II BIENAL              -DO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SAO PAULO
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ENGENHARIA             DE              _                                                       I                          ...
EDIAM, EDiÇõES AMERICANAS DE ARTE     E ARQUITETURA          PRIMEIRA EDiÇÃO: DEZEMBRO DE 1953COPYRIGHT MUSEU DE ARTE MODE...
11 BIENAL     DO MUSEU DE ARTE     MODERNA DE SÃO PAULOcatálogo    geral
MUSEU                 DE       ARTE            MODERNA      D       r e t o r       a       E x e c u t      v aPresidente...
PRESIDÊNCIA                           DE HONRADA SEGUNDA BIENALSua Excelência Senhor   Getulio Dorneles VargasPresidente d...
COMISSÃOARTfSTICAD A 2.° B I E N A L     Antonio Bento                        Antonio Joaquim de Almeida                  ...
DEPARTAMENTOS                       DA     2. a   BIENAL    Secretario   G e r o I:   Arturo Profili                 Arqui...
APRESENTAÇÃO  A      primeira Bienal do Museu de Arte Moderna         de São Paulo teve, a orientá-la, a dedicaçãO  e o en...
Cabe-me também agradecer à Comissão do IV Cen-tenário por haver honrado a segunda Bienal com oseu patrocínio, colocando-a ...
N T R O D U ç Â 6 N     o prefácio do catálogo da primeira Bienal do       Museu de Arte Moderna de São Paulo, expli-cava ...
Aceita a idéia, solicitou-se, desde logo, de comum acôrdo com. os comissários, às diferentes adminis-trações encarregadas ...
da Bienal exemplos perfeitos de tôdas as tendén-cias estéticas.Não cabe nesta nota introdutória uma análise his-tórica da ...
REGULAMENTOD A   2. a   B I E N A L
I.
A 2. 0 Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo,    exposição internacional de artes plósticas, inaugurar-    se-á em ...
responsobilidade alguma, cabendo aos artistas o facul-         dade de segurá-los por próprio conto;    c)   As obras deve...
9   Na Secretaria da Bienal, funcionará uma seçãa espe-     cialmente destinada à venda das obras e que cobrará     uma co...
melhor gravador nacional {obras             apresentadasl: ............ Cr$          50.000,00           melhor desenhista...
REGULAMENTO DA    2. a E X P O 5 I ç Ã OINTERNACIONAL DE    ARQUITETURA
Integrando o 2. 0 Bienal do Museu de Arte Moderno    de São Paulo, realizo-se, simultâneamente, o Exposição    Internacion...
10   A Bienal (E.I.A) se responsabilizará, apenas, pelas des-     pesas de desembalagem dos trabalhos, ficando, os que    ...
b) PREMIO PARA UM JOVEM ARQUITETO:          Cr$ 50.000,00 - Atribuido a um jovem arquiteto          - que no momento de in...
20   Pela simples assinatura da ficha de inscrição, os que     participarem da 2. 0 E.I.A. sujeitam-se à observância     d...
L 1ST A               DE        PRÊMIOS             Os prêmios mencionados como aquisição, no             formo do dispost...
PRI:MIOS DE AQUISiÇÃOPINTURAFundo de oquisição B. E.                          100.000,00Aquisição nacional (Prêmio Caixa E...
Aquisição estrongeiro (Prêmio Jockey Club de     São Paulo)                                    50.000,00Aquisição livre (P...
PR~MIOS      ESPECIAISPrêmio FIAT (Torino) para artista brasileiro     que realize viagem à Itólia)              1.000.000...
Categ. 10 (escolas) Prêmio Universidade de     São Paulo                                   50.000,00Categ. 11 (problemas u...
PAíSES   PARTICIPANTES         ALEMANHA         ARGENTINA         ÁUSTRIA         BÉLGICA         BOUVIA         BRASIL   ...
ADVERTÊNCIA                   N a relação das obrasusou-se a ordem cronológica, poro as salasespeciais, e a ordem alfabéti...
BRASIL
Sala especial                ELYSEU VISCONTI         organizada pelo sr. José Simeão Leal P mânticos   resos às      fórmu...
BRASil                                     Elyseu Visconti de Janeiro. Não se limita, apenas, a essa tarefa; datam, dessa ...
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BRASIL                                      Elyseu Visconti25   A REVOADA DOS POMBOS. Rio de Janeiro, 1932,     0,52 x 0,5...
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BRASIL                                    paisagem brasileira      "     assinatura e sem data. Coleção Raymundo          ...
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BRASIL          "-                                   paisagem brasileira "51   VISTA DA ENTRADA DA BAíA DO RIO DE         ...
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BRASIL                                     pinturasistência consumiria tôda a vida. Muito pode seratribuido a instabilidad...
BRASIL                                             pintura            OSWALD DE ANDRADE FILHO (1914) 6   PAIXAO DE JECA TA...
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BRASIL                                         pintura                        JACQUES DOUCHEZ (1921)67   :ÉPOCA, 1953. 81 ...
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BRASIL                                         pintura                   HEITOR DOS PRAZERES (1902)151   CHORO CARIOCA, 19...
BRASIL                                      pintura        FIRMINO FERNANDES SALDANHA (1905)169 CABEÇA DE TOURO ,1953.    ...
BRASIL                                    pintura184 NATUREZA MORTA EM SANTA TEREZA, 1953.    100 x 73.                JOS...
BRASIL                                       pintura                         ALBERTO TEIXEIRA (1925)202 COMPOSIÇãO. Aquare...
BRASIL                                      pintura - escultura217 COMPOSIÇAO EM RETANGULOS, 1953. 59 x 73.218 PINTURA, 19...
BRASIL                                        escultura                    AMILCAR DE CASTRO (1920)3    ESCULTURA, 1952. C...
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  1. 1. II BIENAL -DO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SAO PAULO
  2. 2. ( "; ARQUIVOS HSTQRISOS W~NDA ~I:VO fur~DACAJ jJLi~kL ~AO PtULO j06f) (o/?
  3. 3. glorificação da arte A mu .. t<J. no IVO mO" eJe~<>do eop""õo_" orle 000901<0, em lod<> " .vo bel",,,,~...,.," •• IQ. AI",," le,." "teo"o. nacionol e ."Iernocoonol <on09,o<lo PO 9"mdes,nerp,,"" o. ok, pio>!,,,... IM .... bOIJ".inob"""i op....,nlod ... "me.po.iç"",deeper<II"Oo ... und,oI.SõoPouloo .. i.h,; 1",.,.g",o."Ho"",oO em 11.s.. <> I"0,eç;; .. do. mO" oi." •• "Io,~. no. dom,,,,,,. vnive""õ, do AtOe
  4. 4. Suprémo na arts. dehop.d."to HOTEL- COMODORO lheoferece o moximo de conEôrto e servu;:oimpecavel, tornando a suo estada na Capitol
  5. 5. No Lar Moderno ... PHILIPS - completo o prazer, o beleza, o confôrto e o distinçõo... t S. A. PHILIPS DO BRASIL Garantia de um pCJdrão absoluto de qualidade Rádios, Televisão, Lâmpadas, Aparelhos Domést;cos, Válvulas Electrônicos, Carregadores de Baterias, Reguladores de Tensão, Equipament<.s de Cinemc, . Material Eectroacustico e Amplificadores, Radiotransmissores, Apare:hos de Electromedicina, Raios X, Equipamento Dentário, Equipamento Hospitalar, Aparelhos de Medição, Telefones Automáticos,Ri" e S. Paulo e B. Horizonte e Rede e P. Alegre e Curitiba e Fortaleza e Salvador e Belé..
  6. 6. BOA·( Consultem oCompanhia Italiana Ruo 7 de Abril 277 Lojo Interno Tela 32-1065 e 35.-7779 São Poulo a20
  7. 7. ENGENHARIA DE _ I CFUNDACOES S.A. # S. PAULORUA QU I RI NO DE ANDRADE, 219 - C 54 - 35-0077 RIO DE JANEIRORUA SANTA LUZIA, 799 - G. 1602 - 22-2889 ESTADIO DO S. PAULO F. C. ENGENHARIA DE FUNDAÇõES S. A. ESTÁ EXE- CUTANDO 144 TUBULÕES PNEUMÁTICOS PARA RECEBEREM MAIS DE 100 000 TONELADAS
  8. 8. EDIAM, EDiÇõES AMERICANAS DE ARTE E ARQUITETURA PRIMEIRA EDiÇÃO: DEZEMBRO DE 1953COPYRIGHT MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO, BRASIL
  9. 9. 11 BIENAL DO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULOcatálogo geral
  10. 10. MUSEU DE ARTE MODERNA D r e t o r a E x e c u t v aPresidente Francisco Matarazzo SobrinhoV i c e - Presidente Ruy Bloem1.0 Se c r e t a r i o Salvador Candia2.° S e c r e t a r i o Maria Penteada Camorgo1.0 Te s a u r e i r o Francisco Beck2.° Te sou r e i r o Aroldo Stampi Conselho de AdministraçãoAldo Magnelli, Carlos Pinto Alves Fernando Millan,Flavio de Carvalho, Francisco Luis de Almeida Salles,Frei Benvenuto da Santa Cruz, Guilherme de Almeida, HelioMorganti, Luis Carlo Mesquita, Luis Lopes Coelho, OscarAmericano, Oscar Pedroso DHorto, Roberto Paiva Meira,Sergio Buorque de Holanda, Sergio MilIiet, Ziro Ramenzoni.Diretor A r t í s t i c o Sergio MillietDiretor Técnico Wolfgang PfeifferAdministrador Biagio Motta v
  11. 11. PRESIDÊNCIA DE HONRADA SEGUNDA BIENALSua Excelência Senhor Getulio Dorneles VargasPresidente da República dos Estados Unidos do BrasilSua Excelência Senhor Vicente RáoMinistro de Estado poro os Negocios das Relações ExterioresSua Excelência Senhor Oswaldo AranhaMinistro de Estado para os Negocios da FazendaSua Excelência Senhor Antonio BalbinoMinistro de Estado paro os Negocios da Educaçõo e Saúde PúblicaSua Excelência Senhor Lucas Nogueira GarcezGovernador do Estado de São PauloSua Excelência Senhor J an io QuadrosPrefeito do Municipio de São Paulo VII
  12. 12. COMISSÃOARTfSTICAD A 2.° B I E N A L Antonio Bento Antonio Joaquim de Almeida Carlos Pinto Alves Flavio de Carvalho José Simeão Leal Lourival Gomes Machado Mario Pedrosa Niomar Moniz Sodré Ruy Bloem Sergio Milliet T arsila do AmoralCOMISSÃOARTfSTICADA 2. 0 EXPOSiÇÃOINTERNACIONAL DEARQUITETURA Eduardo Kneese de Mello Francisco Beck Giuseppina Pirro Oswaldo Arthur BratkeJURI DE S E L E ç Ã ODE ARTES PLASTICAS Antonio Bento Flavio de Aquino Geraldo Ferraz Sergio Milliet Thomaz Santo RosaJURI DE SELEÇÃO DEARQUITETURA Eduardo Kneese de Mello Francisco Beck Mario Henrique Glicerio Torres Oswaldo Arthur Bratke Salvador Candia IX
  13. 13. DEPARTAMENTOS DA 2. a BIENAL Secretario G e r o I: Arturo Profili Arquivos e Secretario: Mario Rosa Sabatelli Mario Teresa Lara Campos Irene Eunice Sabatinio plono e o supervlsao dos interiores do Palácio dos Na-e do Palácio dos Estados ficaram a cargo dos arquitetosJacob Ruchti e Giancarlo Fongaro.o catálogo geral da exposição foi realizado pela EDIAM,Edições Americanos de Arte e Arquitetura, sob a direção deDante Paglia, e impresso nos oficinas da I M P R E S emSão Paulo.o cartaz para a propaganda da 2.°_ Bienal de São Paulo éde autoria do pintor Antonio Bandeira e a capo do catálogo foi ideada por Danilo Di Prete. XI
