Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
ALEMANHA ANTILHAS HOLANDESASARGENTINA AUSTRALIA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIA CANADA CHILE CHINA COLOMBIA COSTA ...
VENEZUELADELEGAÇÃO ORGANIZADA PELO MINISTÉRIO DEEDUCAÇÃO, CARACAS.Não chegou a tempo de ser incluida neste catálogo a list...
ALEMANHA ANTILHAS HOLANDESASARGENTINA AUSTRALIA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIA CANADA CHILE CHINA COLOMBIA COSTA ...
VIET-NÁM                        TRAN THOM    3iS uma vez o Vietnam comparece com um de seus maisdestacados artistas, o pin...
tIET-ífAMpmtura     TRABALHO NO CAMPO, 1961. Laca. 80 x 110. 2   VIDA CAMPESTRE, 1961. Laca. 80 x 110. 3   BARCA, 1961. La...
ÁL:li:MANltA AN1tt.                HAS HOLANDESAS                ARGENTINA AUST                RALIA AUSTRlA BE           ...
HORS CONêOuíaCRUPÓ DÓ MUSEU DE ARTE CONTEMPORANEADO MÉXICOpinturaLILIA CARRILLO1     COMPOSIÇÃO COM MANCHA ROSA. 110 x 146...
HOBS CONCOl1RSWALDEMAR SJOLANDER24   A PORTA DO FERREIRO. 95 x 145.25   O ESTúDIO 1. 95 x 145.26   O ESTúDIO 2. 95 x 145.2...
HORS CONCOURS                 GRUPO DE CARACASpinturaJ. M. CRUXENT 1    ME FAÇA QUEIMAR COMO UM FOGO PROVOCADO      POR ES...
HORS CONCOURS    GRUPO DA UNIVERSIDADE DA CALIFóRNIAJOHN HALEY (1905)1     EQUINÓCIO. 152,5 x 205.ROBERT HARTMAN (1926)2  ...
SVS:llCINVlOH SVBlLLNV VHNVW:ll1VARGENTINA AUSTRALlA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIA CANADA CHILE CHIN A COLOMBIA ...
ARQUITETURAUma vez mais o Museu de Arte Moderna inclue na Bienal a Ex-posição Internacional de Arquitetura e o Concurso pa...
ARQUITETURAentre o Instituto de Arquitetos do Brasil e o Museu de ArteModerna de São Paulo.Para as Escolas de Arquitetura,...
ARQUITETURA                BRASÍLIA             sala "hors-concours"Em homenagem aos arquitetos Oscar Niemeyer e          ...
ARQUITETURA              AFFONSO EDUARDO REIDY                     sala "hors concours"Afonso Eduardo Reidy é de fato, por...
ARQUITETURAração urbanística, para atingirem os seus fins na trama de umaarquitetura que não abre mão de suas característi...
ABàuÍTETurtA4    CONJUNTO RESIDENCIAL DA GAVEA, 1952. Rio de     Janeiro. 5 fotografias.5    COLÉGIO EXPEiUlilENTAL PARAGU...
AtlautlE1uM      VARSOVIA DE ONTEM, HOJE, AMANHA                     sala "hors concours"No campo da      arquitetura, a  ...
ARQUITETURAnúmero de casas e alojamentos, não há a menor dúvida de quesua reconstrução tem sido a maior obra de arquitetur...
ARQUITETURA                ELISS,A E ALV AR AAL TO                    sala "hors concours"LA MAISON CARRÉ",       Ba~oches...
ARQUITETURA       MUSEU NACIONAL DE ISRAEL       AL. MANSFELD E DORA GAD              sala "hors conc:ours"1   PLANTA GERA...
ARQUITETURA       ATUAL ARQUITETURA DE CUBA             Plano Nacional (1959-1961)ESCOLAS.    CIDADE ESCOLAR "CAMILO CIENF...
ARQUITETURA                  AMANCIO WILLIAMS                   "sala "hors concours"criar nossa época,orientando-a para o...
ARQUITETURAno meio de caos de uma época que finda, homenspersistentes, criadores, inventores, descobridores - trabalhamcom...
ABáU.ITETURAUM ESTUDO SôBRE A DIVISÃO E A DIREÇÃO DO    ESPAÇO ARQUITETôNICO PRISMÁTICO            RAFAEL LEOZ DE LA FUENT...
ARQUITETURA  grande beleza, que ajudarão, extraordinàriamente, o desenvol-. vimento da Arquitetura, devido às caracteristi...
ARQUITETURACONCURSO INTERNACIONAL PARA ESCOLAS DEARQUITETURATEMA: Projetar, em função do sistema pedagogico vigente, oupre...
AltÓUIt:E:fuftAF ACU1.DADE NACIONAL DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDA-DE DA BAHIA, SALVADOR. Diretor: Walter Vellosos Gordilho....
ARQu1TETu1ACÁNADAESCOLA DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE MACGILL.MONTREAL. Diretor: Prof. John Bland. Autor: Colman Klein(19...
AttOUITETUitAISRA:El.FACULDADE DE ARQUiTETURA DO INSTITUTO DE TECNO-LOGIA DE ISRAEL, HAIFA. Diretor: General Y. Dori. Auto...
Ã1âUITETURÃmina0 Murakami (193!», Shinji Shimoyama (1937), SadakichiShin (1935), Kenjiro Shionoya (1936), Yoshiharu Suzuki...
ARQUITETURAEXPOSIÇÃO INTERNACION,AL DE ARQUITETURABRASILSeleção a cargo do Instituto de Arquitetos do Brasil.ABELARDO GOME...
ARQUITETURARICARDO SIEVERS (1922)EDIFiCIO ESCOLAR DO S.E.S.C. e S.E.N.A.C., 1957. Marília, Est.de São Paulo.LUCIO GRlNOVER...
ARQUITETURANESTOR LINDEMBERG (1926)SEDE SOCIAL E PISCINA DE UM CLUBE, 1960. Cotia, Estadode São Paulo.NEY MARCONDES (1924)...
ARQUITETURAARNALDO FURQUIM PAOLIELLO (1927)FERNANDO J. R. MOREmAHABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1957. São Paulo, Est. de São Paulo.H...
,ARóuiTETURÂAnCÊN1INASeleção a cargo do Centro de Arquitetos de Rosário.EDMUNDO ZAMBONI J. (1932)RESIDÊNCIA PRÉ-FABRICADA,...
.tOst t.tiis FERNANDt~ DI!:L A~O (1914)NúCLEO RESIDENCIAL PARA COLONIA AGRíCOLA.Vegaviana, Cacéres.NÚCLEO RESIDENCIAL PARA...
A:tiQUITE1u:RA1. M. PEI AND ASSOCIATÉSHOTEL HILTON. Denver, Colorado.SKIDl10RE, OWINGS AND MERRILLEDIFíCIO CENTRAL DAS IND...
ARQUItEtURAtRANÇA.Seleção a cargo da União Iniernacional de Arquüeios.EMILE AILLAUD (1902)NúCLEO RESIDENCIAL, 1954-1959. B...
ARQUITETURAGRA-BRETANHASeleção a cargo do Instituto Real dos Arquitetos Britâ-nicos sob o patrocínio do Conselho Britânico...
ARQUITETURAPHILJP POWELL (1921)HIDALGO MOYA (1920)EDIFíCIO DO HOSPITAL "PRINCESS MARGARET".LEONARD GRANGE VINCENT (1915)NÚ...
ARQUITETUBAW. van TIJi!:N (1894)M. BOOM (1920)J. POSNO (1919)ASILO PARA VELHOS, 1958. Amsterdam.J. J. M. VEGTER (1906)SALA...
ARQUITETURAMARCELLO GffiELLICAMARA DE COMÉRCIO, INDúSTRIA E AGRICULTURA, 1956-1960. Carrara.LODOVICO B. BELGIOJOSOENRICO P...
ARQUITETURAPIER LUIGI NERVI (1891)ANTONIO NERVIPALACIO DO TRABALHO, 1960-1961. Turim.GIUSEPPE NICOLOSI (1901)AULA MAGNA DA...
ARQUITETURAEDIFíCIO PARA ESCRITóRIOS, 1959. México D.F.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1960. México D.F.CONRADO MONTA~O AUBERT      ...
ARQUITETURAREINALDO PEREZ RAYON (1918)CONJUNTO DE EDIFíCIOS PARA FINS DE ENSINO, 1958-1961.Zacatenco, México D.F.PEDRO RAM...
ARQUITETURAPORTUGALSeleçií.o a cargo do Sindicato Nacional de Arquitetos.ANTONIO. AURIl:LIO (1931)EDIFíCIO PARA FINS INDUS...
ARQUITETURAJAKOB ZWEIFEL (1921)EoIFíCIO PARA FÉRIAS NO CAMPO, 1956-1957. Gaesi, Walensee.EDIFíCIO DE APARTAMENTOS PARA AS ...
ALÉlMANHA ANTIi:. HAS HOLANDESAS ARGENTINA AUST RALIA AUSTRIA BE LGICA BOLIVIA BR ASIL BULGARIA CA NADA CHILE CHIN A COLOM...
TEAlROÀ. 11I BIENAL DAS ARTES PLÁSTICAS DE TEATROAo realizar a lU Bienal das Artes Plásticas de Teatro, no qua-dro da VI B...
TEATRO cessão das amostras represente uma súmula das principais mon-tagens internaclonais, realizadas nesses períodos. vam...
TEATROA riqueza e a multiplicidade das exposições garantem à Bienalde Teatro um lugar de relêvo no conjunto da Bienal de S...
I                                                     TEATRO        I                                                     ...
TEATRO14   "A SEMENTE", de Gianfrancesco Guarnieri. T.B.C., São     Paulo, 1961. Fotografias e maqueta.ANTONIO LOPES DE FA...
TEATRONELSON LEIRNER (1932)29   "A BEATA MARIA DO EGITO", de Raquel de QueirOz.     Novo Teatro, São Paulo, 1961. Maqueta....
TEATROKALMA MURTINHO40   "O CAVALiNHO AZUL", de Maria Clara Machado. Di-     reção de Maria Clara Machado. "O Tablado", Te...
1EAmO52    VARIEDADES. Teatro de Bonecos da Prefeitura Muni·      cipal, São Paulo, 1961. Fotografias e bonecos.ANNA LETIC...
TEATROIRINEU BREITMAN (1930)2     TEATRO DE EQUIPE. Pôrto Alegre, 1959. Fotografia.OSWALDO CORREA GONÇALVES, JULIO KATINSK...
TEATRO                        ARGENTINAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELO MUSEU DE ARTEMODERNA, BUENOS AIRES.                      ...
lEATROHoje, ao lado do dominio e do primoi de Hector Balsadúa, êssegrupo chama-se Saulo Benavente, Gastón Breyer, entre ou...
TEA11lÓ                       AUSTRIAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELA SECÇÃO DETEATRO DA BIBLIOTECA NACIONAL AUSTRIACAPOR INCUMBí...
6 PALCO16   Vl::>TA DO PRIMEIRO P1.ANO DO PALCO, EM DIRE-     ÇAO A PLATÉIA. Fotografia.17   VISTA DO FUNDO DO PALCO, EM D...
cenários e figurinosCLEMENS HOLZMEISTER (1886)33    "DON GIOVANNI", DE MOZART. Direção de Herbert      Graf, Festivais de ...
TEATRO40   "INTRIGA E AMOR", de Friedrich von Schiller. Direção     de Ernst Lothar. Festival de Salzburgo, 1955. Cenários...
TEATRO     "Felsenreitschule"; detalhe da cenografia na "Felsenreits-     chule". Construção à esquerda, rotonda. 2 guache...
TEATRO     lnauguraç.ão do Novo Teatro. Cenários para: Dormitório      da "Feldmarschallin; Sala na casa do Senhor de Fani...
TEATRO                      CANADAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELO CENTRO DOTEATRO CANADENSE. MONTREAL.documentaçãoCANADIAN PLAYE...
TEATRÔ                       CHINAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELO MUSEUNACIONAL DE TAIWAN, TAIPEI.cenários e figurinosKU I      ...
É8PANHA                                                              I                                                    ...
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo

3,617 views

Published on

  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

Vi%20 bienal%20de%20s%c3%a3o%20paulo

  1. 1. ALEMANHA ANTILHAS HOLANDESASARGENTINA AUSTRALIA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIA CANADA CHILE CHINA COLOMBIA COSTA DE MARFIM CUBA EQUADOR ESPANHA ESTADOS UNIDOS FINLANDIA FRANÇA GRA-BRETANHA GRECIA GUATEMALA HOLANDAHUNGRIA INDIA ISRAEL ITALIA JUGOSLAVIA JAPAO LUXEMBURGO MEXICO NIGERIA PANAMA PARAGUAI PERU POLONIA PORTUGAL REPUBLICAARABE UNIDA ROMENIA RUSSTA SALVADOR SUECIA SUIÇA TCHECOSLOVAQUIA TURQUIA URUGUAI VENEZUELA VIET-NAM UNIAO PANAMERICANA ALEMANHA ANTILHAS HOLANDESAS ARGENTINA AUSTRALIA A USTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIACANADA CHILE CHINA COLOMBIA COSTA DE MARFIMCUBA EQUADOR ESPANHA ESTADOS UNIDOS FINLANDIAFRANÇA GRA-BRETANHA GRECIA GUVENEZUELA ATEMALA HOLAND A HUNGRIA INDIA ISRAEL ITALIA JUG OSLAVJA JAPAO LU XEMBURGO MEXI CO NIGERIA PANA MA PARAGUAI PE RU POLONIA PORT UGAL REPUBLICA ARABE UNIDA RO MENIA RUSSIA SA LVADOR SUECIA S
  2. 2. VENEZUELADELEGAÇÃO ORGANIZADA PELO MINISTÉRIO DEEDUCAÇÃO, CARACAS.Não chegou a tempo de ser incluida neste catálogo a lista deobras que integram a representação.
