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Profissão Docente: motivos para abraçá-la

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Trabalho de Conclusão de Curso de Licenciatura em Psicologia

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Profissão Docente: motivos para abraçá-la

  1. 1. CURSO DE PSICOLOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ELABORADO POR ANGELA MARIA RAMOS ANGELO DANIEL LEITE TAVARES MONICA PATRICIA DA CONCEIÇÃO PROFISSÃO DOCENTE: MOTIVOS PARA ABRAÇA-LA RIO DE JANEIRO JUNHO DE 2013
  2. 2. ANGELA MARIA RAMOS ANGELO DANIEL LEITE TAVARES MONICA PATRICIA DA CONCEIÇÃO PROFISSÃO DOCENTE: MOTIVOS PARA ABRAÇA-LA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência da disciplina TCC do Curso de Psicologia do Centro Universitário Celso Lisboa, orientado pela Profª. Ms. Ângela Maria Rebel de Carvalho RIO DE JANEIRO JUNHO DE 2013
  3. 3. FICHA CATALOGRÁFICA Conceição, Monica Patricia Profissão Docente: motivos para abraça-la. Monica Patricia da Conceição, Daniel Leite Tavares, Angela Maria Ramos Angelo. Rio de Janeiro: UCL, 2013. Orientador: Profª Ms Ângela Maria Rebel de Carvalho Trabalho de Conclusão de Curso de Licenciatura em Psicologia – Centro Universitário Celso Lisboa. 1 – Docência; 2 – Motivação; 3 – Ensino médio; IV – Título
  4. 4. FOLHA DE APROVAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO CELSO LISBOA CURSO DE GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA DE PSICOLOGIA Elaborado por: Angela Maria Ramos Angelo Daniel Leite Tavares Monica Patricia da Conceição PROFISSÃO DOCENTE: MOTIVOS PARA ABRAÇA-LA Data da Aprovação Banca Examinadora ________________________________________ ________________________________________ ________________________________________ Rio de Janeiro Junho 2013
  5. 5. ANGELO, Angela Maria Ramos; TAVARES, Daniel Leite; CONCEIÇÃO, Monica Patricia. Profissão Docente: Motivos para abraça-la. Trabalho de Graduação do Curso de Licenciatura em Psicologia do Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro, Junho de 2013. RESUMO Este artigo pretende verificar os motivos que levaram professores de Ensino Médio a seguir a profissão docente. Para elaboração deste estudo recorreu-se a levantamento bibliográfico através de livros e artigos cientifico, baseados nos seguintes autores: (Pimenta, 1997/2005; Neto, Queiroz e Zanon, 2009; Libâneo e Pimenta, 1999; Davidoff, 2009; Bergamini, 1997; Spector, 2009; Cavalcanti, 2009). Teve como finalidade verificar os motivos que ocasionaram a escolha desse profissional a exercer essa função. Pretende-se ainda, averiguar, através do olhar, ou seja, da subjetividade desse professor se ele tem a capacidade de citar o porquê dessa escolha profissional, além de averiguar através da percepção dele se outras pessoas como os seus próprios alunos e a instituição onde leciona valorizam o seu trabalho. A profissão docente vem sendo alvo de vários estudos que tentam mensurar tanto a motivação profissional desse sujeito em permanecer nesse trabalho quanto também à desvalorização dele que poderia acabar por desmotivá-lo. Os dados foram coletados através de um questionário com dezessete perguntas fechadas, algumas com itens abertos para respostas, aplicado aos professores do Ensino Médio que atuam, tanto em escolas públicas como privadas, em escolas ensino médio do estado do Rio de Janeiro. Os resultados sugerem que a maioria dos docentes teve como motivação para essa escolha profissional algo que se originou intrinsecamente, que veio de dentro do sujeito. Suas afirmativas principais foram: que eles possuíam vocação para essa profissão, além de quererem compartilhar o seu conhecimento e gerar bons cidadãos. Devido ao conteúdo colhido nessa pesquisa podemos observar que essa profissão é fortemente abraçada por pessoas que buscam através de um ideal exercer uma influencia positiva na vida de pessoas em formação, onde futuramente esses mesmo alunos um dia poderão estar na posição de um profissional docente. Palavras – chave: Motivo – Professor – Escolha Profissional
  6. 6. ANGELO, Angela Maria Ramos; TAVARES, Daniel Leite; CONCEIÇÃO, Monica Patricia. Profissão Docente: Motivos para abraça-la. Trabalho de Graduação do Curso de Licenciatura em Psicologia do Centro Universitário Celso Lisboa, Rio de Janeiro, Junho de 2013. ABSTRACT This article aims to investigate the reasons why high school teachers follow the teaching profession. To prepare this study we used the literature through books and scientific articles, based on the following authors: (Pimenta, 1997/2005; Tardif 2004; Libâneo e Pimenta, 1999; Davidoff, 2009; Bergamini, 1997; Spector, 2009; Cavalcanti, 2009). It aimed to verify the reasons that led to the choice of this professional to perform this function. It intends to further investigate, through the eyes, or the subjectivity of this teacher if he/she has the ability to quote why this career choice, besides that verify through the perception of him/her if other people as their own students and the institution where he/she teaches value their work. The teaching profession has been the subject of several studies that attempt to measure both the professional motivation of these individuals to remain in work and also the depreciation that could end up demotivate him/her. Data were collected through a questionnaire with seventeen guided questions, some with open items for answers, applied to high school teachers who work in both public schools and private ones in the state of Rio de Janeiro. The results suggest that the most of teachers had the motivation for this career choice something that originated intrinsically; it came from within him/her. Their main assertions were that they had (a) vocation for the profession, and want to share their knowledge and generate good citizens. Due to the content collected in this survey we can see that this profession is strongly embraced by people looking through an ideal exercise a positive influence in the lives of people in training, where in future these same students may be in the position of a professional teacher. Word - Tags: Reason - Teacher - Professional Choice
