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dinara dal pai
Orientador:
dr. gustavo severo de borba
INOVAÇÃO DA SALA DE AULA PELA
PERSPECTIVA DO DESIGN ESTRATÉGICO:
Re...
Introdução
Fundamentação teórica
metodologia
Apresentação e Discussão dos resultados
Considerações finais
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Introdução1
Sociedade
industrial
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culturaeconomia
estabilidade
Bauman (2001), Capra (2006), Castells (1999)
século X...
TICSociedade
industrial
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Bauman (2001), Capra (2006), Castells (1...
TIC
instabilidade
Sociedade
industrial
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culturaeconomia
Sociedade
informacional
tecnologia
culturaeconom...
Sociedade
informacional
tecnologia
cultura
economia
educação
Contextualização
Bauman (2001), Capra (2006), Castells (1999)...
Bürdek (2006), Celaschi (2007), Zurlo (2010), Meroni (2008)
Design Estratégico
Contextualização
tecnologia
cultura
economi...
problema de pesquisa
Como o Design Estratégico pode
contribuir para a inovação da experiência de
aprendizagem em sala de a...
Objetivo Geral
Desenvolver, a partir da perspectiva do Design
Estratégico, cenários para a inovação da
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objetivos específicos
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Christensen (2009), Netto (2005), Tapscott (2010), Zurlo (2010), Bertola e Teixeira (2003)
Justificativa
Tecnologias
na sa...
Christensen (2009), Netto (2005), Tapscott (2010), Zurlo (2010), Bertola e Teixeira (2003)
Justificativa
Tecnologias
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Fundamentação Teórica2
sociedade
economia
cultura
tecnologia
educação
2.1 Evolução tecnológica e mudança
Castells (1999), Capra (2006), Lévy (199...
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economia
cultura
tecnologia
educação
comunicação conhecimento
informação
sociedade
economia
cultura
tecnologia
educação
globalização
hibridação
identidade
comunicação conhecimento
informação
sociedade
cultura
consumo
tecnologia
educação
mercado
globalização
hibridação
identidade
comunicação conhecimento
informaç...
2.2 educação
universitária
na sociedade
informacional
• Novos modelos de acesso à informação;
• Nova relação da sociedade ...
Setor educacional rígido diante
da necessidade de mudanças.
Deserti (2007), Celaschi (2007), Moraes (2010),
Meroni (2008)
2.3 Design e inovação
Novas perspectivas consideram as
neces...
2.3 Design e inovação
Carú e Cova (2007) , Freire (2009), Pine e Gilmore (1998)
produto
Ambiente
Participação do indivíduo
Narrativa
Carú e Cova (2007) , Freire (2009), Pine e Gilmore (1998)
2.3 Design e inovaç...
Método3
3.1 DELINEAMENTO DA PESQUISA
• Visão sistêmica;
•Qualitativa (caráter exploratório e descritivo);
• Estudo de caso.
Capra ...
Unidade de estudo = turma de alunos e professores do 4º semestre do curso de Design (PA4).
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professores
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PA4
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unisinos
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Pesquisa documental
• Lei de Dir...
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Pesquisa documental
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pesquisa blue sky
observação participativa
3.4 Análise dos dados
Yin (2001)
estrutura interações tecnologiacontexto
design
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categorias de Análise
subcategorias
3.4 Análise dos dado...
Resultados4
4.1 Contexto do estudo
Contexto do estudo | Ensino superior Brasileiro
• Desigualdade
• Predominância das instituições privadas;
• No novo cenári...
qualidade
experiênciade aprendizagem que é vivenciada
qualidade
Contexto do estudo | Unisinos
Plano de Desenvolvimento Institucional (UNISINOS, 2006)
Instituição de educação superior
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Contexto do estudo | Unisinos
Tecnologias inovadoras
de ensino
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Melhorias na infraestrutura
Salas de aula padrão
Práticas...