  3. 3. ALEMANHA ANTILHAS HOLANDESASARGENTINA AUSTRALIA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIA CANADA CHILE CHINA COLOMBIA COSTA DE MARFIM CUBA EQUADOR ESPANHA ESTADOS UNIDOS FINLANDIA FRANÇA GRA-BRETANHA GRECIA GUATEMALA HOLANDAHUNGRIA INDIA ISRAEL ITALIA IUGOSLAVIA JAPAO LUXEMBURGO MEXICO NIGERIA PANAMA PARAGUAI PERU POLONIA PORTUGAL REPUBLICAARABE UNIDA ROMENIA RUSSIA SALV ADOR SUECIA SUIÇA TCHECOSLOVAQUIA TURQUIA URUGUAI VENEZUELA VIET-NAM UNIAO PANAMERICANA ALEMANHA ANTILHAS HOLANDESAS ARGENTINA AUSTRALIA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIACANADA CHILE CHINA COLOMBIA COSTA DE MARFIMCUBA EQUADOR ESPANHA ESTADOS UNIDOS FINLANDIAFRANÇA GRA-aRETANHA GRECIA GUV I E T NAM ATEMALA HOLAND A HUNGRIA INDIA ISRAEL ITALIA IUG OSLAVIA JAPAO LU XEMBURGO MEXI CO NIGERIA PANA MA PARAGUAI PE RU POLONIA PORT UGAL REPUBLICA ARABE UNIDA RO MENIA RUSSIA SA LVADOR SUECIA S
  4. 4. VIET-NÁM TRAN THOM 3iS uma vez o Vietnam comparece com um de seus maisdestacados artistas, o pintor Tran Tho, à Bienal de Sã.o Paulo.É a quarta vez que a pintura do Vietnam participa da grandedemonstração internacional. Indubitàvelmente, a pintura doVietnam pertence ao quadro ambiental do imenso continenteasiático, e um "pattern" regional é hoje reconhecível, paraaquêles que, visitando Bienais anteriores, não deixaram de seimpressiona" por essa marca tão nítida e característica.Se há O caráter, entretanto, não há a confusão dos termos. Apintura do Vietnam acentua sua notável personalização, nãochegando. de maneira alguma, a confundir-se ou a fundir-secom os traços que identificam a pintura da China ou do Japão.Há nela um emaranhado desenho do qual surge, principalmente,neste artista que hoje representa o Vietnam, uma figura, queadquire forma mediante todo um sistema de alusões, como sedevêssemos descobri-la em estado de sug·estão, mantida na efu-são lírica de desenho e de plasticidade. Tran Tho possui umavisualização muito selecionadora, mas nesse trabalho a seletivi-dade não abandona os meios menos expressivos, nem se desligado produto para revesti-lo de todos os elementos possíveis. Que-remos nos aproximar bastante desta soma de fatôres, pa,..a quea apreciação desta obra de arte, que requer uma concentraçãoviva e ativa, mas um abandono ao mesmo tempo, não seja relegada numa exposição de tantos trabalhos e tendências. A sabe-doria de Tran Tho marcha pelos mais cruzados caminhos parachegar ou nos fazer chegar a uma fruição complexa da imagem.Teríamos muito a acrescentar às qualidades dúteis dêste desenho, tão rico de pormenor quanto se expande em ressonâncias, queadquirem um brilho inusitado, a acrescentar ao brilho da própriamatéria dêste artista.Mas como colorista imaginoso e como desenhista ainda maisimaginoso, Tran Tho está na linha dos maiores figurativos-fan-tásticos, a defender essa posição com uma segu,.ança feita devitalidade e autenticidade. E teríamos dito tudo. Mas o que épreciSO é ~onfrontar o que procuramos exprimir com esta pin-tura minuciosamente arquitetada. Geraldo Ferraz
  5. 5. tIET-ífAMpmtura TRABALHO NO CAMPO, 1961. Laca. 80 x 110. 2 VIDA CAMPESTRE, 1961. Laca. 80 x 110. 3 BARCA, 1961. Laca. 80 x 110. 4 ESTUDO, 1961. Laca. 80 x 110. 5 BARCO A VELA, 1961. Laca. 80 x 110. 6 DANÇARINA, 1961. Laca. 80 x 110. 7 JOVEM MODli:LO, 1961. Laca. 80 x 110. 8 CARREGADORAS DÁGUA, 1961. Laca. 80 x 110. 9 MERCADO, 1961. Laca. 80 x 110.10 VOLTA DA PESCA, 1961. Laca. 80 x 110.11 COLHEITA, 1961. Laca. 80 x 110.12 BENEFICIAMENTO DO ARROZ, 1961. Laca. 80 x 110.13 RIO, 1961. Laca. 80 x 110.14 DIA DE MERCADO, 1961. Laca. 80 x 110.15 PAISAGEM COM ARROZAL, 1961. Laca. 80 x 110.16 COMPOSIÇAO CAMPESTRE, 1961. Laca. 80 x 110.17 ALDEIA, 1961. Laca. 80 x 110.18 PORTO DE PESCA, 1961. Laca. 80 x 110.19 COMPOSIÇAO, 1961. Laca. 80 x 110.20 PAGODE, 1961. Laca. 80 x 110.21 PAISAGEM, 1961. Laca. 80 x 110.22 CABEÇA, 1961. Laca. 110 x 160.23 MERCADO, 1961. Laca. 110 x 160.24 PESCADORA, 1961. Laca. 110 x 160.2P BARCAS, 1961. Laca. 110 x 160. 388
  6. 6. ÁL:li:MANltA AN1tt. HAS HOLANDESAS ARGENTINA AUST RALIA AUSTRlA BE LGICA BOLIVlA BR ASIL BULGARlA CA NADA CHILE CHlN A COLOMBlA COST A DE MARFIM CUB A l!:QUADUR ESPAN HA l!:STADOS UNID OS FlNLANDIA FR ANÇA GRA-BRETA NHA GRECIA GUAT EMALA HOLANDA HUNGRIA lNDIA IS RAEL ITALIA JUGO SLAVlA JAPAO LU XEMBURGO MEXI CO NIGERIA PANA MA PARAGUAI PE RU POLONIA PORT UGAL REPUBLICA ARABE UNIDA RO MENlA RUSSlA SAL VADOR SUEClA SU IÇA TCHECOSLOV AQUlA TURQUIA U RUGUAI VENEZUE LA VIET-NAM UNI AO PANAMERICAN A ALEMANHA ANT ILHAS HOLANDESA S ARGENTINA AUS TRALlA AUSTRIA B ELGICA BOLIVlA B RASIL BULGARlA CANADA CHILE €H INA COLOMBIA CO STA DE MARFIM CUBA EQUADOR ES PANHA ESTADOS U NIDOS FlNLANDlA FRANÇA GRA-BRE TANHA GREClA GUHORS CONCOURSATEMALA HOLANDA HUNGRlA lNDlAISRAEL ITALIA IUGOSLAVIA JAPAO LUXEMBURGO MEXICO NIGERIA PANAMA PARAGUAI PERU POLONIA PORTUGAL REPUBLICAARABE UNIDA ROMENlA RUSSIA SALVADOR SUEClA S
  7. 7. HORS CONêOuíaCRUPÓ DÓ MUSEU DE ARTE CONTEMPORANEADO MÉXICOpinturaLILIA CARRILLO1 COMPOSIÇÃO COM MANCHA ROSA. 110 x 146.% NO SIL:tNCIO. 110 x 158.3 "PAPANTLA". 170 x 1204 EM FRENTE DO CONVENTO. 70 x 90.ENRIQUE ECHEVERRIA5 BUSCANDO O CÉU. 101 x 121.6 PAISAGEM DE RUINAS. 61 x 85.7 VASOS. 91 x 91.8 PAISAGEM TLAXCALTECA. 180 x 150.MANUEL FELGUEREZ D PINTURA 6. 100 x 100.10 PINTURA 7. 101 x 125.11 PINTURA 9. 100 x 125.12 PINTURA 10. 100 x 125.13 PINTURA 11. 80 x 100.ALBERTO GIRONELLA14 CRUZ DE SANTIAGO. 127 x 107.15 CRUZ DE SANTIAGO. 15 x 21.LUIS NISHIZAWA16 PINTURA 1. 155 x 200.17 PINTURA 2. 145 x 200.18 PINTURA 3. 122 x 175.19 PINTURA 4. 122 x 175.VICENTE ROJO20 A G~ANDE PEDRA. 120 x 137.21 ALTAR. 80 x 120.22 MONUMENTO. 75 x 120.23 PEDRA BRANCA. 80 x 100. 390
  8. 8. HOBS CONCOl1RSWALDEMAR SJOLANDER24 A PORTA DO FERREIRO. 95 x 145.25 O ESTúDIO 1. 95 x 145.26 O ESTúDIO 2. 95 x 145.27 DUAS TABUAS. 95 x 145.28 INTERIOR. 135 X 225.VLADY29 JARDIM 1. 81 X 101.30 JARDIM 2. 86 X 117.31 SUBJACENTE. 156 X 216.32 MECANISMO CARCERARIO. 175 X 300.
  9. 9. HORS CONCOURS GRUPO DE CARACASpinturaJ. M. CRUXENT 1 ME FAÇA QUEIMAR COMO UM FOGO PROVOCADO POR ESFREGA0. 140 x 160. 2 SENSAÇAO VISCERAIS QUE LHE FARIAM CRER TER ENGULIDO UMA COBRA. 150 x 100. 3 CORES FOSFORESCENTES SALPICADAS DE POEmA DE CANTARIDAS. 130 x 200.DANIEL GONZALES 4 MATÉRIA NEGRA. 200 x 120. 5 TERROSO. 200 x 120. 6 GESTO E MATÉRIA. 200 x 120.FERNANDO IRAZABAL 7 BESTA 1. 133 x 152. 8 BESTA 2. 120 x 150. 8 BESTA 3. 100 x 152.ANGEL LUQUE10 PINTURA 1. 150 x 100.11 PINTURA 2. 150 x 100.12 PINTURA 3. 150 x 100.MARUJA ROLANDO13 MODERA TO CANTABILE. 150 x 100.14 A AVENTURA. 150 x 100. 392
  10. 10. HORS CONCOURS GRUPO DA UNIVERSIDADE DA CALIFóRNIAJOHN HALEY (1905)1 EQUINÓCIO. 152,5 x 205.ROBERT HARTMAN (1926)2 ACADEMIA. 133,5 x 160.ANGOLE IPPOLITO (1922)3 VERÃO, 1961. 152 x 205.ERLE LORAN (1905)4 ANTIGO TúMULO. 198 x 111,5.KARL KASTEN (1916)5 DO DESTINO. 148,5 x 147,5.JAMES MC CRAY (1912)6 CIDADE DE LUZ. 147,5 x 188.FELIX RUVOLO (1912)7 SEM TíTULO. 152,5 x 178.LOUISE SMITH8 QUADRADO AZUL. 127 x 152,5.GLENN WESSELS (1896)9 ONDA E ROCHEDO. 122 x 111,5.
  11. 11. SVS:llCINVlOH SVBlLLNV VHNVW:ll1VARGENTINA AUSTRALlA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIA CANADA CHILE CHIN A COLOMBIA COSTA DE MARFIM CUB A EQUADOR ESPAN HA ESTADOS UNID OS FINLANDIA FR ANCA GRA-BRETANHA GRECIA GUAT EMALA HOLANDA HUNGRIA INDIA IS RAEL ITALIA IUGO SLAVIA JAPAO LU XEMBURGO MEXI CO NIGERIA P ANA MA PARAGUAI PE RU POLONIA PORT UGAL REPUBLICA ARABE UNIDA RO MENIA RUSSIA SAL VADOR SUECIA SU ICA TCHECOSLOV AQUIA TURQUIA U RUGUAI VENEZUE LA VIET-NAM UNI AO PANAMERICAN A ALEMANHA ANT ILHAS HOLANDESA S ARGENTINA AUS TRALIA AUSTRIA B ELGICA BOLIVIA B RASIL BULGARIA CANADA CHILE CH INA COLOMBIA CO STA DE MARFIM CUBA EQUADOR ES PANHA ESTADOS U NIDOS FINLANDIA FRANCA GRA-BRE TANHA GRECIA GUARQUITETURA ATEMALA HOLAND A HUNGRIA INDIA ISRAEL ITALIA IUG OSLAVIA JAPAO LU XEMBURGO MEXI CO NIGERIA PANA MA PARAGUAI PE RU POLONIA PORT UGAL REPUBLICA ARABE UNIDA RO MENIA RUSSIA SA LVAnOR SUEClA S
  12. 12. ARQUITETURAUma vez mais o Museu de Arte Moderna inclue na Bienal a Ex-posição Internacional de Arquitetura e o Concurso para Escolasde Arquitetura.A experiência de~inco Bienais realizadas. mostrou que a parti-cipação da Arquitetllra é necessãria não só como arte maior mastambém como elemento de integração importante das artes plãs-ticas. formando um todo harmonico com a pintura e esculturae evidenciando com suas conceituações espaciais o desenvolvi-mento destas duas últimas artes.Como a experiência o demonstrou. dois anos. não são suficientespara uma grande exposição de trabalhos de arquitetos. que ex-pressem as realizações do periodo de forma marcante. Quatroanos são necessãrios.Um maior intervalo de tempo permite melhor caracterizar a evo-lução do desenvolvimento e apreciação de novas tecnicas que.somando-se as condições sociais e econômicas influenciam os tra-balhos dos arquitetos.Em contra partida não se pOderia extender por mais de quatroanos o intervalo entre as exposições. sem conrer o risco de iso-lar perigosamente a arquitetura. rompendo o elo que deve sermantido visando a integração das artes plãsticas.Por êste motivo. quando passamos a participar da direção doMuseu de Arte Moderna no ano passado. nos batemos pela in-clusão nesta Bienal. da Exposição Internacional de Arquiteturae do Concurso de Escolas de Arquitetura. A grande receptividadee o interesse despertado em todo o mundo por estes dois certa-mes nos dã razão. A experiência indicava porém. que alterações de forma deveriamser introduzidas no processo de seleção. Assim modificou-se o critério da seleção dos trabalhos. Para a Exposição Internacional de Arquitetura ao invés de uma comissão escolhida pela própria Bienal. resolveu-se credenciar os Institutos de Arquitetos ou en- tidades equivalentes de cada pais a procederem à seleção dostrabalhos dos seu,! arquitetos. Com esta medida inovadora visou- se. em primeiro lugar. prestigiar as entidades que congregam os arquitetos em cada pais. em segundo lugar. permitir aos COm- patriotas a primeira apreciação que considerarão com maior juS- teza. as influências regionais de habitos. clima. materiais. etc .• que devem merecer apreciação e animam a criação arquitetônica. Para a premiação porém. reservou-se o critério da escolha de nomes de arquitetos de reconhecido valor dividindo-se a indicaçlio
  13. 13. ARQUITETURAentre o Instituto de Arquitetos do Brasil e o Museu de ArteModerna de São Paulo.Para as Escolas de Arquitetura, a fixação do tema foi encaradocom a máxima importância. Várias consultas e reuniões com asentidades de classes de arquitetos e escolas foram feitas antesde ser escolhido o tema. Este foi fixado afinal, conforme artigo24 do regulamento: projetar um centro educacional em funçãode sistema pedagogico vigente ou proposto para os níveis primá-rio e médio de ensino.Sabendo-se que os alunos das escolas superiores quando ingres-sam na Universidade acabaram de viver o problema, considera-mos que êles terão muitas coisas a dizer sôbre os acertos eerros por que passaram e agora serão capazes de equacionar comos seus professores aqueles problemas. A analise a que Se devemter lançado os estudantes na pesquisa que antecede o projeto,trará, além de outros resultados positivos um maior aprimora-mento tecnico e cultural para o estudante: o grande objetivovisado.Era necessário também, realçar na oportunidade desta Bienalde Arquitetura, alguns fatos marcantes da ocasião em que vive-mos e que contribuirão para o maior esclarecimento do públicorelativamente ao desenvolvimento cultural ligado a arquitetura.Visando essa finalidade instituiram-se as salas especiais. Elas re-presentarão também, o justo realce para os arquitetos considera-dos, que já se fizeram credores, pela sua atuação, da admiraçãodo públlco brasileiro. Oswaldo Corrêa Gonçalves 396
  14. 14. ARQUITETURA BRASÍLIA sala "hors-concours"Em homenagem aos arquitetos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa PRAÇA DOS TR:eS PODERES. Fotografias.
