CÂNCER DE MAMA
Deivid Paiva
Sumário
 Epidemiologia
 Alguns aspectos da doença
 Artigo
Casos Novos 2008
INCA; http://www.inca.gov.br/estimativa/2008/
Representação espacial das taxas brutas de
incidência por 100.000 mulheres estimadas
para o ano 2010
http://www.inca.gov.b...
Mortalidade no Brasil
1. Pectoralis Muscle, 2. Fatty
Breast Tissue, 3. Breast Cancer,
4. Breast Glands (lobules), 5.
Milk Ducts
Basic Breast Ana...
Mammogram
Cancer, deep in
the right breast
MRI
Cancer, deep
in the right
breast
Cancers are named after
the cell that goes bad, so
ductal or lobular
carcinoma
There is a risk of
spread to the near
by ly...
Location of
the lymph
nodes
Internal mammarysupraclavicular
axillary
Lymph Nodes
Linfonodo Sentinela:
Tecnica e Biopsia
Sentinel Node
 Linfocintilografia mamária
É a utilização de solução coloidal marcada com TC-99m de duas a 24 horas antes da cirurgia, s...
ductal cells
ductal carcinoma In situ
(DCIS)
Invasive ductal carcinoma
Earliest form of cancer is
often DCIS (ductal
carcinoma in situ) then it
progresses to invasive
ductal carcinoma
Stage: How far has the cancer spread based on three things referred to as T,N,M.
T (tumor size) T1 = 2cm, T2 = 2-5 cm T3 =...
Well-differentiated invasive carcinoma of no special type. Well-formed
tubules and nests of cells with small monomorphic n...
The margin of a cancer of the breast revealing tumorous infiltration of
the adjacent fatty tissue (right).
Grade – how mutated the cells have become. The closer the cells resemble normal
breast cells, the less serious (slower gro...
History
 Schinzinger primeiro a propor que a oforectomia
poderia ser benéfica para o câncer de mama:
– Post menopausal br...
Time Line
1870
1st
description of
surgical oophorectomy
1940’s
Full range of ablative
hormonal therapy
developed
1950’s
Er...
Endocrine pathways in cancer
Estrogen and Progesterone receptors
 Several authors demonstrated
the relationship of the cytosolic
form ER to the effica...
Rationale for receptor based Rx
 Response rates to endocrine
manipulation in ER +ve patients
was as high as 53% ( only 6%...
BREAST CANCER IN YOUNG WOMEN (YBC): PREVALENCE
OF BRCA1/2 MUTATIONS AND RISK OF SECONDARY
MALIGNANCIES ACROSS DIVERSE RACI...
CA DE MAMA
 Caucasian (CA)
 African-American
(AA)
 Korean (KO)
 50a
 40a
 <40a
Objetivos
 The purpose of the current study was twofold.
First, we sought to determine the prevalence
and spectrum of Mut...
Métodos
 For the CA and AA cohorts, YBC under age
45 from breast cancer clinics at:
 Yale (New Haven, CT)
 Cancer Insti...
Seleção
 age <45 years
 been treated >10 years before enrollment
 median follow-up of >10 years after initial
diagnosis...
Resultados
YBC relacionado
com BRCA mut
AA triplo
negativo
Discussão
 DEL associada à:
– + risco YBC em 10a
– FH
– Menor idade
– 28% >30 a 10% > 35 a
– Maior associação em BRCA1 e ...
Discussão
 VUS, mais próxima à WT, associada à:
– Menor associção com YBC
– FH forte
 Baixa idade pra CA de mama, indica...
Ca De Mama
Ca De Mama
Ca De Mama
Ca De Mama
Ca De Mama
Ca De Mama
Ca De Mama
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Ca De Mama

2,559 views

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
2,559
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
7
Actions
Shares
0
Downloads
55
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide
  • Following Beatson&amp;apos;s original report, oophorectomy became widely practiced but then was largely abandoned after only 10 years. The reasons why the procedure was abandoned are (a) the recognition that oophorectomy was not a curative procedure, as was originally thought by Beatson; (b) the lack of a sound therapeutic rationale; and (c) the risks of intraabdominal surgery in the early twentieth century.
