Algoritmos Centralizados<br />Darlan Florêncio de Arruda<br />Universidade de Pernambuco<br />
Exclusão Mútua<br />É uma técnica usada em programação para evitar que dois processos ou threads tenham acesso simultaneam...
Entendendo o problema de seção crítica<br />Considere um sistema com de n processos {p1, p2, ..., pn}. <br />Cada processo...
O algoritmo garante a exclusão mútua.<br />O algoritmo é justo, as requisições são atendidas na ordem de chegada.<br /> Ne...
Algoritmos Centralizados Funcionamento<br />Controle de acesso a regiões críticas<br />Algoritmo centralizado:<br />Um pro...
Algoritmos Centralizados Desvantagens<br />Baixa tolerância à falhas, se o coordenador falhar, possivelmente, todo o siste...
Exemplo:<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
Algoritmos Centralizados Conclusões<br />A abordagem centralizada também tem suas falhas.<br />Os algoritmos Centralizados...
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Contatos	<br />Email: darlanflorencio.a@gmail.com<br />Skype: darlan.arruda<br />Msn: darlan_arruda@hotmail.com<br />Twitt...
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Algoritmos de exclusão mútua baseado em permissão

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Algoritmos de exclusão mútua baseado em permissão

  1. 1. Algoritmos Centralizados<br />Darlan Florêncio de Arruda<br />Universidade de Pernambuco<br />
  2. 2. Exclusão Mútua<br />É uma técnica usada em programação para evitar que dois processos ou threads tenham acesso simultaneamente a um recurso compartilhado, acesso esse, denominado por seção crítica.<br />
  3. 3. Entendendo o problema de seção crítica<br />Considere um sistema com de n processos {p1, p2, ..., pn}. <br />Cada processo possui um pedaço do código, chamado seção crítica, onde o processo pode alterar dados compartilhados. <br />Para garantir que estes processos executem corretamente, o sistema deve assegurar que, quando um processo estiver executando sua seção crítica, nenhum outro processo possa executar a sua sessão crítica. <br />Portanto, o sistema deve garantir exclusão mútua entre os processos executando uma seção crítica. <br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
  4. 4. O algoritmo garante a exclusão mútua.<br />O algoritmo é justo, as requisições são atendidas na ordem de chegada.<br /> Nenhum processo espera indefinidamente pela seção crítica (Espera Limitada)<br />Fácil implementação, somente três tipos de mensagens (solicitação, permissão de uso, liberação).<br />Algoritmos Centralizados Características<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
  5. 5. Algoritmos Centralizados Funcionamento<br />Controle de acesso a regiões críticas<br />Algoritmo centralizado:<br />Um processo é eleito o coordenador<br />Os processos concorrentes devem requisitar permissão de acesso ao coordenador<br />Um processo que termina de fazer acesso a uma região crítica deve comunicar a liberação da região ao coordenador<br />Processos que tentam entrar em uma região crítica ocupada devem aguardar em uma fila controlada pelo coordenador1<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
  6. 6. Algoritmos Centralizados Desvantagens<br />Baixa tolerância à falhas, se o coordenador falhar, possivelmente, todo o sistema falhará.<br /> O coordenador pode se tornar um gargalo do sistema.<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
  7. 7. Exemplo:<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
  8. 8. Algoritmos Centralizados Conclusões<br />A abordagem centralizada também tem suas falhas.<br />Os algoritmos Centralizados são uma péssima idéia para o desenvolvimento de sistemas distribuídos <br />O coordenador é um único ponto de falha, por isso, se ele falhar, todo o sistema pode ir abaixo. <br />Se os processos normalmente bloquearem depois de fazer a requisição eles não poderão distinguir um coordenador morto de uma mensagem de negação. E em ambos os casos não há nenhuma mensagem de retorno.<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
  9. 9. Dúvidas?<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />
  10. 10. Contatos <br />Email: darlanflorencio.a@gmail.com<br />Skype: darlan.arruda<br />Msn: darlan_arruda@hotmail.com<br />Twitter: @darlanflorencio<br />
  11. 11. Obrigado !<br />Sistemas Distribuídos - UPE<br />

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