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Aula sobre islamismo

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Aula ministrada com conteúdo informativo e cristão

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  • extremamente tendenciosa e cheia de falhas rudimentares, não recomendo
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  • Aula tendenciosa. Oferece informações totalmente equivocadas.
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Aula sobre islamismo

  1. 1. O R I G E M
  2. 2. Sharia
  3. 3. Cinco pilares
  4. 4. Cinco pilares 1. Pronunciar a declaração de fé intitulada "chahada": "Não há outra divindade além de Deus e Mohammad é seu Mensageiro". 2. Realizar as cinco orações obrigatórias durante cada dia, no ritual chamado "salat". 3. Fazer o que puder para ajudar quem precisa, no chamado "zakat". 4. Jejuar durante o mês sagrado do Ramadã, todos os anos. 5. Realizar a peregrinação a Meca, o "haj".
  5. 5. Profeta Maomé
  6. 6. Mesquitas
  7. 7. Grupos
  8. 8. Sunitas ou Sunni Sunitas ou sunni correspondem a quase 90% . Sunitas são na sua maioria moderados mas vemos grandes exemplos de sunitas bem mais radicais do que deveriam ser !!! Sunni vem do termo sunna, os preceito baseados no Quran, então sunni significa os seguidores praticantes do ensinamentos do Profeta e dos Califas. Outros dizem que significa caminho moderado.
  9. 9. Sunitas ou Sunni Os sunitas moderados como os que vivem na Síria convivem em harmonia com os cristãos mas em várias partes do mundo sunitas radicais matam cristãos como ocorre na África como na Nigéria, Sudão e outros países que sofreram com a expansão islâmica radical.
  10. 10. Xiitas ou Shias Os shias ou xiitas representam cerca de 8% no mundo. A palavra shi'a significa algo como partido, seita ou seguidores de um pensamento em comum. Eles são bem mais intolerantes - crença do Imanes e que são como mestres para eles, e eles esperam pela volta do 12º Iman, o Iman Mahdi para conquistarem o mundo.
  11. 11. Xiitas ou Shias Um dos xiitas que propagam essa crenças é o presidente Iraniano Mahmoud Ahmadnejad que espera a volta do Iman Mahdi para fazer Israel sumir do mapa. O xiismo também foi responsável por tornar a antiga Pérsia na Republica Islâmica do Iran com os aiatolás radicais que tomaram o país. Os lideres do xiismo usam aquele turbante preto para se diferenciar dos sunitas e dizer que são descendentes do Profeta.
  12. 12. Sufismo Os sufis ou sufismo seria por assim dizer o lado mais mistico do Islam. Os sufis são como monges e vivem em isolados em mosteiros ou em cidades. Os sufis mais conhecidos são os derviches muito comum na Turquia, onde eles dançam, rodopiam em transe, vestido com trajes tradicionais. Muitos muçulmanos descordam que os sufis sejam seguidores do Islam pois eles praticam coisas de outras religiões e se desviar dos preceitos do Islam.
  13. 13. Alawis Os alawi ou alaouitas são um grupo de muçulmanos xiitas sírios que na época do império Otamano lutou pela independência da Síria e em na década de 60 chegou ao poder com Hafez Al Assad e continua até hoje com Bashar.
  14. 14. Alawis Os alawi são moderados e convivem em harmonia com os outros grupos religiosos na Síria, em especial com os cristãos sírios que eram muito perseguidos na época do império Otamano e tiveram que mudar do pais. Por isso tem tanto sírios-libaneses cristãos no Brasil e os primeiros chegaram aqui no século 19. E ao contrario do que se fala na TV hoje sobre eles, os alawitas são bem mais moderados que a maioria dos países governados por sunitas.
  15. 15. Oriente Médio Arábia Saudita 95% de muçulmanos sunitas, 5% de muçulmanos xiitas Berço do Islã, abriga as cidades sagradas de Meca e Medina e adota uma interpretação conservadora da lei islâmica. País natal de Osama bin Laden e de quinze dos 19 seqüestradores dos aviões de 11 de setembro de 2001. Em função de sua boa relação com os EUA, a família real sofre a oposição de vários grupos radicais, incluindo a rede Al Qaeda. Sabe-se, porém, que muitas figuras importantes ajudam a financiar os terroristas muçulmanos.
  16. 16. Oriente Médio Irã 89% de muçulmanos xiitas, 10% de muçulmanos sunitas O país se tornou uma República Islâmica depois da revolução de 1979. Desde então, os aiatolás são a autoridade política máxima, cujo poder se sobrepõe ao do presidente e do parlamento, eleitos em votação popular. Desde o fim da década de 90, o Irã vive uma luta entre os clérigos conservadores e os reformistas, que defendem a flexibilização do regime islâmico.
