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Diz Jornal - Edição 197

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Diz jornal, um jornal plural que aborda temas desde política, saúde e internet passando por games e direitos do consumidor. Circula 15 dias nas principais regiões da cidade de Niterói e online para mais de 1 milhão de leitores.

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Diz Jornal - Edição 197

  1. 1. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói 2ª Quinzena Nº 197 de Abril Ano 10 de 2018 TalitaChagas-Makeup:FabiolaFélix-Produção:JanainaBoechat Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores Circula por 15 dias 16 Mil Exemplares Impressos Diz: A Verdade Escrita Diretor Responsável: Edgard Fonseca O Parente Página 03 Comemeçar a Procurar. Por Onde Sumiu.
  2. 2. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com 2 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 30 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Teresópolis - Petrópolis - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 21-98111-0289 96474-3808| 96467-3995 97407-9707 DG Duas Grandes Perdas Faleceu o jurista João Luiz Duboc Pinaud, aos 87 anos, no dia 23, no Rio de Janeiro e cremado no Parque da Colina em Niterói. Nasceu em Niterói, foi advogado, juiz, promotor, professor universitário e escritor. Foi um grande defensor dos direitos humanos, presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros, entre 1998 e 2000, além de secretário de Justiça e Direitos Humanos do Rio de Janeiro. Da mesma forma, no dia 24, no Rio de Janeiro, a cultura de Estado perdeu a escritora e poeta Branca Eloysa de Campos Góes Pedreira Ferreira. Carioca, mas, cidadã niteroiense, foi autora dos livros, Rua Ana Barbosa, 45 – Meyer (1990), Resgate (1999) e Sem más- cara (2005),Era membro da Academia Niteroiense de Letras. Melhores do Ano de 2017 Onosso colunista de Cultura, Paulo Roberto Cecchetti recebeu o prêmio do Congresso da Sociedade de Cultura Latina, na Categoria Prosador/Melhores do ano de 2017, em Saquarema/RJ Pluft para Crianças OMOTIN, (Movimento Organizado Teatral Independente de Niterói,) foi criado criar alternativas para o exercí- cio do ofício em espaços abertos. Valoriza diferentes linhas de atuação de grupos da cidade, promovendo troca de saberes en- tre diretores, atores, músicos, bailarinos e estudantes de artes com foco no teatro de rua, gratuitamente. A primeira realização serão os Ciclos de Leituras Dramatizadas, um para o público infantil e outro para o público adulto, vi- sando autores nacionais no ciclo infantil, e Ariano Suassuna e Molière no ciclo adulto. Na pauta, com adaptação e direção de Ri- cardo Sanfer, Pluft o Fantasminha, de Ma- ria Clara Machado, no dia 06 de maio, às 11h, domingo, no Campo de São Bento, em frente ao Centro Cultural Pascoal Car- los Magno. Ainda, no dia 20 de Maio, às 11h, no Horto Florestal do Fonseca. A poeta Branca Eloysa João Luiz Duboc Pinaud
  3. 3. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com 3 Documento Por Onde Começar a Procurar Quem nunca teve um parente, um filho, que demorou a chegar e nos causou preocupação e incertezas? Atualmente, com o quadro de violência urbana que nos assola, estes sobressaltos aumentam, principalmente quando os meios de comunicação se esgotam. É muito comum no uso dos smartfones, principalmente entre jovens, o acumulo de aplicativos, uso constante da internet e ouvir músicas, que condiciona a falta de bateria nos telefones, causando este corte de comunicação. Se por algum motivo, o esperado retorno não acontece, invariavelmente causa apreensão, quan- do não gera pânico na família. Em parte, por falta de uma cultura de prevenção de acidentes e a necessidade de mudanças de hábitos em relação à segurança. Quando um fato como este acontece é o momento em que descobrimos que não nos protegemos devidamente. Vamos analisar e propor algumas medidas para minimizar os riscos e saber efetivamente por onde começar