Contexto do estudo | Curso de design - PA4
Ajustes Curriculares (UNISINOS, 2007)
Contexto do estudo | Curso de design - PA4
Ajustes Curriculares (UNISINOS, 2007)
4.2 estrutura
1975 2011
Harris (2010), Mäkitalo-Siegl et al. (2010), Monahan (2002), Schratzenstallear (2010)
Porto Alegre Porto Alegre São leopoldo
Interações: contextos afetivos
flexibilidade
4.3 tecnologias e interações
Tapscott (2010)
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Perspectiva da interação unidirecional do professor
em relação ao aluno e às tecnologias digitais em sala de aula
Perspectiva da interação multidirecional do aluno em relação
ao professor e às tecnologias digitais em sala de aula
4.4 cenários
Objetivo
do workshop
desenvolver cenários para a Sala
de aula para o curso de design da
unisinos.
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especialista
em tecnologia
pedagogo
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figura
unisinos
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pesquisa
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pesquisa
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Estímulos
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1. breve Narrativa
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3. Personas: professor e aluno
Experiência:
estrutura interação tecnologia
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contextos de aprendizagem: cinema
interações: jogos
• Interesse fragmentado;
• Autossuficiente;
• Imediatista;
• Sabe lidar com os erros;
• Motivado por desafios.
• Articulad...
Narrativa
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Interações: mídias digitais
• Conectado;
• Comprometido;
• Fluente em várias línguas;
• Vida mediada pela tecnologia.
• Conectado;
• Orientador;
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Narrativa
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contextos de aprendizagem: cozinha
• Curioso;
• Conectado;
• Colaborativo;
• Motivado.
• Habilidade para liderar grupos;
• Acessível;
• Referência conceitual...
Narrativa
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• Independente;
• Fluente em várias línguas;
• Experiências em outros países;
• Faz dois cursos superiores;
• Participativ...
Narrativa
interfaces entre
os cenários
• O aluno idealizado;
• O professor adaptado às tecnologias;
• A influência da tecnologia sob...
4.5 contribuições do design estratégico
Contribuições do Design estratégico
• O método;
• Crenças e valores: co-criação e a formação de equipes interdisciplinares...
Considerações finais5
Considerações finais
• Pra pensar o futuro da sala de aula, as tecnologias digitais tornam-se relevantes
ao apresentar nov...
Referências
AMAR, Victor Manuel. Tecnologías de la Información y la Comunicación, Sociedad y Educación (Sociedad, e-herram...
BRASIL. Ministério da Educação - MEC. Disponível em: Acesso em: http://portal.mec.gov.br/index.php. Disponível em: 10 jan....
D.SCHOOL - Institute of Design at Stanford. Disponível em: http://dschool.stanford.edu/. Acesso em: 11 fev. 2012.
FREIRE, ...
SGUISSARD, Valdemar. Universidade brasileira no século XXI. São Paulo: Cortez, 2009.
TAPSCOTT, Don. A hora da geração digi...
Obrigada.
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Inovação da sala de aula pela Perspectiva do Design Estratégico: Repensando o uso das tecnologias digitais para a experiência de aprendizagem

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Por Dinara Dal Pai

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Inovação da sala de aula pela Perspectiva do Design Estratégico: Repensando o uso das tecnologias digitais para a experiência de aprendizagem

  1. 1. dinara dal pai Orientador: dr. gustavo severo de borba INOVAÇÃO DA SALA DE AULA PELA PERSPECTIVA DO DESIGN ESTRATÉGICO: Repensando o uso das tecnologias digitais para a experiência de aprendizagem
  2. 2. Introdução Fundamentação teórica metodologia Apresentação e Discussão dos resultados Considerações finais 1 2 3 4 5
  3. 3. Introdução1
  4. 4. Sociedade industrial educaçãotecnologia culturaeconomia estabilidade Bauman (2001), Capra (2006), Castells (1999) século XIX Contextualização
  5. 5. TICSociedade industrial educaçãotecnologia culturaeconomia estabilidade revolução Bauman (2001), Capra (2006), Castells (1999) século XIX Contextualização
  6. 6. TIC instabilidade Sociedade industrial educaçãotecnologia culturaeconomia Sociedade informacional tecnologia culturaeconomia educação estabilidade revolução século XIX século XXI Contextualização Bauman (2001), Capra (2006), Castells (1999)
  7. 7. Sociedade informacional tecnologia cultura economia educação Contextualização Bauman (2001), Capra (2006), Castells (1999) Design Estratégico
  8. 8. Bürdek (2006), Celaschi (2007), Zurlo (2010), Meroni (2008) Design Estratégico Contextualização tecnologia cultura economia sociedade educação
  9. 9. problema de pesquisa Como o Design Estratégico pode contribuir para a inovação da experiência de aprendizagem em sala de aula de ensino superior levando em conta o contexto da sociedade atual e as novas possibilidades inauguradas pelas tecnologias digitais?