  17. 17. Oriente Médio Iraque 60% de muçulmanos xiitas, 32% de muçulmanos sunitas No regime de Saddam Hussein (um sunita), o estado era secular, e manifestações religiosas eram proibidas dentro da estrutura do governo. Com a queda do ditador, a maioria xiita pretende ter um papel mais influente no comando do país. A guerra teve um efeito contrário ao esperado pelos EUA: o fanatismo religioso e o terrorismo ligado à religião estão mais fortes que na época de Saddam.
  18. 18. Oriente Médio Egito 94% de muçulmanos sunitas O governo e o sistema judicial são seculares, mas as leis familiares são baseadas na religião e a atuação de grupos radicais ainda é grande. O Egito é o local de origem da primeira facção radical do Islã, a Irmandade Muçulmana, e deu origem também ao grupo Jihad Islâmica. Depois da execução do presidente Anuar Sadat pelos radicais, em 1981, o governo prendeu e matou milhares de pessoas na repressão ao extremismo religioso.
  19. 19. Oriente Médio Territórios palestinos 90% de muçulmanos A sociedade e a política palestinas têm fortes tradições seculares. A revolta contra Israel, no entanto, deu força a grupos religiosos radicais (Hamas, Jihad Islâmica, Brigadas de Mártires de Al Aqsa) e a influência do islamismo na política tornou-se dominante.
  20. 20. Oriente Médio Líbano 41% de muçulmanos xiitas e 27% de muçulmanos sunitas Com uma formação de governo que reflete a distribuição religiosa da população (primeiro-ministro é sempre sunita e o presidente do parlamento, xiita), é a terra do grupo radical Hezbolá. Para os EUA, o Hezbolá é uma organização terrorista; para o Líbano, um movimento legítimo de resistência contra os israelenses e uma organização política legalizada.
  21. 21. Oriente Médio Jordânia 92% de muçulmanos sunitas A família real está no poder desde a independência, em 1946 - e sua aceitação se baseia no fato de que os príncipes seriam descendentes diretos do profeta Maomé. A sociedade é conservadora e a interpretação do Islã é rigorosa - costumes de séculos atrás são mantidos graças à religião. Outros países de maioria muçulmana: Iêmen, Omã, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Síria
  22. 22. Europa Turquia 99,8% de mulçumanos Estado secular, a Turquia garante liberdade religiosa a população. Na prática, porém, os costumes e crenças do islamismo tem grande influência sobre o comando do país. O partido que conquistou o poder em 2002, por exemplo, tem raízes islâmicas, apesar de se descrever como "conservador".
  23. 23. Europa Kosovo 92% de muçulmanos Palco de uma violenta campanha de perseguição pelos sérvios, o território foi ocupado pela Otan e teve seu controle assumido pela ONU em 1999. Isso não impediu a morte de 10.000 pessoas e a fuga de cerca de 1,5 milhão para a Albânia ou para a região da fronteira.
  24. 24. Europa Albânia 70% de muçulmanos Chechenia maioria de muçulmanos Desde o fim da União Soviética, a república russa vem sendo palco de violentos confrontos entre o governo de Moscou e as forcas separatistas formadas pelos radicais islâmicos. No período em que a Rússia retirou suas forcas do território, o islamismo tornou-se religião oficial.
  25. 25. Europa Uzbequistão 88% de muçulmanos Estado secular, viu o islamismo ganhar forca nos anos 90. Junto com esse crescimento, surgiram os grupos radicais contrários ao governo. Depois de uma serie de atentados, as forcas do governo reprimiram os radicais. Os grupos, porém, continuam em atividade. Outros países de maioria muçulmana: Azerbaijão, Turcomenistão, Quirgistão, Tadjiquistão, Cazaquistão
  26. 26. Estados Unidos O palco do maior ato de terrorismo islâmico da Historia tem mais de 6 milhões de muçulmanos e em torno de 2.000 mesquitas. Entre os seguidores da religião nos EUA, 77,6% são imigrantes, e 22,4%, americanos natos. Apesar do 11 de setembro de 2001, o islamismo esta crescendo: estima-se que, no ano de 2010, a população muçulmana supere a judaica - apenas o cristianismo terá mais seguidores.
  27. 27. Brasil Um dos maiores países católicos do mundo tem uma comunidade islâmica relativamente grande - e seus números vem crescendo. A quarenta anos a comunidade árabe brasileira tinha uma única mesquita. Atualmente são mais de 50 templos, espalhados por todo o pais e freqüentados por entre 1,5 e 2 milhões de fieis. Não ha atuação de grupos extremistas armados no território brasileiro.
