugação entre as necessidades </li></ul><ul><li>ter uma correcta análise de riscos e ameaças </li></ul><ul><li>cumprir as obrigações legais e específicas </li></ul><ul><li>considerar criteriosamente a atribuição dos recursos </li></ul><ul><li>ser dimensionados de forma proporcional </li></ul><ul><li>ter subjacente uma análise de risco objectiva e realista </li></ul><ul><li>As soluções mais rentáveis e não, necessariamente as mais baratas. </li></ul>
  24. 24. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Ligeireza na aquisição de soluções de segurança inadequadas, desproporcionadas ou sem se ter em conta as capacidades, técnicas e organizacionais necessárias para no futuro, garantir o seu funcionamento e manutenção. </li></ul>
  25. 25. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Qualquer que seja o modelo escolhido para a organização da segurança, ele deve assentar fundamentalmente na análise metódica das ameaças e riscos potenciais, sempre presentes, em maior ou menor grau, em qualquer tipo de actividade. </li></ul>
  26. 26. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Em conclusão, temos: </li></ul><ul><li>definir o conceito </li></ul><ul><li>uma mais valia competitiva - IMAGEM </li></ul><ul><li>centro de lucro e não de custo </li></ul><ul><li>vector estratégico </li></ul><ul><li>os seus profissionais devem evoluir na estrutura </li></ul><ul><li>outsourcing controlado </li></ul><ul><li>modelo de segurança equilibrado </li></ul><ul><li>ponderação custo benefício </li></ul>
  27. 27. A Segurança na Gestão Empresarial. <ul><li>Obrigado pela vossa atenção. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Daniel P. Simões . </li></ul><ul><li>www.directoresdeseguranca.pt </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>Jornadas APED – SEGURANÇA NO COMÉRCIO MODERNO - 16 de Dezembro de 2009

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