Psicologia Esportiva 2

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Psicologia Esportiva 2

  1. 1. Psicologia do Esporte
  2. 2. Marco Antonio S Ferreira Psicólogia do Esporte CREF PR 003070 CPA 05865 NASPSPA 43464 ISSP 2004128 CRP: 08/12181
  3. 3. “ O esporte pode mudar o mundo!” Madiba
  4. 4. 1. Horário: hoje das 8 às 1230h, 1320h às 1530h 2. Coffee break de 20 minutos em cada turno 3. Ao final do modulo, cada aluno irá elaborar um trabalho final sobre o tema de interesse 4. Os alunos receberão certificado de conclusão emitido pela Faculdade Dom Bosco 5. Sigilo e etica 6. Deixar celulares no silencioso 7. Aprender a regra de Lance 8. Que se atrasar paga prenda 9. Busca mudar a vista do ponto 10. Feedback por sono ou tédio 11. A gente precisa ser feliz, nem que seja na porrada! Contrato de trabalho
  5. 5. Aluno entrevistado avalia o entrevistador: - Atenção - Respeito - Contato visual/físico - Cortesia - Sinceridade - Fidedignidade  A – Excelente  B – Ótimo  C – Bom  D – Regular  E - Insuficiente Apresentação individual
  6. 6. Erratas
  7. 7. Via Ativa Via Afetiva Via Cognitiva Movimentos Instintos Hábitos Vontade Liberdade Tendências Inconsciente Prazer Dor Emoção Sentimento Paixão Amor Ódio Sensação Percepção Imaginação Memória Idéias Grandes Sínteses Atenção Consciência Linguagem Pensamento Inteligência Julgamento Raciocínio Personalidade
  8. 8. Melhorar a performance de uma equipe ou atleta em poucos minutos de conversa. Resolver problemas de coesão do grupo, em segundos de conversa com o grupo. Melhorar a atitude de qualquer atleta, independente do querer do mesmo. MITOS E LENDAS
  9. 9. Acreditar que o psicólogo vai atrapalhar sua liderança dentro da equipe. Pensar que o psicólogo vai medir seu conhecimento sobre o esporte do qual é técnico e que o psicólogo vai escalar atletas. Pensar que o psicólogo vai falar para o atleta, aquilo que foi dito sobre ele, e vice versa. MITOS E LENDAS
  10. 10. Acreditar que qualquer psicólogo vai resolver os problemas emocionais de seus atletas. Pensar que o psicólogo do esporte vai fazer terapia com os atletas. Achar que a psicologia do esporte não pode lhe auxiliar em nada Que vitórias são fruto do trabalho e derrotas da falta de controle emocional. MITOS E LENDAS
  11. 11. Achar um motivador eventual motiva uma equipe ou atleta. Ser um técnico-preparador fisíco- nutricionista-psicologo esportivo- orientador sexual-consultor financeiro- relações públicas-motivador-confidente- cartomante-guru-quase irmão do atleta. MITOS E LENDAS
  12. 12. História da Psicologia Esportiva Período 1 (1895-1920) – Norman Triplett – experiência com ciclistas e com crianças enrolando linhas de pescar Período 2 (1921-1938) – Coleman Griffith – “Pai da Psicologia Esportiva”, desenvolveu o primeiro laboratório de Psicologia do esporte, além de traçar o perfil psicológico de jogadores de beisebol do Chicago Cubs Período 3 (1935-1965) – Franklin Henry estabelece o primeiro programa de graduação em Psicologia Esportiva na UCLA. Em 1965 ocorre o primeiro Congresso Mundial de Psicologia do Esporte em Roma. No Brasil, em 1962, o Prof. João Carvalhaes é convidado para integrar a Comissão Técnica da Seleção que disputou a Copa de 62 no Chile. Reprovou Garrincha no teste Psicotécnico.
  13. 13. História da Psicologia Esportiva Período 4 (1966-1977) – A Psicologia Esportiva como disciplina acadêmica. Ocorre a primeira conferência anula da North American Society for the Psychology of Sport Período 5 (1978 até o presente) – reconhecimento de técnicos, dirigentes e atletas sobre a importância da atuação do psicólogo esportivo.
  14. 14. MOTIVAÇÃO: O motivo para a ação de cada um!
  15. 15. MOTIVAÇÃO: O motivo para a ação de cada um!
  16. 16. MOTIVAÇÃO: Individual, cultural, especial!
  17. 17. Determinantes da Motivação Intensidade Persistência Intenção Orientação a uma meta - A motivação é caracterizada como um processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da interação de fatores pessoais (intrínsecos) e ambientais (extrínsecos). - A motivação apresenta uma determinante energética (nível de ativação) e uma determinante de direção de comportamento (intenções, interesses, motivos e metas). Ativação Direção
  18. 18. Determinantes da Motivação FATORES PESSOAIS . Personalidade . Necessidades . Interesses . Motivos . Metas . Expectativas FATORES SITUACIONAIS . Família . Amigos . Facilidades . Desafios . Influências sociais . Mídia . Torcida Motivação para a prática esportiva
  19. 19. 1) Como posso treinar pessoas como eu? 2) Quando um desportista de alto rendimento sente-se motivado numa equipe? 3) O medo bloqueia qualquer aprendizagem, execução e rendimento. 4) Darei um sentido de projeto a todo trabalho. Preparação
