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Entrepalavras9 julho 2016

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Jornal do Agrupamento de escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova

Published in: Education
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Entrepalavras9 julho 2016

  1. 1. entrepalavrasAGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO, Idanha-a-Nova www.agrupamentoidanha.com Jornal escolar, com trabalhos realizados pelos alunos e professores, estando aberto à participação de toda a comunidade edu- cativa. Visa registar os momentos mais significativos da vida da escola, bem como fazer eco das ideias, preocupações e ansei- os dos que nela estudam e trabalham. Editor: Biblioteca Escolar do Agrupamento de Esco- las José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova www.crejsr.blogspot.com Contactos Telefone-277200260 Fax—277202400 gestaoidanha@hotmail.com agr.idanha.sec@gmail.com crejsr@gmail.com Rua Dr. Aprígio Meireles 6060-101 Idanha-a-Nova Conceção e montagem gráfica Equipa da Biblioteca Escolar JSR Jornal digital Dezembro 2014
  2. 2. Era uma vez três amigas que se junta- ram na escola e decidiram, na disciplina de Emprego, fazer marafonas. Durante o segundo período todo, exe- cutaram 10 marafonas para serem expostas no Festival da Primavera. O Festival da Primavera é uma festa que acontece no Agrupamento de Escolas de Ida- nha-a-Nova, por altura da Primavera. Este ano letivo decorreu nos dias 5, 6 e 7 de abril. As marafonas não chegaram a ser ex- postas, tal como previsto, porque foram ven- didas muito antes do Festival da Primavera. Apesar desta situação as três amigas ficaram bastantes contentes, porque era si- nal de que o trabalho delas estava muito bem realizado. Agoras as três amigas lançam um desa- fio: “Quem consegue fazer uma marafona tão bonita como as nossas? Deixamos aqui algumas fotografias para inspiração.” As três amigas lembram que a marafo- nas não podem ter olhos, ouvidos e boca. Bom trabalho!!! Marafonas Coloridas Catarina Isabel | Flávia Isabel | Patrícia Isabel Turma PIT, disciplina: Emprego |
  3. 3. As marafonas coloridas foram realizadas nas aulas de Emprego, na turma PIT, durante o 2º período. Os rapazes da turma ajudaram na execução e pintura da estrutura de madeira. As raparigas executaram o restante: cabeça, corpo e acessórios. Utilizaram os seguin- tes materiais: trapilho, tecido de feltro, linhas e fitas coloridas. Utilizaram também os se- guintes utensílios: tesoura e agulha. Foram executadas 10 marafonas. As marafonas eram para ser expostas no Festival da Primavera, no entanto, foram vestidas todas antes. Estavam bastantes bem executadas e muito coloridas. Este trabalho resultou da vontade dos alunos em realizarem uma boneca tradicional de Idanha-a-Nova e Monsanto – a Marafona. Catarina Isabel, Flávia Isabel, Patrícia Isabel prof.ª Martínia Isabel
  4. 4. JORNALISTAS POR UM DIA— pela turma B do 5º ano A tesoura Ela é um objeto feito de metal e plástico. Que serve para cortar tão depressa que ninguém a po- de parar! Mas se não tens cuidado no dedo podes acertar! Ai, se ela me acertar os meus sentimentos vai magoar! Quando eu a uso ela começa a cantar. Pode ser vermelha como uma canção. Pode cortar cartolina, ou outro material como o pa- pel … Por isso, gostamos de ti como gostamos de mel! Tudo vai rasgando… Posso fazer um coração ou tudo o que tiver na imaginação! A tesoura é tão boa como uma pessoa. É tão brincalhona e bela! Tem tanta magia, até é bailarina! Afinal serve para muita coisa! Poesia coletiva do 5º B ( 5 de maio de 2016) Sob orientação da professora Raquel Robalo Na aula de Português, com a pro- fessora Raquel Robalo, iniciámos o estudo do texto poético. Realizá- mos uma atividade do manual e escolhemos um objecto para escre- vermos um poema. Escolhemos a tesoura e a professora pediu a ca- da aluno que escrevesse uma fra- se. Trabalhámos as frases e fizemos este poema. Uns gostaram assim-assim de reali- zar a atividade, outros gostaram muito e uns poucos não gosta- ram...São gostos! Nas aulas de Português gostamos muito de escrever textos e de ler. Uns gostam de banda desenhada, outros de livros de aventuras e ain- da há quem goste de livros de his- tória, de ciência… Esta é a nossa primeira experiência no jornal e gostámos de fazer esta notícia. Deram ideias: Afonso, Bruno, Dio- go, Eduardo, Érica, Eva, Filipe, Hél- der, João Gabriel, Letícia, Mafalda Pereira, Matilde, Milena, Rodrigo Cunha, Sulamita e Tiago. O Afonso gosta de escrever poesia. Diz que lhe saem naturalmente as frases… E, assim de repente, escre- veu: Para ser poeta é preciso: acender a luz às ideias; derrotar o monstro da preguiça; seguir em frente e abrir a porta às ideias! Afonso De São Pedro, nº1, 5ºB
  5. 5. 10ª edição do Concurso Nacional de Leitura ver mais Temos estado presentes em todas as edições do CNL. Todos os anos, 6 alunos, 3 do ensino básico e 3 do ensino secundário, são seleccionados para o apuramento distrital. Todos os anos uma Bibli- oteca Municipal promove o encontro, que conta com representan- tes da escrita e da música, e faz com que os alunos sejam as estre- las. Todos os anos a dinâmica é diferente. Este ano decorreu em Bel- monte a 10ª edição do Concurso Nacional de Leitura. Estiveram pre- sentes 110 alunos e 30 professores e fomos sempre acompanhados pelo Mestre Chapeleiro, uma figura da Alice no País das Maravi- lhas….O que nunca muda é a boa disposição do grupo que, cada ano, tenho o prazer de acompanhar. Foi um gosto estar convosco, queridas Mariana Cami são, Ana Rita Santos, Ana Beatriz Almeida, Andreia Gaspar, Inês Josefa, Beatriz Campos!
