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Criança em rede ppt resumo

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Criança em rede ppt resumo

  1. 1. PROJETO CRIANÇA EM REDE
  2. 2. “Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como humanidade.” (Herbert de Souza - Betinho)
  3. 3. “ Por que é que todos não se reúnem, para sofrer e vencer juntos, de uma vez?” (Jagunço Riobaldo, Guimarães Rosa)
  4. 4. www.criancaemrede.org
  5. 5. VISÃO GERAL Negócio Missão Visão Valores Soluções inovadoras que integram os interesses do menor.
  6. 6. VISÃO GERAL Negócio Missão Visão Valores Promover as condições e os ambientes dos direitos dos cidadãos do futuro fornecendo soluções tecnológicas inovadoras, acessíveis e confiáveis para integrar os beneficiários e agentes de seus direitos.
  7. 7. VISÃO GERAL Negócio Missão Visão Valores Ser uma organização de referência no seu ramo de atuação.
  8. 8. VISÃO GERAL Negócio Missão Visão Valores • Inovação • Inclusão • Transparência • Colaboração • Ética • Competência
  9. 9. CENÁRIO DAS CRIANÇAS NO BRASIL Existem cerca de 61 milhões de crianças e adolescentes, o que corresponde a 35,9% da população total do pais. 47,3% da população de 0 a 17 anos vivem em famílias com renda per capita inferior a meio salário mínimo, o que denota diversos tipos de privação, como falta de alimentação adequada, acesso a saneamento básico, água potável e educação de qualidade. Provavelmente como conseqüência, o IBGE também aponta que cerca de 2,7 milhões de crianças entre 5 e 15 anos são submetidas ao trabalho infantil, principalmente em áreas rurais (Abrinq, et al, 2005). Existem ainda 932 cidades nas quais há exploração sexual comercial de menores, principalmente no Nordeste e Sudeste. No tocante à escolaridade das famílias, 33,2% (18,9 milhões) têm mães com pouca escolaridade (nenhuma escolaridade ou sem ter completado os quatro anos do ciclo básico). A mortalidade infantil, apesar da sensível melhoria nas últimas décadas, ainda registra 27,8 mortes para cada 1000 nascidos vivos e chega a 41,1 nos municípios do Nordeste.
  10. 10. QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS? O Estado e toda a sociedade são responsáveis pelo acompanhamento e proteção durante seu crescimento e formação, por meio da criação e manutenção de políticas específicas que garantam seus direitos fundamentais. (Fundação Abrinq et al, 2005). O princípio da proteção integral às criança é conferido a elas face a sua impossibilidade de garanti-los por conta própria. São “filhotes” e como tal devem ser tratados. Tanto a Constituição Federal quanto o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelecem a criança e o adolescente como indivíduos sujeitos de direitos e em condições peculiares de desenvolvimento, e portanto, prioridade absoluta das políticas públicas. Isso significa que este público deve estar em primeiro lugar quando são desenhados os programas de atendimento à sociedade. Significa ter garantidos mecanismos eficientes para proteção contra abusos, violências e explorações, e recursos destinados no orçamento público.
  11. 11. DESAFIOS • As administrações públicas não conseguem enxergar as demandas e problemas das crianças de uma maneira global. Apenas oferecem soluções localizadas, sem uma política que assuma um caráter integrador das ações (Vaz & Paulics, 1997) dos diversos órgãos setoriais ou mesmo sem reconhecer que estamos diante de mais um tema transversal em políticas públicas. • O ritmo dos gastos governamentais em diversas ações não tem sido suficiente para o atingimento dos direitos assegurados na Convenção Universal dos direitos da criança e nem do Estado da Criança e do adolescente.