  10. 10. Objetivo Geral Desenvolver, a partir da perspectiva do Design Estratégico, cenários para a inovação da experiência de aprendizagem em sala de aula de ensino superior, levando em conta as possibilidades inauguradas pelas tecnologias digitais.
  11. 11. objetivos específicos
  12. 12. objetivos específicos
  13. 13. objetivos específicos
  14. 14. objetivos específicos
  15. 15. objetivos específicos
  16. 16. objetivos específicos
  17. 17. Christensen (2009), Netto (2005), Tapscott (2010), Zurlo (2010), Bertola e Teixeira (2003) Justificativa Tecnologias na sala de aula substituição de antigas ferramentas Design Estratégico novos olhares sobre os problemas relacionados à educação Mapeamento das publicações carência de estudos específicos nesta área
  18. 18. Christensen (2009), Netto (2005), Tapscott (2010), Zurlo (2010), Bertola e Teixeira (2003) Justificativa Tecnologias na sala de aula substituição de antigas ferramentas Design Estratégico novos olhares sobre os problemas relacionados à educação Mapeamento das publicações carência de estudos específicos nesta área Base de dados CAPES inovação sala de aula tecnologias digitais 50 10
  19. 19. Fundamentação Teórica2
  20. 20. sociedade economia cultura tecnologia educação 2.1 Evolução tecnológica e mudança Castells (1999), Capra (2006), Lévy (1999), Canclini (2008), Bauman (1999,-2001-2003)
  21. 21. sociedade economia cultura tecnologia educação comunicação conhecimento informação
  22. 22. sociedade economia cultura tecnologia educação globalização hibridação identidade comunicação conhecimento informação
  23. 23. sociedade cultura consumo tecnologia educação mercado globalização hibridação identidade comunicação conhecimento informação economia
  24. 24. 2.2 educação universitária na sociedade informacional • Novos modelos de acesso à informação; • Nova relação da sociedade com o conhecimento; • Demanda por profissionais diferenciados; • Novas profissões. Conhecimento fluido Amar (2008), Christensen (2009), Lévy (2010),Netto (2005), Schön (2000), Tapscott (1999, 2010)
  25. 25. Setor educacional rígido diante da necessidade de mudanças.
