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entrepalavras 7- jornal do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro - dezembro 2015

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Entrepalavras7 - jornal escolar do Agrupamento de escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova

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entrepalavras 7- jornal do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro - dezembro 2015

  1. 1. entrepalavrasAGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO, Idanha-a-Nova www.agrupamentoidanha.com Jornal digitalescolar, com trabalhos realiza- dos pelos alunos e professores, estando aberto à participação de toda a comunida- de educativa. Visa registar os momentos mais significativos da vida da escola, bem como fazer eco das ideias, preocupações e anseios dos que nela estudam e trabalham. Editor: Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova Rua dr. Aprígio Leão de Meireles 6060-101 Idanha-a-Nova Telefone 277200260 Fax—277202400 Correio electrónico—crejsr@gmail.com ges- taoidanha@hotmail.com Site do Agrupamento http:// www.agrupamentoidanha.com/ Blogue: www.crejsr.blogspot.com Editorial: Paulo Frias , vice director Conceção e montagem gráfica Equipa da Biblioteca Escolar JSR Edição nº 7 Dezembro 2015
  2. 2. Da nossa educação Aproxima-se mais um final de ano...Natal...interrupção letiva… festa… família…e como diz a publicidade paz e alegria.. Tal como em qualquer final de ano…é tempo de fazermos um balanço...do nosso trabalho, dos nossos resultados...e sobretudo das nossas relações interpessoais... Vamos por partes… Resultados, como é do conhecimento geral, o Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Ida- nha-a-Nova, foi um dos 5 Agrupamentos premiados pelo Ministério da Educação e Ciência, com 50 horas de crédito, graças aos à melhoria dos resultados da avaliação externa e à redução do abandono esco- lar….portanto estamos todos de parabéns.. Na passada semana saiu o célebre ranking das escolas, feito pelos jornais de acordo com os resulta- dos dos exames nacionais, os resultados pura e sim- plesmente. Certamente que algumas pessoas, procuraram o nosso Agrupamento, obviamente que não está bem classificado, mas poderia estar, até admito que poderia estar entre os primeiro cinco classificados… Como? É a questão que se levanta.. Aplicando os mesmos princípios que os pri- meiros classificados, colégios particulares, onde só os filhos das famílias com melhores posses têm aces- so, famílias essas, que dispõem de almofada finan- ceira para, além de pagarem o colégio, ainda paga- rem explicações... Aqui podíamos fazer assim...alunos de todos os anos de escolaridade que, no final de ano, não sejam do quadro de excelência, não se poderiam matricular no ano letivo seguinte no Agrupamento. Quem ficava? Os melhores dos melhores…e quem são estes? Os meus filhos não são...serão os vossos… de alguns possivelmente, da grande maioria não são… fácil… quem não tem resultados é convidado a sair.. Mas, felizmente, somos uma escola pública, com muito orgulho, recebemos filhos de toda a gen- te, ricos, pobres, remediados e de diferentes etni- as… e independentemente dos seus resultados não convidamos ninguém a sair, procuramos sim, afectar os parcos recursos que temos a tentar ajudar quem mais necessita…seja ao nível de aulas de apoio seja ao nível de suplementos de refeições… sim, existem alunos que precisam desta ajuda... mas são nossos e também temos orgulho neles...como em todos!!! Mas, podemos melhorar… A melhoria das aprendizagens começa dentro da sala de aula…e começa com um bom clima de sa- la de aula, daí a importância das relações interpesso- ais, que acima são referidas… As relações interpessoais baseiam-se no res- peito mútuo entre alunos, alunos-professores - pro- fessores-professores, alunos-funcionários, professo- res-funcionários, etc… entre todos os elementos da comunidade educativa. Ora, para haver um bom clima de aprendizagens é necessário que, quando o professor explica...não haja ruido de fundo que obrigue a interromper a ex- plicação para mandar calar alguém… quem são os prejudicados? Todos: os que estão com atenção, os que estão a conversar, o professor que se desconcen- tra também... Depois, temos os comportamentos e as atitu- des desajustadas, as discussões, as brigas, os insul- tos… daqui concluo facilmente, com anos de experi- ência, que não há inocentes (ou raramente há)…. Concluindo… temos que mudar… todos… com- portamentos e atitudes… dentro e fora de sala de au- la.. Aos pais e Encarregados de Educação, deixo o alerta…será que conhecemos os nossos filhos, fora do ambiente de casa? É que frequentemente, é referi- do…”Ai o meu filho em casa não faz nada disso”...pois não… mas faz na escola e não pode fazer… Para 2016, desejo.. Uma maior atenção dos pais e Encarregados de Educação ao percurso escolar e comportamento dos seus filhos educandos…relembro...raramente há inocentes.. Aos professores, funcionários alunos, um ain- da maior empenho nas tarefas do nosso dia-a-dia... Que 2016, faça do nosso Agrupamento um Agrupamento melhor… Bom Natal e bom ano para todos… Paulo Frias (Subdiretor) No dia da receção aos alunos http://www.agrupamentoidanha.com/
  3. 3. Plano Plurianual de Melhoria A elaboração do Jornal digital do Agrupa- mento “entrepalavras” comporta diversas etapas das quais se destacam: Coordenação Constituição de equipas responsáveis pelas diversas seções do jornal; Receção dos materiais enviados; Composição do jornal digital; Divulgação do jornal. Redação Recolha e tratamento da informação prove- niente das respetivas estruturas, nomea- damente de atividades e projetos em que estão envolvidas; Envio da informação (já tratada) para a Co- ordenação (BECRE). Grafismo Tratamento gráfico do jornal. “Uma escola para todos” O jornal escolar tem um papel importante como meio de comunicação entre os elementos da comunidade escolar e entre a escola e o meio envolvente: estreita a relação en- tre os elementos da comunidade; potencia a relação pro- fessor/aluno e a sua envolvência na vida da escola. No âm- bito da relação com a comunidade, constitui um importante instrumento de divulgação da atividade do Agrupamento. Especificamente no domínio da leitura e da escrita, o processo de ensino