  7. 7. LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1: Rede de Ensino...............................................................................17 FIGURA 2: Atualização em sua área.................................................................18 FIGURA 3: Opção por outra profissão...............................................................19 FIGURA 4: Docência: primeira opção................................................................20 FIGURA 5: Atividade paralela............................................................................20 FIGURA 6: Valorizado pela instituição...............................................................21 FIGURA 7: Premiação.......................................................................................22 FIGURA 8: Valorização do alunos.....................................................................23 FIGURA 9: Nova escolha...................................................................................33
  8. 8. LISTA DE TABELAS TABELA 1: Tempo de Formação.......................................................................15 TABELA 2: Licenciatura e Matéria Lecionada...................................................16 TABELA 3: Atividades Paralelas........................................................................21 TABELA 4: Motivação para escolha da profissão..............................................25 TABELA 5: Motivação para o exercício da profissão.........................................27 TABELA 6: Ser Professor – Valores significativos.............................................31 TABELA 7: Ser Professor – Menos de 1%........................................................32 TABELA 8: Grau de motivação..........................................................................34
  9. 9. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO................................................................................................11 2 METODOLOGIA.............................................................................................14 2.1 Tipo de Estudo.............................................................................................14 2.2 Sujeito do Estudo.........................................................................................14 2.3 Instrumento..................................................................................................14 2.4 Procedimentos Metodológicos.....................................................................14 3 ANÁLISE DOS DADOS.................................................................................15 3.1 Caracterização dos Sujeitos do Estudo.......................................................15 4 MOTIVAÇÃO..................................................................................................25 4.1 Ser motivado................................................................................................27 5 PROFISSÃO DOCENTE................................................................................31 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS...........................................................................36 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................38 ANEXO
  10. 10. 1 INTRODUÇÃO O presente estudo partiu da inquietação do grupo pelo tema, tendo em vista o conhecimento de que a profissão docente, nos dias atuais, encontra-se cada vez mais desprestigiada e com condições de trabalho bastante adversas, principalmente nos grandes centros. De acordo com Pimenta (2005), diante das condições que são desfavoráveis à categoria e não atendem ao papel social do professor, que vem lutando para a sobrevivência da cultura e do saber dentro de sala de aula o mesmo vem perdendo a sua identidade profissional, o que impacta na sua significação social. Para a autora (op.cit), a construção da identidade profissional: se constrói a partir da significação social da profissão; da revisão das tradições, mas também da reafirmação de práticas consagradas culturalmente e que permanecem significativas [...] Constrói-se, também pelo significado de cada professor, como ator e autor, confere a atividade docente no seu cotidiano a partir de seus valores, de sua história de vida, de suas representações, de seus saberes, de seus anseios e angustias do sentido que tem em sua vida o ser professor [...] (p.528). Nesse sentido, escolher uma profissão, é decidir a escolha do futuro que se pretende viver, é definir quem ser e o que fazer, é determinar a trajetória da relação produtiva com o mundo, é poder se colocar como uma pessoa que possui um sentido de identidade, o qual lhe confere o reconhecimento de unicidade e continuidade; é antever um futuro próprio e especial. Tardif (apud Neto, Queiroz e Zanon, 2009) esclarece que: o trabalho docente está relacionado a uma variedade de saberes, tais como os saberes pessoais, os saberes provenientes da formação escolar anterior, os saberes da formação profissional, os saberes disciplinares, os saberes curriculares e os saberes experienciais. Por serem originários de diferentes fontes, os saberes docentes também incorporam as concepções de senso comum acerca do processo educativo construindo, por essa via, diversas crenças sobre o ensino, a aprendizagem, o papel da escola, etc., as quais tendem a ser pouco afetadas pelos cursos de licenciatura (p 76). Sobre os cursos de licenciatura, percebe-se um esvaziamento crescente pela procura dos mesmos, fato em que há tempos passados, desde a criação da primeira
