PrêMio Instituto Vivo Toda CriançA Em Rede

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PrêMio Instituto Vivo Toda CriançA Em Rede

  1. 1. projeto TODA CRIANÇA EM REDE www.criancaemrede.ning.com Um projeto de Claudia Helena Lage Campos PRÊMIO INSTITUTO CLARO novas formas de aprender
  2. 2. <ul><li>PRÊMIO INSTITUTO CLARO </li></ul><ul><li>novas formas de aprender </li></ul><ul><li>OBJETIVO GERAL: USO DE TIC´s NA EDUCAÇÃO por meio de plataforma de rede social capaz de permitir que os alunos e educadores estabeleçam um ambiente de leitura, aprendizagem e colaboração, na Internet, capaz de promover e potencializar a interatividade entre eles. </li></ul><ul><li>MÍDIA SOCIAL APLICADA À EDUCAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL </li></ul><ul><li>Inclusão digital para inclusão social, abrangendo os seguintes sub-temas: direitos da crianças, ferramentas tecnológicas para aprendizagem de leitura, alfabetização, conhecimento globalizado, interatividade, construção e colaboração do conhecimento e vivências. </li></ul><ul><li>Problema solucionado : foco principal: violência no ambiente familiar inserido no contexto de uma favela no entorno de uma escola estadual em Belo Horizonte, Escola Estadual Juca Pinto </li></ul><ul><li>Motivação: identificar que um dos principais motivos da defasagem escolar consiste no alto índice de violência no ambiente familiar e social. </li></ul><ul><li>Objeto do projeto: a classe em que foi aplicado o projeto contém 33 alunos na faixa etária de 10 anos (5º. Ano do ensino fundamental. Desses alunos, em média, 20 são filhos ou parentes de detentos, dependentes de drogas e tiveram um ente da família assassinado por delinqüência. </li></ul><ul><li>Crença: A intransigência dos problemas da educação, face às soluções convencionais, associada à grande pobreza e crescente necessidade de aprendizado de qualidade para inclusão na economia de conhecimento global – exige um novo pensar. As crianças são mais capazes do que acreditamos. </li></ul><ul><li>Inclusão social: As crianças pobres carecem de oportunidade e acesso à aprendizagem. Ao darmos acesso à rede mundial da informação e do conhecimento (Internet) para cada criança, estaremos levando às crianças pobres as mesmas oportunidades de aprendizagem que as crianças abastadas. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Solução adotada: </li></ul><ul><li>Notei que os estudantes: a) preferem escrever nos computadores do que em papel; </li></ul><ul><li>b) consideram que os computadores facilitam o trabalho de revisão e alteração das redações; obtêm notas melhores nos trabalhos com o uso de computadores </li></ul><ul><li>Observando o grande interesse e curiosidade aguçada dos alunos em conhecer e interagir com o meio digital busquei uma solução para o problema dentro da estrutura escolar que atendesse essa demanda. Sem lograr êxito, em parceria com meu marido que domina as ferramentas da nova Internet, persegui uma solução capaz de causar impacto em sua turma e ser difundida para a comunidade em que está inserida. </li></ul><ul><li>Criei então um espaço virtual na Internet, www.criancaemrede.ning.com , usando uma plataforma de mídia social, orientada especificamente para essa turma. Com o tema principal, os direitos da criança, foram desenvolvidos outras abordagens afins. Houve uma grande mobilização, tais como: participação dos pais como voluntariados, disponibilização de horários exclusivos para a turma de lan-houses da comunidade, autorização dos pais e da direção da escola para deslocamento do alunos no horário escolar. O grande interesse pela nova forma de aprendizagem despertou na turma a necessidade de se criar horário extra curricular. </li></ul><ul><li>Após analisar as nove plataformas de mídia social mais populares ( Ning, KickApps, CrowdVine, GoingOn, CollectiveX, Me.com, PeopleAggregator, Haystack, e ONEsite )- optamos pela plataforma NING ( www.ning.com ) por ser a de uso mais fácil, gratuita, com ampla capacidade de armazenagem de documentos e com o maior disponibilização de dispositivos tecnológicos prontos. Nenhum conhecimento de tecnologia da informação é requerido do administrador ou usuário. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>INICIANDO NA REDE </li></ul><ul><li>Apenas com uma conta de email, criada de forma simples e gratuita em qualquer provedor (como gmail, Yahoo, hotmail), o aluno registra-se na rede, abre seu “caderno” na guia de “cadernos” e começa imediatamente a aprender, comunicar e publicar conteúdo </li></ul><ul><li>Os alunos elegem ou criam comunidades temáticas e exercem um papel fundamental na expansão do processo convidando outros da cadeia de valor para participar da rede. Caso tenham dificuldades, eles podem transitar na rede para identificar alguém que tenha conhecimento na área e pedir que ele participe da discussão. </li></ul><ul><li>A interação das crianças através de seus perfis pessoais, fóruns e comunidades, fomentados pela ação de mediadores e professores, é o que forma o segundo nível de articulação da rede </li></ul><ul><li>A interação com outras fontes de conhecimento e informação (redes, sites, portais, blogs etc) forma o terceiro nível de articulação da rede </li></ul>
  5. 5. <ul><li>A plataforma de rede criada permite que os alunos e educadores estabeleçam um ambiente colaborativo, na Internet, capaz de promover e potencializar a interatividade entre eles, aguçando o interesse pela leitura, pesquisa e comunicação. </li></ul><ul><li>Empoderamento da criança pela potencialização de seu conhecimento. “Sou capaz de tudo”.Neviton, 10 anos .COMO: gerando conhecimento coletivo a partir de conexões multi-direcionais construídas pelo próprio aluno. É ele que deve estar no centro da ação. Tem um papel de protagonista, constrói seus próprios conteúdos, define e se conecta a grupos e outros colegas e educadores e faz a informação e o conhecimento andar em múltiplas direções. </li></ul><ul><li>Proteção dos direitos da criança, exercendo seu direito de ter informação: COMO: Conectando as crianças, compartilhando informação e conhecimento, ouvindo sua voz, promovendo um senso de comunidade de valores nos alunos e nos educadores. Utilizando as ferramentas de tecnologia da informação, em particular as plataformas de mídia social da nova geração da Internet (conhecida como WEB 2.0) </li></ul><ul><li>Inclusão digital: “NENHUMA CRIANÇA DEVE SER TRATADA DESIGUAL” (art.2 Convenção Universal dos Direitos da Criança – ONU. “ Ninguém ficou de fora.” (Daniele Patrícia Silva, 10 anos). COMO: Podemos obter melhorias básicas dando a todas as crianças acesso ao conteúdo tradicional. Podemos obter imensas melhorias através da reestruturação dos processos educacionais e das disciplinas por meios das novas tecnologias da informação. </li></ul><ul><li>Inclusão social: É provado que conceitos considerados além do entendimento das crianças são possíveis de ser atingidos. O que falta às crianças não é capacidade, mas sim oportunidade. A convicção é que podemos obter melhorias oferecendo inclusão e conectividade às crianças. Podemos alcançar grandes melhorias ao repensar atividades, conteúdo e colaboração. </li></ul>Objetivos gerais
  6. 6. <ul><li>Buscar novas formas de interação e aprendizagem por meio de ferramentas digitais para que os alunos reflitam sobre seus direitos de uma maneira agradável, interessante e aguçadora, resultando num melhor desempenho escolar. </li></ul><ul><li>Capacitar os educadores no uso de computadores interligados , permitindo novas abordagens que vão além dos métodos padronizados, centralizados e hierárquicos. Pode-se criar centros de excelência, comunidades interligadas de práticas, exemplos concretos de atividades de aprendizagem de excelência, novos conteúdos e mecanismos para a divulgação de idéias. A questão não é fazer com que os professores reproduzam as mesmas lições em aplicativos sofisticados. A questão é ajudá-los a aprender utilizando a tecnologia, refletir e aplicar essa forma de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Criar condições que os educadores estabeleçam um ambiente colaborativo , na Internet, capaz de promover e potencializar a interação. Os alunos podem visitar sua própria sala de aula virtual para ver as matérias ensinadas, encontrar e interagir com outros colegas e compartilhar informações e conhecimento por meio de diversas ferramentas, como vídeos, áudios, imagens, dicionários, mecanismos de busca etc. Eles também têm a possibilidade de editar (upload) seus projetos e disponibilizá-los para seus colegas no mesmo espaço interativo. Uma das principais facetas nesse processo consiste na formação de grupos. A vantagem é que o aluno pode rever novas tarefas e se ajustar às mudanças em tempo real. Com um clique, o aluno é levado para o grupo em que ele pode fazer perguntas sobre o conteúdo, conversar com outros alunos ou mesmo