  14. 14. APRESENTAÇÃO A primeira Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo teve, a orientá-la, a dedicaçãO e o entusiasmo de Francisco Matarazzo Sobrinho, idealizador dêsse notável empreendimento interna- cional no campo da arte. A segunda Bienal, que agora se instala, encontra Francisco Matarazzo Sobrinho afastado, por licença, da Presidência do Museu de Arte Moderna, por haver sido convocado pelos governos do Estado e do Municipio para exer- cer altas funções a que o indicavam, naturalmen- te, as suas qualidades de administrador e o seu es- pírito público: as de Presidente da Comissão do IV Centenário. Cabe-me, assim, como Presidente em exercício do Museu de Arte Moderna de São Paulo, a honra de entregar ao ~úblico a segunda Bienal. Do êxito da primeira exposição diz bem o resultado a que se chegou na segunda: 40 países representados, 16 sa- las restrospectivas, cerca de 500 trabalhos de ar- tistas espontâneos assinalam o alcance, dia a dia maior, do empreendimento. Não seria justo, portan-- to, que se deixasse de salientar aquí quanto a Bie- nal deve ao seu idealizador, o qual, embora de lon- ge, nunca se furtou a cooperar com a Diretoria do Museu de Arte Moderna na tarefa de organização e orientação dp.sta segunda mostra. A Diretoria da Museu de Arte Moderna de São Pau- lo extende também, por seu intermédio, os seU3 agradecimentos ao Governo Federal, ao Governo do Estado de São Paulo e ao do Município pelo apoio que deram ao empreendimento, sem o qual seria difícil o êxito dêste. XllI
  15. 15. Cabe-me também agradecer à Comissão do IV Cen-tenário por haver honrado a segunda Bienal com oseu patrocínio, colocando-a como ponto inicial dascomemorações do quarto século darçidade.Esses agradecimentos extendem-se igualmente aosartistas que compareceram à exposição com os seustrabalhos, aos delegados estrangeiros, aos críticosdos juris de seleção e de premiação, e bem assim aosdedicados funcionários do Museu de Arte Moderna. RUY BLOEM Presidente, em exercício, do Museu de Arte Moderna de São Paula XIV
  16. 16. N T R O D U ç Â 6 N o prefácio do catálogo da primeira Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo, expli-cava Lourival Gomes M achada que a exposição seorganizaria a fim de "colocar a arte moderna bra-sileira em vivo contato com a arte do resto do mun-do, ao mesmo tempo que para São Paulo se busca-ria conquista a posição de centro artístico mun-dial".O êxito da primeira Bienal provou que seus orga-·nizadores não tinham super-avaliado as suas possi-bilidades. Ambos os ob1etivos se alcançaram. Dosresultados do contato íntimo entre a arte nacionale a estrangeira teremos conhecimento através dasexposições futuras, cujo nível estético por certo seelevará paulatinamente. Quanto à conquista paraSão Paulo de uma posição relevante no mundo ar-tístico mundial, já a segunda Bienal, pelo volumee a qualidade das obras apresentadas, nos confirmater sido visado com justeza o alvo.Durante a nossa estada em Veneza, tivemos a opor-tunidade de uma longa e profícua conversa com oscomissários dos diversos paíse..s. Submetemos à suaapreciação um plano novo, destinado não só a per-mitir que cada delegação pudesse oferecer-nos umpanorama mais completo de suas atividades artís-ticas, mas ainda apresentar-nos, em salas especiais,a súmula de sua maior contribuição para a evolu-ção da arte contemporilnea. Sugerimos que cadapaís, ao lado de seus 10vens artistas, enviasse aSão Paulo um conjunto significativo do movimen-to em que se havia realçado particularmente ouuma amostra da obra de seu artista de maior re-nome universal. xv
  17. 17. Aceita a idéia, solicitou-se, desde logo, de comum acôrdo com. os comissários, às diferentes adminis-trações encarregadas da organização das exposiçõesno estrangeiro que anuissem em colaborar no planoproposto. Assim se obteve da França o envio deuma seleção das obras mais famosas do cubismo,da Itália uma expressiva síntese do futurismo, da Bélgica, da Austria, do Luxemburgo e da Noruega,a organização de salas de seus mais conhecidosexpressionistas, da Alemanha uma exposição Klee, da Inglaterra um con1unto Moore, da Suíça, umaamostra da obra de Hodler, dos Estados Unidos umasérie substancial de Calder, da Holanda uma repre- sentação do movimento "De Sti1l", etc. sem falar na sala Picasso, em. que pela primeira vez na América Latina se reunem cerca de 80 telas do grande má ...gico do modernismo, entre as quais a famosa "Guer- nica", que tamanha celeuma levantou. Tem-se igualmente uma valiosa amostra da artepan-americana, com importantes contribuições do México, Argentina, Haiti, Uruguai, o que permitirá aos criticos estrangeiros uma apreciação mais pro-fun.da e extensa da situação das artes plásticas emnosso hemisfério.Cumpre ainda observar que em certames da natu-reza da Bienal, não se ofereceu 1amais essa opor-tunidade de se admirar uma série de obras susce-tíveis de exemplificar, quase didàticamente, a his-tória do movimento moderno, desde o início de nosso século, pelo menos. É um privilégio de quese beneficia o público brasileiro e que os organiza-dores da segunda Bienal do Museu de Arte Moder-na de São Paulo se sentem orgulhosos em lhe haverproporcionado. Não será completo o panorama.Faltam os fauvistas, os dadaistas, os chamados pri-mitivistas e mais algumas sub-escolas interessan-tes. Tão variadas foram as soluções trazidas à arte nestes últimos cincoenta anos que não haveria or-ganização capaz de colecioná-las tôclas sem auxi-lios financeiros astronômicos. Entretanto, as gran-des salas especializadas são aqui completadas pe-las obras avulsas e o público sem maiores dificul-dades encontrará no imenso mostruário da segun- XVI
  18. 18. da Bienal exemplos perfeitos de tôdas as tendén-cias estéticas.Não cabe nesta nota introdutória uma análise his-tórica da arte moderna. Não faltam livros sôbre oassunto, mesmo na reduzida literatura crítica na-cional. Uma cousa, porém, saltará aos olhos desdelogo, a predominllncia do espírito de liberdade. Aolado das soluções abstratas e concretistas, as solu-ções figurativistas. Ao lado do expressionismo queexprime pela deformação, o cubismo que se comprazna construção geométrica. Junto à tentativa depintar o sonho e revelar o mundo do inconsciente,a ambição de descrever objetivamente o mundo darealidade. Crítica social, participação, evasão, fan-tasias, ciência, tôda a cultura de nossa época, caóti-ca, contraditória, atraente e hostil a um tempo, seespelha nessa arte discutida e discutível, polêmicaquase sempre, construtiva por vezes, mas viva, pre-sente, que não podemos mais ignorar. Uma arteque solicita permanentemente de nós uma tomadade consciência, uma aceitação ou uma recusa. Quenunca nos autoriza a assumir atitudes de confor-tável indiferença. A arte moderna pode ser umagargalhada sarcástica, exibir-nos uma vontade ir-reprimível de fuga, pode apresentar-nos um gestopaciente de colaboração, revelar-nos uma experién-cia de sintonização científica. Ela inquieta e per-turba. Não raro conforta. Não é sempre uma ex-pressão necessária. Daí sua fôrça, sua afirmação,sua razão de ser.Os organizadores da segunda Bienal hão-de consi-derar-se amplamente recompensados de seus esfor-ços se tiverem conseguido, com a presente exposi-ção internacional, despertar no pÚblico o desejode penetrar e compreender melhor o mundo tãorico e fecundo da arte de nossos dias. SERGIO MILLJET XVII
  19. 19. REGULAMENTOD A 2. a B I E N A L
  20. 20. I.
  21. 21. A 2. 0 Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo, exposição internacional de artes plósticas, inaugurar- se-á em Novembro de 1953, prolongando-se até Feve- reiro de 1954, o fim de integrar-se nas manifestações culturais do IV Centenario da Fundação da Cidade de São Paulo.2 A Diretoria Executiva do Museu de Arte Moderna de São Paulo estabeleceró o programo do exposição, cujo administração e direção ficarão 00 seu exclusivo cui- dado, e poderá no medida das necessidades, nomeaI" prepostos, quer individuais, quer representados por en- tidades, com poderes definidos no ato da nomeação e extinguíveis a juizo da Diretoria.3 No plano geral da organização da Bienal fica prevista a Exposição Internacional de Arquitetura (E.I.A>. Participarão da II Bienal do Museu de Arte Moderno de São Paulo: a) artistas de qualquer nacionalidade, residentes ou não no país, que, submetendo-se às normas regulamentares, apresentarem obras e os tiverem aceitos pelo Juri de Seleção; b) artistas que Integrem representações de cada país, cuja organização decorra de solicitação expresso da diretoria do M.A.M.; c) artistas que, a juizo da diretoria do M.A.M., sejam con- vidados expressamente.4 Os artistas que espontâneamente apresentarem seus trabalhos ao Juri de Seleção, poderão fazê-lo com um máximo de 5 obras de pintura ou escultura, de 8 de desenho ou gravura, devendo satisfazer as seguintes condições: al Os artistas incumbir-se-ão de fazer chegar suas obras à sede ou ao posto de recepção da Bienal, que s6 responderó pelos despesas de desembalagem e reembolagm; b) As obras deverão estar em perfeito estado e convenien- temente apresentadas ao chegarem à séde da Bienal que, embora se comprometa a dispensar o maior cuidado no manuseio e colocação dos peças, nãa ossumiró por elos XXI
  22. 22. responsobilidade alguma, cabendo aos artistas o facul- dade de segurá-los por próprio conto; c) As obras deverão chegar à séde do Bienal até o diG 30 de agosto de 1953; d) A. obras de pintura não deverão ultrapassar 120 cms. de largura, permitindo-se, não obstante, o compensação de tamanho entre os obras do mesmo artista; em qual- quer coso, 05 trabalhos deverão ser apresentados prontos poro exposição com baguetes ou molduras; e os dese- nhos, guaches e gravuras possivelmente protegidos por vidro; recomendo-se aos escultores evitar o remessa de obras em gêsso, terracota ou vidro; .) Cada obro deverá vir acompanhado de uma via do ficho de inscrição, devendo os outros duas vias, juntamente com o ficho de identidade do artista, ser remetidos à Secre- tario do Bienal até o dia 1.0 de Maio de 1953.5 Poro efeito de premiação, excluir-se-ão os artistas )0 falecidos, solvo os que já tenham remetidos suas obras poro o exposição. Considerar-se-ão em igualdade de condições com os brasileiros, poro efeito de premia- ção, os artistas estrangeiros residentes no país há mais de dois anos.6 As representações de cada país, organizados por enti- dades oficiais ou particulares, serão solicitadas pelo M.A.M. e por. elos responderá um comissário nomeado pelo entidade organizadoro da representação. Os co- missários poderão sub estabelecer seus poderes à dire- ção do mesmo Museu.7 A Bienal fará funcionar um posto de recepção, no porto de Santos, Estado de São Paulo, Brasil, o fim de facilitar o recepção dos obras que forem remetidos por via marítimo, e outro em São Paulo, poro os obras que chegarem por via aéreo.S Nas fichas de inscrição das obras, deverá constar, ex- pressamente, se o artista os põe à vendo e se con- corre aos prêmios de aquisição, ficando entendido que somente concorrerá aos prêmios de valor iguol ou su- perior 00 fixado paro o vendo. Em coso algum, essa declaração poderá ser anulado por outro posterior, nem poderá ser aumentado o preço declarado inicialmente.