  11. 11. escola de formação de professores no Brasil, na década de 30, não era tão evidente em nosso meio educacional. Ser professor nos tempos atuais demanda uma série de compromissos, dentre eles, a formação da cidadania de crianças e jovens por um lado, cada vez mais submersos no mundo tecnológico e por outro, cada vez mais alienados do contexto escolar. Assim, como nos aponta Libâneo e Pimenta (1999), não é qualquer um que pode ser professor, visto que “[...] a docência constituiu um campo específico de intervenção profissional na prática social” (p.260). Diante do apresentado, inicia-se o questionamento sobre o(s) motivo(s) que contribuem para que o indivíduo eleja o magistério como sua escolha profissional. Tal(is) motivo(s) ou motivação geralmente aciona um comportamento, o qual pode alterar cognições e emoções. As cognições e emoções alteradas podem por sua vez, aumentar ou diminuir a motivação conforme postulam alguns autores mais tradicionais como Abraham Maslow, Hezberg e Alderfer, (2009); que afirmam que na Teoria das Necessidades1 , existem algumas carências, que acabam por levar o sujeito a uma determinada ação. Porém, nos deteremos especificamente na Teoria das Necessidades postulada por Maslow (apud Davidoff, 2009). Segundo a mesma, o indivíduo nasce com cinco sistemas de necessidades que são dispostos em hierarquia e quando um grupo de necessidades é atendido, um novo grupo o substitui e assim sucessivamente até se chegar na esfera superior onde se encontra a auto-realização. Porém, apesar dessa hierarquia ser descrita graficamente pelo seu autor em uma figura de uma pirâmide, ela subjetivamente não é fixa, podendo então mudar de acordo com as necessidades que vão se sobrepujando ao serem saciadas. Um item a ser observado dentro dessa teoria é que, se uma única delas permanecer insatisfeita, ela pode dominar todas as outras. Assim sendo, um comportamento 1 As necessidades essenciais a todo ser humano: necessidades fisiológicas, necessidade de segurança, necessidades sociais, necessidade de auto-estima e necessidade de auto-realização
  12. 12. pode relacionar-se a diversas necessidades, de acordo com cada indivíduo, assim como um único comportamento pode atender a várias necessidades de um mesmo indivíduo. Então, quando um indivíduo escolhe a profissão docente, ele demonstra uma necessidade a ser suprida, sendo que originalmente o motivo pelo qual ele a desperta estaria esse associado a um dos dois tipos de incentivos, que são: os incentivos intrínsecos2 e os extrínsecos3 , que estão diretamente ligados as principais teorias motivacionais abordadas pela Psicologia. Perante aos fatos levantados nesse texto sabemos que existem dois tipos de incentivos que podem mover o sujeito a uma necessidade; tendo em vista que o docente que buscou estar nessa profissão, teve como sua prerrogativa uma motivação que o mesmo se quer pensou em mensurar. Tal falta de autoconhecimento pode afetá-lo profissionalmente ao ponto que ele se abale por não alcançar a gênese que o fez entrar nessa profissão, podendo assim se transformar e um mero reprodutor do status quo da sociedade. Diante do exposto, este estudo teve por finalidade saber qual motivo levou o indivíduo pesquisado abraçar a profissão docente. 2 Intrínseco: que parte de dentro do individuo influenciando suas escolhas 3 Extrínseco: que parte do meio externo, definindo as escolhas do indivíduo
  13. 13. 2 METODOLOGIA 2.1 TIPO DE ESTUDO Nosso estudo trata-se de uma pesquisa sistemática participante individual de campo, de um grupo de docentes atuantes em escolas do Ensino Médio, e de acordo com Mascarenhas (2012) “A ideia é colher informações desse grupo, para depois, com a ajuda de ferramentas estatísticas, tirar conclusões sobre o grupo”. (p.51) 2.2 SUJEITO DO ESTUDO O corpus do estudo foi aplicado a quarenta professores atuantes no ensino médio em Escolas Estaduais e Particulares no Rio de Janeiro. 2.3 INSTRUMENTO O instrumento utilizado neste estudo foi a aplicação de questionário individual (Anexo A) com professores de diversas disciplinas que atuam no Ensino médio. 2.4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Para a coleta de dados, foi distribuído questionário a 40 professores de variadas disciplinas atuantes em redes de ensino médio público e privado, juntamente com o termo de consentimento livre esclarecido (Anexo B) para a inclusão dos dados se suas respostas nesta pesquisa, tendo recebido o retorno de 30 questionários para análise.
  14. 14. 3 ANÁLISE DOS DADOS Para a constituição da análise dos conteúdos, procedeu-se a uma categorização temática, onde foram estabelecidas as frequências das categorias para estreitar as ideias centrais de cada tema. Foram criadas quatro categorias temáticas abaixo descritas. 3.1 Caracterização dos Sujeitos do Estudo Para garantir o anonimato dos sujeitos do estudo, não houve identificação. Os dados foram analisados por tempo de formação em anos, área licenciada e disciplina lecionada conforme as tabelas a seguir: Tabela 1 : Tempo de Formação Analisando os dados da tabela acima, foi observado que 7 (23%) indivíduos encontram-se na profissão docente com mais de 21 anos de profissão, o grupo seguinte da amostra corresponde a 3 (10)% indivíduos com 16 a 20 anos de profissão, seguido de 05 (17%) dos indivíduos com 11 a 15 anos exercendo a profissão, enquanto 10 (33%) estão de 6 a 10 anos na profissão docente; já o último Tempo de Formação Número de Ocorrências Acima de 21 anos 7 16 a 20 anos 3 11 a 15 anos 5 06 a 10 anos 10 01 a 05 anos 5 Média 6 DP 2,36