publicar a sua tarefa concluída. Comunidades bem estruturadas ensejam que tanto os alunos como os professores tenham um espaço]portal único para comunicar sobre aspectos múltiplos da interação no processo de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Interagir socialmente e globalmente. Um aspecto chave da comunidade é a interação social. Se for implementada adequadamente, essa ferramenta essencial permite que os alunos e os professores encontrem e trabalhem um com o outro das formas mais variadas. Os dados do perfil podem ser usados para que uns achem os outros em termos de interesse, projetos, programas ou conhecimento em um área específica. O verdadeiro poder de uma rede social para escolas é demonstrado quando combina com uma variedade de outros dispositivos como parte de uma comunidade. A rede “ilustrativa” para fins educativos, objeto do projeto TODA CRIANÇA EM REDE, apresenta uma série de ferramentas e facilidades com vistas à consecução de seus objetivos. </li></ul>Objetivos específicos
  7. 7. <ul><li>e) Metas: </li></ul><ul><li>Fazer da inclusão digital uma porta para o novo mundo da economia digital promovendo os direitos universais da criança como cidadãos,lendo, aprendendo fazendo e interagindo. </li></ul><ul><li>f ) Resultados alcançados : após algumas semanas apenas de implementação do projeto, a rede, iniciada com os alunos de minha sala (33), foi expandida para as demais turmas da escola do 2º. Ao 5º . Projeção: cerca de 400 alunos até o final de 2009. </li></ul><ul><li>g) Recursos necessários para a implantação da tecnologia social : </li></ul><ul><li>Humanos : uma pedagoga e um empreendedor (mulher e marido) preocupados e motivados com os rumos da educação e da inclusão social. Ambos sem formação em tecnologia da informação. </li></ul><ul><li>Valor do investimento: despreendimento, paixão, afeição, responsabilidade social, doação, dedicação, comprometimento, profissionalismo, altruísmo </li></ul><ul><li>Materiais : locação de computadores </li></ul><ul><li>Valor do investimento: 200 Reais por dois meses de uso da lan-house </li></ul><ul><li>Humanos : não há necessidade de formação profissional do pessoal técnico necessário para manter a tecnologia. A aprendizagem é intuitiva e gratuita. </li></ul><ul><li>Materiais : idealmente, uma computador portátil por criança (viabilizando o sonho da organização “one laptop perchild” www.laptop.org/en ) . Dado a exclusão digital, horas de lan-houses a R$ 1.50 por hora </li></ul><ul><li>i) Público-Alvo: na implementação do projeto: alunos da escola estadual Juca Pinto em Belo Horizonte. A curto e médio prazo: todas as escolas </li></ul><ul><li>j) Local e datas: escola estadual Juca Pinto, Bairro Universitário]Favela Santa Rosa, Belo Horizonte, Minas Gerais, junho de 2009 </li></ul>
  8. 8. <ul><li>l) Mecanismos de acompanhamento: </li></ul><ul><li>Acompanhamento durante o período escolar, nos laboratórios de informática, entrevista com os pais. Computadores e conectividade se tornarão cada vez mais presentes, agora ou no futuro. </li></ul><ul><li>Se acreditarmos que a tecnologia oferece um caminho potencial para aprendizagem e desenvolvimento, para atingir patamares jamais alcançados anteriormente, é extremamente importante disponibilizarmos acesso a todos com vistas à melhoria de ensino nas escolas, na comunidade e no lar, assim como on-line . </li></ul><ul><li>Não podemos desperdiçar a grande oportunidade desta geração- o que certamente acontecerá se não houver uma ampla e profunda reforma na educação com ênfase na inclusão digital. </li></ul><ul><li>n) Forma de transferência : construção e colaboração em massa usando a própria rede e criação de rede específica de aprendizagem de uso de ferramentas, como o projeto TEIA – Tecnologia e Empreendedorismo e Inovação Aplicados ( www.teia.mg.gov.br ) da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Minas Gerais. </li></ul><ul><li>Aplicando um ambiente pessoal de aprendizagem (personal learning environment - PLE).Mais que um conceito, cria-se um ambiente que procura fomentar a aprendizagem para toda a vida,aprendizagem informal, colaborativa, aprendizagem vista como processo e não só como resultado. </li></ul><ul><li>O PLE oferece aos aprendizes seus próprios espaços sob seu próprio controle para desenvolver e compartilhar idéias. </li></ul><ul><li>Ao invés de integrar diferentes ferramentas em um sistema centralizado, a idéia é oferecer aos aprendizes uma miríade de ferramentas e passar-lhe o controle para que selecione, combine e use as ferramentas da forma que melhor lhe convier. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Conceitos, metodologias da aplicação da tecnologia da informação ao projeto </li></ul>
