MARKETING	
  
EMPREENDEDOR	
  
 Uma	
  nova	
  visão	
  do	
  marke;ng	
  nas	
  
         pequenas	
  empresas	
  
Aluno:	
  Cris;ano	
  Tossulino	
  Machado	
  

Professor	
  Orientador:	
  Valmor	
  RosseHo	
  


                 FAE
 ...
TEMA	
  E	
  PROBLEMA	
  DE	
  PESQUISA	
  

   O	
  Marke(ng	
  Tradicional	
  surgiu	
  para	
  guiar	
  as	
  
grandes	...
Obje;vo	
  Geral	
  

     Determinar	
  o	
  que	
  é	
  o	
  Marke(ng	
  
Empreendedor,	
  porque	
  ele	
  é	
  diferen...
Obje;vos	
  Específicos	
  
  	
   Caracterizar	
   o	
   Marke(ng	
   Empreendedor,	
   iden(ficando	
   as	
  
principais...
Jus;fica;va	
  
  	
   Os	
   estudos	
   sobre	
   o	
   tema	
   Marke(ng	
  
Empreendedor	
   são	
   rela(vamente	
   ...
METODOLOGIA	
  
  	
   O	
   (po	
   de	
   pesquisa	
   escolhida	
   para	
   a	
  
realização	
  deste	
  trabalho	
  ...
FUNDAMENTAÇÃO	
  TEÓRICA	
  
MICRO	
  E	
  PEQUENAS	
  EMPRESAS	
  
 Microempresas	
  –	
  Faturamento	
  bruto	
  anual	
  até	
  R$	
  240.000,00	
 ...
  s	
   micro	
   e	
   pequenas	
   empresas	
   vêm	
   ganhando	
   cada	
  
  A
vez	
   mais	
   destaque	
   no	
   ...
 	
   É	
   inegável	
   a	
   importância	
   das	
   MPEs	
   para	
   o	
  
crescimento	
   econômico,	
   muitas	
   ...
CONCEITOS	
  DE	
  MARKETING	
  
 De	
  modo	
  geral,	
  o	
  marke(ng	
  surgiu	
  para	
  incen(var	
  a	
  
  	
  
economia	
   de	
   consumo,	
   a	...
São	
  muitas	
  as	
  definições	
  de	
  
  marke(ng	
  descritas	
  por	
  vários	
  
autores.	
  Selecionaram-­‐se	
  a...
Segundo	
  Kotler	
  (2000,	
  p.	
  30),	
  marke(ng	
  pode	
  ser	
  
definido	
  como:	
  “Marke(ng	
  é	
  um	
  proce...
Segundo	
  o	
  SEBRAE	
  (2008	
  p.	
  14),	
  “De	
  forma	
  geral,	
  
 o	
  marke(ng	
  é	
  o	
  processo	
  de	
  ...
Levir	
  (1990),	
  um	
  clássico	
  da	
  literatura	
  de	
  
 marke(ng,	
  não	
  chega	
  a	
  dar	
  uma	
  definição...
Segundo	
  a	
  Associação	
  Americana	
  de	
  Marke(ng	
  
   (2007),	
  marke(ng	
  pode	
  ser	
  definido	
  como	
  ...
Para	
  Kotler	
  (2000),	
  as	
  empresas	
  passam	
  por	
  três	
  
         estágios	
  baseados	
  nas	
  prá(cas	
...
Como	
  nem	
  todas	
  as	
  MPEs	
  crescem	
  e	
  se	
  
profissionalizam,	
  muitas	
  dessas	
  não	
  saem	
  do	
  ...
CONCEITOS	
  DE	
  
EMPREENDEDORISMO	
  
Os	
  estudos	
  de	
  empreendedorismo	
  
     também	
  servem	
  de	
  base	
  para	
  
estudarmos	
  o	
  marke(ng	
 ...
Por	
  volta	
  do	
  ano	
  de	
  1725,	
  Richard	
  