  15. 15. grupo de 05 (17%) indivíduos com 01 a 05 anos de profissão. Esses dados sinalizam que a profissão docente identifica os progressos e permanecem neste campo, levando-os ao envolvimento com a complexidade educacional. Baseando-se na análise da tabela abaixo, foi observado que todos os docentes pesquisados estão lecionando as disciplinas referentes à sua formação de licenciatura. Tabela 2 - Licenciatura e Matéria Lecionada Ao ser comparado, os dados registrados na tabela acima foi percebido a unidade entre a formação do docente e a própria disciplina em que ele leciona. Para tal fato registrado verificou-se que o deslocamento do mesmo para outra área que não seja a da sua formação, não ocorre. Sendo assim torna-se evidente que as políticas organizacionais que o grupo pesquisado está inserido, nesse sentindo, de preservação do docente dentro da sua aderência de ensino está comprovada. Curso de Licenciatura Disciplina Lecionada Número de Ocorrências Matemática Matemática 4 História História 4 Português Português 4 Ciências Biológicas Ciências Biológicas 4 Filosofia Filosofia 3 Geografia Geografia 2 Psicologia Psicologia 2 Administração Economia 1 Administração Gestão 1 Português Português/Literatura 1 Letras Francês 1 Ciências/Física Ciências/Física 1 Letras Inglês 1 Educação Física Educação Física 1
  16. 16. Outro questionamento feito durante a pesquisa foi em que rede de ensino esses docentes atuam e a resposta apresentou-se da seguinte forma: Figura 1 - Rede de Ensino Com relação à rede de ensino onde esses docentes atuam, os resultados revelaram que a maioria, representada por 18 professores (60%), atuam em escolas públicas, enquanto 7 (23%) em ambas as redes e apenas 5 (17%) exerce suas atividades na rede privada de ensino. A amostra dos dados nos informa que a rede pública de ensino ainda é a mais procurada pelos profissionais docentes. Conforme nos mostra a Teoria das Necessidades, Davidoff (2009, p. 328) nos orienta que: “Os adultos querem empregos estáveis, contas de poupança e seguros”. Então segundo essa teoria, esse adulto se encaixaria nas Necessidades de Segurança, ao mesmo tempo em que o docente que opta exercer a sua função na rede pública, por uma necessidade de estabilidade financeira. Quando indagados sobre a realização de cursos de atualização na sua área durante o tempo em que está inserido no magistério, obtivemos o seguinte resultado:
  17. 17. Figura 2 - Atualização em sua área A análise deste gráfico mostra que a maioria dos docentes, em número de 22 (73%) buscam se atualizar em sua área, enquanto 8 (27%), buscam em parte esta atualização. Esse resultado mostra que todos os docentes pesquisados procuram algum tipo de conhecimento, além do que foi aprendido na academia. Por entender que a atividade do docente é uma atividade ampla, com a transformação da sociedade, torna-se necessária a atualização constante do mesmo (do docente), pois em sua formação, o docente é preparado para exercício da profissão com capacidade para desenvolver sua pratica e não ser um mero reprodutor de conhecimentos. Assim sendo atualizar-se faz parte do seu processo de atuação enquanto docente que tem a capacidade de transformar o mundo natural e a sociedade humana (Pimenta, 2005). Foi perguntado aos professores se os mesmos tentaram outras profissões além do magistério e obtivemos os seguintes dados: Sim 73% Não 0% Em parte 27% Sim Não Em parte
  18. 18. Figura 3 - Opção por outra profissão A maioria dos indivíduos 18 (60%) da amostra escolheu a profissão docente enquanto 12 (40%) não a tiveram como única opção. Isso nos mostra que a maioria da nossa amostra buscou na sua escolha o conhecimento, o desenvolvimento de habilidades na educação dos alunos que as necessidades e desafios da profissão se fazem necessários no cotidiano da profissão (Pimenta, 1997). A pesquisa também permitiu perguntar aos professores se a escolha pelo magistério foi a sua primeira opção profissional ou se havia outra opção anterior a essa. As respostas se apresentaram conforme o gráfico: Sim 40% Não 60% Sim Não
  19. 19. Figura 4 - Docência: Primeira opção Durante essa análise notou-se que a escolha da docência como opção principal onde 18 indivíduos (60%) e a opção não principal 12 indivíduos (40%) tem apenas 6 indivíduos (20%) diferença na escolha docente, o que significa que grande parte dos professores escolheram o magistério como prioridade. Também buscamos saber se além da docência os informantes exercem outra atividade paralela e o gráfico nos aponta a seguinte resposta: Figura 5 – Atividade Paralela Com base na amostra acima, os seguintes números revelam que: 18 professores (60%), não possuem outra atividade paralela além da docência,
  20. 20. enquanto os outros 12 (40%) possuem uma atividade paralela a docência. Aos indivíduos que marcaram a opção sim possuíam outras atividades, foram solicitados que as listassem. As respectivas respostas foram listadas na tabela abaixo: AtividadeParalela Numero de Ocorrencias Não declarada 5 Eventos 1 Capacitadora de Informática 1 Psicopedagoga 1 Técnico em Rede 1 Direito 1 Bancária 1 Tabela 1 - Atividades Paralelas Apenas um dos informantes não listou suas outras atividades além da docente, porém observamos que nenhuma das atividades paralelas estão ligadas diretamente com a docência em si. Outra pergunta que foi apresentada aos indivíduos foi se eles achavam que a Instituição onde eles trabalham valorizam sua atuação como profissional e a resposta se apresentou da seguinte forma:
  21. 21. Figura 6 - Valorizado pela Instituição A análise deste gráfico mostra que 12 (40% ) sente-se valorizados pela instituição onde trabalham, 10 (33 %) declaram sentir-se em parte valorizados pela instituição onde trabalham, já 8 (27 %) não se sentem valorizados pela instituição onde trabalham. Também foi possível perguntar aos indivíduos pesquisados se já receberam alguma premiação pela sua atuação como docente: Figura 7 - Premiação Declararam, não terem recebido premiação pela sua atuação como docentes 24 (80%) e apenas 6 ( 20%) declararam já ter recebido premiação pela sua atuação como docentes. Porém não foi esclarecido o que os docentes chamaram de premiação, durante a pesquisa. Sim 40% Não 27% Em parte 33% Sim 20% Não 80%
  22. 22. Foi perguntado aos indivíduos se na sua observação, seus alunos valorizavam o magistério e levantamos os seguintes dados: Figura 8 - Valorização dos alunos Com relação à valorização do magistério foi perguntado aos professores se eles acham que seus alunos valorizam o magistério e através do “olhar” do docente pesquisado e de sua observação, obtivemos o seguinte resultado: 15 (50%) relatam que seu alunos valorizam o magistério, 8 ( 27 %) afirmam que talvez seus alunos valorizem o magistério, já 7 ( 23%) declaram que seus alunos não valorizam o magistério. Tal esforço desempenhado por esse profissional é evidenciado por seus alunos, onde acabaria por originar certo respeito e consecutivamente essa atitude se seguiria através de um apoio subjetivo e emocional dentro de sala de aula, demonstrando uma valorização desses jovens perante esse profissional docente. Todas as perguntas no questionário buscaram de várias formas saber quais foram às motivações de cada indivíduo pesquisado ainda que de forma subjetiva para a manutenção da profissão docente. Sim 50% Não 23% Talvez 27%
  23. 23. 4 MOTIVAÇÃO Com a aplicação dos questionários, utilizamos a motivação como tema principal levando em conta a opinião subjetiva que move cada sujeito em suas escolhas profissionais. Foi solicitado nas questões: Que motivos levaram você a escolher a profissão de professor? A outra pergunta é Que situações e/ou atividades te motivam para o exercício da profissão? que fosse marcada apenas uma das possíveis respostas ou ainda uma possível resposta não listada, porém, em alguns casos, muitas respostas foram marcadas simultaneamente conforme a tabela abaixo: Tabela 2 - Motivação para a escolha da profissão Como podemos observar a maioria dos indivíduos 15 (50%), declararam que o seu principal motivo de escolher a profissão docente foi a vocação, 5 (17%) indivíduos escolheram a profissão por auto-realização, enquanto dois grupos de 2 Motivação para a escolha da profissão Ocorrências Vocação 15 Auto realização 5 Familiares 2 Amigos 2 Salário 1 Status 1 Altruísmo 1 O magistério me escolheu 1 Criar conhecimento 1 Mudar de área 1
  24. 24. (7%) indivíduos escolheram a profissão por influencia de familiares e amigos, enquanto os outros indivíduos da amostra 1 (3%), fizeram outras escolhas conforme tabela acima. Como podemos observar, metade dos professores revelaram que a vocação foi o principal motivo que os levaram à profissão docente, seguido de outros cinco professores que registraram a auto-realização como o maior motivo para abraçar a profissão. A seguir, tivemos dois professores que destacaram a família como motivo e outros dois que destacaram os amigos. Os demais informantes, num total de cinco, variaram suas respostas entre salário, status, altruísmo, busca de conhecimento, mudança de área e ter deixado se levar pela profissão. A palavra vocação, que segundo o dicionário Aurélio on line significa: s.f. Ato ou efeito de chamar (-se). / Tendência ou inclinação para um estado, uma profissão etc.: vocação literária. / Apelo ao sacerdócio ou à vida religiosa. / Fig. Aptidão natural; talento: um médico de vocação Porém deve-se lembrar que também se faz necessário exercer o ofício, faz-se necessário, tornar-se professor, gostar de aprender e gostar de ensinar.
  25. 25. 4.1 Ser Motivado Durante a análise dos dados da pesquisa, notou-se que a motivação da maioria dos professores (67%) para o exercício da profissão é de natureza intrínseca, enquanto apenas 23% dos professores apresentaram motivos extrínsecos conforme os dados abaixo: Motivação para o exercício da profissão Ocorrências Compartilhar Conhecimentos 14 Gerar bons cidadãos 9 Carinho dos alunos 7 Realização de um sonho 4 Formar boas pessoas 2 Atenção da Direção 1 Nenhuma 1 Pagar as Contas 1 Tabela 3 - Motivação para o exercício da profissão Quando observamos a tabela acima vimos que os motivos intrínsecos se apresentam nas respostas: Compartilhar conhecimentos (14), Gerar bons cidadãos (9), O carinho dos alunos (7), A realização de um sonho (4) e Formar boas pessoas (2); conforme Deci e Ryan (Bergamini,1997), “a motivação intrínseca é um comportamento motivado pela satisfação em realizar uma atividade”. Com a mudança das pessoas, das suas necessidades, o mundo também muda e com ele as teorias motivacionais também. A motivação intrínseca é o fator gerador de escolhas decisivas na vida dos indivíduos conforme nos afirma Campbell, 1990 apud Cavalcanti 2009 p.101: “o sujeito busca experiências de vida no plano físico que tenham ressonância no interior de nosso ser e de nossa realidade mais íntima, de forma que realmente seja possível sentir o encanto de estar vivo”.