  10. 10. A força da convergência <ul><li>As tecnologias digitais estão orientando invenções em novos processos empresariais, estruturas organizacionais e estratégias de negócios. Esses aspectos intangíveis são menos visíveis do que os avanços industriais, mas terão e já estão tendo impacto econômico muito maior. </li></ul><ul><li>A era industrial esgotou seu modelo para dar lugar a uma era em que uma massa hiper-conectada de indivíduos auto-organizados segura suas necessidades econômicas em uma mão e seus destinos econômicos em outra. </li></ul><ul><li>“ Nada no universo resiste ao impulso convergente de um número significativamente grande de inteligências ordenadas e agrupadas.” Teillard Chardin </li></ul>
  11. 11. “ Enquanto o comunismo sufocou o individualismo, a colaboração em massa se baseia em indivíduos e empresas utilizando a computação e tecnologias de comunicação amplamente distribuídas para alcançar resultados compartilhados, através de associações voluntárias livres. A revolução de participação que está acontecendo agora abre novas possibilidades para que bilhões de pessoas desempenhem papéis ativos em seus locais de trabalho, comunidades, democracias nacionais e na economia global. Os benefícios sociais são profundos e incluem a oportunidade de atribuir maior responsabilidade aos governos e tirar milhões de pessoas da pobreza.” Don Tapscot - Wikinomics Colaboração para inclusão
  12. 12. <ul><li>“ Mudanças profundas na natureza da tecnologia, da demografia e da economia global estão fazendo emergir novos e poderosos modelos de produção baseados em comunidade, colaboração e auto-organização, e não em hierarquia e controle. </li></ul><ul><li>Com um número cada vez maior de empresas percebendo os benefícios da colaboração em massa, esse novo modo de organização acabará por substituir as estruturas empresariais tradicionais como o motor primário de criação de riqueza na economia.” </li></ul>Don Tapscot - Wikinomics Colaboração para inclusão
  13. 13. <ul><li>Atualmente, cerca de 1.2 bilhões </li></ul><ul><li>Projetado expandir para 1.8 bilhões até 2010 </li></ul><ul><li>300 milhões de usuários de mídia social </li></ul>POPULAÇÃO GLOBAL ON LINE
  14. 14. Ferramenta: Mídia social Mídia Social descreve as tecnologias e práticas online que as pessoas usam para compartilhar opiniões, experiências, perspectivas e a própria mídia. A mídia social pode assumir diferentes formas, tais como textos, imagens, video. Esses espacos na Internet geralmente usam tecnologias como blogs, painéis de mensagens, podcasts, wikis que permitem que os usuários interajam
  15. 15. Entre outros... AMBIENTES E FERRAMENTAS WIDGTES CONTAINNERS COMPARTILHAMENTO DE VÍDEOS, DOCS E MP3 IM e VOIP MAPAS BLOGS SITES E PORTAIS MECANISMOS DE BUSCA MICRO BLOGGING BOOKMARKS SOCIAIS REDES SOCIAIS EXEMPLOS AMBIENTES
  16. 16. PEDAGOGIA DA TECNOLOGIA: DUAS ABORDAGENS TECNOLÓGICAS NA APRENDIZAGEM: LMS X PLM PLE-Personal learning environment (Ambiente Pessoal de Aprendizagem) Learning Management Systems - LMS – ferramentas diferentes integradas em um sistema único.
  17. 17. PEDAGOGIA DA TECNOLOGIA: ABORDAGEM LMS <ul><li>O LMS requer um processo de criação e descontinuidade longo – uma vez que a estrutura de aprendizagem é interrompida (final de curso), a aprendizagem não é mais acessível. </li></ul><ul><li>Essencialmente, a maioria das plataformas de LMS estão buscando formatar o futuro da aprendizagem para se enquadrar na estrutura de seus sistemas. </li></ul><ul><li>Quando o conteúdo é considerado como a contribuição mais valiosa para a aprendizagem, o sistema LMS é suficiente. </li></ul><ul><li>Quando interação e conexões são considerados como o aspecto mais importante da aprendizagem, então outras alternativas – como as ferramentas de mídia social – são as alternativas mais adequadas. </li></ul><ul><li>Jorge Siemens </li></ul><ul><li>http://www.elearnspace.org/Articles/lms.htm </li></ul>