  Can(lion	
  dis(ngui	
  o	
  empreendedor	
  
daquele	
  que	
  ...
Em	
  1934,	
  Shumpeter	
  (1988)	
  definiu	
  o	
  
    empreendedor	
  como	
  	
  um	
  sujeito	
  
 inovador,	
  que	...
Peter	
  Drucker,	
  afirmou	
  que	
  
empreendedor	
  não	
  é	
  o	
  sujeito	
  que	
  abre	
  
uma	
  empresa,	
  mas	...
Depois	
  de	
  quase	
  três	
  séculos	
  de	
  estudos	
  
 sobre	
  o	
  empreendedorismo	
  no	
  mundo,	
  
no	
  Br...
MARKETING	
  E	
  EMPREENDEDORISMO	
  
Os	
  Estados	
  Unidos	
  foram	
  os	
  pioneiros	
  na	
  publicação	
  
   de	
  trabalhos	
  cienYficos	
  que	
  trat...
Principais	
  autores:	
  
  arson	
   (1990)	
   enfa(za	
   em	
   suas	
   pesquisas	
   o	
  
  C
marke(ng	
   em	
  ...
MARKETING	
  EMPREENDEDOR	
  
 Campo	
  de	
  estudo	
  amplo;	
  
 	
  

  	
   Associa	
   conceitos	
   até	
   então	
   estudados	
  
separadamen...
O	
  modelo	
  econômico	
  	
  Americano	
  é	
  enraizado	
  nas	
  
forças	
  associadas	
  com	
  a	
  filosofia	
  da	
...
Nas	
  palavras	
  de	
  Burskirk	
  e	
  Lavik	
  (2004),	
  	
  	
  	
  	
  
  “o	
  estudo	
  do	
  marke(ng	
  empreen...
Duas	
  correntes	
  principais	
  
  ara	
   Carson	
   (1990),	
   o	
   marke(ng	
   empreendedor	
   é	
  
   P
f r u...
Carson	
  (1990),	
  dividiu	
  as	
  estratégias	
  de	
  
Marke(ng	
  das	
  MPEs	
  em	
  quatro	
  estágios:	
  

    ...
Nas	
  palavras	
  de	
  Carson	
  (1990),	
  os	
  teóricos	
  
      deveriam	
  ter	
  cuidado	
  para	
  não	
  cri(ca...
Aprofundando	
  o	
  tema,	
  Stokes	
  (2000a,	
  2000b)	
  
  direcionou	
  sua	
  atenção	
  aos	
  gestores	
  com	
  ...
Para	
  Stokes	
  (2000b),	
  o	
  processo	
  de	
  marke(ng	
  
  empreendedor	
  está	
  in(mamente	
  ligado	
  à	
  
...
Conforme	
  Stokes	
  (2000b)	
  o	
  processo	
  de	
  marke(ng	
  
empreendedor	
  divide-­‐se	
  nas	
  etapas	
  descr...
O	
  marke(ng	
  empreendedor	
  é	
  quase	
  100%	
  
 intui(vo,	
  pouco	
  analí(co,	
  em	
  constante	
  
     inter...
 Figura	
  1	
  –	
  Marke;ng	
  empreendedor	
  segundo	
  Stokes	
  (2000a,	
  2000b).	
  
De	
  modo	
  geral,	
  a	
  literatura	
  considera	
  que	
  
muitos	
  aspectos	
  do	
  marke(ng	
  empreendedor	
  
e...
CONCLUSÃO	
  E	
  
RECOMENDAÇÕES	
  
O	
  obje(vo	
  geral	
  desta	
  pesquisa	
  foi	
  alcançado,	
  
 pois,	
  com	
  a	
  pesquisa	
  bibliográfica	
  real...
Os	
  obje(vos	
  específicos	
  também	
  foram	
  alcançados.	
  