a procurar quando um ente próximo na aparece e nem temos notícias. A primeira medida de prevenção é a informação antecipada. Pode especialmente parecer aos filhos que os pais que- rem aumentar o controle, mas é medida necessária a adaptação aos dias atuais. Qualquer membro da família deve perma- nentemente manter contato com a família. Não deve passar muitas horas sem nenhu- ma informação. Bastará um Whatsapp ou uma ligação, dizendo que está bem e em tal lugar. Esta simples referência minimiza muito a busca em caso de desapareci- mento. A segunda medida é manter uma agenda atualizada dos contatos habituais dos membros da família, principalmen- te amigos próximos de filhos. Se alguém vai sair para uma festa, por exemplo, é importante anotar o endereço do local, o telefone dos amigos acompanhantes e estabelecer parâmetros de tempo, como hora prevista para o retorno. Pode parecer chato e controlador, mas, é infinitamente tranqüilizante, ter estes dados e uma rela- ção de cumplicidade entre entes da mesma família. Ter os telefones dos acompanhan- tes é no mínimo uma chance que um dos telefones não fique sem bateria e fora de área. É importante estabelecer códigos de comunicação. Senhas em caso de seqües- tro, frases camufladas que tem significado de pedidos de socorro. E manter sempre o contato com a localização. Para isso um Whatsapp é muito útil. Criar hábitos de duas em duas horas fazer um contato, nem que seja uma mensagem: “estou bem e em tal lugar”. Para família não importa que demorem desde que saibamos onde estão e como estão. O importante é que esteja bem. Pode parecer neurótico, mas é importan- te ter uma agenda com todos os telefones básicos como, delegacias de polícia, po- lícia rodoviária estadual e federal, centro de informações da Polícia Militar, e Fede- ral; hospitais públicos de atendimento de emergência. (muita gente não sabe, mas em caso de acidente na rua, os bombeiros- SAMU, são obrigados por lei a conduzir o acidentado para unidade de atendimento de emergências do serviço público.) Ainda que após o atendimento possa haver re- moção para hospitais particulares. Se tem um plano de saúde anote os telefones dos hospitais conveniados. Se alguém passa mal e está lúcido, pede para ser levado para hospitais do seu Plano de Saúde. Em Niterói existe o CISP- que é uma Cen- tral de Informação. Estrada Francisco da Cruz Nunes, 6666 - Itaipu, Niterói – RJ. Tel: ((21) 98450-0153, ou 153. Pode não ser perfeita, mas, é uma alternativa de informação. Saber também o telefone da Guarda Municipal: (21) 2717-2179. Em- bora não tenham poder de policia, estão na rua e acumulam informações do cotidia- no urbano. A questão é ter um parâmetro de localização para ter por onde começar a procurar. Quem tem smartfones (e tem bateria) é importante manter o localizador (GPS) ligado. Através do radar pode-se localizar alguém que se acidentou e está desacordado. Daí a importância de obter- -se uma bateria reserva, um carregador ou ainda um cabo para transferência de ener- gia. Manter uma atenção e valorização do uso do telefone já é uma medida preventi- va de grande utilidade. É criar uma cultura de prevenção e não se desproteger. A maioria de assaltos ocorre quando o in- divíduo se desprotege. Ou se distrai, ou vai a locais passíveis de ocorrências. Atu- almente não se tem segurança nem num bar, inclusive os muito freqüentados. Os bares que possuem possibilidades de rotas de fuga são os mais vulneráveis. Sentar- -se nas primeiras mesas em relação à rua é mais comum ser a primeira vítima. Bus- quem locais que tenham dificuldade de acesso, que estejam geograficamente mais protegidos por outros meios. O bandido precisa de uma via de fuga. Tanto é que em Niterói, os bares mais assaltados são aqueles de frente para uma via de escoa- mento fácil. Pode ser negativo para estes estabelecimentos e lamentamos, mas eles são sempre os mais possíveis de visita de marginais. Pode acontecer com qualquer um, ficar sem meios para retornar ou