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5 BIENAL            A         DE 5.PAULD         SETEMBRO · DEZEMBRO         1959 . P. IBIRAPUERAMUSEU DE aRTE MODERNA - s...
·A primeir ... :omponhio que ligouo céu da Ito/io ao de São Paulo
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SWISSAlR~       (omoJllem oCompanhia Italiano    Praça D. José Gasp3r, 22   {   34-5295    Sao P8u I o     -              ...
AGUARDEM OS       NUVU~ NA VIU)                                                  DA                                   Mala...
Capital realizado e reservas em 31-12-1957: Cr$ 113.801.212,60                 SEGUROS DE INCENDlO -                 LUCRO...
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<.ta t) ~ro 1botel .                  RUA BASíLIO DA GAMA, 101 (PR. REPÚBLICA)                   TEL. 37-9195 - END. TELEG...
antiguidades brasileiras sécs. xvn. XVII[ e XIXAugusta. 1966s. Pn~11~-"R ... ~~·;1
V bienalDO MUSEU DE ARTE MODERNA       DE S. PAULO        catálogo geralPRIMEIRA EDIÇÃO, SETEMBRO DE 1959
PRESIDÊNCIA DE HONRASua Excelência o Senhor Doutor Juscelino KubitschekPresidente da RepúblicaSua Excelência o Senhor Horá...
S. Excia. o Sr. Dr. Hermann Gohn    Embaixador da Austria    S. Excia. o Sr. Jan Stenstrom    Embaixador da Suécia    S. E...
S. Excia. o Sr. Louis ColotEmbaixador da BelgicaS. Excia. o Sr. Dr. Carlos Sanz de SantamariaEmbaixador da ColombiaS. Exci...
Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Olgierd CzartoyskiMinistro da Ordem Sobe"rana e Militar de MaltaS. Excia. o Sr. Dr. Jaro...
General de Exercito Stenio Caio de Albuquerque LimaComandante do 11 ExercitoS. Excia. o Deputado Jânio da Silva QuadrosS. ...
Major Brigadeiro Armando de Souza e Mello ArarigboiaComandante da 4.a Zona AereaS. Excia. o Desembargador João Marcelino G...
Capitão de Mar e Guerra Afrânio de FariaSub-Chefe do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaCoronel Afonso Heliodoro do...
S. Excia. o Sr. Fauze CarlosSecretário de Estado dos Negócios da Saúde e AssistênciaSocialSenhor Américo Portugal GouveiaC...
Doutor Cornelio Procopio de Araujo CarvalhoChefe do Cerimonial do Governo do Estado de São PauloDoutor Rodrigo de Mello Fr...
MUSEU DE ARTE MODERNA     Diretoria             Executiva Diretor Presidente        Francisco M atarazzo So·              ...
Departamentos da V Bienal Secretário Geral         Arturo Projili Expediente               Mathilde   Pereira   de        ...
PAISES PARTICIPANTES   ALEMANHA   ARGENTINA   ÁUSTRIA   BÉLGICA   BOLíVIA   BRASIL   CANADÁ   CEILÃO      ••              ...
GUATEMALAHAITIHOLANDAINDIAINDON:esIAISRAELITÁLIAWGOSLÁVIAJAPÁOM:mxICONORUEGAPANAMÁPARAGUAIPERUPOLôNIAPORTUGALREPúBLICA ÁRA...
INTRODUÇÃO
Ao    inaugurar a sua V Bienal de São Paulo,po.deria o Museu de Arte Moderna apresentá-la comouma experiência bem sucedida...
dominasse a sua organização) tão-só para afirmaro orgulho de haver cumprido o alto dever que a simesmo impôs. O que contin...
fôrço que vem dedicando à consolidação, com exce· lentes perspectivas futuras, do prestígio da arte la. tinO-americana no ...
eiona o Museu de Arte Moderna. Relativamente anossa própria criação plástica, uma realização sin-gular, mas nem porisso me...
sUeiros, sem, contudo, acobertá-Zos com uma bene-volência paternal que, simpática embora, não consoa com os verdadeiros va...
REGULAMENTODA V  BIENALEXPOSIÇAO INTERNACIONALDE ARTES PLÁSTICAS
Art. l.. - A V Bienal do Museu de Arte Modernade São Paulo, exposição internacional de artes plásticas,que se inaugurarà n...
tigO anterior participarão os artistas inscritos e aprova-         dos nos têrmos constantes deste Regulamento.    Art. 5....
-~     dida ser tomada, caso necessária, antes da instalação da                                         Comissão de Seleçã...
apresentado em qualquêr sala da Bienal e queobte..   nha pelo menos 9/10 dos votos do Juri Internacional,   cuja !$Colha v...
Art. 13." - O .Juri Internacional, CUjas decisões sãoirrecorriveis, completará a atribuiçio dos prêmios até a.véspera da i...
REGULAMENTO DA 11BI E NA L DE A R TE SPLÁSTICAS DO TEATRO
1 - A II Bienal das Artes Plásticas de Teatro, expC)-sição internac;.onal de Arquitetura, Cenografia, Indumen_tária e Técn...
CENOGRAFIA E INDUMENTARIA    5 - A parte de cenografa e indumentária constaráespecialmente de "croquis" originais. gravura...
11 - A Bienal receberá, por meio de um posto de re-cepção expressamente organizado no Rio de Janeiro, osvolumes relativos ...
rios ou honoríficos - será constituído um Júri especial,que poderá ser integrado, a critério da Bienal e do Ser-viço Nacio...
LISTA DE PRêMIOSTabacalera do Brasil S.A. - Salvador,Bahia   .............................. €$ 100.000,00Prefeito Municipa...
ADVERTtNCIA,Na. relação das obras usou_se quando possível, aordem cronológica, para as salas especiais, e a or_    dem alf...
BRASIL
·.
BRASIL      Artistas brasileiros e estrangeiros      residentes DO Brasil que espontânea-      mente se apresentaJaDI ao J...
BRASILtrabalhos expostos. Ha, de modo geral, na pintura,na gravura e no desenho, principalmente; certa elei..ção pelas .!l...
BRASIL                                          pintura   pintura  EURICO ABREU (1933)1 PAISAGEM 3, 1959. óleo sôbre eucat...
BRASIL                                          pintura     SHEILA BRANNIGAN (1906)16 PINTURA lI, 1958. 75 x 69.17 PINTURA...
BRASIL                                         pin.tura36 SUPERFíCIE MODULADA SÉRIE B N" 3,   1958. Tinta industrial sôbre...
BRASIL                                              pintura    HERMELINDO FlAlflNGm (1920)55 VIRTUAL     1,   1958.   Esma...
BRASIL                                               pintura 73    PORMENORES DO EPISÓDIO I, 1958.56 x-33. 74    PORMENORE...
BRASIL                                            pintura      GAETANO MIANI (1920)93 PINTURA 1. 80 x 99.94 PINTURA 2.- 80...
BRASIL                                               pintura108 PRETO      E   AMARELO.     Óleo   sôbre   cartão.    33 x...
BRASIL                                         pintura      JOÃO GARBOGGINI QUAGLIA (1928)122 MULHER E JANELA, 1958. óleo ...
BRASIL                                      pintura      IONE SALDAllJIA (1921)140 COMPOSIÇÃO 1, 1958. 73 x 60.141 PINTURA...
BRASIL                                             pintura157 SOMBRAS       E IMAGENS 4, 1959. Guache sôbre    papel. 49 x...
BRASIL                                           escultura      LUIGI ZANOTTO (1919)171 COMPOSIÇÃO 11. 92 x 65.172 COMPOSI...
BRASIL                                        escultura-desenho     ZELIA SALGADO (1909)16 ASAS, 1958. Latão.17 CRESCENTE ...
BRASIL                                                       des.enbo      ITALO CENCINI (1925)15 DESENHO 1, 1959. Nanquim...
BRASIL                                       desl"uho43 l. RADIOGRAFIA DO PÁSSARO, 1959. Gua-   che sôbre papel. 75 x 100....
BRASIL                                        desenho     ~fARIA    HELENA ANDRÉ8 RIBEIRO     (1922)60   COMPOSIÇAO LINEAR...
BRASIL                                           gravura5 GRAVURA i, 1958. Água-tinta. 28 x 28.6 GRAVURA 7, 1958. Água..fo...
BRASIL                                                             gravura     ROBERTO DE LA110NICA (1933)21 COMPOSIÇAO I,...
BRASIL                                               ,ravura     ANNA LETYCIA (1929)50 PLANTA 3, 1959..Agua...tinta e águ....
BRASIL                                           t;ravura     ARTHUR LUIZ PIZA (1928)73 COMPOSIÇÃO I. Gravura sôbre metal,...
ABRAHAlI PALATNIK (1928)3 VERDE E LARANJA EM SEQUÊNCIA HORI-  ZONTAL, 1958. Mecanismo elétrico.  RENÊE SASSON (1922)4 COMP...
ALEMANHADELEGAÇÃO ORGANIZADA PE-LO «GERMANISCHES NATIO-NAlrMUSEUM» NUREMBERG.COMISSÂRIO:   PROF.   LUDWIGGROTE.
ALEIUANHA  A    República Federal da Alemanha traz para aV Bienal do Museu de Arte Moderna uma seleçãode arte alemã contem...
ALE1UANlIArelas, suas côres se aclaram na mais suave e bela                                       . transparência.Ao lado ...
ALEMANHA                                       sala especialsionista, com a testa excessivamente alta e o olharprofundo. A...
ALEMANHA                                      sala especial     OTTO l1tiLLliR (1874-1980) 9 DOIS NOS FEMININOS, cêrca de ...
ALE:.IANTIÁ .                                         pintura     HUBERT BERKE (1908)3    TRANSPARENTE, 1959. 100 x 150.4 ...
ALEMANHA                                           pintura     EMIL SCIIUMACHER (1912)25 MONZUBA, 1959. 170 x 132.26 EXTE,...
ALEl:lANHA                                         pintura-escultura     GERHARD WIND (1928)43   FIGURAÇÃO     G VI,   195...
ALEMANHA                                      desenho   desenho   KARL HARTUNG (1908) 1 PEQUENA COMPOSIÇAO FIGURATIVA, 195...
ARGENTINADELEGAÇÃO ORGANIZADA PE-LO MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃOE JUSTIÇA, BUENOS AIRES.
ARGENTINA   E   sta é a segunda participação oficial da Argen.tina néste certame de ressondncia mundial. Repre.sentará nos...
