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Mp maubertec 2010

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Treinamento 2010, outubro

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Mp maubertec 2010

  1. 1. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS Lavoisier, um cientista francês, afirmou e demonstrou que o fogo é resultado de uma A fim de primar pela segurança, a proteção geral reação Química entre o combustível e o oxigênio. contra fogo divide-se em duas partes: A essa reação química deu o nome de a) A Prevenção de Incêndios; COMBUSTÃO. b) O Combate Eficaz. Mas o que é reação química? A Prevenção é o ato de evitar que ocorra o Em linguagem bem simples: quando duas incêndio e o sucesso se dá quando a organização substâncias diferentes são misturadas e dessa e a educação em todos os setores de atividades mistura surgem outras substâncias totalmente atuam em conjunto. diferentes, aí temos a reação química. O conhecimento das noções básicas de FOGO: É uma reação química denominada prevenção, praticadas por todos, é o único combustão, onde ocorre a decomposição de uma caminho para evitar acidentes como, por substância sólida, líquida ou gasosa, em presença exemplo: de um gás comburente (oxigênio), liberando energia em forma de luz e calor.  Obediência aos avisos colocados nos locais de perigo; O TETRAEDRO DO FOGO  Uso dos locais próprios para as pontas de cigarros e às estopas sujas de óleo; A reação química COMBUSTÃO é representada  Extensões elétricas em condições livres de por um TETRAEDRO. Cada lado do tetraedro emendas, de improvisações, sem isolação representa um elemento indispensável para que e com pinos próprios; haja a combustão:  Guarda de líquidos inflamáveis em recipientes adequados, e quando vazios  COMBUSTÍVEL; armazenados em locais estratégicos para  O COMBURENTE; evitar o derramamento de sobras em  O CALOR; locais impróprios;  A REAÇÃO EM CADEIA.  Ordem e limpeza nos locais de trabalho;  Escadas, corredores e saídas de emergência não utilizada como depósitos de materiais. Quando, apesar da prevenção, ocorre um princípio de incêndio, é importante que ele seja combatido de forma eficiente e seguro para que sejam minimizadas suas consequências. A fim de que esse combate seja eficaz, deve-se ainda:  Conhecer os agentes extintores;  Saber utilizar os equipamentos de combate a incêndio; Mas lembre-se que o tetraedro é apenas uma  Saber avaliar o quadro: Incêndio ou figura didática que é usada para facilitar a Princípio de Incêndio; compreensão do fenômeno.  Conhecer a melhor atitude a ser tomada. O importante é não se esquecer de que o fogo é resultado de uma REACÃO QUÍMICA entre combustível e o oxigênio, com a participação do TEORIA DO FOGO – (A QUÍMICA DO FOGO) calor. Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  2. 2. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] COMBUSTÍVEL OBS: Estudos demonstram que o Nitrogênio não participa da combustão e que o oxigênio é o gás O COMBUSTÍVEL SÓLIDO queima-se em sua que reage quimicamente com o gás emanado do superfície e em sua profundidade, ou seja, a combustível. queima acontece por fora e por dentro do material. Quando todo o combustível for CALOR consumido, restarão resíduos (cinzas). O calor é responsável pela produção de vapores inflamáveis nos corpos combustíveis. A temperatura que vai provocar a produção dos vapores inflamáveis varia de um combustível para outro. O COMBUSTÍVEL LÍQUIDO a combustão só Maneiras com a qual se adquire o calor: acontece na superfície. Assim se colocarmos fogo num copo contendo álcool ou outro líquido - Atrito; combustível qualquer, o fogo irá consumindo o líquido, de cima para baixo, até que o combustível - Reação química; se acabe. Dentro do copo não sobrará nenhum - Energia elétrica; resíduo. - Radioatividade. O calor é o componente que serve para dar início ao fogo; que mantém e que incentiva a propagação. O GÁS INFLAMÁVEL que se encontrar suspenso no ar, em finíssimas gotículas, na forma de névoa, Os combustíveis em geral, precisam ser também está sujeito a entrar em combustão ao transformados em gases para queimar, e a simples contato com uma fagulha e também de quantidade de calor necessário para vaporiza-los varia de um corpo para corpo. maneira explosiva. Assim, a gasolina vaporiza a temperatura bem baixa, enquanto que a madeira, o carvão, etc..., exigem mais calor, e assim sucessivamente. Variando o calor, podemos vaporizar quase todos os combustíveis. OXIGÊNIO Por outro lado, a temperatura de vaporização do combustível não é suficiente para queima-lo, pois, O Oxigênio é o gás COMBURENTE que dá vida à para isto, precisamos após a