co- municar-se. É importante manter escondi- do uma nota de 20 reais, que seja, para uma emergência. É importante comunicar imediatamente a família o ocorrido e evitar maiores danos. Procurem saber muito bem que tipo de lu- gar e festas freqüenta. Saiba da idoneidade dos promotores sociais. Alguém pode ir inadvertidamente a uma festa, como acon- teceu recentemente na Zona Oeste do Rio, e todos foram presos por suspeitas de cumplicidade com milícias. Depois de pre- so, o prejuízo é inevitável. Se a família sou- ber do local onde foi o filho ou parente, é mais provável que a ajuda chegue mais cedo. É melhor mesmo é prevenir. Telefones de Emergência: - Corpo de Bombeiros 193, - Policia Militar 190, - Polícia Rodoviária Federal 191, - Polícia Rodoviária Estadual 198, - Defesa Civil 199, - Central de Atendimento à Mulher no Brasil 180, SOS Crianças Desapareci- das - R. Voluntários da Pátria, 120 - Bo- tafogo, Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 2286-8337. Horário: Fecha às 18:00h. Cena de Rock Story
  4. 4. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com 4 Cultura Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Oxigênio T enho enfrentado, recentemente, grandes desafios. E não estou me re- ferindo a questões materiais. Desafios psicológicos mesmo! Brigas internas. Guer- ras da alma. Quem nunca as teve? Quantas vezes, nesta vida louca, não nos pegamos discutindo, em voz alta, com nós mesmos, tentando descobrir como reagir, que cami- nho tomar, as palavras certas a dizer? Pois é, viver está longe de ser fácil. O bom é quando conseguimos selecionar filmes - na mesma semana em que estamos vivendo es- sas aventuras interiores - cujos protagonistas também passam por questões bastante deli- cadas. Eu dei sorte. Nos dois longas que vi, posso afirmar que em ambos é o protagonis- ta que vale o filme. Tudo (cenário, produção, trilha sonora, coadjuvantes, etc.), tudo mes- mo, ficou pequeno nestes filmes diante da grandiosidade de sentimentos e explosões de descobertas vividas por atores tão entre- gues e maravilhosos em seus personagens principais! Venero a carreira de Colin Firth faz tempo. A meu ver, um dos maiores artistas de sua geração. Recordo-me de iniciar meu “namo- ro” com ele quando vi “O Paciente Inglês”. E, pasmem, isso foi em 1996! De lá pra cá, confesso que ele nunca me decepcio- nou. E já se foram tantos trabalhos, como: “Moça com Brinco de Pérola”, “Quando Me Apaixono”, “Direito de Amar” e “O Discurso do Rei” (que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator). Dessa vez, em “Somente o Mar Sabe”, Colin con- ta a história da vida real de um marinheiro que em 1969 decidiu parti- cipar de uma competi- ção para circunavegar o mundo em um iate, na esperança de se tornar a primeira pessoa na histó- ria a dar a volta no Pla- neta, sem parar. Seu objetivo era ganhar o prêmio e salvar sua situação financeira e de sua família. Com um barco inacabado, seus negócios e sua casa em risco, ele deixa sua mulher e filhos para trás, e embarca nesta aventura. A produção mostra, de forma ine- briante, os perigos enfrentados por este na- vegador, numa jornada épica... E, pra mim, suicida. Isso, porque, a certo ponto, dando conta de sua derrota incontestável e eminen- te, ele começa a falsificar seus relatórios de geolocalização, para esconder seu fracasso. Sozinho no oceano, essa escolha tem um preço alto. Juro: passei duas horas de pro- jeção nervosa, sentindo-me guiando o barco juntamente com Firth. Sua expressividade é tamanha que, é possível se sentir perdendo as forças, a sanidade e a esperança, junta- mente com o personagem. Simplesmente arrebatador! Aplaudi de pé! Eu realmente acredito que grande parte da minha geração seja apaixonada por Dakota Fanning. Ora bolas, eu cresci curtindo-a na telona, em filmes ora doces, ora densos, mas sempre inesquecíveis. Ela já roubou a cena ao lado de Denzel Washington em “Chamas da Vingança” e nos fez chorar junto com Sean Penn em “Uma lição de Amor”. Foi ela também que