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  24. 24. V bienalDO MUSEU DE ARTE MODERNA DE S. PAULO catálogo geralPRIMEIRA EDIÇÃO, SETEMBRO DE 1959
  25. 25. PRESIDÊNCIA DE HONRASua Excelência o Senhor Doutor Juscelino KubitschekPresidente da RepúblicaSua Excelência o Senhor Horácio LaferMinistro de Estado das Relações ExterioresSua Excelência o Doutor Clovis Salgado da GamaMinistro de Estado da Educação e CulturaSua Excelência o Prof. Carlos Alberto A. de CarvalhoPintoGovernador do Estado de São PauloSua Excelência o Senhor Doutor Adhemar de BarrosPrefeito Municipal de São Paulo COMISSÃO DE HONRASua Excia. o Sr. João Belchior Marques GoulartVice Presidente da RepúblicaS. Excia. o Sr. Justino Sansón BalladaresEmbaixador da NicaráguaS. Excia. o Sr. Bernard HardionEmbaixador da FrançaS. Excia. o Sr. Dr. Neftali Ponce MirandaEmbaixador do EquadorS. Excia. o Sr. Raul Bazan DávilaEmbaixador do ChileS. Excia. o Sr. Yoshiro AndoEmbaixador do JapãoS. Excia. o Marquês Blasco Lanza DAjetaEmbaixador da ItaliaS. Excia. o Sr. Dr. Felipe A. EspilEmbaixador da ArgentinaS. Excia. o Sr. Juan Antonio VieiraEmbaixador do Uruguai
  26. 26. S. Excia. o Sr. Dr. Hermann Gohn Embaixador da Austria S. Excia. o Sr. Jan Stenstrom Embaixador da Suécia S. Excia. o Sr. Hipolito Sanchez Quell Embaixador do Paraguai S. Excia. o Sr. Dr. Carlos Echecopar-Herce Embaixador do Peru S. Excia. o Sr. Coronel Julio E. Bricen.o Embaixador do Panamá S. Excia. o Sr. Dr. Ti - Tsun Li Embaixador da China S. Excia. o Sr. Rafael Barraza Monterrosa Embaixador de EI Salvador S. Excia. o Sr. Danilo Lekic Embaixador da Iugoslavia S. Excia . o Sr. Edner Brutus Embaixador do Haiti S. Excia. o Sr. Sefkati Istinyeli Embaixador da Turquia S. Excia. o Sr. Helmuth Móller Embaixador da Dinamarca S. Excia. o Sr. Robert Maurice~ Embaixador da Suiça S. Excia. o Sr. Manuel Farrajota Rocheta Embaixador de Portugal S. Excia. o Sr. Jamal E. D. Farra Embaixador da República Arabe Unida S. Excia. o Emir Raif Abillama Embaixador do Líbano S. Excia. o Sr. Dr. Carlos Morales Guillén Embaixador da BoUvia 6
  27. 27. S. Excia. o Sr. Louis ColotEmbaixador da BelgicaS. Excia. o Sr. Dr. Carlos Sanz de SantamariaEmbaixador da ColombiaS. Excia. Sir Geoffrey Wallinger, K. C. M. G.Embaixador da Grã-BretanhaSua Excia. o Sr. M. K. KirpalaniEmbaixador da IndiaS. Excia. o Sr. Dr. Julio Vega BatlleEmbaixador da Republica DominicanaS. Excia. o Sr. SunardjoEmbaixador da IndonésiaS. Excia. o Sr. Dr. Antonio Gómez RobledoEmbaixador do MexicoS. Excia. o Sr. Rafael Garcia BarcenaEmbaixador de CubaS. Excia. o Sr. Dr. Mario Diez SanchezEmbaixador da VenezuelaS. Excia. o Sr. Donald Mackinnon, C. B. E.Embaixador da AustráliaS. Excia. o Sr. Dr. Salomon Paredes Regalado,Embaixador de HondurasS. Excia. o Sr. John Moors CabotEmbaixador dos Estados Unidos da AméricaS. Excia. o Deputado Paschoal Ranieri MazzilliPresidente da Camara dos DeputadosS. Excia. o Senador Filinto MüllerVice-Presidente do Senado FederalS. Excia. o Sr. Dr. Sebastião Paes de AlmeidaMinistro de Estado dos Negocios da FazendaS. Excia. o Sr. Embaixador José Carlos de Macedo SoaresS. Excia. o Sr. Embaixador Francisco Negrão de Lima
  28. 28. Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Olgierd CzartoyskiMinistro da Ordem Sobe"rana e Militar de MaltaS. Excia. o Sr. Dr. Jaroslav KuchválekMinistro da ChecoslovaquiaS. Excia. o Sr. Dr. Wojciech ChabasinskiMinistro da PoloniaS. Excia. o Sr. Mahmoud ForoughiMinistro do IrãoS. Excia. o Sr. Basil Johnstone JarvieMinistro da União Sul-AfricanaGeneral de Divisão Nelson de MelloChefe do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaMinistro José Sette Camara FilhoChefe do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaS. Excia. o Sr. Juraci MagalhãesGovernador do Estado da BahiaS. Excia. o Sr. Roberto Teixeira da SilveiraGovernador do Estado do Rio de JaneiroS. Excia. o Sr. Cid Feijó SampaioGovernador do Estado de PernambucoS. Excia. o Dr. José Francisco Bias FortesGovernador do Estado de Minas GeraisS. Excia. o Sr. Leonel de Moura BrizolaGovernador do Estado do Rio Grande do SulS. Excia. o Sr. Moisés LupionGovernador do Estado do ParanáS. Excia. o Sr. General de Brigada José PorphYrio da PazVice-Governador do Estado de São PauloS. Excia. Senador Mourão VieiraPresidente da Comissão de Educação e Cultura do SenadoFederalS. Excia. o Deputado Coelho de SouzaPresidente da Comissão de Educação e Cultura da Ca-mara dos Deputados
  29. 29. General de Exercito Stenio Caio de Albuquerque LimaComandante do 11 ExercitoS. Excia. o Deputado Jânio da Silva QuadrosS. Excia. o Embaixador Paulo CarneiroChefe da Delegação do Brasil junto à UNESCOS. Excia. o Sr. Embaixador Francisco de Assis Chateau.briand Bandeira de MelloS. Excia. o Sr. Embaixador Mauricio NabucoPresidente do Museu de Arte Moderna do Rio de JaneiroSr. Dr. Peters Z. OllinsEncarregado de Negócios de LetôniaSr. Dr. Frikas MeierisEncarregado de Negócios de LituaniaSr. Coronel Francisco Cosenza GalvezEncarregado de Negocios a. i. da GuatemalaSr. Christopher CavourisEncarregado de Negócios a. i. da GréciaSr. Anwar KhanEncarregado de Negócios a. i. do PaquistãoSr. Ernst Ludwig von OstermannEncarregado de Negócios a. i. da AlemanhaSr. Per C. ProitzEncarregado de Negócio3 a. i. da NoruegaSr. Pio de Los CaSaresEncarregado de Nogocios a. i. da EspanhaSr. A. de WaalEncarregado de Negócios a. i. dos Países-BaixosMonsenhor Mario Pio GáspariEncarregado de Negócios a. 1. da Santa SéSr. Alexander DothanEncarregado de Negócios a. i. de IsraelSr. J. M. CôtéEncarregado de Negócios a. i. do Canadá
  30. 30. Major Brigadeiro Armando de Souza e Mello ArarigboiaComandante da 4.a Zona AereaS. Excia. o Desembargador João Marcelino GonzagaPresidente do Tribunal de Justiça d~ São PauloS. Excia. o Sr. Prof. Dr. Pedro CalmonMagnifico Reitor da Universidade do BrasilS. Excia. o Sr. Prof. Dr. Gabriel Si]v~stre Teixeira deCarvalhoMagnifico Reitor pa Universidade de São PauloS. Excia. o Sr. Prof. Dr. Edgard SantosMagnifico Reitor da Universidade da BahiaS. Excia. Mons. Dom Antonio Maria Alves SiqueiraMagnifico Reitor da Universidade Catolica de São PauloS. Excia. o Sr. Prof. Antonio Luiz IppolitoMagnífico Reitor da Universidade MackenzieGeneral de Brigada Nilo Augusto Guerreiro LimaComandante da 11 Região MilitarGeneral-de-Brigada Orlando Gomes RamagemChefe do EStado Maior do I ExércitoDoutor Austragésilo de AthaYdePresidente da Academia Brasileira de LetrasDoutor Herbert MosesPresidente da Associação Brasileira de ImprensaDoutor Aristeu SeixasPresidente da Academia Paulista de LetrasMinistro AltVzio Napoleão de Freitas RegoChefe do Cerimonial da Presidência da RepúblicaMinistro Luis Bastian PintoChefe da Divisão Política do Ministério das RelaçõesExteriores Ministro Paschoal Carlos MagnoMinistro José Oswaldo Meira PennaChefe da Divisão Cultural do Ministerio das R~laçõesExteriores lO
  31. 31. Capitão de Mar e Guerra Afrânio de FariaSub-Chefe do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaCoronel Afonso Heliodoro dos SantosSub-Chefe do Gabinete Militar da Presidência da RepúblicaDoutor Oswaldo Maia PenidoSub-Chefe do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaDoutor Cyro Versiani dos AnjosSub-Chefe do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaDoutor Edgar de MagalhãesSub-Chefe do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaDoutor Caio Taclto Sá Viana Pereira de VasconcelosSub-Chcf~ do Gabinete Civil da Presidência da RepúblicaS. Excla. o Sr. Ministro José de Moura RezendePresidente do Tribunal de Contas de São PauloS. Excia. o Deputado Ruy de Mello JunqueiraPresidente da Assembléia Legislativa do Estado de SãoPaulo s. Excia. o Sr. José Avila Diniz JunqueiraSeCretario de Estado dos Negocios da JustiçaS. Excia. o Sr. Dr. Francisco de Paula Vicente de AzevedoSecretário de Estado dos Negócios da FazendaS. Excis. o Sr. José Bonifacio Coutinho NogueiraSecretário de Estado dos Negócios da AgriculturaS. Excia. o Brigadeiro José Vicente de Faria UmaSecretario de Estado dos Negócios da ViaçãoS. Excia. o Sr. Prof. Dr. Antonio Queiróz Filhosecretário de Estado dos Negócios da EducaçãoS. ExciB. o Sr. Dr. Francisco José da NovaSecretário de Estado dos Negócios da segurança PúblicaS. Excia o Deputado Marcio Ribeiro PortoSecretário de Estado dos Negócios do GovêmoS. Excia. o Sr. Dr~ Paulo MarzagãoSecretario de Estado dos Negócios do Trabalho Indústriae Comércio
  32. 32. S. Excia. o Sr. Fauze CarlosSecretário de Estado dos Negócios da Saúde e AssistênciaSocialSenhor Américo Portugal GouveiaChefe da CaSa Civil do Govêrno do Estado de São PauloS. EXCÍa. a Sra. Deputada Conceição da Costa NevesVice-Presidente da ASsembléia Legislativa do Estado deSão PauloS. ExCÍa. o Deputado Bento Dias GonzagaPresidente da Comissão de Educação e Cultura da As~em­bléia Legislativa do Estado de São PauloSr. Guilherme AragãoDiretor·Geral do DASPDoutor Mauricio Chagas BicalhoPresidente do Banco do BrasilS. Excia. o Vereador William SalemPresidente da Camara Municipal de São PauloProf. Dr. Lucas Nogueira GarcezS. Excia. o Sr. Cantidio Nogueira SampaioVice-Prefeito Municipal de São pauloS. Excia. o Sr. Levy de Azevedo SodréSecretario de Educação e Cultura da Prefeitura Munici-pal de São PauloS. Excia. o Sr. José Soares de SouzaSecretário de Finanças da Prefeitura Municipal de SãoPauloS. ExCÍa. o Sr. Alberto ZagottisSecretário de Obras da Prefeitura Municipal de São PauloS. Excia. o Vereador CorYntho Baldoino da CostaPresidente da Comissão de Educação e Cultura da Cama-ra Municipal de São PauloSr. Raul Henrique Castro e Silva de VincenziChefe do Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores 12
  33. 33. Doutor Cornelio Procopio de Araujo CarvalhoChefe do Cerimonial do Governo do Estado de São PauloDoutor Rodrigo de Mello Franco de AndradeDiretor do Patrimônio Histórico e Artístico NacionalDoutor Oscar JucáDiretor das Rendas AduaneirasDoutor Edmundo Ferrão de Aragão MunizDiretor do Serviço Nacional de TeatroDoutor José Simeão LealDiretor do Serviço de Documentação do Ministério daEducação e CulturaDoutor Celso CunhaDiretor da Biblioteca NacionalDoutor Francisco PatiDiretor do Departamento de Cultura da Prefeitura Muni-cipal de São PauloSenhora Heloisa Alberto TôrresPresidente da Organização Nacional do ICOMSenhora Lavinia Borges MagalhãesPresidente do Museu de Arte Moderna da BahiaDoutor Ary Garcia RozaPresidente do Instituto dos Arquitetos do BrasilArq. learo de Castro MelloPresidente do Instituto dos Arquitetos de· São PauloSr. Oswaldo Bello de AmorimInspetor da Alfandega do Rio de JaneiroSr. pedro Cortez CampomarInspetor Geral da Alfandega de SantosSr. Luiz Osorio AnchietaDiretor da Alfandega Aerea de São PauloSenhor Dacio de Moraes JúniorPresidente do Banco do Estado de São Paulo
  34. 34. MUSEU DE ARTE MODERNA Diretoria Executiva Diretor Presidente Francisco M atarazzo So· brinho Diretor Vice_Presidente Sérgio Buarque de Ho- landa Diretor Vice_Presidente José Alves Cunha Lima Diretor Paulo Mendes de Al- Diretor meida Diretor Francisco Alves Júnior Diretor Francisco Beck Diretor Luiz Lopes Coelho Diretor Lourival Gomes M acha- do Diretor Ernesto J. Wolf Conselho ConsultivoJoão Adelino de Almeida Prado Netto, FranciscoLuis de Almeida Salles, Antônio Alves Lima Jr.,Oscar Americano, José Barbosa de Almeida, Fran.cisco Beck, Ruy Bloem, Ambrogio Bonomi, GerdaBrentani, Salvador Candia, Flávio de Carvalho,José Júlio Carvalho e Sá, Lahyr de Castro Cotti,Luiz Lopes Coelho, Henrique Olavo Costa, Adal-berto Ferreira do Valle, Marcos Gasparian, Louri~vaI Gomes Machado, Erich Humberg, Ema Klabin,FeUcio Lanzara, Herbert Levy, Aldo Magnellt, JoãoMattar, Luiz Medici, Fernando Millan, Kunito Mi-yasaka, Helio Morganti, Roberto Paiva Meira, Os-car Pedroso Horta, Maria Penteado Camargo, ZiroRamenzoni, Pala Rezende, Gregori Warchavchik, Hasso Weiszflog, Ernesto J. Wolf. Administrador Biagio Motta Expediente Mathilde Pereira de Souza 14
  35. 35. Departamentos da V Bienal Secretário Geral Arturo Projili Expediente Mathilde Pereira de Souza Exposições Fernando Lemos Imprensa João Alves das Neves Arquivo Histórico de Arte Contemporànea Wanda Svevo Juri de seleção de artes plásticasPaulo Mendes de Almeida - PresidenteErnesto J. W oljMario BarataFayga OstrowerAl!redo Volpi Comissão executiva da II Bienal das Artes Plásticas de TeatroMinistro paschoal Carlos MagnoAgostinho OlavoSábato MagalliiAldo CalvoAs instalações e montagem da V Bienal estive1l;Ima cargo de Fernando Lemos; do catálogo, impr~ssonas oficinas da CIPEL Ltda., em São Paulo) in..cumbiu-se D. Wanda Svevo. O cartaz para a pro-paganda da V Bienal e a capa do catálogo são de autoria do arq. Arnoldo Grostein.
