EE Joaquim Gonçalves Ferreira          da Silva  Professor: Inácio Fernando da Silva               Monteiro
Práticas em Sala de aula• O estudo das áreas de Ciências da Natureza e  suas Tecnologias (Ciências Físicas e Biológicas,  ...
Práticas em sala de aula• As atividades práticas, dependendo de suas  complexidades e de materiais disponíveis na  Unidade...
Práticas em sala de aula• Enfim, para que tenha total sucesso no  desenvolvimento de uma aula prática, é  preciso que o pr...
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Microscópio óptico comum• O microscópio óptico comum (M.O.C) é um  instrumento usado para visualizar uma  imagem virtual a...
Partes mecânicas do M.O.C
Partes ópticas do M.O.C
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Atividades experimentais                  • TEMA       • Extração do DNA do Morango                 • OBJETIVOS• Complemen...
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Atividades experimentais•   Álcool comercial (98%) líquido•   1 proveta ou 1 tubo de ensaio•   1 peneira ou coador de chá•...
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Atividades experimentais• 4 – Misture bem cerca de 1/3 da solução de  água com detergente e sal no macerado de  morango.  ...
Atividades experimentais• 7 – Adicione a mesma quantidade de álcool no  tubo de ensaio ou proveta, onde já está a  solução...
Atividades experimentais  • O que se espera visualizar
Atividades experimentais                     • Avaliação•   1. Por que é necessário macerar o morango?•   2. Em que etapa ...
Atividades experimentais• 5. Por que você não pode ver a dupla hélice  do DNA extraído?• 6. Considerando os procedimentos ...
Atividades experimentais           • Referências Bibliográficas• Universidade de São Paulo, Instituto de  Biologia, Centro...
Atividades experimentais                   • Tema• Observação de Células Humanas em esfregaço  da mucosa bucal            ...
Atividades experimentais                   • Objetivos• Mostrar aos alunos a constituição básica de  uma célula: a membran...
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Atividades experimentais• Água;• 1 Pisseta;• 1 microscópio.
Atividades experimentais                • Procedimentos• 1. Com o palito raspar, levemente, a parte  interna da bochecha;•...
Atividades experimentais                  • Procedimentos• 4. Passados os dois minutos, retirar a lâmina da  solução de ál...
Atividades experimentais                • Procedimento• 7. Pingar uma gota de água sobre o esfregaço  e cobri-lo com uma l...
Atividades experimentais• 10. Observar o material com o auxílio do  microscópio com aumento de 100X e, depois,  de 400X
Atividades experimentais  • O que se espera visualizar
Atividades experimentais                     • Avaliação•   1. Ao raspar a parte interna da bochecha, que    tipo de tecid...
Atividades experimentais• 5. Por que as células da bochecha aparecem  isoladas umas das outras e não unidas como  em outro...
Atividades experimentais          • Referências Bibliográficas• Universidade de São Paulo, Instituto de  Biologia, Centro ...
Encerramento• Orientação técnica elaborada por Inácio  Fernando da Silva Monteiro (Professor de ciências  e Biologia), com...
NOSSA CASA, NOSSA FAMÍLIA
VIVA O CORPO DOCENTE, COORDENAÇÃO, DIREÇÃO E                FUNCIONÁRIOS• Todos, merecemos medalhas não por  aguentar desa...
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Atividade do Prof Inacio para com todos os profs presentes

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Ee joaquim gonçalves ferreira da silva

  1. 1. EE Joaquim Gonçalves Ferreira da Silva Professor: Inácio Fernando da Silva Monteiro
  2. 2. Práticas em Sala de aula• O estudo das áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física e Química), devido à sua complexidade de entendimento teórico e por se tornar abstrato em determinados assuntos abordados em sala de aula ao aluno, requer a necessidade de estudos práticos que complementem a teoria trabalhada em sala de aula, ampliando o entendimento dos alunos e melhorando a qualidade da aprendizagem.
  3. 3. Práticas em sala de aula• As atividades práticas, dependendo de suas complexidades e de materiais disponíveis na Unidade escolar, podem ser desenvolvidas em qualquer ambiente (laboratório, sala de aula, pátio escolar, etc.), porém, sempre com os devidos cuidados com o manuseio de substâncias químicas e materiais pérfuro- cortantes.
  4. 4. Práticas em sala de aula• Enfim, para que tenha total sucesso no desenvolvimento de uma aula prática, é preciso que o professor elabore um plano desta aula e que o respeite na íntegra.• A elaboração de um plano de aula deve conter:• A justificativa para tal aula;• Os objetivos que se deseja alcançar;
  5. 5. Práticas em sala de aula• A metodologia da aula (organização da classe, dos alunos, dos materiais e, em caso de um possível acidente, estar preparado para o devido socorro)• Os materiais a serem usados na experimentação;• Os procedimentos da experiência;• A conclusão do trabalho;
  6. 6. Práticas em sala de aula• E a avaliação.• Feito tudo isso, professor, tenha uma excelente aula e esteja certo de que haverá um imenso ganho no processo de ensino e aprendizagem e seus alunos serão enriquecidos com tais conhecimentos.