brilhou nos mais recentes “A Vida Secreta das Abelhas”, “The Runa- ways - Garotas do Rock” e “Agora e para Sempre”. Independente do papel, Dakota parece estar sempre pronta para o de- safio. Dona de uma beleza no mínimo interessante - e olhos azuis capazes de nos hipnotizar - ela chega aos cinemas em 2018 nos tirando o fôlego, literalmente! A película está longe de ser pesada ou algo assim. Por outro lado, é um longa no melhor estilo “lição de vida”, com pi- tadas de “não desista dos seus sonhos”. Eu, realmente, estava precisando de mais este brilho desta atriz, no mínimo, pro- missora! Em “Tudo Que Quero”, Dakota é uma moça portadora de autismo, fã de “Star Trek” e possuidora de uma rotina bastante rígida e controlada, que a man- tém “segura”, dentro dos padrões sociais. Por ser fã da série “Jornada nas Estrelas”, toma ciência de que a Paramount Pictures lançou um concurso para roteiros de filmes da série. Ela, então, redige mais de 400 páginas e deseja entregar seu projeto, mas, perde o prazo para postagem... A questão é que ela não desiste. E, destemida, quer entregar seu texto em mãos na produtora. Para quem mal atravessava algumas ruas de sua cidade, trata-se de um enorme desafio. Não preciso nem dizer que a película con- quistou meu coração e, concomitantemente, renovou minhas forças. Nada como a sétima arte para nos oxigenar a alma... Uma boa semana para todos! - O Grupo Pedras, com 17 anos de trajetória, apresenta o espetáculo infanto-juvenil "Rosa e a Semente", com Dio- go Magalhães, Helena Stewart, Lucas Oradovschi e Marina Bezze. Direção de Isaac Bernat. Dias 28 e 29 de abril, sábado e domingo, no Campo de São Bento, - Ale Maia e Pádua traz a exposição ‘Viver É Lutar’ para o Espaço Cultural Correios (Av. Visconde do Rio Branco, nº 481 - Centro). A mostra ganhou este nome em homena- gem aos versos do poeta Gonçalves Dias em sua ‘Canção do Tamoio’. Visitação até 05 de maio, de segunda-feira a sábado, das 11 às 18 horas. Entrada franca. - Mimi Luck apresenta suas "Trovas & Canções" dia 28 de abril, às 17 horas, no Centro Cultural Maria Sabina (Rua Santos Moreira, nº 52 casa 15 - Santa Rosa).
  5. 5. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com 5 Edgard Fonsecaedgardfonseca22@hotmail.com Dura Campanha Eleitoral Vai ser o Diabo! M aio é o mês que determina a fron- teira real nas campanhas eleito- rais. Começa pra valer a pré-cam- panha, aguardando apenas as convenções partidárias para confirmações de número e licença para “se jogar”. Desta vez, temos uma situação agravada pelo sentimento popular em relação aos políticos, que des- frutam de alto grau de rejeição e impopu- laridade. Há uma generalização emocional, o que não é bom, nem para os políticos e nem para população que deixa de ver com clareza as diferenças ainda existentes entre muitos. Assim como tem gente que neces- sariamente não deve se eleger, e de pre- ferência deverá responder por suas condu- tas desonestas, existem políticos de longa trajetória, e de vários partidos, que nunca em sua história tiveram qualquer sombra de dúvida em seus pleitos e jamais foram citados em qualquer falcatrua. Para não ser injusto com algum que possa esquecer, não citarei nomes, mas, existem sim! Mas, as injustiças virão! Entretanto, o momento também é oportu- no para os aproveitadores de circunstância, que pelo fato de nunca terem se candida- tado acham que levam vantagem sobre os demais, por terem, supostamente, uma fi- cha limpa. Isso nada quer dizer, e ainda vai confundir muita gente. Alguns que conheço na vida privada e empresarial são tão safa- dos quantos políticos de trajetória nefasta. Vai bastar ter um cargo para logo se reve- larem. Eu sugiro atenção e critério nessas escolhas. Está na hora da venda de gato por lebre. Cuidado, muito cuidado... Existem ainda alguns políticos que estão indo para uma espécie de roleta russa. Pre- cisam de um mandato para sua proteção, e ingenuamente, ou no desespero, acreditam que podem camuflar os bens incompatíveis e