  36. 36. PAISES PARTICIPANTES ALEMANHA ARGENTINA ÁUSTRIA BÉLGICA BOLíVIA BRASIL CANADÁ CEILÃO •• ú-. CHECOSLOVÁQUIA ClllLE. CHINA COLôMBIA CUBA DINAMARCA EQUADOR ESPANHA ESTADOS UNIDOS FINLÂNDIA FRANÇA GRÃ-BRETANHA GRÉCIA lG ~
  37. 37. GUATEMALAHAITIHOLANDAINDIAINDON:esIAISRAELITÁLIAWGOSLÁVIAJAPÁOM:mxICONORUEGAPANAMÁPARAGUAIPERUPOLôNIAPORTUGALREPúBLICA ÁRABE UNIDAREPúBLICA DOMINICANASUl!:CIASUIÇAUNIÃO PAN-AMERICANAUNIÃO. SUL-AFRICANAURUGUAI ~. .?VENEZUELAVIETNAM
  38. 38. INTRODUÇÃO
  39. 39. Ao inaugurar a sua V Bienal de São Paulo,po.deria o Museu de Arte Moderna apresentá-la comouma experiência bem sucedida e já sedimentada. Se.o fiZesse, de nenhum exagêro e de nenhum ;auto-elo-gto poderia ser acusado. Realmente, o que se realizadesta feita, como nas quatro, oportunidades anterio-res, é a manifestação pública periódica dum empre-endimento que ininterruptamente se cristaliza nafôrma moldada pelo bom :êxito e tal como o ideali- zou em 1951, Francfsco Matarazzo Sobrinho.Experiência positiva, nobre aventura que se con-cluiu em completa vitória é, pots, a Bienal de SãoPaulo, ao menos no sentido fundamental de seusmais altos propósitos. FirmoU-8e e ampliou-se, nes.-tes oito anos inictais de sua vida, o conceito de SãoPaulo como sede aquem-Atlântico, do encontro,cada dois anos, da arte moderna de todo o mundo.Paralelamente a essa difícil conquista e exatamen-te para dar.lhe base e vida, o Museu de Arte Mo..derna teve de impõr-se, malgrado sua juventude ea distância que o separa dos grandes centros artís-ticos, como entidade capaz de promover e organizaruma exposição e uma competição que dificilmenteencontrarão iguais em extensão, valor, níve& e, so-bretudo, repercussão. Para tanto foHhe preciso me-recer e usufruir da confiança de meia centena deEstados em cujo programa de administração a cul-tura se inscreve como necessidade básica e inadiá-vel. Como também fofrlhe necessário um quase.mi-lagre de improvisação para levar avante tal projetonum país que, se a êle correspondia plenamente emsuas aspirações intelectuaís, entretanto não se en-contrava, desde o inicio, em condiçõe& de ampará-lo material e tecnicamente. Tôdas essas são etapCJ8 vencldCJ8, todos êsses são alvos atingi40s.Longe, contudo, de bCJ8tar-se com o bom êxito quelegitimamente poderia reclamar-se como seu titulomaior, não deseja o Museu de Arte Moderna apre- sentar a V Bienal (nem permitiu que tal espirUI:J /
  40. 40. dominasse a sua organização) tão-só para afirmaro orgulho de haver cumprido o alto dever que a simesmo impôs. O que continua a nortear a manifes.tação e a inspirar seus realizadores é a permanan-cia do mesmo espírito de experiancia de há. oitoanos. Sem dúvida, tornou-se menor o contingentede aventura confiante e improvisação otimista,mui-to embora por vazes sejam convocados para supe.rar obstácUlos ou suprir lacunas exteriores ao lim-bito de ação do Museu de Arte Moderna ou inde~pendentes de sua vontade. Produzida, contudo, amelhor prova de quanto eram fundadas as hipóte.ses iniciais, hoje tornadas realidade, nada impedee tudo instiga a novas experiências. Novas, por vi-sarem a inéditos, porque ainda mais altos, objeti-vos e por tenderem a mais amplas dimensões, a mais dilatadas fronteiras.Tais aspirações podem exprimir-se tanto no planointernacional, quanto no nacional. Não se trata,como é óbvio, de buscar uma ampliação geográficados quadros de participação, onde se inscrevemmais de cinquenta nações e tôdas as províncias doBrasil, muito embora de cada feita aumente o nú-mero de adesões e haj(j muito orgulho em saba.lo.Entretanto, para além do crescimento quantitati-vo, almeja o Museu de Arte Moderna expandir a órbita de sua Bienal pela progressiva e pacíficadestruição de certas barreiras anestéticas que con-tinuam a entravar a convivência intelectual e ar. tística do mundo moderno. Nesse sentido, tantoaborrece às idolatrias exclusivistas programáticas epragmáticas, quanto se opõe às perturbadoras in.<terferancias, no campo da criação artística, de ele- mentos que lhe são estranhos. tstes, precisamente, os termos em que pode e quer externar francamen- te sua satisfação por ter mais uma vez presentes os Estados participantes das anteriores Bienais e· p01 ter alcançado novas e valiosas adesões. Também não aludirá com menos franquesa ao es. 22
  41. 41. fôrço que vem dedicando à consolidação, com exce· lentes perspectivas futuras, do prestígio da arte la. tinO-americana no panorama internacional, por- quanto considera efetivamente chegado o momento de serem vencidas as más consequências do quase- isolamento de até há pouco, o que se conseguirá, entre outros meios j pela progressiva seleção dos seus reais valores e pela ponderação comparativa no contexto da Bienal. Embora conhecendo os li- mites de sua ação, que nesse setor não pode ir além da mais fraterna e desarmada persuasão, o Museu de Arte Moderna obstina.se em colaborar com os países latinO-americanos exatamente por julgar-se conhecedor de suas in contestes mas ainda pouco co- nhecidas possibilidades criadoras. Tais objetivos, contudo, jamais poderiam ser visa- dos, não se enraizasse a Bienal no meio em que se gerou. Eis porque, mesmo quando não se mostra de maneira evidente, uma medida brasileira calibra to- dos os seus projetos e iniciativas. Entre outras, a ação continuamente desenvolvida no sentido de ob- ter, dos EstadOS participantes, salas especiais em que se espelhem as glórias de seu passado artistico e pelas quais se mostrem as ligações substanciais que prendem a arte moderna ao melhor da arte de todos os tempos, possue também, além dessas finali- dades, a de oferecer a um país que ainda tem pou- cos museus e, em seus museus, muito menos do que lhe seria preciso, a oportunidade de frequentar, em contacto direto, peças que doutra forma jamais che- gariam até nós. Avaliem-se, dêsse ângulo, a sala Van Gogh, a retrospectiva da Gravura Francesa. a sala Sousa.Cardoso, a retrospectiva do EXDressionis- mo Alemão, a sala Tôrres-Garcia, o conjunto repre. sentativo de 4.000 Anos de Arte Chinesa, a retros,. vecttva da Gravura Japonesa, a coleção de peças do"Randutí" paraguaio. para não referir as salas Gauài, Victor Horta e Van de Velde, que integram a seção arquitetônica, e ter-se-á compreendido o que ambi.
  42. 42. eiona o Museu de Arte Moderna. Relativamente anossa própria criação plástica, uma realização sin-gular, mas nem porisso menos importante, vem re-tomar, retificando.as em razão de seu sentido maisprofundo, as experiências tentadas tanto por meiodos convites individuais especiais das três primeirasBienais, quanto por meio das duas grand,es póstu-mas que, em triste mas iTTecusável circunstância,assinalaram a IV Bienal: a retrospectiva da obra deCândido .portinari, limitada embora pelas dificulda-des materiais típicas duma obra que a celebridaderàpidamente dispersou pelo país e pelo mundo, des•.tina-se a apresentar para os que, sobretudo pela ju·ventude, antes não puderam acompanhá-lo, todo ocurso da atividade do grande mestre brasileiro e, aomesmo tempo, significa uma tentativa de pesquisae documentação cujo alcance é óbvio. Essa linha,que certamente virá a complementar-se por outrasmanifestações de diversa feição porém de igual in-tuito, prolongar.se-á, como verdadeira constante, nas próximas Bienais.Para não parecer que se eludem certos problemasdelicados, cabe ainda uma palavra, acêrca das preo-cupações que continuam a causar as questões levan-tadas a propósito da representação brasileira. Aindadesta feita, formou-se ela segundo o sistema de se-leção por juri. Ninguém poderá afirmar que a salaassim composta desminta a feição de suas anteces-soras, como, por igual, a nenhum dos responsávei8pelo Museu de Arte Moderna e suas Bienais esca-pam as deficiências do processo adotado, que; con-tudo, era preciso apreciar em várias oportunidadese durante razoável prazo de observação. Assim, pelacritica de successivas tentativas, firmou-se a convic.ção de que, entre tantas acusadas, as reais e saná-veis deftcUncias decorriam, efetivamente, não dacomposição e ação dos juTis mas, sim, do própriosistema de seleção. Êste, pois, é que deve mudar,possibilitando ainda maior atenção aos artistas bra- 24
  43. 43. sUeiros, sem, contudo, acobertá-Zos com uma bene-volência paternal que, simpática embora, não consoa com os verdadeiros valores. Aproxima Biennl. para inspirar novo sistema, passará o fruto de.~sa longa e esclarecedora observação. Sirva o exemplo particular para,em conclusão, de. monstrar como, afinal, cada uma das Btena.is, em.. bora atenta à sua própria realização, ~e org::.niza com os olhos postos naquela que imediatl7nente se seguirá. Eis porque se constituem, tôdas, numa constante experiência, em que as metas vencidas e as conquistas realizadas sempre são substituídas por objetivos inéditos e mais ousadas aspirações, num constante desenvolvimento da tarefa que um dia Francisco Matarazzo Sobrinho se propôs e até hoje continua a realizar. Lourival Gomes Machado
  44. 44. REGULAMENTODA V BIENALEXPOSIÇAO INTERNACIONALDE ARTES PLÁSTICAS
  45. 45. Art. l.. - A V Bienal do Museu de Arte Modernade São Paulo, exposição internacional de artes plásticas,que se inaugurarà no mês de setembro de 1959 e ficaráaberta por três meses à visitação pública, é destinada areunir trabalhos representativos da arte mOderna em suaformação e em seu estágio atual, conferindo prêmios aexpositores cuja obra se julgue constituir apreciável con-tribuição para a revelação ou desenvolvimento de novas tendências da criação contemporânea. Art. 2.· - A Diretoria do Museu de Arte Modernade São Paulo estabelecerã o programa da V Bienal, cujadireção e administração são de sua exclusiva competência, e cUjo plano abrangerá também: a Exposição Internacional de Arquitetura; o Concurso Internacional de Escolas de Arquitetura.; a Bienal das Artes Plásticas do Teatro;e quaisquer outros certames, reuniões ou Iniciativas que,conjugadas com a manifesta.ção principal, por seu teorou finalidade, resolva aquela Diretoria realizar ou patro_ cinar. subordinados a regulamentos especiais. Art. 3.· - A V Bienal compor-se-á de:a) salas reservadas à representação brasileira e organi- zadas sob exclusiva responsabilidade da Diretoria do Museu de Arte Mo~erna de São Paulo;b) salas reservadas às representações dos paíSes cUja participação decorra de convite expresso da Diretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo;c) salas especiais, organizadas pela Diretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo, ou por ela solicitadas a qualquer pais participante, com o objetivo de do- cumentar a produção de movimentos, escolas, grupos ou artistas de importência ~istórica ou atual, per- manecendo, as peças componentes de tais salas espe- ciais, excluldas da atribuição de prêmios, salvo ex- pressa resolu~em contrário da Diretoria. Art. 4.· - Das salas mencIonadas no inciso a) do ar_ 23
  46. 46. tigO anterior participarão os artistas inscritos e aprova- dos nos têrmos constantes deste Regulamento. Art. 5.° - Para a inscrição, deverá o artista preen- cher os seguintes requisitos:a) ser brasileiro ou residir no PaÚl hã mais de dois anos;t!.) entregar à Secretaria da Bienal, até o dia 1.0 de fe- vereiro de 1959, sua ficha individual de inscrição, acompanhada das papeletas relativas ao trabalho apresentado, estas em duas vias, juntando.se a pri- meira à ficha individual e aplicand(}-8e a segunda à peça a qUe ela se refere;c) fuér chegar, até o dia 30 de março de 1959, à sede ou a um dos postos de recepção da Bienal, os traba. lhos inscritos, em perfeito estado de conservação e convenientemente apresentados, não respondendo o Museu de Arte Moderna por quaisquer despesas de envio ou reenvio, afora as de desembalagem e reem- balagem, nem assumindo a responsabilidade de danos eventuais. Parágrafo único - da papeleta relativa a cada traba.lho constará o preço e a declaração irrevogAvel de queconcorre ou não aos prêmios, ficando estabelecido que aobra só poderá ser objeto de prêmio de aquisição de valor igualou superior àquele preço. Art. 6.° - São as seguintes as limitações impostas à apresentação de trabalhos;a) para Pintura, até cinco, não devendo ultrapassar de 1.2Om. na altura ou na largura, admitida, porém, a . compensação de tamanho entre obras de um mesmo autor;b) para Desenho ou Gravura, até oito, que deverão ser apresentados protegidOS com vidro;e) para Escultura, até cinco, não ultrapassando de 2m. em qualquer dimensão, admitida, entretanto, a com- pensação de tamanho entre obras de um mesmo autor. ParágrafO único - A Diretoria do Museu de ArteModerna reserva-se o direito de restringir os limites nopresente artigo estabelecido, devendo, entretanto, tal me-
  47. 47. -~ dida ser tomada, caso necessária, antes da instalação da Comissão de Seleção. Art. 7.. - A assinatura da ficha de inscrição obriga o artista à observ~ncia de tôdas as disposições deste Re. gulamento e das decisões da Diretoria do Museu de Arte Moderna, inclusive no qUe se refere à colocação dos tra- balhos no recinto da exposição. Art. 8.° - Os trabalhos inscritos serão submetidos ao julgamento de uma Comissão de Seleção, composta de cinco membros, sendo: a) três escolhidos pela Diretoria do Museu de Arte Mo- derna, que entre êles designará o presidente; b) do.is eleitos pelos artistas inscritos e que tiveram tra- balho aceito na representação brasileira, em pelo me. nos uma das Bienais anteriores;· ao fazer a inscrição, cada artista depositará o seu voto na Secretaria da Bienal. Art. 9.° - As decisões da Comissão de Seleção são irrecorriveis, sendo vedado aos artistas, em qualquer caso, o retirarem os trabalhos aceitos, antes de encerrado o período de exposição pública. Art. 10.. - As representações dos paises participan. tes da V Bienal, organizadas por orgãos oficiais, entida- des privadas ou simples particulares, expressamente con- vidados pela Diretoria do Museu de Arte Moderna, terão como único e exclusivo responsável um comibsárlo, no- meado pelos organizadores da representação, ao qual compete enviar à Secretaria, até O dia 15 de março de 1959 as fichas de inscrição, dos componentes do conjunto a ser exposto, e todos Os dados necessários à publicação no Catálogo Oficial, bem como tomar as providências re- lativas à realização técnica da exposição. Art. 11. -A V Bienal conferirá os seguintes prê- mios: a) "Prêmios Prefeitura de São Paulo", à artista nacio- nal ou estrangeiro, inscrito (m qualquer categoria e 30
  48. 48. apresentado em qualquêr sala da Bienal e queobte.. nha pelo menos 9/10 dos votos do Juri Internacional, cuja !$Colha visará a qualidade das obras apresenta- das, em seu conjunto. Esse prêmio é de t$ 600.000,00 (seiscentos mil cruzeiros), constituída sua dotação das seguintes contribuições: Prefeitura Municipal de São Paulo - 4:$ 200.000,00 Museu de Arte Moderna de São Paulo t$ 400.000 ,00b) Prêmios regulamentares:Dotação da Prefeitura Municipal de S. PauloDotação do Museu de Arte Moderna de S. Paulo. Total 4:$ ~ 100.000,00 4:$ 100.000,00 4:$ 200.000,00 ao melhor pintor estrangeiro 4:$ 100. 000,00 4:$ 100. 000 ,00 4:$ 200.000,00 ao melhor pintor nacional 4:$ 100.000,00 t$ 100.000,00 4:$ 200.000,00 ao melhor escultor estrangeiro 4:$ 100.000,00 4:$ 100.000,00 4:$ 200.000,00 ao melhor escultor nacional 4:$ 100.000,00 e$ 100.000,00 e$ 200.000,00 ao melhor gravador estrangeiro 4:$ 100.000,00 4:$100.000,00 4:$ 200.000;00 ao melhor gravador nacional 4:$ 100.000,00 e$ 100.000,00 e$ 200.000,00 ao melhor desenhista estrangeiro 4:$ 100.000,00 e$ 100.000,00 e$ 200.000,00 ao melhor desenhista nacionalc) Outros prêmios que, por iniciativa ou com aprovação da Diretoria do Museu de Arte Moderna, venham a ser instituídos com a cláusula de aquisição, destinan- do.se as obras assim premiadas a integrarem o acêrvo do Museu. Art. 12. 0 A atribuição dos prêmios é da competên- -cia do Juri Internacional, constitUído, pelo Presidenteda Comissão de Seleção e por criticos escolhidOs pelaDiretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo, que entre êles designará o seu representante.