vaporização, chama. Com maior quantidade de oxigênio a continuar a aquecê-los até determinada combustão também será maior, isto é, mais temperatura variável para cada corpo. intensa, havendo o consumo mais rápido do combustível e mais quente será a chama. REAÇÃO EM CADEIA Para nosso estudo consideraremos apenas a O fenômeno químico do fogo é uma reação que se seguinte composição do ar, em números processa em cadeia. Após a partida inicial é redondos: mantida pelo calor produzido durante o processamento da reação. Assim na combustão Nitrogênio 78% do Carbono (C) para a formação de Dióxido de Oxigênio 21% Carbono (CO2), temos a seguinte reação: Outros Gases 1% Total 100% A cadeia de reação formada durante o fogo propicia a formação de produtos intermediários instáveis, principalmente radicais livres, prontos Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  3. 3. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] para combinarem com outros elementos, dando do ar entram em combustão, sem necessidade da origem a novos radicais, ou finalmente a corpos chama inicial. (Ex: fósforo branco). estáveis. Consequentemente nas áreas de fogo, sempre temos radicais livres, a quem cabe a responsabilidade de transferência de energia química em calorífica, decompondo as moléculas Outro conhecimento, indiscutivelmente ainda intactas e, desta maneira, provocando a importante para fazer prevenção ou combate a propagação do fogo, numa verdadeira reação. incêndios, é conhecer as formas de Conhecido o "TETRAEDRO DO FOGO", concluímos TRANSMISSÃO DE CALOR. que são 4 as condições para que haja fogo. IRRADIAÇÃO Portanto, basta retirar um dos lados do tetraedro do fogo e ele se extinguirá. Portanto são 04 É a transmissão de calor por meio de ondas. Todo (quatro) os métodos de extinção de incêndios. corpo quente emite radiações que vão atingir os corpos frios. PONTOS DE TEMPERATURA O calor do sol é transmitido por esse processo. PONTO DE FULGOR São radiações de calor as que as pessoas sentem No Ponto de Fulgor o combustível já está quando se aproximam de um forno quente. produzindo vapores inflamáveis, mas a Ondas caloríficas que se transmitem através do quantidade é ainda insuficiente para sustentar a espaço. combustão. Ao aproximarmos uma chama junto ao combustível ele queima-se momentaneamente e, logo a seguir, a chama do combustível se apaga, por falta do vapor inflamável. CONDUÇÃO A propagação do calor é feita de molécula para PONTO DE COMBUSTÃO molécula do corpo, por movimento vibratório. No Ponto de Combustão o combustível está A taxa de condução do calor vai depender produzindo vapores inflamáveis em quantidade basicamente da condutividade térmica do suficiente para sustentar a combustão. material, bem como de sua superfície e espessura. Ao aproximarmos uma chama junto ao É importante destacar a necessidade da existência combustível ele queima-se continuamente, de um meio físico. mesmo que retiremos a chama inicial. PONTO DE IGNIÇÃO Neste ponto o combustível está produzindo vapores inflamáveis e esses vapores estão tão aquecidos que, ao simples contato com o oxigênio Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  4. 4. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] CONVECÇÃO Obs: É o método de extinção mais empregado. Consiste em roubar calor mais do que ele é É uma forma característica dos fluídos. Pelo produzido na combustão, até que o combustível aquecimento, as moléculas expandem-se e fique abaixo do ponto de fulgor. tendem a elevar-se, criando correntes ascendentes a essas moléculas e corrente ABAFAMENTO: descendente ás moléculas mais frias. Corte do fornecimento de O2: Ex: Tampar uma vasilha. Obs: É um dos métodos mais difíceis: necessita de aparelhos e produtos específicos. RETIRADA DO MATERIAL: Corte do fornecimento do combustível: Ex: corte do gás do fogão. OBS: É o método mais simples, exigido força física, meios de fortuna, não precisando de aparelho É um fenômeno bastante comum em edifícios, especializado. pois através de aberturas, como janelas, poços de elevadores, vãos de escadas, podem ser atingidos EXTINÇÃO QUÍMICA: andares superiores. Este fenômeno pode ocorrer tanto no plano vertical como no plano horizontal. Os pós-químicos utilizados na extinção de incêndios eram considerados como abafantes, É o processo de transmissão de calor, que se faz devido ao CO2 gerado quando de sua modificação através da circulação de um meio transmissor, gás na presença do calor. ou líquido. É o caso da transmissão do calor, através da massa de ar ou gases quentes, que se Mas não era satisfatoriamente explicada esta deslocam do local do fogo, podendo provocar ação de abafamento, porque as experiências incêndios em locais distantes do mesmo. indicam que os pós são mais eficientes que o próprio CO2. A proteção contra incêndios, decorrentes de calor transmitido por convecção é feita de forma a não CLASSES DE INCÊNDIO deixar acumular ar ou gases quentes em locais CLASSE “A” – SÓLIDOS: que possuam combustíveis, principalmente os de baixos pontos de ignição. COMBATE AO FOGO Compreende o emprego da técnica e tática corretas no momento que surgir o incêndio. Técnica: Uso do equipamento correto. Características Principais: Deixam resíduos quando queimados. Tática: obter maior proveito do equipamento. Método de extinção adequado: Resfriamento. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO: CLASSE “B” – LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS: O fogo se extinguirá quando são retirados uns dos seus elementos. RESFRIAMENTO: Corte no fornecimento de calor Ex: sopro sobre uma vela. Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  5. 5. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] Características Principais: Queimam em Características Principais: Substâncias radioativas: superfície, nunca em profundidade e não deixam resíduos quando queimados. urânio, césio, cobalto, rádio, etc... Método de extinção adequado: Abafamento Método de extinção adequado: Extinção química PQS especial. Obs: também os gases inflamáveis estão incluídos nesta classe, mas só se deve apagá-los se for OBS: Os bombeiros devem estar munidos de possível cortar o fornecimento de combustível. Equipamentos de Proteção Individuais especiais (Ex: Botijão de gás.) para radioatividade. CLASSE “C” – MATERIAIS ENERGIZADOS: APARELHOS EXTINTORES Agente Extintor é todo material que aplicado ao fogo, interfere em sua reação química, provocando uma descontinuidade de um ou mais lados do tetraedro do fogo, alterando as condições para que haja fogo. Os agentes extintores podem ser encontrados nos Características Principais: São equipamentos estados líquidos, gasosos ou sólidos. Existe uma elétricos quando energizados. O risco maior está variedade muito grande de Agentes Extintores. No na presença da corrente elétrica: motor elétrico, nosso estudo, citaremos apenas os mais comuns. transformador. São os que possivelmente teremos que utilizar em Método de extinção adequado: Desligar a energia caso de incêndios: elétrica e tratá-los como classe A e B, Resfriamento ou Abafamento. - Água; CLASSE “D” – METAIS PIROFÓRICOS: - Espuma (química e mecânica); - Gás Carbônico (CO2); - Pó Químico Seco; - Agentes Halogenados; - Agentes improvisados (areia, cobertor, tampa de Características Principais: São os Metais vasilhame, etc). pirofóricos: Alumínio em pó Magnésio, Selênio, Antimônio, Lítio, Cádmio, Potássio, Zinco, Titânio, Sódio e Zircônio. Os aparelhos extintores são vasilhames fabricados com dispositivo que possibilitam a Método de extinção adequado: Abafamento ou aplicação do Agente Extintor sobre os focos de Extinção Química. incêndio. Normalmente os Aparelhos Extintores Obs: a classificação acima e também adotada pela recebem o nome do Agente Extintor que neles TSIB - Taxa de Seguro Incêndios do Brasil - circular contém. N° 19188. Os Aparelhos Extintores destinam-se ao combate CLASSE “E” – RADIOATIVOS: imediato de pequenos volumes. São de grande utilidade, pois podem combater a maioria dos incêndios, cujo princípio são pequenos focos, desde que, manejados adequadamente e no momento certo. Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  6. 6. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] O êxito no emprego dos extintores depende dos 4. Empunhar a mangueira e dirigir o jato à base seguintes fatores: do fogo (observar sempre a direção do vento);  distribuição adequada dos aparelhos pela 5) ALCANCE DO JATO: 12 a 14 metros; área a proteger;  de manutenção adequada e eficiente; 6) ÁREA APROXIMADA DE EXTINÇÃO: 1,5 a 2,0  de pessoa habilitada a manejar aparelhos metros quadrados; na extinção de incêndios; 7) TEMPO DE USO: 1 minuto. Quanto ao tamanho, os extintores podem ser:  Portáteis;  Sobre-rodas (carretas); PÓ QUÍMICO SECO Quanto o sistema de funcionamento eles podem ser:  Químicos;  Pressurizados (pressão interna);  Pressurizáveis (pressão injetada). 1) CAPACIDADE: 1,2, 4, 6,8, 12, 20 kg; Os extintores são equipamentos que, contendo uma limitada quantidade de um determinado 2) APLICAÇÃO: classes "B", “C"; Agente Extintor, não devem ser considerados como infalíveis e, como tal capaz de realizar 3) TIPOS: pressurizados e pressão injetada; milagres. 