  7. 7. Microscópio óptico comum• O microscópio óptico comum (M.O.C) é um instrumento usado para visualizar uma imagem virtual ampliada em 40, 100, 400 ou 1000 vezes o tamanho real de um objeto ou de uma amostra, impossível de se ver a olho nu.• O M.O.C é constituído por duas partes:• Mecânica;• Óptica.
  8. 8. Partes mecânicas do M.O.C
  9. 9. Partes ópticas do M.O.C
  10. 10. Partes do M.O.C • Parte Mecânica• Base ou pé – dá sustentação ao aparelho• Braço ou coluna – sustenta as demais estruturas do aparelho;• Tubo ou canhão – sustenta as oculares, interligando-as ao revólver;• Revolver- parte onde estão acopladas as objetivas, permitindo suas trocas através de movimentação circular;
  11. 11. Partes do M.O.C Parte MecânicaPlatina ou mesa – superfície plana onde a lâmina de estudo é acomodada;Charriot- botão duplo que permite a movimentação da platina ou mesa de um lado para o outro ou de frente para traz e vice-versa;Parafuso macrométrico- permite a movimentação da platina ou mesa de baixo para cima ou vice- versa, focalizando a imagem a ser observada;
  12. 12. Partes do M.O.C • Parte mecânica• Parafuso micrométrico- permite a movimentação fina da platina ou mesa de baixo para cima ou vice-versa, focalizando a imagem a ser observada.
  13. 13. Partes do M.O.C • Parte óptica• Oculares – conjunto de lentes convergentes que fornece uma imagem virtual com ampliação de 10X ao tamanho real do material a ser observado;• Objetivas – conjunto de lentes convergentes que fornece uma imagem virtual com ampliação de 4X (vermelha), 10X (Amarela), 40X (azul) ou 100X (branca, devendo, esta, ser usada, obrigatoriamente, com óleo de imersão);
  14. 14. Partes do M.O.C • Parte óptica• Condensador ou diafragma – permite controlar o feixe de luz que ilumina o material a ser observado, com maior ou menor intensidade;• Fonte de Luz – dotado de uma lâmpada incandescente, fornece luz para que seja possível a observação do material a ser estudado.
  15. 15. Atividades experimentais• As atividades experimentais são importantes elementos didáticos para complementar o ensino teórico em sala de aula.• Entretanto, uma boa aula prática não pode ser executada de qualquer forma. É necessário que o professor faça um planejamento de suas atividades para que não tenha “surpresas” desagradáveis antes, durante ou depois do desenvolvimento.
  16. 16. Atividades experimentais • TEMA • Extração do DNA do Morango • OBJETIVOS• Complementar o ensino teórico de Citologia e Genética; • Mostrar aos alunos a existência da molécula de DNA no núcleo celular dos seres vivos;
  17. 17. Atividades experimentais • OBJETIVOS• Rever ,com os alunos, os diferentes tratamentos capazes de promover a lise mecânica ou química da célula para a liberação do seu conteúdo• Esclarecer que a molécula de DNA é responsável pela transmissão das informações genéticas (caracteres) de gerações a gerações.
  18. 18. Atividades experimentais • Público Alvo• Alunos das 6ª série / 7º ano do Ensino fundamental• Alunos da 7ª série / 8º ano do Ensino fundamental• Alunos da 2ª série do Ensino médio.
  19. 19. Atividades experimentais • Materiais (Para 1 grupo de alunos)• 2 morangos maduros;• 1 saco plástico para maceração dos morangos• 1 colher de sopa• 1 colher de chá• 3 béqueres ou copos de vidro transparente com volume de 150ml• Sal de cozinha• Detergente (incolor) de lavar louça
  20. 20. Atividades experimentais• Álcool comercial (98%) líquido• 1 proveta ou 1 tubo de ensaio• 1 peneira ou coador de chá• 1 bastão de vidro, plástico ou madeira.
  21. 21. Atividades experimentais • Procedimento• 1 – Selecionar os morangos maduros e retirar a folhagem. Em seguida,coloque-os no saco plástico e macere-os com as mãos;• 2 - transfira a pasta de morango para um béquer ou copo transparente;• 3 – Num segundo béquer ou copo, misture uma colher de sopa de detergente e uma colher de chá de sal em 150 ml de água ( Cuidado para não fazer espuma);•
  22. 22. Atividades experimentais• 4 – Misture bem cerca de 1/3 da solução de água com detergente e sal no macerado de morango. Deixe em repouso por aproximadamente 30 minutos;• 5 – Passados os 30 minutos, peneire a solução no terceiro béquer ou copo;• 6 – Coloque cerca de três “dedos” da solução peneirada num tubo de ensaio ou proveta;
  23. 23. Atividades experimentais• 7 – Adicione a mesma quantidade de álcool no tubo de ensaio ou proveta, onde já está a solução peneirada. Aguardar três minutos;• 8 – Passados três minutos, já é possível observar o precipitado de DNA.
  24. 24. Atividades experimentais • O que se espera visualizar
  25. 25. Atividades experimentais • Avaliação• 1. Por que é necessário macerar o morango?• 2. Em que etapa do procedimento ocorre o rompimento das membranas das células do morango? Explique.• 3. Qual a função do sal de cozinha?• 4. Qual o papel do álcool?