inexplicáveis ocultando suas posses em “laranjas”, embora publicamente usufruam destes bens sem pudor, e até com vaidade. Deveriam ficar onde estão e não chamar tanta atenção. Movimentam-se e despertam oposições raivosas. Depois que começa a disputa eleitoral o diabo participa. As de- núncias e ódios se multiplicam e até acu- sações falsas e inverossímeis aparecem. É uma espécie de vaidade vingativa que ao invés de cuidarem de suas campanhas, tra- tam de correr atrás das campanhas alheias. Isso é antigo e não vai mudar. Existe sempre um urubu voando supondo que existe algo podre em que possa se beneficiar. De qualquer forma, esta campanha eleitoral vai ser muito dura, inclusive para os limpos, que serão alvos prediletos para ataques, pois os “sugismundos da política” querem nivelar tudo por baixo. A política só terá melhores dias com a presença de candida- tos comprometidos com a causa pública, mas, fiscalizados e cobrados por todos, in- cluindo aqueles que não votaram naquele eleito. Quanto mais a população, por desâ- nimo, revolta e nojo se afasta, pior ficará a situação. Este asco existente em tanta gen- te convém a “politicalha punguista”, que detém meios escusos de fazer campanha, mantendo controle sobre comunidades, seja na compra de votos e favores ou na intimidação e violência. Estes possuem uns nichos de eleitores “cativos” comprimidos nessas manobras, que eles, como boi ma- nhoso e velhaco, finge e escamoteia suas ações, e agem como corno conveniente: a mulher pode fazer o que quiser e com quem quiser, desde que ele possa usá-la inescrupulosamente para seus objetivos in- fames. Se vencer a eleição, as favas a ver- gonha na cara! A decência e amor próprio! O que importa é continuar nessa ladroagem corriqueira, chafurdados na mais absoluta nojeira! É filial do Inferno, cuspindo fogo nos inocentes contribuintes, mas, culpados pelas más escolhas e votos vendidos. As Falas de Brilho N a homenagem na Câmara dos Vereadores à Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes e posse de novos acadêmicos chamou a atenção e despertou emoções a fala do decano Orquinésio Oliveira, saudando os novos membros da entidade. Orquinésio, conhecido na advocacia por suas defesas bem elabo- radas e ricas de imagens, quando fala é sempre aplaudido, pois faz do discurso um ato poético. Também falou com muita propriedade e lucidez, o novo acadêmico e advogado Claudio Vianna, que tem a característica de promover união e associação entre seus pares para fins maiores e edificantes. Parabéns aos novos acadêmicos, Bruno Paura, Vitor Marcelo e Claudio Vianna, e a minha homenagem ao Orquinésio Oliveira por abrilhantar sempre as cerimônias em que participa. ZAPS... ...Vai ser nesta terça feira, 01 de maio, às 15h, no MAC – Museu de Arte Contemporâ- nea de Niterói, o II Encontro da Consciência ao Lupus de Niterói. ...Presidente eleita do IAB, Rita Cortez será paraninfa da turma de novos advogados e estagiários de Direito a receber carteiras na OAB Niterói, dia 3 de maio, na sede da entidade. ...O senador Edison Lobão impediu na sessão da CCJ, a leitura do relatório favorável ao projeto de lei que define o trânsito em julgado a partir da condenação em segunda instân- cia. Ele se refere a Lula com “o nosso presidente”. Cada um com cada um. Claudio Vianna faz seu discurso de posse O acadêmico Orquinésio Oliveira sauda os novos acadêmicos Julio Cerino
  6. 6. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com 6 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello Radares no Atacado À s vezes sinto falta do João Saldanha. Para quem tem menos idade ou mais memória disponível, lembro- -lhes que João Saldanha iniciava os seus co- mentários no rádio sobre o jogo de futebol com um belo “meus amigos”, sempre com uma voz arrastada, parecendo que havia tomado umas e outras. Ele se transformou no treinador da Seleção Brasileiro, mas foi garfado no cargo quando resolveu peitar o ditador da época: o general Emilio Garras- tazu Médici. Pois é, eu inicio este artigo com um belo “Meus Amigos!” Sou nascido, criado e morador de Nite- rói há décadas. Portanto, posso dizer que conheço razoavelmente bem uma parte da história recente da nossa cidade. De uma parcela do que aconteceu dos anos 70 pra cá, quando eu era mesmo um garoto, e via as coisas acontecendo... Eu assisti à terrível “copacabanização” de Icaraí, que muitos pais de amigos ficavam orgulhosos ao verem o paredão de edifícios que se construía na Rua Moreira César. Vi também os casos de hepatite para aque- les que se arriscavam a mergulhar nas águas da Praia de Icaraí. Assisti Moreira Franco fazendo obras pra lá e pra cá. Em seguida vi que grande parte das obras realizadas se desmontava com o uso. Foi a tal falta de qualidade no material aplicado que começava a virar moda. Tudo era mais ou menos. O asfalto durava alguns meses, pois logo apresentava fissuras e bu- racos, e a litorânea sempre era destruída pelas ondas. Um belo exemplo disso é o calçadão destruído da Praia de Piratininga, aquele eterno problema. Esse breve “histórico” da cidade é para ex- plicar que a mesma coisa acontece atualmente, em 2018. Vejam como está a qualidade da obra na Re- gião Oceânica. Com exce- ção do Túnel, o resto tem cara de resto. Tudo está deteriorando antes mes- mo da inauguração, que sabemos que acontecerá às vésperas das eleições, bem ao estilo PT/Odorico Paraguaçu. As obras se arrastam com a qualidade tipo 5ª cate- goria. Mas, a sede por dinheiro, a gastança sem limite, o superendividamento do município continua na agenda do político que tem uma ambição desfigu- rada, teratológica. O pre- feito tem uma vontade de ser um Nero, um construtor e destruidor de cidades. Tudo ao mesmo tempo. Pois bem, Niterói hoje se transformou numa cidade complementar da violência es- tonteante que assola todo Estado. A nossa cidade acolheu os bandidos que vieram do Rio, suas milícias e traficantes mais impor- tantes. Niterói se transformou numa cidade fácil de roubar, assaltar e matar. Nossa Niterói é a cidade mais engarrafada do Brasil. Sem reais investimentos no es- coamento do trânsito, com aquele filhote de mergulhão no início na Avenida Amaral Peixoto; com áreas sitiadas que não pode- mos passar porque estão sob o domínio dos bandidos, como a Garganta em Santa Rosa. Sofremos com falsas ciclovias e excesso de sinais onde nem precisava. Mas, a sede por gastos e também por arre- cadação não conseguem deixar o povo em paz para trabalhar, passear e dormir. Para piorar o trânsito e para aumentar a arrecadação, a prefeitura vai abrir licitação para novos radares. Ficaremos parados em sinais a espera dos assaltantes. É o estilo “gastador”. Aquele administrador que gasta mal, mas arrecada bem. Mas essa decisão de instalar mais radares irá expor mais ainda as nossas vidas aos bandidos. Estamos diante de uma escalada de violência e esse nosso prefeito, ao invés de colocar a tal Cisp – (Centro Integrado de Segurança Pública) para servir de fato a população e despejar mais guardas munici- pais pelas ruas, vai mesmo encher os cofres da prefeitura, se aproveitando do pânico que assola os motoristas, principalmente à noite, para multar, multar e multar. Antes que me critiquem, indago se você fi- caria parado no sinal na boca do túnel em Charitas às 21h... Ficaria? Vários motoris- tas já perderam tudo sob a mira de pistolas e fuzis. Sei que colocarão radar no túnel Luiz An- tonio Pimentel e que, numa atitude bem “politiquinha”, irão baixar a velocidade para 50 km/h no trecho. Só para arrecadar. Escrevo este artigo e o nosso prefeito está em... Havana, Cuba, sei lá fazendo o quê. Deve ter ido reclamar da prisão do Lula com o ditador Raul Castro, que passou o poder para quem ele escolheu. Ah... Ta bom! Foi participar de um Congresso sobre Saúde... E nos aqui, morrendo sob tiros e com um único e precário hospital, que atende ao povo no esforço dos seus funcionários mal remunerados. Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com Caixinha...Obrigado!