4) PRINCÍPIOS DE OPERAÇÃO: pó expelido pelo Desde que fabricados e mantidos de acordo com gás contido no recipiente ou na ampola; as normas técnicas brasileiras, distribuídos 5) MODO DE USAR: racionalmente e operados tecnicamente, funcionam satisfatoriamente. 1. Levar o extintor ao local do fogo; 2. Abrir a válvula da ampola; CLASSIFICAÇÃO DOS EXTINTORES 3. Retirar o pino de segurança; ÁGUA PRESSURIZADA: 4. Pulverizar a área de combustão. OBS: Antes de usar o extintor, verificar o manômetro, observando se ele indica que o extintor está carregado. GÁS CARBÔNICO: 1) CAPACIDADE: 10 a 75 litros; 2) APLICAÇÃO: incêndios de classe "A"; 3) PRINCÍPIO DE OPERAÇÃO: pressão interna (CO2, N2) no próprio cilindro metálico, arrasta a 1) CAPACIDADE: 2, 4, 6, kg; água quando o gatilho é acionado; 2) APLICAÇÕES: classes "B” e “C”; 4) MODO DE USAR: 3) CARGA: C02 liquefeito sob pressão; 1. Levar o extintor ao local do fogo; 2. Colocar-se à distância segura; 4) PRINCÍPIO DE OPERAÇÃO: C02 expelido pela própria pressão interna que exerce (870 lbs/pol2); 3. Retirar o pino de segurança; Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  7. 7. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] 5) MÉTODO DE OPERAÇÃO: destros e do lado esquerdo para profissionais sinistros) ou sob o braço junto ao corpo. 1. Levar o extintor ao local do fogo; 2. Retirar o pino de segurança; 1) SOBRE O OMBRO: Empatação bem junto ao 3. Retirar o difusor; corpo. 4. Segurar na empunhadura, dirigir o jato à base do fogo, movimentando o difusor 2) JUNTO AO CORPO: A empatação deverá ficar em leque. junto à mão e voltada para trás EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO LANÇAMENTO DE MANGUEIRAS: Mangueiras de combate a incêndio: É o nome Lançar ou estender mangueiras de incêndio dado ao condutor flexível utilizado para conduzir consiste em coloca-la em condições de trabalho a água sob pressão da fonte de suprimento ao na ocorrência. Você lança a mangueira aduchada lugar onde deva ser lançada. Flexível porque e estende mangueira em espiral. resiste a pressões relativamente altas. 1) Para lançar mangueira aduchada: 1) QUANTO AO DIÂMETRO: a) segure com a mão direita a união que está por As mangueiras de incêndio mais usadas são as de dentro, protegida pela última dobra, junto à diâmetro 38 milímetros (1 ½¨) e 63 milímetros (2 união, contra o solo; ½¨). O diâmetro refere-se à medida interna das b) impulsiona-se vigorosamente para frente, de mangueiras. modo a imprimir movimento rotativo mantendo 2) COMPRIMENTO: firme cada extremidade (com a mão e o pé), que a mangueira se desenrolará por completo: Por conveniência de transporte e manuseio as mangueiras de incêndio são utilizadas em c) acopla-se a união que estava mantida pelo pé, e comprimentos de 30 metros, com diâmetros de de posse da outra extremidade, caminha-se na 38 milímetros ou 63 milímetros. direção em que deva ser estendida a mangueira. 3) ACONDICIONAMENTO: ACOPLAMENTO DE MANGUEIRAS: As mangueiras de incêndio devem ser 1) Método de acoplamento de mangueira de acondicionadas, visando os serviços de incêndio por um homem sobre o joelho; bombeiros, de quatro maneiras: 2) Método de acoplamento de mangueiras por um homem usando os pés; 3) Método de acoplamento de mangueira por dois homens; e 4) Método para descarga de mangueiras. CUIDADOS COM AS MANGUEIRAS: 1) CONSERVAÇÃO ANTES DO USO: - As mangueiras novas devem ser retiradas das embalagens fornecidas pelo fabricante e armazenadas em local arejado livre de mofo e umidade, protegido da incidência de raios solares. TRANSPORTE E MANUSEIO: 2) CONSERVAÇÃO DURANTE O USO: PROCESSO ADUCHADA: Deve ser transportada - As mangueiras não devem ser arrastadas sobre o sobre o ombro (do lado direito para profissionais piso, bordas cortantes Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  8. 8. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] de muros, caixilhos, etc, nem deve ficar em na extremidade oposta, de menor diâmetros, contato com o fogo, óleos, gasolina, ácidos ou podem ser adaptadas e substituídas várias "bocas outras substâncias que possa atacá-las. As móveis" ou "requintes" de diversos diâmetros. superfícies aquecidas danificam as lonas das mangueiras de fibra sintética. 