Euro, a moeda europeia

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A NOVA MOEDA PARA A UNIÃO EUROPEIA

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Euro, a moeda europeia

  1. 1. OEURO,AMOEDA EUROPEIA.
  2. 2. União Europeia A UE é formada, Por países que criaram um acordo para desenvolvimento econômico, comercial e social em comum entre países da Europa.
  3. 3. ORIGEM A União Europeia (UE), originalmente chamada de Comunidade Econômica Europeia (CEE), estabelecida pelo Tratado da União Europeia, é constituída atualmente por 27 países membros. Com o fim da Segunda Guerra Mundial não se viam melhoramentos no relacionamento entre a França e a Alemanha, Jean Monnet, um construtor e negociador da paz, propõe ao Ministro dos Negócios Estrangeiros Frances, Robert Schuman e ao Chanceler alemão, Konrad Adenauer, criar um interesse comum, o mercado do carvão e do aço. Em Abril de 1950 foi assinado o Tratado entre a França, a Alemanha, a Itália, os Países Baixos, a Bélgica e o Luxemburgo. E deu-se o inicio à União Europeia!
  4. 4. Crise na União europeia No plano econômico mundial, o ano de 2012 foi marcado pela crise econômica na União Europeia. Em função da globalização econômica que vivemos na atualidade, a crise se espalhou pelos quatro cantos do mundo, derrubando índices das bolsas de valores e criando um clima de pessimismo na esfera econômica mundial.
  5. 5. A NOVA MOEDA PARA A UNIÃO EUROPEIA! As primeiras quatro letras da palavra EUROPA formam o nome da nova moeda. SÍMBOLO
  6. 6. A Zona do Euro A zona do euro – ou área do euro – corresponde aos países-membros da União Europeia (UE) que adotaram o euro como moeda oficial, ou seja, é uma espécie de União Monetária que existe dentro desse bloco econômico, haja vista que nem todos os seus países-membros utilizam essa moeda comum. Além disso, existem ainda países que não são membros da União Europeia que também adotaram o euro oficialmente.
  7. 7. A implantação do euro como moeda única passou por duas fases. A primeira fase marcou a utilização da moeda restritamente ligada às relações comerciais e financeiras, como bancos e bolsas de valores, ou seja, sem a circulação de moeda corrente. Nessa etapa o euro tinha caráter escritural, fato que aconteceu doravante ao dia 1° de janeiro de 1999. As moedas usadas nesse período foram as dos países integrantes. Na segunda fase, a moeda começou a circular a partir de 1° de janeiro de 2002. Inicialmente, a moeda foi usada por 12 países.
  8. 8. Atualmente são 19 estados membros da União Europeia (considerados membros oficiais) que fazem parte da Zona do Euro. Existem também países e territórios que não fazem parte da União Europeia mas que usam o Euro como moedas oficiais.
  9. 9. Países da Zona do Euro (pertencentes a União Europeia): - Alemanha - Áustria - Bélgica - Chipre - Eslováquia - Eslovênia - Espanha - Estônia - Finlândia - França - Grécia - República da Irlanda - Itália - Luxemburgo - Malta - Países Baixos - Portugal - Letônia - Lituânia
  10. 10. O euro é usado diariamente por 332 milhões de europeus. A moeda também é a segunda maior reserva monetária internacional e a segunda maior comercial, atrás somente do dólar americano. Apesar disso, a Europa enfrenta desde 2009 uma crise de débitos que ameaça a estabilidade do bloco, obrigando os governos a fazer reformas impopulares. Em 2012, o desafio dos líderes europeus será manter todos os países integrantes da Zona do Euro, de modo a impedir o enfraquecimento da aliança.
  11. 11. Mapa dos países que adotaram o euro como moeda oficial
  12. 12. O euro é gerido e regulamentado pelo Banco Central Europeu, sendo também coordenado nos bancos centrais de cada país que o adota. As articulações entre essas entidades são chamadas de Eurosistema. Apesar das recentes oscilações econômicas concernentes à crise que atingiu o euro nos últimos anos, é válido mencionar que essa moeda não perdeu a sua importância, sendo ainda a segunda maior do mundo em poder e importância, atrás apenas do dólar.
  13. 13. Problemas econômicos Desde 2008 a Zona do Euro vem sofrendo dificuldades econômicas em função da crise mundial que teve início nos Estados Unidos e se espalhou pelos quatro cantos do mundo. Um dos principais problemas é o elevado déficit público presente em grande parte dos países, sendo mais grave na Grécia, Itália e Espanha. Outro problema econômico sério na Zona do Euro é o elevado índice de desemprego, principalmente entre os jovens. Em maio de 2013, o desemprego na Zona do Euro atingiu 12,1%. Entre as pessoas até 25 anos, o índice chegou a 23,8% neste mesmo período.
  14. 14. Crise do Euro União monetária faz dez anos na Europa Há dez anos, em 1º de janeiro de 2002, entrou oficialmente em circulação o euro, a moeda única corrente em países que compõem a União Europeia (EU). Na época, o lastro monetário simbolizava a integração do continente que, no século 20, enfrentou duas guerras mundiais e uma divisão ideológica que quase provocou uma terceira. Hoje, porém, o euro é sinônimo de incertezas, numa crise que ameaça a futuro da segunda maior economia do planeta.
  15. 15. Desde 1999, a moeda que passou a ser usada pelos europeus há uma década já era corrente entre os mercados financeiros. Nesse ano, os governos aboliram moedas locais como o marco alemão, a lira italiana, a peseta espanhola e o franco (belga e francês) nas transações comerciais entre países. O objetivo era unir mais as nações, em um bloco com maior representação política, e gerar mais desenvolvimento econômico, pois o sistema monetário integrado facilitaria o comércio e os negócios entre os países. Nos primeiros anos, tudo caminhava bem e os europeus estavam entusiasmados com a novidade. E, mesmo não correspondendo às projeções mais otimistas, houve crescimento de até 15% na economia da UE. Outro benefício da adoção da moeda única foi o controle da inflação, que em média não ultrapassa os 2%. Empresas também pouparam dinheiro com os custos de transações cambiais – somente na indústria automobilística, a economia chegaria a 500 milhões de euros por ano.
  16. 16. Grécia Os problemas começaram com a crise econômica de 2008, que atingiu o “calcanhar de Aquiles” da Zona do Euro. Em uma década de moeda única, não houve uma política fiscal comum que regulasse o mercado, deixando o sistema exposto a especulações de alto risco e endividamento desmedido dos Estados. O colapso iniciou-se na Grécia, berço da democracia ocidental. O país gastou muito além do que seu orçamento permitia em programas sociais, na folha de pagamento dos servidores públicos, em pensões e outros benefícios. Para pagar as contas, o Estado adquiriu empréstimos junto a instituições bancárias. A dívida pública grega atingiu 124,9% do PIB (Produto Interno Bruto), mais do que o dobro permitido na Eurozona (60%). O déficit no orçamento, isto é, a diferença de quanto o país gasta e quanto arrecada, correspondia a 13,6% do PIB grego em 2009, índice mais de quatro vezes a porcentagem tolerada de 3%.

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