e aprendizagem pode ser substancial- mente enriquecido com o envolvimento dos alunos na ela- boração do jornal: incentivo à leitura; aperfeiçoamento da escrita e favorecimento do entrecruzar de saberes de di- versos domínios. A biblioteca escolar da Escola Básica e Secundária José Silvestre Ribeiro concorreu à Candidatura 2015 – Requalificação das escolas públicas integradas na Rede de Bi- bliotecas Escolares. Foi seleccionada e, com o apoio da autarquia e do Agrupamen- to, durante as férias de verão, ficámos com uma “casa “nova. Fez-se a intervenção no espaço, tornando-a mais ampla, com mais luminosidade, com espaços individualizados e de trabalho em grupo. A biblioteca escolar assume um papel gerador de sinergias que atuam no sentido da obtenção do sucesso das aprendizagens dos alunos e colmata, de alguma forma, os constrangimentos resultantes da dispersão das escolas do agrupamento . É neste espaço que os alunos procuram, muitas vezes, o que não têm em casa: desde os recursos informáticos e documentais, ao espaço que consideram a sua "casa". Assim, e porque a bibliote- ca escolar era, na realidade, um espaço muito exíguo, fizemos a candidatura para valorizarmos os nossos alunos: para estarem mais confortáveis e mais próxi- mos dos recursos tecnológicos, para melhorarmos as áreas de estudo e de lazer, dando aqui ênfase à possibilidade de incrementar um clu- be de xadrez. Mas...vamos ter saudades das nossas portas e pinturas… Fotos de Pedro Rafael Go- mes
  4. 4. Preservação de materiais para serem reutilizados (caso dos azulejos de parede). Demolição de paredes Reformulação da parte elétri- ca Remoção do teto a fim de possibilitar maior luminosida- de Requalificação da Biblioteca Escolar José Silvestre Ribeiro Fotos do decurso da realização de obras de interven- ção no espaço físico: construção de uma parede/ divisória em alumínio e vidro, construção de teto falso na zona correspondente ao antigo corredor, construção de um pequeno gabinete em estrutura de alumínio amovível e todas as restantes obras e aca- bamentos necessários. As obras de requalificação da Biblioteca Escolar iniciaram-se no final de julho e decorreram até Setem- bro. Foi um tempo de muito pó, de muito barulho, com berbequins a perfurar e a deitar paredes abaixo, a preservar materiais para serem reutilizados (caso dos azulejos de parede), a colocar em acervo as nossa fantásticas portas da BE e várias obras, a aspirar, a la- var, a sacudir...a arrumar, a estudar a melhor decora- ção, a colocar os livros nas estantes, a limpar o pó de novo...enfim, foi um grande trabalho de articulação entre a direcção da escola, o gabinete técnico da au- tarquia e o dr. Pedro Rafael, coordenador interconce- lhio da Rede de Bibliotecas Escolares dos concelhos de Almeida, Belmonte. Covilhã, Figueira de Castelo Rodri- go, Fundão, Idanha-a-Nova, Manteigas, Pinhel, Pe- namacor e Sabugal (que área tão extensa, caro Pedro Rafael! e quantas bibliotecas!) área em que se insere a nossa biblioteca. É de salientar o trabalho incansável do pessoal auxiliar, uma grande equipa que revelou uma grande dedicação e profissionalismo, assim como o pessoal administrativo! Assentamento de mosaico orgâ- nico igual ao an- terior Proteção das infraestruturas existentes Pintura com tin- ta acetinada
  5. 5. Construção de uma parede/divisória em alumínio e vidro no anterior corredor permitindo aumento de es- paço no prolongamento da escadaria até ao teto falso. Remoção do entulho crejsr@gmail.com É bem verdade que a mudança nunca agrada a todos mas são notórios os melhora- mentos Aquisição de equipamentos e respetiva instalação. Inventariação e aplicação informática do código de inventário. Os tablets permitirão formar os alunos para uma análise e compreensão dos diferentes media em situação de sala de aula e de BE, bem como na promoção da leitura e da literacia da informação. Será também uma maneira de captar os alunos para as diferentes linguagens e habituando-os a diferentes formas de ler. Recuperação de poufs já com alguns danos de utili- zação...
  6. 6. 1º dia de aulas na EB1/JI de Idanha-a-Nova ` Entrega de diplomas no 1º dia de aulas na sede do Agrupamento
  7. 7. Instantâneos na biblioteca escolar!
  8. 8. O Dia Mundial da Música comemora-se anualmente a 1 de outubro. É ainda dia da água e do idoso. A música é uma forma de arte que transcende a lin- guagem. (Herbie Hancock) A música não mente. Se há algo que tem de ser mudado neste mundo, apenas poderá acontecer através da música. (Jimi Hendrix) A música pode mudar o mundo porque pode mu- dar as pessoas. (Bono) A parte boa da música é que quando ela te atinge, não sentes dor alguma. (Bob Marley) Onde as palavras falham, a música fala. (Hans Christian Andersen)
  9. 9. A educadora Ana Soares enviou-nos a notícia de uma caminhada solidária, a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro: No dia 30 de outubro de 2015, pelas 10H00 realizou-se uma caminhada para angariação de fundos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Além do público em geral, participaram os alunos do Jardim de Infância e da EB1 de Zebreira. Esta caminhada foi organizada pela Junta de Freguesia de Zebreira e Segura, que ofere- ceu uma camisola aos alunos participantes, em conjunto com o Núcleo do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro. No final foi oferecido um pequeno lanche, com bolinhos, oferta da Padaria Tradições da Zebreira e chá oferecido pelos Aromas do Valado. O dinheiro das inscrições reverteu integralmente para a Liga Portu- guesa Contra o Cancro. Texto elaborado pelos alunos do 4º C da EB1 de Zebreira Caminhada Solidária na Freguesia de Zebreira e Segura
  10. 10. “Da Promoção da Leitura à Formação de Leitores” Dia Mundial da Alimentação—EB1 de Idanha-a-Nova
  11. 11. No dia Mundial da Alimentação, 16 de outubro, as turmas da EB1 de Idanha-a-Nova realizaram ati- vidades de leitura entre turmas. Incentivar os alunos a ingerirem alimentos saudáveis, diariamen- te, explicar-lhes os benefícios que daí advêm para a sua saúde/bem estar e saborear uma deliciosa salada de fruta, foram os ingredientes selecionados para assinalar esta efeméride. Provérbios… “Criança comilona embrutece e é mandrio- na!” “O vinagre e o limão meio cirurgião são!” “Quem caminha 100 passos depois de comer, viverá 99 anos!”