    It was not until the 1940s, when Charles Huggins described the hormonal responsiveness of prostatic cancer, that an interest in the hormonal treatment of breast cancer was resurrected
  • Estrogen:
    Most potent mitogen
    Responsible for ductal development
    Progesterone:
    With estrogen and prolactin responsible for lobulo-alveolar development
    Prolactin:
    Another potent breast tissue mitogen
    Primes the breast for milk secretion
    Cortisol, Thyroxine and Insulin have permissive action
  • Wittliff JL. Specific receptors of the steroid hormones in breast cancer. Semin Oncol 1974;1:109–118.
    Wittliff JL. Steroid-hormone receptors in breast cancer. Cancer 1984;53:630–643.
  • Ca De Mama

    1. 1. CÂNCER DE MAMA Deivid Paiva
    2. 2. Sumário  Epidemiologia  Alguns aspectos da doença  Artigo
    3. 3. Casos Novos 2008 INCA; http://www.inca.gov.br/estimativa/2008/
    4. 4. Representação espacial das taxas brutas de incidência por 100.000 mulheres estimadas para o ano 2010 http://www.inca.gov.br/estimativa/2010/index.asp?link=mapa.asp&ID=13http://www.inca.gov.br/estimativa/2010/index.asp?link=mapa.asp&ID=13
    5. 5. Mortalidade no Brasil
    6. 6. 1. Pectoralis Muscle, 2. Fatty Breast Tissue, 3. Breast Cancer, 4. Breast Glands (lobules), 5. Milk Ducts Basic Breast Anatomy
    7. 7. Mammogram Cancer, deep in the right breast
    8. 8. MRI Cancer, deep in the right breast
    9. 9. Cancers are named after the cell that goes bad, so ductal or lobular carcinoma There is a risk of spread to the near by lymph nodes (level I or II)
    10. 10. Location of the lymph nodes
    11. 11. Internal mammarysupraclavicular axillary Lymph Nodes
    12. 12. Linfonodo Sentinela: Tecnica e Biopsia Sentinel Node
    13. 13.  Linfocintilografia mamária É a utilização de solução coloidal marcada com TC-99m de duas a 24 horas antes da cirurgia, seguida de linfocintilografia realizada de duas a seis horas após a injeção de solução radioisotópica na mama, para identificação do LS na axila ou em outras drenagens regionais. Temos utilizado dextran 70 ligado ao Tc-99m, na manhã anterior à cirurgia, por injeção peritumoral, volume 0,2 ml com 0,1 m de ar ambiente com atividade de 15 Mbq com bons resultados. Quando o tumor é palpado, a ponta da agulha é dirigida por palpação digital, quando não palpado é dirigida pelo ultra-som, e quando não expressado por este método, temos utilizado a mamografia por estereotaxia com injeção perfusional, que nos orientará a ressecção da lesão no intra-operatório com auxílio da sonda manual de detecção de raios gama cuja identificação pré-operatória foi realizada. Linfografia mamária por tomografia computadorizada (TC) É a utilização do contraste iopamidol três a dez dias antes da cirurgia com injeção peritumoral e imediata realização da tomografia para a identificação do canal linfático do tumor ao LS, identificando-o. O volume injetado é de 2 ml e o LS identificado é marcado na sua projeção e distância na pele para posterior retirada quando da realização da cirurgia definitiva para o tratamento do câncer de mama. Desde o início de outubro deste ano, juntamente com a equipe multidisciplinar do Instituto de Radiologia do HC/FMUSP, realizamos os primeiros casos, utilizando na mesma paciente, além deste método, a linfocintilografia mamária pré e intra-operatória e o corante azul patente no intra-operatório. Sonda manual de detecção de raios gama Usualmente denominada de gama-probe, utilizada para detectar o linfonodo emissor de raios gama denominado LS, introduzida através da mesma incisão utilizada para o tratamento cirúrgico do câncer para a identificação no campo operatório e a confirmação fora dele do LS. Temos utilizado esta técnica desde o início de 1999 com bons resultados. Iremos utilizar esta técnica para a retirada do LS sob anestesia local e sedação em pacientes nos estádios T2-3 N0M0 e que serão submetidas a quimioterapia ou hormonioterapia neo-adjuvante e após o término da neo-adjuvância a realização da linfonodectomia axilar e o tratamento cirúrgico individualizado do tumor primário. Corante azul O corante azul mais empregado do nosso país é o azul patente