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Radar Global: Práticas em Ensino Superior

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Apresentação do Fábio Reis, Diretoria de Inovação Acadêmica e Redes de Cooperação do SEMESP, no Fórum de Lideranças 2017.

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Radar Global: Práticas em Ensino Superior

  1. 1. RADAR GLOBALRADAR GLOBAL Pr át i cas em Ensi noPr át i cas em Ensi no Super i orSuper i or
  2. 2. Escol a Concept
  3. 3. Escol a Concept
  4. 4. Escol a Concept
  5. 5. A Quar t a Revol ução I ndust r i al As rupturas vão redefinir o funcionamento das organizações. Como estamos pensando a inteligência artificial, a internet das coisas, a robótica, o big data, etc? A revolução é multifacetada; o talento representará o fator crucial de produção. “empresas, indústrias e corporações enfrentarão pressões darwinianas contínuas”. “Para desenvolver a inteligência contextual, os tomadores de decisão devem primeiro compreender o valor das diversas redes”.
  6. 6. 2026 – The Decade Ahead
  7. 7. Rel at ór i o 2026 - Est udant es Quem serão os nossos estudantes nos próximos anos? Conhecemos o perfil e as expectativas dos estudantes? A nossa oferta está adequada com a demanda e com a dinâmica da demografia? Realizamos análise de renda familiar? Quais serão as novas profissões?
  8. 8. Rel at ór i o 2026 - Cust os Haverá um processo de declínio na expansão de IES? Nossa instituição é eficiente? Precisamos cortar custos? Trabalhamos em redes de cooperação para reduzir os custos e fortalecer o aprendizado institucional? A diminuição dos investimentos do Estado será contínua?
  9. 9. Rel at ór i o 2026 – Academi a e o Pr of essor Qual o papel do professor no futuro? Temos centros de formação do professor? Como podemos tornar a academia mais eficiente? Estamos pensando em um nova estrutura curricular e em um novo tipo de atuação do professor? Estamos pensando no “instructional designer” como alguém que pode pode colaborar com o professor? Como nossa instituição lida com a flexibilidade curricular? E a Inovação Acadêmica, o que pensamos sobre?
  10. 10. Rel at ór i o 2026 – Um moment o de mudanças si gni f i cat i vas | Sí nt ese Como estamos preparando os estudantes para a economia criativa, para a indústria 4.0, para os novos desafios da sociedade? As famílias vão pensar no retorno do investimento? Estamos na era da “economia da aprendizagem”? Conhecemos o ensino híbrido? Praticamos a sala de aula invertida? Nós sabemos o que é o aprendizado baseado em competências? Nós mesuramos o aprendizado? Os empregadores continuarão a valorizar o diploma? (pesquisa do “The Chronicle” – 70% do empregadores podem ignorar) Qual será o impacto da tecnologia na organização das IES? A UNIVERSIDADE PARA A VIDA
  11. 11. Andr ew Rosen – Reboot i ng Hi gher Educat i on O ensino superior será mais diversificado em função nas novas configurações de IES O ensino superior será mais “mobile” O ensino superior permitirá mais experiências e o aprendizado acontecerá em diferentes lugares. O ensino superior será mais personalizado O ensino superior irá cobrar mais avaliação da aprendizagem O ensino superior será mais acessível O ensino superior será mais global e serão constituídas diversas redes de colaboração O ensino superior será mais “cool”, em função das inovações
  12. 12. Novos model os de i nst i t ui ções de ensi no. Desconst r ução, i novação ou moda?
  13. 13. STHEM Br asi l | Consór ci o de I ES Br asi l ei r as e LASPAU
  14. 14. interdisciplinaridade engajamento ensino mão da massa pesquisa relevante para a sociedade ensino híbrido com metodologias empreendedorismo análise via big data