  12. 12. Semana da Alimentação: Os alunos visualizaram as histórias “O caldo de Pedra” e «A sopa verde», cantaram a canção dos “Alimentos”, e degustaram uma sopa de acelgas (da horta). Os Pais e Encarregados de Educação colaboraram com o envio de legumes e no final do dia, cada criança levou para casa uma mensagem sobre os alimentos saudáveis. EB1/JI de Ladoeiro Desenvolveram vários trabalhos em cada sala de aula e, de acordo com o ano de escolaridade, tais como: elaboração de cartazes apelando a uma alimentação equilibrada e saudável; reflexões conjuntas sobre os hábitos alimentares diários; pintura de desenhos de diversos alimentos; construção de uma roda de alimen- tos; crucigramas; pesquisa e escrita de provérbios relacionados com hábitos alimentares. Em Penha Garcia, a EB1 e o jardim de Infância desenvolveram em parceria as seguintes ativi- dades: dia da alimentação, magusto e apanha da azeitona. Ainda em Penha Garcia, o Jardim de Infância em parceria com a Junta de Freguesia e a Pada- ria Gaspar & Fernandes efetuaram a experiência/confeção de “Pão com Goji”. Incluir o fruto goji em produtos alimentares é um dos objetivos do projeto, intitulado Goji@.com em de- senvolvimento no Departamento do Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas de Idanha-a- Nova. Aos nossos parceiros e em especial à padaria (pelo seu trabalho, disponibilidade das instala- ções e dádiva de ingredientes) agradecemos a realização desta experiência tão enriquecedo- ra e saborosa! Obriga- da. A educadora, Manuela Solipa EB1 e JI de Penha Garcia Projeto Goji@.com
  13. 13. Dia da Alimentação Dia da S.-Martinho e magusto Apanha da Azeitona Experiência/Confeção de “Pão com Goji”
  14. 14. 17 de outubro: Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza celebra-se a 17 de ou- tubro. A data foi come- morada oficialmente, pela primeira vez, em 1992, com o objetivo de alertar a população para a necessidade de defender um direito básico do ser humano. Antes, a 17 de outubro de 1987, Joseph Wresinski, o fundador do Movimento Internaci- onal ATD Quarto Mundo, convidou as pessoas a reunirem-se em honra das vítimas da fome e da pobreza em Paris, no local onde tinha sido assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ao seu apelo responderam cem mil pessoas. A erradicação da pobreza e da fome é um dos oito objetivos de de- senvolvimento do milénio, definidos no ano de 2000 por 193 países mem- bros das Nações Unidas e várias orga- nizações internacionais. O apelo gravado na Laje come- morativa inaugurada nesse dia sublinha a situação dramática em que se encontram todos os que vivem numa extrema pobreza e que sofrem com a fome e com a violência. Proclama que a extrema pobreza é uma violação dos direitos humanos e afirma que é necessário que todos se unam para que esses direitos sejam respeitados. Este Dia revela a possibilidade de uma mudança e suscita novas responsabilidades a fim de erradicar a miséria. Por isso, coloca os direitos humanos no centro do combate contra a miséria, afirmando, assim, a necessidade do seu reconhecimento, proteção e respeito da sua indivisibilidade. Perante o reconhecimento crescente deste Dia Mundial, surgem a necessidade e a res- ponsabilidade de uma atenção máxima para que a sua mensagem e o seu sentido profun- dos sejam respeitados e preservados . Professora Paula Cristina Nabais, membro da BE/CRE
  15. 15. Projeto “Páginas do Tempo” O Projeto “Páginas do Tempo” deseja a todos um bom Natal e Feliz Ano Novo e deixa al- guns passatempos que «Devem ser lidos com humor,» mas … espera que também levem a refletir. Professora Maria José Faria 5 de Outubro «A REVOLUÇÃO DE 5 DE OUTUBRO: IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA -" Em 5 de Outubro deu-se a revolução da instauração da ré pública" ou "foi quando se deu a nova República". Vários foram os chefes do primeiro governo republicano então formado: - "D. Luís" - "Rodrigues de Freitas" - "General Óscar Carmona" - e o próprio "D. Carlos". Sentido do termo "República": - "República é os partidários da monarquia que não desistiam de tomar o poder" - "República é um governo ser escolhido pelo povo para ser Presidente da República" - "É um governo provisório, porque tem um presidente e ministros" In, História de Portugal em Disparates, de Luís Mascarenhas Gaivão, edição de Publicações Europa-América, 1987 - 6ª edição em 1988!) Soluções página seguinte Provérbios Divididos Completa cada metade esquerda com a metade direita, e obterás um provérbio completo. A palavra voa, Com esforço e esperança, Boca que fala, Cada cabeça, De alto cai, Do poupar, É rico, a escrita fica. cada sentença. quem tem amigos não mastiga. quem alto sobe. tudo se alcança. vem o ter.
  16. 16. Os 260 anos do Terramoto de 1755 O Sismo de 1755, também conhecido por Terramoto de 1755, ocorreu no dia 1 de novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, especialmente na zona da Baixa, e atin- gindo ainda grande parte do litoral do Algarve e Setúbal. O sismo foi seguido de um maremoto - que se crê tenha atingido a altura de 20 metros - e de múltiplos incêndios, tendo feito certamente mais de 10 mil mortos (há quem aponte muitos mais). Foi um dos sismos mais mortíferos da história, marcando o que alguns historiadores chamam a pré-história da Europa Moderna. Os sismólogos estimam que o sis- mo de 1755 atingiu magnitudes entre 8,7 a 9 na escala de Richter. No âmbito da disciplina de HGP, foram assina- lados os 260 do Terramoto de 1755, com uma exposição de trabalhos realizados pelos alu- nos do 6º Ano turma C, expostos no espaço do projeto “Páginas do Tempo”. Desta forma os alunos consolidaram conhecimentos sobre todo o processo de reconstrução da cidade de Lisboa e ainda os perigos, vulnerabilidades e riscos associados ao fenómeno sísmico. Curiosidades e sugestões de leitura sobre o Terramoto de 1755 O Inquérito Sabias que o Marquês de Pombal enviou a todas as Paróquias do país, com a obrigatoriedade de respos- ta, sob pena de sanções, um questionário sobre o sismo, com perguntas muito objetivas e que se apro- ximam do que se perguntaria hoje para definir a intensidade de um sismo?