  12. 12. OPORTUNIDADES • A “Política de Atendimento dos direitos da criança e do adolescente” é concebida como “um conjunto articulado de ações governamentais e não-governamentais, da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios” (ECA, art. 86); Abrinq et al, 2005 • Fica evidenciado o caráter de transversalidade ao tema “criança e adolescente” e a necessidade de ações intersetoriais da administração pública para a devida priorização das políticas públicas a eles voltadas, sendo necessário também (Abrinq et al, 2005) a articulação e estímulo às iniciativas de estados, município, sociedade civil, empresas e comunidade internacional.
  13. 13. DESAFIO: CRIAÇÃO DE REDES Apenas através da atuação coordenada, articulada e integrada destes diversos órgãos, autoridades e entidades governamentais e não governamentais, é que se poderá tirar o máximo proveito das potencialidades de cada um, fazendo com que os problemas detectados - tanto no plano individual quanto coletivo - recebam o devido atendimento interinstitucional e interdisciplinar, sem que isto importe quer numa superposição de ações desconexas e ineficazes, quer numa pura e simples transferência de responsabilidade (o popular “jogo-de-empurra”), como não raro se vê acontecer. É preciso, enfim, fazer com que os diversos órgãos, autoridades e entidades que integram o “Sistema de Garantias dos Direitos Infanto-Juvenis” aprendam a trabalhar em “rede”, ouvindo e compartilhando idéias e experiências entre si, definindo “protocolos” de atuação interinstitucional e buscando, juntos, o melhor caminho a trilhar, tendo a consciência de que a efetiva e integral solução dos problemas que afligem a população infanto-juvenil local é de responsabilidade de TODOS. E para que isto se torne uma prática corrente em todos os municípios brasileiros, é fundamental que o papel de cada órgão, entidade e autoridade seja claramente definido, assimilado por todos e efetivamente cumprido, pois a falha de um único componente do “Sistema de Garantias” e/ou sua atuação desconexa em relação aos demais, fatalmente a todos prejudicará, impedindo que o objetivo comum seja alcançado. Murillo José Digiácomo – Promotor de Justiça RS
  14. 14. DESAFIO: MOBILIZAR E INTEGRAR O uso das ferramentas do CRIANÇA EM REDE traz os benefícios da transparência e da abertura Os benefícios de uma comunidade aberta, segura e participativa promovem o empoderamento da criança e do adolescente e de todos os integrantes da sociedade para: • Entender melhor as necessidades e prioridades das crianças e adolescentes e de todos os intervenientes; • Atuar nessas necessidades com maior efetividade; • Alcançar melhorias na eficiência e efetividade em todos os níveis de atuação dos pais, sociedade e Governo; • Informar as decisões e resultados, aumentando assim a confiança e segurança da criança. • A meta final é combinar a força dos agentes de vigilância e defesa dos direitos, na localidade (município) com o poder das novas tecnologias da informação e comunicação por meio da mídia social na Internet.
  15. 15. OBJETIVO GERAL Criar, implementar e monitorar a plataforma de rede social CRIANÇA EM REDE na Internet como espaço de promoção, integração, discussão, difusão e defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente usando as tecnologias da informação e da comunicação (Web 2.0)
  16. 16. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Capacitação dos agentes de difusão e defesa dos direitos da criança: professores, conselheiros tutelares etc.. • Inclusão social e digital das crianças desprovidas • Vigilância e assistência legal dos direitos • Rede de proteção legal dos direitos da criança e do adolescentes • Acesso à informação e reclamação • Instrumento de integração e colaboração
  17. 17. OBJETIVOS ESPECÍFICOS INCLUSÃO DIGITAL “NENHUMA CRIANÇA DEVE SER TRATADA DESIGUAL” (art.2 da Convenção Universal dos Direitos da Criança – ONU. “Ninguém ficou de fora.” (Daniele Patrícia Silva, 10 anos, na lanhouse) COMO: Podemos obter melhorias significativas através da reestruturação dos processos educacionais e com o uso das novas tecnologias da informação e da comunicação. Mais de 35% das 56 milhões de pessoas que se conectaram à internet em 2008 utilizaram uma lan house. Pesquisa da PNAD (IBGE) e 57,1% tem acesso à rede nos domicílios. Minas, por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia, conta com 571 unidades interligadas em banda larga. A Rede tem 4.5 mil microcomputadores conectados, colocando Minas Gerais como o estado a possuir o maior programa de inclusão digital e social do País.