  49. 49. Art. 13." - O .Juri Internacional, CUjas decisões sãoirrecorriveis, completará a atribuiçio dos prêmios até a.véspera da inauguração da V Bienal, senc1o-lhe permi...tido subdividir ou deixar de conferir qUalquer deles econceder distinções hOnorificas destinadas a estimular as representações não premiadaS. Art. 14. - Na atribuição dos prêmios, consideram.se em igualdade os artistas de nacionalidade brasileira eos estrangeiros residentes há mais de dOis anos no pais,excluindo-se os falecidos anteriormente à abertura da8XJX)sição, e os que figurarem nas salas especiais a quealude o inciso c, do art. 3.·, ou hajam voluntàriamentadesistido de concorrer àqueles prêmios, na forma do dis- posto no parágrafo inico do art. 5.·. Art. 15.· - Em virtude de acôrdo entre a Bienal doMuseu de Arte Moderna de São Paulo e a Bienal deVeneza, os titulares dos grandes prêmios internaciOnais,obtidos na XXIX de Veneza, ficam excluidos da distri- buição de prêmios na preSente exposição. Art. 16.· - Os prêmios serão pagos após o encerra-mento da exposição, deduzidas as taxas legaiS vigentes. Art. 17.· - A V Bienal instalará. nos portos do Riode Janeiro e, eventualmente, de Santos posto de recepçãode obras remetidas por via maritima, e em S. Paulo, para as remetidas por via aérea. Art. 18.· - Na V Bienal haverá uma secçio de vendade obras expostas, cobrada a eomissão de 100/. sôbre o liquido da. aqulsiÇÕP& Art. 19." - Os casos omissos serão resolvidos pelaDiretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo.são Paulo, outubro de 1958. Francisco Matarazzo Sobrinho Presidente 82
  50. 50. REGULAMENTO DA 11BI E NA L DE A R TE SPLÁSTICAS DO TEATRO
  51. 51. 1 - A II Bienal das Artes Plásticas de Teatro, expC)-sição internac;.onal de Arquitetura, Cenografia, Indumen_tária e Técnica Teatral, realizar-se-á no qUadro da VBienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo, de se- tembro a dezembro de 1959. 2 - A Diretoria do Museu de Arte Moderna de SãoPaulo, por seus órgãos artístícos, técnicos e executivos,estabelecerá o programa da exposição, cuja administra-ção e direção ficarão a seu exclusivo cuidado, e poderá,na medida das necessidades, nomear prepostos, quer indi-viduais, quer representados por entidades, com poderesdefinidos no ato da nomeação e extinguíveis a ~eu juízo. A EXPOSIÇAO 3- A exposição internacional das Artes Plásticas de Teatro será constituída de:a) salas para as delegações oficiais dos Países partici_ pantes, que serão expressamente convidados pela Di- retoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo. ~sses Países poderão dedicar salas especiais a um ou mais artistas, vivos ou falecidos; a movimentos cole_ tivos, escolas ou grupos que se distinguiram no de- senvolvimento da moderna arte teatral; e a exposi- ções didáticas, das épocas clássicas aos nossos dias.b) salas especiais dedicadas a obras de artistas estrangeL ros, expressamente convidados pela Bienal e que se- rão considerados "hors concours";c) salas para a representação de artistas ou movimentos brasileiros, ou dedicadas a temas específicos expres- samente propostos pela Diretoria do Museu, de acôr- do com o Serviço Nacional de Teatro, do Ministério da Educação e Cultura. ARQUITETURA 4 - A parte de arquitetura constará especialmentede desenhos, fotografias ou "maquettes" de casas de es_petáculos construídas ou em construção, ressaltando-seos Teatros e Auditórios mais recentes, os Teatros Uni- versitários e as reformas de Teatros. 34
  52. 52. CENOGRAFIA E INDUMENTARIA 5 - A parte de cenografa e indumentária constaráespecialmente de "croquis" originais. gravuras, quadros(e, eventualmente, "maquettes"), ser.Jo admitidas somen- te as obras realizadas. TÉCNICA TEATRAL 6 - A parte de Técnica Teatral constará especialmen.te de desenhos de máquinas teatrais, aparelhos, fotogra-fias, projetos de palcos, estudos de acústica e ilumina- ção etc. REPRESENTAÇOES ESTRANGEIRAS 7 - A Secretaria da Bienal comunicará, oportuna-mente, a cada País, a especificação da área que lhe foratribuída, tomando em consideração, nos limites das pos.sibilidades, as exigências que as várias delegações lhe ti. verem feito. 8 - A Diretoria do Museu de Arte Moderna de SãoPaulo solicitará especialmente dos Países participantes acolaboração para as exposições didáticas em cada setor da Bienal. 9 - As representações estrangeiras cuidarão de en-viar à Secretaria da Bienal as fichas de inscrição da de-legação, os nomes dos artistas participantes e suas notasbiogrMicas, uma seleção de fotografias (para documenta.ção dos Arquivos Históricos e para divulgação de propa-ganda) das obras que serão expostas, e um breve prefá-cio (100 a 150 palavras) da secção, para fins de publica·çãQ no Catálogo geral do certame. A Secretaria da Bie.nal não Se responSabilizará pela omissão dêsses dados noCatálogo, se não forem recebidos até o dia 15 de maio de 1959. 10 - Aos comissários oficiais dos Países que partici-parem do certame será oferecida a hospedagem durante o períOdO de instalação das respectivas salas.
  53. 53. 11 - A Bienal receberá, por meio de um posto de re-cepção expressamente organizado no Rio de Janeiro, osvolumes relativos ao envio dos Paises participantes, de-senvolvendo, para isso, um trabalho conjunto com asMissões diplomáticas estrangeiras e com as autoridadescompetentes, e providenciando, por conta própria, o trans-porte das obras até o recinto da exposição e, ao encer~rar-se esta, sua devolução até o pôrto (ou aeroporto) do Rio de.Janeiro. PARTICIPAÇAO BRASILEIRA 12 - A participação dos artistas nacionais ou resi-dentes no Brasil há mais de dois anos será organizadapelo Serviço Nacional de Teatro, que desenvolverá seutrabalho junto aos órgãos artísticos, executivos e espe- cializados da Bienal. Os interessados devem dirigir_se, no Rio de Janeiro,à sede do SNT, no edifício do Ministério da Educação eCultura (7.0 andar, sala 704) e, em São Paulo, ao repre- sentante daquele .órgão, na sede da Bienal. PRi!:MIOS E J(JRI 13 - Serão instituídos para a Bienal os seguintes prêmios: Prêmio Ministério da· Educação e Cultura - parao melhor cenógrafo estrangeiro e$ 150.000,00 Prêmio Serviço Nacional de Teatro - para o melhorfigurinista estrangeiro e$ 150.000,00 Prêmio Teatro Nacional de Comédia - para o melhorcenógrafo brasileiro C$ 150.000,00 Prêmio Teatro Nacional de Comédia - para o melhorfigurinista brasileiro q 150.000,00 Serão conferidas também a Medalha de Ouro Pre-sidência da República - para o pais melhor representa-do, e as Medalhas de Ouro Anchieta e Santa Rosa. 14 - Para a concessão dos prêmios regulamentaresacima relacionados e dos que eventualmente forem ins-tituídos por particulares ou entidades - sejam pecuniá- 36
  54. 54. rios ou honoríficos - será constituído um Júri especial,que poderá ser integrado, a critério da Bienal e do Ser-viço Nacional de Teatro por alguns dos comissários es-trangeiros e por personalidades nacionais ou estrangeL ras especialmente convidadas. 15 - O Júri reunir-se-á até sete dias antes da inau- guração da Bienal para a escolha dos premiados. 16 - O Júri poderá abster-se de conferir um ou mais prêmios, cOmo também poderá subdividí-los. 17 - Da resolução do Júri não cabe recurso. 18 - Todos os prêmios serão entregues após o encer-ramento da exposição, deduzindo-se, se em dinheiro, astaxas legais, conforme as normas vigentes na época. NORMAS GERAIS 19 - Pela simples assinatura da ficha de inscrição,os artistas submetem_se implicitamente à observânciadêste regulamento e à irrecorrível decisão do Júri, con-ferindo plenos poderes à Diretoria do Museu de ArteModerna de São Paulo para a colocação das obras norecinto da exposição e sua utilização para fins de divul- gação e documentação. 20 - Os eventuais adiamentos ou prorrogações, quesó poderão ser determinados pela Diretoria da Bienal,não alterarão nem restringirão a validade do presente regulamento. 21 - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo.São Paulo, Dezembro de 1958. Francisco Matarazzo SObrinho Presidente
  55. 55. LISTA DE PRêMIOSTabacalera do Brasil S.A. - Salvador,Bahia .............................. €$ 100.000,00Prefeito Municipal de Jequié - Bahia e$ 70.000,00Fratelli Vita - Salvador, Bahia .... €$ 100.000,00Cia. Seguros Aliança da Bahia-Aliança da Bahia Capitalização S. A. e$ 70.000,00Norberto Odebrecht S.A. Ind. e Com. €$ 50.000,00Banco Econômico da Bahia S. A. ... €$ 50.000,00Banco do Estado de S. Paulo S.A . . , €$ 100.000,00Círculo Italiano de S. Paulo ....... . f$ 5O:ÕOO,ooMoinho Santista f$ 50.000,00Sanbra - Soco Algodoeira do Nordes-te ................................... e$ 50.000,00Caixa Econômica Federal - São Pau-lo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . e$ 100.000,00Prêmio Ernesto Wolf ............. US$ 1.000,00Prêmios não regulamentares destinados a aquIsI-ções e comunicados à Bienal até à data em que se encerrou a elaboração do presente catálogo. 38
  56. 56. ADVERTtNCIA,Na. relação das obras usou_se quando possível, aordem cronológica, para as salas especiais, e a or_ dem alfabética, para os artistas das salas gerais.Quando indicado na obra, o ano da execução, segue-se ao titulo. As dimensões são dadas em centímetrose seguem_se à data de execução ou à técnica usada,conforme o caso. Das esculturas, menciona_se ape- nas a altura.Não havendo outras indicações, entende-se que aspinturas são a óleo sõbre tela. Os desenhos, salvo in_ dicação em contrário, são a lápis sObre papel.As obras que não tragam indicação de proprietário, entendem-se como de propriedade do artista.As datas que se seguem ao nome do artistas refe_ rem-se aos anos de nascimento e morte.O presente catálogo foi encerrado a 15 de agõsto de1959, a fim de poder ser entregue ao público no diada inauguração da V Bienal do Museu de Arte Moder_na de São Paulo. Em virtude de fatores independen_tes da vontade da Comissão organizadora, algu-mas obras deixam de figurar, o que se corrigirábportunamente: mediante o acréscimo de uma adenda.