  17. 17. Sugestões de leitura Foi há 260 anos. Pelas 9h30 do dia 1 de Novembro de 1755. Veja a impressi- onante recons- tituição do TER- RAMOTO de LISBOA, um dos maiores desas- tres naturais de sempre. Ver documen- tário aqui Fonte: https:www.facebook.com/informanuais/">Informanuais</a> em Domingo, 1 de Novembro de 2015 Soluções das Adivinhas de História de Portugal 1.Árabes. 2. Romanos. 3.Viriato. 4.D. Pedro I. 5.D. Filipa de Lencastre. 6.Marquês de Pombal. 7.D. Nuno Álvares Pereira. 8.Batalha de Aljubarrota, 1385. Soluções—Provérbios Divididos A palavra voa, a escrita fica. Com esforço e esperança, tudo se alcança. Boca que fala, não mastiga. Cada cabeça, cada sentença. De alto cai, quem alto sobe. Do poupar, vem o ter. É rico, quem tem amigos.
  18. 18. 1 Viemos do norte de África A Península conquistar Guerreiros e agricultores Muito houvemos a ensinar. Da nossa língua deixámos Palavras começadas por al E açudes, noras, laranjas Nos campos de Portugal. Nós fomos os... 2- Nós fomos grandes guerreiros A Península conquistámos Mas também abrimos estradas E a nossa língua ensinámos. De pontes e aquedutos fomos grandes construtores explorámos as minas e fomos agricultores. A nossa capital é Roma Onde todos os caminhos vão dar Afinal quem fomos nós, 3- Fui um grande combatente E um chefe respeitado Traído pelos meus “amigos” Acabei assassinado. Quem fui eu? 4- De amores me perdi E por amor eu matei Minha amada foi Inês Com justiça governei. Qual o meu nome? 5- Vim lá das terras do Norte Pra casar em Portugal Fui mãe de filhos famosos Um Santo até, por sinal. Outro foi “navegador” E só uma filha criei Da segunda dinastia O meu esposo foi Rei. Quem fui eu? 6 Tenho uma estátua em Lisboa Com grande merecimento Pois reconstruí a cidade Depois de um grande tormento. Ruas largas com passeios E prédios mais resistentes Aos incêndios e aos sismos P’ra precaver acidentes. Por muitos anos fiz leis Para o Reino reformar Na Baixa desta cidade Meu nome irás encontrar. 7 Eu ganhei muitas batalhas Fui grande amigo do Rei Fui guerreiro e muito rico Mas por Deus tudo deixei. Quem fui eu? 8 Um quadrado e uma padeira Uma tática que não falha Diz-me lá se ainda sabes O nome desta batalha? Adivinhas de História de Portugal —Professora Maria José Faria Saber a história de uma nação significa resgatar e preservar a tradição daqueles que con- tribuíram para que chegássemos ao ponto em que nos encontramos. Estas adivinhas são uma forma divertida para relembrar alguma matéria “já esquecida”.
  19. 19. A actividade do Bibliopaper “ À descoberta da Biblioteca Es- colar” teve como objectivo levar os alunos a utilizarem bem a biblioteca da escola e a desenvolverem competências de informação: - conhecerem a organização das bibliotecas em geral - saberem interpretar bem a cota de um livro;- - saberem localizar livros a partir da cota. A prova realizada apresenta ainda questões e atividades de pesquisa em obras do PNL. Livros fechados não fazem letrados. O cartaz, da autoria da professora Maria João Rocha, foi subordinado ao tema “ A biblioteca escolar é super!” Destacamos, somente, pequenos tex- tos escritos pelos alunos e processa- dos no programa Publisher pelos pró- prios autores. Quanto às imagens...elas falam por si. Parabéns! Em outubro, celebramos o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE). Foi mais uma oportuni- dade para a biblioteca demonstrar a importância que tem na vida das crianças e jovens, pelo traba- lho que desenvolve nas áreas da leitura e das lite- racias, no acesso à cultura e no desenvolvimento da cidadania.
  20. 20. O bibliopaper foi muito fixe porque pudemos conviver com os colegas. Gosta- mos muito do Prontuário, especialmente porque ficamos a saber muitas natu- ralidades, também gostamos da parte das pesquisa e a pesquisa que gostamos mais foi a do “Dia Internacional da Luz” dito em Francês, Espanhol e Inglês. Esperemos voltar a fazê-lo brevemente Os POLHUDOS: Afonso Narigueto, Simão Cota Ribeiro e João Peres No dia 10 de Novembro, a nossa turma do 6ºA teve uma actividade na biblioteca com as professoras Paula Nabais e Dores Pinto. As pro- fessoras deram-nos uma folha com perguntas e uns livros chamados “900, história de um rei”, “Prontuário da Língua Portuguesa” e de- pois fomos aos computadores a procucar uma receita e fomos tam- bém a descobrir o nome de um logótipo em várias línguas estrangei- ras, que podem ser estudadas na nossa escola. Mariana Teles Oliveira
  21. 21. LADOEIRO Atividades de articulação pré-escolar e 1º ciclo Dia de S. Martinho: Conhecer a lenda e reviver tradições foram o mote para o magusto. Atividade esta, realizada em articulação com a família e autar- quia onde não faltou um delicioso ar- roz doce confecionado pelas assisten- tes operacionais. O JI e a EB1 de Ladoeiro associaram-se à iniciativa do Dia Nacional do Pijama, com um pequeno gesto de sensibilização para o di- reito que todas as crianças têm de viver em família. Assim, no dia 20 de novembro, o esta- belecimento de ensino coloriu-se com pijamas divertidos, coloridos e fofinhos para sinali- zar e sensibilizar os mais novos e toda a comunidade escolar para este problema social/ infantil. Um dia muito diferente, onde as crianças dançaram, cantaram e fizeram ativida- des variadas, num ambiente de conforto, serenidade e muita amizade onde foram sensibi- lizadas para a ideia que “uma criança deve viver num ambiente familiar, num clima de feli- cidade, amor e compreensão, para que seja possível realizar, na sua plenitude, todos os seus direitos” e que esse direito está instituído no preâmbulo da Convenção Internacional dos Direitos da Criança. Dando asas à criatividade, os alunos pintaram pequenas pedras, com as quais cada turma criou a sua própria história e construíram "casinhas". Uma casa gigante foi construída e a história da ARANHA DELICADA foi explorada de forma lúdica para que a importância da amabilidade na nossa vida. A iniciativa terminou de forma entusiástica com uma coreografia ao som da música de Pe- dro Abrunhosa.
