Estrutura geológica e relevo brasileiro

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Estrutura geológica e relevo brasileiro

  1. 1. Estrutura geológicaEstrutura geológica e relevo brasileiroe relevo brasileiro
  2. 2. ARQUEOZÓICA (Era Pré-Cambriana):  Formação da crosta terrestre.  Surgimento dos primeiros aglomerados rochosos, chamados de escudos cristalinos. PROTEROZÓICA (Era Pré-Cambriana):  Intensa atividade vulcânica originando imensos depósitos de minerais metálicos. PALEOZÓICA:  Grande atividade transformadora da superfície.  Soterramento de florestas, dando origem às jazidas de carvão mineral. MESOZÓICA:  Surgimento dos grandes répteis.  Intenso vulcanismo. CENOZÓICA: 1. Terciário: - Intensa atividade orogenética. - Dobramentos modernos (Andes, Alpes e Himalaia) 2. Quaternário: - Grandes glaciações. - Tectônica de placas, deriva dos continentes. ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO
  3. 3. ESCUDOS CRISTALINOS: - Formação pré-cambriana. - Terrenos arqueozóicos: Serra do Mar (granito). - Terrenos proterozóicos: jazidas de minerais (ferro e manganês). BACIAS SEDIMENTARES: - Formação recente. - Terrenos paleozóicos: jazidas carboníferas do sul. - Área mesozóica: depósitos petrolíferos do litoral. - Terrenos cenozóicos: planícies. TERRENOS VULCÂNICOS: - Áreas que durante a era mesozóica sofreram intensos derrames vulcânicos. (bacia do Paraná) - Rochas basálticas. - Solo fértil (terra roxa) ESTRUTURA GEOLÓGICA BRASILEIRA
  4. 4.  Estrutura geológica  Agentes internos (tectonismo e o vulcanismo)  Agentes externos (águas correntes e intemperismo) RELEVO BRASILEIRO 1. Predomínio das formações sedimentares recentes. (64%) 2. Origem cristalina. (36%) 3. Baixa altimetria, predomínio das baixas e médias altitudes. 4. Não sofreu ação dos movimentos orogenéticos recentes. O RELEVO BRASILEIRO
  5. 5. CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIROCLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO AROLDO DE AZEVEDO  Década de 40.  Nível altimétrico.  PLANALTOS: Superfícies aplainadas com mais de 200 metros de altitude.  PLANÍCIES: Superfícies aplainadas com menos de 200 metros de altitude.  8 unidades de relevo; 4 planaltos (59%) e 4 planícies (41%) AZIZ NACIB AB’SABER • Década de 50. •Tipo de alteração dominante na superfície, processo de erosão ou de sedimentação. •PLANALTO: Superfície aplainada, onde o processo de erosão estaria predominando sobre o sedimentar. •PLANÍCIE: o inverso, sedimentar sobre o erosivo. •10 unidades: 7 planaltos (75%), e 3 planícies (25%)
  6. 6. JURANDYR ROSS  Década de 90.  Levantamento por satélite.  Associação de dados altimétricos com informações sobre os processos de erosão/sedimentação.  PLANALTOS: Superfície irregular com altitudes superiores a 300 metros, e que teve origem a partir de erosão sobre rochas cristalinas ou sedimentares.  DEPRESSÃO: Superfície mais plana, com altitudes entre 100 e 500 metros, apresentando inclinação suave, resultante do processo erosivo sobre rochas cristalinas ou sedimentares.  PLANÍCIE: Superfície extremamente plana e formada pelo acúmulo recente de sedimentos fluviais, marinhos ou lacustres.  28 unidades: 11 planaltos, 11 depressões e 6 planícies.
  7. 7. JURANDYR ROSS  Década de 90.  Levantamento por satélite.  Associação de dados altimétricos com informações sobre os processos de erosão/sedimentação.  PLANALTOS: Superfície irregular com altitudes superiores a 300 metros, e que teve origem a partir de erosão sobre rochas cristalinas ou sedimentares.  DEPRESSÃO: Superfície mais plana, com altitudes entre 100 e 500 metros, apresentando inclinação suave, resultante do processo erosivo sobre rochas cristalinas ou sedimentares.  PLANÍCIE: Superfície extremamente plana e formada pelo acúmulo recente de sedimentos fluviais, marinhos ou lacustres.  28 unidades: 11 planaltos, 11 depressões e 6 planícies.

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