       Os	
  obje(vos	
  específicos	
  cons(tuíram-­‐se...
De	
  maneira	
  geral	
  conclui-­‐se	
  que	
  o	
  
marke(ng	
  tradicional	
  que	
  fora	
  criado	
  para	
  
aplica...
Deve-­‐se	
  acrescentar	
  que	
  pequenas	
  
empresas	
  têm	
  recursos	
  escassos,	
  sejam	
  eles	
  
financeiros	
...
Devido	
  ao	
  aumento	
  da	
  importância	
  das	
  micro	
  e	
  pequenas	
  
 empresas	
  para	
  as	
  economias,	
 ...
Sugere-­‐se	
  também	
  a	
  ampliação	
  do	
  
estudo	
  sobre	
  o	
  tema,	
  observando-­‐se	
  a	
  
 influência	
  ...
Por	
  fim	
  sugere-­‐se	
  também	
  a	
  ampliação	
  dos	
  
estudos	
  rela(vos	
  à	
  comunicação	
  boca	
  a	
  bo...
MUITO	
  OBRIGADO	
  !	
  

   Cris(ano	
  T.	
  Machado	
  
    cmachado@pr.sebrae.com.br	
  

www.marke(ngempreendedor.c...
MARKETING EMPREENDEDOR - Apresentação - Trabalho de conclusão de curso do MBA Executivo In Management FAE Business School
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

MARKETING EMPREENDEDOR - Apresentação - Trabalho de conclusão de curso do MBA Executivo In Management FAE Business School

12,463 views

Published on

Slides da apresentação do meu trabalho de conclusão de curso do MBA Executivo In Managemet da FAE Business School.

Published in: Business
0 Comments
3 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
12,463
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
326
Actions
Shares
0
Downloads
170
Comments
0
Likes
3
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

MARKETING EMPREENDEDOR - Apresentação - Trabalho de conclusão de curso do MBA Executivo In Management FAE Business School