  6. 6. Ao saber que fiquei apurada pa- ra representar o Secundário na final distrital, fiquei radiante pois nunca pensei que fosse pos- sível. Afinal, nunca tinha ganho um concurso como este, à exce- ção do Ler dá Gozo, no ensino básico. A viagem a Belmonte foi interes- sante e fiquei com vontade de voltar para ver os museus e vol- tar a andar no comboio turístico. Não passei à fase seguinte mas não fiquei desiludida, porque percebi que estava entre os me- lhores leitores do distrito, o que para mim já foi uma vitória. Esta experiência foi positiva pois o grupo era simpático e divertimo- nos durante o caminho. Ah... e passámos no MC Donald’s... Beatriz Campos
  7. 7. ENTREGA DAS MEDALHAS DO TORNEIO DE XADREZ Os alunos interessados inscreveram-se na Biblioteca para os torneios a rea- lizar na Semana da Primavera. Por questões de horários foi um pouco difícil conciliar tudo mas aqui estão as fotos. Ganharam medalhas e diplomas! Obrigada, professor Paulo Antunes! Ao longo do ano foi sen- do incentivada a prática do xadrez. Um grupo de alunos mostrou muita vontade de aprender O Nelson ficou em 1º lu- gar e o Natan em 2º . Ganharam a muita gente do secundário…aqui na escola não há ninguém que jogue melhror do que eles ( exceto o pro- fessor que ganhou por um golpe de sorte…) O último jogo estava renhi- do, mas venceu o me- lhor.. Para o ano há mais! (Nelson e Natan) TORNEIO DE XADREZ Semana da Primavera - 2015/2016 No âmbito da Semana da Primavera decorreu no Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, de Ida- nha a Nova, um torneio de xadrez. Esta atividade foi organizada pelo Grupo de Filosofia com a colabora- ção da Biblioteca Escolar. Na atividade inscreveram-se 28 alunos que foram distribuídos por três esca- lões correspondentes aos 2º e 3º ciclos e ensino secundário. Na impossibilidade de dispor de um tempo próprio destinado à realização dos jogos na Semana da Primavera, o torneio prolongou-se pelo 3º perío- do, sendo os jogos, num sistema de apuramento do melhor de três, sido realizados consoante a disponi- bilidade do horário dos alunos participantes. Os resultados do torneio foram os seguintes: no grupo do secundário, os alunos Nelson Pires e Natanael Santos, do 10º ano, conquistaram o 1º e 2º lugares respe- tivamente; no grupo do 3º ciclo, o Rodrigo Nascimento e o José Gabriel Correia, obtiveram, respetiva- mente, o 1º e 2º lugares e no grupo do 2º ciclo, as medalhas foram para os alunos António Sebastião e Fábio Palmeiro, que obtiveram o 1º e 2º lugares. A cerimónia de entrega das medalhas decorreu na bi- blioteca no dia 3 de junho, pelas 10 horas. Agradecemos a todos participantes, tal como à Biblioteca Escolar, que disponibilizou as instalações e todo o material necessário à realização do torneio. Aos vencedores damos os nossos parabéns, com o apelo a todos estes alunos para continuarem a jogar xadrez, pois é um jogo simultaneamente lúdico e pedagógico que desenvolve a capacidade de estratégia e raciocínio. professor Paulo Antunes
  8. 8. O Orlando esteve presente na entrega das medalhas. Embora não jogue xadrez, acom- panhou sempre os torneios e deu apoio mo- ral e….musical! Aqui para nos, o Nelson também deu apoio. E ouviu-se “ We are the champions”!!!!(pelo Natan) Aqui fica a xarada do dia. Clica na imagem e joga! Na vida, ao contrário do xadrez, o jogo continua após o xeque-mate. Isaac Asimov “Das qualidades necessárias ao jogo de xadrez, duas essenciais: vista pronta e paciência benedi- tina, qualidades preciosas na vida que também é um xadrez, com seus problemas e partidas, umas ganhas, outras perdidas, outras nulas.” Machado de Assis
  9. 9. A Rede de Bibliotecas Escolares fez 20 anos e a Bi- blioteca Escolar José Silvestre Ribeiro integra a RBE há 19 anos. Nos projetos a que nos temos candidatado, temos tido uma boa resposta. Foi devido a uma requalifi- cação a que nos candidatámos, no ano passado, que ganhamos um novo e amplo espaço, cheio de luz, com mobiliário novo e adequado. Naturalmen- te que foi necessário um suporte financeiro da au- tarquia e da própria escola, sem reservas e com palavras de apoio. Faltava a inauguração simbólica. Calhou ser agora, dia 25 de maio: o Senhor Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a convite do Senhor Pre- sidente da Câmara de Idanha-a-Nova, esteve con- nosco. Presente, também, a Senhora Coordenadora Nacional, o Coordenador Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares, bem como outras indivi- dualidades da região. Para os receber, o anfi- trião António Salgueiro, o nosso Diretor. Foi um encontro informal, para conhecer, in loco, o investimento feito no espaço e tomar conheci- mento do nosso trabalho. Foram visitados os espaços da Unidade de Apoio à Multideficiência e o CQEP – Centro de Qualifica- ção para o Ensino Profissional. De seguida, alunos do 1º ciclo mostraram o seu gosto por actividades no âmbito da leitura e da informática. Alunos da Escola Básica e Secundária José Silves- tre Ribeiro acompanharam-nos e foram eles que mostraram as várias valências do espaço, dos equipamentos, dos serviços. A Ana Rita, a Bia, a Inês, o Rodrigo, a Maria Martins, a Maria Paren- te, a Ana, a Mariana, o Natanael, o Orlando… mostraram conhecimento, passando pela leitura e aplicativos na web 2.0. No final houve momentos de convívio e a Coorde- nadora Nacional da RBE, dra Manuela Silva, visi- tou a Biblioteca Escolar da EB1/JI de Idanha-a- Nova. 25 de maio—Inauguração da requalificação da Biblioteca Escolar José Silvestre Ribeiro Receção na Escola Básica e Secundária José Silvestre Ribeiro. À esquerda, o grupo de Adufeiras da escola, que conta com funcionárias e alunas, os Bomdufes.