  57. 57. BRASIL
  58. 58. ·.
  59. 59. BRASIL Artistas brasileiros e estrangeiros residentes DO Brasil que espontânea- mente se apresentaJaDI ao Júri de Seleção. A inda desta vez, a escolha da representaçãobrasUeira se fêz através de um jÚri de seleção_ Oprocesso, é evidente, tem suas inconveniências, masnão seria fó.Ci1 substituWó por outro melhor_ Seusresultados, pelo menos, não constituem a expressãode uma vontade individual, num mundo em queamargaâ experiências viermn acentuar o horr(Jr a quaisquer formas de imposição. Antes, pelo contrá- rio, representam um critério coletivo, de uma comis.. são de cinco membros, dois dos quais escolhidos pe-los próprios artistas interessados, e isento, portanto, da eiva da suspeição. A quem observe o conjunto das obras nesta sala ex- postas, há-de parecer, talvez, que o Júri de Seleção tenha procurado imprimir, em suas decisões, deter- minada orientação no que concerne a escolas ou tendências. Efetjvamente, a grande. qy.!l7!tttlade.do ~"terial-,~çeito se hiscreve nas li~hM gerais. 40 ªQs-k"Ci01íiSmo, E se é apreCiável o número de artistas concrétUrcii, nota-se ser diminuto o c~tingente .de figurativistas, SObretudo no setor da pintura e da escultura. Entretanto, a verdade é que, tirante os asstm .chamados "primitivos", e que são, por fôrça, figurativistas, poucos trabalhos dos que se inscrevem nesta tendência foram enviados à presente Bienal. ~e !!. _~:q103~ção_ .. reflJ:.te.._J!OTt~!-tº_é ..~_.p!9pria .... orie~ao dommanJeentre os ãrt!8tas }!º.pals - e não uma jXYBsíveiíiredileção dos mem6ros componen- tes do Júri, os quais, pelo contrário, adotaram por norma a aceitação, em principio, de quaisquer das tendências vigorantes no atual panorama das artes plásticas em todo o mundo. Outra constante a observar será a da dimensão dos
  60. 60. BRASILtrabalhos expostos. Ha, de modo geral, na pintura,na gravura e no desenho, principalmente; certa elei..ção pelas .!ltJzndes dimetrsões;:;fêlôstll11t1lnh&s-atrem---tajados:"ÍJevepteiUliTêSS1r"l!Séolha," pelo-menos nasorigens, a intenção de pôr o quadro em consonânciacom os ambientes vastos, que a arquitetura moder-na vem criando, especialmente nas peças da casaem que, de ordinário, as obras de arte devem figu-rar, como os "livings", bibliotecas, salas de jantar,etc .. É óbvio que a opção por uma dimensão maiorimplica de modo essencial, na realização da obraem sua intimidade, suscitando um tratamento dis-tinto e até uma nova técnica, pQts que fazer umquadro grande não é o mesmo, evidentemente, queampliar um quadro pequeno. Aliás, essa preferênciapelo grande tamanho se vem disseminando por todos os países,na arte contemporânea. Como que, sob êsse aspecto, e talvez por motivos idênticos, se pro-cessa uma volta aos tempos anteriores ao lmpressio" nismo - pois que tôda a arte moderna, e, sobretu_ do, a do período heróico, se ateve, em pintura, até recentemente, às dimensões restrítas.Quanto à qualidade do conjunto em si, admitidas, na seleção, as imperfeições inerentes a qualquer ta- refa humana, poderíamos afirmar que retrata, com fidelidade, nas virtudes e nos defeitos, o estágio atual das atividades artísticas em nosso meio. Não nos abalançamos a um confronto com as seleções verificadas nas bienais anteriores, e nem mesmo, em consequência, a encarar o assunto sob o aspecto de uma possível melhoria, ou de um possível depereci- menta, no nivel geral da produção de nossos artis- tas. Abrigamos, isso sim, a firme esperança de que, no concêrt" de tôda a V Bienal, o país que a pro- move não destõe, não desmereça, diante das demais representações dos países amigos, e possa assim con- tribuir, com a pesada responsabilidade que lhe. toca, para o êxito integral do certame. PGuLo Mendes de Almeida
  61. 61. BRASIL pintura pintura EURICO ABREU (1933)1 PAISAGEM 3, 1959. óleo sôbre eucatex. 31 x 45.2 PAISAGEM 4, 1959. óleo sôbre eucatex. 2S x 42. lUARIO AGOSTlNELLI (1917)3 O PEIXE. óleo sObre madeira. 73 x 83. DIRCE DE CASTRO AGUIAR (1916)4 COMPOSIÇÃO EM OCRES. 73 x 50.5 COMPOSIÇÃO ABSTRATA. 46 x 65. OSWALD DE ANDRADE FILHO (1914)6 MENINA NO MORRO. 65 x 55. ANCIlISES AZEVEDO (1933)7 PINTURA 4, 1959. 54 x 73.8 PINTURA 5, 1959. 54 x 73. ANTôNIO BANDEIRA (1922) 9 CIDADE VERMELHA E PRETA, 1959. 120 x 120.10 AS ARVORES, 1959. 120 x 120.11 PAISAGEM LONGíNQUA, 1959. 120 x 120. UBI DAVA (1915)12 RETÃNGULOS SóBRE RETANGULOS, 1958-59. 81 x 81. HENRIQUE BOESE (1897)13 COMPOSIÇÃO 1. óleo sôbre madeira. 33 x 51.14 COMPOSIÇÃO 2. óleo sôbre madeira. 45 x 59. BERTHA nONART (1904)15 COMPOSIÇÃO 17, 1959. óleo sôbre eucatex. 87 x 72.
  62. 62. BRASIL pintura SHEILA BRANNIGAN (1906)16 PINTURA lI, 1958. 75 x 69.17 PINTURA V, 1958. 60 x 73.18 PINTURA I, 1959. 71 x 95. FRANCISCO BRiENNAND (1927)19 FRUTAS DE VERÃO, 1958-59. 73 x 100.20 BANDEJA VERDE, 1959."SO x 65.21 HOMENAGEM A INGRES. 73 x 92. MARIA C1!;LIA AMADO CALMON (1921)22 PINTURA 1. 80 x 59.23 PINTURA 2. 100 X 72. mm1: CAMARGO (1914)24 MESA COM SETE CARRETEIS, 1958. 100 x 62.25 OBJETOS, 1958. 62 x 100.26 MESA COM CINCO CARRETEIS, 1959. 100 x 62.27 COMPOSIÇAO COM CARRETEIS, 1959. 65 x 92.28 PAISAGEM, 1959. 65 x 92. ALUISIO CARVAO (1918)29 LILAS E PRETO. 87 x 72. PAULO CHAVES (1921)30 PINTURA I, 1958.60 x 81.31 PINTURA lI, 1958. 53 x 73.32 PINTURA III, 1958. 63 x 84. LYGIA CLARK (1920)33 SUPERFíCIE MODULADA 5, 1957. Tinta indus- trial sôbre madeira. compensada. 100 x ISO.34 SUPERF:tcIE MODULADA S~RIE B N.o 1,. 1958. Tinta industrial sôbre madeira compensa- da. 100 x 100.35 SUPERFíCIE MODULADA SÉRIE B N.o 2, 1958. Tinta industrial 6Ôbre madeira compensa.- da.. 100 x 100. 46
  63. 63. BRASIL pin.tura36 SUPERFíCIE MODULADA SÉRIE B N" 3, 1958. Tinta industrial sôbre madeira compensa- da. 100 x 100.37 SUPERFíCIE MODULADA SÉRIE B N.. 4, 1958. Tinta industrial sôbre madeira compensa- da. 100 x 100. VALDEMAR CORDF..IRO (1925)38 ESTRUTURA VISíVEL, 1958. Esmalte sôbre eu- catex. 80 x 135.39 ESTRUTURA VISíVEL, 1958. Esmalte sôbre eu- catex. 150 x 40. RICARDO DE CASTRO COSTA (1942)40 GARRAFA 2, 1958. 73 x 54.41 GARRAFA 3, 1958. 53 x 72. HEITOR COUTINHO (1926)42 COMPOSIÇAO I, 1959. 60 x 81.43 COMPOSIÇAO 2, 1959. 50 x 61.44 COMPOSIÇAO 3, 1959. Óleo sôbre madeira. 80 x 120. EDELWEISS DE ALl<IEIDA DIAS (1917)45 SAO JORGE. 92 x 73.!6 VENDEDORAS DE PENTES. 92 x 65. DANILO DI PRETE (1911)47 GESTO CÓSMICO. 100 x 100.48 COSMOS. 100 x 100.49 ECLOSAO. 100 x 100.50 CORPOS CELESTES. 100 x 100. JACQUES DOUCHEZ (1921)51 VENEZA. 1959. 70 x 100.52 SORRENTO. 19f9. 90 x 61i.53 FEVEREIRO. 111 x 55. STEPHAN ELEUTHERIADES (1922)54 CANECA ONíRICA. 1959. 35 x 22.
  64. 64. BRASIL pintura HERMELINDO FlAlflNGm (1920)55 VIRTUAL 1, 1958. Esmalte sõbre eucatex. 60 x 71.56 VIRTUAL 2,1958. Esmalte sõbre eucatex. 50 x 50.57 VIRTUAL 4, 1958. Esmalte sôbre eucatex. 60 x 50. ~IAURO FRANCINI (1924:)58 TUNDRA, 1959. 117 x 240.59 íCARO. 140 x 125. MONA GOROVITZ (1937)60 PINTURA 1. Óleo sôbre eucatex. 59 x 59.61 PINTURA 4. Óleo sôbre eucatex. 77 x 64. CLARA IlETENY (1919)62 VARANDA. Óleo sôbre eucatex. 88 x 120.53 CAPELA. Óleo sôbre eucatex. 117 x 53.64 .SOBRADO AZUL. Óleo sôbre eucatex. 87 x 52. JACOBO (1924:)65 TELURISMO ARCAICO. Óleo sôbre eucatex. 100 x 60. ELEONORE KOCH (1926)66 IBIRAPUERA, 1958. 54x 75., EMERIC LANYI (1907)67 NO STUDIO. Guache sôbre papel. 45 x 28.68 NA FLORESTA. Guache sôbre papel. 44 x 27. DOMENICO LAZZARINI (1920)69 PINTURA 1. TécIÚca mista. 60 x 90.70 PINTURA 2. TécIÚca mista. 50 x 90. MARIA LEONTINA (1917)71 EPISÓDIOS I, 1958. 55 x 33.72 EPISÓDIOS U; 1958. 55 x 33.. 4S
  65. 65. BRASIL pintura 73 PORMENORES DO EPISÓDIO I, 1958.56 x-33. 74 PORMENORES DO EPISÓDIO 11, 1958.61 x 38. 75 PORMENORES DO EPISÓDIO 111, 1958.55 x 33. ANihSIA ANDRADE LOURENÇÃO (1919) 76 CORREDOR SALIC, 1958. 65 x 50. 77 NATUREZA MORTA VERDE, 1958.33 x 41. RUBEIU lIAURO LUDOLF (1932) 78 RiTMO 5. Guache sôbre papel. 60 x 37. lUANABU lUABE (1924) 79 COMPOSIÇÃO MÓVEL, 1959. 130 x 130. 80 PEDAÇO DE LUZ, 1959. 130 x 120. 81 ESPAÇO BRANCO, 1959.120 x 100. ALOISIO MAGALHÃES (1927) 82 COMPOSIÇÃO 1. 130 x 98.(:83 COMPOSIÇÃO 2. 149 x 84. 84 COMPOSIÇÃO 4. 135 x 94. CARLOS lIAGANO (1921) 85 PINTURA 5. ·Óleo e têmpera sôbre eucatex. 60 x 70. MONTEZ MAGNO (1934) 86 PINTURA 11. 58 x 75. WALDYR JOAQUIlI DE MATTOS (1916) 87 MARINHA 1, 1959. 60 x 75. 88 MARINHA 4, 1959. 60 x 73. 89 MARINHA 5, 1959. 65 x 54. LASZW MEITNER (1900) 90 NATUREZA MORTA. fio x 73.· 91 PAISAGEM. 65 x 81. 92 TRATORES. 65 x 81.