  23. 23. 9 Na Secretaria da Bienal, funcionará uma seçãa espe- cialmente destinada à venda das obras e que cobrará uma comissão de 10% sôbre o mantante líquido das aquisições.10 Haverá um Juri de Seleção e um Juri de Premiação. Constituem o Juri de Seleçãa o Presidente do Museu de Arte Moderna de São Poulo ou pessoa por êle creden- ciada, dois membros indicados pela Diretoria do mes- mo Museu e dois membros escolhidos pelos artistas concorrentes. Na ficha de inscrição o concarrente de- verá indicar, em ordem de preferência, os nomes dos dois artistas que elege para membros do Juri de Se- leçãa e que serão escolhidos por maioria de votos.11 Constituem o Juri de Premiação o Diretor Técnico do Museu de Arte Moderna de São Paula, o mais votado dos dois membros eleitos pelos artistas e um número ímpar de críticos de nomeada internacional, a critéria da Diretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo, podendo ser escolhidos entre os comissários das repre- sentações dos países participantes.12 Das resoluções dos júris não cabe recurso.13 O Juri de Seleção concluirá seus trabalhos 60 dias an- tes da inauguração da Bienal. O Juri de Premiação reunir-se-á antes da inauguração, comunicando suas decisões para a atribuição dos prêmios até 15 dias após a abertura da exposição.14 Ficam instituidos para a II Bienal, sem prejuizo de outros, a) os seguinte. prmios regulamentare.: melhor pintor estrangeiro {obras apresentadas>: ..•......... Cr$ 100.000,00 melhor pintor nacional {obra. apresentadash ..•......... Cr$ 100.000,00 melhor escultor estrangeiro (obra. apresentadas>: ..•......... Cr$ 100.000,00 melhor escultor nacional (obras apresentadas>: ..•......... Cr$ 100.000,00 melhor gravador estrangeiro - (obrai apresentadas>: Cr$ 50.000,00 xxm
  24. 24. melhor gravador nacional {obras apresentadasl: ............ Cr$ 50.000,00 melhor desenhista estrangeiro - {obras apresentados>: Cr$ 50.000,00 melhor desenhista nacional (obrai apresentadasl: ..... Cr$ 50.000,00 b) "Prêmio IV Centenário de São Paulo" - Tendo em visto os comemorações do IV Centenário do Fundação do Cidade de São Paulo, fica instituido, em caráter excepcional, êste prêmio na valor de Cr$ 200.000,00, poro o artista, nacional ou es- trangeiro, presente à exposição, e cujo obro, em seu conjunto, seja reconhecido, por moioria abso- luto de votos do Juri, como de maior significação. c) Todos os demais prêmios, posteriormente instituidos, o serão sob cláusula de aquisição, passando os obras pre- miadas à propriedade do Museu de Arte Moderna d. São Paulo. d) o Juri poderá abstêr-se de conferir um ou mais prê- mios como também poderá subdividí-Ios.15 Pelo simples assinatura do ficho de inscrição, os artis- tas submetem-se impllcitamente à observância dêste regulamento, e à irrecorrível decisão dos juris, confe- rindo plenos poderes à Diretoria do Museu de Arte Moderno de São Paulo no tocante à colocação dos suas obras no recinto do exposição.16 Os eventuais adiamentos ou prorrogações, que só pode- rão ser determinados pelo direção do Bienal, não alte- rarão nem restringirão o vigor do presente regulamento. NOTA: Todos os prêmios serão pagos op6s O encerramento da exposição, deduzindo-se, sempre, os taxas legais. conforme as normas vigentes na época. São Paulo, Moia de 1952 RUY BLOEM Presidente em exer- cicio do M. A. M. XXIV
  25. 25. REGULAMENTO DA 2. a E X P O 5 I ç Ã OINTERNACIONAL DE ARQUITETURA
  26. 26. Integrando o 2. 0 Bienal do Museu de Arte Moderno de São Paulo, realizo-se, simultâneamente, o Exposição Internacional de Arquitetura. (E.LA.).2 A direção artístico do E.LA. será exercido por uma comissão composto por elementos ou representantes do Diretoria do Museu de Arte Moderno de São Paulo e por dois arquitetos ou pessoas de reconhecido compe- tência no especialidade, indicados pelos departamentos do Rio de Janeiro e de São Paulo do Instituto dos Arquitetos do Brasil.3 Poderão participar do 2. 0 E.LA. do Bienal do Museu de Arte Moderno de São Paulo: a) arquitetos de qualquer nacionalidade; b) escolas de arquitetura oficialmente reconhecidas.4 Cada arquiteto poderá enviar, no máximo, três traba- lhos, unicamente de obras executados, indicando no ficho de inscrição em que categorias seus trabalhos deverão ser incluidos, poro efeito de premiação.5 Os trabalhos poderão ser apresentados individualmente ou em equipe.6 Os trabalhos deverão ser apresentados em fotografias em bronco e preto ou fotocópias de desenhos. ~ livre o tamanho e o número de fotografias, sendo, contudo, limitado o espaço disponível poro cada trabalho o três metros quadrados de painel.7 Não será permitido, em hipótese alguma, o envio de maquetes e fotografias em côres ou luminosos.8 Poro efeito de premiação, excluir-se-ão os arquitetos já falecidos, solvo os que já tenham remetido os suas obras poro o exposição.9 Os arquitetos e os escolas de arquitetura deverão fazer chegar os trabalhos acompanhados de uma via do ficho de inscrição, em três vias, devendo duas vias, juntamen- te com o ficho de identidade do concorrente, ser reme- tidos à Secretario do Bienal (E. LA> até o dia 15 de julho de 1953. À mesmo Secretario, deverão ser reme- tidos, acompanhados do terceiro via, os trabalhos até o dia 15 de agosto de 1953, prazo máximo irrevogável. XXVII
  27. 27. 10 A Bienal (E.I.A) se responsabilizará, apenas, pelas des- pesas de desembalagem dos trabalhos, ficando, os que forem aceitos e expostos, após a realização da 2. 0 E.I.A., de propriedade do Museu de Arte Moderna de São Paulo, como parte integrante do seu acêrvo.11 As escolas de arquitetura participarão, nas seguintes condições: a) às escolas seró proposto um único temo, a ser desenvol- vido pelos alunos individualmente ou em equipe; b) o tema será proposto em linhas gerais, devendo ser de- senvolvido de acôrdo com os tendências e condições de cada país e a orientaçõo adotada pela escola; c) cada escola poderá apresentar sàmente um trabalho, ficando reservado 00 mesmo um espaço máximo de nove metros quadrados; d) os trabalhos poderõo ser apresentados em des.enhos origi- nais, em branco e preto. fotocópias ou fotografias.12 Ficam instituidos para a 2. 0 E.I.A., sem prejuizo de outros, os seguintes prêmios: a) PR~MIOS PARA PROBLEMAS ESPECIFICOS. Atri- buidos ao melhor trabalho exposto em cada uma das seguintes categorias: 1. habitação individual. 2. habitação coletiva. 3. edifícios para fins religiosos. 4. casa de espetáculo. S. edifício para fins esportivos. 6. edifício para fins comerciais. 7. edifícios para fins industriais. 8. edifício público. 9. hospitais. 1 O• escolas. 11 . problemas urbanísticos (só serão admitidos, 12. problemas vários (serão inscritos nesta cote- nesta categoria, trabalhas em que tenha sido levado em conta o solução dos vários proble- mas de uma comunidade ou zona urbana). gorio os trabalhos que não se enquadrarem em qualquer uma das categorias anteriores}. XXVIII
  28. 28. b) PREMIO PARA UM JOVEM ARQUITETO: Cr$ 50.000,00 - Atribuido a um jovem arquiteto - que no momento de inscrever-se não tenha com- pletado 35 anos - pelo trabalho ou conjunto de trabalhos expostos. c) PREMIO A ESCOLA DE ARQUITETURA: Cr$ 50.000,00 - Ao melhor trabalho desta cate- goria serão conferidos dois prêmios, sendo um hono- rífico (diploma) atribuido à escola e outro em di- nheiro, (além de um diplomo) ao autor ou autores do trabalho.J3 Haverá um Jurí de Seleçãa e um Jurí de Premiaçãa.J4 O Jurí de Seleção será constituido pelo Presidente do Museu de Arte Moderno de São Paulo ou pessoa por êle credenciada e, no mínimo, por mais dois aquitetos de reconhecida competência, indicados pela diretoria do I.A.B. do Rio de Janeiro e São Paulo.15 O Jurí de Premiação será constitui do por um represen- tante da Diretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo e, no mínimo, por mais dois elementos de reno- me internacional, indicados pela direção do E.I.A.16 Os nomes dos compoentes dos jurís serão divulgados até o dia 1. 0 de junho de 1953.J7 Das decisões dos juris não cabe recurso.18 O Jurí poderá abster-se de conferir um ou mais prê- mios, como, também, poderá subdividí-Ios.19 Os casos omissos no presente regulamento serão decidi- dos de acôrdo com o disposto nos normas gerais da 2. 6 Bienal do Museu de Arte Modenra de São Paulo. Na hipótese de tais normas não se aplicarem à situação especifico, serão elas resolvidas pela direção do E.I.A., de cujas decisões não caberá recurso. NOTA: Todos os prêmios serõo pagos após o encerramento da exposiçõo, deduzidas as taxas legais conforme as nor- mas vigentes na época. XXIX
  29. 29. 20 Pela simples assinatura da ficha de inscrição, os que participarem da 2. 0 E.I.A. sujeitam-se à observância dêste regulamento, conferindo plenos poderes à dire- ção da E.I.A. no tocante à colocação dos seus trabalhos no recinto da exposição. TEMA PARA AS ESCOLAS DE ARQUITETURA - O tema que os estudantes desenvolverão para concorrer ao prêmio para escola de arquitetura é o seguinte: CENTRO CIVICO PARA UM GRUPO RESIDENCIAL DE 10.000 HABITANTES. Deverão ser apresentados: a) plano geral do centro; b) projeto do edifício principal; c> integração do centro no grupo residencial. Cada escola resolverá naturalmente o problema de acôrda com as condições regionais do seu país. A seleção do projeta apresentado por cada escola ao concurso, deverá ser feita por voto comum dos estu- dantes e dos professores. Para tôdas as outros normas, a Direção da E.I.A. reco- menda a observôncia dos artigos 11 e 12 (parág. c) do regulamento da 2. 0 Exposição Internacional de Arquitetura. São Paulo, Maio de 1952. RUY BLOEM Presidente em exer- cício do M. A. M. :xxx