  26. 26. Deserti (2007), Celaschi (2007), Moraes (2010), Meroni (2008) 2.3 Design e inovação Novas perspectivas consideram as necessidades de um contexto dinâmico e imprevisível. Design estratégico = Pesquisas DESIGN ESTRATÉGICO INOVAção
  27. 27. 2.3 Design e inovação Carú e Cova (2007) , Freire (2009), Pine e Gilmore (1998) produto
  28. 28. Ambiente Participação do indivíduo Narrativa Carú e Cova (2007) , Freire (2009), Pine e Gilmore (1998) 2.3 Design e inovação serviço produto comunicação experiência
  29. 29. Método3
  30. 30. 3.1 DELINEAMENTO DA PESQUISA • Visão sistêmica; •Qualitativa (caráter exploratório e descritivo); • Estudo de caso. Capra (2006), Gil (2009), Yin (2001)
  31. 31. Unidade de estudo = turma de alunos e professores do 4º semestre do curso de Design (PA4). turma de alunos e professores sala de aula PA4 curso de design unisinos setor educacional 3.2 Unidade de estudo Campo =
  32. 32. turma de alunos e professores sala de aula PA4 curso de design unisinos setor educacional Pesquisa documental • Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) • Censo da Educação Superior 2010. • Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) • Projeto Político Pedagógico - Curso de Graduação em Design 3.3 Instrumentos e procedimentos de coleta de dados
  33. 33. turma de alunos e professores sala de aula PA4 curso de design unisinos setor educacional Pesquisa documental observações • 17 períodos de atividades curriculares e 1 reunião (a) as ferramentas tecnológicas digitais utilizadas; (b) o uso das tecnologias; (c) as motivações para o uso das tecnologias; (d) as contribuições da tecnologia para as atividades; (e) a estrutura da sala de aula; (f) a interação entre professores e alunos. 3.3 Instrumentos e procedimentos de coleta de dados
  34. 34. turma de alunos e professores sala de aula PA4 curso de design unisinos setor educacional Pesquisa documental observação entrevistas • 4 professores e 4 alunos As entrevistas tiveram seu nível de estruturação definido por pautas que organizaram os pontos de interesse a serem explorados ao longo do diálogo com os entrevistados. 3.3 Instrumentos e procedimentos de coleta de dados
  35. 35. turma de alunos e professores sala de aula PA4 curso de design unisinos setor educacional Pesquisa documental observação entrevistas pesquisa blue sky • Contextos de aprendizagem • Interações 3.3 Instrumentos e procedimentos de coleta de dados
  36. 36. turma de alunos e professores sala de aula PA4 curso de design unisinos setor educacional Pesquisa documental observação entrevistas pesquisa blue sky Workshop observação participativa • 2 períodos de atividades 3.3 Instrumentos e procedimentos de coleta de dados
  37. 37. turma de alunos e professores sala de aula PA4 curso de design unisinos setor educacional Pesquisa documental observação entrevistas pesquisa blue sky observação participativa Workshop 3.3 Instrumentos e procedimentos de coleta de dados
  38. 38. Pesquisa documental observação entrevistas pesquisa blue sky observação participativa 3.4 Análise dos dados Yin (2001)
  39. 39. estrutura interações tecnologiacontexto design estratégicocenário categorias de Análise subcategorias 3.4 Análise dos dados Bardin (2011) conteúdos
  40. 40. Resultados4
  41. 41. 4.1 Contexto do estudo
  42. 42. Contexto do estudo | Ensino superior Brasileiro • Desigualdade • Predominância das instituições privadas; • No novo cenário mundial a educação de qualidade ganha destaque. oportunidades de acesso ao ensino superior distribuição geográfica. Censo da Educação Superior 2010, Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Sguissardi (2009)
  43. 43. qualidade
  44. 44. experiênciade aprendizagem que é vivenciada qualidade
  45. 45. Contexto do estudo | Unisinos Plano de Desenvolvimento Institucional (UNISINOS, 2006) Instituição de educação superior de caráter privado e de natureza comunitária e confessional.
  46. 46. Contexto do estudo | Unisinos Tecnologias inovadoras de ensino + Melhorias na infraestrutura Salas de aula padrão Práticas inovadoras para o ensino = Projeto Estratégico Práticas Pedagógicas As tecnologias digitais = ferramentas de comunicação extraclasse Plano de Desenvolvimento Institucional (UNISINOS, 2006) Linha de ação para 2006-2011
  47. 47. Contexto do estudo | Curso de design - PA4 Ajustes Curriculares (UNISINOS, 2007)
  48. 48. Contexto do estudo | Curso de design - PA4 Ajustes Curriculares (UNISINOS, 2007)
  49. 49. 4.2 estrutura
  50. 50. 1975 2011 Harris (2010), Mäkitalo-Siegl et al. (2010), Monahan (2002), Schratzenstallear (2010)
  51. 51. Porto Alegre Porto Alegre São leopoldo
  52. 52. Interações: contextos afetivos
  53. 53. flexibilidade
  54. 54. 4.3 tecnologias e interações
  55. 55. Tapscott (2010) x
  56. 56. Perspectiva da interação unidirecional do professor em relação ao aluno e às tecnologias digitais em sala de aula
  57. 57. Perspectiva da interação multidirecional do aluno em relação ao professor e às tecnologias digitais em sala de aula
  58. 58. 4.4 cenários
  59. 59. Objetivo do workshop desenvolver cenários para a Sala de aula para o curso de design da unisinos.
