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História do Brasil - Prof. Alexandre Morais

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Apresentação da primeira aula-palestra de História do Brasil do professor Alexandre Morais. Assuntos: Brasil Pré-Cabralino (Pindorama), Brasil Colonial, Economia Colonial, As rebeliões na colônia

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  • Boa tarde, prof. Alexandre. Meu nome é Alessandra, profa. de História na rede pública em Belo Horizonte. Gostei muito de sua apresentação e gostaria de passar para os meus alunos, caso vc venha a disponibilizá-la. Desde já agradeço a atenção. E-mail: ale.hist.escola@gmail.com
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História do Brasil - Prof. Alexandre Morais

  1. 1. Históriado Brasil<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  2. 2. Pindorama, o Brasil dos índios<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  3. 3. Prof. Alexandre Morais<br />Os Tupinambás<br />Pajelança e Antropofagia<br />Guerra e Religião<br />A Terra Sem Mal<br />Antropófagos , mas não canibais<br />
  4. 4. Tupinambá<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  5. 5. Arte Indígena<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  6. 6. Michel de Montaigne: Dos Canibais<br />Jean-Jacques Rousseau e a <br />teoria do Bom Selvagem<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  7. 7. Modernismo<br />Prof. Alexandre Morais<br />Abaporu, uma de suas obras mais conhecidas e um ícone do Modernismo brasileiro. Óleo sobre tela, 1928<br />Antropofagia , Tarsila do Amaral<br />
  8. 8. A situação atual dos índios do Brasil<br />De acordo com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 345.000 indivíduos, representando 0,2% da população brasileira. Este dado considera apenas aqueles que vivem em aldeias. Há, contudo, estimativas de que existam 190 mil vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas.<br />A população indígena no País vem aumentando de forma contínua, a uma taxa de crescimento de 3,5% ao ano. Esse número tende a crescer devido à continuidade dos esforços de proteção dos índios brasileiros, queda dos índices de mortalidade, em razão da melhora na prestação de serviços de saúde, e de taxas de natalidade superiores à média nacional. Existem cerca de 53 grupos ainda não contatados, além daqueles que esperam reconhecimento de sua condição indígena junto ao órgão federal indigenista FUNAI.<br />Cerca de 60% dos índios do Brasil vive na região designada como Amazônia Legal.<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  9. 9. Prof. Alexandre Morais<br />Expansão ultramarina - séc. XV-XVI<br />
  10. 10. Prof. Alexandre Morais<br />
  11. 11. O Imaginário Português no Novo Mundo<br />Maravilhas e mistérios<br />Edenismo<br />A Carta de Pero Vaz de Caminha<br />Sem F, Sem L, Sem R<br />O Batismo da Terra (missão civilizatória)<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  12. 12. Prof. Alexandre Morais<br />
  13. 13. A Primeira Missa no Brasil, Victor Meireles (1861)<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  14. 14. Brasil Colonial (1500/1822)<br />O Projeto Colonizador Português no Novo Mundo<br /><ul><li>1530 – Martim Afonso de Sousa
  15. 15. 1534 – Capitanias Hereditárias
  16. 16. 1548 – Governo Geral</li></ul>Prof. Alexandre Morais<br />
  17. 17. Capitanias Hereditárias<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  18. 18. Prof. Alexandre Morais<br />
  19. 19. FransPost (1612/1680)<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  20. 20. Albert Eckhout<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  21. 21. O Brasil dos Escravos<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  22. 22. Escravidão Indígena<br />Uso da escravidão indígena na lavoura canavieira e em outras atividades<br />Conflitos entre colonos e jesuítas<br />1570 – proibição da escravidão do gentio<br />Guerra Justa e Tropas de Resgate<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  23. 23. Guerra Justa<br />Tropas de Resgate<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  24. 24. Prof. Alexandre Morais<br />
  25. 25. Prof. Alexandre Morais<br />Principais regiões fornecedoras <br />de escravos para o Brasil<br />