  18. 18. Ambiente pessoal de aprendizagem <ul><li>Para alguns educadores, esse é mais que um conceito, mas um ambiente que procura fomentar a aprendizagem para toda a vida,aprendizagem informal, colaborativa, aprendizagem vista como processo e não só como resultado. </li></ul><ul><li>“ PLE oferece aos aprendizes seus próprios espaços sob seu próprio controle para desenvolver e compartilhar idéias.” </li></ul><ul><li>http://www.elearningeuropa.info/files/media/media11561.pdf </li></ul><ul><li>“ Ao invés de integrar diferentes ferramentas em um sistema centralizado, a idéia é oferecer aos aprendizes uma miríade de ferramentas e passar-lhe o controle para que selecione, combine e use as ferramentas da forma que melhor lhe convier”. </li></ul><ul><li>http://edutechwiki.unige.ch/en/Personal_learning_environment </li></ul>Um PLE é caracterizado por uma forma livre de usar uma gama de serviços e ferramentas que pertence e é usada pelo indivíduo. Esta é a pedagogia utilizada pela rede TODA CRIANÇA EM REDE
  19. 19. <ul><li>O computador pode liberar a aprendizagem do círculo vicioso do conhecimento baseado nos professores, família e comunidade, que limitam as possibilidades de conhecimento da próxima geração. </li></ul><ul><li>A partir dessa liberação, os professores da nova geração devem orientar os alunos em um processo de aprendizagem viral, permitindo pelo menos três tipos de aprendizagem: </li></ul><ul><li>A forma de pensar matemática e científica tradicional torna-se posse de todos ao invés de privilégio de uma minoria; </li></ul><ul><li>As novas ciências da computação, informação e complexidade impulsionam toda a sociedade para a era moderna do conhecimento; </li></ul><ul><li>Professores e alunos aprendem juntos a habilidade mais importante em um mundo de drásticas mudanças: “aprender aprendendo” </li></ul>VISÃO
  20. 20. <ul><li>Computadores e conectividade se tornarão cada vez mais presentes, agora ou no futuro. </li></ul><ul><li>Se acreditarmos que a tecnologia oferece um caminho potencial para aprendizagem e desenvolvimento, para atingir patamares jamais alcançados anteriormente, é extremamente importante disponibilizarmos acesso a todos com vistas à melhoria de ensino nas escolas, na comunidade e no lar, assim como on-line . </li></ul><ul><li>Não podemos desperdiçar a grande oportunidade desta geração- o que certamente acontecerá se não houver uma ampla e profunda reforma na educação com ênfase na inclusão digital. </li></ul>A GRANDE OPORTUNIDADE
  21. 21. <ul><li>A intransigência dos problemas da educação, face às soluções </li></ul><ul><li>convencionais – associada à grande pobreza e crescente necessidade de aprendizado de qualidade para inclusão na economia de conhecimento global – exige um novo pensar. As crianças são mais capazes do que acreditamos. </li></ul><ul><li>As crianças pobres carecem de oportunidade e acesso à aprendizagem. Ao darmos acesso à rede mundial da informação e do conhecimento (Internet) para cada criança, estaremos levando às crianças pobres as mesmas oportunidades de aprendizagem que as crianças abastadas. </li></ul><ul><li>A rede tem o poder de dar a todas as crianças esta ferramenta de acesso e formação, contribuindo para a consecução da meta 2 do pacto de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas de atingir o ensino básico universal até 2015. </li></ul>IMPORTÂNCIA DA IGUALDADE
  22. 22. <ul><li>As técnicas de avaliação mudam: </li></ul><ul><li>Professores em salas de aula com computadores sentem-se mais à vontade para pedir trabalhos e projetos multimídia aos alunos, dando notas através de parâmetros voltados ao projeto e até auto-avaliações. </li></ul><ul><li>Os estudantes ficam muito mais envolvidos: </li></ul><ul><li>Assim como os professores, os estudantes melhoram e sofisticam suas habilidades tecnológicas. </li></ul><ul><li>Aumento de produtividade: </li></ul><ul><li>Os estudantes desenvolvem melhores habilidades organizacionais porque precisam saber o que está no seu computador e realizar projetos complexos dentro dos prazos previstos. </li></ul>OTIMIZANDO OS RESULTADOS
  23. 23. <ul><li>TODA CRIANÇA EM REDE: comunidades temáticas de alunos on-line </li></ul>
  24. 24. OBJETIVOS GERAIS: <ul><li>Empoderar a criança pela potencialização de seu conhecimento. “Sou capaz de tudo”.Neviton, 10 anos </li></ul>COMO: gerando conhecimento coletivo a partir de conexões multi-direcionais construídas pelo próprio aluno. É ele que deve estar no centro da ação. Tem um papel de protagonista, constrói seus próprios conteúdos, define e se conecta a grupos e outros colegas e educadores e faz a informação e o conhecimento andar em múltiplas direções.