  28. 28. Acordem senhores congressistas, já que o governo não dá bola: terrorista alicia homens pobres do interior do Brasil para fazer curso de religião no Irã Blog Veja Reinaldo Azevedo 18/04/2011
  29. 29. Festas e datas As duas principais festividades do islamismo são: 1. Eid-Al-Adha, que coincide com a peregrinação anual a Meca,
  30. 30. 2. Eid-al-Fith, quando se quebra o jejum do mês do Ramadã. O mês sagrado, aliás, é o principal período do calendário islâmico. Os muçulmanos xiitas também comemoram o Eid-al-Ghadir aniversário da declaração de Maomé indicando Ali como seu sucessor. Outras festas islâmicas são o aniversário de Maomé (Al-Mawlid Al-Nabawwi) e o aniversário de sua jornada a Jerusalém (Al-Isra Wa-l-Miraj).
  31. 31. Conversão
  32. 32. Conversão Não é preciso ter nascido muçulmano ou ser casado com um praticante da religião. Também não é necessário estudar ou se preparar especialmente para a conversão. Uma pessoa se torna muçulmana quando proferir, em árabe e diante de uma testemunha, que "não há divindade além de Deus, e Mohammad é o Mensageiro de Deus
  33. 33. Conversão O processo de conversão extremamente simples é apontado como um dos motivos para a rápida expansão do islamismo pelo mundo. A jornada para a prática completa da fé, contudo, é muito mais complexa. Nessa tarefa, outros muçulmanos devem ajudar no ensinamento.
  34. 34. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Comportamento violento e atitudes. Islamismo e cristianismo - há um “espírito” do islamismo e um Espírito do cristianismo - Do Espírito de Cristo e do “espírito” do islamismo vieram os ensinos do islamismo e o comportamento dos muçulmanos. “O Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14:26).
  35. 35. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Quando Jesus enviou os Seus discípulos: “Eis que Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa, nem alforje, nem sandálias; e a ninguém saudeis pelo caminho. Ao entrardes numa casa, dizei: „Paz seja nesta casa!‟… Quando entrardes numa cidade e ali vos receberem, comei do que vos for oferecido. Curai os enfermos que nela houver e anunciai-lhes: „A vós outros está próximo o reino de Deus. Quando, porém, entrardes numa cidade e não vos receberem, saí pelas ruas e clamai: „Até o pó da vossa cidade, que se nos pegou aos pés, sacudimos contra vós outros‟” (Lc 10:3-11).
  36. 36. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Alá mandou seus discípulos como lobos para conquistar as cidades. Jesus pediu que seus discípulos não levassem bolsa, alforje ou sandália, mas Alá mandou que Maomé instruísse seus discípulos a levarem espadas ao entrar nas cidades.
  37. 37. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy “Portanto, quando vocês encontrarem os infiéis [numa batalha], agarrem-nos pela garganta; e depois de os subjugarem completamente, amarrem [a eles] com um laço bem apertado; depois, [é tempo para] generosidade ou resgate, até que a guerra deponha o seu fardo” (Alcorão, Sura 47:4).
  38. 38. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Os muçulmanos não sentem vergonha de Maomé e os Califas terem usado a espada para abrir outros países para o islamismo e forçar os não muçulmanos a se converterem ao islamismo. Na guerra dos apóstatas, eles também obrigaram os muçulmanos que deixaram o islamismo depois da morte de Maomé a voltarem para os islamismo. Até a bandeira da Arábia Saudita, a pátria dos islamismo, contém duas espadas. A maioria dos países do Golfo ainda usa espadas não só nas lutas, mas também nas danças.
  39. 39. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Alguns podem alegar que estas matanças aconteceram no tempo de Maomé, mas que os muçulmanos de hoje não encorajam a morte de ninguém, mesmo de quem muda de religião, porque o Alcorão diz que a religião não é obrigatória. Mas, isto não é verdade, mesmo que o governo seja secular e não aplique tanto a Lei Xaria (lei islâmica).
  40. 40. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy No dia 2 de janeiro de 1986, as autoridades egípcias prenderam oito homens e mulheres. Foram acusados de deixar o islamismo e abraçar o cristianismo. Depois que eles foram presos, um líder muçulmano escreveu para o governo exigindo que fossem executados.
  41. 41. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy No dia 2 de julho de 1986, o jornal Luz Islâmica, publicado pelo partido Ahrar (homens livres), disse num artigo intitulado “A Questão do Absurdo”: “Duas coisas nós consideramos absurdas. A primeira, é que a igreja egípcia está exigindo a libertação imediata deles e ter contatado a Anistia Internacional para manifestar a sua indignação pela prisão de oito pessoas por causa da sua apostasia do islamismo.
  42. 42. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Quanto ao cristianismo, quando os líderes religiosos vieram prender e matar Jesus, Seu discípulo Pedro tomou a espada e cortou a orelha do servo. Pedro não estava tentando forçar ninguém a aceitar a sua nova religião, mas estava defendendo o seu Senhor e Mestre e a si mesmo.