3) CONSERVAÇÃO DEPOIS DO USO: - Ao serem recolhidas após o uso, devem ser testadas hidraulicamente (isto é colocadas em um hidrante pressurizando-se com água para ver se não há furos), além de sofrerem severa inspeção visual, quanto ao estado da lona e das uniões. ESGUICHO REGULÁVEL Após, as mangueiras aprovadas serão lavadas cuidadosamente com água pura e, se necessário, Esse tipo de esguicho é utilizado quando se deseja com sabão neutro. Escovas de fibras longas e jato em forma de chuveiro, jato em forma de macias podem ser usadas para remover a sujeira e neblina e jato compacto. A mudança de ângulo é os resíduos do sabão impregnado. obtida, girando-se a parte anterior do esguicho, que se movimenta para frente e para trás, na O forro quando de borracha deve ser conservado medida em que é girado. com talco industrial, e as uniões lubrificadas com talco ou grafite, evitando-se o uso de óleo ou graxa. HIDRANTES: Os hidrantes são dispositivos existentes em redes hidráulicas, que possibilitam a captação de água para emprego nos serviços de bombeiros, principalmente no combate a incêndios. Hidrantes de parede: São aqueles utilizados nas empresas particulares em instalações de proteção contra incêndios, embutido em paredes (ou encostados a elas), a cerca de um metro do piso, podendo ser disposto GUARNIÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO em abrigo especial, onde também se acham os (COMPOSTA POR TRÊS BRIGADISTAS) lances de mangueiras, esguichos e chaves de BRIGADISTA NÚMERO 1: mangueiras: a) FUNÇÃO: operador da linha de ataque; Elementos que compõe o hidrante: b) MISSÃO: transporta e acopla o esguicho na 1. Reservatório, canalizações; mangueira, após o sistema montado, pede água e 2. Registro, Junta de União (engate rápido); direciona o jato ao foco de incêndio. 3. Caixa de mangueira; 4. Esguichos; BRIGADISTA NÚMERO 2: 5. Chave de mangueira; a) FUNÇÃO: armador da linha de ataque; ESGUICHOS: b) MISSÃO: faz o lançamento da mangueira (1 ½¨ ESGUICHO AGULHETA ou 2 ½¨) e leva uma das extremidades ao Bombeiro número 1, após auxilia na operação da É um esguicho com o corpo cilindro cônico, em linha de ataque cuja extremidade de diâmetro maior é incorporada uma junta de união (engate rápido) e BRIGADISTA NÚMERO 3: Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  9. 9. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] a) FUNÇÃO: operador do registro. Saídas de emergência para salvaguardar a vida humana em caso de incêndio. b) MISSÃO: é responsável pelo abastecimento da linha de mangueira, através da abertura do É necessário que as edificações sejam dotadas de registro; devendo ficar sempre atento em caso de meios adequados de fuga, que permitam aos fechamento, se houver muita pressão na rede de ocupantes se deslocarem com segurança para um hidrantes, depois de aberto o registro deverá local livre da ação do fogo, calor e fumaça, a partir auxiliar também na operação da linha de ataque. de qualquer ponto da edificação, independentemente do local de origem do incêndio. Além disso, nem sempre o incêndio pode ser combatido pelo exterior do edifício, decorrente da SISTEMAS DE SEGURANÇA altura do pavimento onde o fogo se localiza ou ALARME pela extensão do pavimento (edifícios térreos). Nestes casos, há a necessidade da brigada de Manual: É um equipamento que informa um incêndio ou do Corpo de Bombeiros de adentrar princípio de incêndio quando acionado por uma ao edifício pelos meios internos a fim de efetuar pessoa. ações de salvamento ou combate. Automático: Este equipamento opera quando é Estas ações devem ser rápidas e seguras, e influenciado por determinados fenômenos físicos, normalmente utilizam os meios de acesso da químicos que acompanham o incêndio. edificação, que são as próprias saídas de emergência ou escadas de segurança utilizadas Ex: fumaça, calor. para a evacuação de emergência, DETECTORES Para isto ser possível as rotas de fuga devem atender, entre outras, as seguintes condições Térmico: Atua numa escala de temperatura pré- básicas: determinada. Número de saídas: De Fumaça: Sensível às variações da composição da atmosfera pela percepção dos gases formados O número de saídas difere para os diversos tipos na combustão. de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas. SPRINKLER Normalmente o número mínimo de saídas consta É um sistema de proteção através de chuveiros de códigos e normas técnicas que tratam do automáticos instalados ao longo de tubulações assunto. dotados de dispositivos especiais que funcionam Distância a percorrer: por elevação de temperatura. A distância máxima a percorrer consiste no Possui um bulbo de vidro no qual se encontra caminhamento entre o ponto mais distante de um determinado volume de fluído especial, pavimento até o acesso a uma saída neste mesmo controlado com precisão. O aumento da pavimento. Da mesma forma como o item temperatura sobre esse bulbo irá fazer com que o anterior, essa distância varia conforme o tipo de liquido se expanda e rompa a ampola, dando ocupação e as características construtivas do assim, passagem à água que atua somente sobre edifício e a existência de chuveiros automáticos as áreas afetadas. como proteção. Os valores máximos permitidos Esse sistema é controlado por meio de uma constam dos textos de códigos e normas técnicas válvula que, ao ser acionada, Dará um alarme que tratam do assunto. mecânico local, remoto ou por indicação em Largura das escadas de segurança e das rotas de painéis de comando. fuga horizontais: Meios de fuga: Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  10. 10. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] O número previsto de pessoas que deverão usar O único tipo de porta admitida é aquele com as escadas e rotas de fuga horizontais é baseado dobradiças de eixo vertical com único sentido de na lotação da edificação, calculada em função das abertura. Dependendo da situação, tais portas áreas dos pavimentos e do tipo de ocupação. As podem ser a prova de fumaça, corta fogo ou larguras das escadas de segurança e outras rotas ambos. A largura mínima do vão livre deve ser de devem permitir desocupar todos os pavimentos 0,8 m. em um tempo aceitável como seguro. Sistema de iluminação de emergência: Isto indica a necessidade de compatibilizar a largura das rotas horizontais e das portas com a Esse sistema consiste em um conjunto de lotação dos pavimentos e de adotar escadas com componentes e equipamentos que, em largura suficiente para acomodar em seus funcionamento, propicia a iluminação suficiente e interiores toda a população do edifício. As normas adequada para: técnicas e os códigos de obras estipulam os 1) permitir a saída fácil e segura do público para o valores das larguras mínimas (denominado de exterior, no caso de interrupção de alimentação Unidade de Passagem) para todos os tipos de normal; ocupação. 2) garantir também a execução das manobras de Localização das saídas e das escadas de interesse da segurança e intervenção de socorro. segurança: A iluminação de emergência para fins de As saídas (para um local seguro) e as escadas segurança contra incêndio pode ser de dois tipos: devem ser localizadas de forma a propiciar 1) de balizamento; efetivamente aos ocupantes a oportunidade de escolher a melhor rota de escape. Para isto devem 2) de aclaramento. estar suficientemente afastadas uma das outras, uma vez que a previsão de duas escadas de Acesso a viaturas do Corpo de Bombeiros: segurança não estabelecerá necessariamente rotas distintas de fuga, pois em função de Os equipamentos de combate devem-se proximidade de ambas, em um único foco de aproximar ao máximo do edifício afetado pelo incêndio poderá torná-las inacessível. incêndio, de tal forma que o combate ao fogo possa ser iniciado sem demora e não seja Portas nas rotas de fuga: necessária a utilização de linhas de mangueiras muito longas. Para isto, se possível, o edifício deve As portas incluídas nas rotas de fuga não podem estar localizado ao longo de vias públicas ou ser trancadas, entretanto devem permanecer privadas que possibilitam a livre circulação de sempre fechadas, dispondo para isto de um veículos de combate e o seu posicionamento mecanismo de fechamento automático. adequado em relação às fachadas, aos hidrantes e aos acessos ao interior do edifício. Tais vias Alternativamente, estas portas podem também devem ser preparadas para suportar os permanecer abertas, desde que o fechamento esforços provenientes da circulação, seja acionado automaticamente no momento do estacionamento a manobras destes veículos. O incêndio. número de fachada que deve permitir a Estas portas devem abrir no sentido do fluxo, com aproximação dos veículos de combate deve ser exceção do caso em que não estão localizadas na determinado tendo em conta a área de cada escada ou na antecâmara e não são utilizadas por pavimento, a altura e o volume total do edifício. mais de 50 pessoas. Para prevenir acidentes e obstruções, não devem PRIMEIROS SOCORROS: ser admitidos degraus junto à soleira, e a abertura de porta não deve obstruir a passagem de pessoas Análise de Vítimas: nas rotas de fuga. Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  11. 11. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] Manobras utilizadas1/Nº de socorristas2 Elevação da mandíbulatrauma/2socorristas trauma/1socorrista Tração do Queixo Extensão da cabeça clínico/1socorrista Emergências Médicas/Traumas Permebialidade das Vias Aéreas (B) RespiraçãoVer,ouvir e sentir (7/10segundos) Presente: Oxímetroperfusão/O2–10lpm|Ambú: 3/5/10lpm Ausente: Ventilação Artificial/OVACE/RCP - Segurança das Guarnições, do local da ocorrência e das vítimas; - Uso de EPI adequado, sinalização do local, estabilização de vítimas. Análise Primária: Processo ordenado para identificar e corrigir de imediato, problemas que ameacem a vida em curto prazo. (C) Circulação > 1 ano, palpar a artéria carótida; < 1 ano, palpar a artéria braquial; Ao avaliar a vítima observe: Verificar a presença de hemorragias que impliquem em necessidade de controle imediato e aplicar a técnica de hemostasia correspondente. 