  30. 30. L 1ST A DE PRÊMIOS Os prêmios mencionados como aquisição, no formo do disposto nos normas gerais, revertem o obro premiado à pleno propriedade do Museu de Arte Moderno de São Paulo. Por jovem, poro efeito de premiação, entende-se aquele artista nascido depois de I. o de janeiro de 1923. O Júri poderá abster-se de conferir um ou mais premiaS, como também poderá subdividi-los. (art. 14 por. d) do Regulamento)PR~MIOS REGULAMENTARESPrêmio IV Centenário de São Paulo 200.000,00Prêmio poro o melhor pintor estrangeiro 100.000,00Prêmio poro o melhor pintor nacional 100.000,00Prêmio poro o melhor escultor estrangeiro 100.000,00Prêmio poro o melhor escultor nocionol 100.000,00Prêmio poro o melhor desenhista estrangeiro 50.000,00Prêmio poro o melhor desenhista nacional 50.000,00Prêmio poro o melhor gravador estrangeiro 50.000,00Prêmio poro o melhor gravador naCional 50.000,00 XXXI
  31. 31. PRI:MIOS DE AQUISiÇÃOPINTURAFundo de oquisição B. E. 100.000,00Aquisição nacional (Prêmio Caixa Econômi- nômica Federal de São Paulo) 50.000,00Aquisição estrangeiro (Prêmio Metalúrgico Motarozzo SI A) 50.000,00Aquisição Livre (Prêmio Moinho Santista) 50.000,00Aquisição livre (Prêmio Jockey Club de São Paulo) 50.000,00Aquisição poro jovem estrangeiro (Prêmio Felicio Lanzara) 30.000,00Aquisição poro jovem nacional (Prêmio Probell 30.000,00Aquisição livre (Prêmio Vidro Plano Ind. Paulista Ltda.> 30.000,00Aquisição livre (Prêmio Metalgráfica Giorgi) 25.000,00Aquisição poro jovem nacional (Prêmio Flavio de Carvalho) 20.000,00Aquisição poro jovem nacional (Prêmio Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro) 20.000,00Aquisição poro jovem nacional (Prêmio Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro) 20.000,00ESCULTURAAquisição nacional (Prêmio Caixa Econômico Federal de São Paulo) 50.000,00 XXXII
  32. 32. Aquisição estrongeiro (Prêmio Jockey Club de São Paulo) 50.000,00Aquisição livre (Prêmio Cio. Sul América Terrestre Marítimos Acidentes) 50.000,00Aquisição jovem estrangeiro <prêmio Cio. de Seguros do Bahia) . 30.000,00Aquisição jovem nacional Prêmio Ziro Ramenzonj) 30.000,00Aquisição nacional (Prêmio Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro) 20.000,00DESENHOAquisição nacional (Prêmio Nadir Figuei- redo SI AJ 15.000,00Aquisição estrangeiro (Prêmio Cristais Prado) 15.000,00Aquisição jovem nacional (Prêmio Carmen Dolores Barboza) 10.000,00Aquisição livre (Prêmio Arno SI AJ 10.000,00GRAVURAAquisição estrangeiro (Prêmio Inês F. Car- raro) (conjunto) 20.000,00Aquisição nacional (Prêmio Nené Poci Medicj) (conjunto) 20.000,00Aquisição livre (Prêmio Cristais Prado) (con- junto) 15.000,00Aquisição nacional (Prêmio Carmen Dolores Barbozo) (conjunto) 15.000,00Aquisição jovem nocional (Prêmio Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro) (con- junto) 5.000,00Aquisição jovem nacional (Prêmio Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro) (con- junto) 5.000,00 XXXIII
  33. 33. PR~MIOS ESPECIAISPrêmio FIAT (Torino) para artista brasileiro que realize viagem à Itólia) 1.000.000,00Prêmios italianos de São Paulo (destina-se a artista italiano, não residente no Brasil e que não tenha sido contemplado com alguns dos prêmios acima) 30.000,00Prêmio Câmara Italiana de Comércio de São Paulo (obedece às mesmas condi- ções do anterior) 32.000,00 Todos os demais premlOS, posteriormente ins- tituídos, se compreendem como sob clóusula de aquisição, revertendo a obra premiada à plena propriedade do Museu de Arte Moderna de São Paulo.II EXPOSiÇÃO INTERNACIONAL DE AR-QUITETURACato 1 (habitação individual) Prêmio Pigna- tari Administração Ind. e Comércio S/A. 50.000,00Categ. 2 (habitação coletiva) Prêmio Socie- dade de Engenharia e Construções SECLA 50.000,00Categ. 3 (edifício para fins religiosos) Prêmio Silverio Ceglia 50.000,00Categ. 4 (Casa de espetóculo) Prêmio Mon- teiro Wigderowitz - Motneiro Ltda. 50.000,00Categ. 5 (edifício para fins esportivos) Prê- mio Cavalcanti e Junqueira SI A 50.000,00Categ. 6 (edifício para fins comerciais) Prê- mio Cio. Gessy Ifldustrial SI A 50.000,00Categ. 7 (edifício para fins industriais) Prê- mio Construtora Martins Engel Ltda. 50.000,00Categ. 8 (edifício público) Prêmio Marcos Gasparian 50.000,00Categ. 9 (hospitais) Prêmio Jafet 50.000,00 XXXIV
  34. 34. Categ. 10 (escolas) Prêmio Universidade de São Paulo 50.000,00Categ. 11 (problemas urbaní sticos) 50.000,00Categ. 12 (problemas vórios) Prêmio Cio. Bra- sileiro de Povimentação e Obras 50.000,00Prêmio poro Jovem Arquiteto (Prêmio João José Abdalla) 50.000,000Concurso internacional poro escolas de arqui- tetura (Prêmio Metalúrgico Mata- rozzo S/A 50.000,00Prêmio Construtora Anchieta S/ A. 50.000,00 xxxv
  35. 35. PAíSES PARTICIPANTES ALEMANHA ARGENTINA ÁUSTRIA BÉLGICA BOUVIA BRASIL CANADÁ CHILE CUBA DINAMARCA EG I TO ESPANHA ESTADOS UNIDOS FINLÂNDIA FRANÇA GRÃ BRETANHA HOLANDA INDONÉSIA ISRAEL ITÁLI A IUGOSLÁVIA JAPÃO LUXEMBURGO MÉXICO NICARÁGUA NORUEGA PARAGUAI PERU PORTUGAL REPÚBLICA DOMINICANA SU IÇA URUGUAI VENEZUELA XXXVII
  36. 36. ADVERTÊNCIA N a relação das obrasusou-se a ordem cronológica, poro as salasespeciais, e a ordem alfabética, para os ar-tistas das salas gerais. Quando indicado naobro, o ano da execução segue-se ao título.As dimensões são dadas em centímetros eseguem-se à data de execuçõo ou à técni-ca usada, conforme o caso. Dos esculturas,menciono-se apenas a altura. N ão havendo outrasindicações, entende-se que as pinturas sãoa óleo sôbre tela. Os desenhos, salvo indi-caçôo em contrário, são o lápis sôbre papel. A s obras que não tra-gam indicação de proprietário, entendem-secomo de propriedade do artista. A s datas que se se-guem ao nome do artista referem-se oosanos de nascimento e morte. o presente CG"tólogofoi encerrado a 5 de Dezembro de 1953,a fim de poder ser entregue ao públicono dia da inauguração da segunda Bie-nal do Museu de Arte Moderna de SãoPaulo. Em virtude de fatores indepen-dentes da vontade da Comissão orga-nizadora, algumas obras deixam de nelefiguror, o que se corrigirá oportunamentemediante o acréscimo de uma adendo. XXXIX
  37. 37. BRASIL
  38. 38. Sala especial ELYSEU VISCONTI organizada pelo sr. José Simeão Leal P mânticos resos às fórmulas dos velhos mestres ro- e naturalistas, os artistas brasi-leiros não se tinham apercebido até a primeira dé-cada do Século XX de um dos mai~ fecundos mo-vimentos renovadores da arte Européia - o Impres-sionismo. Pintores como Pedro América, Victor Mei-relles e Almeida Junior, de importância fundamen-tal na história, da nossa arte, mantiveram-se a êlecompletamente, alheios. E é curioso notar que foio francês Manet, em contacto com a intensidade lu-minosa de{ nossa terra, que marcou a passagem en-tre a nossa escola e o naturalismo tão ao nosso gos-to. E é, ainda, com Visconti, de origem italiana, quese inicia a arte moderna brasileira, rompendo comum academismo esteril no seu artificialismo, semsentido num país novo e ávido de novas formas deexpressão. Foi Visconti o primeiro impressionistaque tivemos, abrindo um vasto ,campo de pesquisase identificando-se com tôdas as correntes artísticasatuais.Nascido na Italia (Salerno), em 30 de junho de 1867,Elyseu ,1)Angelo Visconti veio para o Brasil nacompanhia de seus pais, quando ainda não haviacompletado um ano de idade. Foram seus mestres,Victor Meirelles, José Maria Medeiros, Henrique Ber-nardelli e Rodolfo Amoedo. Em 1892, ganha o prê-mio de viagem à Europa indo, no ano seguinte, fi-;xar-se em Paris. Alí, inscrito no Concurso de Admis-são à Escola de Belas Artes, obtem o 7.° lugar, en-tre 456 candidatos. Frequenta, ao mesmo tempo, aEscola de Artes Decorativas e, em Madrid, exercita-se copiando Velasquez, no Museu do Prado.Regressando a Paris, instala-se no atelier de "Puvisde Chavannes", em Neully, e começa a trabalhar,em 1906, na decoração do Teatro Municipal do Rio 2
  39. 39. BRASil Elyseu Visconti de Janeiro. Não se limita, apenas, a essa tarefa; datam, dessa época, inúmeras de suas telas; espe- cialmente, paisagens de S. Hubert e do Jardim deLuxemburgo.Nomeado professor da Escola Nacional de BelasArtes, retorna ao Brasil, expondo, antes, em Paris,os trabalhos destinados ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 1913, demitindo-se daquele cargo, embarca, novamente, para a França, onde irá en-cetar novo trabalho - a decoração do "Foyer", domesmo Teatro Municipal. Terminada a primeiraguerra mundial, volta Visconti para o Brasil, quandorealizou a decoração do vestíbulo do Conselho Muni-cipal do Distrito Federal, e o painel representativoda "Assinatura da Primitiva Constituição Republi-cana", onde figuram 63 constituintes em tamanhonatural. Seguem-se anos de persistente e tenazatividade, vindo o mestre a falecer em seu atelier,no Rio de Janeiro, no dia 15 de outubro de 1944.A análise da obra de Elyseu Visconti, indica o pintor,inicialmente, voltado para "academias" de modelovivo e paisagens, passando a preocupar-se com arepresentação da figura humana na paisagem, ele-mentos que se intercalam, muitas vezes, em suastelas. No contacto com o renascimento vêm "Giu-ventú", "Recompensa de S. Sebastião", e "Oreadas",obras de evidente inspiração "Boticelliana", onde agraça, a beleza e a poesia se traduzem na linearida-de do traço. Ainda nesta fase, terão início as ex-periências pré-impressionistas: os estudos para oTeatro Municipal conduzirão o artista a pesquisasdentro das diversas técnicas em voga, decidindo-seêle pelo Impressionismo, processo que pela dissocia-ção dos tons permitirá atingir a desejada leveza doconjunto. E o espírito inovador de Visconti levou-oa juntar ao Impressionismo, a fatura linear "Boti-celliana" para a execução daquela obra.No Brasil, o pintor lança-se a novas técnicas. Osprimeiros trabalhos aqui realizados revelam umainfluência "Pontilhista", como por exemplo "A Rosa" 3