  60. 60. projetista especialista em tecnologia pedagogo designer estratégico figura unisinos 4 Equipes interdisciplinares
  61. 61. 1 2 pesquisa contextual pesquisa criativa Estímulos
  62. 62. 1 2 34
  63. 63. orientações: 1. breve Narrativa 2. representação visual 3. Personas: professor e aluno
  64. 64. Experiência: estrutura interação tecnologia
  65. 65. 1
  66. 66. contextos de aprendizagem: cinema
  67. 67. interações: jogos
  68. 68. • Interesse fragmentado; • Autossuficiente; • Imediatista; • Sabe lidar com os erros; • Motivado por desafios. • Articulador de conhecimento; • Orientador; • Tutor; • Domina diversas mídias; • Storyteller. Aluno Professor
  69. 69. Narrativa
  70. 70. 1 2 34
  71. 71. Interações: mídias digitais
  72. 72. • Conectado; • Comprometido; • Fluente em várias línguas; • Vida mediada pela tecnologia. • Conectado; • Orientador; • Fala várias línguas; • Estuda as possibilidades de uso dos recursos virtuais; • Vida mediada pela tecnologia. Aluno Professor
  73. 73. Narrativa
  74. 74. 3
  75. 75. contextos de aprendizagem: cozinha
  76. 76. • Curioso; • Conectado; • Colaborativo; • Motivado. • Habilidade para liderar grupos; • Acessível; • Referência conceitual; • Ícone do mercado. Aluno Professor
  77. 77. Narrativa
  78. 78. 4
  79. 79. • Independente; • Fluente em várias línguas; • Experiências em outros países; • Faz dois cursos superiores; • Participativo. • Orientador; • Referência do mercado; • Referência acadêmica; • Assessorado por uma equipe de professores e estudantes de mestrado e doutorado. Aluno Professor
  80. 80. Narrativa
  81. 81. interfaces entre os cenários • O aluno idealizado; • O professor adaptado às tecnologias; • A influência da tecnologia sobre a estrutura e a interação.
  82. 82. 4.5 contribuições do design estratégico
  83. 83. Contribuições do Design estratégico • O método; • Crenças e valores: co-criação e a formação de equipes interdisciplinares; • Motivação dos atores sociais envolvidos para o processo de mudança.
  84. 84. Considerações finais5
  85. 85. Considerações finais • Pra pensar o futuro da sala de aula, as tecnologias digitais tornam-se relevantes ao apresentar novas possibilidades para estrutura, interações e métodos; • As principais vantagens dos cenários desenvolvidos estão focadas na integração entre estrutura, tecnologias e metodologias utilizadas.
  86. 86. Referências AMAR, Victor Manuel. Tecnologías de la Información y la Comunicación, Sociedad y Educación (Sociedad, e-herramientas, professorado y alumnado). Madrid: Editora Tébar, 2008. BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. BAUMAN, Zygmunt. Comunidades: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003. ________________. Globalização: as consequências Humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1999. ________________. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. BERTOLA, Paola; TEIXEIRA, José Carlos. Design as a knowledge agent How design as a knowledge process is embedded into organizations to foster innovation. Design Studies, v. 24, n. 2, p. 181–194, 2003. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Brasília: MEC, 20 de dezembro de 20 de dezembro de 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso em: 10 jan. 2012. BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). Censo da Educação Superior 2010. Brasília, DF: MEC/INEP, 2011. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_ download&gid=9332&Itemid. Acesso em: 12 dez. 2011. BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP. Disponível em: Acesso em: http://portal. inep.gov.br/. Disponível em: 15 jan. 2012a.