  7. 7. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com 7 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Sobreviva... Se puder C inquenta jogadores numa ilha com apenas uma missão... Sobreviver... Não, não estou falando de um novo filme da franquia “Jogos Vorazes”, mas bem que poderia ser... Trata-se da sensação do momento: FreeFire – Battleground, um game de sobrevivência disponível para An- droid e iOS. No game, é permitido escolher o local para aterrissar com seu paraquedas e então começar sua jornada pela vitória/vida. Na ilha, compartilhada com outros 49 gamers que desejam literalmente a sua cabeça, é possível encontrar veículos, armamento e muitos itens que ajudam o jogador a se esconder, fugir ou enfrentar seus inimigos. Apesar de não ser uma grande inovação, FreeFire – Battleground garante algumas horas de diversão tanto para os aficiona- dos quanto para jogadores esporádicos. Além disso, o jogo é bem leve, se levar- mos em consideração a qualidade gráfica, assim como a jogabilidade que é simples, e a grande quantidade de equipamentos e armas disponíveis. Entretanto, o melhor de tudo é que o game é 100% grátis. Os principais diferenciais do game são a possibilidade de conversar com os aliados através do chat e a amplitude do mapa de batalha, que contem centenas de luga- res para se esconder. Porém, o game peca, por não permitir grande personalização dos avatares, possuindo poucas opções de roupas e acessórios. Além disso, o mapa se torna grande demais para a quantidade de players e por vezes é necessário andar por um bom tempo para achar um inimigo. A jogabilidade de FreeFire – Battleground tem foco em achar, armar, encontrar equi- pamentos e se esconder; ou atacar direta- mente os inimigos para garantir a sobrevi- vência nos 10 minutos da partida. Pontos positivos: Jogo gratuito com visual excelente. Interface e jogabilidade simplifi- cada. Não trava, inclusive os mais antigos, permite equipe de até 4 pessoas com chat de voz. Pontos negativos: não permite muita custo- mização dos personagens; não possui um bom tutorial para auxiliar novos jogadores e possui mapas grandes demais para o núme- ro de jogadores. Se ainda não jogou, instale e faça um teste. Será que você sobreviria muito tempo num ambiente hostil? A Praça dos Mendigos Moro na Praça Getúlio Vargas, na Praia de Icaraí. O nosso IPTU certamente é um dos mais caros do Brasil. Apesar disso, durante a noite, a Praça vive infestada de moradores de rua, que cotidianamente brigam entre eles, dizem palavrões, fazem barulho, além de fazerem suas necessidades fi- siológicas na Praça; e somos obrigados a assistir! De vez em quando, casais também fazem sexo. É a mesma e anti- ga situação do Cine Icaraí. A diferença é que atualmente, o local de “moradia” é a Praça. A prefeitura vai alegar que tranca a Praça, mas eles pulam as grades. Se assim acontece, melhor motivo para a Guarda Municipal intervir e conduzir essas pessoas para um abrigo. Além da transgressão, estão dilapidando o patrimônio público. E não é esta a principal função da Guarda? Proteger o patrimônio público? Pois é... Mas, algo não funciona na administração municipal, pois o problema já deveria ter sido resolvido, pois denúncias não faltam. Mas, nem a Guarda Municipal retira estes “Vândalos de Rua”, nem a secretaria de Bem Estar Social funciona. Nos finais de semana o colunista de Cultura deste jornal reúne escritores, artistas e inte- lectuais na praça, usando uma espécie de gazebo que existe, como referência e local de encontro. Vi no Facebook os protestos, pois ao chegarem para a reunião cotidiana, encon- traram os bancos imundos e com vestígios de uso para dormirem e sabe lá mais o quê... Vi da minha janela e fui até o local para constatar o absurdo. A sujeira e o mau cheiro estavam