  20. 20. 5) A distração mata a concentração. 6) Devemos esperar o inesperado. 7) Coesão não é cooperação. 8) Cada um decide quando cooperar com a equipe. Preparação
  21. 21. 9) Em minha equipe não há ninguém insubstituível, mas ninguém é igual. 10) Confiança e necessidade. 11) Posso e devo: criticar e corrigir os meus jogadores. 12) Não busque uma falta, mas um remédio (Henry Ford). Preparação
  22. 22. 13) Responsabilidade. 14) Tomada de decisões. 15) Perder, pode ser bom para a equipe ? 16) Competência e incompetência. Preparação
  23. 23. 17) Pertencer a equipe. 18) Instrutor ou líder de equipe? 19) O treinador como centro do caos. 20) O papel do treinador e o rendimento. Preparação
  24. 24. O processo de ensino,O processo de ensino,O processo de ensino, a aprendizagema aprendizagema aprendizagem e a avaliaçãoe a avaliaçãoe a avaliação Dra. Luciana FacchiniDra. Luciana FacchiniDra. Luciana Facchini lfacchini@brturbo.comlfacchini@brturbo.comlfacchini@brturbo.com
  25. 25. Regra de Lance
  26. 26. Personalidade
  27. 27. Personalidade: divisão?
  28. 28. Performance esportiva Atleta Sujeito Ser humano Domínio da TécnicaCondição Física Equilíbrio Psicológico
  29. 29. A estrutura da personalidade Núcleo Psicológico Respostas típicas Desempenho de papéis Ambiente SocialAmbiente Social Interno Constante Personalidade* é a soma das características que tornam uma pessoa única. *visão esquemática da estrutura de personalidade
  30. 30. Comportamento TIPO A O TIPO A é caracterizado por um forte senso de urgência, por um excesso de instinto de competição e por uma hostilidade facil de despertar(tipo colérico). Estratégias cognitivas de sucesso: 1- Enfrentamento das adversidades 2- Desempenho sob pressão 3- Estabelecimento de metas e preparação 4- Concentração 5- Isenção de preocupação 6- Confiança e estímulo de realização 7- Treinabilidade e equilíbrio de ativação nas competições 8- Repetições mentais antes das competições 9 – Concentração voltada para o desempenho imediato, bloqueando eventos e pensamentos irrelevantes 10- Desenvolvimento de planos de competições detalhados
  31. 31. Comportamento TIPO B O TIPO B é caracterizado pelo complemento do TIPO A. Sem urgência, por um de instinto de competição controlado e por sem hostilidade. Estratégias cognitivas de sucesso: 1- Enfrentamento das adversidades 2- Desempenho sob pressão 3- Estabelecimento de metas e preparação 4- Concentração 5- Isenção de preocupação 6- Confiança e estímulo de realização 7- Treinabilidade e equilíbrio de ativação nas competições 8- Repetições mentais antes das competições 9 – Concentração voltada para o desempenho imediato, bloqueando eventos e pensamentos irrelevantes 10- Desenvolvimento de planos de competições detalhados
  32. 32. BEM VINDO A UMA NOVA CONCEPÇÃO ESPORTIVA
  33. 33. Equipe de trabalho Psicólogo esportivo Fisiologista Personal Nutricionista Médico homeopata Médico endocrinologista Dentista
  34. 34. Características da Personalidade; Processos Psíquicos; Estados Emocionais Testes; Entrevistas; Questionários; Inventários; Observações Sistemáticas; Apoio na atividade de seleção de: – Atletas; – Processos e Modalidades de Treinamento; – Estratégia e Tática para competições Individualização na preparação técnico-tática Otimização de Processos Psíquicos e da Coesão do Grupo INVESTIGAÇÃO METODOLOGIA RESULTADOS Psicodiagnóstico Esportivo
  35. 35. Princípios Básicos de um Trabalho Psicológico 1) Iniciativa Própria - Não deve ser imposto por terceiros. 2) Compreensão - Técnica e Estrutura dos exercícios compreendida. 3) Confiança - Confiar na utilidade prática do exercício. 4) Individualidade - Devem dar conta de aspectos individuais. 5) Disciplina - Tornar-se um hábito do atleta. 6) Método - Compreensão e internalização do método. 7) Economia - Treinar o mínimo possível para o máximo de rendimento. 8) Aconselhamento - Utilizar sozinhos os treinamentos básicos. 9) Sucesso - Estabilização do estado mental, sem esquecer o físico. 10) Transferência - Aplicar o potencial na vida em geral.
  36. 36. ” Eu acredito que o ponto alto da vida de um homem, a sua maior realização, é aquele momento em que ele deu sangue por uma boa causa e está caído, exausto no campo de batalha – vitorioso”. Vince Lombardi (1913-1970) Treinador de Futebol Americano Pensamento
  37. 37. Muito obrigado!
  38. 38. Prenda Geral Na folha: 5 compromissos pessoais para os próximos 18 meses Assinar os livros: Cabeça de Campeão e Armando Nogueira
  39. 39. Prenda Geral Envelope: Seu nome e endereço
  40. 40. Obrigado! marco.ceppe@yahoo.com.br Cel: 41 9962-6572

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