  1. 1. MARKETING   EMPREENDEDOR   Uma  nova  visão  do  marke;ng  nas   pequenas  empresas  
  2. 2. Aluno:  Cris;ano  Tossulino  Machado   Professor  Orientador:  Valmor  RosseHo   FAE CENTRO UNIVERSITÁRIO
  3. 3. TEMA  E  PROBLEMA  DE  PESQUISA   O  Marke(ng  Tradicional  surgiu  para  guiar  as   grandes  empresas  e  corporações.  As  ferramentas   tradicionais  precisam  se  adaptadas  para  a   u(lização  nas  Pequenas  Empresas  
  4. 4. Obje;vo  Geral   Determinar  o  que  é  o  Marke(ng   Empreendedor,  porque  ele  é  diferente  do   Marke(ng  tradicional  e  como  ele  pode   auxiliar  na  gestão  de  Pequenas  Empresas  
  5. 5. Obje;vos  Específicos       Caracterizar   o   Marke(ng   Empreendedor,   iden(ficando   as   principais   ferramentas   e   como   estas   podem   auxiliar   na   gestão   de   micro  e  pequenas  empresas;       Descrever   como   é   feito   no   Marke(ng   Empreendedor   o   desenvolvimento   de   produtos   e   serviços,   inovação   em   produtos   e   serviços,  obtenção  de  novos  clientes/mercados  e  comunicação  boca   a  boca;       Explicar  a  importância  das  redes  de  relações  de  empreendedores   para   a   realização   do   Marke(ng   Empreendedor   em   Pequenas   Empresas.  
  6. 6. Jus;fica;va       Os   estudos   sobre   o   tema   Marke(ng   Empreendedor   são   rela(vamente   novos   no   mundo   e   escassos   no   Brasil,   o   que   jus(fica   este   estudo.         Os   estudos   sobre   Marke(ng   Empreendedor   podem   gerar   novos   conhecimentos   e   auxiliar   futuros   empresários   e   as   MPEs   já   existentes   a   profissionalizarem  a  gestão  de  suas  empresas.  
  7. 7. METODOLOGIA       O   (po   de   pesquisa   escolhida   para   a   realização  deste  trabalho  foi  a  exploratória.    Dentro  da  pesquisa  exploratória,  u(lizou-­‐se     o  método  da  pesquisa  bibliográfica.                           A  pesquisa  bibliográfica  é  definida  Mar(ns  (2000,  p.  29)  “[...]   como  o  estudo  para  conhecer  contribuições  cienYficas  sobre  determinado   assunto”.    
  8. 8. FUNDAMENTAÇÃO  TEÓRICA  
  9. 9. MICRO  E  PEQUENAS  EMPRESAS    Microempresas  –  Faturamento  bruto  anual  até  R$  240.000,00      Pequenas  empresas  –  Faturamento  bruto  anual  até  R$  2.400.000,00                              Lei  Federal  n.  9.841/99  –  Estatuto  da  Micro  e  Pequena  Empresa     modificada  pelo  Decreto  n.  5.028/04    Empreendedor  Individual  –  Faturamento  bruto    anual  até  R$  36.000,00                                                  Lei  Complementar  n.  128  de  19/12/2008    
  10. 10.   s   micro   e   pequenas   empresas   vêm   ganhando   cada   A vez   mais   destaque   no   cenário   econômico   nacional   e   internacional,   devido   a   importante   contribuição   para   a   economia  dos  países.  No  Brasil,  segundo  o  SEBRAE,  elas   correspondem  a  mais  de  99%  das  empresas.       As   MPEs   são   empresas   com   destacada   importância   para   as   economias   por   serem   grandes   geradoras   de   empregos,   de   distribuição   de   renda,   de   inovações   tecnológicas,   além   de   absorverem   e   qualificarem   mão   de   obra   menos   experiente   e   proporcionarem   desenvolvimento   econômico   especialmente   para   as   regiões  onde  estão  inseridas  (DRUCKER,  1993).  
  11. 11.     É   inegável   a   importância   das   MPEs   para   o   crescimento   econômico,   muitas   delas   enfrentam   problemas   para   se   manter   compe((vas   e   sobreviver   nos   mercados   onde   atuam   em   função   de  caracterís(cas    comuns  a  este  (po  de  negócio.   Dentre   tais   caracterís(cas,   podemos   citar   a   restrição   a   acesso   ao   crédito,   de   pessoal   especializado,   de   infra-­‐estrutura,   além   da   administração  personalizada  e  pouco  profissional.   (STOKES,  2000).  
