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DEBER

  1. 1. NOMBRE: DANILO SEMANATE CURSO: 5 INFORMATIC to A FECHA: 11/0 /0 5 5 0
  2. 2. LA MANÍA POR LA DELGADEZ SE IMPONE  Lo fa ric nte d c m uta o s te vis re , c lula sy o se uip se c nic sc m ite ho p r e títulod p s p a s b a s e o p d ra , le o s e re tro q o le tró o o p n y o l e e o lum . Ba tae ha un vis zoalap rtá Ad m , la d e m rzo p r lafirm De p rac ns ta q lo e uip sp rd n p s d s c r ta  o til  a o nza a n a , o a ll, a o ta r ue s q o ie e e o e unafo aa rm nte rm la a . Ad m tie a e s1,6 c ntím tro d g s r. Es fa ric d c n unas lap zad a inio loc l laha e livia y a o ne p na   5 e e s e ro o tá b a a o o ie e lum , ua c  na re is nte Dee tam ne s e alap rtá P rté éR5 5q lac m a   s ala e a p s d ,  c s te .  s a ra up ra o til  o g 0 ue o p ñíaTo hib nzó l ño a a o y uyog s r e d ro o s e e c s s1,9 c ntím tro . s ao   5 e e s Oc urrelom m  o lo te vis re . Ha em no d un m s lac m a Sa s la unap nta Ole d s lo0 is oc n s le o s c e s e e, o p ñía m ung nzó  a lla d e o ,5 m e sd e p s r. ilím tro e s e o Se ún lare taLa to , p raa a r ta e m d lg d z e e g s r ha e p a os tra d vid y unac m ina ió d g vis p p a lc nza n xtre a e a e n l ro o n m le d us to e rio o b c n e m te le o á o . a ria s rg nic s Un info ep lic d e e d rioTheNe Yo Tim sre laq lo fa ric nte d p rtá sre uje n c s alam dla rm ub a o n l ia w rk e ve ue s b a s e o tile d ro a i ita s ta a d la c m uta o s d nd e táe m nito p s e s o p d ra , o e s l o r. P ralo ra e p a n un is m d ilum c n tra e p r m d d d d se is re d luz (LED), e lug r d lo típ o   a g rlo m le ro s te a e ina ió s ra o e io e io o m o s e n a e s ic s tub sfluo s e s o re c nte .
  3. 3. LA WWW FACILITÓ LA NAVEGACIÓN  A fina sd lo a so he ,  inte o xió d m sd re e  c nvirtió a la Inte t e lam yo   a e d d to d la le e s ño c nta la rc ne n e ile e d s  o     rne   n a r b s   e a s e his riad lahum nid d   p rota b n e lam sc ó a    to e a a ,   e   m ié n á a tic .      Noha íaun m c nis ounific d q fa ilita e a c s alainfo a ió a a e d e e tere o ito virtua b ea m a o ue c ra l c e o rm c n lm c na a n s p s rio l.   d ulta d tra a r c n  sre urs sd p nib se fo a e c nic hizoq e  fís ob nic  TimBe rs e La ific d e b ja o lo c o is o le n  rm to le tró o ue l  ic ritá o    rne -Le ,  d s rro ra  m d s nc d a c d r alo d to . e a lla  un o o e illo e c e e s a s Su inte ió e d e r  he m ntap raq lac m a inte c na d fís o d p rtíc s d p rs s p r to oe nc n ra is ña una rra ie a ue o unid d rna io l e ic s e a ula , is e o   o d l p ne , p ie c m a s c no im nto c ntífic sd fo ará id y fá il. la ta ud ra o p rtir us o c ie s ie o e rm p a c El m yo re p raBe rs e s ña e d rioLaJ rna ad Mé o  e   g r q lainfo a ió q re id e a r  to a rne -Le , e la l ia o d e xic ,  ra lo ra   ue   rm c n,  ue s ía n c m uta o s d re s to a c ne ta a aInte t, e té d p nib s  a c d inve tig d r  d s es p p   á uina   o p d ra   ife nte   d s o c d s rne s n is o le  p ra a a s a o   e d u ro ia m q .      