  15. 15. ARQUITETURA AFFONSO EDUARDO REIDY sala "hors concours"Afonso Eduardo Reidy é de fato, por circunstâncias especiaisque cruzaram sôbre a sua formação, e, posteriormente, sôbre asua carreira, um dos arquitetos brasileiros predispostos à enqua-dração urbanística da arquitetura e, por outro lado, devotado àfeição social da arquitetura e do urbanismo. Desta dupla cons-tante observável ao longo de sua obra e de sua função, no meiotécnico-profissional, decorre a singularidade dêsse espírito, avêssoàs exibições de vaidade, tão comuns, quanto devotado às soluçõessempre adstritas à relevância do fato urbanístico e do fim socialda arquitetura. Não que a outros deixe de ocorrer a incidênciaurbanístico-arquitetônica, nem, também, não se achem presentesàs contingências do fato social - mas, em Reldy, essas marcasassinaláveis de trabalho fundamentaram e fundamentam os seusprojetos, todos estudados sob a rigorosa observância de tais con-dicionantes.Importa a afirmação em se verificar sempre, na obra de AffonsoEduardo Reidy, a exigência fundamental do social e do urba-nístico. Sem dúvida, a formação que êle teve, de estudante, nosúltimos anos do curso, participando dos trabalhos do Plano Agachedo Rio de Janeiro, colocaria para sempre em sua atenção deorganizador do espaço, a constante urbanística. A Implicaçãodo social, certamente, ficou-lhe inerente a essa orientação, e aqualidade dos projetos que fêz e dos quais participou, desde oAlbergue da Boa Vontade aos conjuntos de Pedregulho e daGávea, a sua longà permanência nos quadros do Departamentode Habitação Popular e na direção dos trabalhos do Plano daCidade, haviam de incliná-lo a uma perseverante atuação emambos os sentidos. Singularmente Reidy não serviu à habitaçãoparticular, não foi solicitado pela construção privada, trabalhousempre à margem da iniciativa suntuária e do quadro das in-junções imobiliárias especulativas. Temos nêle um caso exem-plificativo do arquiteto socializado, mas, de maneira alguma. burocratizado ou oficializado. Nessa personalidade singularíssima de técnico dedicado às neces-sidades urbanísticas e sociais da capital do país, encontramos uma coerência básica entre o pesquisador e o projetista, ambos sempre partindo dos dados da composição social e da conside- 398
  16. 16. ARQUITETURAração urbanística, para atingirem os seus fins na trama de umaarquitetura que não abre mão de suas características funcionais,em benefício de qualquer solicitação estética - o plasticismo daarquitetura de Affonso Eduardo Reidy emerge da sua concepçãode formas sempre a serviço das razões mais amplas, que infor-maram o urbanista e o sociólogo, aplicado a soluções arquite-tônicas. Se noutros casos a incidência ou a especificidade têmsurgido, subordinando outros arquitetos à ·mesma orientação, enem sempre é assim, e nem sempre a própria injunção arquite-tônico-urbanística determina uma inteira subordinação ao social,com Reidy a questão não possui alternativa. A sua arquiteturase faz em relação estreita com o social e com o urbanístico.Buscamos frisar bem o fato para que não haja malentendidos de avaliação, por que nos parece muito claro que assim seja,através de uma observação bastante do que tem corporificado aconduta dêste arquiteto desde o concurso que começou dando ao Plano Agache e desde o primeiro projeto que formulou, coma colaboração de Gerson Pinheiro. No caldeamento das origens, êste carioca, nascido em Paris, depai inglês e de avô irlandês, filho de uma brasileira de raizesitalianas, apresenta-nos o resultado de múltiplas faces de um criador de formas, cada qual mais acentuada, nas suas aplica- ções, em denunciar o ritmo da função para que foi convocada, pela inteligência, pela imaginação e pela sensibilidade do artista, sob a auto-crítica vigilante do urbanista e do analista social. Aquelas origens explicariam muita coisa; a impassibilidade e o sentido britânico de "service", o perseverante esfôrço nimbado de um cavalheirismo antigo, e, finalmente, o sentido sempre in- terveniente da plasticidade, que as faculdades de contrôle do arquiteto modelam na contensão exigente, cerceadora de derra- mamentos e de inúteis expansividades. Geraldo Ferraz CONJUNTO RESIDENCIAL PEDREGULHO, 1948. Rio de Janeiro. 7 fotografias. 2 URBANIZAÇAO DA AREA RESULTANTE DO DESMON- Tlj: DO MORRO DE SANTO ANTôNIO, 1948. Rio de Ja- neiro. 4 fotografias. 3 TEATRO POPULAR DE MARECHAL HERMES, 1950-1951. Rio de Janeiro. 5 fotografias.
  17. 17. ABàuÍTETurtA4 CONJUNTO RESIDENCIAL DA GAVEA, 1952. Rio de Janeiro. 5 fotografias.5 COLÉGIO EXPEiUlilENTAL PARAGUAI-BRASIL, 1953. Assunção. 5 fotografias. 6 MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEffiO, 1954. Rio de Janeiro. 15 fotografias. 7 MONTEPIO DOS EMPREGADOS DO ESTADO DA GUA. NABARA, 1957. Rio de Janeiro. 2 fotografias.8 RESIDÊNCIA EM ITAIPAVA, Estado do Rio, 1958-1960. 6 fotografias.9 EDUleIO DO "BANK OF LONDON & SOUTH AMERI- CA LTD.", 1959. "Brasília. 4 fotografias.10 MUSEU NACIONAL DO KUWAIT, 1960. 18 fotografias,11 SEDE PARA A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAúDE, 1960. Genebra. 5 fotografias. 400
  18. 18. AtlautlE1uM VARSOVIA DE ONTEM, HOJE, AMANHA sala "hors concours"No campo da arquitetura, a polônia expõe um proble1mlúnico: "Varsóvia".É bastante raro apresentar, em lugar de realizações arquitetônicasescolhidas, uma exposiç.ão inteiramente dedicada a uma cidade sóMesmo do ponto de vista formal, a construção de uma cidade é,antes de mais nada, obra urbanística. Aliás, por qual razão Var-sóvia, velha de 700 anos, deveria ser, no seu conjunto, um exem-plo de urbanismo e arquitetura moderna?Sérios motivos, contudo, presidiram a esta escolha, que a pre-sente exposição se propõe, entre outros, justificar.É verdade, Varsóvia tem mais de 700 anos. Dezessete anos atrás,porém, tinha cessado de existir. De acôrdo com um plano re-quintado e premeditado, a cidade fôra destruída, arrasada; tôdasua população, de cêrca de um milhão e meio, evacuada.Colocou-se, então, para a nação polonesa, o problema de recons-trução da cidade. Seria necessário reconstruir, E de que maneira?Dever-se-ia reconstruir no mesmo lugar, neste mar de ruínas,pedras e túmulos, ou alhures, em pleno campo? Edificar umacidade completamente nova obedecendo aos imperativos da téc-nica, da economia, e do urbanismo ou salvar o que se pudessedas rUÍnas e reconstruir o que testemunhava tantos séculos dehistória, de arte e de cultura da Polônia? Como traçar umafronteira razoável, histórica e econômicamente equitativa, entrea reconstrução dos monumentos do passado e a construção deuma cidade nova e cômoda, capaz de satisfazer às necessidades,não apenas da geração de hoje, mas também das de amanhã?Tais as perguntas que precisavam de solução muito rápida. Areconstrução de Varsóvia era uma grande obra que abrangería,evidentemente, tôda a nação: autoridades do Estado, economistas,técnicos, artistas, operários, numa palavra, todos os cidadãos.Mas a tarefa de projetar e executar esta obra incumbia, acimade tudo, aos urbanistas e aos arquitetos poloneses. Desde oinício, ficaram, aliás, cônscios da imensidade desta emprêsa e daresponsabilidade social e profissional que acarretava.Hoje, que Varsóvia, só 17 anos depois, chegou a atingir o nívelde 1939, pela sua população, e que ultrapassa consideràvelmenteêste nível por sua superfície, seu potencial de produção, e o
  19. 19. ARQUITETURAnúmero de casas e alojamentos, não há a menor dúvida de quesua reconstrução tem sido a maior obra de arquitetura e deurbanismo na Polônia e, a nosso ver, não somente na Polônia.Em todo caso, é uma obra única no seu gênero, dadas as con-dições específicas em que foi feita.Os arquitetos, os urbanistas e os artistas, os mais eminentes, têmtrabalhado no planejamento de Varsóvia, de seus bairros resi-denciais, de seus edífícios oficiais, de sua usina e de seus monu-mentos. A solução de numerosos edifícios oficiais e monumentostem sido o objeto de concursos nacionais, por vêzes até interna-cionais, em que tomavam parte dezenas de equipes.Varsóvia reune hoje o maior número de arquitetos e de urba-nistas poloneses. As oficinas e os escritórios empregam, atual-mente, cêrca de mil e quinhentos arquitetos.Sem dúvida, Varsóvia também é um dos maiores centros euro-peus de realização arquitetônica. É uma obra onde se constróí,anualmente, de 10 a 20.000 moradas em 44 cidades, sem falar emconstruções industriais e comunais, edífícios de utilidade pú-blica e os demais.Tais são, apresentadas em poucas palavras, as razões por quea Polônia pôde apresentar na secção de Arquitetura uma sócidade - Varsóvia. Karol Malcuzynski 402
  20. 20. ARQUITETURA ELISS,A E ALV AR AAL TO sala "hors concours"LA MAISON CARRÉ", Ba~oches, França, 1959.A casa foi construida para Louis Carré, perito francês de arte;trata-se mais de uma quinta ou um palãcio - para residênciado sr. e sra. Carré, como também o lugar para acolher ascoleções de arte de inestimãvel valor, que ai foram incluidasna vida privada, sem qualquer exagero.A casa Carré situa-se na ladeira oeste de uma colina fora deParis entre Versalhes e Chartres. A parte de frente, com suafeição clãssica, oferece, pródiga beleza.17 fotografias e 6 fotocópias.
  21. 21. ARQUITETURA MUSEU NACIONAL DE ISRAEL AL. MANSFELD E DORA GAD sala "hors conc:ours"1 PLANTA GERAL DO MUSEU, 1 fotografia.2 MAQUETE GERAL, 1 fotografia.3 VISTA DA MAQUETE PELO LADO NORTE, 1 fotografia.4 VISTA DA MAQUETE PELO OESTE, 1 fotografia.5 ESBOçO DA SALA DAS EXPOSIÇOES, 1 fotografia.6 ESBOÇO DA SEcçAO DE ARQUEOLOGIA, 1 fotografia. 404
  22. 22. ARQUITETURA ATUAL ARQUITETURA DE CUBA Plano Nacional (1959-1961)ESCOLAS. CIDADE ESCOLAR "CAMILO CIENFUEGOS". QUARTEIS CONVERTIDOS EM ESCOLAS. ESCOLAS RURAIS. ESCOLA NACIONAL PRIMARIA. CENTROS ESCOLARES.ERRADICAÇAO DE BAIRROS INSALUBRES.HOSPITAIS. UNIDADES SANITARIAS. HOSPITAIS RURAIS. HOSPITAIS GERAIS.INSTITUTO NACIONAL DE REFORMA AGRARIA(INRA) VIVENDAS CAMPONESAS PREF ABRICADAS. COOPERATIVAS. GRANJAS DO POVOADO. ARMAZENS DO· PpVOADO.TURISMO. PRAIAS POBLICA PARQUES NACIONAIS. CENTROS TURISTICOS.MERCADOS.CIRCULOS SOCIAIS OPERARIOS.CIRCULOS INFANTiS.PARQUES DESPORTIVOS.RESIDENCIAS. HAVANA DO OESTE. UNIDADE DE RESIDENCIAS "CAMILO CIENFUEGOS" CIDADE DOS CONSTRUTORES.
  23. 23. ARQUITETURA AMANCIO WILLIAMS "sala "hors concours"criar nossa época,orientando-a para o bem:permanente preocupação.criar nossa época em relação ao bem requer: quantoà forma, a invenção e a descoberta, emestrita relação com a matéria e a técnica: quanto àfinalidade, o rumo para o eterno e para a perfeição.época nova - formas novas.formas novas - formas nunca vistas, graças àimensa riqueza de materiais novos, de técnica novas,de conhecimentos novos.uma época termina,outra época nasce.criação, invenção, descoberta,palavras, maravilhosas que designam feitos maravilhosos. criar, inventar, descobrir: funções das mais nobres dos homens. os homens que criam, inventam, descobrem, não pelo simples prazen de exercer seus dotes, não por um capricho, nem glória, nem interesses, mas pelo simples fato de o fazerem baseados no conhecimento profundo, na pesquisa honesta, devem ser considerados como os grandes harmonizadores da vida humana, funçã!> desses homens, desses harmonizadores é, em todos os campos da atividade humana, a técnica, a arte, o pensamento, encontrar a raiz profunda em que se baseiam, sua expressão atual - da sua época - e pelo seu dominio integral, o desenvolvimento e a orientação futura. papel preponderante .representam na harmonização da vida humana, a arquitetura, o urbanismo e suas relações de planejamento. arquitetura: relação harmoniosa e funcional das formas no espaço. urbanismo: ciência da arte de distribuir o tempo e o espaço habitavel. 406
  24. 24. ARQUITETURAno meio de caos de uma época que finda, homenspersistentes, criadores, inventores, descobridores - trabalhamcom amor para todos os homens, na arquitetura e nourbanismo, na arte e na técnica. amancio williams introdução para uma exposição PRIMEIRAS ESTRUTURAS, 1939. 2 CASAS SOBRE O RIO, 1943-1945. Mar deI Plata. 3 SALÃO DE ESPETACULOS E SOM NO ESPAÇO, 1943-1953. 4 AEROPORTO, 1945. Buenos Aires. 5 EDIFíCIO PARA ESCRITóRIOS, 1948. 6 TMS HOSPITAIS, 1948-1953. Corrientes. 7 UM NOVO REVESTIMENTO DE ABOBADA, 1951-1953. 8 CENTRO TECNOLóGICO E ESCOLA INDUSTRIAL, 1960. 9 LOJA DE UMA FABRICA TEXTIL, 1960.
  25. 25. ABáU.ITETURAUM ESTUDO SôBRE A DIVISÃO E A DIREÇÃO DO ESPAÇO ARQUITETôNICO PRISMÁTICO RAFAEL LEOZ DE LA FUENTE sala "hors concours"A arquitetura enfrenta, normailzação numaelementosinevitável, oproolema da série e da atualmente, dos forma que, com-bmaOos mais tarde pelos arqUltetos e oonstrutores, darão lugaraos conjuntos arquitetônicos.Todo o esforço que se faça para aproximar-nos, ainda que oassunto seja tratado, particUlarmente, ou respeito a um VOlumeúnico fundamenta!, será sempre um avanço para a méta alme-jaoa: fazer eoonômicamente uma bôa arquitetura,Não desconhecemos o perigo que existe de impelir a arquiteturapara a monotonia devido aos imperativos de ordem econômica,lJ: êste mesmo temor nos convence de que o volume funda-mental que tentamos encontrar, deverá possuir determmadas ca-racterísticas, que suas· propriedades principais serão, de umlado, a facilidade de construir em série e pré-fabricado, e poroutro lado, uma enorme proliferação de formas diferentes quesão o resultado de harmonizar consigo mesmo o mencionadomodúlo.Devido às técnicas econômicas de hoje referentes à industria daoonstrução: composições metálicas laminadas ou rebitadas decorte inalteraveI, cortes também inalteráveis nas peças de ci-mento armado ou retesado, etc., estamos convencidos de que asestruturas espaciais e com enormes possibilidades plásticas, sãoas estruturas reticUIadas com suportes verticais e vigas h0ri-zontais.O trabalho que agora estamos apresentando, é um estudo deTopologia Combinada Espacial, sôbre "uma divisão e direçãodo espáço arquitetônico prismático". Chegamos conclusivamente,através dêste estudo,.à criação de um novo modulo: O MODULOELE.Pensamos ter atingido elementos de simples realizaçlio, cuja re-petição renovada leva a soluções de variedades infinitas e de 408
  26. 26. ARQUITETURA grande beleza, que ajudarão, extraordinàriamente, o desenvol-. vimento da Arquitetura, devido às caracteristicas que possui êsse Modulo, que são: elasticidade e simplicidade. Rafael Leoz de La Fuente 1 FORMA DE CRISTAL óPTICO ALONGADA. 2 FORMA DE CRISTAL óPTICO OBLONGO. 3 CUBO DE CRISTAL óPTICO. 4 FIGURA DE MADEIRA VERTICAL. 5 PEÇAS "ELE" DE NOGUEIRA EM DOIS CUBOS. 6 PEÇAS "ELE" DE METAL PRATEADO EM DOIS CUBOS. 7 PEÇAS "ELE" DE PLASTICO BRANCO FORMANDO CUBOS. 8 COMPOSIÇÃO VERTICAL EM FORMATO GRANDE DE PEÇAS PLASTICAS EM 4 CORES. 9 COMPOSIÇÃO VERTICAL EM FORMATO GRANDE DE PEÇAS PLASTICAS EM 4 CORES.10 COMPOSIÇÃO VERTICAL EM FORMATO PEQUENO DE PEÇAS PLASTICAS EM CORES.11 PEÇAS "ELE" DE PLASTICO DE VARIAS CORES EM DOIS CUBOS.12 MAQUETAS "ELE" QUADRADAS.13 MAQUETAS "ELE" ROMBOIDAIS.