  12. 12. CONCEITOS  DE  MARKETING  
  13. 13.  De  modo  geral,  o  marke(ng  surgiu  para  incen(var  a     economia   de   consumo,   a   qual   foi   desencadeada   pela   Revolução   Industrial,   quando   a   associação   entre   a   produção  em  massa  e  a  economia  de  escala  reduziu  os   custos   de   fabricação,   tornando   o   produto   final   acessível  à  população  em  geral.       Segundo   Richers   (2003),   o   conceito   de   marke(ng,   de   maneira   formal,   começou   a   ser   trabalhado   no   Brasil   a   par(r   de   1954,   na   mesma   escola   que   iniciou   o   empreendedorismo,  enquanto  curso  de  capacitação.  
  14. 14. São  muitas  as  definições  de   marke(ng  descritas  por  vários   autores.  Selecionaram-­‐se  algumas   para  análise  e  conhecimento.  
  15. 15. Segundo  Kotler  (2000,  p.  30),  marke(ng  pode  ser   definido  como:  “Marke(ng  é  um  processo  social   por  meio  do  qual  pessoas  e  grupos  de  pessoas   obtêm  aquilo  que  necessitam  e  o  que  desejam   com  a  criação,  oferta  e  livre  negociação  de   produtos  e  serviços  de  valor  com  outros”.  
  16. 16. Segundo  o  SEBRAE  (2008  p.  14),  “De  forma  geral,   o  marke(ng  é  o  processo  de  planejar,  executar  a   concepção,  o  estabelecimento  de  preços,  a   promoção  e  a  distribuição  de  produtos  e  serviços,   com  o  obje(vo  de  “criar  trocas”,  ou  seja,   processos  de  compra  e  venda,  que  sa(sfaçam  os   obje(vos  do  negócio  e  de  quem  compra”.  
  17. 17. Levir  (1990),  um  clássico  da  literatura  de   marke(ng,  não  chega  a  dar  uma  definição   pontual  de  marke(ng,  mas  sinte(za  que  o   obje(vo  dele  é  o  de  simplesmente  atrair  e   manter  clientes;  fazer  com  que  eles  comprem   de  sua  empresa  e  não  dos  concorrentes.    
  18. 18. Segundo  a  Associação  Americana  de  Marke(ng   (2007),  marke(ng  pode  ser  definido  como         “[...]  é  a  a(vidade,  conjunto  de  ins(tuições,  e   processos  para  a  criação,  comunicação,  entrega   e  trocas  que  têm  valor  para  o  consumidor,   clientes,  parceiros  e  sociedade  em  geral.”  
  19. 19. Para  Kotler  (2000),  as  empresas  passam  por  três   estágios  baseados  nas  prá(cas  de  marke(ng:    O  primeiro  é  denominado  marke(ng  empreendedor        O  segundo  estágio  trata  do  marke(ng  profissionalizado           O   terceiro   e   úl(mo   estágio   é   denominado   de   marke(ng   burocrá(co    
  20. 20. Como  nem  todas  as  MPEs  crescem  e  se   profissionalizam,  muitas  dessas  não  saem  do   primeiro  estágio  que,  segundo  Kotler  (2000),   caracteriza-­‐se  pelo  marke(ng  informal.  
  21. 21. CONCEITOS  DE   EMPREENDEDORISMO  
  22. 22. Os  estudos  de  empreendedorismo   também  servem  de  base  para   estudarmos  o  marke(ng  empreendedor.   Em  virtude  disso,  faz-­‐se  necessário   conhecer  os  principais  aspectos  do   empreendedorismo  e  sua  significação.  
  23. 23. Por  volta  do  ano  de  1725,  Richard   Can(lion  dis(ngui  o  empreendedor   daquele  que  fornece  capital,  definindo-­‐o   como  sujeito  que  assume  riscos,   aventurando-­‐se  em  novos  negócios   (HIRISCH;  PETERS,  2004)  
  24. 24. Em  1934,  Shumpeter  (1988)  definiu  o   empreendedor  como    um  sujeito   inovador,  que  desenvolve  e  testa  novas   tecnologias  capazes  de  destruir  a  ordem   econômica  existente  e  de  mover  a   economia  capitalista.  
  25. 25. Peter  Drucker,  afirmou  que   empreendedor  não  é  o  sujeito  que  abre   uma  empresa,  mas  aquele  que  cria  um   negócio  capaz  de  proporcionar  novas   formas  de  sa(sfação  ao  consumidor   (DRUCKER,  1998).  