Fina e , c ns uiód e r lae truc lm nte o ig is ña s turad laW rldW eW b un inve q s ióe laOrg niza ió Euro e p rala e o id e , nto ue urg n a c n pa a Inve tig c n Nuc a (C rn), o a m p rae c l tra a b   s a ió le r e rg nis o a l ua b ja a TimBe s e rne -Le . Se ún e d rioe p ño   P ís fuee m rzod 19 9c nd Be rs ee g l ia s a l El a , n a e 8 ua o rne -Le nvióun a uloc n laid ag ne l as je , Mike rtíc o e e ra u fe Se a y é tee c ióe lata ad l d c e “lg va o p rointe s nte . Ens g a a rizóa inve tig d r p raq nd ll, s s rib n p e o um nto a o g e re a ” e uid   uto   l s a o a ue c ntinua c n s d s rro .  o ra o u e a llo Be s e d 5 a s   e laq c nd tuvo  id a la c m uta o sd num ro a unive id d syae ta a c ne ta a rne -Le , e 3 ño , s ña ue ua o  la e ,  s o p d ra e e ss rs a e s bn o c ds entres p rainte a b r info a ió   En unae vis p lic d e e d rioTheNe Yo Tim s e c ntífic s ña q   í a rc m ia rm c n.     ntre ta ub a a n l ia w rk e , l ie o e la ue ho e d   tra a e e d s rro d lare s m ntic . y n ía  b ja n l  e a llo e   d e á a “ ta iráab c r lainfo a ió ad rs sb s sd d to , ta e c tá g se líne c m e lo s sm te ro g o o Es   us a rm c n ive a a e e a s nto n a lo o n a o o n s itio e o ló ic s b á s y p rm urs tile , e itiráq to ae ainfo a ió s atra d p r la c m uta o s . ue d s rm c n e ta a o s o p d ra ”
  4. 4. LA BATALLA DE LOS NAVEGADORES SE AVIVA  Inte t Exp re c ntinúas nd e na g d r m sutiliza o e e m o No e e p e ni e m jo p ro d m e m rc d , s b to o rne lo r o ie o l ve a o á d n l und . s l rim ro l e r, e o ina l e a o o re d , g c saq e táinte ra o e e s te ao e tivo Wind w . ra ia ue s g d n l is m p ra o s Lo us rio q   m le n e Exp re   o id n e q no e lahe m ntam ss g , p rq   ro o c n fre ue ia d te ta  s ua s ue e p a l lo r c inc irá n ue s rra ie á e ura o ue Mic s ft, o c nc ,  e c     vulne b a e   uep rm n lains la ió d p g m se p ss e c no im ntod lo c e uta . ra ilid d s q e ite ta c n e ro ra a s ía in l o c ie e s ib rna s P r e o lo d s rro d re d l  rne Exp re 8 lanue ve ió d l na g d r d Mic s ft, inc o s ,  s e a lla o s e Inte t lo r , va rs n e ve a o e ro o luyeinno c ne p rap te e m jo va io s a ro g r e r a us rio l ua .  Inc , p r e m lo   filtro d no ina o ‘m rts re n’q p vie alo   ib rna s  ep s le a q sd ‘his luye o je p , un  e m d s a c e , ue re ne s c e uta  d o ib s ta ue e p hing , un té ino ’ rm info á o q d no inaaun tip d d lito e e c l e e ta d r s ha ep s r p r unae p s . El fin  e  s lic r d to c nfid nc le rm tic ue e m o e e , n l ua l s fa o e c a a o m re a   s  o ita a s o e ia s   d l us rio p ra re liza   s fa . e ua a   a r e ta s Lo q ha elave ió 8d l Inte t Exp re e b q a m sd 1 m n d vis sas s‘his ue c rs n e rne lo r s lo ue r á e illó e ita itio p hing c d s m na ’a a e a . Lanue p ta rm ta b n  luyeun m c nis o ‘ riva ’ uee q la p g svis d ss g b n e e his ria y un filtro q va la fo a m ié inc e a m InP te q vita ue s á ina ita a e ra e n l to l ue p vie q lo s sw bre o n info a ió d na g c n d l us rio re ne ue s itio e c ja rm c n e ve a ió e ua . J n J s Me , g re d lo p g m sd a o c n d lafirm   ro o e Ec d r, e lic q unad la ve ja a tua sd l ua o é na e nte e s ro ra a e d p ió e a Mic s ft n ua o xp a ue e s nta s c le e Exp re e s c p c a p raid ntific r lad c ió re l d l s  q vis e us rio lo r s u a a id d a e a ire c n a e itio  ue ita l ua . 