V sódico 2,5%. Temos utilizado a injeção perilesional de 2 ml, seguida de massagem por cinco minutos quando o tumor é palpado ou infrapapilar quando é palpado. Antes do tratamento do tumor primário por incisão axilar quando a cirurgia for conservadora ou pela incisão lateral superior da mastectomia, na dissecção axilar e identificamos o vaso linfático corado em azul até a localização do primeiro linfonodo que recebe a drenagem do corante. O tempo é fator importante para esta técnica, uma vez que se ultrapassados mais de dez minutos da injeção, o corante poderá marcar vários linfonodos ou passar por todos eles, não sendo possível a identificação do LS ou qual deles é o LS quando se corar mais de um. Marcação na pele da projeção do LS por TC Temos realizado incisão na pele marcada previamente pela tomografia computadorizada da projeção do LS após injeção intraparenquimatosa do iopamidol, identificação e retirada do LS. Nossa experiência encontra-se em fase inicial. Identificação palpatória intra-operatória Após a retirada do LS por qualquer método, temos utilizado rotineiramente a palpação digital dos restantes linfonodos axilares; com o intuito de identificação palpatória de linfonodo aumentado e pétreo, o qual deverá ser retirado e analisado no intra-operatório pelo patologista da mesma maneira que o LS, e se for metastático será o verdadeiro LS, e não o identificado por quaisquer das metodologias empregadas e desta maneira identificando os casos falsos-negativos. Este tempo cirúrgico é obrigatório após a retirada do LS. Método combinado pré e intra-operatório O método combinado rotineiramente empregado é a utilização pré-operatória do radiocolóide através da linfocintilografia mamária com os métodos intra-operatórios da sonda manual de detecção de raios gama e do corante azul patente, ou seja, somatória dos dois métodos.
    14. 14. ductal cells ductal carcinoma In situ (DCIS) Invasive ductal carcinoma
    15. 15. Earliest form of cancer is often DCIS (ductal carcinoma in situ) then it progresses to invasive ductal carcinoma
    16. 16. Stage: How far has the cancer spread based on three things referred to as T,N,M. T (tumor size) T1 = 2cm, T2 = 2-5 cm T3 = larger, T4 = more advanced N (node involvement) N0 = no nodes, N1 =1-3 involved, N2= 4-9. N3= 10 M (metastases) any spread to bone, liver, brain Stage 0 = Tis = ductal carcinoma in situ Stage I = T1N0; IIA = T1N1 or T2N0; IIB = T2N1 or T3N0 Stage IIIA = T3 or N2; Stage IIIB = T4; Stage IIIC = N3, Stage IV = metastases Histology – appearance of the cells under the microscope. Most cancers arise from milk duct cells and are called invasive ductal carcinoma. (The earliest form, before any invasion is called ductal carcinoma in situ or DCIS.) Other types include lobular and medullary and very favorable types like tubular or mucinous.
    17. 17. Well-differentiated invasive carcinoma of no special type. Well-formed tubules and nests of cells with small monomorphic nuclei invade into the stroma with a surrounding desmoplastic response.
    18. 18. The margin of a cancer of the breast revealing tumorous infiltration of the adjacent fatty tissue (right).
    19. 19. Grade – how mutated the cells have become. The closer the cells resemble normal breast cells, the less serious (slower growing, less likely to spread.) Grade 1 or well differentiated – slow growing, most favorable Grade 2 or moderately differentiated – most common, average Grade 3 or poorly differentiated – fast growing, more serious Hormone Receptors – normal breast cells are sensitive to hormones and have positive receptors for estrogen (ER+) or progesterone (PR+). If the hormone receptors are present (called positive) the cancer is less serious and more likely to respond to a hormone therapy drug like tamoxifen (Nolvadex), Arimidex (anastrazole) , Femara (letrozole) or Aromasin (exemestine). DNA Studies: the more mutated the cells, the more serious. If there is an abnormal number of chromosomes (aneuploid), rapidly dividing numbers of cells (high S- phase) or abnormal genes (HER-2/Neu), this may effect the choice of chemotherapy drugs used (like Adriamycin, Taxol or Herceptin.)