  27. 27. ARQUITETURACONCURSO INTERNACIONAL PARA ESCOLAS DEARQUITETURATEMA: Projetar, em função do sistema pedagogico vigente, oupreposto, um centro educacional, para determinada comunidade,geogràficamente localizada, em cada Pais de onde proceder otrabalho, comportando os niveis primários e médio de ensino.Deve ser considerada, ao lado do ensino, a recreação correspon-dente. A solução adotada deverá ser justificada, com esclare-cimentos sôbre as condições sociais, econômicas, cllmãticas, etc.,do local considerado.BRASILESCOLA DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DE MINASGERAIS, BELO HORIZONTE. Diretor: Professor José Geraldo deFaria. Autores: Léo de Judã Barbosa (1937), Fernando CorrealCamacho (1936), Haroldo Alves Nogueira (1932), José ExpeditoPrata (1937), Ivan Cupertino Rodrigues (1937), Frank Algot E.Svensson (1934).FACULDADE DE ARQUITETURA DO INSTITUTO MACKENZIE,SAO PAULO. Diretor: Professor Francisco José Esteves Kosuta.Autores: Nelson N. Badra (1933), Miguel Calif (1936),. Nedir Fal-queiro (1935), Aureo Fernandes Faria (1931), Fabio Goldman(1936), Paulo G. Jannini (1936), Laonte KIawa (1937), Lia An-cona Lopes (1936).FACULDADE DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DO RE-CIFE, RECIFE. Diretor: Dr. Evaldo Bezerra Coutinho. Autores:Moisés Agamenon Sampaio Andrade (1939), J6rio José CarneiroBarretto Cruz (1939), Ismael José Cantinho Gouveia (1936).FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVER-SIDADE DE SAO PAULO, SAO PAULO. Diretor: Professor Dr.Luiz Inácio R. de Anhaia Mello. Autores: Julio Barone (1937),Flávio Império (1935), Rodrigo Brotero Lefevre (1936), Sergio P.de Souza Lima (1933), Sergio Ferro S. Pereira (1936), GeraldoGomes Serra (1936), Wanda W. de Souza e Silva (1937). 410
  28. 28. AltÓUIt:E:fuftAF ACU1.DADE NACIONAL DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDA-DE DA BAHIA, SALVADOR. Diretor: Walter Vellosos Gordilho.Autores: PLANEJAMENTO E ARQUITETURA: Wilson Gonçal-ves Angelim (1935), Guarani Valença de Araripe (1926), AntonioCalmon de Brito Neto (1936), Carlos Alberto Reis Campos (1933),Jamil Midlej Hage (1937), Omar Trócoli (1932), Raul José doFranco Vieira (1933); HISTORIOGRAFIA: Maria da ConceiçãoPereira Alves (1937), Isa Vargas Leal (1938), Fernanda Mariade Freitas Muniz (1938), Heloisa Telles de Oliveira (194(}); GEO-GRAFIA URBANA: Eduardo Sérgio Pôrto Antunes (1938), HiltonGerson Costa (1932), Mãrio Mendonça de Oliveira (1936), Evan-dro Pinto Silva (l,937).FACULDADE NACIONAL DE ARQUITETURA DA UNIVERSI-DADE DO BRASIL, RIO DE JANEIRO. Diretor: Raymundo Bar-bosa de Carvalho Netto. Autores: Shigeo Adachi (1937), SylviaFeingold (1938), Wadi Gebara Netto (1937), Luiz Clemenceau deAzevedo Marques (1939), Leonardo Hljdra Tak (1935).ARGENTINAFACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVER-SIDADE NACIONAL DE CORDOBA, CORDOBA. Diretor: Arqui-teto Luis A. Rébora. Autor: Miguel Angel Roca.FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVER-SIDADE DE TUCUMAN, SAN MIGUEL DE TUCUMAN. Diretor:Eng.José Roberto Galíndez.Bí:LGICAESCOLA SUPERIOR DE BELAS ARTES, LIEGE. Diretor: HenriSteenwinckel.INSTITUTO SUPERIOR DE ARQUITETURA DE SAO LUCAS,BRUXE~AS. Diretor: René Collin. Autor: Didier Gillon (1938).INSTITUTO SUPERIOR DE ARQUITETURA DE SAO LUCAS,GAND. Diretor: Louis Van Mechelen.
  29. 29. ARQu1TETu1ACÁNADAESCOLA DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE MACGILL.MONTREAL. Diretor: Prof. John Bland. Autor: Colman Klein(1937).ESPANHAESCOLA TECNICA SUPERIOR DE ARQUITETURA DE MADRID.MADRID. Diretor: Pascual Bravo Sanfeliu. Autores: Julio Vi-daurre Jofre (1926). Fernando de Terán Troyano (1931). JuanManuel Alonso Velasco (1931).ESTADOS UNIDOSDEPARTAMENTO DE ARQUITETURA DO INSTITUTO POLI-TECNICO DA VIRGINIA. BLACKSBURG. Diretor: Leonard J.Currie. Autores: estudantes do 3.0 ano.FlNLANDIADEPARTAMENTO DE ARQUITETURA DO INSTITUTO DE TEC-NOLOGIA. HELSINQUE. Diretor: Professor Antero Femaja.Autor: Amo Aulis Savela (1935).FRANÇASECÇAO DE ARQUITETURA DA ESCOLA NACIONAL SUPE-RIOR DE BELAS ARTES. PARIS. Diretor: Nicolas Untersteller.GRÃ-BRETANHAESCOLA DE ARQUITETURA DO INSTITUTO DE ARTE DEEDIMBURGO. EDiMBURGO. Diretor: Ralph Cowan. Autores:alunos do 4.0 e 5.0 ano de arquitetura.HOLANDAFACULDADE DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE TECNO-LóGICA. DELFT. Diretor: Professor Eng. C. Wegener Sleeswijk.Autores: Jan Willen (1935). Jakob Heemskerk (1931). LutherusDick Looysen (1927). Jon Kristinsson (1936). 412
  30. 30. AttOUITETUitAISRA:El.FACULDADE DE ARQUiTETURA DO INSTITUTO DE TECNO-LOGIA DE ISRAEL, HAIFA. Diretor: General Y. Dori. Autores:Eli Attia (1936), Dan Even-Ur (1938), Arieh Peled (1938).ITÁLIAFACULDADE DE ARQUITETURA DO INSTITUTO POLITÉCNICODE MILÃO, MILAO. Diretor: Prof. Arquiteto Piero Portaluppl.Autores: Giorgio Bay (1933), Alberico Belgioioso (1938), FaustoColombo (1937). Pier Luigi Crosta (1937), Guido Ferrante (1936),Giorgio Ferraresi (1937), Giorgio Longoni (1936), Franco Micolitti(1937), Liliana Padovani (1938), Cesare Pellegrini (1938), AugustoRossari (1938).INSTITUTO UNIVERSITARIO DE ARQUITETURA, VENEZA.Diretor: Professor Giuseppe Samonà. Autores: Lucia Fassina,Carla Savinl, Ettore Vio e Gianni Zanon.IUGOSLAVIAFACULDADE DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DE BEL-GRADO, BELGRADO. Diretor: Professor Djurdje Boskovic. Au-tores: Slobodan Masic (1939), Velimir Spernjak (1936), VlatkoTodorovic (1936).FACULDADE DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DE ZA-GREB, ZAGREB. Diretor: Prof. Eng. Rudolf Broz. Autores: IvoCizmek (1937), Fran Dulclc (1937), Branimir Janjic (1936), VeljkoMunk (1938), Igor Ostrogovic (1935), Nenad Paulic (1936), AnteRadas (1936).JAPAODEPARTAMENTO DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DEKANTO GAKUIN, TÓQUIO. Diretor: Ichiro Adachi. Autores:Kazuo Kanetsuna (1940), Takesi Kato (1940), Katsutoshi Kurachi(1938), Nobutoshi Maeda (1937), Kanoo Okamura (1940), OsamuSakai (1940), Itaru Sasaki (1935).DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DETóQUIO, TóQUIO. Diretor: Takashl Hirayama. Autores: HiroshlHara (1936), Hisao Kohyama (1937), Toshiyuki Kubo (1936), Su-
  31. 31. Ã1âUITETURÃmina0 Murakami (193!», Shinji Shimoyama (1937), SadakichiShin (1935), Kenjiro Shionoya (1936), Yoshiharu Suzuki (1936),Kimio Takano (1936), Akira Tsuchida (1937), Kei Uesugi (1936),Kohzo Yamamoto (1936).ESCOLA DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DE W ASEDA,TóQUIO. Diretor: Shindo Akashi. Autores: 1.0 ano: Hiroo Ichi-kawa (1937), Yutaka Kurokawa (1937), Jun Shirai (1935), Take-shita (1936); 2.° ano: Takefumi Aida (1936), Ichiro Akagi (1934),Masaya Fujimoto (1936), Yuji Ishige (1938), Toshio Masuyama(1936), Yoshiharu Sawayanagi (1937), Masaaki Shimoyama (1936),Jun Suzuki (1935); 3.0 ano: Emiko Fukui (1940), Takaaki Ishii(1938), Yusuru Iwata (1938), Kinya Maruyama (1940), TadahitoMori (1940), Takahisa Ogawa (1938), Takeo Oizumi (1940), TamonOkuta (1938), Yoshi Saito (1938), Takamasa Ujiie (1935).MçXICOESCOLA DE ARQUITETURA DA UNIVERSIDADE DE GUADA-LAJARA, GUADALAJARA. Diretor: Arquiteto Jaime CastielloCamarena. Autores: Felix Ortega Aceves (1938), Jorge FernandezCantú (1938), Moises Rios Estrada (1935), Leopoldo Font Fernan-dez (1938), Xavier Castellanos Gonzãlez (1935), Luis León EspinoInigo 1936), Antonio Vasquez Santiago (1938), Armandi IbarraSube (1939), Hector Galvez Zapata (1939).ROMENI,AINSTITUTO DE ARQUITETURA "ION MINCU", BUCARESTE.Diretor: Professor Arq. A. Damian. Autores: Marina Bordenache(1941), Gheorghe Chira (1939), Atanas Nedialcov (1936), AndreiOsulfiev (1939), lona Stoican (1940). 414
  32. 32. ARQUITETURAEXPOSIÇÃO INTERNACION,AL DE ARQUITETURABRASILSeleção a cargo do Instituto de Arquitetos do Brasil.ABELARDO GOMES DE ABREU (1929)CASA DE VERANEIO NA PRAIA, 1960. São Sebastião, Estadode São Paulo.OSWALDO ARTHUR BRATKE (1907)PLANEJAMENTO PARA DETERMINADA CONCENTRAÇÃO HU-MANA, 1959-1960. Vila Amazonas, Território Federal do Amapã.CASA DE VERANEIO, 1960. Ubatuba, Est. S. Paulo.NICOLAI FIKOFF (1927)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1959-60. Petrópolis, Est. S. Paulo.CARLO BENVENUTO FONGARO (1915)RESID~NCIA PARA FINS DE SEMANA, 1958. Guarujã. Estadode São Paulo.JOSf: BINA FONYAT FILHO (1918)EDIFíCIO DE APARTAMENTOS, 1958. Salvador, Est. da Bahia.MOTEL, 1960. Brasllia, Est. de Goiãs.MARCELO ACCIOLY FRAGELLI (1928)POSTO DE PUERICULTURA, 1959-1960. Rio de Janeiro, Estadoda Guanabara.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1960-61. Rio de Janeiro, Est. da Gua-nabara.JOSf: CLAUDIO GOMES (1928)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1954-1955. Uberaba, Est. de MinasGerais.CONJUNTO RESIDENCIAL DE BAIXO CUSTO, 1956-1957. SãoPaulo, Est. de São Paulo.OSWALDO CORR:f:A GONÇALVES (1917)EDIFíCIO PARA A ESCOLA DO S. E. S. C. - S. E. N. A. C., 1956.Bauru.OSWALDO CORR:f:A GONÇALVES (1917)RUBENS CARNEmO VIANA (1914)
  33. 33. ARQUITETURARICARDO SIEVERS (1922)EDIFiCIO ESCOLAR DO S.E.S.C. e S.E.N.A.C., 1957. Marília, Est.de São Paulo.LUCIO GRlNOVER (1934)ESCOLA DE APRENDIZADO INDUSTRIAL, 1958-1961. S. Paulo,Estado de São Paulo.ESCOLA DE APRENDIZADO INDUSTRIAL, 1959-1960. SantaBárbara do Oeste, Est. de São Paulo.JOAQUIM MANOEL GUEDES SOBRINHO (1932)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1958. S. Paulo. Est. de S. Paulo.EDIFíCIO PARA FORUM, 1960. Itapira, Est. de S. Paulo.r~~;,JOSf: MARIA MONFORT GUIX (1934) HABITAÇÃO INDIVIDUAL DE BAIXO CUSTO, 1960. S. Paulo, Est. de São Paulo. HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1960. São Paulo, Est. de São Paulo.ROLF WERNER HOTHER (1927)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1958. Rezende, Est. do Rio.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1959. Rezende, Est. do Rio.ELIAS KAUFMAN (1928)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1959. Itaipava, Est.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1961. Teres6polis, Est. do Rio.LUCJAN KORNGOLD (1900)EDIFíCIO DA BOLSA DE CEREAIS, 1955-1960. São Paulo, Estadode São Paulo.PALACIO DO·COMf:RCIO, 1956-1959. São Paulo, Est. de São Paulo.CARLOS ALBERTO CERQUEffiA LEMOS (1925)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1960. São Paulo, Est. de São Paulo.DAVID LIDESKIND (1928)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1961. S. Paulo, Est. de S. Paulo.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1961. S. Paulo, Est. de S. Paulo.LAURO DA COSTA LIMA (1917)EDIFíCIO DE APARTAMENTOS PARA FIM DE SEMANA, 1958.São Vicente, Est. de São Paulo. 416
  34. 34. ARQUITETURANESTOR LINDEMBERG (1926)SEDE SOCIAL E PISCINA DE UM CLUBE, 1960. Cotia, Estadode São Paulo.NEY MARCONDES (1924)HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1957. São Paulo, Est. de São Paulo.HELIO RmAS MARINHO (1924)MARCOS KONDER NETTO (1927)MONUMENTO AOS MORTOS DA SEGUNDA GUERRA MUN-DIAL. 1957-1960. Rio de Janeiro, Est. da Guanabara.RESID:tNCIA DE VERANEIO, 1960-1961. Nogueira, Est. do Rio.ICARO DE CASTRO MELLO (1913)EDIFíCIO PARA ESCRITóRIO, 1960. Cubatão, Est. de S. Paulo.CARLOS BARJAS MILLAN (1927)HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1960. São Paulo, Est. de São Paulo. -, i;J; :,c>EFABIO EDUARDO KOK DE SA MOREmA (1933)RUTH DO VALLE KOK DE SA MOREIRA (1934)CONCHA ACúSTICA E AUDITóRIO DA UNIVERSIDADE DOCEARA. 1958-1959. Fortaleza, Est. do Ceará.JORGE MACHADO MOREmA (1900HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1957. Rio de Janeiro, Est. da Gua-nabara.HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1958. Rio de Janeiro, Est. da Gua-nabara.JORGE MACHADO MOREIRA (1!104)E ARQUITETOS COT,ABORADORES DO ETCUBEDIFíCIO PARA OFICINA G:qAFICA DA CIDADE UNIVERSI-TARIA, 1961. Rio de Janeiro, Est. da Guanabara.RODt)T,PHt) I?RTENBI-AD FIT,HO .(1927)HABITACAO INDIVIDUAL, 1957, São Paulo, Est, de São Paulo,HABITAÇAO INDIVIDUAL. 1958, São Paulo, Est. de São Paulo,DAVID A. B. OTTONI (1927)HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1960. São Paulo, EBt, de São Paulo,
  35. 35. ARQUITETURAARNALDO FURQUIM PAOLIELLO (1927)FERNANDO J. R. MOREmAHABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1957. São Paulo, Est. de São Paulo.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1959. São Paulo, Est. de São Paulo.FABIO MOURA PENTEADO (1929)ALFREDO PAESANIESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE AGUAS, 1958. Campinas, Est.de São Paulo.WIT-OLAF PROCHNIK (1929)PAVILHÃO PARA FINS DE RECREAÇÃO, 1957. Rio de Janeiro,Est. da Guanabara.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1958-1960. Rio de Janeiro, Estadoda Guanabara.VICTOR REIF (1909)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1959. São Paulo, Est. de São Paulo.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1961. São Paulo, Est. de São Paulo.FLAVIO ALBERTO DE SOUSA REIS (1933)ELISABETH VIDOR DE SOUSA REIS (1935)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1961. São José dos Campos, Estadode São Paulo.PAULO A. MENDES DA ROCHA (1928)GINASIO COBERTO DO CLUBE ATLÉTICO PAULISTANO, 1961.São Paulo, Est. de São Paulo.ARY GARCIA ROZA (1911)SEDE ADMINISTRATIVA DO BANCO DO BRASIL, 1958. Bra-sília. D. F.WOLFGANG SCHOEDON (1924)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1957-1960. S. Paulo, Est. de S. Paulo.HEITOR FERREmA DE SOUZA (1931)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1957-1958. S. Paulo, Est. de S. Paulo.ROGER ZMEKHOL (1928)HABITAÇÃO INDIVIDUAL. São Paulo, Est. de São Paulo. 418
  36. 36. ,ARóuiTETURÂAnCÊN1INASeleção a cargo do Centro de Arquitetos de Rosário.EDMUNDO ZAMBONI J. (1932)RESIDÊNCIA PRÉ-FABRICADA, 1959. Roldán, Santa Fé.CANADÁSeleção a cargo do Insiiiuto Real de Arquitetura doCanadá.JEROME MARKSON (1929)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1960. Hamilton, Ontario.CHINASeleção a cargo do Museu Histórico Nacional de Taipei.YAN CHO-CHENG (1915)GRANDE HOTEL EM TAIPEI, 1956. Taipei.MESQUITA, 1959. Taipei.YU YUEN-CHEN (1917)UNIVERSIDADE NACIONAL, 1960. Talpei.CHOU TSENG-HAN (1917)EDIFíCIO PARA FINS DE ENSINO.HENRY TSENG &Y. S. WANG ARCHITECTS ASSOCIATIONTEMPLO DE CONFúCIO, 1961. Taiwan.HSIU TSE-LAN (1925)HOTEL PARA PROFESSORAS, 1961. Taiwan.ESPANHASeleção a cargo do Colégio de Arquitetos de Espanha eInsiiiuto de CuUura Hispanica.