  5. 5. LA TECNOLOGÍA DA VIDA A LA BANCA  Lahe m nta te no g a   n s e d  u c lid d d s p rted lo p c s s rra ie s c ló ic sha up ra os ua a e o o e s ro e o d ne o io p rap s r as r lave a e b s d laló ic d l ne o io e g c a aa e rd d ra a e e g a e gc . Es e laló ic q hag d ala e a e b nc ria e Am ric La , d nte ta s g a ue uia o s ntid d s a a s n é a tina ura va sd c d s Gra ia alate no g s n p s le ho nue sfo a d c m rc ria é a a .  c s c lo ía o o ib s y va rm s e o e io e c nic y es rvic súnic sp rs na d sy d re ia o d l re to le tró o d e io o  e o liza o ife nc d s e s . Dee to s rvic sp rs na d sy d la te e ia e laa o c n d nue s s s e io e o liza o e s nd nc s n d p ió e va te no g sha ló e e p c lis   e a Enriq Ra o O’ illy, q n o c c lo ía b  l s e ia tam xic no ue m s Re uie fre ió las m nap s d unac nfe nc e Quito   e a aa a o re ia n .   ¿Hacia dónde se orienta el desarrollo de herramientas informáticas para el sector bancario? En lo últim s10a s s b c c m ra p ta rm sinfo á a inte ra s s o ño , e us ó o p r la fo a rm tic s g le , p rq e p b m e m nte r d tinta he m nta c ne ta a e o ue l ro le a ra a ne is s rra ie s o c d s ntres Es í. te m d lo c ns o e o tituíaun p b m , p rq p re íaunas rted e p g ti y p r e o ro le a o ue a c ue e s a ue o s te va r te r unahe m ntainte ra ay c m le . nía lo ne rra ie g d o p ta ¿Por qué? P rq ha e lad re iaalaho d c m e o ue c n ife nc ra e o p tir. 
  6. 6. LA RED CELULAR FACILITA LA VIGILANCIA  Lo s te a d vig nc p r m d s ina m ric se tá re m la nd alo s te a a ló ic sd s is m s e ila ia o e io   lá b o s n e p za o s is m s na g o e c uito c rra o q p ras o e c n re uie n d va sm tro d c b . irc e d  ue a u p ra ió q re e rio e s e a le Es s luc n d ita s c no ec n e no b d vig nc IP Es últim té inos nific Inte t ta o ió ig l e o c o l m re e ila ia . te o rm ig a rne P to o e p to o d  o unic c ne m sc m e ro c l, l ro c lo ec m a io s á o ún ntrere e info á a . ds rm tic s Dee tem d , unahe m ntao nta aalavig nc IPe c p z d c a s c nc sd s oo rra ie rie d ila ia s a a e re r e ue ia e vid o d ita d sq s tra fie n atra sd unare q p d s r info á a e  ig liza a ue e ns re vé e d ue ue e e rm tic . Es c ra te tic p rm q un us rio p d   o re r un d te ina olug r, c m lavis liza ió ta a c rís a e ite ue ua ue a m nito a e rm d a o o ua c n d la im g ne , e d c lq r lug r d l m o m d nte Inte t.  e s á e s d s e ua uie a e und e ia   rne   Unad la ve ja d e to s te a e q s n fá ile d   e p g r y p p rc na a rro e la e s nta s e s s is m s s ue o c s e d s le a ro o io n ho s n ins la ió En e m rc d ha va sp ta rm sd   ila iaina m ric y to a   fre e as c nte ta c n. l e a o y ria la fo a e vig nc lá b a d s o c n us lie s lap s ilid dd m nito a s c s u o ina a c nd e téfue d l p ís   o ib a e o re r u a a fic , un ua o s   ra e a .    