    20. 20. History  Schinzinger primeiro a propor que a oforectomia poderia ser benéfica para o câncer de mama: – Post menopausal breast atrophy – More virulent tumor growth in premenopausal  The first reported series of surgical oophorectomy for breast cancer was reported by Thomas Beatson (1896) – Showed significant tumor regression by castration – Better sense of well being – Regression of cutaneous metastasis – Best above age of 40 – No effect on osseous metastatsis
    21. 21. Time Line 1870 1st description of surgical oophorectomy 1940’s Full range of ablative hormonal therapy developed 1950’s Era of Additive hormonal therapy 1980’s ER/PR detection and resurgence in interest in endocrine Rx 1990’s Demonstration of the therapeutic efficacy of Tamoxifen 1970’s Development of Tamoxifen
    22. 22. Endocrine pathways in cancer
    23. 23. Estrogen and Progesterone receptors  Several authors demonstrated the relationship of the cytosolic form ER to the efficacy of endocrine therapy.  The nuclear translocation and subsequent transcription are dependent on several co- repressors and activators.  The SRC co activator action is particularly important in this regard.  Recently ER-β has been identified.
    24. 24. Rationale for receptor based Rx  Response rates to endocrine manipulation in ER +ve patients was as high as 53% ( only 6% in ER –ve) – Whitliff et al.  Receptors correlate with other prognostic markers: – Cellular turnover rates, – Nuclear grade, and – Degree of histologic differentiation  Receptor positivity also correlates with: – Disease-free interval – Decreasing tumor size  Prolongation of DFS (disease free survival) is independent of menopausal status, tumor size, and nodal status. 78% 45% 34% 10% 0% 20% 40% 60% 80% 100% ER+/PR+ ER-/PR+ ER+/PR- ER-/PR-
    25. 25. BREAST CANCER IN YOUNG WOMEN (YBC): PREVALENCE OF BRCA1/2 MUTATIONS AND RISK OF SECONDARY MALIGNANCIES ACROSS DIVERSE RACIAL GROUPS
    26. 26. CA DE MAMA  Caucasian (CA)  African-American (AA)  Korean (KO)  50a  40a  <40a
    27. 27. Objetivos  The purpose of the current study was twofold. First, we sought to determine the prevalence and spectrum of Mutations in BRCA1/2 among racially diverse populations  Tipos de mutações e malignidade secundária (YCT) em BRCA1/2: – Wild-type (WT) – Deleterious (DEL) mutations – Variants of uncertain significance (VUS)
    28. 28. Métodos  For the CA and AA cohorts, YBC under age 45 from breast cancer clinics at:  Yale (New Haven, CT)  Cancer Institute of New Jersey (New Brunswick NJ)  The KO were all recruited from the Soonchunhyang University Hospital (Seoul, Korea)  January 2000 to December 2007.
    29. 29. Seleção  age <45 years  been treated >10 years before enrollment  median follow-up of >10 years after initial diagnosis  no specific exclusion or inclusion criteria on young age  os pacientes que não tinham FH ou fatores predisponentes para câncer de mama familial foram rotineiramente incluídos no estudo
    30. 30. Resultados YBC relacionado com BRCA mut AA triplo negativo
    31. 31. Discussão  DEL associada à: – + risco YBC em 10a – FH – Menor idade – 28% >30 a 10% > 35 a – Maior associação em BRCA1 e + forte que BRCA2
    32. 32. Discussão  VUS, mais próxima à WT, associada à: – Menor associção com YBC – FH forte  Baixa idade pra CA de mama, indica mut em BRCA mesmo com FH fraca  O Tx depende de testes genéticos

    ×