  37. 37. .tOst t.tiis FERNANDt~ DI!:L A~O (1914)NúCLEO RESIDENCIAL PARA COLONIA AGRíCOLA.Vegaviana, Cacéres.NÚCLEO RESIDENCIAL PARA COLONIA AGRíCOLA.Saladares; Alicante.NúCLEO RESIDENCIAL PARA COLôNIA AGRíCOLA.Villalba-Calatrava, Ciudad ReaLESTADOS UNIDOSSeleção a cargo do IDstilulo Americaao de Arquüetos.BAY GROUP ASSOCIATESPAVILHAO PARA MOSTRAS. San Rafael, Calif6rnia.BIRKERTS AND 8TRAUBRESID:tNCIA DE VERANEIO. Northville, Michigan.VICTOR CBBlST-.JANER AND ASSOCIATESHABITAÇAO COLETIVA. Painesville, Ohio.MARIO J. CIAMPIESCOLA PRIMARIA FERNANDO RIVERA. Daly City, Calif6rnia.CIlABLES R. COLBERTHABITAÇAO INDIVIDUAL. New Orleans, Louisiana.BlCHARD DORMAN AND ASSOCIATESRESTAURANTE "IVORY TOWER", Santa MÔnica, Callf6rnia.BERTZKA AND KNO~SEDIFíCIO CROWN ZELLERBACH. San Francisco, Calif6rnia.BENRY BILLCAPELA DO MOLINE PUBLIC HOSPITAL. Moline, Illinois.PBILIP JOBNSONIGREJA. New Hannony, Indiana.EDIFíCIO PARA UM REATOR NUCLEAR. Rehovot, Israel.WEED-JOBNSON ASSOCIATESESCRITORIOS E LOJAS DA COPPERTONE CORPo Miami, Flo-rida. 420
  38. 38. A:tiQUITE1u:RA1. M. PEI AND ASSOCIATÉSHOTEL HILTON. Denver, Colorado.SKIDl10RE, OWINGS AND MERRILLEDIFíCIO CENTRAL DAS INDUSTRIAS PEPSI-COLA. NewYork, New York.KILLINGSWORTH BRADY SMITH AND ASSOCIATESEDIFíCIO PARA FINS COMERCIAIS. Long Beach, Californía.EDWARD DURELL STONEEDIFiCIO DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS. New De-lhi, Indiana.HUG STUBBINS AND ASSOCIATESEDIFíCIO DA IGREJA UNITÁRIA. Concord, New Hampshire.JOHN CARL WARNECKE AND ASSOCIATESEDIFíCIO DE APARTAMENTOS, PaIo Alto, California.MINORU YAMASAKIESCRITóRIOS CENTRAIS DA REYNOLDS METAIS CO. Detroit,Michigan.FINLANDIASeleção a cargo do Museu Finlandês de Arquitetura.~... _~i.-;s:....,).r,",_., - ~_ - " _ ._-"~---...>_TOIVO KORHONEN (1926)JAAKKO LAAPOTTI (1931)EDIFíCIO DE APARTAMENTOS, 1958. Tapiola.REIMA PIETILA (1923)PAVILHAO PARA UMA EXPOSIÇAO, 1958. Bruxelas, Bélgica.KAlJA SIRJ!iN (1920)HEIKKI SIREN (1918)EDIFíCIO PARA FINS RELIGIOSOS, 1957. Helsinque.GABRIEL VILJO REVELL (1910)BLOCO DE APARTAMENTOS, 1958. Tapiola.EMIL AARNO RUUSUYUORI (1925)ATELIll: FOTOGRAFICO. Helsinque.
  39. 39. ARQUItEtURAtRANÇA.Seleção a cargo da União Iniernacional de Arquüeios.EMILE AILLAUD (1902)NúCLEO RESIDENCIAL, 1954-1959. Bobigny, Sena.NúCLEO RESIDENCIAL, 1955-1959. Pantin.CRECHE, 1960. Pantin.ANDR~ AUBERT (1905)EDIFíCIO PARA :FINS COMERCIAIS, 1958-1961.PIERRE DUFAU (1908)ESCOLA.GUILLAUME GILLET (1912)IGREJA DE NOSSA SENHORA DE ROYAN. 1958. Royan.GUY LAGNAEAUMICHEL WEILLJEAN DIMITRlJEVICJEAN PERROTETNúCLEO RESIDENCIAL, 1958 1959. Fontenay aux Roses.LIONEL MIRABAUD (1916)JEAN CHEMINAU (1916)CONJUNTO RESIDENCIAL, 1959-1960. Croissy sur Seine, Seineet Oise.PAUL TOURNONANDRE DEVILLIERSPIERRE VERDIEREDIFíCIO DA RADIO EMISSORA DE ESTRABURGO, 1956-1960.Estrasburgo.PIERRE VAGO· (1910)FRITZ BORNEMANN (1912)EDIFíCIO DA BIBLIOTECA DE BON, 1960. Bon.PIERRE VAGOANDR~ LE DONN~PIERRE PINSARDE. FREYSSINETBASíLICA DE S. PIO X, 1958. Lourdes.HENRI VICARIOT (1910)GARE DO AEROPORTO DE ORLY, 1961. Paris. 422
  40. 40. ARQUITETURAGRA-BRETANHASeleção a cargo do Instituto Real dos Arquitetos Britâ-nicos sob o patrocínio do Conselho Britânico.HUBERT BENNETT (1909)EDIFíCIO ESCOLAR PARA CRIANÇAS DEFEITUOSAS, 1957.Hampstead, Londres.INSTITUTO DE ENSINO SECUNDARIO PARA MOÇAS, 1959.Wandsworth, Londres.NúCLEO RESIDENCIAL PARA DETERMINADA CONCENTRA-ÇAO HUMANA NOS ARREDORES DE LONDRES, 1959. Roehamp-ton Lane, Londres.PETER HUGH GmARD CHAMBERLIN (1919)GEOFFREY CHARLES HAMILTON POWELL (1920)CHRISTOF RUDOLPH BON (1921)ESCOLA ELEMENTAR, 1956. Kensington, Londres.JAMES W. A. CUBITT (1914)FELLO ATKINSON (1919)STEFAN BUZAS (1915)EDIFíCIO DO COLÉGIO TECNOLóGICO DE KUMASI, 1955.Kumasi, Ghana.FRANK COLLINS (1910)JAMES MELVIN (1912)EDMUND WARD (1912)BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE DE SHEFFIELD, 1959. Shef-field.W. D. LACEY (1923)L. H. BLOCKLEY (1917)N. R. GOODWIN (1932)ESCOLA PRIMARIA MIXTA. Milão, Itália.DENYS LASDUN (1914)HABITAÇAO COLETIVA, 1960. Londres.LEONARD SULLA MANASSEHIAN CRAMPTON BAKER (1923)GINASIO RUTHERFORD, 1960. Londres.
  41. 41. ARQUITETURAPHILJP POWELL (1921)HIDALGO MOYA (1920)EDIFíCIO DO HOSPITAL "PRINCESS MARGARET".LEONARD GRANGE VINCENT (1915)NÚCLEO RESIDENCIAL PARA DETERMINADA CONCENTRA-ÇAO HUMANA, 1959. Stevenage New Town.JOHN VICTOR WALL (1914)EDIFíCIO PARA UM INSTITUTO DE ENSINO PRIMARIO ESECUNDARIO, 1959. Matson Lane, Gloucester.HOLANDASeleção a cargo da Associação de Arquite:tos Holandeses.B. BIJVOET (1889)G. H. M. HOLT (1904)TEATRO MUNICIPAL DE NIJMEGEN, 1961. Nijmegen.A. BODON (1906)J. P. van BRUGGENG. DREXHAGEJ. J. STERKEBURGEDIFíCIO PARA FINS COMERCIAIS, 1960. Rotterdam.PLANEJAMENTO PARA UMA DETERMINADA CONCENTRA-çÃO HUMANA, 1961. Amsterdam.G. H. M. HOLT (1904)K. P. THOLENS (1882)TEMPLO CATóLICO, 1953. Amsterdam.G. RIETVELD (1888)HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1959. Ilpendam.J. H. van den BROEK (1898)J. B. BAKEMA (1914)EDIFíCIO DE ~PARTAMEro."TOS, 1960. Berlim, Alemanha.EDIFíCIO PARA FINS DE ENSINO, 1957. Delft.J. A. G. van der STEUR (1899)A. P. WESSELMAN van HELMONDB (1908)H. C. STANDLANDER (1923)EDIFíCIO PARA FINS INDUSTRIAIS, 1957. Nijmegen. 424
  42. 42. ARQUITETUBAW. van TIJi!:N (1894)M. BOOM (1920)J. POSNO (1919)ASILO PARA VELHOS, 1958. Amsterdam.J. J. M. VEGTER (1906)SALA DE RECEpÇÃO DO COUNTY COUNCIL, 1955. Arnhem.HUNGRI·ASeleção a cargo do Instituto de Relações Culturais como Exterior.LASZLó BAJNAYEDIFíCIO PARA UMA INDUSTRIA QUIMICA.IPOLY FARKASISTVAN MENYHARDEDIFíCIO PARA UMA INDUSTRIA DE METAIS. Székesfehérvar.ZOLTAN GULYASEDIFíCIO DE APARTAMENTOS, 1959-1960. Budapest.LASLó HÓKAEDIFíCIO DO INSTITUTO CENTRAL DA ACADEMIA DASCI:kNCIAS HUNGARAS PARA PESQUISAS QUIMICAS, 1961.BÉLA PINTÉRHABITAÇAO INDIVIDUAL, 1959. Budapest.ITÁLIASeleção a cargo da Federação da Ordem dos Arquitetosda Itália.CARLO AYMONINO (1926)CARLO CHIARINIBALDO DE ROSSI
  43. 43. ARQUITETURAMARCELLO GffiELLICAMARA DE COMÉRCIO, INDúSTRIA E AGRICULTURA, 1956-1960. Carrara.LODOVICO B. BELGIOJOSOENRICO PERESSUTTIERNESTO N. ROGERSHABITAÇAO COLETIVA, 1955-1957. Milão.HABITAÇAO COLETIVA, 1956-1958. Milão.CARLO COCCHIA (1903)NúCLEO RESIDENCIAL, 1956-1957. Véttica di Amalfi, Nápoles.ADOLFO DE CARLOANDREA MORANGELO SmILLALUDOVICO QUARONIIGREJA DA SAGRADA FAMíLIA, 1958. Gênova.GIULIO DE LUCA (1912)HOSPITAL PARA DOENÇAS INFECCIOSAS, 1961. Nápoles.MARIO FlORENTINO (1918)NúCLEO RESIDENCIAL, 1958-1960. Roma.COLÉGIO-CLUB PARA ESTUDANTES, 1959-1960. Nápoles.GIOVANNI GANDOLFI (1915)NúCLEO RESIDENCIAL, 1955. ForIi.IGREJA DE SAO PIER DAMIANO, 1958. Ravena.MARIO GHEDINA (1909)FRANCESCO URAS (1911)RICCARDO NALLl (1908)ESTADIO OLíMPICO DO GÉLO, 1955. Cortina dAmpezzo.GIUSEPPE GORI (1906)ENZO GORI (1911-1956)RICCARDO MORANDIERNESTO NELLI (1912)PONTE VESPUCCI, 1957. Florenç,a.RICCARDO MORANDI (1902)SALAO SUBTERRANEO PARA A EXPOSIÇAO DO SALAO DEAUTOMÓVEIS, 1959. Turim. 426
  44. 44. ARQUITETURAPIER LUIGI NERVI (1891)ANTONIO NERVIPALACIO DO TRABALHO, 1960-1961. Turim.GIUSEPPE NICOLOSI (1901)AULA MAGNA DA UNIVERSIDADE DE PERUGIA, 1958. Perugia.IGREJA, 1959. Terni.HOTEL, 1960. Spoleto.VINCENZO PASSARELLI (1904)FAUSTO PASSARELLI (1910)LU CIO PASSARELLI (1922)ESCOLA "NOTRE DAME", 1958. Roma.~.,-~.-VINCENZO PASSARELLI (1904)FAUSTO PASSARELLI (1910)LU CIO PASSARELLI (1922)MAURIZIO VITALE (1927)EDIFíCIO-SEDE DO GRUPO INDUSTRIAL B.P.B., 1958-1960.Roma.LUDOVICO QUARONI (1911)IGREJA DE SÃO FRANCO, 1954. Francav1lla.MAURIZIO VITALE (1927) - Chefe da Equipe Italiana e seuscolaboradores:TOMMASO VALLE (1934)GIORGIO SIMONCINI (1929)GIULIO LAFUENTE (1921)OSCAR HANSEN - Chefe da Equipe PolacaMONUMENTO COMEMORATIVO DE AUSCHWITZ, Auschwitz,PolÔnia.GIUSEPPE SAMONA (1898)SEDE DOS ESCRITóRIOS DA I.N.A.I.L., 1956-1960. Veneza.MÉXICOSeleção a cargo do Instituto Nacional de Belas Artes.Departamento de Arquitetura.AUGUSTO H. ALVAREZ (1914)EDIFíCIO DE APARTA:tVIENTOS, 1958. México D.F.