  7. 7. EL ROBOT CB2 ACTÚA COMO UN BEBÉ  El p p s d lo c ntífic sd laUnive id dd Os ka e J p n, e  s ia e d s rro hum nop rac m re e m jo ó o ro ó ito e s ie p nd o e rs a e a , n a ó se tud r l e a llo c m un niñoa re eaha la re o c o je sy s c m ac n s p d s b r, c no e b to e o unic o us a re . a a o p nd r e r C nd inte c m r, s m ved fo ap to ay letre id n la p rna c m ac lq r b b q e tád nd s p e s ua o nta a ina e ue e rm a s   p a s ie s o o ua uie e é ue s a o us rim ro pss ao . Suso s e uip d sc n s fis a a c m ra tra la p ila , tie n lam d c s d l niñoq q red s ub e m oy jo , q a o o o tic d s á a s s s up s ne ira a urio a e ue uie e c rir l und s p l d s o e s vec m lad un re ié na id . u ie e ilic na s ua o o e c n c o C , q m e13 c ntím tro y p s 3 kilo , yae c p z d re o c r e ta tohum no p r e m loc nd s lea a iala B2 ue id 0 e e s ea 3 s s a a e c no e l c a , o je p ua o e c ric c b za y d re is r e re io se o io le c n s c m ra o ula s a e , e g tra xp s ne m c na s o us á a s c re . Susg nd so s c s sc m lo d c lq r niño s m ve c ns nte e . Noe hum no p ros p s m ha ra e jo , urio o o o s e ua uie , e ue n o ta m nte s a , e í re ta uc a nc n. Setra d C (C -ro o w Bio im ticBo y p r s s la e ing s te ió ta e B2 hild b t ith m e d o us ig s n lé ).  Gra ia as 19 s ns re , lo a d sb jos s vep l d s o , e teb b ro o e c p z d re o c r e ta toy la c s us 7 e o s c liza o a u ua ie e ilic na s e é b t s a a e c no e l c s c ric shum na . “ s o je a ia a s Nue tro b tivoe e tud r e d s rro hum no p rac m re e m jo c m un niño a re eaha la s s ia l e a llo a a o p nd r e r ó o p nd b r, re o c o je sy s c m ac n s p d s , e lic e p fe o As d . P r e tem tivo e p ye tore nos loa c no e b to e o unic o us a re ” xp a l ro s r a a o s o , l ro c úne o ing nie s s ta b n ane lo o , p ic lo o y o se e s e ro , ino m ié uró g s s ó g s tro xp rto . Lo re p ns b se p ra q e lo p xim sd sa s CB2s ac p z d a re e ae re a ec n o c ne s nc s s s o a le s e n ue n s ró o o ño , e a a e p nd r xp s rs o ra io s e illa , a a nd lainte e iad un niñod 2a s lc nza o lig nc e e ño . A juic d l p fe o As d , e s ñod lo a ro e c n c p c a d a re iza s ila alad lo hum no y o s io e ro s r  a a l ue e s nd id s o a a id d e p nd je im r e s a s tra e p c sd p a s c m lo c p nc s s ráunare lid de la p xim sd c d s s e ie e rim te , o o s him a é , e a a n s ró a é a a . P ra 2 5 , e c ntífic nip n e p rac nfo a un e uip d fútb l ro ó o c p z nos lod p rtic a e e Mund l, s a   0 0 l ie o ó s e o rm r q o e o b tic , a a o e a ip r n l ia ino ta b n d g na m ié e a r.