  22. 22. Visita de estudo: Aprender… ver, fazer e degustar! Pastelaria/Confeitaria «sol de mel» e «coopagrol» do Ladoeiro Vimos fazer filhós e bolos-rei. Decoramos os nossos bolos com bagas de goji e, fica- ram lindos e saborosos! No lagar, observamos e degustamos o produto final da moagem da azeitona: o azeite. A educadora, Helena Bapista
  23. 23. Halloween O Halloween chegou à nossa escola no dia 30 de outubro. Engalanámos o hall para a festi- vidade e fez-se um concurso de vassouras de bruxa. Qual delas a mais assustadora… Houve prémios para os três primeiros luga- res, sendo o júri composto por vários ele- mentos da comunidade escolar. Os vencedo- res foram os alunos……. Aguardem pelo próximo Halloween…. Trick or treat? Halloween na B e S José Silvestre Ribeiro de Idanha-a-Nova Professora Raquel Soares Equipa da BECRE
  24. 24. No âmbito da disciplina de Inglês, no dia 30 de Outubro, os alunos do 3º ano da EB1 da Ida- nha festejaram o Halloween, festejo predominantemente realizado nos países de Língua an- glo-saxónica, embora no nosso país já se comecem a ver as suas primeiras manifestações. As primeiras horas foram divertidamente esvoaçantes. Os alunos, numa grande adesão, trouxeram vassouras, minuciosamente decoradas e trabalhadas de forma assustadoras. O corredor da escola, decorado com fantasmas, abóboras, bruxas e caldeirões, foi o espaço es- colhido para deliciar miúdos e graúdos que, por momentos, acreditaram que as bruxas exis- tiam e que voavam nos céus da escola. Da turma do 3º ano da Eb1 do Ladoeiro vieram dois chapéus de bruxas para ajudar na decoração. Além disso, os alunos do 1º ano da professora Maria dos Anjos, sabendo da atividade, também trouxeram as suas vassouras voadoras. A professora de Inglês, Liliana Ferreira, assim como as professoras titulares de turma do 3º ano, Ivone Rente e Laurinda Geraldes, foram as principais di- namizadoras da atividade, que aproveitam para re- alçar e agradecer o importante papel dos pais na realização da atividade. A professora de Inglês, Liliana Ferreira Halloween na E$B1/JI de Idanha-a-Nova
  25. 25. O nosso Magusto No dia 13 de novembro realizou-se o Magus- to escolar. Nele, participaram todos os alunos do Complexo Escolar de Idanha-a-Nova e do jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia, bem co- mo, os seus Professores e Auxiliares Educativas. Pelas 10h:15 min deslocámo-nos para o re- cinto da Feira Raiana onde realizámos diversos jo- gos tradicionais, enquanto a Senhora Narcisa assa- va as castanhas. No ar, começou então a surgir o fumo e o “perfume” das castanhas assadas. Pouco depois, sentámo-nos em rodas e fo- ram distribuídas castanhas assadas que comemos acompanhadas de sumos. Pelas 12 horas, regressámos à Escola e quan- do saímos da Feira Raiana sobrevoou por cima de nós, um helicóptero da Força Aérea Portuguesa. Cumprimentou-nos, acenando e dando duas voltas sobre nós. Ficámos contentes e retribuímos o cumpri- mento. Passamos uma manhã fantástica, muito di- vertida. Foi desta forma que comemorámos todos juntos o dia de São Martinho e revivemos a lenda do Verão de São Martinho de Tours! Adriana Santos, N.º 1, Notícia de uma aluna do 4.ºAno F, Adriana Santos, N.º 1, com o registo fotográfico da professora Maria Helena Serejo. Halloween História: «A abobora gigante». Vivenciar a história com uma abobora, gentilmente ofereci- da pela assistente operacional D. Cristina e utilizada para fazer bolos e doce. LADOEIRO—Atividades de articulação pré-escolar e 1º ciclo O oculto animou a escola, com decorações a preceito, num dia inteiramente dedicado às bruxas, com todos os alunos do 1.º CEB encarnando as mais diferentes personagens, desde vampi- ros, morcegos, monstros, fantasmas, aranhas, cowboys, piratas, esqueletos, abóboras, super-heróis, princesas, dançarinas, bai- larinas, mosqueteiros, a bruxas, claro está, entre outras fantasi- as que a imaginação possa suscitar. A música a condizer e a original abóbora gigante deram ao dia o toque de magia imprescindível na celebração do Halloween. No final os alunos desfilaram pelo recreio e foram distribuídas as tradi- cionais doçuras.
  26. 26. Castanhinhas saborosas! Se me rio… de mim sai uma donzela Mais donzela do que eu Ela vai com quem a leva Eu fico com quem ma deu. Adivinha…
  27. 27. Aproxima-se a 1ª fase do Concurso nacional de Leitura. Inscreve-te junto do teu professor e faremos da 1ª final, em janeiro, uma festa da leitura! Participa!