  18. 18. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ACESSO À INFORMAÇÃO “Toda criança tem o direito de ter informação importante para o seu bem estar dos diversos meios de comunicação. Os adultos devem cuidar para que a informação que ela recebe seja saudável e ajudá- la a achar e entender a informação que precisa.”Art.17 da Convenção dos Direitos Universais da Criança da ONU. COMO: • Conectando as crianças, compartilhando informação e conhecimento, ouvindo sua voz, promovendo um senso de comunidade de valores nas crianças e nos educadores e demais agentes de promoção e defesa de seus direitos. • RECLAMAÇÃO: caixa digital de reclamações/denúncias e distribuição rápida e segura para os agentes de intervenção.
  19. 19. OBJETIVOS ESPECÍFICOS INTEGRAÇÃO E COLABORAÇÃO A rede CRIANÇA EM REDE permite que as crianças e adolescentes, em parceria entidades do governo e da sociedade civil, construam redes de cidadãos capazes de promover a interação par-a-par e a comunicação e colaboração instrumental para: • identificar os problemas e as possibilidades de solução • subsidiar e apoiar as decisões dos agentes de difusão e defesa de seus direitos, e • gerar ganhos de eficiência na prestação de serviços através do alinhamento dos serviços governamentais com as expectativas dos beneficiários dos direitos
  20. 20. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CAPACITAÇÃO DOS AGENTES Assegurar que todos os agentes (Conselheiros tutelares, professores, promotores, graduando e profissionais do direito e da assistência social) tenham acesso à conectividade em banda larga e habilidades computacionais dá a eles condições de serem mais eficazes na implementação de suas funções. Computadores interligados permitem novas abordagens para a capacitação de professores e demais agentes, que vão além dos métodos padronizados, centralizados e hierárquicos ou dispersos. A rede visa criar centros de excelência, comunidades interligadas de aprendizagem e práticas, gerando, coletivamente, conteúdos e mecanismos para a divulgação e defesa dos direitos da criança. Um dos mais significativos impactos do Projeto será a assistência trazida pela conectividade aos agentes de vigilância e defesa dos direitos da criança. Aplicações tradicionais de capacitação e assistência acarretam diversas dificuldades: • limitam-se ao tempo e acesso dos agentes seu desenvolvimento permanente • dispersão e descentralização de iniciativas e centros atendimento ao menor • falta de convergência entre os defensores do direito nos níveis: Federal, Estadual e Municipal 20
  21. 21. INSTRUMENTO USO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC) Uma plataforma de mídia social, administrada e moderada, é capaz de permitir que todos os agentes na cadeia de valor de vigilância e defesa dos direitos da criança e do adolescente (beneficiários, promotores e defensores dos direitos) estabeleçam um ambiente de aprendizagem, integração e colaboração, on-line na Internet, potencializando os resultados esperados.
  22. 22. RESULTADOS ESPERADOS Gerar conhecimento e mecanismos coletivos a partir de conexões multidirecionais construídas pela própria criança e pelos seus agentes na defesa de seus direitos. Eles é que devem estar no centro das ações. Eles é que assumem o papel de protagonistas, constroem seus próprios conteúdos, se definem e se conectam a grupos e outros pares e fazem a informação e o conhecimento andar em múltiplas direções e gerar os resultados esperados.