1. Visualizar a parte anterior do corpo da vítima; 2. Apalpar a parte posterior do corpo da vítima; 1. Sequencia sistemática de avaliação da vítima (Análise Primária e Secundária); 2. Sinais e sintomas específicos de emergência médica ou de trauma; 3. Indícios de lesão na coluna vertebral, sempre que a vítima sofrer um trauma, ou ainda quando for encontrada inconsciente; 4. Conduta e/ou comportamento da vítima, 3. Dispensar atenção inicialmente às hemorragias atentando para qualquer alteração em suas intensas, direcionando o exame da cabeça em condições em quaisquer das etapas de avaliação. direção aos pés; 4. Procurar por poças e manchas de sangue nas É importante observarmos: vestes. - Segurança do local/socorristas Hemorragias, interna ou externa, devem ser - Responsividade da vítima suspeitadas quando houver constatação de irregularidade na perfusão capilar. (A) Liberação de vias aéreas Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  12. 12. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] Condições de exposição de vítimas: - Vasoconstrição: que é um mecanismo - Necessidade reflexo que permite a contração do vaso - Meios utilizados/condições sanguíneo lesado diminuindo a perda sangüínea; - Coagulação: que consiste em um Colocação do Colar Cervical mecanismo de aglutinação de plaquetas no local onde ocorreu o rompimento do vaso sanguíneo, Iniciar a Análise Secundária somente após dando início à formação de um verdadeiro estabilizados os problemas encontrados na tampão, denominado coágulo, que obstrui a saída análise primária do sangue. Análise Secundária: Processo ordenado que ESTADO DE CHOQUE: visa descobrir lesões ou problemas clínicos que, se não tratados, poderão ameaçar a vida, através da Conjunto de alterações orgânicas devido a interpretação dos achados na verificação dos uma inadequada perfusão e conseqüentes falta sinais vitais, exame físico e na entrevista. de oxigenação dos órgãos e tecidos, denominado Através da avaliação dos sinais e sintomas choque hemodinâmico. apresentados pela vítima o socorrista poderá determinar o tipo de emergência e os Inicialmente devemos entender o termo procedimentos operacionais específicos. “perfusão”, ou seja, a circulação de sangue dentro de um órgão. Dizemos que um órgão tem uma adequada perfusão quando o sangue oxigenado está chegando pelas artérias e saindo pelas veias. A perfusão mantém viva as células do corpo através do suprimento de nutriente e eliminação dos produtos da degradação gerados por eles. Uma parte da análise é objetiva, através do exame dos sinais vitaisFC/FR/PA e do corpo da EXAME DA CABEÇA AOS PÉS vítima (exame físico) e a AMPLA outra é subjetiva , através de dados colhidos em entrevista. Se a perfusão é deficitária o órgão entra em sofrimento e morre. HEMORRAGIAS: Inicialmente, as hemorragias produzem palidez, sudorese, agitação, pele fria, CHOQUE HIPOVOLÊMICO fraqueza, pulso fraco e rápido, baixa pressão arterial, sede, e por fim, se não controladas, No choque hipovolêmico há redução do estado de choque e morte. volume circulante com a perda de sangue e com isso, a volemia torna-se instável. Comuns nos casos de grandes hemorragias (externas ou internas), queimaduras extensas, desidratação. FERIMENTOS: Podem ser definidos como uma agressão à integridade tecidual. Dependendo da localização, profundidade e extensão, podem representar risco de vida para a vítima pela perda sangüínea que podem ocasionar ou por afetar órgãos internos. Métodos naturais de controle de hemorragias: Os ferimentos podem ser classificados em: Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  13. 13. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] Importante: Visualizar articulações quando for necessária a imobilização1 articulação antes e 1 depois e ao usar ataduracomece das extremidades observe a perfusão capilar. Não perder tempo com imobilizações muito elaboradas e retirar adornos naturaisanéis, alianças, colares, etc 1. Ferimento aberto: é aquela onde existe uma OVACE: Obstrução de Vias aéreas por corpo perda de continuidade da superfície cutânea, ou estranho seja, onde a pele está aberta. Procedimentos operacionais: 1. Observar se a vítima pode respirar, tossir, falar ou chorar Pergunte a vítima: você pode falar, incentive–a a 2. Ferimento fechado ou contusão: a lesão ocorre tossir abaixo da pele, porém não existe perda da continuidade na superfície, ou seja, a pele continua intacta. TRAUMAS: Iremos nos limitar a estudar lesões que comprometam os ossos, articulações e músculos das extremidades corporais. Existem diferentes formas de lesões nessas estruturas. Se a vítima não puder falar ou a tosse for ineficiente, Execute sucessivas posicione-se por trás e compressões no sentido do apoie ambas as mãos entre diafragma, até a o umbigo e o processo desobstrução. xifoide. Sinais de Fraturas Os ossos podem: - Quebrar - se (fratura); - Desencaixar-se em alguma articulação (luxação) Posição das mãos para ou ambos. aplicação da manobra - Os músculos e os tendões que os ligam aos ossos efetiva. podem sofrer torções (entorses) ou também ser distendidos ou rompidos. A maioria das lesões de extremidades é avaliada durante a análise secundária, por não causar risco 1.1. Em caso positivo: Orientar para continuar de vida imediato. tossindo e não interferir. Frequentemente, no entanto, são as lesões mais 1.2. Em caso negativo: tratar a vítima como evidentes nos politraumatizados, que induzem o obstrução total. socorrista a cometer vários erros, por querer 2. Observar se o corpo estranho foi eliminado pela priorizar o tratamento de tais lesões. tosse; se a obstrução parcial persistir e a vítima respirar: ministrar oxigênio por máscara facial e Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  14. 14. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] transportar a vítima sentada, numa posição confortável e aquecida; manter observação constante da vítima, incluindo sinais vitais. Sequência de manobras vítimas inconscientes: < 8 anos - 1 e < 8anos - 2 A cada 2 minutos - checar pulso/respiração; - Gestantes e Obesos: Compressão esternal Não interromper por mais de 5 segundos; - Bebês (Líquido e semilíquidos) O socorrista que ventila, checa a efetividade das compressões, durante a realização da RCP - Troca de socorristas (posição das mãos/braços esticados e perpendiculares ao corpo da vítima; manter permebialidade das Vias aéreas); Aquele que efetuava as compressões, ao término dos ciclos, posiciona-se para as ventilações e checa os sinais de circulação. Reanimação Cardiopulmonar - Inicia-se com as ventilações; Constatada a ausência dos sinais de circulação, o outro socorrista reinicia a RCP com as Máscara para Ventilação compressões torácicas. - Erros mais frequentes; - 30:2 (num ritmo de 100 por minuto); - Quando não iniciar a RCP; - Morte clínica e morte biológica; Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010
  15. 15. MAUBERTEC MANUAL DO PARTICIPANTE [INTRODUÇÃO: BRIGADA DE INCÊNDIO - 2010] Gravidade da queimadura Queimaduras: Lesão nos tecidos do organismo causada por exposição ao calor e frio excessivos, Existem vários critérios para se estimar a produtos químicos, eletricidade ou radiação. As gravidade de uma queimadura, porém o policial principais causas incluem: militar deve sempre considerar como grave: 1) Queimaduras térmicas - por calor – fogo, 1) Queimaduras de primeiro grau, quando vapor ou objetos quentes; por frio, gazes atingir mais que 15% da área corporal; especiais, temperaturas excessivamente baixas e 2) Queimaduras de segundo grau, quando líquidos (CO2, nitrogênio); atingir mais que 10% da área corporal; 2) Queimaduras químicas – incluem vários 3) Queimaduras de terceiro grau, quando produtos como ácidos e bases; atingir mais que 5% da área corporal; 3) Queimaduras elétricas – eletricidade 4) Qualquer queimadura que afete áreas comum e raios; corporais críticas, como a face, as mãos e os pés, 4) Queimaduras radioativas – raios os genitais, ou com inalação de fumaça ou vapor ultravioletas, incluindo os raios solares e agentes quente que atinja o sistema respiratório e que radioativos. circundem toda a extensão do tórax ou abdômen ou ainda extremidades. Classificação quanto à profundidade As queimaduras podem ser classificadas, de acordo com a profundidade, em: 1) Queimadura de primeiro grau - Atinge somente a epiderme – camada mais superficial da pele e caracteriza-se pela dor local e vermelhidão da área atingida; 2) Queimadura de segundo grau - Atinge a epiderme e derme - duas camadas da pele, caracteriza-se pela dor local, vermelhidão e formação de bolhas de água; 3) Queimadura de terceiro grau - Atinge todo o tecido de revestimento, podendo chegar até os músculos, vasos, nervos e ossos. Caracteriza-se pela presença de área escurecida ou esbranquiçada – escara. Poderá haver total ausência de dor local e presença de queimaduras de primeiro e segundo graus ao redor. Classificação de acordo como a extensão Regra dos noves Material de apoio: gliceugrossi.net [entre com a senha] 27/09/2010

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