  10. 10. Visita à Unidade de Multideficiência: a coordenadora Ju Nascimento Preto mostra as instalações e fala dos programas que desenvolvem. Na imagem, a coorde- nadora, o Diretor António Salgueiro, a coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Dra. Manuela Sil- va. Visita às instalações do CQEP—Centro Para a Qualifi- cação do Ensino Profissional: a coordenadora Hele- na Frias explica o modo de funcionamento desta uni- dade às entidades presentes. Em baixo, à esquerda: a equipa do CQEP com o mi- nistro de Educação. Alunos e professores do 1º ciclo da EB1 de Idanha testam competên- cias a nível da informá- tica e da leitura.
  11. 11. Ministro da Educação inaugura requalificação de Biblioteca Escolar - o que a imprensa escreveu... O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, esteve em Idanha-a-Nova na passada quarta-feira, 25 de maio, para inaugurar a requalificação da Biblioteca Escolar José Silvestre Ribeiro, com o presidente da Câmara Municipal, Armindo Ja- cinto. A Biblioteca está agora reequipada e preparada para o apoio ao trabalho escolar dos alunos do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro. No ato inaugural, Tiago Brandão Rodrigues afirmou que “as bibliotecas escolares são um dos pilares que sustentam o ser- viço nacional de educação”, pelo papel que desempenham na promoção da leitura e no acesso ao conhecimento. O novo espaço, instalado na Escola Básica e Secundária José Silvestre Ribeiro, integra a Rede de Bibliotecas Escolares e foi requalificado com o apoio financeiro da Câmara de Idanha-a- Nova. Armindo Jacinto realçou que a intervenção foi articulada com a “comunidade educativa, a qual se empenhou para que a biblioteca escolar vá ao encontro do ensino de qualidade que queremos no concelho de Idanha-a-Nova”. A acompanhar a visita do Ministro da Educação, estiveram também presentes o diretor do Agrupamento de Escolas, An- tónio Salgueiro, a coordenadora nacional da Rede de Bibliote- cas Escolares, Manuela Silva, entre outras individualidades. A Biblioteca disponibiliza os mais diversos recursos para pro- moção da leitura, para suporte às aprendizagens e para de- senvolvimento da literacia, das competências de informação e da formação integral de crianças e jovens, em suporte analó- gico, eletrónico e digital. Informação do Município de Idanha-a-Nova Mais notícias em: A notícia no Diário Gigital de Castelo Branco Idanha-a-Nova Ministro da Educação elogia Bibliotecas Escolares— Ensino Magazine Educação.PT
  12. 12. Confiança O que é bonito neste mundo, e anima, É ver que na vindima De cada sonho Fica a cepa a sonhar outra aventura… E que a doçura Que se não prova Se transfigura Numa doçura Muito mais pura E muito mais nova… Miguel Torga O Orlando tocou para nós. De ouvido ape- nas...Ouça-o aqui. Em poucos minutos, alunos e coordenador interconcelhio da RBE, dr. Pedro Gomes, convidaram os presentes a utilizar os telemóveis para trabalhar a aplicação Kahoot! num jogo sobre segurança na internet Foram lidos poemas com a aplicação QR Code REader. Espalhados pelas mesas, folhas com quadradinhos davam lugar a mensagens intemporais. Foi apenas uma mostra de como a tecnologia pode vir a ser utilizada nas aulas... Tanto na preparação da visita como no dia, tivemos a pre- ocupação de envolver os alunos no evento. Foram eles que mostraram as valências, os espaços e foram eles que construíram, com os telemóveis, aplicações interessantes. Faça o mesmo: Vá ao smartphone e instale o Kahoo! Depois, o QR Code Reader. Já agora, aproveite o toondoo. Perca um pouco de tempo a ver os tutoriais no youtube e...avance! Foi o que eles fizeram, em poucas horas… Para o ano queremos quiz na biblioteca!
  13. 13. O Ministro sublinhou a importância das bibliotecas escolares como "um dos pilares que sustentam o serviço nacional de educação". "São uma ferramenta fundamental na promoção da leitura junto das famí- lias, em particular dos mais novos, e no acesso ao conhecimento", afirmou Tiago Brandão Rodri- gues
  14. 14. Mostrei a biblioteca e os livros de que gosto ao Ministro da Educa- ção e, apesar de estar um pouco nervoso, gostei da experiência e, se houvesse oportunidade, gosta- va de repetir. Mostrei-lhe a seção de literatura e aquilo que gostava de ler e ele recomendou-me a lei- tura de “ Capitães da Areia” de Jorge Amado, um livro um bocadi- nho difícil de ler mas que, com o tempo, o compreenderia. O meu Pai acompanhou-me, veio de pro- pósito e sei que os professores gostaram de o conhecer. Tirei uma foto com o Ministro de Educação e nunca pensei que eu, que moro na Zebreira, que sou de etnia cigana, que mo- ro a 2 passos de Espanha, mas que gosto muito de ler, acompanharia na visita à inaugu- ração da requalificação da biblioteca o Ministro da Educação. Foi um momento que não vou esquecer. Como estive com o Ministro da Educação— Natanael, 10º ano De há 19 anos para cá temos crescido e servimos para ajudar a formar aprendi- zagens, conhecimento e saber estar nos nossos alunos. Nestes anos, foram várias as pessoas que muito se esforçaram por conseguir projetos e vencer candidaturas. Juntos, funcionários, equipas, colabora- dores, coordenadores e diretores fize- ram o possível por chegarmos até aqui. Agora...é continuar a trabalhar e inten- sificar a cooperação! Afinal, saber tra- balhar em equipa é uma das habilidades mais requisitadas – ninguém, por mais brilhante que seja, constrói nada sozi- nho. E significa respeitar o outro! A professora bibliotecária, Maria das Dores Ferreira Pinto