  15. 15. Exper i ênci as I nt er naci onai s “Oferecemos um ambiente de estudo e aprendizagem inovador com foco internacional, que engaje e estreita a cooperação com empresas” Toda atividade educacional de Aalborg University envolve o trabalho do ensino baseado em projetos, que é o ponto de partida do modelo acadêmica da instituição. Aalborg destaca-se por ter princípios bem definidos, uma visão educacional institucionalizada (currículo e avaliação, por exemplo), um ensino com aprendizado “mão na massa” e suporte para a realização de seu projeto (tecnologia, pesquisa, recursos, planejamento...).
  16. 16. Exper i ênci as I nt er naci onai s PUC CHILE UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA UNIVERSIDADE DO CHILE CENTRO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
  17. 17. Exper i ênci a Fi nl ândi a Ensi no Super i or com i nvest i ment o públ i co. Pol í t i ca Públ i ca bem def i ni da. Acor dos de Per f or mance ent r e MEC e I ES Aut onomi a com pr est ação de cont as Val or i zação da i nt er naci onal i zação For t e r el aci onament o com o set or pr odut i vo Foco na empr egabi l i dade e i ncent i vo ao empr eendedor i smo Cur r í cul o: def i ni ção dos obj et i vos da apr endi zagem e f l exi bi l i dade. Cr i at i vi dade. Apr endi zagem cent r ada no est udant e Ensi no Super i or deve i nst i gar exper i ênci as r eai s Ensi no Super i or não deve val or i zar a “ quant i dade de est udos” , mas a qual i dade e o i mpact o na vi da dos est udant es VALROI ZAÇÃO DO PROFESSOR, DE SUA CARREI RA E DE SUA FORMAÇÃO.
  18. 18. Exper i ênci a Cor éi a do Sul Ensi no super i or com i nst i t ui ções Públ i cas e Pr i vadas Pol í t i cas Públ i cas bem def i ni das. Pl ano par a o f ut ur o Aut onomi a com pr est ação de cont as Val or i zação da I nt er naci onal i zação. Pr esença de I ES amer i canas e de out r os paí ses . Cont r at ação i nt er naci onal For t e r el aci onament o com set or pr odut i vo. I nvest i ment o das empr esas Samsung, Posco e Hyundai . Em 1996 a Sams ung compr ou a Sungkyunkwan ( SKK) , f undada em 1398. A Posco i nvest e na Post ech Uni ver si t y. Fut ur o do ensi no super i or : f or t al ecer a economi a cr i at i va, i ncent i var as St ar t ups , f or t al ecer os ví ncul os com as empr esas, r epensar o pr ocesso de ens i no e apr endi zagem
  19. 19. Sí nt ese Radar Gl obal O sucesso dos si st emas educaci onai s dependem e depender ão cada vez mai s das Pol í t i cas Públ i cas Ser á pr eci so compr eender as mudanças que ger am r upt ur a ( 4º . Revol ução I ndust r i al ) Haver á um avanço da i nt er naci onal i zação e da f or mação das r edes de cooper ação Ser á necessár i o cr i ar mos uma cul t ur a de i novação em nossas i nst i t ui ções. O l í der es exer cer ão cada vez mai s uma papel est r at égi co e r el evant e no sucesso das I ES Ef i ci ênci a e ef i cáci a i nst i t uci onal e mensur ação dos r esul t ados ( pr oj et os, apr endi zagem. . . ) deve ser uma obsessão Nossas i nst i t ui ções pr eci sam de uma r ear r anj o acadêmi co ( cur r í cul o, per f i l dos pr of essor es, t ecnol ogi a. . . ) e admi ni st r at i vo ( menos bur ocr át i ca e mai s f l exí vel ) Ser á pr eci so f or t al ecer os ví ncul os com o set or pr odut i vo Há o sur gi ment o de novas conf i gur ações acadêmi cas e admi ni st r at i vas. Est amos pr epar ados par a o f ut ur o?
  20. 20. O Fut ur o do Ensi no Super i or
  21. 21. Di r et or i a de I novação Acadêmi ca e Redes de Cooper ação do SEMESP Fábi o Rei s f abi o@semesp. or g. br Obr i gado!

Apresentação do Fábio Reis, Diretoria de Inovação Acadêmica e Redes de Cooperação do SEMESP, no Fórum de Lideranças 2017.

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