  28. 28. Uma pequena ajuda aos nossos leitores…. O romance juvenil "900-História de um Rei" foi escrito e ilustrado por Pedro Sero- menho e narra a vida do primeiro rei de Portugal: D. Afonso Henriques. Sinopse: Há novecentos anos, nasceu o corajoso Afonso Henriques. Ainda jovem ar- mou-se cavaleiro, combateu a mãe e opôs-se ao primo, o Imperador da Hispânia. Como conquistador, travou batalhas, tomou cidades e formou o Reino de Portugal. Foi pela traição que o derrotaram. Como homem, teve uma infância solitária, pai- xões arrebatadoras, um casamento de conveniência e enfrentou uma maldição ma- terna. Ignorado pelo papa, foi o próprio povo que o aclamou Rei.(…) Booktrailler outro booktrailler 900 - História de um Rei: versão pdf - versão pps Tudo começou no Mar do Norte, perto de Hamburgo, quando Kengah, uma gaivota de penas cor de prata, tentando apanhar mais algum peixe do mar, foi surpreendida por uma onda. Quando veio ao de cima uma camada espessa de petróleo, cobria-lhe o corpo, deixando-o pesado.Com todas as suas forças, Kengah voou o mais que pôde até chegar à cidade de Hamburgo.A gaivota aterrou na varanda de Zorbas, um gato do porto, grande, preto e gordo, interrompendo-lhe o descanso. Zorbas foi muito ami- gável com Kengah e esta, vendo que o gato era de confiança, pediu-lhe que lhe fizes- se três promessas: Não comer o ovo; Cuidar dele até nascer a gaivotinha; Ensiná-la a voar, a tarefa mais difícil….) ver slideshare Publicado por http://beebgondomar.blogspot.pt/ Santiago era um velho pescador minado por cancro da pele. Saíra havia já por oitenta e quatro dias sem pescar um único peixe. Nos primeiros quarenta dias levou um rapaz consigo, mas passado tanto tempo sem pescar nada os pais do rapaz mudaram-no de barco. O rapaz adorava o velho pois tinha sido ele que o ensinara a pescar. Quando o velho voltava da pesca o rapaz costumava pagar-lhe uma cerveja no terraço (café). Lá os pescadores mais novos costumavam gozar com o velho mas ele não se importava, e os mais velhos tinham pena dele. O rapaz gostava de conversar com o velho e perguntava-lhe com que idade o velho o tinha levado a primeira vez para a pesca. Depois o rapaz ajudava-o a levar a tra- lha para casa. Subiam juntos até á choupana do velho que era feita de duros ramos de palmeira. A casa tinha uma única divisão onde estava uma cama, uma mesa, uma cadeira e um lugar no chão para cozinhar a carvão de choça. O rapaz preocu- pado perguntava o que ele tinha para comer e ao que o velho respondia sempre que tinha um tacho de arroz com peixe. Ambos sabiam que era mentira e representavam esta cena todos os dias. (…) versão em pdf A CIDADE E AS SERRAS é um romance de Eça de Queirós, publicado em1901, um ano após sua morte. Per- tence à terceira fase de sua obra. Narrado em primeira pessoa por José Fernandes, que não é protagonista, o livro conta a história de Jacinto (de Tormes), herdeiro rico de família tradicional portuguesa que fora obrigada a exilar-se na França após a guerra civil de 1832 – 1834, na qual D. Miguel foi derrotado por D. Pedro I. Seu pai, conhecido por Cintinho, morreu jovem, sem ver o nascimento do filho. Jacinto nas- ceu e foi criado em Paris. Como era rico e favorecido pela sorte, era conhecido por “Príncipe da Grã-Ventura”. Levando uma vida de facilidades em seu luxuoso aparta- mento no centro de Paris, Jacinto norteava sua vida por uma equação matemática: “suma ciência x suma potência = suma felicidade”. Jacinto não tolerava o campo e a natureza que, para ele, anulavam a inteligência e reduziam o ser humano à bestiali- dade. (…) versão em pdf
  29. 29. Natanael Cardoso dos Santos, mais conhecido por Natan, frequenta o 10º ano de Humanidades. Escolheu Hu- manidades para fugir à Mate- mática…tal como muitos ou- tros alunos. E professores, também. É presença discreta no nosso espaço, onde vem requi- sitar livros e jogar xadrez. Nas férias de verão fez um pedido que não é habitual: perguntou se podia levar cerca de uma dezena de títulos. Comprome- tia—se a devolvê-los, no início das aulas. Claro está que le- vou de empréstimo as obras que selecionara e que devol- veu no prazo indicado. Tam- bém vem jogar xadrez, porque este jogo o faz pensar. Perguntei-lhe que género de livros costuma ler. Prefere livros de mistério, policiais, ficção, suspense e históricos. Gosta particularmente da per- sonagem de ficção “Zorro” e admira Don Diego De La Ve- ga; e de “Anna Karenine”. De Tolstoy salienta a personagem Levine porque é tosco e sensí- vel simultaneamente... É fã do espião Gabriel Allon, e leu to- dos os livros que temos do Da- niel Silva. Gostou de “A biblio- tecária de Auschwitz” porque a personagem demonstra que a leitura é importante. Quando lê, sente que está dentro do livro e identifi- ca-se com as personagens. O seu herói é, sem dúvida, Ga- briel Allon . Contou-me que lê cerca de 1 livro por semana, prefe- rencialmente à noite, na ca- ma. Já sabia ler antes de en- trar na escola, que fez na EB1 de Zebreira. Diz que se habi- tuou a ver os pais a ler. A mãe prefere literatura mais leve, como “ O Diabo Veste Prada”, enquanto o pai gosta de José Rodrigues dos Santos. É de etnia cigana e reco- nhece que os alunos de etnia não são propriamente gran- des leitores. Talvez porque os pais não os incentivem ... Ape- sar de ser de uma etnia dife- rente, sente que é tratado co- mo um igual a todos. Diz que os rapazes e ra- parigas da sua idade não gos- tam de ler pois estão mais in- teressados nas redes sociais. Acha que é não é positivo por- que deixam de ter vida própria e passam a viver virtualmente. Gosta da escola, porém diz que poderíamos mudar algu- mas coisas, criar mais activi- dades desportivas, torneios de xadrez, incentivar mais os alu- nos a ler. Acredita que é mais fácil cativar os alunos mais novos, com apresentações de histórias... E diz que a bibliote- ca podia ter livros online... Trouxe consigo o colega Nelson Pires, de Oledo e que fez o 1º ciclo em Castelo Bran- co. Conta que já o pôs a ler e , de facto, o “Zorro “ de Isabel Allende está requisitado em seu nome. Diz que a biblioteca está bonita ,mas, como tem mais espaço, podia ter mais livros. O Nelson diz que está muito melhor do que antes, pois tem um ambiente bom e as assistentes operacionais são gentis. Hoje requisitou o “Marley & eu”. E já viu o fil- me. No geral , gosta mais dos livros do que as respectivas adaptações cinematográficas. Nas férias vai novamente levar uma série de títulos. Ler a biblioteca Aprender a "ler" e a "escrever" noutros meios...mas também em livros! De vez em quando solicitamos aos nossos leitores que nos falem sobre o que lêem. Às vezes é difícil ar- rancar-lhes as palavras ...porém, desta vez fomos afortunados: temos vários registos. Vamos lê-los! O Natanael e o Nelson são colegas e partilham a admiração por determinadas persona- gens...