  66. 66. BRASIL pintura GAETANO MIANI (1920)93 PINTURA 1. 80 x 99.94 PINTURA 2.- 80 x 99.95 PINTURA 3. 46 x 80. YOLANDA MOHALYI (1909)96 COMPOSIÇÃO lI, 1958. Técnica mista sôbre cartão. 77 x 113.97 COMPOSIÇÃO I, 1959. Técnica mista sôbre cartão. 77 x 113.98 COMPOSIÇÃO 111, 1959. Técnica mista sôbre cartão. 70 x 100.99 COMPOSIÇÃO IV, 1959. Técnica mista sôbre papel. 76 x 111.100 COMPOSIÇÃO V, 1959. Técnica mista sôbre cartão. 70 x 99. MARIA THEREZA NICOLAO (1928)101 PINTURA 11, 1958. 81 x 100.102 PINTURA 13, 1958. 100 x 100. HELIO OITICICA (1937)103 PINTURA 7. 111 x 87. MARIO FRANCISCO ORMEZZANO (1912)104 COMPOSIÇAO DIN AMICA, 1958. Óleo sôbre madeira. 160 x 109. HENRIQUE CARLOS BICALHO OSWALU (1918)105 FORMAS PIPAIS VERMELHAS, 1958. 61 x 100.106 FORMA PIPAL AZUL, 1958. 65 x 90. JOS~ BRASIL DE PAIVA (1930)107 V ARIAÇOES EM VERMELHO. Óleo sôbre cartão. 33 x 48. 30
  67. 67. BRASIL pintura108 PRETO E AMARELO. Óleo sôbre cartão. 33 x 48. INllUÃ DE PAULA (1918)109 VERMELHO COMPRIDO, 1959. Óleo sôbre ma- deira. 50 x 160.110 VERMELHO QUADRADO. Óleo sôbre euca- tex. 120 x 120. CIDINHA PEREIRA (1934)111 MÃE E CRIANÇA. Guache sôhre papel. 46 x 64.112 DON A DE CASA. Guache sôbre papel. 69 x 48. MARIANNE PERETTI (1927)113 PAISAGEM 1. 54 x 81. LOIO PERSIO (1927)114 COMPOSIÇÃO VIII, 1959. 150 x 100.115 COMPOSIÇÃO X, 1959. 120 x 105. ANNIBAL DE MELLO PINTO (1911)116 COMPOSIÇÃO 59-2, 1959. Óleo sôbre duratex. 121 x 121. BERNARDO CID DE SOUZA PINTO (1925)117 MENINA, 1959. 55 x 38.118 MÃE, 1959. 55 x 38. KARL PLATTNER (1919)119 BUSTO DE MULHER, 1956-57. Óleo sôbre ma- deira. 75 x 75. Col. Ernesto Wolf, São Paulo.120 MULHER SENTADA, 1957-58. Óleo sôbre ma- deira. 141 x 70. Col. Jorge Zalszupin, São Paulo. ISABEL PONS (1912)121 BOSSA 2. Óleo sôbre duratex. 120 x 47.
  68. 68. BRASIL pintura JOÃO GARBOGGINI QUAGLIA (1928)122 MULHER E JANELA, 1958. óleo sôbre eucatex. 60 x 43.123 FIGURAS, 1958. óleo sôbre eucatex. 60 x 42.124 SA VEIRO. Óleo sôbre eucatex. 35 x 53.125 PAISAGEM. óleo sôbre eucatex. 42 x 60.126 COMPOSIÇÃO. óleo sôbre eucatex. 45 x 60. lIARIA LAURA RADSPIELER (1925)127 REFLEXOS DA CIDADE, 1958. óleo sôbre eu- catex. 52 x 61. . PAOLO RISSONE (1925)128 ESTRADA, 1959. 104 x 47.129 ARPOADORES IIl, 1959.10 x 99.130 TELHADO, 1959. 100 x 69.131 SENTENCIADOS, 1959. 93 x 63.132 ASCENSÃO, 1959. 100 x 69. GLAUCO O. CASTILHOS RODRIGUES (1929)133 PINTURA 3. Óleo sôbre fibroplan. 62 x 34. F,ERNANDO ROMANI (1913)134 OPUS 81, 1959. 100 x 80. DOUGLAS MARQUES DE SÁ (1929)135 NATUREZA MORTA N.o6, 1958. óleo sôbre madeira. 40 x 20.136 NATUREZA MORTA N.o lO, 1958. óleo sôbre madeira.. 40 x 20.137 NATUREZA MORTA N.o 12, 1958. óleo sôbre madeira. 40 x 20.138 NATUREZA MORTA N.o 14, 1958. óleo sôbre madeira. 40 x 20.139 NATUREZA MORTA N.o 17, 1958. óleo sôbre madeira. 40 x 20. 52
  69. 69. BRASIL pintura IONE SALDAllJIA (1921)140 COMPOSIÇÃO 1, 1958. 73 x 60.141 PINTURA 5, 1959. 81 x 57. VERA DE SANTANNA (1928)142 GALHARIA DE MASTROS, 1959, Óleo sôbre madeira. 50 x 33.143 GAIOLA. Óleo sôbre madeira. 50 x 33. FRANK SCHiEFFER (1917)144 CRISTO, 1955. 130 x 97.145 MúSICOS, 1958. 68 x 90.146 S:E::CA, 1959. 69 x 91. BENJAMIN SILVA (1927)147 PINTURA lI, 1959. 73 x 100.148 PINTURA lII, 1959. 73 x 100.149 PINTURA V, 1959. 73 x 115. ,ELISA MARTINS DA SILVEIRA (1912)150 LA V AGEM DO ADRO, 1959. Óleo sôbre dura- tex. 100 x 120..151 TRIBUNAL, 1959. 90 x 120. GERSON SOUZA (1926)152 NORDESTE BRAVIO 1: S:l!:CA, 1959. Óleo sô- bre eucatex. 35 x 49.153 NORDESTE BRAVIO 3: QUARESMA, 1959. 81 x 60. FLAVIO smRO TANAKA (1928)154 SOMBRAS E IMAGENS 1, 1959. Guache sôbre papel. 64 x 49. .155 SOMBRAS E IMAGENS 2, 1959. Guache sóbre papel. 64 x 49.156 SOMBRAS E IMAGENS 3, 1959. Guache sôbre papel. 64 x 49.
  70. 70. BRASIL pintura157 SOMBRAS E IMAGENS 4, 1959. Guache sôbre papel. 49 x 64.158 SOMBRAS E IMAGENS 5, 1959. Guache sôbre papel. 64 x 49. ALBERTO TEIXEIRA (1925)159 PINTURA I, 1959. Nanquim e carvão sôbre papel. 31 x 33.160 PINTURA II, 1959. Aquarela e nanquim sôbre papel. 36 x 38.161 PINTURA IH, 1959. Aquarela e nanquim sôbre papel. 37 x 36.162 PINTURA V, 1959. Aquarela e nanquim sôbre papel. 26 x 52. MARIO TORAL (1934)163 COMPOSIÇÃO 2, 1958. Técnica mista. 89 x 130.164 COMPOSIÇÃO 3, 1958. Técnica mista. 81 x 130. FELICIE EMlIA TROULA (1908)165 PETITE SOUDANESE. 81 x 64. RUBEM V ALENTUI (1922)166 COMPOSIÇÃO 11. óleo sôbre papel. 35 x 25. ROSINA BECKER DO VALLE (1914)167 ESTÁDIO DO MARACANÃ, 1956-59. Óleo sôbre duratex. 100 x 120. ERNANI MENDES DE VASCONCELLOS (1912)168 COMPOSIÇÃO 1, 1958. óleo sôbre eucatex. 80 x 121. ~fARIO ZANINI (1907)169 DUNAS. 54 x 73.170 COMPOSIÇÃO. 54 x 73.
  71. 71. BRASIL escultura LUIGI ZANOTTO (1919)171 COMPOSIÇÃO 11. 92 x 65.172 COMPOSIÇÃO 13. 92 x 65. escultura CLELIA COTRIM ALVES (1921)1 PHYSIS I. Bronze. 44.2 PHYSIS II. Bronze. 96. MARIO CRAVO JúNIOR (1923)3 AVE, 1958. Arame revestido de latão. 58.4 FIGURA MONUMENTAL. Arame. 52.5 ANIMAL E AVE. Verga de latão. 280.6 CONSTRUÇÃO 2. Verga e latão. 200.7 EXú VAZADO. Verga e latão. 270. SONIA ,EBLING (1922)8 N.o 22, 1958. Alumínio. 150.9 N.o 44, 1959. Bronze. 120. MARIA GUILHERlIINA GONÇALVES FERNANDES10 TERNURA. Pedra sabão. 40.11 HARM0NIA. Pedra sabão. 40. JULIO GUERRA (1912)12 MULHER SE PENTEANDO. Gêsso patinado. 60. HELOU MOTTA (1925)13 PERSONAGEM. Bronze. 51.14 ESTUDO. Verga. 104. LUIZ SACILOTTO (1924)15 CONCREÇÃO 5840, 1958. Ferro. 80.
  72. 72. BRASIL escultura-desenho ZELIA SALGADO (1909)16 ASAS, 1958. Latão.17 CRESCENTE EM VIAGEM, 1959. Aço inoxidá- vel.18 COMPOSIÇÃO, 1959. Aço inoxidável.19 TRIÃNGULOS 2, 1959. Latão.20 ASPIRAÇÃO VERTICAL, 1959. Latão. 200 JOSÉ lIIRABEAU SAMPAIO (1911)21 ESCULTURA 2. Madeira. 63.22 ESCULTURA 3. Madeira. 89.23 ESCULTURA 4. Madeira. 32. desenho ACACIO ASSUNÇÃO (1935) 1 DESENHO 6, 1959. 85 x 65. 2 DESENHO 7, 1959. 85 x 65. 3 DESENHO 8, 1959. 85 x 65. JOSÉ AZEVEDO (1916)4 DESENHO 21,,1957. 63 x 41.5 DESENHO 22, 1959. Nanquim. 40 x 61.6 DESENHO 25. Nanquim. 61 x 39. ZENON BARRETO (1918)7 HOSPEDARIA DE FLAGELADOS, 1959. Nan- quim. 55 x 40.8 LABIRINTEIRAS, 1959. Nanquim. 55 x 40. HÉRCULES RUBENS BARSOTTI (1914) 9 DESENHO 1. Nanquim. 72 x 72.10 DESENHO 2. Nanquim. 72 x 72.11 DESENHO 4. Nanquim. 72 x 72.12 DESENHO 5. Nanquim. 72 x 72.13 DESENHO 6. Nanquim. 72 x 72.14 DESENHO 7. Nanquim. 72 x 72. 56
  73. 73. BRASIL des.enbo ITALO CENCINI (1925)15 DESENHO 1, 1959. Nanquim. 42 x 28.16 DESENHO 7, 1959. Nanquim. 52 x 25. LOTHAR CHAROUX (1912)17 DESENHO 1. Guache sôbre papel. 50 x 50.Ll DESENHO 2. Guache sôbre papel. 70 x 50. MARCELLO GRASSlUANN (1925)19 DESENHO 1, 1958. 36 x 50.20 DESENHO 2, 1958. 36 x 50.li DEEjENHO 3, 1958._36 x 50.22 DESENHO 4, 1959: 70 x 70.23 DESENHO 5, 1959. 70 x 50.24 DESENHO 6, 1959. 70 x 50.25 DESENHO 7, 1959. 70 x 50.26. DEBENHO 8, 1959. 70 x 50. RENINA KATZ (1925)27 PAISAGEM, 1958. Nanquim colorido. 25 x 28.2il PAISAGEM, 1959. Nanquim colorido. 8 x 31.29 FRUTAS, 1959. Nanquim colorido. 15 x 22.jO PEIXE AZUL, 1959. Nanquim colorido. 13 x 44. FERNANDO LEMOS (1926)31 DESENHO I, 1958. Nanquim. 68 x 46.32 DESENHO lI, 1959. Nanquim. 99 x 69.33 DESENHO IlI, 1959. Nanquim. 99 x 69.34 DESENHO IV, 1959. Nanquim. 99 x 69.35 DESENHO V, 1959. Nanquim. 99 x 69.36 DESENHO VI, 1959. Nanquim. 99. x 69. ALDElfIR lIARTINS (1922)37 CEARÁ 58, 1959. Nanquim. 102 x 67.38 CEARÁ, 58, 1959. Nanquim. 98 x 62.39 CEARÁ 58, 1959. Nanquim. 98 x 62.46 PÁSSARO, 1959. Nanquim. 67 x 102.41 FIGURA, 1959. Nanquim. 102 x 75.42 FIGURA COM CESTO, 1959. Nanquim. 102 x 75.