  8. 8. EL PASO DEL CRUDO SERÁ SIMULADO  El p g m info á o e tád e d   a o te r d re s  a s p s n,  ste p ra sinte y ro ra a rm tic   s is ña o p ra b ne ife nte  d to :  re ió la m e tura rna e rnay lave c a d l fluid . Es últim s re re alave c a e laq via c d b rril d ntrod xte lo id d e o   ta a e fie   lo id d n ue ja a a a e e latub ríad l o d to   e e le uc .  P raGa Aya , a tua    o rd d r d l p ye to d s ula ió p r p rted P tro c d r,  s a lo la c l  c o ina o e ro c   e im c n  o a   e e e ua o e ta he m ntap rm   re uc lo c s so e tivo d l SOTE.  os nific q lo o e d re d l rra ie e itirá  d ir s o to p ra s e   Es ig a ue s p ra o s e o o uc   o rá vis liza e lac m uta o   ua uie a m lía le d to p d n ua r n o p d ra c lq r no a . Ro nd Sá nz, m te á oy e d c r  e ra d laUnid d d Inve tig c n d laUnive id d Ce l, la o e a m tic x ire to g ne l  e a e s a ió e rs a ntra d s c o fa to “ m ié ha un a rro d tie p , p rq e   o ib s ula   p c s   n un e ta a tro c r: ta b n y  ho e m o o ue s p s le im r un ro e o e mqá uinae lug r d ha e in s c n to a la im lic c ne q e o tie ”   n a e c rlo itu, o d s s p a io s ue s ne .  Aho lo o e d re e tá e c p c a d a ve e tie p re l (e e eins nte unap s lero ra s p ra o s s n n a a id d e d rtir  n m o a n s ta ) o ib turad l e o o uc , p rq ve g fic m ntelava c n d lo p rá e shid ulic se lap nta d la le d to o ue n, rá a e ria ió e s a m tro rá o n a lla e c m uta o .  o p d ra     Ta b n p d n d te ta un inc e e rno p r e m lo , unaro m ié ue e e c r id nte xte , o je p turainte io l  uno inte c m   nc na y rno o o unas b p s n. o re re ió Ante d e r e o e c n, P tro c d r inic rá unafa ed c p c c n d lahe m ntap ra s e ntra n p ra ió e e ua o ia   s e a a ita ió e rra ie a 15 p rs na , e e o s ntres e o sy o e d re A.  up rvis re p ra o s   Es o a m , q fina ió e d s rro d e tes te a   nep vis ins la un s ula o e c d una te rg nis o ue nc l e a llo e s is m , tie re to ta r im d r n a a d la e ta io s Dee tem d , lo o e d re p d n c lc r la p s ne   a inte r d l SOTE, e e s s c ne . s o o s p ra o s o rá a ula s re io s  l   rio e   ntre o s va b s tra   ria le .
  9. 9. TRANSPORTE DEL FUTURO SIN VÉRTIGO  De a lla n un ve ulo d d srue a , c n c p c a p ra d so up nte , q e p p a op r s rro ro   híc e o d s o a a id d a   o c a s ue s ro uls d o e c id d   le tric a .  Es   ns o s o  unas luc n  lid   a a rir nue sho nte e m vilid d p rs na p rq s te tra p rte up ne  o ió vá a p ra b vo rizo s n o a e o l, o ue e m vep r lac a d m ne rá id , s nc s , lim iay ab joc s .  ue o iud d e a ra p a ile io a p   a o to El p q ño ve ulo q   a ó s ns c n e Nue Yo   o m tivo d s p s nta ió e e Sa n d l e ue híc , ue c us   e a ió n va rk, c n o e u re e c n n l ló e Auto ó d lac a d lo ra c c lo , re p nd ala s la P m vil e iud d e s s a ie s s o e s ig s UMA (P rs na Urb n Mo e o l a vility and Ac e s ility) . c s ib Se ún e d rio TheNe Yo Tim s lae p s Se w y, q p rtic ó e e ted e , yate e e nc g l ia w rk e, m re a g a ue a ip n s is ño nía xp rie ia e lac a ió d ve ulo p rs na s n re c n e híc s e o le . Ha eun p r d a s e tafirm la unap tine e c ac n d srue a p ra la .  c a e ño , s a nzó a ta lé tric o o d s a le s El PUMA  o b va ste no g s p p ió e c a b te s e ta iliza ió d m a(e uilib c m ina ria c lo ía : ro uls n lé tric , a ría , s b c n iná ic q rio s b d srue a ), a e ra ió d c ió y fre   le tró o c m a io sve ulo ave ulo y o re o d s c le c n ire c n no e c nic , o unic c ne híc híc c nd c n y a a a ie a no o . o uc ió p rc m nto utó m s Es ste no g ss une e e P ye to P ta c lo ía e n n l ro c UMA p rainc m nta lalib rta d m vim nto Dee tem d , a re e r e d e o ie . s oo p rm n  e ie iae rg tic y a a e lare uc ió d la  e is ne   ed xid d c rb no e ite   fic nc ne é a yud n n   d c n e s  m io s d ió o e a o .

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