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Orientador estudo - A Cultura do Senado

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Destinado a apoiar as aprendizagens.

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Orientador estudo - A Cultura do Senado

  1. 1. Orientador de Estudo HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES Profª Cristina Barcoso Lourenço, Carla Leite MÓDULO 2 A CULTURA DO SENADO Recursos para o estudo: guiões de trabalho, vídeos e apresentações disponibilizadas. Consultar a plataforma moodle do Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira. - https://moodle.agr-tc.pt/moodle/login/index.php e manual escolar. EU SEI… Eu avalio as minhas aprendizagens Tempo: Século I a.C. / I d.C. - O século de Augusto. 1. Localizar no tempo e no espaço a civilização romana. 2. Descrever a evolução política da civilização romana. 3. Conhecer as causas da expansão de Roma. 4. Indicar os fatores de integração/coesão dos povos conquistados no Império Romano. 5. Explicar o conceito de Romanização. 6. Analisar de que modo os Romanos conseguiram construir e dominar o maior e mais vasto império da Antiguidade Clássica. 7. Evidenciar a ação de Augusto no domínio hegemónico de Roma sobre todo o espaço geográfico do Mediterrâneo – o mare nostrum . 8. Justificar a designação “século de Augusto”. Espaço: Roma A planta da urbs. Ruas, praças, templos, casas, … os banhos, o Coliseu. O modelo urbano no Império. 9. Localizar Roma no espaço. 10. Conhecer a lenda da fundação de Roma. 11. Descrever a evolução da cidade de Roma: de uma pequena cidade à grande cidade sede do império romano (modelo administrativo, urbanístico e civilizacional). 12. Identificar espaços públicos existentes em Roma: templos, aquedutos, termas, anfiteatros, teatros, fórum… 13. Descrever a função do fórum. 14. Interpretar a planta dos espaços urbanos: os eixos viários cardo e decumano. 15. Caracterizar o urbanismo romano. 16. Compreender o modelo urbano do Império. 17. Explicar a importância do modelo urbano nas cidades do Império: ruas, praças, templos, casas, banhos, o Coliseu. 18. Relacionar a monumentalidade da arquitetura e do urbanismo romanos com a expansão imperial, identificando tipologias dos edifícios públicos. 19. Reconhecer o progresso urbanístico da civilização romana como fator de desenvolvimento económico, social e cultural, e um instrumento político de afirmação da soberania de Roma. Local: O Senado A lei, da República ao Império. Os senadores e o cursus honorum. A retórica. 20. Analisar a sociedade romana. 21. Explicar o funcionamento da República: órgãos e funções. 22. Descrever o cursus honorum e respetivas magistraturas. 23. Enquadrar o Senado na organização política de Roma, como a mais alta autoridade do Estado. 24. Identificar as principais funções do Senado. 25. Identificar a composição do Senado na República e no Império. 26. Descrever os poderes do Senado na República e no Império. 27. Relacionar a oratória com o Senado. 28. Definir Direito romano. 29. Indicar as características e as fontes da lei romana. 30. Explicar a relevância do Direito Romano na construção e manutenção do Império Romano, funcionando a Lei romana como fator de coesão social e de aglutinação das diversas cultu- ras integradas no Império. Biografia: O romano Octávio (63 a.C. -14 d.C.) Octávio, uma dinastia que chega ao poder. Ser romano e imperador. As realizações de Octávio. 31. Explicar como Octávio César Augusto alcançou o poder em Roma. 32. Descrever a ação de Octávio César Augusto nos planos militar, político, social, cultural e religioso. 33. Identificar dos poderes de Augusto. 34. Evidenciar a importância, o sentido e o significado da ação militar, política, social e cultural de Otávio para a estabilização do Império. Acontecimento: O Incêndio de Roma (64) por Nero (54-68) Porquê incendiar Roma? A Roma e os 35. Caracterizar as circunstâncias históricas e políticas que conduziram ao incêndio de Roma. 36. Identificar os motivos que levaram à atribuição do incêndio a Nero. 37. Analisar o papel de Nero no episódio do “incêndio”, interpretar o seu significado, e avaliar as suas consequências sociais e políticas. 38. Descrever as alterações que o incêndio trouxe à cidade de Roma.