  26. 26. Atividades experimentais• 5. Por que você não pode ver a dupla hélice do DNA extraído?• 6. Considerando os procedimentos da extração do DNA genômico, você espera obtê- los sem quebras mecânicas e/ ou químicas?
  27. 27. Atividades experimentais • Referências Bibliográficas• Universidade de São Paulo, Instituto de Biologia, Centro de Estudos do Genoma Humano.• http:// genoma.ib.usp.br/?page id=1446.• http://prof2000.pt/users/biologia/com.
  28. 28. Atividades experimentais • Tema• Observação de Células Humanas em esfregaço da mucosa bucal • Objetivos• Complementar o ensino teórico de Citologia;• Compreender que o organismo vivo é constituído por unidades básicas denominadas células;
  29. 29. Atividades experimentais • Objetivos• Mostrar aos alunos a constituição básica de uma célula: a membrana plasmática, o citoplasma e o núcleo;• Identificar as estruturas celulares estudadas nas aulas teóricas;• Compreender a importância do microscópio na descoberta e identificação de uma célula;
  30. 30. Atividades experimentais • Objetivos• Aprender a usar o microscópio;• Desenvolver o senso crítico a partir de hipóteses formuladas baseadas na curiosidade;• Estimular, intelectualmente, o aluno a buscar respostas para as suas dúvidas e curiosidades em relação à ciência.
  31. 31. Atividades experimentais • Público Alvo• Alunos da 6ª série/ 7º ano do Ensino fundamental;• Alunos da 7ª série/ 8º ano do Ensino fundamental;• Alunos da 2ª série do Ensino médio.
  32. 32. Atividades experimentais • Materiais (para 1 grupo de alunos)• 2 Palitos de fósforo ou palitos de sorvete• 1 lâmina para microscopia;• 1 lamínula para microscopia;• 2 béqueres ou copos de 250 ml• Álcool líquido 70%;• 2 folhas de papel filtro ou papel absorvente macio;• Solução azul de metileno a 0,5%;
  33. 33. Atividades experimentais• Água;• 1 Pisseta;• 1 microscópio.
  34. 34. Atividades experimentais • Procedimentos• 1. Com o palito raspar, levemente, a parte interna da bochecha;• 2.Fazer um esfregaço do material raspado da bochecha, espalhando na lâmina;• 3. Fixar o material, mergulhando a lâmina na solução de álcool 70% por dois minutos;
  35. 35. Atividades experimentais • Procedimentos• 4. Passados os dois minutos, retirar a lâmina da solução de álcool 70% e deixar escorrer sobre o papel filtro ou papel absorvente• 5. Com a lâmina na bancada, pingar uma gota da solução de azul de metileno a 0,5% sobre o esfregaço e aguardar dois minutos;• 6. Passados os 2 minutos, com o auxílio de uma pisseta, remover o excesso da solução de azul de metileno com um jato de água;
  36. 36. Atividades experimentais • Procedimento• 7. Pingar uma gota de água sobre o esfregaço e cobri-lo com uma lâminula;• 8. Com o auxílio do palito,pressionar a lamínula levemente para retirar bolhas de ar do material;• 9. Com o auxílio do papel filtro, retirar o excesso de água do material;
  37. 37. Atividades experimentais• 10. Observar o material com o auxílio do microscópio com aumento de 100X e, depois, de 400X
  38. 38. Atividades experimentais • O que se espera visualizar
  39. 39. Atividades experimentais • Avaliação• 1. Ao raspar a parte interna da bochecha, que tipo de tecido foi coletado?• 2. Sugira uma explicação para o tratamento do esfregaço com álcool 70%.• 3. Qual a função do azul de metileno?• 4. Que estruturas você pode observar nas células da bochecha?
  40. 40. Atividades experimentais• 5. Por que as células da bochecha aparecem isoladas umas das outras e não unidas como em outros tecidos?
  41. 41. Atividades experimentais • Referências Bibliográficas• Universidade de São Paulo, Instituto de Biologia, Centro de Estudos do Genoma Humano,• http://genoma.ib.usp.br/?pageid=1443.
  42. 42. Encerramento• Orientação técnica elaborada por Inácio Fernando da Silva Monteiro (Professor de ciências e Biologia), com base em material proposto por Claiton de Moura Silva (PCNP – Biologia), para auxiliar o desenvolvimento do encontro destinado a discutir e elaborar propostas de intervenção relacionadas ao SARESP 2012.• EE JOAQUIM GONÇALVES FERREIRA DA SILVA• Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba.
  43. 43. NOSSA CASA, NOSSA FAMÍLIA
  44. 44. VIVA O CORPO DOCENTE, COORDENAÇÃO, DIREÇÃO E FUNCIONÁRIOS• Todos, merecemos medalhas não por aguentar desaforos ou por engolir sapos, mas sim, por ainda acreditar na juventude de nosso País.• Sem educação, não há nação.• Sem formação, não há cidadão.• FELIZ BÔNUS 2013...!

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