  15. 15. Em toda a minha vida de estudante, des- de os primórdios da minha infância, pas- sada no Rosmaninhal, até começar a es- tudar em Idanha-a-Nova, nunca pensei que pudesse estar cara a cara com o Mi- nistro da Educação e, inclusive, apresen- tar-lhe a nossa biblioteca! Isto foi possível graças à professora Do- res pois foi ela que me incentivou, não só a participar neste evento, que tinha co- mo objetivo a inauguração da requalifi- cação, pelo Ministro da Educação, da nossa biblioteca, como também a fazer uma “visita guiada” juntamente com ou- tros colegas (Inês Gouveia e Natanael). Juntos, mostrámos ao Ministro tudo o que a biblioteca pode oferecer aos alu- nos e a variedade de opções diferentes que esta disponibiliza. O Ministro mostrou-se muito simpático e engraçado, o que também ajudou na nossa visita, pois estávamos um pouco nervosos. No final fizemos um jogo (Kahoot!), so- bre segurança na Internet onde contá- mos também com a participação do Mi- nistro e do Presidente da Câmara: a competição englobou a maior parte dos presentes que se mostraram divertidos, com vontade de aprender e responder. Como estive com o Ministro da Educação— Beatriz Campos, 11º ano Conheça o projeto de intervenção da biblioteca escolar O filme O antes e o depois: evolução da biblioteca
  16. 16. ENSAIOS ARGUMENTATIVOS EM FILOSOFIA. Ensaio Argumentativo Na minha opinião não escolhemos quem somos mas sim como somos. Não escolhemos ser quem somos, uma vez que somos o resultado da história da nossa família. Mas, se não podemos escolher quem somos, podemos escolher como somos. São as nossas atitudes que dizem quem somos, e dessa forma, são elas que determinam o nosso caminho e a nossa história. Nós colhemos o que plantamos por isso se temos ações boas vamos ser recompensados, pelo contrário se realizamos ações más vamos ser penalizados. Não escolhemos quem somos mas sim como somos pelas nossas atitudes. Dinis Geraldes Nº11 10ºA Resposta ao problema do sentido da vida A vida pode ser enunciada como o conjunto de atividades que realizamos ao longo da vida. Para essas atividades terem sentido, têm de ter valor. E o valor tem a ver com a relevância que essas ati- vidades têm para as pessoas. Se uma atividade for relevante para várias pessoas e para o sujeito da ativi- dade, então a atividade tem valor objetivo. Se uma atividade tiver valor apenas para o sujeito da ação, diz- se que tem valor subjetivo. No entanto, apenas as atividades com valor objetivo se podem considerar ativi- dades com sentido, pois apenas essas acrescentam valor ao mundo. Por fim, uma vida com sentido é aquela em que se desenvolvem uma ou várias atividades que acrescen- tam valor ao mundo. João Varão 10ºA Email recebido pela biblioteca: “Aqui estão os ensaios. Devem ir assim: com esta pontuação, pois foram eles que os fizeram. Gostaria que o título fosse: ENSAIOS ARGUMENTATIVOS EM FILOSOFIA. Também sugiro que sejam encimados por uma imagem do quadro de Rafael sobre Platão e Aristóteles a discutirem. “ Professor Mário Raposo A sombra das jogadas (Edwin Morgan) Num dos contos que integram a série Mabinogion, dois reis inimigos jogam xadrez,ao mesmo tempo que num vale próximo os seus exércitos lutam e se destroçam. Chegam mensageiros com notícias da bata- lha. Os reis não parecem ouvi-los e, inclinados sobre o tabuleiro de prata, movem as peças de oiro. Des- cobre-se, gradualmente, que as vicissitudes do combate seguem as vicissitudes do jogo. Ao entardecer, um dos reis derruba o tabuleiro, porque lhe deram cheque mate. Pouco depois, um cavaleiro ensanguen- tado anuncia-lhe: “o teu exército está em fuga, o teu reino está perdido.” (trad.do espanhol, in “Antologia de literatura fantástica”, J. L. Borges, S. Ocampo e B. Casares)
  17. 17. Ensaio argumentativo Na minha opinião o perigo deve fazer parte da vida. Em primeiro lugar, o perigo é tal como o medo uma característica que deve fazer parte das nossas vidas. Uma vez que todos nós vamos aprendendo e crescendo com os perigos e os medos que enfrenta- mos todos os dias. Em segundo lugar, porque se não existisse perigos nós viveríamos sempre segundo determinadas regras e nunca poderíamos tentar algo novo, pois não saberíamos se correríamos perigo ou não. Por último, não podemos simplesmente retirar os perigos das nossas vidas. São os perigos que nos fazem pensar antas de agir, e nos fazem agir correctamente. Sem perigo nós agiríamos como quería- mos uma vez que não teríamos medo desses mesmos perigos. Em conclusão o perigo deve existir, para as pessoas poderem pensar e reflectir antes de agir. Ana Margarida Nabais, 10ºA Relatório da visita de estudo a Vila Velha De Rodão—Margarida Folgado, Nº 11, 6ºA No dia 14 de abril, por volta das 9:15, a turma do 6º A realizou uma visita de estudo a Vila Ve- lha de Ródão, no âmbito da dis- ciplina de História e Geografia de Portugal, com a professora Dores Pinto. O objetivo foi per- cebera importância da arquite- tura do ferro no século XIX e visitar a ponte sobre o rio Tejo. Outro objetivo foi reconhecer a importância da preservação dos espaços históricos e conhecer a biodiversidade da região. A visita foi programada pela professora de história com os serviços educativos do Geo- parque contámos com a presen- ça do técnico superior Hugo Oli- veira. A autarquia disponibilizou um autocarro no qual seguimos para Vila Velha De Ródão. Todos os alunos estiveram presentes a exceção de três. Quando chegámos, o professor Hugo Oliveira estava à nossa espera na Casa De Artes De Cultura Do Tejo. Tomámos o pequeno-almoço e fo- mos observar fósseis com mais de 600.000.000 milhões de anos. Estes eram, antigamente, troncos de árvores que foram arrastados pelo tejo durante muitos anos e transformaram-se em pedra. Após vermos os fós- seis, fomos ao Centro de Interpretação de Arte Ru- pestre do Vale do Tejo on- de observámos a maneira como os nossos antepas- sados viviam, comiam e caçavam. Observámos também as pinturas ru- pestres que tinham ficado submersas pela barragem e vimos o que elas signifi- cavam.