  30. 30. Ler faz parte do nosso dia a dia. E a convite da profes- sora Dores, responsável pela nossa biblioteca escolar, vamos neste espaço relatar as nossas leituras e (tentar) persuadir-vos a lerem um bom livro. Como assassino-maníacas que somos (no bom sentido do termo) vamos concentrar-nos, por hoje, em Agatha Chris- tie, a mais famosa escritora de romances policiais de to- dos os tempos. Neste período apresentamos um dos melhores clássicos escritos por Christie: “Um Crime no Expresso do Oriente”, um dos mais famosos e vendidos no mundo e uma óptima sugestão para as tuas férias de Natal. “Um Crime no Expresso do Oriente” Pouco depois das doze batidas da meia-noite, um nevão obriga o Expresso do Oriente a parar. Para aquela época do ano o luxuoso comboio estava surpreendentemente cheio de passageiros. Só que pela manhã havia, vivo, um passageiro a menos. Um homem de negócios americano jazia no seu compartimento, apunhalado. Poirot aceita o caso, aparentemente fácil, que acaba por se revelar um dos mais surpreendentes da sua carreira. É que existem pistas (muitas!), existem suspeitos (muitos!), sendo que todos eles estão circunscritos ao universo dos passageiros da carruagem. Para ajudar as in- vestigações, o morto é reconhecido como sendo o autor de um dos mais hediondos crimes do século. Com a tensão a aumentar perigosamente, Poirot acaba por esclarecer o caso… de uma maneira a to- dos os títulos surpreendente! Na imagem da esquerda, o detective Hercule Poirot é representado pelo actor Albert Finney. In Murder on the Orient Express Relata que durante o trajeto escola-casa, viagens de meia hora, ouve música, para se distrair e alhear do buliço do autocarro. Gosta de ouvir “iron maiden”, I”ndia Martinez” e “Los Estopa”. O Nelson prefere outros sons: techno e algumas músicas de Rock . Terminamos esta agradável conversa com uma promessa: am- bos vão participar na 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura! Entrevista a pedido da professora bibliotecária A Mariana e a Ana Marta são das alunas que mais livros lêem na biblioteca. Frequentam o 12º ano de científicos e têm um gosto especial por livros policiais. O que nós lemos Ana Farropas Mariana Poejo "...ler faz-me sentir tão bem, me leva em um mundo que só eu sei, onde tudo é possível. Um mundo onde posso ser quem eu sou, sem ser julgada. Eu leio porque com um livro entre as mãos tudo parece possível..." Virginia Woolf
  31. 31. Os livros que existem na Biblioteca da EB1 de Idanha-a-Nova são muito interessantes. Eis algumas leituras feitas pelos alunos do 3º ano da turma D. Fichas de Leitura A turma D, do 3º ano de Idanha-a-Nova, realizou uma iniciativa diferente. Um aluno deu uma aula sobre dinossauros a todos os seus colegas. Sendo um assunto de interesse de ambos foi muito produtiva. Aqui estão alguns trabalhos escritos e desenhos realizados pelos alunos.
  32. 32. O Fábio anda no 5º ano e deixou o seu testemunho: Achei este livro muito interessante pelas curiosidades que tinha sobre o nosso corpo humano, por exemplo: a pele, a digestão, mau hálito,... O que gosto mais de deste livro foi a Ciência Forense. O que gosto menos, bem... , não há coisas que gosto me- nos deste livro. Aconselho a todos a ler este livro tão fixe disponível na biblioteca escolar. Livro: O TEU INCRÍVEL CORPO ESCRITO POR: Guy MacDonald ILUSTRADO POR: Paul Cemmick TRADUÇÃO DE: Manuel Marques Fábio Palmeiro, 5º C Opiniões que recebemos através do email da biblioteca crejsr@gmail.com No início do ano encontrei o Fábio, num computador da biblioteca, a utilizar a escola virtu- al. Estava muito sossegado e atento, com fones para não perturbar o ambiente e para não se distrair e concentrado no seu trabalho. Soube que a mãe lhe tinha comprado a assinatura da escola virtual e o Fábio utilizava–a com frequência, em casa e na biblioteca, quando tinha tempo disponível. O Fábio habituou-se a estudar nesta plataforma as disciplinas de Português, Matemática, Ciências, HGP e Inglês. Diz que é muito bom porque teve bons resultados nos testes e é uma maneira divertida de estudar. A equipa da BE gostou muito de o ver trabalhar tão eficazmente!