  40. 40. BRASIL Elyseu Visconti (1909>. Pouco a pouco, as cores vivas de nossa terravão-se impondo à sua sensibilidade. Sua arte tende,agora, para um realismo impregnado de atmosferabrasileira. Dessa época, contam-se muitos de seusmelhores retratos e paisagens. Quando volta a Pa-ris para executar a segunda encomenda para o Tea-tro Municipal, é no impressionismo que irá obter aunidade necessária à obra anteriormente iniciada.A última fase de sua vida artística condensa-se nonéo-realismo com acentuada procura de atmosferae luminosidade. Cenas de família, retratos, auto-retratos, crianças brincando, são alguns dos temasescolhidos. E, também, o chamado "Período deTeresópolis". Jose SIMEÃO LEAL 1 "MUSETTE". Teresópolis, 1895. 0,26 x 0,35. Cole- ção Affonso Visconti. 2 AUTO-RETRATO, 1898. Pastel, 0,33 x 0,41. Coleção Viuva Visconti. S "GIOVENTú", Paris, 1899. 0,49 x 0,65. Patrimônio do Museu Nacional de Belas Artes. 4 AUTO-RETRATO, 1901. 0,48 x 0,64. Coleção To- bias Visconti. 5 "LOUISE". Rio de Janeiro, 1911. 0,40 x 0,51. Co- leção Viuva Visconti. 6 ESPERANÇA. Paris, 1916. 0,65 x 0,81. Coleção Tobias Visconti. "I ESBOÇO, St. Hubert, 1916. 0,32 x 0,41. Coleção Prof. Henrique Cavalleiro. 8 FLORES DA RUA. Paris, 1916. 0,65 x 0,81. Cole- ção Viuva Visconti. 9 MEDITANDO (RETRATO DE YVONE). Paris, 1916. 0,54 x 0,65. Coleção José Mariano Neto. 4
  41. 41. BRASIL Elyseu Visconti10 PAISAGEM DE ST. HUBERT, 1916. 0,54 x 0,65. Coleção Viuva Visconti.11 PAISAGEM DE ST. HUBERT, 1916. 0,28 x 0,35. Coleção Affonso Visconti.12 "LADIEU". Paris, 1917. 0,95 x 1,25. Coleção Waldemar Eduardo Magalhães.13 A CASA DE LOUISE - PAISAGEM DE ST. HU- BERT. Paris, 1917. 03,8 x 0,32. Coleção Prof. Henrique Cavalleiro.14 PAISAGEM DE ST. HUBERT. Paris, 1917. 0,95 x 1,22. Coleção Viuva Visconti.15 CURA DE SOL. Paris, 1920. 1,30 x 1,58. Coleção Viuva Visconti.16 RETRATO DE YVONE, 1922. 0,38 x 0,51. Coleção Prof. Henrique Cavalleiro.17 RETRATO DE YVONE, 1922. 0,27 x 0,37. Coleção Prof. Henrique Cavalleiro.18 RETRATO DE AFFONSO, 1922. 0,26 x 0,35. Cole- ção Affonso Visconti.19 "LOUISE". Rio de Janeiro, 1922. 0,65 x 0,81. Cole- ção Viuva Visconti.20 DESPEDIDA. Rio de iJaneiro,1922. 0,90 x 1,18. Co- Coleção Viuva Visconti.21 AFETOS. Rio de Janeiro, 1923. 0,51 x 0,61. Cole- ção Viuva Visconti.22 LADEIRA DOS TABAJARAS. Rio de Janeiro, 1923. 0,30 x 0,43. Coleção Affonso Visconti.23 MINHA CASA DE CAMPO. Teresópolis, 1929. 0,51 x 0,61. Coleção Viuva Visconti.24 VILA RICA. Copacabana, 1932. 0,72 x 1,42. Cole- ção Museu da Cidade do Rio de Janeiro. 5
  42. 42. BRASIL Elyseu Visconti25 A REVOADA DOS POMBOS. Rio de Janeiro, 1932, 0,52 x 0,53. Patrimônio do Ministério da Educação e Cultura.26 RETRATO DE AFFONSO. Rio de Janeiro, 1934. 0,57 x 0,70. Coleção Affonso Visconti.27 PAISAGEM. Rio de Janeiro, 1934. 0,63 x 0,81. Co- leção Viuva Visconti.28 AUTO-RETRATO, 1938. 0,54 x 0,65. Coleção Prof. Henrique Cavalleiro.29 NO JARDIM, PAISAGEM DE TERESóPOLIS, 1939. 0,50 x 0,61. Coleção Viuva Visconti.30 UM NINHO. Teresópolis, 1940. 0,56 x 0,68. Cole- ção Viuva Visconti.31 EVOCAÇAO. Teresópolis, 1940. 0,63 x 0,75. Cole- ção Viuva Visconti.32 SOB A FOLHAGEM, 1943. 0,59 x 0,81. Coleção José Mariano Netto.33 TR:ltS MARIAS, 1943. 0,51 x 0,65. Coleção Viuva Visconti.34 ROUPA ESTENDIDA. Teresópolis,1944. 0,61 x 0,81. Coleção Viuva Visconti.85 MEU NETO. Teresópolis, 1944. 0,37 x 0,51. Coleção Tobias Visconti. 6
  43. 43. Sala especial A PAISAGEM BRASILEIRA ATÉ 1900 organizado por Rodrigo Mello Franco de Andrade A pintura de paisagem no Brasil, em sua parte mais valiosa, foi até recentemente obra deestrangeiros. Aos artistas portuguêses que vieramao nosso país, no período do povoamento e dacolonização, faltava a tradição de paisagistas. Asprimeiras representações de aspetos da terra brasi-leira não são obras de pintura lusitana: são "pros-pectos" e panoramas convencionais devidos a car- tógrafos e engenheiros. A espessura das florestas;virgens do interior e a alva extensão das praias dolitoral do Brasil, se foram objeto de descrição doscronistas na fase seguinte ao descobrimento, terãoimpressionado os pintores vindos da metrópole, massem inspirá-los como artistas plásticos.Coube ao holandês Frans Post, que acompanhou oConde João Maurício de Nassau, em sua aventuraamericana, o destino de pioneiro e mestre até hojesem par dos paisagistas de nossa terra. Emboranão fôsse pintor que, no gênero, alcançasse a qua-lidade de seus patrícios e contemporâneos JacobVan Ruisdael e Hobbema, sua obra tem a impor-tância singular, na história da pintura, de consti-tuir, como assinala um crítico autorizado, "a pri-meira reação artística de um ocidental deante doexotismo" .Cessado o breve domínio holandês, em território bra-sileiro, não parece que tenham ficado aqui pinturasde Post, de onde se pudesse originar uma escola depaisagistas nacionais. O Conde Maurício terá carre-gado, ao regressar à Europa, com seus trastes e pa-pagaios, uma por uma das tábuas e telas em que,sob encomenda ou espontaneamente, o conterrâneotinha fixado aspetos do Brasil. Somente depois dedecorridos mais de dois séculos principiaram a re- 7
  44. 44. BRASIL paisagem brasileiratornar a nosso país, pouco a pouco, pela mão decolecionadores beneméritos, as obras de Frans PostoOs artistas luso-brasileiros, durante todo o períodocolonial, se aplicaram quase exclusivamente à pin-tura religiosa e aos retratos. Alguma paisagem por-ventura introduzida como "fundo" a suas obras, deum gênero e do outro, é cenário inexpressivo deconvenção, sem nenhuma relação com qualquer as-peto da natureza em nosso país.Se se encontra, excepcionalmente, vista autênticade terra brasileira em nossa pintura anterior aoSéculo XIX, será obra ingênua de arte popular enão de nossos mestres coloniais abalisados, aindados que se manifestaram mais espontâneos e ver-sáteis.Todavia, - sejam embora de fatura deficiente oumesmo rude -, essas obras genuinas possuem àsvêzes valor plástico e não puramente documentário.No domínio da pintura erudita, quem sucedeu aFrans Post, a distância de mais de século e meio,como autor de paisagens brasileiras, foi o francêsNicolas Antoine Taunay. Com a sensibilidade pe-culiar a um petit maitre patrício e contemporâneode Fragonnard, advertido senãoimbuido, depois daRevolução, dos postulados artísticos de David, êlefixou memoràvelmente alguns aspetos do Rio de Ja-neiro em obras de pequenas dimensões, utilizandouma técnica apurada para exprimir as emoções quesentiu diante da natureza tropical.Pôsto que tivesse sido o professor principal de pin-tura em nOSSa Academia de Belas Arte, cujas ati-vidades então se iniciavam, Nicolas Taunay não dei-xou discípulos à sua altura, nem mesmo quem lherefletisse a influência entre nós. Permaneceu, aliás, pouco tempo no Brasil, sucedendo-lhe o filho, FelixEmile Taunay, que se aclimou muito bem ao nosso país, mas infelizmente não herdara o talento pater-no e, se produziu paisagens de proporções consi-deràvelmente maiores, estas foram sempre de qua- lidade bastante inferior. 8
  45. 45. BRASIL paisagem brasileiraDe orif,em também estrangeira, embora sua forma-ção artística se tenha feito inteiramente no Brasil,na mesma Academia de Belas Artes onde logo setornou professor da cadeira de paisagem, foi o pin-tor Augusto Müller, que pintou, no gênero, obrastalvez a reclamar aprêço maior do que têm merê-cido.Depois dêle, o aluno formado em nossa Aca-demia e que se tornou principalmente paisa-gista já nascera no Brasil: Agostinho da Mota.Laureado, porém, com prêmio de viagem à Europa,estudou na Itália com professor francês e refletiuem sua pintura mais êsse ecletismo acadêmico, deatelier franco-italiano, que genuino sentimento deidentificação com a paisagem brasileira.Mais numerosas que as suas foram as obras do mes-mo gênero produzidas contemporaneamente no Bra-sil por diversos pintores franceses (um dos quaisdiscípulo de Corot, - Henri Nicolas Vinet) e, sobre-tudo, pelo italiano Facchinetti, paisagista da Serrada Mantiqueira, de São Tomé das Letras e outras altitudes nas quais se comprazia.Nosso mestre Vitor Meireles os teria superado na paisagem brasileira, pelas aptidões incontestavel- mente superiores que possuia, se a princípio as en- comendas de quadros de batalhas o não tivessem desviado do gênero e, mais tarde, as necessidades de dinheiro não o forçassem a compôr um panorama colossal do Rio de Janeiro ao gôsto popular, para-- exibição com entradas pagas, trabalho braçal que terá incompatibilizado sua sensibilidade com o ofí- cio de paisagista. O italiano De Martino, que posteriormente se tor- nou pintor oficial da Côrte de Sua Majestade Bri- tânica, deixou 343 telas no Brasil, segundo um in- formante meticuloso, celebrizando-se no papel de marinhista brasileiro. Ao alemão Jorge Grimm, en- tretanto, nossa pintura de paisagem ficou a dever muito mais que a De Martino, pois a êle se filiam todos ou quase todos os paisagistas nacionais 9
  46. 46. BRASIL paisagem brasileiraque apareceram desde Os últimos anos do Séculopassado até o advento do movimento modernista. ..De seus discípulos diretos, o mais dotado talvez,Batista Castagneto, deixou obra principalmente demarinhista. Mais famoso, porém, como paisagistafoi Antônio Parreiras, cuja produção, por ter sidorealizada já no decurso do novecentos, só pôde serrepresentada na presente exposição por poucas telaspintadas ainda ao expirar do Século XIX, nas mes-mas circunstâncias que J. Batista da Costa. RODRIGO MELLO FRANCO DE ANDRADE FRANS POST, holandês (1612-1680) 1 PAISAGEM DE PERNAMBUCO. óleo sôbre ma- deira, 0,38 x 0,57, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 2 PAISAGEM DE PARAíBA. óleo sôbre madeira, 0,45 x 0,54, assinado, sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. S INTERIOR DE PERNAMBUCO. óleo sôbre ma- deira, 0,34 x 0,51, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 4 PAISAGEM DE PERNAMBUCO. óleo sôbre ma- deira, 0,,33 x 0,41, assinado, sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 5 PAISAGEM DE PERNAMBUCO. óleo sôbre ma- deira, 0,33 x 0,46, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 6 PAISAGEM DE PERNAMBUCO. óleo sôbre ma- deira, 0,36 x 0,46, assinado, sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 10