  45. 45. ARQUITETURAEDIFíCIO PARA ESCRITóRIOS, 1959. México D.F.HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1960. México D.F.CONRADO MONTA~O AUBERT (1925)HABITAÇÃO INDIVIDUAL, 1956. México D.F.EDIFíCIO DE APARTAMENTOS, 1957-1958. D.F.EDIFíCIO PARA UM MERCADO, 1959. Ciudad Juarez.FELIX CANDELA (1910)IGREJA DA VIRGEM DA MEDALHA MILAGROSA, 1954. Mé-xico D.F.EDIFíCIO PARA A SECÇÃO DE ENGARRAFAMENTO DE UMAFABRICA, 1959. México.EDIFíCIO PARA UMA INDÚSTRIA, 1960. México D.F.VLADIMIR KASP~ (1910)ESCRITóRIO CENTRAL DE UM SUPERMERCADO, 1960. Mé-xico D.F.SALVADOR DE ALBA MARTINEDIFíCIO PARA UMA ESCOLA PRIMARIA, 1959. Lagos de Mo-reno, Jalisco.EDIFíCIO PARA UMA ESCOLA NORMAL, 1960. Lagos de More-no, Jalisco.RESIDÊNCIA, 1960. Guadalajara, Jalisco.HECTOR MESTRE (1909)EDIFíCIO PARA ESCRITóRIOS, 1956. México D.F.EDIFíCIO PARA ESCRITÓRIOS, 1958. México D.F.EDIFíCIO PARA ESCRITÓRIOS, 1961. México D.F.MANUEL ROSEN MORRISON (1926)RESIDJ1:NCIA, 1956. México D.F.CENTRO CINEMATOGRAFICO, 1959. México D.F.EDIFíCIO PARA UM CENTRO DE PESQUISAS, 1960. México D.F.ALEJANDRO PRIETO POSADA (1924)NÚCLEO RESIDENCIAL DE TIPO POPULAR, 1960. San .Jer6ni-mo, México D.F.NÚCLEO RESIDENCIAL DE TIPO POPULAR. Manzanillo, Co-lina. 428
  46. 46. ARQUITETURAREINALDO PEREZ RAYON (1918)CONJUNTO DE EDIFíCIOS PARA FINS DE ENSINO, 1958-1961.Zacatenco, México D.F.PEDRO RAMIREZ VAZQUEZ (1919)PAVILHAO DE MÉXICO NA EXPOSIÇAO INTERNACIONAL DEBRUXELAS, 1958. Bruxelas, Bélgica.EDIFíCIO PARA ENSINO EM ZONA RURAL, 1959-1960.EDIFíCIO PARA O MUSEU DIDATICO DA mSTóRIA DE ~­XICO, 1960. Chapultepec.MOÇAMBIQUESeleção a cargo do Centro de Informações e Turismode Moçambique.AMANCIO DALPOIM GUEDES (1925)HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1953. Lourenço Marques.CONJUNTO DE HABITAÇõES INDIVIDUAIS, 1954. LourençoMarques.HABITAÇAO COLETIVA, 1958. Lourenço MarquesPER(íSeleção a cargo da Sociedade de Arquiteios do Perú.SANTIAGO AGUBTO CALVOPLANEJAMENTO PARA DETERMINADA CONCENTRAÇJlOHUMANA, 1953. La Victorla, Lima.PLANEJAl4ENTO PARA DETERMINADA CONCENTRAÇAOHUMANA, 1954. LInce, Lima.CENTRO RECREATIVO POPULAR, 1955. Huampan1, Lbna.FERNANDO SANCREZ GRIBANCAPELA DE SAO 10AO 4POSTOLO, 1950. Pueblo Ubre, LIma.
  47. 47. ARQUITETURAPORTUGALSeleçií.o a cargo do Sindicato Nacional de Arquitetos.ANTONIO. AURIl:LIO (1931)EDIFíCIO PARA FINS INDUSTRIAIS. 1959. Alcobaca.SALVADORSeleção a cargo da Direção Geral de Belas Artes.RENATO ROMEROHABITAÇAO INDIVIDUAL, 1956. Sant Ana.SUIÇASeleção a cargo da Federação dos Arquitetos Suíços.ERNESTE BBANTSCHEN (1922)IGREJA, 1958-1959. Winkeln.JEAN GUEBELIN (1925)CAPELA, 1958. Nesselnbach, Canton Aargau.REFORMA DE UMA LOJA, 1958. Francfort, Alemanha.HABITAÇAO INDIVIDUAL, 1959. Aegeri, Canton Zoug.FRITZ HALLER (1924)ESCOLA PRIMARIA, 1958-1959. Soleure.HANS HUBACHER (1916)ANNEMARIE HUBACHFt (1921)IGREJ_" 1960. Zollikerberr;.JACQUES SCHADER (1917)ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR FREUDENBERG, 1957. Zurique. 430
  48. 48. ARQUITETURAJAKOB ZWEIFEL (1921)EoIFíCIO PARA FÉRIAS NO CAMPO, 1956-1957. Gaesi, Walensee.EDIFíCIO DE APARTAMENTOS PARA AS ENFERMEIRAS DOHOSPITAL CANTONAL, 1958-1959. Zurique.HABITAÇÃO COLETIVA, 1959-1960. Zurique.URUGUAISeleção a cargo da Sociedade de Arquitetos do Uruguai.JORGE GEILLE (1918)MONUMENTO, 1953. Ciudad de Treinta y Treis. (Cidade deTrinta e Três).MARIO PAYSS~ REYESHABITAÇAO INDIVIDUAL, 1955. Montevideu.SEMINARIO ARQUIDIOCESANO, 1958. Montevideu.
  49. 49. ALÉlMANHA ANTIi:. HAS HOLANDESAS ARGENTINA AUST RALIA AUSTRIA BE LGICA BOLIVIA BR ASIL BULGARIA CA NADA CHILE CHIN A COLOMBIA COST A DE MARFIM CUB A EQUADOR ESPAN HA ESTADOS UNID OS FINLANDIA FR ANÇA GRA-BRETA NHA GRECIA GUAT EMALA HOLANDA HUNGRIA INDIA IS RAEL ITALIA IUGO SLAVIA JA1-AO LU XEMBURGO MEXI CO NIGERIA PANAMA PARAGUAI PE RU POLONIA PORTUGAL REPUBLICAARABE UNIDA ROMENIA RUSSIA SAL V ADOR SUECIA SUIÇA TCHECOSLOVAQUIA TURQUiA URUGUAI VENEZUELA VIET-NAM UNIAO PANAMERICANA ALEMANHA ANTILHAS HOLANDl!.SAS ARGENTINA AUSTRALIA AUSTRIA BELGICA BOLIVIA BRASIL BULGARIACANADA CHILE CHINA COLOMBIA COSTA DE MA,,,FIMCUBA EQUADOR ESPANHA ESTADOS UNIDOS FINLANDIAFRANÇA GRA-BRETANHA GRECIA GUT E A T R o ATEMALA HOLAND A HUNGRIA INDIA ISRAEL ITALIA IUG . OSLAVJA JAPAO LU XEMBURGO MEXI CO NIGERIA PANA MA PARAGUAI PE RU POLONIA PORT UGAL REPUBLICA ARABE UNIDA RO MENIA RUSSIA SA LVADOR SUECIA S
  50. 50. TEAlROÀ. 11I BIENAL DAS ARTES PLÁSTICAS DE TEATROAo realizar a lU Bienal das Artes Plásticas de Teatro, no qua-dro da VI Bienal de São Paulo, o Museu de Arte Moderna temcerteza de não haver sucumbido a uma rotina, e, ao contrário,está ciente de que se aproxima cada vez mais do ideal deexpor um panorama da expressão artística. moderna, no campoda arquitetura, da cenograf,a, da indumentária e da técnica doteatro.O objetivo dêste certame internacional sempre foi o de oferecerao público brasileiro, desprovIdO de tradição cênica, um paineldidático das artes plásticas do espetácWo, desde as suas maisremotas manifestações, bem como um levantamento das obrasatuais, a fim de permitir o balanço das últimas experiências, e,talvez, indicar um caminho para o futuro.Dentro dês se critério amplo, que visava não limitar as exposi-ções mas dar-lhes a maior flexibilidade, os certames anterioresmostraram os diferentes estilos e escolas de cenografia e de in-dumentária, solidános com os textos que lhes deram origem, evariadas pesquisas técnicas e arquitetõnicas. Podia-Se admirar,assim, a vitalIdade de formas artistiCas do passado, tratadas deacôrdo com as modernas exigências estéticas, como na sala fran-cesa da I Bienal; as perspectivas do Renascimento italiano, nosegundo certame; as obras fundamentais de Appia, na contribui-ção suíça à I Bienal, apontando as linhas do espetáculo contem-porâneo; uma expressiva seleção das produções austríaca e che-coslovaca, respectivamente l}a prImeira e na segunda mostra,merecedoras, aliás, das medalhas de ouro destinadas ao país me-lhor representado; os esforços de reconstrução e construção ar-quitetõnica da Alemanha no após-guerra, na I Bienal; uma visãodo teatro universitário norte-americano e o Teatro ONem, noqual se apresentaram peças do autor de "Longa jornada noiteadentro" e conferências e projeções sôbre a sua obra; e tantosdesenhos e fotografias dos outros países, que atenderam ao apêlodo Museu para expor o seu acêrvo teatral.Mais de dez países figuram nêste terceiro certame, e vAriascontribuições novas asseguram-lhe o interêsse e o êxito. COmose trata de bienal, a preocupação maior deve ser a de reuniros trabalhos de cada biênio. Espera-se, dessa forma, que a su-
  51. 51. TEATRO cessão das amostras represente uma súmula das principais mon-tagens internaclonais, realizadas nesses períodos. vamos acostu-m:.nCio-nos a acompanhar o itmerarlO das artes plásticas do tea-tro em todo o mundo, e, certamente, através delas, o próprioteatro VlVO de caoa pais. Por outro lado, à medloa que a bienalexprime o resultado do trabalho de maior número de naçóes, oalcance do certame tende acrescer. Saoemos que a Bienal deTeatro ainda não é totalmente representativa da produção ce-nográfica mundial, e seus limites se explicam, entre outros mo-tivos, pela d,ficuldade de conter em aesennos, projetos e ma-quetas um material que se destilla preCipuamente ao palco, sótendo vida plena quando enquadra o ator. O artesanato teatralfaz que muitas vêzes o cenário passe da imagmação do artlstadiretamente para a caixa do teatro. sendo tão efêmeras, por isso,as cr,açóes do espetáculo, o Museu de Arte MOderna tem a pre-tensão de estar formando um importante documentário, peloqual se poderá avaliar, no futuro, a realidade das artes plástlcasdo teatro no século XX.Esta III Bienal significa mais um passo para ampliar-se a áreageográfica coberta pela exposição. Do Oriente, vêm-nos trabalhosdo Japão e da China Nacionalista - herança de formas tradicio-nais do teatro. Pela primeira vez, recebemos material da UniãoSoviética, devendo ser-nos ,possível, pela variedade das datas edos centros representados, ajuizar o mérito estético de sua ceno-grafia. A França concentra a sua contribuição nas pesquisasdas Escolas especializadas e em nomes que se afirmam nosúltimos anos, como o de Jacques Noel. A Checoslováquia, que,na exposição anterior, ofereceu uma retrospectiva de 1914 aosnossos dias, se volta agora para as criações recentes, centradas,não obstante a diversidade de linhas, numa pesquisa cujo deno-minador-comum é o Homem. A Áustria envia-nos valiosa do-cumentação sôbre o Teatro de Salzburgo, um dos mais avan-çados do mundo. Argentina, Canadá, Espanha e Iugoslávia tra-zem amostras recentes de seu palco. Os Estados Unidos, alémde documentarem, por meio de exibições cinematográficas, suaatualidade teatral, prestam homenagem ao certame com a tem-porada da "American Repertory Company", cuja estréia - HelenHayes - é a primeira dama de seu palco. O Brasil escolheusuas últimas obras, que abrangem também importantes projetosde arquitetura, e propicia a estréia mundial de um drama ele-trônico. 434
  52. 52. TEATROA riqueza e a multiplicidade das exposições garantem à Bienalde Teatro um lugar de relêvo no conjunto da Bienal de São Paulo.A acolhida aos certames anteriores e a curiosidade já desper-tada pelo atual atestam que o Museu não errou, ao incluir Oteatro em seu pro goram a de arte e de cultura.