  74. 74. BRASIL desl"uho43 l. RADIOGRAFIA DO PÁSSARO, 1959. Gua- che sôbre papel. 75 x 100.44 II.· RADIOGRAFIA DO PÁSSARO, 1959. Gua- che sôbre papel. 75 x 100. LYDIO BANDEIRA DE lIELLO (1929)45 FIGURA 3, 1958. 68 x 100. ODILA MESTRINER (1928)46 CASAS, 1958. Nanquim. 34 x 25.47 GATO, 1958. Nanquim. 33 x 30. HUGO MUND JUNIOR (1933)48 CASAS VELHAS. 21 x 33.49 COCHEIROS. 16 x 24. HENRIQUE CARLOS BICALHO OSWALD (1918)50 SUPERFíCIE FEITA, 1958. Desenho a óleo sôo bre telr.. 100 x 50. WEGA NERY GOMES PINTO (1916)51 CRISTAL, 1959. 65 x 50.52 REGRESSO, 1959. 65 x 50.53 PAZ, 1959. 65 x 50. KARL PLATTNER (1919)54 Nú DE HOMEM,. 1958. Técnica mista. 82 x 18. Col. Fernando Millan, São Paulo.55 Nú DE MULHER, 1958. Técnica mista. 83 x 14. Col. Fernando Millan, São Paulo. RAUL PORTO (1936)56 DESENHO 1. Nanquim. 36 x 48.57 DESENHO 2. Nanquim. 36 x 48. MARIA LAURA RADSPIELER (1925)58 COMPOSIÇAO 1, 1958. 57 x 38.59 COMPOSIÇAO 3, 1959. 54 x 38. 58
  75. 75. BRASIL desenho ~fARIA HELENA ANDRÉ8 RIBEIRO (1922)60 COMPOSIÇAO LINEAR 2, 1959. 48 x 30.61 CONSTRUÇÃO N.o 1, 1959. 56 x 30.62 DESENHO, 1959. 33 x 49.83 COMPOSIÇÃO LINEAR 3. 61 x 31. JOS~ CLAUDIO DA SILVA (1932)64 DESENHO 6. Nanquim. 68 x 52.65 DESENHO 8. Nanquim. 52 x 68. AN~SIA CHAVES DA SII.V A TELI.ES (1930)66 COMPOSIÇÃO VI. Nanquim. 76 x 96. YOSHIYA TAKAOKA (1909)67 CAVALO, 1959. Nanquim. 47 x 68. ABELARDO ZALUAR (1924)68 COMPOSIÇÃO LINEAR, 1958. Lapis cera. 40 x 55.69 COMPOSIÇÃO ORGANICA, 1958. Lapis cera e giz. 35 x 50.70 ESTRUTURAS EM PRETO, 1958. Lapis cera e giz. 57 x 78. --- gravura ANTôNIO HENRIQUE AlIARAL (1935) 1 FIGURA 1. Xilogravura. 53 x 30. 2 FIGURA 4. Xilogravura. 54 x 22. EDITH BEHRING (1916)3 VERDE E PRETO 2, 1957. Água-forte. 30 x 69.4 GRAVURA 3, 1957. Água-tinta e bistre. 45 x 46.
  76. 76. BRASIL gravura5 GRAVURA i, 1958. Água-tinta. 28 x 28.6 GRAVURA 7, 1958. Água..forte negativo. 34 x 51.7 GRAVURA 8, 1959. Água-forte. 49 x 46. ~IARIA BONOlUI (1935) 8 PRESSENTIMENTO, 1958. Xilogravura. 30 x 18. 9 PARADA, 1958. Xilogravura. 100 x 50.LO ASAS, 1958. Xilogravura. 50 x 100.LI CRISTALINO, 1958. Xilogravura. 30 x 10.12 TRíPTICOII. Xilogravura. 23 x 75.13 FIGURA. Xilogravura. 100 x 50. ADIR BOTELHO (1932)14 GRAVURA 1. Xilogravura. 33 x 25.15 GRAVURA IV. Xilogravura. 28 x 14.16 GRAVURA V. Xilogravura em côres. 23 x 36. MARIO A. DE BERR~DO CARNEIRO (1930)17 MESA. Água-tinta. 40 x 40.18 NATUREZA MORTA. Água..tinta. 52 x 76.19 INTERIOR. Água-forte. 60 x 35.20 MESA E CADEIRA. Água..tinta. 60 x 30. JOÃO LUIZ CHAVES (1924)21 COMPOSIÇÃO lI, 1957. Gravura sôbre metal. 20 x 46.22 COMPOSIÇÃO I, 1958. Gravura sôbre metal. 50 x 8.23 COMPOSIÇÃO VI, 1958. Gravura sôbre metal. 50 x 8.24 COMPOSIÇÃO IV, 1959. Gravura sôbre metal. 30 x 50. HENRIQUE VALENTE DA CRUZ (1919)25 XILOGRAVURA 1; 1958. 31 x 31.26 XILOGRAVURA 2, 1959. 31 x 31. 60
  77. 77. BRASIL gravura ROBERTO DE LA110NICA (1933)21 COMPOSIÇAO I, 1959. Água-tinta. 25 x 33.28 COMPOSIÇÃO II, 1959. Água-tinta. 18 x 40. ARNALDO PEDROSO DHORTA (1914)29 XILOGRAVURA A, 1957. 59 x 48.30 XILOGRA VURA C, 1958. 59 x 48.31 XILOGRAVURA D, 1958. 48 x 59.32 XILOGRAVURA E, 1958. 60 x 48. SI;RVULO ESMERALDO (1929)33 GRAVURA I. Água-forte e água-tinta. 20 x 35.S4 GRAVURA II. Gravura sôbre metal. 24 x 30.15 GRAVURA IIl. Água-forte e água-tinta. 30 x 37.36 GRA VURA IV. Água-tinta. 29 x 35.37 GRAVURA V. Água-forte e água-tinta em cô- res. 20 x 34.38 GRAVURA VI. Água-tinta e ·buril em côres. 20 x 34.39 GRAVURA VII. Água-tinta. 24 x 28. DECIO FERREIRA (1932)40 A HORA AZUL, 1958. Xilogravura. 38 x 27.41 METAMORFOSE I, 1959. Xilogravura. 33 x 20.42 CONJUGAÇÃO CELULAR, 1959. Xilogravura. 33 x 18.43 INíCIO DE UM NOVO CíRCULO, 1959. Xilo- gravura. 33 x 18. REYNALDO DE- AQUINO FONSEC.l (1932)44 COMPOSIÇÃO 3, 1958. Xilogravura. 40 x 25.45 COMPOSIÇÃO 5, 1959. Xilogravura. 40 x 25. KARL-HEINZ HANSEN (1915)46 Xilogravura I, 1959. 57 x 21.47 Xilogravura II, 1959. 16 x 49.48 Xilogravura IIl, 1959. 53 x 22.49 Xilogravura V, 1959. 18 x 64.
  78. 78. BRASIL ,ravura ANNA LETYCIA (1929)50 PLANTA 3, 1959..Agua...tinta e águ.a.-forte. 59 x 58.51 PLANTA 5,1959. Agua-tinta e água...forte. 43 x 8.1i2 PLANTA 6, 1959. Agua-tinta e água-forte. 35 x 17. JOS1t LWA (1934)53 ABSTRAÇAO F, 1958. Gravura sôbre metal. 28 x 25.54 ABSTRAÇAO C, 1959. Agua-forte. 28 x 25. VERA BOCAYUVA lUINDLIN (1920)55 MURO VELHO 1, 1958. Agua...tinta. 29 x 19.66 MURO VELHO 3, 1958. Agua-tinta. 28 x. 20.57 MURO VELHO 6, 1959. Agua-tinta. 30 x 19. FAYGA OSTROWER (1920)58 AGUA-TINTA 5834, 1958. 32 x 50.59 AGUA-TINTA E PONTA 81!:CA 5838, 1958.25 x 50.60 ÁGUA TINTA 5841, 1958. 32 x 50.61 AGUA-TINTAEPONTASJ:CA5831, 1958. 31-x50.62 AGUA-TINTA E PONTA S:i!:CA 5837, 1958. 31-x 50.63 AGUA-TINTA E PONTA S:i!:CA, 5843,1958.70 x 25.64 AGUA-TINTA E BURIL 5839, 1958. 33 x 50.6& AGUA-FORTE E AGUA-TINTA 5844, 1958.2õx 70. não concorre a prêmios LYGIA PAPE (1929)66 XILOGRAVURA 1, 1959. 17 x 38.67 XILOGRAVURA 2, 1959. 19 x 35.68 XILOGRAVURA 3, 1959. 30 x 40. ROSSINI QUINTAS PEREZ (1932)69 GRAVURA 5, 1959. Agua-tinta e água-forte .... 45 x 58.70 GRAVURA 6, 1959. Agua-tinta e água-forte. 32 x 58.71 GRAVURA 10, 1959. Agua,..tinta e água-torte. 35 x 50.72 GRAVURA 11, 1959. Agua-tinta e água-forte. 57 x 32. 62
  79. 79. BRASIL t;ravura ARTHUR LUIZ PIZA (1928)73 COMPOSIÇÃO I. Gravura sôbre metal, 40 x 58.74 COMPOSIÇÃO H. Gravura sôbre metal. 40 x 56.75 COMPOSIÇÃO IH. Gravura sôbre metal. 57 x 47.76 COMPOSIÇÃO IV. Gravura sôbre metal. 50 x 30.77 COMPOSIÇÃO VI. Gravura sôbre metal. 35 x 28.78 COMPOSIÇÃO VIII. Gravura sôbre metal. 34 x 29. ORLANDO J. CORREIA nA SILVA (1923)79 GRA VURA B. Maneira negra. 50 x 60.80 GRA VURA C. Maneira negra. 30 x 42.81 GRAVURA D. Maneira negra. 30 x 42. JOS1iJ MARIA DE SOUZA (1935)82 COMPOSIÇÃO VI, 1959. Agua-tinta e água-for- te. 38 x 63. IIEDWIG ZIEGLER (1930)83 CORTIÇO, 1957. Litografia. 36 x 23.84 ARRANHA-CEUS, 1959. Litog.rafia. 50 x 24.85 mANTE DA IGREJA, 1959. Litografia. 50 x 24. Por não se enquadrarem em nenhuma das cate- gorias que abrangem as obras expostas na V Bienal de São Paulo, os trabalhos que a seguir se mencionam não concorrem aos premias atri- buídos pelo Juri. TEREZA DAMICO (19~4) 1 YEMANJ A, 1958. COlagem.~ x 68. 2 LOUCA, 1958. Colagem. 68 X· 48.
  80. 80. ABRAHAlI PALATNIK (1928)3 VERDE E LARANJA EM SEQUÊNCIA HORI- ZONTAL, 1958. Mecanismo elétrico. RENÊE SASSON (1922)4 COMPOSIÇÃO 1. Esmalte. 37 x 57.5 COMPOSIÇÃO 2. Esmalte. 55 x 40.
  81. 81. ALEMANHADELEGAÇÃO ORGANIZADA PE-LO «GERMANISCHES NATIO-NAlrMUSEUM» NUREMBERG.COMISSÂRIO: PROF. LUDWIGGROTE.
  82. 82. ALEIUANHA A República Federal da Alemanha traz para aV Bienal do Museu de Arte Moderna uma seleçãode arte alemã contemporânea. A escultura é repre-sentada somente por Karl Hartung, de Berlim,cujos desenhos em grande formato documentam aomesmo tempo seu eminente talento gráfico. Quan.to à pintura, é tomada em consideração principal-mente a geração mais nova. Acreditamos que a ju-ventude já haja plasmado uma linguagem própria, merecendo atenção e interêsse. Graças à generosa condescendência do diretor ge.ral do Museu Wallraf-Richartz de Colônia, Prof.Foerster, e do conhecido mecenas Dr. Haubrich,cuja coleção constitue a secção moderna desse mu.seu, foi possível dar à arte contemporânea uma in.trodução retrospectiva. Conseguimos assim mostrara pintura do século XX, historicamente considera-da como Expressionismo alemão: Emil Nolde, ErichHeckel, Ernst Ludwig Kirchner, Otto Müller e .KarlSchmidt.Rottlufl, são representados por óleos eaquarelas. Ao lado desse conjunto, o Sr. ErnestoWolf, de São Paulo, põe gentilmente à disposiçãoexemplos da gravura deste grupo, de sua coleção particular.Emil Nolde, vindo de uma estirpe camponesa, nafronteira alemã da Silésia, é um artista isolado naarte alemã do século XX. Nêle, a côr torna.se ativa,uma fôrça elementar acionada por um movimentoíntimo e um abalo espiritual. Sua pintura se expan.de na superfície, e êlereduz os graus tonais a pou-cas unidades de côr, grandes e circunscritas. A figu.ra perde a sua forma natural em favor de uma in-teriorização e de uma sensibilidade apaixonada. Oprimitivo, o elementar e o terrestre, tornam.se evi-dentes na pintura de Nolde. A tinta a óleo é paraêle uma matéria que escoa com dificuldade. Sejamnuvens, mar ou casas, animais ou flores, tôdas ascoisas se movimentam num ritmo pesado e são pe-netradas de uma surda melancolia. Mas nas aqua.