  47. 47. BRASIL paisagem brasileira7 VISTA DE UM ENGENHO DE AÇUCAR. óleo sôbre madeira, 0,76 x 0,50. Ministério das Rel~ ções Exteriores, Rio de Janeiro.S UMA FAZENDA EM PERNAMBUCO. óleo sôbre tela, 0,65 x 0,89. Coleção Raymundo de Castro Maya, Rio de Janeiro. AUTOR DESCONHECIDO9 MEMóRIA DO TRIUNFO SOBRE OS íNDIOS DE GARAÇU EM 1930. óleo sôbre madeira, 2,24 x 1,47, sem assinatura, 1729. Igreja Matriz de São Cosme e São Damião, Igaruçu, Pernambuco.10 MEMóRIA DA FUNDAÇAO DA IGREJA MATRIZ DE S. COSME E S. DAMIAO E DA VILA DE IGARAÇU. óleo sôbre madeira, 2,41 x 1,46, sem assinatura, 1729. Igreja Matriz de São Cosme e São Damião, Igaraçu, Pernambuco.11 MEMóRIA DO MILAGRE NO TEMPO DOS SA- QUES DOS HOLANDESES. óleo sôbre madeira, 2,41 x 1,46, sem assinatura, 1729. Igreja Matriz de São Cosme e São Damião, Igaraçu, Pernambuco.12 MEMóRIA DO MILAGRE QUE EVITOU A PES- TE DE 1685-1686. óleo sôbre madeira, 2,43 x 1,47, sem assinatura, 1729. Igreja Matriz de São Cosme e São Damião, Igaraçu, Pernambuco.13 MILAGRES DA SENHORA DOS RE~IOS A AGOSTINHO PEREIRA DA SILVA. óleo sôbre tela, 1,10 x 1,26, sem assinatura, 1749. Capela de Monte Serrat, Salvador, Baia.14 VISITA VOTIVA DO SENADO DA CAMARA A ERMIDA DA GRAÇA. óleo sôbre tela, 1,90 x 2,90, 11
  48. 48. BRASIL paisagem brasileira 3.0 quartel do seco XVIII. Igreja da Graça, Sal- vador, Baia.15 TENTAÇAO E SALVAÇAO DE UM FRADE. óleo sôbre madeira, 1,56 x 1,31, sem assinatura, seco XVIII. Convento de Santo Antônio de Igaraçu, Pernambuco.16 SAO FRANCISCO DE ASSIS OFERECENDO UM HABITO. óleo sôbre madeira, 1,53 x 0,81, sem assi- natura, seco XVIII. Convento de Santo Antônio de Igaraçu, Pernambuco.17 SAO FRANCISCO DE ASSIS COM A CRUZ. óleo sôbre madeira, 1,37 x 0,85, sem assinatura, seco XVIII. Convento de Santo Antônio de Igaraçu, Pernam- buco.18 SAO FRANCISCO DE ASSIS FALANDO AOS PASSAROS. óleo sôbre madeira, 1,36 x 0,71, sem assinatura, seco XVIII. Convento de Santo Antô- nio de Igaraçu, Pernambuco. FRANCISCO MUZZI, italiano (sec. XVIII-XIX)19 INC1l:NDIO DA IGREJA DO PARTO. óleo sôbre tela, 1 x 1,25, sem assinatura e sem data. Cole- ção Raymundo de Castro Maya, Rio de Janeiro.20 RECONSTRUÇAO DA IGREJA DO PARTO óleo sôbre tela, 1 x 1,25, sem assinatura e sem data. Coleção Raymtmdo de Castro Maya, Rio de Ja- neiro. AUTOR DESCONHECIDO21 VISTA DE OURO PRETO. óleo sôbre tela, sem assinatura e sem data. Museu da Inconfidência, Ouro Preto. 12
  49. 49. BRASIL paisagem brasileira JEAN BAPTISTE DEBRET, francês (1768-1848) " ~2% OUTEIRO DA GLóRIA. Guache, 30 x 35. Cole- ção Jan de Almeida Prado, São Paulo. FAlIPON28 VISTA DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,44 x 0,67, assinado, 1829. Museu Antônio Parrei- ras, Niterói24 VISTA DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,44 x 0,67, sem assinatura e sem data. Museu An- tônio Parreiras, Niterói.NICOLAS ANTOINE TAUNAY, francês (1755-1830)25 VISTA DO RIO DE JANEIRO TIRADA DO ALTO DA BOA VISTA. óleo sôbre tela, 0,51 x 0,65, sem assinatura e sem data. Coleção Raymundo de Cas- tro Maya, Rio de Janeiro.26 VISTA DA GLóRIA. óleo sôbre tela, 0,36 x 0,47, assinado, sem data. Coleção Raymundo de Castro Maya, Rio de Janeiro.27 PAISAGEM DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,35 x 0,51, assinado "Taunay", sem data. Museu da Cidade, Rio de Janeiro. MONVOISIN, francês (1794-1870)28 VISTA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO TIRA- DA DA GLóRIA. óleo sôbre tela, 0,47 x 0,65, sem data. Coleção Raymundo de Castro Maya, Rio de Janeiro. 13
  50. 50. BRASIL paisagem braslleira AUTOR DESCONHECIDO29 BAtA DO RIO DE JANEIRO. óleo sObre tela. 0.75 x 1,29. sem assinatura e sem data. Museu da Cidade. Rio de Janeiro. J. L. PAILURE, francês80 VISTA DE SAO PAULO. Aquarela. 0.70 x 0.50. 1821. Coleção Jan de Almeida Prado. São Paulo.81 VISTA DE SAO PAULO. Aquarela. 0,50 x 0.80. 11121. Coleção Jan de Almeida Prado. I. C. HORNBROOK82 VISTA DA BAtA COM A GLóRIA DO OUTEIRO. óleo sObre tela. 0.72 x 0.75. assinado. 1838. Coleção Raymundo de Castro Maya. FELIX EMILE TAUNAY, francês (1795-1881)88 MATA REDUZIDA A CARVAO. óleo sôbre tela. 1.35 x 1.95. sem assinatura e sem data. Museu Na- cional de Belas Artes. Rio de· Janeiro.ABRARAM LOUIS BUVELOT, francês (1814-1883)84 VISTA DA GAMBOA. óleo sObre madeira. 0,38 x 0.45. assinado "L. Buvelot". sem data. Museu Na- cional de Belas Artes. Rio de Janeiro. AUTOR DESCONHECIDO85 PANORAMA DA PRAIA DE BOTAFOGO POR VOLTA DE 1841. óleo sôbre tela, 0,64 x 2,26, sem 14
  51. 51. BRASIL paisagem brasileira " assinatura e sem data. Coleção Raymundo de .1, Castro Maya, Rio de Janeiro. BERTICHEN36 BAíA DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,85 x 1,42, assinado "C. Bertichen", 1845. Museu da Cidade, Rio de Janeiro.37 A GLÓRIA EM 1846. óleo sôbre tela, 0,78 x 1,28, assinado "Bertichen", 1846. Coleção da Irmandade da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro.38 VISTA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO TIRA- DA DA ILHA FISCAL. óleo sôbre tela, 0,80 x 1,47, assinado, sem data. Coleção Raymundo de Castro Maya, Rio de Janeiro. CH. MARTIN39 ENTRADA DA BARRA. óleo sôbre tela, 0,27 x 0,38 assinado, 1848. Coleção Raymundo de Castro Maya, Rio de Janeiro. AUTOR DESCONHECIDO40 VISTA DA GLóRIA DO OUTEIRO POR VOLTA DE 1850. óleo sôbre tela, 0,25 x 0,34, sem assinatura e sem data. Coleção Raymundo de Castro Maya, Rio de Janeiro. SESPE41 ASPECTO DO RIO POR VOLTA DE 1860. óleo sôbre madeira, 0,48 x 0,66. Coleção da Irmandade da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro. 15
  52. 52. BRASIL paisagem brasileira LmGI STALLONE42 LARGO DO PAÇO. óleo sôbre tela, 0,71 x 1,13, assinado, 1865. Museu da Cidade, Rio. de Janeiro. HENRI NICOLAS VINET, francês (1817-1876)43 CLAREIRA NA FLORESTA EM CANTAGALO. óleo sôbre tela, 1,06 x 1,56, assinado, 1864. Coleção Guilherme Guinle, Rio de Janeiro.44 FAZENDA DO ESTADO DO RIO. óleo sôbre tela, 0,74 x 1,08, assinado. Coleção Guilherme Guinle, Rio de Janeiro.45 CASCATINHA DA TIJUCA. óleo sõbre cartão, 0,38 x 0,32, assinado "N. Vinet", sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.46 ENTRADA DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre car- tão, 0,26 x 0,41, assinado "Vinet", 1872. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.47 NOITE DE LUAR. 0,30 x 0,39 assinado "Vinet", sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. NICOLAU FACCHINETTI, italiano (1824-1900)48 SAO TO~ DAS LETRAS. óleo sôbre madeira, 0,55 x 0,94, sem assinatura e sem data. Museu Na- cional de Belas Artes, Rio de Janeiro.49 PANORAMA DA GUANABARA. óleo sôbre tela, 1 x 3,18, assinado, sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.50 LAGOA RODRIGO DE FREITAS. óleo sôbre ma- deira, 0,21 x 0,63, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 16
  53. 53. BRASIL "- paisagem brasileira "51 VISTA DA ENTRADA DA BAíA DO RIO DE " JANEIRO. óleo sôbre tela colada sôbre madeira, 0,22 x 0,72, assinado, sem data. Museu Antônio Parreiras, Niterói.52 FAZENDA DE FRIBURGO. óleo sôbre madeira, assinado, 1880. Museu Antônio Parreiras, Nitreó1. VICTOR MEIRELLES DE LIMA, brasileiro (1932-1903)53 VISTA DO MORRO DE SANTO ANTONIO SOBRE O LARGO DO ROCIO. óleo sôbre tela, 0,90 x 1,95, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.54 ENTRADA DA BARRA DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,57 x 1,95, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Ja- neiro.55 MORRO DO SENADO. óleo sôbre tela, 1,00 x 1,00, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.56 MORRO DO CASTELO. óleo sôbre tela, 1,00 x 1,00, sem assinatura e sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.57 VISTA SOBRE A CANDELARIA. óleo sôbre tela, 0,51 x 0,62, sem assinatura e sem data. Museu Na- cional de Belas Artes, Rio de Janeiro. VANDEN PEEREBOON58 FAZENDA GARAGUASSú. Aquarela, 0,30 x 0,50. Coleção Jan de Almeida Prado, São Paulo. 17
  54. 54. BRASIL paisagem brasileira " .!, GEORGE GRIMM, alemão (1846-1887)59 PAISAGEM (ENCOSTA DO MORRO DO CAVA- LAO, NITERóI). óleo sôbre tela, 0,36 x 0,57, assi- nado "G. Grimm", 1883. Museu Antônio Parrei- ras, Niterói.60 ROCHEDO DA BOA VIAGEM. óleo sôbre tela, 0,84 x 0,61, assinado "G. Grimm", 1884. Museu An- tônio Parreiras, Niterói. AUGUSTO RODRIGUES DUARTE (1848-1888)61 PAISAGEM DO RIO DE JANEIRO, COPACABA- NA. óleo sôbre tela, 0,28 x 0,50, assinado, sem data. Museu Antônio Parreiras, Niterói. ALMEIDA JUNIOR, brasileiro (1850-1899)62 PAISAGEM. óleo sôbre tela, 0,64 x 0,85, assinado, 1894. Coleção Celina Guinle de Paula Machado, Rio de Janeiro. TELLES JUNIOR, brasileiro (1851-1914)63 ESTRADA DOS RE~DIOS. óleo sôbre tela, 0,40 x 0,60, 1889. Museu do Estado, Recife, Pernam- buco.64 PAISAGEM DE CAMARAGIBE. óleo sôbre tela, 0,44 x 0,49, 1895. Museu do Estado, Recife, Per- nambuco.65 PAISAGEM NA MADALENA (FUNDOS DA CASA DO PINTOR). óleo sôbre tela, 0,31 x 0,52. 1896. Museu do Estado, Recife, Pernambuco. 18
  55. 55. BRASIL paisagem brasileira 466 DENDEZEIRO. óleo sôbre cartão, 0,36 x 0,50, sem data. Museu do Estado, Recife, Pernambuco.67 CAJUEIRO CAíDO (VENDA GRANDE). óleo sôbre cartão, 0,37 x 0,50, sem data. Museu do Estado, Recife, Pernambuco.FRANCISCO AURÉLIO DE FIGUEIREDO E MELLO, brasileiro (1854-1916)68 PICO DO ITACOLOMí. óleo sôbre tela, 0,51 x 0,71, assinado "F. Aurélio", 1894. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. ANTôNIO FIRMINO MONTEIRO (1855-1888)69 VISTA DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,26 x 0,50, assinado "F. Monteiro", 1884. Museu Antônio Parreiras, Niterôi. JOÃO BAPTISTA PAGANI, italiano (1856-1891)70 PAISAGEM DE BARBACENA. óleo sôbre tela, 0,49 x 0,65, assinado "B. Pagani", 1889. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. ANTôNIO PARREIRAS, brasileiro (1860-1937)71 GRAGOATA. óleo sôbre tela, 1,38 x 2,84, assinado "A. Parreiras", 1886. Museu Nacional de Belas Ar- tes, Rio de Janeiro.72 TRECHO DO LARGO DA LAPA (primeiro óleo pintado pelo artista). Óleo sôbre tela, 0,20 x 0,29, assinado, 1883. Museu Antônio Parreiras, Niterói.73 ESCOLA AO AR LIVRE, TERESÓPOLIS. óleo sô- bre tela, 1 x 1,50, assinado, 1892. Museu Antônio Parreiras, Niterói. 19