  26. 26. Já os motivos extrínsecos apresentaram total de 3 itens que são: a Atenção da direção (1), Nenhuma motivação (1) e Pagar as contas (1) neste caso, estes motivos transitam na pirâmide de Maslow de acordo com a necessidade motivacional de cada resposta do indivíduo. A motivação pode ser baseada na deficiência ou no crescimento de cada pessoa. Conforme expõe Maslow (segundo Sampaio, 2004:9 apud Cavalcanti 2009): Em tais pessoas a gratificação aumenta em vez de diminuir a motivação, amplia em vez de diminuir a excitação. Os apetites se tornam intensificados e aumentados. Eles crescem por si mesmos, em vez de desejarem menos e menos, e a pessoa deseja mais e mais, por exemplo, educação. Em vez de buscar o descanso, a pessoa se torna mais ativa. (...) O crescimento é, por si mesmo, um processo recompensador e excitante, por exemplo, (...) o desenvolvimento da criatividade em qualquer campo ou, o mais importante, simplesmente a ambição de ser um bom ser humano (p 89/90). Para Maslow, o que move o ser humano é a busca da satisfação de necessidades de diversas naturezas e estão dispostas segundo uma hierarquia de predominância, tradicionalmente representada em forma de pirâmide. Na base da pirâmide, está às necessidades fisiológicas (respiração, fome, sono e sede), acima, a necessidade de segurança (estabilidade, proteção física e emocional); acima dessa base, está a das necessidades sociais, (interação social, companheirismo e amizade); etapa seguinte, a necessidade de estima (autorrespeito, amor-próprio, auto-estima). No topo, a necessidade de autorrealização (o crescimento pessoal, a autossatisfação). Para Maslow, enquanto as necessidades não estiverem satisfeitas,elas continuam predominantes na determinação do comportamento. Quando satisfeitas, elas passam a não mais motivar. Durante o estudo buscou-se saber com os professores se seu nível de motivação é o mesmo desde quando começaram no exercício da profissão e se independente do tempo de atuação em sua profissão ainda há motivação para o trabalho docente e as respostas se apresentaram da seguinte forma:
  27. 27. Com a observação do gráfico notou-se que no início da docência 11 (37%) dos professores encontravam-se motivados com a escolha da profissão, enquanto 19 (63%) professores não se achavam motivados. Com o decorrer da docência os dados sobre a motivação modificaram conforme o tempo de acordo com o gráfico acima, nos apresentando 14 (46%) dos docentes motivados enquanto 8 (27%) docentes não estão motivados e os outros 8 (27%) estão motivados em parte com a docência no decorrer do tempo de trabalho, modificando significativamente o gráfico quando comparado com o do inicio da motivação na docência.
  28. 28. Nas ultimas quatro décadas houve muitos estudos sobre motivação e outra visão foi dada a este tema conforme nos diz Bergamini (1997) “o estudo da motivação abrange as tentativas de conhecer como o comportamento é iniciado, persiste, e termina, implica conhecer os tipos de escolhas que são feitas”. Segundo Spector (2009), Deci e Ryan promoveram inúmeros experimentos que lhes permitiram afirmar que a motivação para qualquer tarefa é intrínseca e advém da satisfação para com a própria tarefa em si, percebemos o quanto é importante nos dias de hoje observar e considerar as diferenças individuais e culturais de cada indivíduo, visto que não é possível motivar pessoas que já tem expectativas e objetivos dentro de si. Para melhor compreensão citamos Gooch; MacDowell apud Bergamini (2008): A motivação é uma força que se encontra no interior de cada pessoa e que pode estar ligada a um desejo. Uma pessoa não consegue jamais motivar alguém, o que ela pode é estimular a outra pessoa. A motivação é um impulso que vem de dentro. A motivação é um processo que implica a vontade de efetuar um trabalho ou de atingir um objetivo, o que cobre três aspectos: fazer um esforço, manter esse esforço até que o objetivo seja atingido e investir a energia necessária. (p.108)
  29. 29. 5 PROFISSÃO DOCENTE Em nossa pesquisa, solicitamos aos docentes que associassem três palavras de sua escolha ao ser professor. A tabela abaixo, nos mostra as palavras que apareceram, nos mostrando a diversidade de opinião do que é ser professor para o grupo pesquisado. Tabela 4 - Ser professor - valores significativo Quando observados os dados da tabela acima, as palavras amizade e ensinar ocupam 11% das escolhas, as palavras aprender e emancipar, 7%, enquanto a palavra vocação 5%, já as palavras formar, dedicação e compromisso, 4%, e as palavras paciência, mestre, cuidado e competência, 3%, as outras palavras que também apareceram nas respostas dadas porém atingiram apenas 1%, estão listadas na tabela abaixo para melhor ilustração. Ser Professor Ocorrências Amizade 8 Ensinar 8 Aprender 5 Emancipar 5 Vocação 4 Formar 3 Dedicação 3 Compromisso 3 Paciência 2 Mestre 2 Cuidado 2 Competência 2
  30. 30. Tabela 5 - Ser Professor menos de 1% Na análise dessas tabelas vimos que muitas palavras foram associadas a ser professor, porém algumas se destacaram com números mais expressivos nesta amostra. As palavras foram escolhidas pelos docentes foram: Amizade apareceu 8 vezes juntamente com a palavra Ensinar também com 8 escolhas, já as palavras Afeto 1 Amor 1 Baixos salários 1 Cidadania 1 Conhecimento 1 Comprometimento 1 Desafio 1 Determinação 1 Diálogo 1 Dom 1 Educador 1 Eficiência 1 Entrega 1 Estresse 1 Estudo 1 Guia 1 Indignação 1 Insalubridade 1 Intelectual 1 Moldar 1 Parceria 1 Poder 1 Prazer 1 Profissionalismo 1 Responsabilidade 1 Sociedade 1 Troca 1 Verdade 1 Violência 1