  53. 53. I TEATRO I i BRASILEXPOSIÇAO ORGANIZADA EM COLABOBAÇAOCOM O SERVIÇO NACIONAL DE TEATRO.cenários e figurinosGERMANA DE ANGELIS 1 "EVOCAÇÃO DE DUAS :ÉPOCAS", bailado. Música de Mozart e Kabalewsky, coreografia M. Olenewa. Teatro Municipal, Rio de Janeiro, 1959. Figurinos. 2 "LOJINHA DE BONECAS", bailado infanto-juvenil. C0- reografia M. Olenewa. Teatro Municipal, São Paulo, 1960. Figurinos.3 "FANTASIA BRASILEIRA", bailado infantil. Coreografia M. Cibona. Pro Arte, Piracicaba, 1959. Figurinos.4 "A LENTE MAGICA", bailado infanto-juvenil. Coreografia K. Bodenheim. Teatro Municipal, S. Paulo, 1960. Figurinos.5 DIVERSOS. Monte Líbano, S. Paulo, 1959-1960. Figurinos.TULLIO COSTA (1916) 6 "PLANTA0 21", de Sidney Kingsley. Pequeno Teatro de Comédia, São Paulo, 1959. Desenho. 7 "DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE", de Tennessee Williams. Pequeno Teatro de Comédia, São Paulo, 1960. Desenhos. 8 "VISITA DA VELHA SENHORA", de Duenrematt. Desenhos. 9 "QUANDO SE MORRE DE AMOR", de Patroni Griffi. T.B.C., .São PauLo, 1959. Desenhos.10 "VIAGEM A TRl!:S", de Jean de Letraz. Pequeno Teatro de Comédia, São Paulo, 1959. Desenhos.CYRO DEL NERO (1931)11 "LEONOR DE MENDONÇA", de Gonçalves Dias. T.B.C., São Paulo, 1960. Desenhos e fotografias.12 "PAGADOR DE PROMESSAS", de Dias Gomez. T.B.C., São Paulo, 1960. Fotografias e maqueta.13 "QUARTO DE DESPEJO", de Carolina Maria de Jesús. Teatro Nidia Licia e Teatro da Cidade, São Paulo, 1961. Fotognafias e maqueta. 436
  54. 54. TEATRO14 "A SEMENTE", de Gianfrancesco Guarnieri. T.B.C., São Paulo, 1961. Fotografias e maqueta.ANTONIO LOPES DE FARIA (1924)15 "O PAr, de Strindberg. Teatro Diletantes, City Bank, São Paulo. Cenários, figurinos e maqueta.16 "O CHAPÉU DE PALHA DE ITALIA", de Eugene Labiche e Mario Michel. Teatro Diletantes, City Bank, São Paulo. Cenários, figurinos e maqueta.17 "O MENTIROSO", de Goldoni. Teatro A. A. Matarazzo, São Paulo. Cenário, figurinos e maqueta.18 "VOZ HUMANA", de Cocteau. Teatro Paulista. Cenários, figurinos e maqueta.NAPOLEÃO MUNIZ FREIRE19 "O ELEFANTE NO CAOS", de Millôn Fernandes. Direção de João Bethencourt. "Teatro da Praça", Teatro da Praça, Rio de Janeiro, 1960. Cenários.20 "Ll!:COLE DES FEMMES", de Moliere. "Les comédiens de lOrangerie", Teatro "La Maison de France", Rio de Janeiro, 1961. Cenários e figurinos.21 "A VIDA IMPRESSA EM DOLLARES", de Clüord Oddets. "A Oficina", Teatro A Oficina Rio de Janeiro, 1961. Cenários e figurinos.ELISABETH KOSSOWSKI (1913)22 "SONHO", bailado de Kruszewska. Música de Dziewulski. Teatno Poznania, 1933. Cenários.23 "DANÇAS NACIONAIS POLONESAS". Dora Kalina, Rio de Jalleiro, 1943. Figurinos.24 " ... MAGNíFICO", de Maeterlinck. Teatro da Coruja, Rio de Janeiro, 1953. Cenário e figurinos.25 "MORTOS SEM SEPULTURA", de Sartre. Teatro da Coruja, Rio de Janeiro, 1954. Cenário.26 "PRIMEIRA LEGIAO", de Emmet Lavery. Teatro Muni- cipal, .Rio de Janeiro, 1954. Vitrais.27 "JUDAS NO SABADO DE ALELUIA", de Martins Pena. Escola Dramática, Rio de JaneirQ, 1954. Cenário. Teatro Livre, Rio de Janeiro, 1960. Figurinos.28 "ERMITÃO DA GLóRIA", de Assis Republicano, 1961. Cenários e figurinos.
  55. 55. TEATRONELSON LEIRNER (1932)29 "A BEATA MARIA DO EGITO", de Raquel de QueirOz. Novo Teatro, São Paulo, 1961. Maqueta.30 "OS NAMORADOS", de Goldoni. Pequeno Teatro Popu- lar, São Paulo, 1961. Maqueta.BELA PALS LEME31 "CONCERTO DE MENDELSSOHN", bailado. Coreografia de William DolIar. BaIlet do Rio de Janeiro. Teatro Muni- cipal, Rio de Janeiro, 1961. Cenário e figurinos.THAMAR DE LETAY (1925)32 "LES MOUCHES", de Sartre. "Grupo Oficina", Teatro das Bandeiras, São Paulo, 1960. Figurinos.33 "LES FOURBERIES DE SCAPIN", de Moliere. "Le Stra- pontin", São Paulo, 1960. Cenário e figurinos.ALOISIO MAGALHÃES34 "LISBELA E O PRISIONEffiO", de Osman Lins. Direção de Adolfo Celi. Companhia Tonia-Celi-Autran, Teatro Mesbla, Rio de Janeiro, 1961. Cenários e figurinos.ANISIO MEDEIROS35 "O PRODIGIO DO MUNDO OCIDENTAL", de Singe, tra- dução de Millor Fernandes. Direção de Ivan Albuquerque. "Teatro do Rio", Teatro São jorge, Rio de Janeiro, 1960. Cenário e figurinos.36 "O BÔCA DE OURO", de Nelson Rodrigues. Direção de José Renato. "Teatro Nacional de Comédia", Teatro Nacional de Comédia, Rio de Janeiro, 1961. Cenários e figurino~.LúCIO MENEZES (1923)37 "FANDO E LIS", de Arrabal. Teatro Independência, San- tos, 1959. Cenário, figurinos e maqueta.38 "A FILHA DE RAPACCINI", de Octávio Paz. Teatro Inde- pendéncia. Santos, 1960. Cenário, figurinos e maqueta.CLAUDIO MOURA39 "PROCURA-SE UMA ROSA", de Pedro Bloch. Direção de Léo Jusi. "Teatro Santa Rosa", Teatro Santa Rosa, Rto de Janeiro, 1961. Cenários. 438
  56. 56. TEATROKALMA MURTINHO40 "O CAVALiNHO AZUL", de Maria Clara Machado. Di- reção de Maria Clara Machado. "O Tablado", Teatro O Tablado, Rio de Janeiro, 1961. Figurinos.41 "MAROQUINHAS FRUFRU", de Maria Clara Machado. Direção de Maria Clara Machado. "O Tablado", Teatro O Tablado, Rio de Janeiro, 1961. Figurinos.FERNANDO PAMPLONA42 "APRENDIZ DE FEITICEIRO", bailado. Música de Paul Dukas, coneografia de Marila Gremo. Teatro Municipal, Rio de Janeiro, 1959. Cenários e figurinos.43 "LABIRINTO", bailado. Música de RaveI, coreografia de Denis Gray. Teatro Municipal, Rio de Janeiro, 1960. Ce- nários e figurinos.NILSON PENNA44 "O MACACO DA VIZINHA", de J. Macêdo. Direção de Ruben Corrêa. "Teatro do Rio", Teatro São Jorge, Rio de Janeiro, 1960. Cenários e figurinos.45 "O GARATUJA", inspirado em José de Alencar. Música de Nepomuceno, coreografia de Dennis Gray. Banet do Rio de Janeiro. Teatro Municipal, Rio de Janeiro, 1960. Cenários e figurinos.DARCY PENTEADO (1926)46 "O DOENTE IMAGINARIO", de Moliêre. Pequeno Teatro Popular, São Paulo, 1960. Cenário, figurinos e maqueta.47 "MORTE DE UM PASSARO", bailado de Villa Lobos- Ismael Guizer. BaIlet do Rio de Janeiro, 1960. Figurinos.48 "UM GOSTO DE MEL", de SheIagh Dellaway. T.B.C., São P~ulo, 1960. Cenário e maqueta.FLAVIO A. BARBOSA PHEBO (1929)49 "BRUXA DA FLORESTA", de Maria Amelia Carvalho. Teatro de Bonecos da Prefeitura Municipal, São Paulo, 1959. Maqueta e boneco.50 "A BELA ADORMECIDA", adaptação de Ofelia Luz. Teatro de Bonecos da Prefeitura Municipal, São Paulo, 1960. Figurinos e bonecos.51 "A CIGARRA E A FORMIGA" adaptação de Nicolina Cuonno. Teatro de Bonecos da Prefeitura Municipal, São Paulo, 1961. Desenhos e fotografias.
  57. 57. 1EAmO52 VARIEDADES. Teatro de Bonecos da Prefeitura Muni· cipal, São Paulo, 1961. Fotografias e bonecos.ANNA LETICIA QUADROS53 "O CA V ALiNliO AZuL", de Maria Clara Machado. Di· reçao de Maria Clara Machado. "O Tablado", Teatro O Tablado, Rio de Janeiro, 1960. Cenârios.54 "MAHOQUINHAS FRUFRU", de Maria Clara Machado. Direção de Maria Clara Machado. "O Tablado", Teatro O Tablado, Rio de Janeiro, 1961. Cenãrios.ARLINDO RODRIGUES55 ·ltOMEU E JULU!ilA", bailado. Música de Tchaikowsk1, coreografia de Tatiana Leskova. Teatro Municipal, Rio de JaneIro, 11161. Figurinos.56 "O FILHO PRóDIGO", de Debussy. Direção de DegueU. Teatro Municipal, Rio de Janeiro, 1959. Cenârios e figurinos.BEATRICE TANAKA57 "A OPEHA DE TlU:S TOSTõES", de Bertolt Brecht e Kurt Weill. "A Barca", Escola de Teatro da Universidade da Bahia, Teatro Castro Alves, 1960. Figurinos.EDUARDO BADIA VILATó58 "ORPHl!;É E EURIDICE", de Gluck. Teatro Municipal, São Paulo, 1959. Costumes.59 "INFÂNCIA DE CRISTO", de Berlioz. Teatro Municipal, São Paulo, 1959. Cenârios e costumes.WASTON JUNIOR60 "A FORM1GUINHA QUE FOI A LUA", de Zuleika Mello. Teatro Municipal, Niteroi, 1960. Cenârios.arquitetura e técnica teatralJOSÉ MARIA WHITAKER DE ASSUMPÇÃO (l926)Colaboradorea: ALDO CALVO e IGOR SRESNEWSKY 1 TEATRO NACIONAL DE COMJ!:DIA DE SAO PAULO. Serviço Nacional de Teatro do Ministério de Educação e Cultura, 1961. Desenhos. 440
  58. 58. TEATROIRINEU BREITMAN (1930)2 TEATRO DE EQUIPE. Pôrto Alegre, 1959. Fotografia.OSWALDO CORREA GONÇALVES, JULIO KATINSKI,ABRAHÁO SANOVICZ, ALDO CALVO3 TEATRO MUNICIPAL. Prefeitura Municipal, Santos, 1960. Fotografias, desenhos e maqueta.OSCAR NIEMEYERCenolécnlca: ALDO CALVOTécnica de acústica: LOTHAR XRAEMER4 TEATRO NACIONAL DE BRASíLIA. Fotografias e maqueta.HELIO FERREIRA PINTO (1924)5 P ALA CIO DAS ARTES. Prefeitura Municipal, Belo Hori- zonte, 1960. Fotografias e maqueta.6 VILA RICA. Vila Rica de Casas de Espetãculo Ltda., Belo Hori:liOnte, 1960. Fotografias e maqueta.IGOR SRESNEWSKY (1913)7 TEATRO TAIB, São Paulo. Projeto de acústica. Foto- grafia, maqueta, "croquis" e desenhos.8 TEATRO THALIA, São PauLo. Projeto de Acústica. Foto- grafia, maqueta, "croquis" e desenhos.9 TEATRO MOóCA, São Paulo. Projeto de acústica. Foto- grafia, maqueta, "croquis" e desenhos.JOÃO WALTER TOSCANO (1933) eJOSÉ CAETANO DE MELO FILHO (1932)10 TEATRO DA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIJ!:NCIAS E LETRAS DE ASSIS. Universidade de São Paulo, Assis, 1961. Desenhos e fotografias.
  59. 59. TEATRO ARGENTINAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELO MUSEU DE ARTEMODERNA, BUENOS AIRES. COMISSÁRIO: G. KOSICEA cenografia tem também sua nova expressão.O texto, o diretor, os atores e o público são, como sempre, suarazão de ser, e a sinceridade na identificação com êles, seuobjetivo.Mas a nova cenografia aprimora-se cada vez mais.Entrosa-se à essência do texto; entrega ao diretor um mundomaravilhoso para criaturas também maravilhosas; dá o máximoaos autores ao proporcionar-lhes o mínimo, porque somentedêsse modo êles poderão atingir seu máximo, que é o mais im-portante. E dá ao público O ponto de partida para que êle seidentifique com o espetáculo e com a contribuição de sua fan-tasia para o resto.Arte de integração coletiva, o Teatro existe somente quando nosarrebata.A cenografia já não é somente busca plástica, é criação de es-paços; e, se aquela conta, é em função dêsses espaços.E o mais p~ovável será que o cenógrafo pinte com a luz, brancaou de côr. Em alguns ensaios e comentários propuz mudar onome de cenografia pelo de cenoarquitetura, uma vez que não setrata de representar, gráficamente, um mundo existente, massim de criar, em cada caso, um mundo diverso para criaturasde uma verdade diversificada, assim como Deus - arquiteto,não cenógrafo - creou o seu mundo para suas criaturas.A cenografia atual não é menos que a pintura abstrata, ou quea escultura espacial, ou que a mus!ca concreta.Ionesco também é outro.À cenografia cabé a última palavra.O teatro argentino, teatro amante da imaginação para um pú-blico opulentamente imaginativo, tem muitos porta-vozes bons.É um grupo surgido das mãos mágicas daquele mestre que sechamou Rodolfo Franco. 442
  60. 60. lEATROHoje, ao lado do dominio e do primoi de Hector Balsadúa, êssegrupo chama-se Saulo Benavente, Gastón Breyer, entre outros. Luis Diego Pedreiracenários e ÍlgunnosHECTOR BASALDUA OODON PASQUALE". Teatro Colon, Buenos Aires, 1958. 2 ··OBERON". Teatro Colon, Buenos Aires, 1942. 3 ooOFFENBACHCHIANA". Teatro Colon, Buenos Aires. 4 ooFLEDERMAUS". Teatro Colon, Buenos Aires. 5 ooPAGLIACCI". Teatro Colon, Buenos Aires, 1936. 6 ooEL BARON GITAIVO". Teatro Colon, Buenos Aires, 1938. 7 ooBODAS DE FIGARO". Teatro Colon, Buenos Aires, 1936. B ooOEDIPUS REX". Regia de Joseph Gielen. Teatro Colon, Buen.os Aires, 1942. 9 ooEL RETABLO DE MAESE PEDRO". Teatro Colon, Buenos Aires.10 "MACBETH". Teatro Colon, Buenos Aires, 1940.11 ooPÉLLEAS ET MELISANDE". leatro Colon, Buenos Aires, 1942.12 "BODAS DE SANGUE". Teatro Colon, Buenos Aires, 1947.DIEGO LUIS PEDREIRA13 "OS BANDIDOS", de Schiller.14 "LEMBRE-SE DE ANGEL", de Thomas Wolfe. Teatro Nac1çmal Cervantes.15 "NAO QUEIMEM A DAMA", de Christopher Fry.arquitetura e técnica teatralMARIO ROBERTO ALVAREZ eMACEDOIIIO OSCAR RUIZ TEATRO MUNICIPAL GENERAL SAN MARTlN, 1953. Fotografias, plantas, corte, gráficos.