  26. 26. Depois  de  quase  três  séculos  de  estudos   sobre  o  empreendedorismo  no  mundo,   no  Brasil  o  tema  só  começou  a  propagar-­‐ se  a  par(r  de  workshops  realizados  por   Louis  Jacques  Filion,  entre  1992  e  1994   (DOLABELA,  1999a).  
  27. 27. MARKETING  E  EMPREENDEDORISMO  
  28. 28. Os  Estados  Unidos  foram  os  pioneiros  na  publicação   de  trabalhos  cienYficos  que  tratam  da  conexão   marke(ng-­‐empreendedorismo.  Isso  ocorreu  na   década  de  noventa,  quando  diferentes  autores   (veram  por  obje(vo  demonstrar  que  os  preceitos   do  marke(ng  tradicional,  ob(dos  pelo  estudo  e  pela   consideração  da  realidade  das  grandes  empresas,   não  se  aplicavam  adequadamente  às  pequenas   empresas  (COLLINSON;  SHAW,  2001).  
  29. 29. Principais  autores:     arson   (1990)   enfa(za   em   suas   pesquisas   o   C marke(ng   em   pequenos   negócios   como   função   administra(va.       Stokes   (2000a;   2000b)   se   interessa   pelo   marke(ng   pra(cado   por   dirigentes   de   perfil   empreendedor.  
  30. 30. MARKETING  EMPREENDEDOR  
  31. 31.  Campo  de  estudo  amplo;         Associa   conceitos   até   então   estudados   separadamente;       Grande   importância   para   as   MPEs   que   possuem  recursos  escassos;  
  32. 32. O  modelo  econômico    Americano  é  enraizado  nas   forças  associadas  com  a  filosofia  da  exploração  da   produção  de  massa  e  no  gerenciamento  de   marke(ng  de  massa,  demonstrado  por   corporações  como  Ford,  General  Motors,  Procter   &  Gamble,  Coca  Cola  e  McDonald’s.  As  operações   destas  organizações  forneceram  as  fundações  em   que  as  escolas  americanas  de  negócios  constroem   a  sua  abordagem  para  ensinar  (CHASTON  2000).  
  33. 33. Nas  palavras  de  Burskirk  e  Lavik  (2004),           “o  estudo  do  marke(ng  empreendedor   passa  por  uma  encruzilhada  entre  a   disciplina  do  empreendedorismo  e  a   disciplina  do  marke(ng.  A  intersecção   destas  duas  disciplinas  é  conhecido  como  o   domínio  do  marke(ng  empreendedor”.    
  34. 34. Duas  correntes  principais     ara   Carson   (1990),   o   marke(ng   empreendedor   é   P f r u t o   d o   m o d e l o   d e   g e s t ã o,   u m a   f u n ç ã o   administra(va,   ou   seja,   os   resultados   ob(dos   pela   empresa   são   proporcionais   às   ferramentas   de   marke(ng  que  ele  agrega  e  aplica  em  seu  co(diano.       Para   Stokes   (2000a,   2000b),   o   marke(ng   empreendedor  está  ligado  ao  perfil  empreendedor  do   gestor,  que,  com  sua  cria(vidade,  intuição  e  redes  de   relações,  promove  o  sucesso  do  negócio.  
  35. 35. Carson  (1990),  dividiu  as  estratégias  de   Marke(ng  das  MPEs  em  quatro  estágios:    marke(ng  rea(vo,        marke(ng  de  ajustes,        marke(ng  empreendedor        marke(ng  pró-­‐a(vo    
  36. 36. Nas  palavras  de  Carson  (1990),  os  teóricos   deveriam  ter  cuidado  para  não  cri(car   marke(ng  de  pequenas  empresas,  afirmando   não  ser  estruturado  corretamente,  através  de   aproximações  feitas  com  o  marke(ng  clássico.     O  mo(vo  dessa  oposição  do  autor  é  de  que,  da   mesma  maneira  que  uma  companhia  tem  de  se   conformar  às  necessidades  do  mercado,  para   ter  êxito,  o  marke(ng  deve  se  conformar  às   capacidades  da  empresa  para  ser  efe(vo.  
  37. 37. Aprofundando  o  tema,  Stokes  (2000a,  2000b)   direcionou  sua  atenção  aos  gestores  com   perfil  empreendedor,  pois  segundo  o  autor,   eles  empregam  seu  aprendizado,  sua  rede  de   relações  e  seus  poucos  recursos  para  adaptar   as  prá(cas  do  marke(ng  à  realidade  de  sua   pequena  e  média  empresa.  
