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Primavera Marcelista

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Primavera Marcelista - Areal Editora

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Primavera Marcelista

  1. 1. A PRIMAVERA MARCELISTA
  2. 2. A PRIMAVERA MARCELISTA A CHEGADA AO PODER - 1968
  3. 3. A PRIMAVERA MARCELISTA A CHEGADA AO PODER - 1968 Na sequência de uma queda, Oliveira Salazar ficou incapacitado de governar e foi substituído por Marcello Caetano no cargo de Presidente do Conselho de Ministros.
  4. 4. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | As lutas estudantis Crise académica de 1969, Coimbra.
  5. 5. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | As lutas estudantis O estudante de Direito Jaime Gama (Presidente da Assembleia da República 2005-2011) dirigindo uma reunião de alunos na Universidade de Lisboa.
  6. 6. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | A guerra colonial e as pressões internacionais Embarque das tropas portuguesas.
  7. 7. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | A guerra colonial e as pressões internacionais
  8. 8. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | A guerra colonial e as pressões internacionais
  9. 9. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | A guerra colonial e as pressões internacionais Organização das Nações Unidas (ONU)
  10. 10. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | A oposição política Em 1969 a Oposição concorre às eleições, dividida nos grandes centros de Lisboa e do Porto em CEUD (socialistas) e CDE (pró-comunistas).
  11. 11. A PRIMAVERA MARCELISTA AS QUESTÕES DO MOMENTO | A oposição política
  12. 12. A PRIMAVERA MARCELISTA UM OBJETIVO FUNDAMENTAL … Com o objetivo de obter um consenso nacional, Marcello Caetano, ao assumir o governo, passou a desenvolver uma política simultaneamente conservadora, prometendo a continuidade do regime, e renovadora, anunciando a modernização do país – a chamada evolução na continuidade.
  13. 13. A PRIMAVERA MARCELISTA UM OBJETIVO FUNDAMENTAL … “Em tal situação de emergência há que continuar a pedir sacrifícios a todos, inclusive nalgumas liberdades que se desejava ver restauradas. (…) Disse há pouco da minha preocupação imediata em assegurar a continuidade. (…) Mas continuar implica uma ideia de movimento, de sequência e de adaptação. A fidelidade à doutrina brilhantemente ensinada pelo doutor Salazar não deve confundir-se com o apego obstinado a fórmulas ou soluções que ele algum dia haja adotado.” Marcello Caetano, discurso de posse como Presidente do Conselho de Ministros, 27 de setembro de 1968.
  14. 14. A PRIMAVERA MARCELISTA A DEMOCRATIZAÇÃO ADIADA Teve assim o condão de não agradar a ninguém, a não ser quem sabe, o Portugal profundo. Ana Maria Caetano, in Marcello Caetano – Tempos de transição, 2012.
  15. 15. A PRIMAVERA MARCELISTA

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