  2. 2. romanos que arderam. Nero, o herói do incêndio. Sintese 1 A língua latina. A construção do latim. O latim de Cícero. O latim do limes. 39. Descrever a evolução do latim ao longo da civilização romana. 40. Compreender a construção do latim: do latim erudito ao latim do limes. 41. Reconhecer o latim com modelo de civilização imposto pelos romanos. 42. Explicar a relevância do latim na construção e manutenção do Império Romano. Sintese 2 O ócio Os tempos do lúdico. Os jogos do Circo. A preocupação com as artes. 43. Relacionar a paz e a prosperidade económica com a prática do ócio pelos romanos. 44. Apresentar as principais influências nos hábitos e costumes romanos. 45. Caracterizar as atividades lúdicas na Roma Antiga, das artes aos jogos do Circo. 46. Compreender, a partir de edifícios públicos e privados, que tipo de cultura do ócio foi desen- volvido pelos romanos. Arquitetura. Entre o belo e o útil. 47. Compreender a arquitetura romana como reflexo do carácter de um povo e de uma civilização. 48. Entender as contribuições dos patrimónios etrusco e grego para a formulação da arquitetura grega. 49. Caracterizar a arquitetura romana como um desenvolvimento retórico e expressivo da arquitetura helenística. 50. Caracterizar os conceitos de utilitarismo, grandiosidade, pragmatismo e racionalismo que fundamentaram a arquitetura romana. 51. Evidenciar o fórum como síntese da arquitetura e da civilização romana. 52. Relacionar a monumentalidade da arquitetura e do urbanismo romanos com a expansão imperial, identificando tipologias dos edifícios públicos. 53. Compreender as características essenciais da arquitetura romana: utilidade, grandiosidade e avanços tecnológicos, percebendo de que modo o urbanismo era uma materialização do Imperium. 54. Compreender, a partir de edifícios públicos e privados, que tipo de cultura do ócio foi desen- volvido pelos romanos. 55. Identificar materiais, técnicas e tipologias da construção romana. 56. Reconhecer principais edifícios e núcleos arquitetónicos. 57. Caracterizar a domus e a villa no contexto da arquitetura doméstica. 58. Enquadrar a arquitetura doméstica no luxo e requinte do quotidiano das famílias patrícias. 59. Compreender a organização física e funcional de uma domus. Escultura. O homem enquanto indivíduo. 60. Reconhecer elementos formais e plásticos da escultura etrusca na formulação da escultura romana. 61. Identificar funções, temas e valores plásticos da escultura romana. 62. Evidenciar características formais, plásticas e estéticas da escultura romana; o sentido comemorativo da escultura. 63. Compreender o retrato enquanto género característico da escultura. 64. Analisar as características formais e estéticas da escultura romana e as suas dimensões de individualismo, realismo e idealização. Pintura e o mosaico. A vida enquanto forma de arte. 65. Compreender a pintura e o mosaico não só como um enriquecimento do espaço arquitetónico, como também enquanto fixação do quotidiano. 66. Evidenciar os primeiros ensaios da representação perspetivada do espaço na pintura. 67. Sistematizar os quatro estilos na evolução da pintura. 68. Caracterizar os temas e valores plásticos desenvolvidos no mosaico. 69. Compreender as caraterísticas essenciais da pintura romana a partir da análise de exemplos dos frescos de Pompeia. 70. Referir as características da arte do mosaico. 1º Caso prático - A Coluna de Trajano (98-117). A função comemorativa das colunas. A narrativa da Coluna de Trajano. Uma linguagem escultórica. 71. Caracterizar a coluna enquanto forma arquitetónica. 72. Descrever a coluna de Trajano. 73. Explicar a função comemorativada coluna de Trajano. 74. Analisar os temas, significados e valores plásticos patentes na Coluna de Trajano. 2º Caso Prático - Frescos de Pompeia (79). O cataclismo de Pompeia. Habitações com cor e imaginação decorativas. Os conteúdos dos frescos. 75. Contextualizar o cataclismo de Pompeia devido à erupção do Vesúvio. 76. Descrever a importância dos frescos de Pompeia no estudo da vida dos romanos. 77. Caracterizar temas, técnicas e valores plásticos dos frescos de Pompeia. 78. Distinguir os 4 estilos de frescos (incrustação, ornamental, cenográfico e arquitetónico).
  3. 3. 3.º Caso prático Anfiteatro Flávio, Roma (72 d.C.) Arquitetura, ócio e espetáculo. A gestão das multidões. Da técnica à forma. O Anfiteatro Flávio como espaço retórico. 79. Descrever o Anfiteatro Flávio. 80. Analisar a função do Anfiteatro Flávio. 4.º Caso prático Aqueduto de Segóvia (provavelmente do séc. I d.C.). 81. Descrever o Aqueduto de Segóvia. 82. Analisar a função do Aqueduto de Segóvia.

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