  25. 25. OBETIVOS GERAIS <ul><li>COMO: Conectando as crianças, compartilhando informação e conhecimento, ouvindo sua voz, promovendo um senso de comunidade de valores nos alunos e nos educadores. </li></ul><ul><li>Utilizando as ferramentas de tecnologia da informação, em particular as plataformas de mídia social da nova geração da Internet (conhecida como WEB 2.0) </li></ul>Proteger os direitos da criança, Exercendo seu direito de ter informação: “ Toda criança tem o direito de ter informação importante para o seu bem estar dos diversos meios de comunicação. Os adultos devem cuidar para que a informação que ela recebe seja saudável e ajudá-la a achar e entender a informação que precisa.”Art.17 da Convenção dos Direitos Universais da Criança da ONU
  26. 26. <ul><li>INCLUSÃO DIGITAL: </li></ul><ul><li>“ NENHUMACRIANÇA DEVE SER TRATADA DESIGUAL” (art.2 da Convenção Universal dos Direitos da Criança – ONU. </li></ul><ul><li>“ Ninguém ficou de fora.” (Daniele Patrícia Silva, 10 anos) </li></ul><ul><li>COMO :Podemos obter melhorias básicas dando a todas as crianças acesso ao conteúdo tradicional. Podemos obter imensas melhorias através da reestruturação dos processos educacionais e das disciplinas por meios das novas tecnologias da informação. </li></ul>OBJETIVOS GERAIS:
  27. 27. <ul><li>É provado que conceitos considerados além do entendimento das crianças são possíveis de ser atingidos. A aprendizagem é melhorada significativamente através do acesso aos computadores e à rede . </li></ul><ul><li>Pedagogos inovadores ao redor do mundo adaptaram e desenvolveram abordagens criativas para a aprendizagem com computadores, demonstrando que esses resultados extraordinários não estão confinadas a uma elite. Muito pelo contrário, inúmeros exemplos ilustram como crianças pouco privilegiadas e crianças que não tiveram sucesso nos ambientes escolares tradicionais conseguiram atingir seu pleno potencial com tais abordagens. O que falta a essas crianças não é capacidade, mas sim oportunidade. </li></ul><ul><li>A convicção é que podemos obter melhorias oferecendo inclusão e conectividade às crianças. Podemos alcançar grandes melhorias ao repensar atividades, conteúdo e colaboração. </li></ul>OBJETIVO GERAL: INCLUSÃO DIGITAL PARA A INCLUSÃO SOCIAL
  28. 28. <ul><li>Estudantes preferem escrever nos computadores do que em papel; </li></ul><ul><li>Estudantes consideram que que os computadores facilitam o trabalho de revisão e alteração das redações; </li></ul><ul><li>Estudantes obtêm notas melhores nos trabalhos com o uso de computadores . </li></ul><ul><li>Os dados demonstram mudanças não apenas nas atitudes de escrita dos alunos, mas também em suas práticas. Essas mudanças também foram observadas nas estratégias dos professores de redação e nas atitudes e práticas de professores de outras áreas. </li></ul>OBJETIVOS ESPECÍFICOS: ESTIMULAR OS ALUNOS Pesquisas em diversas partes do mundo demonstram que :
  29. 29. <ul><li>Computadores interligados permitem novas abordagens para o treinamento de professores, que vão além dos métodos padronizados, centralizados e hierárquicos. </li></ul><ul><li>Pode-se criar centros de excelência, comunidades interligadas de práticas, exemplos concretos de atividades de aprendizagem de excelência, novos conteúdos e mecanismos para a divulgação de idéias. </li></ul><ul><li>Um dos mais significativos impactos do Projeto será a assistência trazida pela conectividade aos professores. Aplicações tradicionais de “treinamento” têm sido limitadas pelo tempo e acesso dos professores ao seu desenvolvimento permanente. O fato de assegurar que os professores tenham seus próprios computadores e conectividade em banda larga dá a eles condições de darem assistência que antes não tinham condições . Professores, pais e especialistas podem reunir-se em novas redes de aprendizagem, para melhorar as práticas e o pensamento educacional. </li></ul>OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PREPARAR OS PROFESSORES
  30. 30. <ul><li>A questão não é fazer com que os professores reproduzam as mesmas lições em aplicativos sofisticados. A questão é ajudá-los a aprender utilizando a tecnologia, refletir e aplicar essa forma de aprendizagem. </li></ul><ul><li>É preciso envolvê-los nas metodologias de aprendizagem que são aprimoradas com o uso de computadores interligados: a criação e elaboração de objetos com significado pessoal, utilizando uma variedade de materiais tradicionais e computacionais – uma abordagem mais diversificada, humanística e holística que aquelas que eram antes logisticamente possíveis. Em última análise, é um processo de liberação. </li></ul>O conceito “TODA CRIANÇA EM REDE” consiste na abordagem mais promissora para concretizar as mudanças necessárias na busca de igualdade educacional e social OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PREPARAR OS PROFESSORES