  18. 18. Após isso fomos almoçar à estalagem das Portas De Ródão. Depois de almoço estivemos a descontrair um pouco e a seguir fomos para o cais de embarque. Às 13:30 iniciámos a viagem de barco que durou cerca de uma hora. Infelizmente o tempo não colaborou connosco, pois começou a chover, mas isso não nos impediu de continuar a nossa viagem pelo Tejo. Passá- mos por baixo da ponte onde vimos a arquitetura do ferro no século XIX, e pelas Portas de Ródão e o técni- co Hugo Oliveira contou-nos uma lenda sobre a vegetação e o rei mouro. Conclusão Nesta visita de estudo gostei de tudo, excluindo a parte do tempo, até que não foi muito mau, pois não estava calor nem frio, mas no barco o tempo piorou porque começou a chover “a cântaros”. Penso que a escola deveria fazer mais visitas de estudo, não só para a nossa turma mas para todas. Esta visita foi programada com a dra. Manuela Catana, dos Serviços Educativos da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e Geopark. Todas as actividades , incluindo o transporte, vista de barco, visita aos espaços museológicos e actividades recreativas, foram proporcionadas por estes serviços.
  19. 19. Biblioteca Escolar da EB de Idanha-a-Nova Não há melhor fragata que um livro para nos le- var a terras distantes. Emily Dickinson Este ano letivo tive oportunidade de estar num lugar especial, numa escola ímpar! Trabalhar numa biblioteca foi uma experi- ência magnífica! À 5ª feira fazia o empréstimo de livros aos alunos, ao último tempo. Quase todos os alunos tinham nas requisições uma opor- tunidade para uma leitura autónoma e re- creativa, mas alguns eram “solicitados” a fazer uma ficha de leitura. A turma do 4ºF está de parabéns pois foi a que “leu mais”. Houve a preocupação de recomendar um especial cuidado no manuseio dos livros, para que eles viessem em bom estado e isso aconteceu na esmagadora maioria das vezes. Os alunos foram ainda sensibilizados para que não recolocassem os livros nas prateleiras pois poderiam fazê-lo num sítio errado. Para além da requisição, passei parte da minha componente não letiva organizando o espaço e fazendo o registo do fundo do- cumental. Um pouco a pedido dos alunos, surgiu o cantinho da poesia. Rita Tavares Faustino A POESIA A Poesia deve ser clara, leve nada, tudo, alada. A vida já é tão pesada farsa, fétida, horror. A Poesia deve ser cor, silêncio sibilo de estrelas. A vida já é veneno, seta tantos cancros já medram, tantas relvas já secam. A Poesia deve ser ar, matéria-prima reinvenção, verdade. A vida já é fealdade, podridão cólicas, cadáveres. A Poesia deve ser estiagem, flor, perfume de criança poemas de Emily, contos de Mansfield. (Marize Castro) Boas férias e boas leituras! Rita Faustino Professora do QZP do 1º ciclo
  20. 20. Os alunos da Turma B, da EB1 de Idanha-a- Nova, participaram num concurso “Os nossos avós eram cientistas”, promovido pelo Centro de Ciência, Cultura & Tradição, do Instituto Politécnico de Castelo Branco. O projeto “Avô, conta-me…” chegou à final, obtendo o 2º lugar. Os alunos receberam livros, jogos, uma visita ao Pavilhão do Conheci- mento e ao Centro Ciência, Tradição Cultura do Instituto Politécni- co de Castelo Branco e ainda, um merecido diploma de participa- ção. Parabéns pelo mérito e, sobretudo ao avô Zé, que como tantos ou- tros avós já “eram cientistas”. Clique aqui
  21. 21. Colega Dores Pinto Os meus alunos, turma B, 1º e 2ºs anos, participaram num concurso "Os nos- sos avós eram cientistas", promovido pelo Centro Ciência, Tradição & Cultura CT&C, do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Como resultado obtiveram o 2º lugar, ten- do o evento ocorrido no passado dia 4 de junho na escola Superior Agrária. Eu, os pais, alunos e alguns familiares da turma estivemos presentes e foi bastante interes- sante. Assim sendo, gostaria de fazer a divulga- ção do referido trabalho no jornal do Agru- pamento. Como se trata de um documento de 10 páginas, consegui reduzir para 4 pa- ra não ficar tão exaustivo e parece-me ser muito enriquecedor ficar registado no jor- nal. O trabalho possui uma hiperligação, mas dado que o jornal é on-line poderá constar, não sendo possível terá que retirar -se. Cumprimentos, Maria dos Anjos Os alunos da turma B, 1º e 2ºs anos, da EB1 de Idanha-a-Nova, participa- ram no concurso “OS NOSSOS AVÓS ERAM CIENTISTAS” cujo tema: “ Avô, conta-me….” Ficámos muito orgulhosos pelo tra- balho desenvolvido, porque obtive- mos o 2º lugar e todos estamos de Parabéns pelo nosso empenho e por todos aqueles que nos apoiaram. Tratando-se de um trabalho de 10 páginas, queremos partilhar com to- dos e aqui fica a sua divulgação em jeito de síntese. Concurso—Avô, conta-me E os avós contaram. E a professora Maria dos Anjos dinamizou a actividade!
  22. 22. Quando, na sala de aula, estudámos as profissões, falamos do carteiro, professor, engenheiro, comerciante, cientista,… A nossa professora mostrou-nos também imagens de profissões muito antigas. - Professora, o meu avô era ferreiro—disse a Mariana. - Ferreiro?! O que é isso? – perguntaram todos. - Sim, ferreiro. Quando vou visitar o meu avô Zé, nas noites frias de inverno, à lareira, o meu avozito senta-me ao seu colo e conta-me histórias muito engraçadas. - O meu avô trabalhava numa forja. - Forja?! - exclamaram todos, com ar intrigado. - Forja é o sítio onde trabalhava. Ainda existe. Tem uma fornalha, onde aquecia o ferro para ser trabalhado. Tem martelos, tenazes, utensílios esquisitos e um tanque cheio de água para arrefecer os metais. No dia seguinte, a Mariana trouxe fotografias para mostrar à turma. - O meu avô acendia um lume… - Para não se apagar usava um fole gigante para soprar o lume. - O meu avô Zé moldava o ferro e fazia instrumentos que serviam para a agri- cultura, enxadas, ancinhos, martelos,... e também fazia ferraduras. Os donos dos cavalos e éguas iam lá ferrar os seus animais. - Mariana, o que é ferrar os animais? - questionou a Mafalda do primeiro ano. - Olha Mafalda, tu usas sapatos, os cavalos, as éguas “calçam” ferraduras.