  38. 38. Para  Stokes  (2000b),  o  processo  de  marke(ng   empreendedor  está  in(mamente  ligado  à   intuição  dos  empreendedores  sobre  as   expecta(vas  do  mercado.  
  39. 39. Conforme  Stokes  (2000b)  o  processo  de  marke(ng   empreendedor  divide-­‐se  nas  etapas  descritas  a  seguir:    Ações  voltadas  para  a  inovação;      Iden(ficação  de  potenciais  consumidores  e  suas     necessidades;    A  comunicação  boca  a  boca;      As  redes  de  relações  ou  networking;      novações  incrementais  e  ajustes.             I
  40. 40. O  marke(ng  empreendedor  é  quase  100%   intui(vo,  pouco  analí(co,  em  constante   interação  com  o  cliente,  com  poucos   planos  formais  de  negócios,  uma  pequena   estrutura,  pró-­‐a(vidade  e  oportunismo.   (HILLS,  2004,  p.  6).  
  41. 41.  Figura  1  –  Marke;ng  empreendedor  segundo  Stokes  (2000a,  2000b).  
  42. 42. De  modo  geral,  a  literatura  considera  que   muitos  aspectos  do  marke(ng  empreendedor   emergem  do  contexto  e  das  necessidades  das   organizações,  em  especial  das  micro  e   pequenas,  evoluindo  posteriormente  para  o   marke(ng  tradicional.    
  43. 43. CONCLUSÃO  E   RECOMENDAÇÕES  
  44. 44. O  obje(vo  geral  desta  pesquisa  foi  alcançado,   pois,  com  a  pesquisa  bibliográfica  realizada,   conseguiu-­‐se  determinar  o  que  é  o  marke(ng   empreendedor,  porque  ele  é  diferente  do   marke(ng  tradicional  e  como  ele  pode  auxiliar   na  gestão  de  pequenas  empresas.  
  45. 45. Os  obje(vos  específicos  também  foram  alcançados.   Os  obje(vos  específicos  cons(tuíram-­‐se  em   caracterizar  o  marke(ng  empreendedor,   iden(ficando  as  principais  ferramentas  e  como   estas,  podem  auxiliar  na  gestão  de  micro  e   pequenas  empresas;  descrever  como  é  feito  no   marke(ng  empreendedor  o  desenvolvimento  de   produtos  e  serviços,  inovação  em  produtos  e   serviços,  obtenção  de  novos  clientes/mercados  e   comunicação  boca  a  boca  e  explicar  a  importância   das  redes  de  relações  de  empreendedores  para  a   realização  do  marke(ng  empreendedor  em   pequenas  empresas.  
  46. 46. De  maneira  geral  conclui-­‐se  que  o   marke(ng  tradicional  que  fora  criado  para   aplicação  em  grandes  empresas,  deve  ser   adaptado  para  u(lização  em  pequenas   empresas,  as  MPEs  tem  caracterís(cas   diferentes  de  empresas  e  organizações  de   grande  porte.  
  47. 47. Deve-­‐se  acrescentar  que  pequenas   empresas  têm  recursos  escassos,  sejam  eles   financeiros  ou  de  pessoal,  portanto  não  tem   condições  de  aplicar  todas  as  ferramentas   do  marke(ng  tradicional.  
  48. 48. Devido  ao  aumento  da  importância  das  micro  e  pequenas   empresas  para  as  economias,  especialmente  no  Brasil  onde   estas  representam  mais  de  99%  dos  negócios  do  país,  são   necessárias  novas  pesquisas  sobre  o  tema  marke(ng   empreendedor  e  suas  formas  de  atuação,  como  por  exemplo:    A  influência  das  redes  de  relações  dos  empreendedores     sobre  o  marke(ng  empreendedor;    o  campo  de  competências  dos  empreendedores  e  suas     ligações  com  o  marke(ng  empreendedor  
  49. 49. Sugere-­‐se  também  a  ampliação  do   estudo  sobre  o  tema,  observando-­‐se  a   influência  das  redes  de  relações  dos   empreendedores,  antes,  durante  e   depois  da  criação  de  suas  empresas.  
  50. 50. Por  fim  sugere-­‐se  também  a  ampliação  dos   estudos  rela(vos  à  comunicação  boca  a  boca,   que  como  o  presente  estudo  mostrou,  é  uma   das  principais  ferramentas  de  comunicação  e   marke(ng  para  às  micro  e  pequenas  empresas.  
  51. 51. MUITO  OBRIGADO  !   Cris(ano  T.  Machado   cmachado@pr.sebrae.com.br   www.marke(ngempreendedor.com.br  

×