  56. 56. BRASIL paisagem brasileira f, {,74 TRANQUEffiA, BARRA MANSA. óleo sôbre ma- deira, 0,26 x 0,46, assinado, 1900. Museu Antônio Parreiras, Niterói.75 RUA DE NITERóI. óleo sôbre madeira, assinado, 1900. Coleção Viuva Antônio Parreiras, Niterói. mpÓLITO BOAVENTURA CARON (1862-1892)76 PRAIA DA BOA VIAGEM. Óleo sôbre tela, 0,50 x 0,75. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.DOMINGOS GARCIA Y VASQUEZ, espanhol (1912)77 PESCA. óleo sôbre tela, 0,54 x 0,87, assinado "Vasquez", 1883. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.JOliO BATISTA CASTAGNETO, italiano (1862-1900)78 PRAIA DE SANTA LUZIA. óleo sôbre tela, 0,56 x 0,99, assinado "Castagneto", 1884. Museu Nacio- nal de Belas Artes, Rio de Janeiro.79 PEDRAS A BJ!iiRA-MAR. óleo sôbre tela, 0,28 x 0,51, assinado "J. B. Castagneto", 1886. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.ANTôNIO RAPBAEL PINTO BANDEIRA, brasileiro (1863-1896)80 PAISAGEM DO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,28 x 0,35, assinado "Bandeira", 1884. Museu Na- cional de Belas Artes, Rio de Janeiro.81 VISTA DE NITERóI. óleo sôbre tela, 0,32 x 0,54, 20
  57. 57. BRASIL paisagem brasileira assinado "Bande!ra", sem data. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.82 MORRO DO MORCEGO. óleo sObre tela, assinado, sem data. Museu AntOnio Parreiras, Niterói.83 PAISAGEM, 1890. Museu Antônio Parreiras, Ni- teróI.JOAO BATISTA DA COSTA, braslleiro (1865-1926)84 BARRANCO. óleo sObre madeira, 0,25 x 0,36, assi- nado "J. Baptista", 1894. Museu Nacional de Be- las Artés, Rio de Janeiro.85 POESIA DA TARDE. óleo sObre tela, 0,73 x 1,26, assinado "J. Baptista", 1895. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.86 CASA DO BARAO DO RIO BRANCO EMPETRó- POLIS. óleo sObre tela, 1,18 x 0,88. Ministério das Relações Exteriores, Rio de Janeiro.87 REVOLTA DA ARMADA EM 1894. óleo sObre tela, 0,63 x 1,97, assinado "J. Baptista", 1894. Museu da Cidade, Rio de Janeiro.88 VISTA DA CASA DO TREM. óleo sObre madeira, 0,16 x 0,16 x 0,34, assinado "J. Baptista", 1889. Museu da Cidade, Rio de Janeiro. Os quadros qu,e se seguem, tendo sido incluldos quando já o catálogo se achava no pré lo, deixam de ser numerados, figurando entretanto na exposlçõo na ordem cronológica adotado. BENRY NICOLAS VINET, francês (1817-1876)VISTA DE STA. TEREZA. óleo sôbre tela, 0,33 x 0,44. 1960, assinado "N. Vinet". 21
  58. 58. BRASIL paisagem brasileiraVISTA DO RIO COM O ,PAO DE ASSUCAR. óleo sô- bre tela, 0,33 x 0,42, sem data e sem assinatura. , AGOSTINHO DA lIOTA, portuguêsPAISAGEM DO MORRO DO SENADO. óleo sôbre tela, 0,77 x 0,96, sem data, assinado "A. Mota". ANTONIO FIRMINO MONTEIRO (1855-1888)VISTA DA TIJUCA. óleo sôbre tela, 0,90 x 0,76, sem data, assinado "F. M.".DOMINGOS GARCIA Y VASQUES, espanhol (1912)VISTA DO MORRO DA VIUVA. óleo sôbre tela, 0,55 x 0,36, assiado "D. G. Vasques", 1882.JOAO BATISTA DA COSTA, brasileiro (1865-1926)LEME. óleo sôbre tela, 0,48 x 0,63, sem data, assinado "J. Batista". Coleção Viuva Galneo Martins. AUTOR DESCONHECIDOIGREJA E PRAIA DA GLóRIA. óleo sôbre tela, 0,85 x 1,14, sem data e sem assinatura. Coleção Museu Histórico Nacional.LAPA DO DESTERRO - ARCO;DA CARIOCA - LA- GOA DO BOQUEffiAO. óleo sôbre tela, 0,85 x 1,14, sem data e sem assinatura. Coleção Museu Histó- rico Nacional.PESCA DA BALEIA NA GUANABARA. óleo sôbre tela, 0,85 x 1,14, sem data e sem assinatura. Coleção Mu- seu Histórico e Nacional. 22
  59. 59. BRASIL paisagem brasileiraCHEGADA DA CóRTE PORTUGUESA AO RIO DE JANEIRO. óleo sôbre tela, 0,85 x 1,14, sem data e sem assinatura. Coleção Museu Histórico e Nacional.REVISTA MILITAR NO LARGO DO PAÇO. óleo sôbre tela, 0,85 x 1,14, sem data e sem assinatura. Coleção Museu Histórico Nacional.FESTA VENEZIANA EM HONRA AO PRíNCIPE RE- GENTE. óleo sôbre tela, 0,85 x 1,14, sem data e sem assinatura. Coleção Museu Histórico Nacional. FRANS POST, holandês (1612-1680)PAISAGEM. óleo sôbre tela. Coleção Otales Mar- condes. AUGUSTO MULLERVISTA DO RIO DE JANEmO. óleo sôbre tela, assi- nado. Coleção Otales Marcondes. RELAÇÃO DOS EXPOSITORESMlnisterlo das Relações Exteriores - Rio de Janeiro 2 telasMuseu Nacional de Belas Artes - Rio de Janeiro 29 telasMuseu Blstorlco Nacional - Rio de Janeiro 6 telasMuseu do Estado - Recife - Pernambuco 5 telasMuseu Antonio Parreiras - Niterol, Rio de Janeiro 13 telasMuseu da Inconfidência - Ouro Preto - Minas Gerais 1 telaMuseu da Cidade - Rio de Janeiro 6 telasConvento Sto. Antonio - Igarassú, Pernambuco 4 telasMatriz de S. Cosme e ,Damião - Igarassú, Pernambuco 4 telasIrmandade da Gloria - Rio de Janeiro 2 telasIgreja da Graça - Salvador, Baía 1 telaCapela de Mont Serrat - Salvador Baía 1 telaDr. Raymundo de Castro Maya - Rio de Janeiro 11 telasViuva Galeno Martins - Rio de Janeiro 6 telasDr. GuUherme Guinle - Rio de Janeiro 2 telasDr. Otales Marcondes - São Paulo 2 telasD. Celina Guedes de Paulo Machado - Rio de Janeiro 1 tela 23
  60. 60. SALA GERAL Artistas brasileiros e estrangeiros resi- dentes no Brasil que espontôneamente se apresentaram ao Júri de Seleção. C om buscou-sedisponíveisa arepresentação brasi- ta, os lotes compor uma seleção aten-leira. O que se obteve na filtragem árdua parece-nos .servir para estabelecer uma linha definidorabasta!1te dos máximos de nossas artes plásticas, aofim de trinta anos depois das inquietações renova-doras da Semana de 22. Bem ou regularmente, ascorrentes dominantes se acham representadas emtrês centenas de trabalhos, em que se devem dis-tinguir as indicações de estabilidade e de pesquisa.O balanço sustenta bem a média de nossas possibi-lidades nas artes plásticas, não obstante o recuo decertos inscritos, o desencontro de algumas contri-buições possivelmente mais fortes. .A modestia da representação obtida deve ser com-preendida como resultante diréta do meio artísticoainda sem um seguro desenvolvimento. Na pinturaerudita, muito poucos elementos de produção inter-vêm polarizando uma ponderável originalidade, bas-tante expressiva, complementar como tem sido a ar-te de nossos pintores e escultores, no acompanharas indicações das escolas e das correntes, nos cen-tros mais avançados. Para êsses, a informação e a exemplificação desempenham, sem dúvida, uma função corretora, na ausência de intensidade de tra- balho e de respeito a tradições mais consistentes, aptas a determinarem a autonomia de uma expres- são plástica na fôrça do amadurecimento. Realmente, poderíamos ter uma representação me- lhor. Acontece, porém, que temos superestimado ocorrências da vida artística brasileira que ao fim se revelam menos significantes do que de início se afi- guravam; a arte tem sido expediente fácil de mui- tos; pretexto de outros; ambições frustradas pelas dificuldades que lhe são inerentes e em que a per- 24
  61. 61. BRASIL pinturasistência consumiria tôda a vida. Muito pode seratribuido a instabilidades de nossa formação, masainda em certos indivíduos, a debilidade decorre dafalta de uma. consciência adstrita à convicção pro-funda com que cabe aplicar-se, na produção da arte,a larga expansão, a liberdade, dialeticamente reali-zadora da necessidade vital voltada para uma for-m que pode ser apenas forma, e também maiscontéudo do que forma. O que importaria não fôrafazer um caminho, mas sentir a necessidade irredu-tível de realizá-lo. Verificamos que não pode aindahaver esta profunda consciência, na maior parte dosinteressados. Daí tantas incertezas no vocabulário,na fraseologia, na linguagem de nossos pintores eescultores.Poderiamos citar alguns artistas em que essa cons-ciência e essa necessidade vital transparecem, pore-jantes. Mas seria focalizar por demais a individua-lização.Em matéria tão controvertida como ado 1uizo crí-tico sôbre a obra de arte, não há tranquilidade no dever cumprido, mas sobra a certeza, embora menostranquilizadora, de que buscamos por nossa vez ser-vir a uma orientação, em nível mais elevado, como o implica um balanço da arte brasileira de nosso te1p.po. GERALDO FERRAZ pintura TARSILA DO AMARAL 1 FOTOGRAFIA, 1953. 81 x 65. 2 MARINHA, 1953. 100 Xi 70. S MERCADO, 1953. 87 x 70. 4 POVOAÇAO, 1953. 73 x 60. 5 SUBURBIO, 1953. 60 x 45. 25
  62. 62. BRASIL pintura OSWALD DE ANDRADE FILHO (1914) 6 PAIXAO DE JECA TATO, 1953. 92 x 73. 6 a BANDEIRA DO DIVINO, 1953. óleo sôbre tela. 100 x 0,80. ZACHARIAS AUTUORI (1899) 7 CATEDRAL IMAGINARIA, 1952. 72 x 42. 8 CIDADE, 1952. 72 x 47. JOSi!: SILVEIRA DAVILA (1924) 9 CONVERSAÇAO N.o 2, 1953. 73 x 92.10 O EQUILIBRISTA, 1953. 81 x 100. LULA CARDOSO AYRES (1910)11 PASSARO VERMELHO, 1952. Têmpera sôbre car- tão. 70 x 50.12 PINTURA N.o 1, 1953. Têmpera sôbre cartão. 100 x 70.13 PINTURA N.o 2, 1953. Têmpera sôbre carãto. 100 x 70. ARMANDO BALLONI (1901)14 A LAVADEIRA, 1953. 100 x 81.15 BAILARINA, 1953. 100 x 81.16 NATUREZA MORTA, 1952. 92 x 73. ANTONIO BANDEIRA (1922)17 A GRANDE CIDADE AZULADA, 1953. 100 x 80.18 ARVORES NO CREPÚSCULO LILAS, 1953. 100 x 80. ·26
  63. 63. BRASIL pintura19 CIDADE, 1953. 100 x 80.20 NATIVIDADE, 1953. 192 x 80.21 O JARDIM VERMELHO, 1953. 100 x 80. EMYGDIO DE BARROS (1895)22 PAISAGEM, 1, 1952. 73 x 91.23 PAISAGEM, 4, 1953. 76 x 92. GERALDO DE BARROS (1923)24 CONJUGAÇÃO DE DOIS GRUPOS EM TRIAN- GULOS, 1953. Esmalte sôbre kelmite. 61 x 61.25 DESCONTINUIDADE, 1953. Esmalte sôbre kelmite. 61 x 61.26 MOVIMENTO CONTRA MOVIMENTO EM BRAN- CO E AZUL, 1953. Esmalte sôbre klemite. 61 x 61.27 TENSÃO FORMAL, 1953. Esmalte sôbre kelmite. 61 x 61. UBI BAVA (1913)28 COMPOSIÇÃO 1, VARIAÇõES SOBRE O MESMO TEMA, 1952. 75 x 63.29 COMPOSIÇÃO 4, 1953. 63 x 76.30 COMPOSICÃO 5, 1953. 76 x 63. PAULO BECKER (1927)31 COMPOSIÇÃO, 1953. 74 x 74.32 MOLEQUE, 1953. 45 x 72.33 RUA, 1953. 74 x 74. SUZANA IGAR DO AMARAL BERLINCK (1915)34 COMPOSIÇãO MíSTICA, 1953. 81 x 62. 27
  64. 64. BRASIL p)ntura HENRIQUE BOESE (1897)35 COMPOSIÇAO 4, 60 x 49.36 PAISAGEM, 1953. 88 x 66. ALDO BONADEI (1906)37 COMPOSIÇAO B, 1953. 110 x 80.38 COMPOSIÇAO C, 1953. 100 x 80.39 COMPOSIÇAO D, 1953. 110 x 80.40 COMPOSIÇAO E, 1953. 110 x 80. TIZIANA BONAZZOLA (1921)41 OURO PRETO, 52 x 72.42 TRABALHADORES. 52 x 72. FLAVIO DE CARVALHO (1918)43 RETRATO DA PIANISTA YARA BERNETE, 1953. 92 x 73.44 RETRATO DO ANTROPóLAGO PAUL RIVET, 1952. 92 x 73.45 RETRATO DO COMPOSITOR CAMARGO GUAR- NIERI, 1953. 100 x 70.46 RETRATO DO HOMEM PAUL RIVET, 1952. 100 x 70.47 RETRATO DO POETA MURILO MENDES, 1951. 100 x 70. ALOíSIO CARVAO (1918)48 COMPOSIÇAO N.o 21, óleo sôbre madeira.49 COMPOSIÇAO N.o 36, 1953. óleo sôbre madeira. 120 x 60. 28