  31. 31. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: AULAS VIRTUAIS <ul><li>O conceito de aula virtual tem sido amplamente discutido nos círculos educacionais. Idealmente, significa um local na Internet onde os alunos encontram-se e aprendem as matérias do curso. </li></ul><ul><li>Essas plataformas de formação de comunidades permitem que os educadores estabeleçam um ambiente colaborativo, na Internet, capaz de promover e potencializar a interação. Os alunos podem visitar sua própria sala de aula virtual para ver as matérias ensinadas, encontrar e interagir com outros colegas e compartilhar informações e conhecimento por meio de diversas ferramentas, como vídeos, áudios, imagens, dicionários, mecanismos de busca etc </li></ul><ul><li>Eles também têm a possibilidade de editar (upload) seus projetos e disponibilizá-los para seus colegas no mesmo espaço interativo. Uma das principais facetas nesse processo consiste na formação de grupos. Dentro dessa abordagem, os grupos podem ser grandes ou pequenos e podem ser organizado de acordo com a hierarquia do departamento, mas sempre ligados à rede social. Dessa forma, os alunos e os educadores podem ficar atualizados e integrados às suas turmas usando um ambiente colaborativo baseado em grupos. Por exemplo, o aluno pode se integrar à sua comunidade e visitar o seu perfil pessoal. Nesse perfil, o aluno pode visualizar todas as salas de que ele é membro para ver se alguma nova informação foi publicada (postada) </li></ul><ul><li>A vantagem é que o aluno pode rever novas tarefas e se ajustar às mudanças em tempo real. Com um clique, o aluno é levado para o grupo em que ele pode fazer perguntas sobre o conteúdo, conversar com outros alunos ou mesmo publicar a sua tarefa concluída. Comunidades bem estruturadas ensejam que tanto os alunos como os professores tenham um espaço]portal único para comunicar sobre aspectos múltiplos da interação no processo de aprendizagem. </li></ul>
  32. 32. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: INTERAÇÃO SOCIAL <ul><li>A interação Social não serve apenas para socialização. </li></ul><ul><li>Um aspecto chave de qualquer comunidade on-line respeitável é a interação social. Se for implementada adequadamente, essa ferramenta essencial permite que os alunos e os professores encontrem e trabalhem um com o outro das formas mais variadas. Os dados do perfil podem ser usados para que uns achem os outros em termos de interesse, projetos, programas ou conhecimento em um área específica. </li></ul><ul><li>O verdadeiro poder de uma rede social para escolas é demonstrado quando combina com uma variedade de outros dispositivos como parte de uma comunidade. A rede “ilustrativa” para fins educativos, objeto do projeto TODA CRIANÇA EM REDE, apresenta uma série de ferramentas e facilidades com vistas à consecução de seus objetivos. </li></ul>
  33. 33. Comunidades]grupos <ul><li>Os alunos elegem ou criam comunidades temáticas, indicam os mediadores destas comunidades e exercem um papel fundamental na expansão do processo convidando outros da cadeia de valor para participar da rede. Caso tenham dificuldades, eles podem transitar na rede para identificar alguém que tenha conhecimento na área e pedir que ele participe da discussão. </li></ul><ul><li>Ao se cadastrarem na rede, os alunos definem seus perfis declarando seus interesses, participam de fóruns de discussão e compartilham conteúdos. </li></ul><ul><li>Neste processo, vão definindo seus interesses e o Administrador geral gerencia a rede como um todo na conseçução de seus objetivos. </li></ul>
  34. 34. NÍVEIS DE INTERAÇÃO <ul><li>A interação das crianças através de seus perfis pessoais, fóruns e comunidades, fomentados pela ação de mediadores e professores, é o que forma o segundo nível de articulação da rede </li></ul><ul><li>A interação com outras fontes de conhecimento e informação (redes, sites, portais, blogs etc) forma o terceiro nível de articulação da rede </li></ul>