  31. 31. Aprender apresentou 4 escolhas juntamente com Emancipar, também com 4 escolhas, seguidas da palavra Vocação com 4 escolhas, enquanto as palavras Formar, Dedicação, Compromisso, apresentaram 3 escolhas cada, seguidas das palavras Paciência, Mestre, Cuidado e Competência com duas escolhas. As demais palavras associadas estão alocadas na tabela 7 visto que obteve apenas uma escolha cada uma delas. Durante a pesquisa também foi perguntado a cada indivíduo: se ele pudesse voltar ao tempo e escolher novamente a profissão docente, ele escolheria novamente a docência ou iria à busca de uma nova profissão e as respostas foram as seguintes: Figura 9 - Nova escolha Com base nos dados coletados, vimos que uma quantidade significativa de indivíduos 23 (77%) se pudessem voltar no tempo, escolheriam novamente ser docente, enquanto 7 (23%), escolheriam outra profissão. Os docentes pesquisados foram questionados quanto ao seu nível de motivação com relação à execução de sua função, nos mostrando o seguinte resultado: Sim 77% Não 23% Sim Não
  32. 32. Grau de Motivação Ocorrências Motivado 11 As vezes motivado 7 Um pouco motivado 6 Muito motivado 3 Pouco Motivado 3 Nada Motivado 0 Tabela 6 - Grau de Motivação Quando verificado o grau de motivação na docência, 11 (37%) dos professores responderam estar motivados, enquanto 7 (23%) professores responderam que as vezes se sentem motivados, 6 (20%) professores responderam estar um pouco motivado, um grupos de 3 (10%) professores refere estar muito motivado, enquanto o outro grupo de 3 professores (10%) dizem estar pouco motivados. Estes dados nos mostra como a motivação é subjetiva e para ilustrar citamos Hill 1993 (apud Cavalcanti 2009): Comecei cometendo um erro que deve ser comum. Tentei tratar cada um deles como se fossem a mesma pessoa — transformando-os em cópias de mim mesmo, em lugar de imaginar o que seria confortável para eles. Não se pode obrigar as pessoas a fazerem as coisas do nosso jeito. Elas não podem ou não querem isso (p104). Citamos também, “sem motivação os melhores dons ficarão estéreis e as maiores capacidades ficarão em desuso assim como as melhores técnicas sem rendimentos, pois a motivação afeta o aprendizado” como nos diz Lévy-Leboyer (1990) apud Cavalcanti (2009), p.85.
  33. 33. CONSIDERAÇÕES FINAIS Considerando que o presente estudo teve como objetivo investigar os principais motivos que levaram professores do ensino médio atuantes a abraçarem a profissão docente, os resultados revelaram que os professores pesquisados fizeram da escolha docente sua primeira escolha. Com base no estudo dos questionários respondidos pelos professores e as respostas obtidas durante a pesquisa e sua análise, mostra-se necessário a discussão de alguns pontos importantes encontrados nas respostas obtidas durante o estudo. Ora, se a metade dos indivíduos entrevistados se veem neste contexto tão significativo, a parte mais subjetiva deste estudo não seria diferente do esperado pois o motivo que move estes docentes segundo a maioria questionada, a sua vocação, vem da sua crença, tendência, apelo ou aptidão que o leva a esta ação (ser docente) subjetivamente, visto que com base na maioria dos dados colhidos, os docentes responderam que escolheria novamente a profissão docente se pudesse voltar no tempo. Quanto a sua atualização na área escolhida, os dados nos mostraram que a maioria dos professores está buscando aprendizado, nos mostra o quanto o professor é motivado na sua busca pelo saber (atualização) em sua profissão apesar de a maioria responder que a motivação não é igual como quando começou, certamente por atravessamentos socioeconômicos, mas com o decorrer do tempo na docência, o panorama motivacional foi modificado e passou a ter mais professores motivados, alguns motivados em parte, diminuindo assim a quantidade dos professores não motivados com a docência. Vimos também que as questões levantadas nos questionários, não tiveram interferência de dados como: o sexo, idade, tempo de atuação ou matéria, ou outro fator externo pesquisado, o que foi levado em consideração no momento da resposta do questionário, foi seu desejo, seu meio social, seu meio cultural, sua
  34. 34. individualidade, sua história como indivíduo e claro a sua subjetividade demonstrada através de suas respostas apresentadas no questionário. Um dado importante a ser destacado é que durante a aplicação dos questionários percebemos que alguns profissionais ficaram com receio de responder algumas questões, tendo em vista que tivemos que pedir autorização da direção dessas escolas para a aplicação da nossa pesquisa. Também vale apena resaltar que uma das escolas onde o questionário foi aplicado estava com risco eminente de greve, podendo assim impactar nas respostas desses docentes, se configurando em um dado não tão claro dentro da pesquisa realizada. Este trabalho poderá servir de inspiração para novos estudos, mas poderá servir de inspiração ou base para outros estudantes que pretendam abraçar esta profissão que é de extrema importância e de base para todas as profissões, para formação de seres críticos reflexivos, seres de mudanças no cenário deste país.