  26. 26. A Escravidão Negra<br />escravos do campo<br />escravos domésticos  <br />escravos de ofício<br />escravos de aluguel<br />escravos de/ao ganho<br />Protocampesinato<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  27. 27. Fugas e Rebeliões<br />Resistências individuais e coletivas<br />Banzo<br />Quilombos ou mocambos<br />Haitianismo e Medo Branco<br />Revolta dos Malês(1835)<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  28. 28. Cartaz oferece recompensa por escravo fugido em 1854, no Rio de Janeiro; Gilberto Freyre analisou anúncios<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  29. 29. Vende-se para o mato uma preta da costa de idade de quarenta e tantos annos, muito sadia e bastante robusta, sebe bem lavar e cozinhar o diário de uma casa, vende-se em conta por haver precisão, NO BECO lARGO, N. 2, NA MESMA CASA VENDE-SE UMA TARTARUGA VERDADEIRA.<br />_ Vende-se uma escrava muito moça, bonita figura, sabe cosinhar e engommar e é um perfeita costureira, propria para qualquer modista: na botica de Joaquim Ignacio Ribeiro Junior, na praça da Boa-Vista.<br />_ Vende-se um bom escravo de meia idade por commodo preço: na rua da Praia n. 47, primeiro andar.<br />_ Vende-se um mulato de 22 annos de idade, bom alfaiate, e bom boleeiro, e um negro tambem do mesma idade, e uma negra de meia idade, que cozinha muito bem, e coze, de muito boa conducta, e outra negra de 22 annos, que cozinha muito bem: na rua do Livramento n.4<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  30. 30. Debret<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  31. 31. Prof. Alexandre Morais<br />Rugendas<br />
  32. 32. Economia Colonial<br />Houve o predomínio do sistema de PLANTATION?<br />A diversidade da produção econômica colonial<br />Trabalhadores Livres, Libertos e Escravos<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  33. 33. Prof. Alexandre Morais<br />
  34. 34. vProf. Alexandre Morais<br />O Engenho<br />
  35. 35. Prof. Alexandre Morais<br />
  36. 36. Prof. Alexandre Morais<br />
  37. 37. O Ouro<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  38. 38. Vida Urbana e Miséria <br />na Minas Gerais<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  39. 39. O Barroco nas Minas Gerais<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  40. 40. Prof. Alexandre Morais<br />
  41. 41. Cultos e Devoções nos Trópicos<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  42. 42. A Igreja Católica e o Catolicismo nos Trópicos<br />Europa (séc. 16): Reforma e Contrarreforma<br />As Ordens Religiosas<br />As Missões ou Reduções<br />Educação (Confrarias do Menino Jesus)<br />As Irmandades<br />Inquisição e Repressão Religiosa<br />Escapulário e Mandingas<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  43. 43. Prof. Alexandre Morais<br />
  44. 44. Prof. Alexandre Morais<br />Judeus e Cristãos-Novos<br />1497 – expulsão ou conversão dos judeus em Portugal<br />Criptojudaísmo e repressão religiosa na América portuguesa<br />
  45. 45. Santidades Indígenas<br />Idolatrias e Milenarismos<br />Santidade de Jaguaripe<br />Sincretismo e Resistência<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  46. 46. Candomblé<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  47. 47. Cultos Afrobrasileiros: do calundu ao candomblé<br />Orixás <br />Acotundá<br />Calundu<br />Mandingas<br />Sincretismo<br />Irmandade de Nª Sra. do Rosário dos Homens Pretos<br />Candomblé<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  48. 48. Orixás<br />Exu, orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas, mensageiro divino dos oráculos.<br />Ogum, orixá do ferro, guerra, fogo, e tecnologia, deus da sobrevivência.<br />Oxóssi, orixá da caça e da fartura.<br />Xangô, orixá do fogo e trovão, protetor da justiça e protetor dos genitais masculinos<br />Oyá ou Iansã, orixá feminino dos ventos, relâmpagos e tempestades. Também é a orixá das paixões.<br />Oxum, orixá feminino dos rios, do ouro, deusa das riquizasmaterias e espirituiais, dona do amor e da beleza, protege bebês e recém-nascidos.<br />Iemanjá, orixá feminino dos mares e limpeza, mãe de muitos orixás. Dona da fertilidade feminina e do psicológico dos seres humanos.<br />Oxalá, orixá do Branco, da Paz, da Fé.<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  49. 49. Presentes no Brasil durante todo período colonial, os rituais de fé africanos ganharam seu primeiro templo no início do século XIX, erguido nos fundos de uma igreja em Salvador<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  50. 50. Conflitos e Revoltas na Colônia<br />A revolta de Beckman (1684)<br />A Guerra dos Emboabas (1707/1709)<br />A guerra dos Mascates (1710) <br />A revolta de Vila Rica ou de Filipe dos Santos (1720) <br />A Inconfidência Mineira - 1789<br />A Conjuração Baiana - 1798<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  51. 51. Prof. Alexandre Morais<br />QUADRO COMPARATIVO: CONJURAÇÃO BAIANA E INCONFIDÊNCIA MINEIRA<br />
  52. 52. A Conjuração Baiana - 1798<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  53. 53. A Construção do Mito de Tiradentes<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  54. 54. Tiradentes Esquartejado, 1893,<br />Prof. Alexandre Morais<br />
  55. 55. 21 de abril<br />Prof. Alexandre Morais<br />

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