  61. 61. TEA11lÓ AUSTRIAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELA SECÇÃO DETEATRO DA BIBLIOTECA NACIONAL AUSTRIACAPOR INCUMBí:NCIA DO MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO,VIENA. COMISSÁRIO: DR. FRANZ HADAMOWSXYO DISTRITO DO FESTIVAL1 MAQUETA. Fotografia.2 PLANTA DO LOCAL. Fotografia.O NOVO TEATRO DO FESTIVAL Projeto e construção.3 VISTA DO CONJUNTO. Desenho de Clemens Holzmeister, 1959. Fotografia 1959. Fotografia.4 PLATÉIA COM PALCO, VISTAS DA ESQUERDA. Dese- nho de Clemens Holzmeister, 1959. Fotografia.5 PLATÉIA COM PALCO - GRANDE ABERTURA DO PROSCÊNIO. Desenho de Clemens Holzmeister, 1956. Fo- tografia.6 PLATÉIA COM PALCO - PEQUENA ABERTURA DO PROSCÊNIO. Desenho de Clemens Holzmeister, 1956. Fo- tografia.7 PLANTA. Nível da rua. Fotografia.8 CORTE PELO EIXO PRINCIPAL. Fotografia.9 ESTADO DA CONSTRUÇAO EM MEADOS DE 1958. Fo- tografia.10 MONTAGEM DA VIGA PRINCIPAL DA CONSTRUÇAO DO TELHADO. Fotografia.11 TEATRO EM CONSTRUÇAO. Fotografia.12 TEATRO EM CONSTRUÇAO. No primeiro plano, Clemens Holzmeister, ao fundo, a fortaleza "Hohenzalzburgo·. Fo- tografia.VISTAS GERAIS13 DA TORRE DA IGREJA S. FRANCISCO. Fotografia.14 DA TORRE DA CATEDRAL. Fotografia.15 DO OESTE. Fotografia. 444
  62. 62. 6 PALCO16 Vl::>TA DO PRIMEIRO P1.ANO DO PALCO, EM DIRE- ÇAO A PLATÉIA. Fotografia.17 VISTA DO FUNDO DO PALCO, EM DIREÇÃO A PLA- TÉIA. Fotografia.18 VISTA DA ESQUERDA, EM DIREÇAO AO PALCO. Fo- tografia.19 VI::>TA DA DIREITA, EM DIREÇAO AO PALCO. Foto- grafia.A PLATÉIA20 A PLATÉIA COM A CORTINA ISOLANTE DE FERRO. Fotografia.21 A PLATÉIA COM O PANO. Fotografia.22 A PLATÉIA VISTA DE UMA FRIZA DO LADO DIREITO. Fotografia.AS DEPENDÊNCIAS SOCIAIS E A SUADECOtiAÇAO ARTlSTICA23 ENlrtADA .i:RlNCllAL COM ESCULTURAS DE WAN- DER BERTONI. Fotografia.24 VISTA PARCIAL DA ENTRADA. Fotografia.25 "FOYER" PRINCIPAL, COM AS ENTRADAS PARA AS F"RlZAS. Fotografia.26 SALõES PARA O PúBLICO NA PARTE TÉRREA, COM MOSAICOS DE KURT FlSCHER. Fotografia.27 "HOMENAGEM A ANTON VON WEBERN". Escultura de ferro de Rudolf Hoflehner (nos salões da parte térrea). Fotografia.28 "AMqR E PSYCHE". Tapeçaria de Oskar Kokoschka (nos salões da parte térrea). Fotografia.29 "SALZBURGO, SEUS FUNDADORES E SUA MÚSICA". Pintura de Karl Plattner (na parte direita dos salões das frizas). Fotografia.30 "DA NOITE AO DIA". Pintura de Wolfgang Hutter (na parte .esquerda dos salões das frizas). Fotografia.31 "FOGO E AGUA". Tapeçaria de Kurt Fischer (no salão do balcão nobre). Fotografia.32 "O BEM E O MAL". Tapeçaria de Giselbert Hoke (no salão do balcão nobre). Fotografia.
  63. 63. cenários e figurinosCLEMENS HOLZMEISTER (1886)33 "DON GIOVANNI", DE MOZART. Direção de Herbert Graf, Festivais de Salzburgo, 1953, 1954, 1965. Cenografia para um palco simultâneo na "Felsenreitschule". Gua- che, 57,5 x 95.ALFRED ROLLER (1864)34 "O CAYALli.l!;lRO DAS nOSAS", de Richard Strauss. Di- reção de Oskar Waelterlin, 1946; de Lothar Wallerstein, 1949; de Josef Gielen, 1953. Festivais de Salzburgo, 1946, 1949, 1953. Cenários para: O dormitório da "]feldmars- challin"; Salão na casa do Sr. de Faninal. 2 desenhos a pena aquarelados, 22 x 27 e 23,5 x 35,5. Figurinos para: "Feldrnarschallin" Princesa Werdenberg; Barão Ochs de Lerchenau; Octavio; Sophie. 4 desenhos a pena aquare- lados, 42 x 32.STEFAN HLAWA (1896)35 "AS YOU LIKE IT", de Shakespeare. Direção de Josef Gielen. Festival d.e Salzburgo, 1950. Cenários para: Rua; Costa do mar; Rua; Diante da casa da Olivias. 4 desenhos aquarelados, 31 x 44 e 30 x 40.36 "OTHELO", de Verdi. Direção de Herbert Graf. Festival de Salzburgo, 1951. Cenários para: Praça diante do cas- telo; Parque diante do castelo; Sala principal do castelo; Um páteo do castelo. 4 aquarelas, 35 x 50.37 "AS BODAS DE FíGARO", de Mozart. Direção de Herbert Graf. Festival de Salzburgo, 1952. Cenários para: Quarto da Susanne; Quarto da Condessa; Sala; Parque do castelo com dois pavilhões. 4 aquarelas, 36 x 38 e 24,5 x 38.38 "ARIADNE EM NAXOS", de Richard Strauss. Direção de Josef Gielen. Festival de Salzburgo, 1954. Cenários para: Salão num palácio vienense; Ariadne na caverna; Cena de pessoas alegres; Cena Ariadne - Bacchus. 4 aquarelas, 31 x 44, .35 x 55, 30 x 45 e 35 x 50.39 "A DANÇA DE MORTE", de Arthur Honegger. Direção Margarethe Wallmann. Festival de Salzburgo, 1954. Figu- rinos para: Morte; Lamneto; O solução da humanidade. 3 aquarelas, 49,5 x 36, 32 x 50 e 35 x 50. 446
  64. 64. TEATRO40 "INTRIGA E AMOR", de Friedrich von Schiller. Direção de Ernst Lothar. Festival de Salzburgo, 1955. Cenários para: Quarto do Músico Miller; Um salão no palácio da Lady Milford; Salão do presidente. 3 aquarelas, 31,5 x 44 e 35 x 49,5. Figurinos para: O Presidente von Walter; Músico ambulante; A espôsa do Miller; "Wurm". 4 aqua- relas, 35 x 24,5, 35 x 25 e 35 x 23,5.41 "ARABELLA", de Richard Strauss. Direção de Rudolf Hartmann. Festival de Salzburgo, 1958. Cenários para: Sala num Hotel de Viena; E6cadaria no Hotel. 2 aquare- las, 31,5 x 43 e 32,5 x 49,5.OSCAR KOKOSCHKA (1886)42 "A FLAUTA MÁGICA", de Mozart. Direção de Herbert Graf. Festival de Salzburgo, 1955.CASPAR NEHER (1897)43 "A MORTE DE DANTON", de Gottfried von Einem. Di- reção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1947. Cenários para: Um quarto; Um quarto; O tribunal revo- lucionário; A "conciergerie", primeiro esbôço; Praça da Revolução, primeiro esbôço; Praça da Revolução. 8 dese- nhos, técnica mista, 26,5 x 42,5, 27,5 x 41, 27 x 40,5, 26,5 x 41,5, 28,5 x 42,5, 29,5 x 42 e 26,5 x 42.44 "WOZZEK", de Alban Berg. Direção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1951. Cenários para: Campo aberto e cidade de longe; A cidade; Rua; Caminho no tanque. 4 desenhos, 26 x 41,5 e 24 x 32. Figurinos para: Major dos Tambores; Andres; Capitão; Oficial; O tolo; Marie. 6 aquarelas, 24 x 16, 25 x 14, 25,5 x 13, 25,5 x 12 e 24 x 14.45 "JEDERMANN", de Hugo von Hofmannsthal. Direção de Ernst Lothar. Festival de Salzburgo, 1952-1960. Figurinos para:Morte; Mordomo; Cozinheiro; O pobre vizinho; Ser- vo; A mulher do servo; O primo gordo; Mammon; Obras boas; Fé; Diabolo. 12 desenhos a pena, aquarela dos, 25,5 x 13, 26,5 x 16,5, 26 x 13,5, 27 x 15,5, 27 x 13, 25,5, x 13,5, 27,5 x 13,5, 26,5 x 14 e 25 x 15.46 "O MENTIROSO", de Goldoni. Direção de Oscar Warlter- !in. Festival de Salzburgo, 1952. Figurinos para: Arlequim; Pantaleão; Briguela; Rosaura. 4 aquarelas, 23 x 13,5, 26 x 14 e 22 x 13.47 "JULIO CESAR", de Shakespeare. Direção de Josef Gielen. Festival de Salzburgo, 1953. Cenários para: adaptação na
  65. 65. TEATRO "Felsenreitschule"; detalhe da cenografia na "Felsenreits- chule". Construção à esquerda, rotonda. 2 guache, 24,5 x 41,5 e 26 x 42,5.48 "PENÉLOPE", de Rolf Liebermann. Direção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1954. Projetos para: Cenografia; Pano; Desenho a nanquim, 22 x 31 e dese- nho a pena, 25,5 x 43,5.49 "O PROCESSO", de Gottfried von Einem. Direção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1953. Figurinos para: Josef; 3 Senhores; O Advogado; O estudante; Tito- relli; O juiz de instrução criminal; Diretor da Chance- laria; Senhorita Buerstner; Leni; Uma moç.a corcunda; A moça das chancelarias. 11 desenhos a pena aquarelados, 19,5 x 14,5, 35 x 17,5, 26 x 15,5, 26 x 13, 20 x 18 e 20 x 14.,5.50 "LENDA ffiLANDESA", de Werner Egk. Direção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1955. Figurinos para: O tigre; Hyaene; Cobra; Anjo; Coruja 1; Coruja 2. 2 de- senhos a pena aquarelados, 26 x 41,5 e 25 x 41,5.51 "AS BODAS DE FíGARO", de Mozart. Direção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1956. Cenário para: Salão de festas. Guache, 28 x 40.52 "ORFEU E EURICE", de Gluck. Direção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1959. Figurinos para: Coro; Bailado. Aquarela, 34 x 46.53 "O RAPTO DE LUCRÉCIA", de Benjamin Britten. Dire- ção de Josef Gielen. Festival de Salzburgo, 1950. Figurinos para: Príncipe Tarquinius; Lucrécia. 2 aquarelas, 28,5 x 14 e 28 x 13.54 "HUGHIE", de Eugene OHeill. Direção de Oscar Fritz Schuh. Festival de Salzburgo, 1960. Cenários para: Entrada de um pequeno hotel em uma travessa de oeste, no centro de No~a York. Desenho a pena aquarelado, 27 x 41.TEO OTTO (1904)55 "DON GIOVANNI", de Mozart. Direção de Oscar Frltz Schuh. Festival de Salzburgo, 1960. Cenários para: Rua; Noite; Rua; Jardim; Rua; Noite; Uma entrada escura na casa da Dona Anna; Sepulcro fechado com estátua do Governador; Noite; Quarto; Sala; Garganta infernal. 6 aquarelas, 32 x 45, 33 x 45,5 e 33 x 48,5.56 "O CAVALHEffiO DAS ROSAS", de Richard Strauss. Di- reção de Rudolf Hartmann. Festival de Salzburgo, 1960. 448
  66. 66. TEATRO lnauguraç.ão do Novo Teatro. Cenários para: Dormitório da "Feldmarschallin; Sala na casa do Senhor de Faninal; Quarto reservado num restaurante. 3 aquarelas, 51 x 73.57 "JUAREZ E MAXIMILIANO", de Franz Werfel. Direção de Ernst Lothar. Festival de Sa1zburgo, 1958. Cenários para: Sede do Governador Don Benito Juarez a Chihuahua, no norte do México; Terraço no castelo imperial de Ca- pultepek; No palãcio imperial do México; Comando da armada republicana de Tlapa; No palãcio imperial de Orizaba; Posto no Cerro de la Campana perto de Que- retaro; Quartel geral no convento de Queretaro; Sede do Govêrno do presidente Juarez em San Luis Potosi; A cela de Maximiliano no convento Las Capuchinas de Que- retaro; Diante da igreja Las Capuchinas de Queretaro. 10 aquarelas, 31 x 43, 31 x 46, 30 x 43,4 e 30,5 x 45.ELLI ROLF58 "JUAREZ E MAXIMILIANO", de Franz Werfel. Direção de Ernst Lothar. Festival de Salzburgo, 1958. Figurinos para: Maximiliano, Arquiduque da Áustria, agora Impe- rador de México; Charlotte; Profirio Dias, General do legitimo Govêrno republicano sob Don Benito Juarez; Oficial e Soldados do comando de execução. 4 desenhos a pena, aquarela dos, 45 x 33.ERNI KNIEPERT5~ "O CAVALHEIRO DAS ROSAS", de Richard Strauss. Di- reção de Rudolf Hartmann. Festival de Salzburgo, 1960. Inauguração do Novo Teatro de Salzburgo. Figurinos para: "Marschallin" Princesa Werdenberg; Barão de Lerchenau; Octavio; Senhor de Faninal; Sophie; Anina; Modista; Mercador de animais. 8 aquarelas, 35 x 25.desenhosWINNIE JAKOB60 CARICATURAS. Festival de Salzburgo, 1960. Oscar Ko- koschkà; Clemens Holzmeister; Carl Doench no papel de Don Alfonso em "Cosi fan tutte": Dietrich Fischer- Dies- kau no papel de Conde Almaviva em "As bodas de Fi- garo"; Herbert von Karajan; Dimitri Mitropoulos. 6 dese- nhos a pena, 30 x 21 e 30,5 x 21,5.
  67. 67. TEATRO CANADAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELO CENTRO DOTEATRO CANADENSE. MONTREAL.documentaçãoCANADIAN PLAYERS.Fotografias, programas, cartazes.THt:ATRE DU NOUVEAU MONDE.Fotografias, programas, cartazes.VANCOUVER INTERNATIONAL FESTIVAL.Fotografias, programas, cartazes.STRATFORD SHAKESPEAREAN FESTIVAL.Fotografias, programas, cartazes.MANITOBA THEATRE CENTRE.Fotografias, programas, cartazes. 450
  68. 68. TEATRÔ CHINAEXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELO MUSEUNACIONAL DE TAIWAN, TAIPEI.cenários e figurinosKU I SONHO DA SALA VERMELHA A.2 SONHO DA SALA VERMELHA B.3 SONHO DA SALA VERMELHA C.PENG SHI WEI4 PAPOULA.5 CHU YUAN, ANTIGO POETA CIDNJ1:S.6 REGIÃO MONTANHOSA RICA DE ACONTECIMENTOS.
  69. 69. É8PANHA I ~t;(EXPOSiÇÃO ORGANIZADA PELA DIREÇÃO GERALDE RELAÇõES CULTURAIS DO MINISTaBIO DEASSUNTOS EXTERIORES. MADRID. COMISSARIO: LUIS GONZALEZ ROBLESÁresentamos um projeto de Teatro Ambulante especialmenteidealizado para ter grande mobilidade, composto por cobertura eplataforma com estruturas desmontãveis que permitem uma mon-tagem e desmontagem rapidlssimas. A cobertura cupular,dob:lâvel, de 32 metros de luz e 11 de flecha apoiada em seispontos de seu contorno, proporciona um espaço coberto livrede 900 metros quadrados e comporta 600 espectadores. Todo oteatro é montado em uma plataforma de encaixe da qual de-rivam os diferentes tablados ou cenãrios para a representaçãodos atores. O autor deste Teatro Ambulante é o aluno de 4.0ano da Escola de Arquitetura de Madrid, D. Emilio Pérez Pifiero(1935).EMILIO PEREZ PIfiERO (193S) 1 TEATRO AMBULANTE. 452

×