  35. 35. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BERGAMINI, C.W; Motivação nas Organizações. 5 ed. São Paulo, Atlas, 2008 CAVALCANTI, V.L.; CARPILOVSKY, M; LUND, M; Lago, R. Liderança e Motivação, 3 ed, Rio de Janeiro, FGV, 2009 DAVIDOFF, Linda L. Introdução a Psicologia. 3 ed. São Paulo: Pearsons , 2009 MYERS, David G. Psicologia . 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006 NETO, P.CP.: QUEIROZ, S.L; ZANON, D.A.V. As disciplinas pedagógicas na formação e na construção de representações sobre o trabalho docente: visões de alunos de licenciatura em Química e Física. Educar, Curitiba, n 34 p. 75-94, 2009. Editora UFPR NÓVOA, A. Formação de Professores e Profissão Docente. Lisboa,[s.n.,s/d.] PIMENTA, Selma G. Formação de Professores: Saberes da Docência e Identidade do Professor. Nuances, São Paulo, Vol III, p. 5-14, set 1997 PIMENTA, Selma G. Pesquisa-ação crítico-colaborativa: contruindo seu significado a partir de experiências com a formação docente. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.31, n.3, p.521-539, set/dez 2005 ROBBINS, S.P.; Comportamento Organizacional. 9 ed. São Paulo, Prentice Hall, 2002 SPECTOR, Paul Psicologia das Organizações, São Paulo: Saraiva, 2009 VEIGA, I.P.A.(Org); D’AVILA, C. (Org); Profissão Docente: Novos Sentidos, Novas Perspectivas. 2 ed. Campinas, Papirus, 2008 ZANELLI, Borges-Andrade e Bastos (org) Psicologia, organizações e trabalho no Brasil, Porto Alegre: Artmed, 2004
  36. 36. ANEXO A Prezado (a) Professor (a) Estamos finalizando o Curso de Licenciatura em Psicologia, no Centro Universitário Celso Lisboa. Nosso Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como tema: Profissão Docente: motivos para abraça-la. Para tanto, estamos realizando uma pesquisa, cujo objetivo consiste em investigar os principais motivos que levaram os indivíduos a busca pela profissão docente. Nesse sentido, sua participação é de extrema importância. Solicitamos que responda o questionário que se segue, assinalando apenas uma das opções apresentadas. Agradecemos desde já sua colaboração! Angela Maria Ramos Angelo Daniel Leite Tavares Monica Patricia da Conceição QUESTIONÁRIO Identificação. Idade: Sexo: Curso de Licenciatura em __________________ Tempo de Formado: ( ) de 1 a 5 anos
  37. 37. ( ) de 6 a 10 anos ( ) de 11 a 15 anos ( ) de 16 a 20 anos ( ) mais de 21 anos Disciplina que leciona: ______________________________ 01 - Há quanto tempo atua no magistério? ( ) 1 a 5 anos ( ) 6 a 10 anos ( ) 11 a 15 anos ( ) 16 a 20 anos ( ) mais de 21 anos 02 - Cite três palavras que você associa a ser professor(a): __________________, _____________________ e _____________________. 03 - Você atua em que rede de ensino? ( ) Na rede particular ( ) Na rede pública ( ) Em ambas 04 - Que motivos levaram você a escolher a profissão de professor? Marcar apenas um item. ( ) Influencia de familiares ( ) Influência de amigos ( ) Questão salarial ( ) Status ( ) Vocação ( ) Auto realização ( ) Altruísmo ( ) Outra. Especificar _________________________________
  38. 38. 05 - A instituição na qual você atua valoriza sua atuação enquanto profissional? ( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte ( ) Não sei. 06 - Você já recebeu alguma premiação pela sua atuação profissional? ( ) Sim ( ) Não 07 - Segundo a sua observação, os alunos valorizam o magistério ? ( ) Sim ( ) Não ( ) Talvez 08 - Você está sempre buscando complementar a sua formação? ( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte 09 - Você se sente motivado em sua profissão? ( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte 10- De 0 a 5 tente mesurar o seu nível de motivação com a sua profissão: ( ) 0 = nada motivado (a) ( ) 1 = pouco motivado (a) ( ) 2 = as vezes motivado (a) ( ) 3 = motivado (a) ( ) 4 = bem motivado (a) ( ) 5 = muito motivado (a) 11- Hoje seu nível de motivação com o magistério é o mesmo que você tinha quando iniciou a sua carreira? ( ) Sim ( ) Não 12 - Em algum período de sua atuação profissional você se sentiu desmotivado (a)? ( ) Sim. Em que situação? ________________________________ ( )Não 13 - Ser professor foi sua primeira opção de carreira?
  39. 39. ( ) Sim ( ) Não 14 - Você tentou outras profissões? ( ) Sim ( )Não 15 - Você exerce outras atividades paralelas as do magistério? ( ) Sim ( ) Não 16 – Que situações e/ou atividades te motivam para o exercício da profissão? ( ) Carinho dos alunos ( ) Atenção da direção ( ) Realização de um sonho ( ) Gerar bons cidadãos ( ) Compartilhar conhecimentos ( ) Outro. Citar ___________________________________ 17 - Se você pudesse voltar no tempo você escolheria como profissão o magistério? ( ) Sim ( ) Não
  40. 40. ANEXO B Autorização de Participação em Pesquisa Prezado(a) Professor (a): Estamos finalizando o Curso de Licenciatura em Psicologia, no Centro Universitário Celso Lisboa. Nosso Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como tema é Profissão Docente: motivos para abraça-la. Para tanto, estamos realizando uma pesquisa, cujo objetivo consiste em investigar os principais motivos que levam os indivíduos a busca pela profissão docente. Este termo de autorização é apresentado em duas vias, onde uma via ficará em seu poder e a outra ficará anexada ao questionário respondido, porém o seu sigilo será garantido. Nesse sentido, sua participação é de extrema importância. Solicitamos que responda o questionário que se segue, assinalando apenas uma das opções apresentadas. Agradecemos desde já sua colaboração! Angela Maria Ramos Angelo Daniel Leite Tavares Monica Patricia da Conceição Rio de Janeiro, ____ de _________________ de 2013. ____________________________________ (assinatura professor participante)

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