  33. 33. Poluição na escola Em muitas escolas do país deitam muito lixo para o chão. O caixote do lixo serve para meter o lixo, mas há pessoas que não respei- tam isso Principalmente as crianças nos intervalos . Há muitos sinais a dizer proibido deitar lixo para o chão mas quase ninguém respeita isso. Há muitas coisas que acontecem na escola… Ex.bullying , poluição , falta de educação e etc… Eva Filipa Ramos de Araújo 5C, Idanha-a-nova Bullyng Escolar O Bullyng é muito frequente nas escolas de 2º ciclo. E frequentemente são os alunos maiores aos mais novos por exem- plo os de 5º ano. O bullyng pode ser feito com os motivos do dinheiro, com a descri- ção física da pessoa e psicológica e agressões. Sempre que vires alguém a praticar bullyng vai a chamar pessoa que tiver mais perto para te ir a ajudar. Fábio Palmeiro, 5º C
  34. 34. A quarta edição do Fora do Lugar "Noa Noa [foi] à escola" C+S de Idanha e levou "Babel" a três turmas de 5° ano e um grupo de alunos com necessidades educativas especiais... Excelente! Foi um mini-concerto em ambiente escolar por Noa Noa de Filipe Faria e Tiago Matias – projecto parceiro do Festival Fora do Lugar. Uma viagem pelas línguas e sons da Península Ibérica – português, castelhano, mirandês, galego, asturiano, basco ou catalão . Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antigas
  35. 35. O Adufe No dia quatro de dezembro pelas dez horas, o quarto ano, turma F, deslocou-se ao Centro de Artes/Fórum Cultural para participar na confeção de um Adufe. A sala estava muito bonita com as decorações dos artigos tradicionais aí confecionados – marafonas, adufes, bolsas, aventais, etc. A senhora que nos esperava, perguntou-nos o que íamos fazer. Nós respondemos que íamos participar na confeção de um “Adufe”, um instrumento muito antigo, deixado no nosso território pelos muçulmanos e tocado pelas mulheres nas festas regionais/locais, sobretudo na Romaria de Nossa Senhora do Almurtão. Apresentou-nos então, uma estrutura quadrada em madeira – o “esqueleto” do Adufe. De seguida, forrá- mos o quadrado com pele de cabra curtida, estava hú- mida e macia para o podermos cobrir. Cortámos o ex- cedente. Dentro colocámos cinco caricas. Esticámos muito bem a pele, pregámos alguns pequenos pregos para unir a pele e cosemo-la com uma agulha e linha grossa. Foi difícil, mas conseguimos. A seguir, retirá- mos os preguinhos e forrámos as costuras com fita verde e segurámo-la com pioneses dourados. Deixámos livre um pouco de fita a fim de fazer a prega para pendu- rar. Por fim, aplicámos quatro marava- lhas (pedacinhos de tecidos cruzados em forma de flor) bem coloridos nos vértices. O “Adufe” estava concluído. Não tocava, pois a pele teria de secar. Todavia emprestaram-nos alguns adu- fes de vários tamanhos e tocámos e cantámos algumas quadras da Senhora do Almurtão. À saída, observámos com curiosi- dade um tear, que estava em exposição. Foi uma hora de aprendizagem interdisciplinar muito agradável. Gostámos imenso da experi- ência e esperamos repetir. 4º ano | Turma F – EB1 de Idanha-a-Nova Helena Serejo e São Machado
  36. 36. Os “borrachões” da turma C Na sexta-feira, dia 12 de dezembro de 2015, a turma C da EB1 de Idanha-a-Nova foi aprender a fazer borrachões. Nós fomos ao Centro Cultural Raiano com a nossa professora São e a dona Carmo. À nossa espera estava a equipa da Oficina de bolos tradicionais, do Festival Fora do Lugar, para nos orientar. A nossa professora já nos tinha ensinado esta vali- osa receita tradicional Idanhense. Atenção! Uma receita tem os ingredientes e o mo- do de preparação. Começamos por misturar o azeite, a aguardente e o açúcar amarelo. Envolvemos muito bem e adiciona- mos uma pitada de sal e farinha quanto baste. Amassamos até a massa ficar no ponto. Seguida- mente estendeu-se a mas- sa e traçamos tiras rectan- gulares, depois de esticada com um rolo. Pincelamos com ovo e polvilhamos com açúcar e canela. Foram a cozer ao forno, numa forma untada com azeite. Ficaram muito douradi- nhos e deliciosos!!! Um feliz Natal para todos! No passado dia 13 de Dezembro, realizou-se a segunda edição da São Silvestre em Idanha-a- Nova. Os alunos Simão Caramelo, Luís Rijo e Rodrigo Mi- randa do 7ºC, conquistaram o 1º Lugar no escalão de Infantis Masculinos, dignificando deste modo o nome da nossa escola. A escola recebeu como oferta um adufe. Professor Hugo Dinis Parabéns!
  37. 37. “Tu é que és o Pai Natal?” Os alunos da turma da EB1 de Idanha-a-Nova, no dia 16 de dezembro, foram à Biblioteca Escolar ouvir uma his- tória, alusiva à época natalícia “Tu é que és o Pai Na- tal?”. O urso Simão, a personagem principal, vestiu o casaco vermelho e comprido da sua mamã ursa, colocou uma barba branca de algodão e foi até ao vale … Ding-dong, ding-dong! “- Tu é que és o Pai Natal?” A família, dos ratinhos, fez um único pedido: ajudar o pequeno rato Ratocas que estava doente. O urso Pai Natal voltou a casa e fez um chá de raízes e folhas. O Ratocas ficou bom e todos fize- ram uma festa. Após ouvirem a história, os alunos responderam a umas perguntas interativas que apareceram no computador. Quando alguém errava, podia fazer outra tentativa. Todos os alunos gostaram tanto da história que, o Daniel disse logo que irá requisitar o livro, na próxima ida à bi- blioteca. Os alunos da turma B de Idanha-a-Nova desejam a todos um Feliz Natal. Enviado por professora Maria dos Anjos Milheiro Atividades de Natal na Biblioteca Escolar EB!/JI de Idanha-a-Nova A professora Rita Faustino, da equipa da biblioteca, dinamizou as histórias “Tu é que és o Pai Natal?” e “Os sapatos ver- melhos do Pai Natal”.
  38. 38. Oficina de Leitura e Escrita—Leituras de Natal na Biblioteca José Silvestre Ribeiro A partir da história “ A Noite de natal” de Sophia de mello Breyner Andresen, o professor Paulo Antunes, elemento da equipa da biblioteca escolar, fez uma apresentações multimédia com a história e questões sobre a leitura. Algumas turmas de 2º ciclo estiveram presentes e apreciaram o trabalho!
  39. 39. Desejamos um Bom Natal e um Feliz Ano Novo, Jardim de Infância do Ladoeiro Biblioteca Escolar José Silvestre Ribeiro EB1/JI Idanha-a-Nova A equipa do jornal entrepalavras deseja a todos Boas Festas e bom ano 2016!

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