lá. Fotografei e aí está. Publiquem para que todos saibam que os “moradores de rua” se transformaram em moradores da Praça, onde é freqüente encontrar seus pertences e até colchonetes. Que a Guarda Municipal tem horário para funcionar e este povo de rua sabe disso e goza da impunidade. E que a secretaria de Bem Estar Social (se é que existe...) não cumpre o seu papel. E continuamos pagando o IPTU caríssimo para não ter de volta a prestação dos serviços de obrigação da municipalidade. A vontade que temos é fazer um movimento onde todos estes imóveis próximos da Praça e adjacências, passem a depositar o IPTU em juízo, até que os serviços essenciais sejam prestados regularmente. Não é nada pessoal. É só uma questão de direitos e de exercício da cidadania. Intervenção Já! Fizeram a Intervenção no Rio de Janeiro, para garantir a segurança. Os bandidos fu- giram para Niterói, que virou um inferno. Moro aqui na Cinco de Julho e o bar da esquina com Otavio Kelly já foi assaltado duas vezes, por homens armados com fuzis. Ninguém quer mais sair à noite e principalmente freqüentar bares que estão em locais que tenham rotas de fugas. Os bares de esquina da Zona Sul vão quebrar, todos. Quem é que vai nos socorrer? A coisa está desesperadora. Alô “Interventores”! Intervenham logo, aqui também, ou vamos ter que sucumbir?
  8. 8. Niterói 26/04 a 11/05/18 www.dizjornal.com Renda Fina 8 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Internet Laio Brenner - dizjornal@hotmail.com Aniversariantes da Edição Política in Facebook Alessandra Peres Fernando Mello Leila Baião Claudia Chiarello Antonio Soares Aso Clara Petrucci da Fonseca N ão é segredo pra ninguém que o modelo de negócio do Facebook está baseado na coleta de dados, embora a empresa venha negando até hoje o mau uso de informações do público em todas as investigações feitas sobre isso. E sabido que todos os escândalos recentes; desde a proliferação de fakenews até a compra de dados, para a eleição de Do- nald Trump, tem levantado muitas suspei- tas sobre a transparência da rede social e o compromisso com a proteção dos dados dos usuários. De fato a Cambridge Analytica, empresa responsável pelas pesquisas da campanha Posse na Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes Acadêmicos Claudio Vianna, Vitor Marcelo e Bruno Paura Claudio Vianna, Bruno Lessa e Orquinésio Oliveira Julio Cerino do atual presidente americano já havia se envolvido em polêmica quando “traba- lhou” nas pesquisas com cidadãos ingle- ses quando estes “optaram” pela saída do país da união europeia. Segundo as atuais acusações, a Cambridge “comprou” infor- mações sobre os usuários com o propó- sito da criação de um sistema capaz de influenciar as decisões do eleitorado ame- ricano. Como resposta ao “não uso/não coleta” das informações dos usuários a rede social informou recentemente que pretende lançar uma “ferramenta” para tornar a propaganda política “transparente” durante uma impor- tante eleição regional na Alemanha. Para garantir a “eficácia” afirma que somente irá permitir anunciante “autorizado” a veicular propaganda eleitoral e que estes anúncios deverão ser claramente identificados. É muito contraditório uma empresa negar que realiza coleta de dados e no mês se- guinte anunciar uma ferramenta que traba- lha justamente com isso. E mais, é preocu- pante não só o uso indevido desses dados como a “autorização” política; afinal quem irá autorizar ou desautorizar?... O algorit- mo, que permite a veiculação de fotos de mutilação e vídeos de suicídio, e que ignora atos criminosos de racismo e preconceito? O que podemos concluir com isso tudo é que o Facebook se tornou forte demais e ao que parece não respeita qualquer regra ou lei no mundo.

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