  23. 23. - O meu avô aquecia o ferro ao lume. Quando este estava muito, mas muito quente… A professora acrescentou: - Meninos, todos têm a sensação de quente ou de frio quan- do tocamos em objetos. E estamos habituados a associar esta sensação térmica ao conceito de temperatura. - O que acontecerá a um metal quando é aquecido? - Fica muito quente – respondeu a Mafalda. - Não lhe podemos tocar. - O ferro atinge temperaturas muito altas – explicou a professora. O ferro quando exposto a temperaturas muito elevadas aumenta de volume. A ação do calor dilata os corpos, neste caso, o ferro. A esse processo de aquecimento dá-se o nome de dilatação. - Depois do ferro aquecido, o meu avô moldava o ferro, batendo com um martelo. Tornava a ir ao lume até ter a forma desejada do instrumento. - Depois do ferro trabalhado, o meu avô colocava a peça num tanque com água. - Sim, Mariana, a esse fenómeno dá-se o nome de contração ou compressão do corpo. Todas as subs- tâncias quer sejam sólidas, liquidas, quer gasosas, dilatam-se com o aumento da temperatura e contra- em-se quando a sua temperatura é diminuída. - Também tenho imagens que a minha mãe filmou – dizia a Mariana. - Professora, possa contar uma história que o meu avô me contou? A ÉGUA VAIDOSA Conta o meu avô que, na aldeia vivia um senhor abastado, isto é, rico. Este criava muitos cavalos e éguas. Para ferrar os seus animais, o senhor ia muitas vezes à forja. Mas, havia uma égua muito especial. Era branca, com umas manchas cinzentas e do seu olhar transparecia uma luz muito meiga. Todas as crianças da aldeia a adoravam. A égua também gostava muito de crianças. Quando via uma, aproximava- se com cuidado para não a assustar e baixava a cabeça à espera de uma festinha. A égua, cada vez que ia à forja, relinchava toda vaidosa com os seus “sapatos” novos. O dono sentia tanto orgulho do animal que lhe pôs o nome de Vaidosa. Em dias de festa, o dono passeava a Vaidosa pelas ruas da aldeia e todos diziam: _ Olha, lá vai a Vaidosa. A égua parecia ouvir as pessoas e relinchava como se dissesse “Sim, sou a égua Vaidosa”.
  24. 24. Os alunos da turma B (1º e 2º anos de escolaridade) A professora responsável, Maria dos Anjos Milheiro EB1 de Idanha-a-Nova, 6 de maio de 2016 ALGUNS DESENHOS FEITOS PELOS ALUNOS Dia do Ambiente – 5 de junho O Dia do Ambiente comemora-se no dia 4 de junho. Muitas pessoas são pouco cuidadosas, porque deitam lixo para o chão, matam animais in- defesos, destroem as plantas e a vegetação e poluem o ambiente. Os cientistas estão preocupados com o Planeta Terra. Todos nós somos responsáveis pela Natureza, pelo ar puro, pelas águas límpidas e por um Ambiente melhor. Os alunos da Turma B – EB1 Idanha-a-Nova
  25. 25. 5º ano EV Experiencias com guache (Circulo cromático – cores primárias e formação das cores secundárias) (Circulo cromático – cores primárias e for- mação das cores secundárias) Ninhos em plástico (embalagens de detergen- te), realizados nas Oficinas criativas pelos alunos CEI Composições com cores frias Composições com cores quentes
  26. 26. Polígonos estrelados (traçados geométricos – divisão da circunferência em partes iguais) rea- lizados pelos alunos do 5º ano nas aulas de Educação Visual
  27. 27. 8º ano Educação Visual - Símbolos de advertência e informação destinados aos espaços escolares. No âm- bito da Comunicação Visual, os alunos do 8º ano realizaram cartazes motivando para as boas práticas de utilização das redes sociais, pesquisas na internet e compras online.
  28. 28. Feriados Nacionais Chegado o final de mais um ano letivo, e, em vésperas de um feriado,10 de ju- nho, não pude resistir em deixar-vos uma referência sobre os principais feriados nacionais tendo em conta que: “A memória dos povos é a sua história e, como não é possível recordar todas as datas memoráveis, comemoram-se ao menos algumas efemérides mais significativas”. Pelo que destaco algumas datas comemorativas que lembram factos históricos e desper- tam curiosidade, bem como atividades relativas às mesmas. Desejo-vos umas ótimas férias. 25 de Abril de 1974 – DIA DA LIBERDADE – DEMOCRACIA O Dia da Liberdade é comemorado em Portugal a 25 de abril. A data celebra a revolta dos militares portugueses que a 25 de abril de 1974 levaram a cabo um golpe de Estado militar, pondo fim ao regime ditatorial do Estado Novo, que vigorava em Portugal desde 1933. O Movimento das Forças Armadas, composto por militares que haviam participado na Guerra Colonial e por estudantes universitários, teve o apoio da população portuguesa, conseguindo a implantação do regime democrático e a instauração da nova Constituição Portuguesa a 25 de abril de 1976 de forma pacífica. O símbolo do dia 25 de abril é o cravo, a flor que se colocou nas armas dos militares neste dia. Após a revolução foi criada a Junta de Salvação Nacional que nomeou António de Spínola como Presidente da República e Adelino da Palma Carlos como Primeiro-Ministro. O dia 25 de abril é conhecido como o Dia da Liberdade e o dia da Revolução dos Cravos, sendo um feri- ado nacional onde se recorda a importância da liberdade no país. A Professora: Mª José Faria
  29. 29. 1 de maio – DIA DO TRABALHADOR O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente a 1 de maio, sendo feriado em Portugal e em vários paí- ses da Europa. Não é um feriado mundial, embora seja cumprido em vários países do mundo, como no Brasil. História do Dia do Trabalhador A data remonta ao dia 1 de maio de 1886, nos EUA, quando mais de 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, numa manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada de trabalho para oito horas. Em consequência, a polícia tentou dispersar a manifestação, ferindo e matando dezenas de operários. A 5 de maio de 1886 os operários regressaram às ruas e registaram-se novamente feridos, com manifes- tantes a serem presos. A opinião pública repudiou a ação da polícia e do Governo, assim como das enti- dades patronais, e em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de maio como o Dia Internacional dos Trabalhadores. Já em 1890, os trabalhadores americanos viram a jornada de trabalho diária ser reduzida para oito ho- ras. Nos Estados Unidos o Dia do Trabalhador celebra-se na primeira segunda-feira de setembro. 1º de Maio em Portugal Em Portugal, o 1º de maio começou a ser festejado a partir de maio de 1974, após a revolução do 25 de abril. O Dia do Trabalhador é comemorado em todo o país, com manifestações, marchas, celebrações e comí- cios, de forma a apresentar ao Governo e às entidades patronais quais as necessidades e direitos dos trabalhadores. Como feriado, é também uma oportunidade para o trabalhador descansar. PARA RIR: 1- No 25 de Abril de 1974, perto duma manifestação, uma peixeira vendia sardinhas e apregoava: - Sardinha viva! E gritaram os manifestantes: - Viva! Viva! 2-Um manifestante do 25 de Abril grita: - Agora sim! Estou satisfeito! Apetece-me gritar! Graças ao 25 de Abril já tenho um partido! A mulher: - Ó homem está calado. Se te pões para aí a gritar ainda te partem o outro. 3-A PIDE “prendia os que estavam contra o Estado Novo e triturava-os”. 15 palavras relacionadas com o 25 de abril