  23. 23. PROTAGONISMO JUVENIL Uma nova geração de crianças jovens cresceu on-line, e está estabelecendo uma nova ética de abertura, participação e Interação em seus ambientes sociais. Esta nova geração é o motor demográfico da colaboração e ganhará cada vez mais força à medida que for amadurecendo. Essa geração é maior da história e ela sua própria força demográfica será a força motriz do século XXI. O modus operandis da geração digital é a formação de redes de colaboração (peering). É nesse ambiente que desempenham seu protagonismo. Entretanto, as Redes sociais envolvem interações de diversos níveis: conversas, imagens, vídeos, links, textos etc. O público que acessa esses dados é ilimitado e sem controle. 23
  24. 24. PROTAGONISMO JUVENIL COM SEGURANÇA As grandes redes mundiais , usadas com intensidade • Esse cenário tem vulnerabilizado pelo público infanto-juvenil no Brasil, desconsideram dramaticamente o público infanto-juventil a que privacidade é um direito fundamental: infindáveis exposições, como pedofilia, • O Contrato do usuário com a rede protege integralmente os exploração e abuso sexual, raptos, bullying interesses deles: eles assumem a condição contratual de proprietários dos dados dos membros e se garantem do direito de terminar a sua conta quando quiserem. • Ao contrário, a Rede Criança em Rede é • Usam os dados dos usuários para ter acesso às senhas e construída em plataforma tecnologicamente conteúdo de dos emails e monetizar as informações para segura e privada e o nível de privacidade é propósitos publicitários. controlado pelo Administrador/dono da Rede. A • Todos os dados do usuário são tratados como públicos em seu ecosistema. Rede retém 100% da propriedade de todo seu conteúdo e tudo que é publicado pelos seus • A conta e os dados dos usuários são dificilmente removidos quando solicitados e não garantem a exclusão de suas usuários. As informações pessoais de seus aplicações e bancos de dados. membros nunca são usadas para propósitos • Seus gráficos abertos de API são de natureza publicitários ou de qualquer natureza. Todo fundamentalmente fechada. conteúdo e códigos API são disponibilizados • O ponto alto e apelo dessas grandes plataformas são os para as Autoridades de defesa dos direitos da espaços e comunidades de namoro e não de aprendizagem e criança e do adolescente. colaboração relevante.
  25. 25. INOVANDO NA MÍDIA O momento é propício para que sejam formuladas estratégias inovadoras. Somos culpados de muitos erros e muitas falhas,mas nosso pior crime é abandonar as crianças,desprezando a fonte da vida. Muitas das coisas que precisamos podem esperar. A criança não pode. É exatamente agora que seus ossos estão se A mídia é, na atualidade, um elemento central para a socialização de crianças e adolescentes formando,seu sangue é produzido, e seus sentidos (seja por seus impactos positivos ou estão se desenvolvendo. negativos). Para ela não podemos responder "Amanhã” Assim como outros direitos humanos fundamentais, o “direito à comunicação” tem se consolidado como um princípio de Seu nome é "Hoje“ extrema importância para as democracias contemporâneas e também deve ser o foco das Poema de Gabriela Mistral. políticas públicas que se relacionam com as crianças e adolescentes. Rede ANDI Brasil
  26. 26. ESTRATÉGIA DA REDE: AGREGAR E DISTRIBUIR Divulgação dos direitos e capacitação Usando as tecnologias da informação e da comunicação Garantia dos direitos da criança Vigilância e defesa dos Informação direitos
  27. 27. ESTRATÉGIA DA REDE: ENGAJAR, OUVIR, AGIR Primeiro, ENGAJAR, envolvendo e comprometendo os Em seguida, OUVIR: beneficiários, os as demandas , executores e os propostas e violações defensores dos direitos que ocorrem durante essas interações e determinar os Finalmente, AGIR, dispositivos usando soluções necessários para que condizentes capazes de os agentes se agir de forma eficaz, integrem, ouçam e se rápida e mensurável no engajem na cumprimento e implementação dos atendimento das direitos. demandas dos beneficiários