  83. 83. ALE1UANlIArelas, suas côres se aclaram na mais suave e bela . transparência.Ao lado de Nolde, a "Briicke" foi a criadora e porta-dora do verdadeiro Expressionismo alemão. Heckel,Kirchner e Schmidt.Rottluft formaram-lhe o nú-cleo .. Eles não queriam deixar-se enganar, em seuansêio pelo original, pela fôrça elementar de exprell-são. Através da estreita convivência dos três, eatravés dos mesmos modelos, a "Briicke" tomou ocarater unitário de uma escola. Os quadros eramexecutados com ímpeto, afim de fixar a idéta inte.rior com tôda a fôrça e dar à expressão um vigorimediato. Os temas surgiam de um fundo comum:ao lado do nú e da-paisagem,havia o circo e o "va-rieté", e também a grande cidade e a vida de suasruas, onde se fazia sentir uma tomada de posição crítico-social.Os pintores da "Briicke" deram novo crédito à aqua.rela, ampliaram-lhe as dimensões, tendendo ao ta-manho de quadro a óleo. Renovaram também a xi.logravura e passaram, nessa técnica, para o forma-te grande e monumental. O branco e o preto estãolado a lado em grau de paridade, como positivo e negativo.Em 1905 tais pintores já se achavam unidos. Em1906, expuseram pela primeira vez em conjunto. Em1910, a êlell juntaram-se OUo Müller e Max Pech.stein. Nesse mesmo ano, deixaram Dresda transfe-rindo-se para Berlim, onde fundaram a "Neue Se-cession". Em 1913, o grupo se dispersou, e cada um seguiu seu próprio caminho.Ernst Ludwig Kirchner é o mais agressivo e o maissensível dos pintores da "Brücke". Atingiu uma. pri-meira culminância em Berlim, entre 1910 e 1914, comcenas das ruas da metrópole. Depoís de ter-se mu-dado para Davas, em 1917, manifestou-se-lhe a gran-deza primeva das grandes montanhas, a. dura exis-tência dos montanheses, com ela identificadà. ErtchHeckel é estimuldo pelos sêres humanos doentes~ so-nolentos e inertes. Ele criou, de fato, o tipo expres- 68
  84. 84. ALEMANHA sala especialsionista, com a testa excessivamente alta e o olharprofundo. A sua fantasia tende ao romántico e aolírico. A personalidade de Karl Schmidt-Rottluff sedistingue pela rigorosa serenidade estrutural-arqui-tetônica. Na revolucionária transformação que se-guiu à primeira guerra mundial, abraça os temas re. ligiosos, sobretudo na gravura. Otto Müller ideali-zou os ciganos como o protótipo da humanidadeprimeva. Tôda a sua obra se acha penetrada de umteor idílico, um sentido erótico inocente e natural, e um tom liricamente elegíaco. Luclwig Grote SALA ESPECIAL EXPRESSIONISMO ERICH HECKEL (1883) 1 CANAL EM BERLIM, 1912. 80 x 100. 2 RETRATO DO IRMAO, 1923. Guache e aqua- rela. 61 x 47. 3 PAISAGEM DE MONTANHA PERTO DE OBERSTDORF, 1923. Guache e aquarela. 51 x 62. ERNST LUDWIG KIRCHNER (1880-1938) 4 PAISAGEM PERTO DE MORITZBURG, 1906. Aquarela. 37 x 46. 5 A RUSSA, cêrca de 1912. 150 x 75. 6 CINCO MULHERES NA RUA, 1913. 121 x 91. 7 NÚ DE MOÇA PERTO DE ESTUFA, cêrca de 1913-14. Aquarela, lapis e giz. 50 x 38. 8 PINHEIROS CORTADOS, cêrca de 1920. 95 x 80.
  85. 85. ALEMANHA sala especial OTTO l1tiLLliR (1874-1980) 9 DOIS NOS FEMININOS, cêrca de 1919. 88 x 70.10 CABANA DE CIGANO. 115 x 90.11 TR:tS NúS. Lapis de cera em cõres. 68 x 50.12 CIGANO NA FRENTE DA BARRACA. Pena, giz em côres e aguada. 60 x 47. ElDL NOLDE (1867-1956)13 EXALTADO, 1916. 101 x 86. ".14 JARDIM FLORIDO. 90 x 74.15 JUGO. Nanquim e aquarela. 47 x 35.16 NUVENS AO ENTARDECER, anterior a 1924. Nanquim e aquarela. 33 x 49. KARL SCHlDDT-ROTTLUFF (1884)17 NATUREZA MORTA COM MAÇAS E FLORES AMARELAS, 1908. 66 x 48.18 NO FEMININO AJOELHADO COM LENÇO VERMELHO, 1913. Desenho a pincel aquarela- do. 47 x 58.19 BARCOS DE PESCADORES, cêrca de 1919-22. Aquarela e pena. 50 x 68.20 FLORES DO CAMPO. NA JANELA, 1922. 90 x 76. Obras pertencentes à Coleção Haubrich do Mu- seu Wallraj-Richartz, Colônia. SALA GERAL pintura HERMANN BACHMANN (1922)1 VERMELHO FIGURATIVO, 1958. 170 x 135. Col. Galeria Springer, Berlim.2 AZUL FIGURATIVO, 1958. 170 x 135. Col. Ga- leria Springer, Berlim. 70
  86. 86. ALE:.IANTIÁ . pintura HUBERT BERKE (1908)3 TRANSPARENTE, 1959. 100 x 150.4 VIDA PERIGOSA, 1959. 150 x 80.5 TERRA INCÓGNITA, 1959. 150 x 100.6 MUTAÇÓES, 1959. 150 x 100.7 AZUL FESTIVO, 1959. 100 x 150. lUANFRED BLUTH (1926) 8 BROOKLYN, À NOITE, 1958. 90 x 70. 9 "DOWNTOWN-BROADWAY", 1959. 75 x 95.10 GRANDE ATLÂNTICO, 1959. 60 x 90.11 COSTA BRANCA, SANTA BÁRBARA, 1959. 90 x 75.12 PERTO DE PUEBLO, 1959. 100 x 80. JOSEPH FASSBENDER (1903)13 DIONISIO, 1958. Guache. 59 x 87. Co1. Galeria Spiegel, Colônia.14 QUADRO AZUL, 1959. 140 x 200. Col. Galeria Spiegel, Colônia. RUPPRECHT GEIGER (1908)15 FORMA AZUL, VERMELHA E PRETA. 150 x 146.16 VERMELHO ESCURO COM PRETO AZULA- DO E BRANCO. 140 x 145. Col. particular.. ERNST WILHELM NAY (1902)17 OCRA ABRASADA, 1959. 100 x 81.18 AZUL ÓXIDO, 1959. 100 x 81.19 JOTA, 1959. 162 x 130.20 ESPIRAL AMARELA NO VERMELHO, -1959. 162 x 130.21 IPSILÓIDE, 1959. 162 x 130. HANS PLATSCHEK (1923)22 IRREVOGÁVEL KLONDYKE, 1959. 114 x 142.23 íDOLO, 1959. 116 x 100.24 A CIGARRA, 1959. 116 x 89.
  87. 87. ALEMANHA pintura EMIL SCIIUMACHER (1912)25 MONZUBA, 1959. 170 x 132.26 EXTE, 1959. 120 x 96.27 PERABILA, 1959. 160 x 100. K. R. H. SONDERBORG (1923)28 30.8.57, 17.48-18.57 HORAS, 1957. 108 x 71. Col. particular.29 3.9.57,17.34-20.41 HORAS, 1957. 108 x 71. Col. particular.30 2.5.59,20.13-20.42 HORAS, 1959. 108 x 71. Col. Galeria van de Loo, Munique. FRED TmELER (1916)31 FANFARRA AMARELA, 1956. 190 x 125. Col. Galeria Stangl, Munique.32 ACENTOS EM BRANCO, 1959. 115 x 146.83 COM DOMINANTE VERMELHA, 1959. 190 x 130. HANN TRIER (1915)34 SEGUIRIYA lU, 1958. 98 x 197. Col. Galeria Spiegel, Colônia.85 OSCILAÇÃO lU, 1958. 81 x 116.36 CONTINUAÇÃO IV, 1958. 81 x 130.37 BAMBU CO U, 1959. 81 x 130. _.38 AMBIDESTRO I, 1959. 195 x 114. HEINZ TRrnKES (1913)39 RASTO EM DIREÇÃO AO NINHO, 1954. 102 x 124. Col. Galeria Springer, Berlim.40 MÁQUINA AZUL, 1954. 102 x 125. Col. parti- cular.41 ENCONTRO DE INSETOS, 1955. 120 x 100. Col. Galeria Springer, Berlim.42 LÁPIDE, 1958. 73 x 116. Col. Galeria Springer, Berlim.
  88. 88. ALEl:lANHA pintura-escultura GERHARD WIND (1928)43 FIGURAÇÃO G VI, 1959. 150 x 100.44 FIGURAÇÃO G VH, 1959. 150 x 100.45 FIGURAÇÃO H VH, 1959. 130 x 75.46 FIGURAÇÃO L VI, 1959. 75 x 150.47 FIGURAÇÃO XXX, 1959. 103 x 103. escultura KARL IIARTUNG (1908) 1 COMPOSIÇÃO I, 1948. Pedra. 45 x 58. Col. par- ticular. 2 FORMA ORGÃNICA, 1949. Bronze. 68. 3 FORMA PARTIDA, 1950. Bronze. 31 x 53. 4 PAR ALADO, 1951. Bronze. 40 x 26. 5 RETRATO L., 1951. Mármore. 27. Col. Museu Provincial, Münster. 6 COMPOSIÇÃO H, 1952. Bronze. 40. 7 FORMA COM TRIPLA ARTICULAÇÃO, 1953. Cimento. 110. 8 RELEVO IH, 1954. Bronze. 20 x 30. 9 MONUMENTO I, 1955. Bronze. 45.10 MONUMENTO H, 1955. Bronze. 60.U FORMA ALADA, 1955. Bronze. 37.12 MARCA, 1955. Bronze. 70 x 40.13 RELÊVO IV, 1956. Bronze. 38 x 20.14 CABEÇA, 1957. Bronze. 28.15 COLUNA I, 1958. Pedra. 30.16 RELÊVO I, 1958. Pedra. 22 x 49. Col. particular.17 COLUNA H, 1958. Pedra. 93.18 RELÊVO H, 1958. Pedra. 22 x 49.19 FORMA PRISMÁTICA I, 1958. Bronze. 27 x 27.20 FORMA PRISMÁ TICA II, 1958. Bronze. 22 x 23.21 COMPOSIÇÃO IH, 1958. Pedra. 40.22 COMPOSIÇÃO IV, 1958. Bronze. 30 x 20.23 RETRATO DO PRESIDENTE DA REPúBLI- CA PROF. HEUSS. Bronze. Col. particular.
  89. 89. ALEMANHA desenho desenho KARL HARTUNG (1908) 1 PEQUENA COMPOSIÇAO FIGURATIVA, 1952. Giz. 43 x 61. Co!. particular. 2 COMPOSIÇAO I, 1955. Giz. 158 x 310. 3 COMPOSIÇAO 11, 1955. Giz. 180 x 276. 4 MARCA 11, 1955. Giz. 43 x 61. 5 NA GRADE I, 1955. Giz. 73 x 52. 6 NA GRADE lI, 1955. Giz. 73 x 52. 7 ARMAÇAO I, 1955. Giz. 51 x 90. 8 COMPOSIÇAO 111, 1957. Giz. 180 x 280. 9 COMPOSIÇAO IV, 1957. Giz. 180 x 278.10 COMPOSIÇAO V, 1957. Giz. 158 x 305.11 COMPOSIÇAO VI, 1957. Giz. 152 x 246.12 COMPOSIÇAO VII, 1957. Giz e cera. 152 x 227.13 COMPOSIÇAO IX, 1957. Giz. 180 x 300.14 COMPOSIÇAO FIGURATIVA, 1958. Giz. 180 x 276.15 COMPOSIÇAO EM CÓRES VIII, 1959. Giz e cera. 152 x 255.16 PEQUENA COMPOSIÇAO I. Giz. 43 x 61.17 PEQUENA COMPOSIÇAO 111. Giz. 43 x 61. 74
  90. 90. ARGENTINADELEGAÇÃO ORGANIZADA PE-LO MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃOE JUSTIÇA, BUENOS AIRES.
  91. 91. ARGENTINA E sta é a segunda participação oficial da Argen.tina néste certame de ressondncia mundial. Repre.sentará nosso País uma coleção de autores esco.lhidos pelJ, Comissão Assessora e Juri de Seleçãoinstituída pela Resolução Ministerial n! 702 de 31 de junho de 1958.O critério adotado por seu regulamento é de que in.tegre a exposição um número limitado de autores,com um conjunto individual que compreenda nãomenos de cinco obras, afim de lograr uma homoge-neidade dentro de suas diferenciações e de favore. cer a valorização pessoal da obra de cada autor.A linguagem artística é a mais adequada para uniros povos na vibração sensível dos espíritos. Ante aobra de arte se irmanam os· homens, através dotempo e do espaço, porque a arte é amor e compre- ensão.A união fraternal dos povos do continente america_no é a nect~sidade indipensável para o cumpri-mento de seus destinos e dás nações que o compõem.Esse é o sentido da adesão argentina. a esta reali-zação internacional, que se efetua na Nação amiga,além do fecundo valor e da nobre emulação que um certame desta natureza significa. SALA ESPECIAL JUAN DEL PRETE (1897) pintura1 ABSTRAÇÃO EM AZUL E VERMELHO. 270 x 165.2 ABSTRAÇÃO EM PLANOS. 200 x 155.3 ABSTRAÇÃO DINÃMICA. 200 x 164.4 COMPOSIÇÃO DINAMICA EM TOM VIOLE- TA. 162 x 146.5 ABSTRAÇÃO EM AZUL E VERMELHO. 150 x 162.

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