  35. 35. TECNOLOGIA <ul><li>Após analisar as nove plataformas de mídia social mais populares ( Ning, KickApps, CrowdVine, GoingOn, CollectiveX, Me.com, PeopleAggregator, Haystack, e ONEsite )- optamos pela plataforma NING ( www.ning.com ) por ser a de uso mais fácil, gratuita, com ampla capacidade de armazenagem de documentos e com o maior disponibilização de dispositivos tecnológicos prontos. Nenhum conhecimento de tecnologia da informação é requerido do administrador ou usuário. </li></ul><ul><li>INICIANDO NA REDE </li></ul><ul><li>Apenas com uma conta de email, criada de forma simples e gratuita em qualquer provedor (como gmail, Yahoo, hotmail), o aluno registra-se na rede, abre seu “caderno” na guia de “cadernos” e começa imediatamente a aprender, comunicar e publicar conteúdo </li></ul>
  36. 36. TECNOLOGIA: INTERATIVIDADE <ul><li>Mecanismos de interatividades da rede TODA CRIANÇA EM REDE </li></ul><ul><li>Comunicação on-line: interação escrita em tempo real entre os membros. Ambiente para bate-papo rápido (ao lado direito abaixo da página) e troca de mensagens longas e com dispositivo de anexação de documentos no provedor de emails gratuito da google ( www.gmail.com ) . Sua aprendizagem é fácil e seu intuitivo e vem dotado de um amplo espaço de armazenagem de mais de 7 megabytes. Todos os alunos do projeto criaram o seu email e, pela primeira vez, estão usando essa forma de comunicação on-line . </li></ul><ul><li>Comunicação on-line : interação oral em tempo real entre os membros usando o aplicativo gratuito “skype” ( www.skype.com ) usando a tecnologia VoIP usa conexão discada ou de banda larga para fazer chamadas gratuitas pela Internet. A sigla VoIP significa Voz sobre Protocolo de Internet, a tecnologia usada para transmitir conversas por voz pela Internet. </li></ul><ul><li>Perfil: os dados do perfil podem ser formulados de acordo com o interesse específico de cada grupo com vistas às pesquisas para usos múltiplos (compartilhamento de conhecimentos, interação com o mercado de trabalho etc) </li></ul>
  37. 37. TECNOLOGIAS DE INTEGRAÇÃO <ul><li>RSS: A tecnologia do RSS permite aos usuários se inscreverem em páginas na internet (sites) que fornecem &quot;feeds&quot; (fontes) RSS. Essa ferramenta serve para atualizar automaticamente os conteúdos do site recebedor sem ter de visitar o site fornecedor. Todos os Grupos ou comunidades da Rede TODA CRIANÇA EM REDE são dotados de um leitor (reader) de RSS. Isso permite distribuir os conteúdos da rede e de outros ambientes externos à Rede.  Ou seja, cada Grupo pode estar conectado e atualizado com outro para consultas recorrentes. </li></ul><ul><li>WIDGET : Um widget é um objeto formado por código que pode carregar diversas mensagens e pode ser incorporado a uma página da internet, adicionando a ela conteúdo que não é estático. Assim, aplicações podem ser integradas a websites de terceiros com inserção de um código. O código traz conteúdo &quot;vivo&quot;, links, imagens de um site de terceiro sem que o usuário do site precise atualizá-lo. </li></ul><ul><li>BADGE: dispositivo que disponibiliza os conteúdos de um grupo para outro grupo </li></ul>
  38. 38. MECANISMOS DE BUSCA <ul><li>O importante de ter mecanismos de buscas dentro da própria rede é não desviar o aluno de seu tema central. Mecanismos dentro da rede TODA CRIANÇA EM REDE: </li></ul><ul><li>Achar membros na rede : utilizando o mecanismo de busca do espaço da TURMA, permitindo encontrar colegas e professores em qualquer parte da rede para aprendizagem e elaboração de projetos em conjunto </li></ul><ul><li>Enciclopédia : busca direta na maior enciclopédia virtual colaborativa do mundo, a Wikipédia </li></ul><ul><li>Achar na Internet : busca direta no maior ferramenta de busca da atualidade na Internet, o Google ( www.google.com.br ) </li></ul>
  39. 39. TECNOLOGIA: ESPAÇOS DE ARMAZENAGEM <ul><li>Todos os espaços de armazenagem de documentos]conteúdos da rede são gratuitos. É fundamental que os conteúdos e ferramentas publicados na rede sejam armazenados na própria Internet, para que haja uma colaboração crescente entre seus membros, sejam melhorados e disponibilizados para a formação de outros grupos ou redes afins democratizando o conhecimento em construção. Espaços criados para a rede TODA CRIANÇA EM REDE: </li></ul><ul><li>De fotos: no picasa]Google: www.picasaweb.com.br </li></ul><ul><li>De vídeos: no youtube]Google: www.youtube.com </li></ul><ul><li>De apresentações (de documentos em Power point ou similar e pdf: www.slideshare.net </li></ul><ul><li>De “widgets” – para manutenção e disponibilização para outras redes educativas, todos os widgets da rede são armazenados no WIDGETBOX ( www.widgetbox.com ) </li></ul>

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