  65. 65. BRASIL pintura LOTHAR CHAROUX (1912)50 COMPOSIÇAO, 1953. 51 x 40. LYGIA CLARK (1920)51 COMPOSIÇAO, 1953. 106 x 89.52 COMPOSIÇAO, 1953. 811 x 116.53 COMPOSIÇAO, 1953. 100 x 100. GERMANA DE ANGELiS54 COMPOSIÇAO, 1953. 54 x 73. EMILIANO DE CAVALCANTI (1897)55 MULHER COM CRIANÇAS, 1953. 116 x 90.56 MULHER DO PANAMA, 1951. 88 x 105. D. !solina Portugal.57 MULHERES NA VARANDA, 1953. 74 x 95.58 PAISAGEM MARíTIMA, 1953.59 PESCADORES, 114 x 161. Museu de Arte Moder- na, São Paulo. DANILO DI PRETE (1911)60 BOIS NA PRAIA, 1953. 104 x 74.61 CANDOMBL~, 1953. 112 x7662 NATUREZA MORTA, 1953. 78 x 65.63 O COLAR DE P~OLAS, 1953. 67 x 8364 O PEIXE, 1953. 70 x 80. CíCERO DIAS (1908)65 ABISMO DA VERDURA, 1950. 116 x 73.66 ABSTRAÇAO, 1951. 116 x 81 29
  66. 66. BRASIL pintura JACQUES DOUCHEZ (1921)67 :ÉPOCA, 1953. 81 x 65.68 MERIDIANOS, 1953. 81 x 54.69 RELAÇÕES INCERTAS, 1953. 81 x 65.70 COMPOSIÇÃO 1, EM CINZA, 1953. O x7071 COMPOSIÇÃO EM AMARELO, 1953 75 x 54.72 COMPOSIÇÃO EM AZUL, 1953. 110 x 9073 COMPOSIÇÃO EM VERMELHO, 1953. 75 x 54. SANSON FLEXOR (1907)74 EURITMIA, n.O 1, 1952/53. 180 x 80.75 EURITMIA, n.O 2, 1953. 60 x 150.76 PROGRESSÃO n.O 1, 1953. 60 x 150.77 PROGRESSÃO n.o2, 1953. 67 x 150.78 RITMO ASSIMl!:TRICO, 1952/53. 134 x 60. MAURO FRANCINI (1924)79 COMPOSIÇÃO 1, 1953. 45 x 35.80 COMPOSIÇÃO 4, 1953. 90 x 82.81 COMPOSIÇÃO 5, 1953. 90 x 82. VITTORIO GOBBIS (1894)82 CAJÚS, 1953. 92 x 73.83 CAMINHO DA PENHA, VITóRIA, ESPíRITO MILTON GOLDRING (1918)84 NúMERO 11, 1952. 146 x 89.85 NÚMERO 13, 1952. 162 x 114.86 NúMERO 14, 1952. 146 x 114. 30
  67. 67. BRASIL pintura KUENH HEINZ (1908)87 COMPOSIÇÃO 1, 1953. 75 x 92.88 COMPOSIÇÃO 3, 1953. 75 x 92.89 COMPOSIÇÃO 4, 1953. 75 x 92. CLARA HETENYI (1919)90 NATUREZA MORTA, 1952. óleo sôbre nor- dex. 60 x 44.91 NATUREZA MORTA, 1953. óleo sôbre nor- dex. 60 x 45. TADASHI KAMINAGAI (1898)92 PINTURA 1, 1953. 83 x 95.93 PINTURA 2, 1953. 83 x 95.94 PINTURA 4, 1953. 83 x 95.95 PINTURA 5, 1953. 83 x 95. FRANS KRAJCBERG (1921)96 MARIPOSAS NOTURNAS, 1953. 65 x 81.97 PICADA, 1952. 65 x 100. EMERIC LANYI (1907)98 PESCADORES, 1952. 73 x 92. LUCETTE LARIBE (1918)99 BAIANAS DO BONFIN, 1953. 130 x 80. RENÉ LEFEVRE (1907)100 MARACATú, 1935. 81 x 60.101 MARACATú, 1925. 81 x 65. 31
  68. 68. BRASIL pintura DÉA CAMPOS LEMOS (1925)102 COMPOSIÇAO, BICICLETA, 1953. 103 x 123.103 CONSTRUÇAO, MAQUINAS, 1953. 81 x 125. WALTER LEWY (1905)104 PINTURA, 1952. 110 x 75.105 PINTURA, 1953. 75 x 120.106 PINTURA, 1953. 75 x 130.107 PINTURA, 1953. 75 x 120. MANABU MABE (1924)108 COMPOSIÇAO, 1953. 107 x 80.109 NATUREZA MORTA 2,1953. 80 x 67. PHILLIPPE MAECK (1928)110 PAISAGEM, 1953. 100 x 65.111 PAISAGEM, 1953. 90 x 80. ALOYSIO SERGIO MAGALHAES112 COMPOSIÇAO 2, 1953. 85 x 70.113 PAISAGEM, 1952. 85 x 70. EMERIC MARCIER (1916)114 PARABOLA DOS CEGOS, 1952/53. 150 x 335. RAMIRO MARTINS (1917)115 COMPOSIÇAO, 1951. 75 x 50.116 FORMAS, 1953. 100 x 81. 32
  69. 69. BRASIL pintura117 INVENÇAO, 1953. 81 x 65.118 PINTURA, 1953. 65 x 54.119 RITMO, 1952. 146 x 97. POLLY Me DONELL120 CRUCIFICAÇAO, 1953. 46 x 37.121 NOSSA SENHORA DAS DORES, 1953. 68 x 28.122 VIA SACRA, 1953. 120 x 130. CAETANO MIAMI123 CAVALO, 1953. 60 x 70.124 FIGURAS, 1953. 60 x 70.125 PAESE, 1953. 60 x 70. YOLANDA MOHALYI126 FIM DE PESCA, 1953. Guache sôbre papel. 110 x 130.127 IVANAS, 1953. Têmpera sôbre papel. 110 x 130.128 NA FEIRA DE SANTANA, 1952. Aquarela sôbre papel. 110 x 130.129 só, 1953. Têmpera sôbre papel. 110 x 130. RAYMUNDO JOSÉ NOGUEIRA (1909)130 COMPOSIÇAO I, ,1952. 65 x 64.131 COMPOSIÇAO 2, 1952. 93 x 65.132 COMPOSIÇAO 3, 1952. 81 x 65. GASTONE NOVELLI (1925)133 COMPOSIÇAO 2, 1953. Óleo sôbre nordex. 64 x 84134 COMPOSIÇAO 4, 1953. 100 x 74. 33
  70. 70. BRASIL pintura MARIANNE OVERBECK (1903)135 CRIANÇA EM FUNDO AZUL, 1952/53. 85 x 73.136 MULHER SENTADA, 1953. 100 x 70. DARCY PENTEADO (1926)137 CABEÇA I, 1953. 57 x 77.138 CABEÇA 2, 1953. ,77 x 103.139 CABEÇA 3, 1953. 57 x 77.140 FIGURAS, 1953. 57 x 77. WEGA NEY GOMES PINTO (1916)141 COMPOSIÇAO N.D 3, 1953. 60 x 73. KARL PLATTNER (1919)142 CAVALO NO ESPAÇO, 1953. 188 x 96.143 COMPOSIÇAO, 1953. 76 x 76.144 MATERNIDADE,1953. 112 x 57.145 MULHERES NA PRAIA, 1951. Têmpera. 160 x 95.146 VENDEDORA DE FRUTAS, 1953. 90 x 190. BELLA KARAWAEWA PRADO (1918)147 COMPOSIÇAO 4, 1953. 81 x 60.148 COMPOSIÇAO 5, 1953. 81 x 60. ANTONIO PRADO NETO (1927)149 COMPOSIÇAO, 1952/53. Cartão prensado. 81 x 60.150 COMPOSIÇAO, 1952/53. Cartão prensado. 81 x 60. 34
  71. 71. BRASIL pintura HEITOR DOS PRAZERES (1902)151 CHORO CARIOCA, 1953. 67 x 56.152 FREVO PERNAMBUCANO, 1953. 85 x 62.153 JOGO NO BARRACO, 1953. 85 x 62.154 JOGUINHO EM FAMíLIA, 1953. 72 x 62. LEOPOLDO RAIMO (1912)155 COMPOSIÇAO COM CURVAS, 1953. 80 x 65.156 COMPOSIÇAO COM LINHAS, 1952. 80 x 57.157 RiTMO PENDULAR, 1953. 92 x 65. MARIA HELENA ANDRÉS RIBEIRO (1922)158 COMPOSIÇAO 1, 1953. 73 x 60.159 COMPOSIÇAO 2, 1953. 55 x 46. PAULO RISSONE (1925)160 COMPOSIÇAO 1, 1952. Masonite. 100 x 65.161 COMPOSIÇAO 2, 1952. Masonite. 100 x 65.162 COMPOSIÇAO 3, 1952. Masonite. 68 x 65.163 COMPOSIÇAO 4, 1952. Masonite. 68 x 102. FERNANDO ROMANI (1913)164 A MULHER FERIDA, 1953. 61 x 50.165 LEITURA, 1953. 61 x 50. LUIZ SAClLOTTO (1924)166 ELEMENTOS ALTERNADOS, 1953. 42 x 42.167 ESPffiAIS TURBINADAS EM OPOSIÇAO, 1953. 62 x 62.168 GRUPOS ARTICULADOS, 1953. 96 x 62. 35
  72. 72. BRASIL pintura FIRMINO FERNANDES SALDANHA (1905)169 CABEÇA DE TOURO ,1953. 65 x 54.170 FIGURA, 1949. 73 x 60. IONE SALDANHA (1921)171 COMPOSIÇAO, 1953. 66 x 82.172 PAISAGEM 2, 1952. 65 x 81.173 PAISAGEM 3, 1953. 60 x 73. ZÉLIA SALGADO (1909)174 COMPOSIÇAO, 1953. 60 x 73. FRANK SCHAEFFER (1917)175 PAISAGEM, 1953. Papel 67 x 84.176 PAISAGEM, 1953. Papel 67 x 84.177 PAISAGEM, 1953. Papel 67 x 84. IVAN FERREIRA SERPA (1923)178 QUADRADOS COM RiTMOS RESULTANTES. 1953. 100 x 100.179 RiTMOS RESULTANTES, 1953 69 x 89.180 RiTMOS RESULTANTES COM DOMINANTES VERMELHO-AMARELO, 1953. 90 x 120.181 RiTMOS RESULTANTES COM DOMINANTES AMARELO-LARANJA, 1953. 90 x 100.182 RiTMOS RESULTANTES COM DOMINANTES SOB FUNDO PRETO, 1953. 100 x 100. DJANIRA DA MOTA E SILVA (1914)183 COMPOSIÇAO, 1953. 116 x 81. 36
  73. 73. BRASIL pintura184 NATUREZA MORTA EM SANTA TEREZA, 1953. 100 x 73. JOSÉ ANTONIO DA SILVA (1909)185 A S1l:CA DO CAFll:, 1952. 64 x 80.186 ABANDONO DO CAMPO, 1952. 57 x 70.187 CAMPEIRO HABILIDOSO, 1952. 57 x 72.188 SOCORRO AOS FLAGELADOS DO NORDESTE, 1953. 69 x 83. JOSÉ FÁBIO BARBOSA DA SILVA (1934)189 COMPOSIÇAO INDíGENA, 1953. 55 x 38.190 TEMA íNDIO, 1953. 55 x 38. ELISA MARTINS DA SILVEIRA (1912)191 BUMBA MEU BOI, 1953. 69 x 54.192 CENA DE TEATRO, 1953. 80 x 60.193 CRIANÇA BRINCANDO, 1953. 98 x 82.194 PRAÇA, 1953. 100 x 82.195 PROCISSAO, 1953. 98 x 82. PAULO SZENTKUTI (1920)196 NOITE ,1952. 105 x 86.197 RETRATO, 1951 97 x 77. WALTER SHIGETO TANAKA (1916)198 NATUREZA MORTA, 1953. 69x 84.199 PAISAGEM, 1953. 75 x 95. ROBERT TATIN (1902)200 BRASIL, 1953. 46 x 33.201 CASAMENTO, 1953. 65 x 50. 37
  74. 74. BRASIL pintura ALBERTO TEIXEIRA (1925)202 COMPOSIÇãO. Aquarela. 50x 70.203 COMPOSIÇÃO EM QUADRADO, 1953. Aquarela. 50 x 70. ORLANDO TERUZ (1902)204 COMPOSIÇãO,1950. 120 x 100. MARILIA GIANNETTI TORRES (1925)205 COMPOSIÇãO 4, 1953. 73 x 54.206 COMPOSIÇãO 5, 1953. 61 x 64. ANTONIO VARGAS (1914)207 OUTONAL, 1953. 100 x 64.208 P1l::GASO GONIOFLEXO, 1952. 90 x 63. DECIO VIEIRA (1922)209 F. 109, 1953. 997 x 130.210 F. 110,1953. 87 x 130. ALFREDO VOLPI (1896)211 CASAS, 1953. 45 x 65.212 CASAS, 1953. 71 x 65.213 CASAS, 1953. 46 x 81.214 CASAS, 1953. 86 x 130.215 MENINA, 1951. 116 x 73. ANATOL WLADYSLAW (1913)216 COMPOSIÇãO COM DIAGONAIS DOMINANTES, 1953. 54 x 65. 38
  75. 75. BRASIL pintura - escultura217 COMPOSIÇAO EM RETANGULOS, 1953. 59 x 73.218 PINTURA, 1953. 59 x 73. ALEXANDRE WOLLNER (1928)219 COMPOSIÇAO COM TRIANGULO PROPORCIO- NAL, 1953. Esmalte sôbre kelmite. 61 x 61.220 MOVIMENTO CONTRA MOVIMENTO NO SIS- TEMA ESPIRAL, 1953. Esmalte sôbre kelmite. 61 x 61. SADA YAZIMA (1921)221 FLOR, 1953. 81 x 60.222 SONHO PERDIDO, 1953. 81 x 60. SIN-ITffiO YAZIMA (1917)223 COMPOSIÇAO N.o 1, 1953. 76 x 88.224 COMPOSIÇAO N.o 2, 1953. 76 x 88. MARIO ZANINI (1907)225 COMPOSIÇAO, 1953. 80 x 70. * * * ABRABAM PALANTIK (1928)226 SEQut:NCIA EM DOIS TEMPOS, N.o 6. 1953. Aparelho composto de dispositivos elétricos, criando formas coloridas em movimento. escultura AFONSO DUARTE ANGELICO (1914)1 ANCHIETA. Grés vidrado. 100.2 MANOEL DA NóBREGA. Grés vidrado. 100. 39
  76. 76. BRASIL escultura AMILCAR DE CASTRO (1920)3 ESCULTURA, 1952. Cobre. ALFREDO CESCHIATTI (1918)4 COMPOSIÇAO,1953. Bronze.5 CONTORSIONISTA, 1953. Bronze.6 PEIXE, 1953. Bronze.7 TR!:S GRAÇAS, 1952. Bronze. MARIO CRAVO JUNIOR (1923) 8 AMARALINA, 1952. Escultura em madeira. 200. 9 CANGACEIRO, 1953. Escultura em madeira. 250.lO OMULÚ, 1953. Escultura em madeira. 180.11 TOCADOR DE BERIMBAU, 1952. Escultura em madeira. 300. MILAN DUSEK (1924)12 FIGURA, 1952. Pedra sabão. SONIA EBLING (1922)13 MULHER EM P~, 1953. Bronze. 70. CAETANO FRACCAROLI (1911)14 FAMíLIA, 1952. Gesso. 130.15 FECUNDAÇAO, 1953. Gesso metalizado. 52.16 MíSTICA N.o 2, 1953. Madeira e aluminio. 150 TEREZA DAMICO FOURPOME17 DUAS FIGURAS. Gesso. 60. 40
  77. 77. BRASIL escultura18 MAE E FILHO. Gesso. 70. BRUNO GIORGI (1905)19 ESTUDO, 1952. Pedra sabão. 60.20 MAE PRETA, 1952/53. Madeira. 115.21 MONTANHA, 1952/53. Granito. 115.22 ONDINA, 1949. Bronze.23 SAO JORGE, 1953. Bronze. BILDA GOLTZ (1908)24 FORMA RITMADA, 1952. Escultura montada sô- bre pedra. 50. JULIO GUERRA (1912)25 BAILARINA, 1953. Cimento.26 IMAGEM, 1953. Bronze.27 MAE E FILHO, 1953. Bronze.28 QUITANDEIRA, 1953. Bronze. FELICIA LEIRNER (1904)29 ESTUDO, 1953, Bronze, 150. EMANUEL MANASSE (1909)30 A JUMENTA, 1953. Bronze. 150. MAR.IA MARTINS (1900)31 BENDITA SEJAS TU, TERRA FECUNDA, 1950. Bronze. 80.32 CHEIA DE GRAÇA, 1953. Gesso. 150.33 ORPHEUS, 1952. Bronze. 18.34 "TUE-T1l:TE", 1950. Bronze. 80.35 YEMANJA, 1953. Estanho. 50. 41

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