  87. 87. BRASIL. Ministério da Educação - MEC. Disponível em: Acesso em: http://portal.mec.gov.br/index.php. Disponível em: 10 jan. 2012b. BÜRDEK, Bernhard E. História, teoria e prática do design de produto. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. CANCLINI, Nestor G. Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. 2 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1998. CAPRA, Fritjof. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix, 2006. CARÚ, Antonella; COVA, Bernard. Consumer immersion in an experiential context. In: CARÚ, Antonella; COVA, Bernard. Consuming Experience: 2008. p. 34-47. CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. 6ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. CELASCHI, Flaviano. Dentro al progetto: a ppunti di merceologia contemporánea. In: CELASCHI, Flaviano; DESERTI, Alessandro. Design e innovazione: strumenti e pratiche per la recerca aplícate. Roma: Carocci, 2007. CHRISTENSEN, Clayton M. Inovação na sala de aula: como a inovação de ruptura muda a forma de aprender. Porto Alegre: Bookman, 2009. DESERTI, Alessandro. Intorno al progetto: concretizzare innovazione. In: CELASCHI, Flaviano.; DESERTI, Alessandro. Design e innovazione: strumenti e pratiche per La ricerca applicata. Roma: Carocci, 2007. DOOELEY, Scott; WITTHOFT, Scott. Make Space: How to Set the Stage for Creative Collaboration. Jonh Wiley & Sons Inc.: New Jersey, 2012.
  88. 88. D.SCHOOL - Institute of Design at Stanford. Disponível em: http://dschool.stanford.edu/. Acesso em: 11 fev. 2012. FREIRE, Karine. Reflexões sobre o conceito de design de experiência. Strategic Design Research Journal, v. 2, n. 1, p. 37-44, 2009. GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 2009. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 10 ed. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2009. HARRIS, Stephen. The Place of Virtual Pedagogic and Physical Space in 21st Century Classroom. Sydney: Sydney Centre for Innovation in Learning, 2010. HARVEY, David. Condição Pós-Moderna. Uma Pesquisa sobre as Origens da Mudança Cultural. 18 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009. LÉVY, Pierre. Cibercultura. 3 ed. São Paulo: Editora 34, 2010. MÄKITALO-SIEGL, Kati; ZOTTMANN, Jan; KAPLAN, Frederic; FISCHER, Frank. Classroom of the Future. Orchestrating Collaborative Space. Rotterdam: Sense Publishers, 2010. MONAHAN, T. Flexible space & built pedagogy: Emerging IT Embodiments. Inventio, v. 4, n. 1, p. 1-19, 2002. NETTO, Antônio A. O. Novas tecnologias & universidades: da didática tradicionalista à inteligência artificial: desafios e armadilhas. Petrópolis: Vozes, 2005. SCHÖN, Donald A. Educando o profissional reflexivo. Porto Alegre: Artmed, 2000. SCIL - Sydney Centre for Innovation in Learning. Disponível em: http://scil.com.au/about. Acesso em: 12 fev. 2012.
  89. 89. SGUISSARD, Valdemar. Universidade brasileira no século XXI. São Paulo: Cortez, 2009. TAPSCOTT, Don. A hora da geração digital: como que os jovens que cresceram usando a internet estão mudando tudo, da empresa ao governo. Rio de Janeiro: Agir, 2010. ______________. Geração Digital: a crescente e irreverssível ascensão da geração net. São Paulo: Makron Books, 1999. UNISINOS. Ajustes Curriculares do Curso de Bacharelado em Design. Curso de Design – Habilitação: Design. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2007. UNISINOS. Missão e Perspectivas. Plano de Desenvolvimento Institucional 2006-2011. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2006a. UNISINOS. Projeto Político Pedagógico Curso Graduação em Design. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2006b. UNISINOS. Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Disponível em: http://www.unisinos.br/portal/. Acesso em: 05 out. 2011. YIN, Roberto K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman, 2001. ZURLO, Francesco. Design Strategico, in AA. VV., Gli Spazi e le arti, v IV, Opera XXI Secolo, Editore Enciclopédia Treccani, Roma, 2010.
  90. 90. Obrigada.

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