  28. 28. FUNDAMENTO LEGAL CONVENÇÃO UNIVERSAL – art. 2º Os Estados Partes comprometem-se a respeitar e a LEI FEDERAL 11.525/2007 garantir os direitos previstos na presente Convenção a todas as crianças que se encontrem sujeitas à sua Exige a inclusão no currículo do ensino jurisdição, sem discriminação alguma, fundamental de conteúdo que trate dos independentemente de qualquer consideração de raça, direitos das crianças e dos cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra da adolescentes,incluindo a produção e criança, de seus pais ou representantes legais, ou da sua distribuição de material didático. origem nacional, étnica ou social, fortuna, incapacidade, nascimento ou de qualquer outra situação. LEI Nº 8.069 (13 de julho de 1990) LEI ESTADUAL – MG Nº 15.476/2005 Art. 3º - A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem " As escolas de ensino fundamental e médio prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, integrantes do Sistema Estadual de Educação assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as incluirão em seu plano curricular conteúdos e oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar atividades relativos à cidadania". desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, ... integrando o tema "direitos da criança e do em condições de liberdade e de dignidade. adolescente
  29. 29. PROPOSTA: USO DAS TIC’s Uma estrutura em rede (...) corresponde também ao que seu próprio nome indica: seus integrantes se ligam horizontalmente a todos os demais, diretamente ou através dos que os cercam. O conjunto resultante é como uma malha de múltiplos fios, que pode se espalhar indefinidamente para todos os lados, sem que nenhum dos seus nós possa ser considerado principal ou central, nem representante dos demais. Não há um “chefe”, o Essas redes de pessoas vêm, a cada dia, se tornando mais que há é uma vontade coletiva poderosas, independente e articuladora de novas formas de realizar determinado de organização do conhecimento, trabalho, economia, objetivo. comunicação, política, consumo. Esta rede está (Withaker, 1998) construindo uma nova sociedade.
  30. 30. OPERACIONALIZAÇÃO INICIANDO NA REDE Com apenas com uma conta de email, criada de forma simples e gratuita em qualquer provedor (como Gmail, Yahoo, Hotmail), o aluno e professor registra-se na rede, e começa imediatamente a aprender, comunicar e publicar conteúdo 30
  31. 31. OPERACIONALIZAÇÃO INTERAÇÃO INTERNA As crianças e seus interlocutores elegem ou criam comunidades temáticas, indicam os mediadores destas comunidades e exercem um papel fundamental na expansão do processo convidando outros da cadeia de valor para participar da rede. Caso tenham dificuldades, eles podem transitar na rede para identificar alguém que tenha conhecimento na área e pedir a sua ajuda Ao se cadastrarem na rede, os atores definem seus perfis declarando seus interesses, participam de fóruns de discussão e compartilham conteúdos. (vídeos, fotos, eventos, notícias etc. Neste processo, vão definindo seus interesses e o Administrador geral gerencia a rede como um todo na consecução de seus objetivos, com segurança digital.
  32. 32. OPERACIONALIZAÇÃO INTERAÇÃO EXTERNA A estrutura da rede, seu conteúdo, registro de membros, formação de grupos e fóruns forma o primeiro nível de articulação da rede. A interação das crianças e seus agentes através de seus perfis pessoais, fóruns e comunidades, fomentados pela ação de dos agentes (mediadores, pais, professores,conselheiros tutelares etc.) é o que forma o segundo nível de articulação da rede. A interação com outras fontes de conhecimento e informação (redes, sites, portais, blogs etc.) forma o terceiro nível de articulação da rede.
  33. 33. ELO FALTANTE “...a falha de um único componente Você é o elo do “Sistema de Garantias” e/ou sua faltante atuação desconexa em relação aos demais, fatalmente a todos prejudicará, impedindo que o objetivo comum seja alcançado.” Estamos principiando e queremos perder o poder da continuação: queremos que todos remexam e temperem. “A vida inventa! A gente principia as coisas, no não saber por que, e desde aí perde o poder de continuação - porque a vida é mutirão de todos, por todos remexida e temperada." Jagunço Riobaldo,G.Rosa

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