  30. 30. 10 de junho – DIA DE CAMÕES, de PORTUGAL E DAS COMUNIDADES No dia 10 de junho celebra-se em Portugal o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. O feriado nacional assinala ainda o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, autor d´Os Lusíadas. Do programa do Dia de Portugal fazem parte muitas atividades, como desfiles e demonstrações militares, por exem- plo. Este é o dia da Língua Portuguesa e do cidadão nacional. História do Dia de Portugal Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, o dia 10 de junho era celebrado como o "Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses". Após a revolução do 25 de abril de 1974, que marcou o fim do regime ditatorial do Estado Novo, a celebração do dia passou a prestar homenagem a Portugal, Camões e às Comunidades Portuguesas. Neste dia o Presidente da República e altas individualidades do Estado participam em cerimónias de comemorações do Dia de Portugal, de Ca- mões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem em cidades diferen- tes todos os anos. Anualmente são distinguidas novas individualidades pelo seu trabalho em nome da nação. Capa que ilustra a primeira edição d’Os Lusíadas de Luís de Camões. 5 de outubro (1910) – INSTAURAÇÃO DA REPÚBLICA A Implantação da República comemora-se anualmente a 5 de outubro, o dia em que foi proclama- da a Independência da República, no ano de 1910, em Lisboa. O Dia da Implantação da República, 5 de outubro, é um feriado nacional. Este tinha sido um dos feria- dos eliminados pelo governo em 2012, mas em 2016 acabou por se acordar novamente no Parlamento que esta data é um feriado. 5 de Outubro de 1910 No dia 5 de outubro de 1910 deu-se a implantação da República em Portugal. Esta ação foi levada a ca- bo por um movimento de cidadãos apoiantes do republicanismo nacional e que não concordavam que Portugal fosse governado pela monarquia. Chefiados por Teófilo Braga, os cidadãos procederam a um golpe de estado, destituíram a monarquia constitucional e implantaram o regime republicano. Após a proclamação da República foi criado um governo provisório chefiado por Teófilo Braga. Em agos- to de 1911 foi aprovada uma nova Constituição, tendo início a Primeira República Portuguesa. O primeiro Presidente da República foi Manuel de Arriaga, eleito pelo Parlamento a 24 de agosto de 1911. Com esta mudança foram alterados alguns símbolos do país como o hino e a bandeira nacional (passou de azul e branca para verde e vermelha). Soluções D. João IV - Dona Luísa de Gusmão.
  31. 31. Pinte a bandeira nacional 1 de dezembro (1640) – RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA A Restauração da Independência em Portugal comemora-se anualmente no dia 1 de dezembro. O dia da Restauração da Independência, 1 de dezembro, é um feriado nacional. 1 de Dezembro de 1640 Esta data relembra a ação de nobres portugueses, que a 1 de dezembro de 1640, invadiram o Paço Real e acla- maram D. João, duque de Bragança, como rei de Portugal. A Restauração da Independência foi o culminar de um período de grande descontentamento por parte da popu- lação portuguesa que não estava satisfeita com a união ibérica, entre Portugal e Espanha. A união ibérica origi- nou problemas à população portuguesa, com sobrecarga de impostos e envolvimento de Portugal nos conflitos de Espanha. Com a morte do jovem D. Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir, Portugal enfrentou um problema de sucessão. Após o insucesso do Car- deal D. Henrique no co- mando da monarquia, Portugal foi regido por três reis D. Filipes de Es- panha, durante 60 anos, período que ficou conhe- cido por Domínio Filipino. PARA RIR: Os Monárquicos dizem que o aumento do IVA da restauração acabou com a celebra- ção do 1 de Dezembro. Adivinha: Quem foi este rei? Como se chamava a sua mulher? Eu não esperava ser rei Ser duque me contentava Vivia em Vila Viçosa Em minhas terras caçava. Uma notícia chegou - O trono me queriam dar Sem saber o que fazer Eu, medroso, a hesitar... Um bom conselho me deu minha mulher, destemida: “mais vale rei uma hora do que duque toda a vida”.
  32. 32. 8 de dezembro – DIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO No dia 8 de dezembro celebra-se o dia da Imaculada Conceição. Este dia invoca a vida e a virtude de Virgem Maria, mãe de Jesus, concebida sem marca do pecado original. É uma data de grande significado para a Igreja Católica. Neste dia realiza-se uma festa religiosa que celebra um dogma ca- tólico definido como festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV. Pela sua importância, a data é feriado nacional. Em 25 de março de 1646, o rei D. João IV organizou uma ceri- mónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da Independência de Portugal em relação a Espa- nha. Foi até à igreja de Nossa Senhora da Conceição, decla- rando-a Padroeira e Rainha de Portugal. Desde este dia, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, privilégio que estaria disponível apenas para a Imaculada Conceição. Nos quadros onde aparecem reis ou rainhas, a coroa está pousada ao lado, sobre uma mesa, num tamborete ou almofada de cetim. Imagem da Imaculada Conceição em Vila Viçosa D. José I (O Reformador) D. Maria I (A Piedosa; A Louca) D. João VI (O Clemente) D. Carlos I (O Diplomata; Mártir;…)
  33. 33. VISITA DE ESTUDO AO JARDIM ZOOLÓGICO A EB1/JI de Idanha-a-Nova proporcionou uma visita ao Jardim Zoológico. E que alegria a dos alunos ao viajar e conhecer um espaço de referência no tratamento de animais de outras latitudes!
  34. 34. DIA DA EUROPA A 9 de maio foi assinalado o dia da Europa, com exposições no átrio da escola. A biblioteca também assinalou o dia, com ex- posição de materiais e alunos do 2º ciclo expe- rimentaram jogos e passatempos novos sobre a europa. Tudo no site http://europa.eu/kids- corner/index_pt.htm com Fique a saber: Mas afinal o que é a União Europeia? Alunas do 7º ano, colocam as estrelas da Eu no âmbito da disciplina de geografia. Clique na imagem e complete o puzzle. Estamos sempre a aprender! Já agora, teste os seus conhecimentos sbore a europa: http://europa.eu/europago/games/quiz/
  35. 35. Neste ano lectivo, o grupo de teatro do Agrupa- mento de escolas José Silvestre Ribeiro, de Idanha -a-Nova: o Ideatro, estreou a adaptação para tea- tro do conto homónimo de Óscar Wilde: ”O Fan- tasma de Canterville”. O espectáculo foi apresen- tado em A Estrada e Laxe, na Galiza e em Idanha- a-Nova para as turmas do Agrupamento, do 5º ao 8º ano. A partir de Setembro, as inscrições abri- rão para preparação do próximo espectáculo. O grupo de bombos do Agrupamento da escola sede , os Bombombos, este ano lectivo apresen- tou-se nos seguintes locais: A Estrada e Laxe, na Galiza , no 13º aniversário da CPCJ de Idanha-a- Nova e no Festival da Primavera. O grupo de adufes do Agrupamento, os Bondufes, apresentou-se A Estrada e Laxe, na Galiza 13º ani- versário da CPCJ de Idanha-a-Nova, 10º Festival da Primavera e receção ao Ministro da Educação. IDEATRO Nota: Todas as fotos do evento que finalizou o ano lectivo—a adaptação para teatro do conto homónimo de Óscar Wilde: ”O Fantasma de Canterville” se perderam. Lamentamos, pois foi uma actividade em que o grupo de alunos que faz parte do teatro mostrou facetas desconhecidas… e que bons atores foram! Também queremos referir que parte das fotografias do encontro com a escritora Joana Lemos, proporcio- nado pela Junta de Freguesia, em colaboração com os CTT, através da Sra. D. Cândida , também se perde- ram. Salientamos a disponibilidade total da Junta de Freguesia que tem possibilitado eventos literários na EB1/Ji de Idanha
  36. 36. O Dia Mundial da Criança, foi divertido e repleto de aprendizagem. De manhã, os alunos assistiram à peça- de-teatro ”As palavras viajeiras”, pro- porcionado pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. O espectáculo foi muito apreciado por todas as crianças e res- tantes assistentes. O texto foi adequado ao nível de escolaridade e muito engra- çado, interagindo as actrizes com o pú- blico. ARTICULAÇÃO COM O PROJETO AFIRMA-TE De tarde, realizaram-se várias atividades promovidas pelo novo parceiro do 1.º CEB, o Projeto “Afirma -te”! Destacamos a peça-de-teatro, apresentada pelas actrizes, Joana Poejo e Carla Sofia, da Ajidanha, cuja acção focava “Os direitos das crianças”. Os alunos assistiram atentamente. Participaram com muito entusiasmo na pintura mural criativa, nos jogos lúdicos realizados no pavi- lhão desportivo e no atelier de bijuteria. A planificação foi cuidadosamente elaborada pelos docentes e os técnicos responsáveis pelo projecto (João Fonseca e Sofia Fonseca), tendo em atenção os interesses e as aprendizagens das crianças.
  37. 37. Teatro: Os direitos das Crianças com actrizes, Joana Poejo e Carla Sofia, da Ajidanha ENCERRAMENTO DO ANO LETIVO 2015/2016 EB1 DE IDANHA-A-NOVA Este ano o Encerramento do ano letivo na EB1 de Idanha-a-Nova foi diferente. No âmbito da ação de melhoria do sucesso educativo “Promoção da Leitura e Formação de Leitores”, no último dia de aulas, promoveu-se um encontro com a escritora Joana Lopes, na BE da EB1 de Idanha-a-Nova. Todos os alunos interagiram com entusiasmo no diálogo, cuja nota dominante foi O GOSTO PELA LEITURA. A escritora apresentou os dois livros já editados, mas o enfoque do debate foi na obra “O que tem a barriga da mãe?” Foi mais uma das muitas motivações proporcionadas aos alunos no sentido de cultivarem o gosto acrescido pela leitura e o prazer de ler sem ser por dever. ENCONTRO OLITERÁRIO COM A ESCRITORA JOANA LOPES
  38. 38. Após um animado e saboroso almoço convívio com toda a comunidade educativa (alunos, corpo docente e não docente, pais e familiares), decorado com esmero pelos finalistas, as- sistentes operacionais e familiares houve animação musical. O Presidente da Junta de Fregueisa de Idanha-a- Nova e Alcafozes
  39. 39. Aproximam-se os Exames, no meu ca- so, de Matemática Aplicada às Ciên- cias Sociais (MACS) e Geografia. Estou nervosa e tenho andado muito atare- fada. Não queria escrever para o Jor- nal porque o meu pensamento está na estatísca e nos gráfico termopluvi- ométricos… Mas a professora Dores venceu a minha resistência. Creio que os alunos poderiam escre- ver mais para o Jornal, afinal existe para dar conta da nossa vida escolar. Mas também entendo que não o fa- çam pois “ A preguiça morreu à sede ao pé de um rio”. Beatriz Campos, 11º ano

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