  43. 43. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Mas, Jesus lhe ordenou: “Embainha a tua espada, pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão” (Mt 26:52). Sempre que alguém fizer uso da espada para matar outra pessoa, especialmente se a morte for “em nome de Deus”, a maldição de usar a espada vai segui-lo sempre.
  44. 44. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Os muçulmanos não crêem que Deus é Espírito, por isso eles pensam que o Espírito Santo é o Anjo Gabriel. Não vamos encontrar no islamismo nenhuma explicação sobre o que Deus quer dizer por “espírito”. Quando os companheiros de Maomé lhe perguntaram sobre o espírito, ele não soube responder.
  45. 45. Cristianismo e o Islamismo Dr Salim Almahdy Até Alá se negou a responder à pergunta deles na Sura 17:85: “Eles te perguntam sobre o espírito; dize-lhes que o espírito é do meu Senhor.” Mas, Jesus declarou claramente na conversa com a mulher samaritana: “Deus é Espírito” (Jo 4:24).
  46. 46. Grade de comparação entre cristianismo e doutrina islâmica
  47. 47. 1)Termo: Vida após a morte Cristianismo : Cristãos estarão com o Deus no céu (Filipenses 1:2124; 1 Coríntios 15:50-58). Os não cristãos serão lançados no inferno para sempre (Mateus. 25:46). O Paraíso é um estado intermediário entre a morte e a ressurreição (Lc.19:16-31). O Inferno e todos os infiéis serão lançados no lago de fogo para todo o sempre (Ap. 20:14). Islamismo : Há uma vida após a morte (75:12) uma vida ideal no Paraíso (29:64), para muçulmanos fiéis ou Inferno para os que não são.
  48. 48. 2)Termo: Reconciliação Cristianismo: O sacrifício de Cristo na cruz (1 Pedro 2:24) por meio do Seu sangue torna-se o Sacrifício que leva embora a ira de Deus (1 Jo. 2:2) do pecador quando o pecador o recebe (João 1:12), pela fé (Romanos. 5:1), no trabalho de Cristo na cruz. Islamismo: Não há nenhum trabalho de reconciliação no Islã diferente de uma sincera confissão de pecado e arrependimento pelo pecador.
  49. 49. 3)Termo: Bíblia Cristianismo: Inspirada por Deus e formulada sem erros (2 Timóteo. 3:16). Islamismo: Palavra respeitada dos profetas mas a Bíblia foi corrompida pelos séculos e só é correta na medida em que concorda com o Alcorão.
  50. 50. 4)Termo: Crucificação Cristianismo: O lugar onde o Jesus expiou pelos pecados do mundo. Só por este sacrifício que qualquer um pode ser salvo da ira de Deus (1 Pedro 2:24). Islamismo: Jesus não morreu na cruz. Ao invés, Deus permitiu que Judas se parecesse com Jesus e este fosse crucificado.
  51. 51. 5) Termo: Deus Cristianismo: Deus é uma trindade de pessoas: Pai, Filho, e Espírito Santo. A Trindade não são três deuses em um deus, nem uma pessoa que tem três formas. Trinitarianismo é estritamente monoteístico. Não há nenhum outro Deus em existência. (Mt. 28:19).
  52. 52. 5) Termo: Deus Islamismo: Deus é conhecido como Alá. Alá é uma pessoa, uma unidade rígida. Não há nenhum outro Deus em existência. Ele é o criador do universo (3:191), soberano acima de tudo (6:61-62). No alcorão lemos acerca de Maomé: Fui mandado adorar o senhor desta Terra (ou metrópole) – (Sura 27:91). Alá era um nome que se usava para um dos deuses da Arábia, que era conhecido como o pai das deusas Lat, Uzza e Manat, adoradas por muito.
  53. 53. 6)Termo: Céu (Paraíso) Cristianismo: O lugar onde Deus mora. Céu é a casa dos cristãos que são salvos pela graça de Deus. É céu porque é onde Deus e os cristãos desfrutarão amizade eterna com Ele. (Jo. 14:1-3; II 5:1).
  54. 54. 6)Termo: Céu (Paraíso) Islamismo: Paraíso para muçulmanos, um lugar de alegrias inimagináveis (32:17), um jardim com árvores e comida (13:35;15:4548) onde são conhecidos os desejos de muçulmanos fiéis, (3:133; 9:38; 13:35; 39:34; 43:71; 53:13-15). Interessante é que há promessas de virgens belas só para os homens (Sura 56:1-56), deveria haver promessas de jovens belos para as mulheres também! Mas não há. O céu do islamismo parece algo bem estranho aos olhos de quem conhece a Bíblia, principalmente no NT que condena veemente a poligamia e a prostituição (I Cor.7).
  55. 55. 7) Termo: Inferno Cristianismo: Um lugar de tormento em fogo fora da presença de Deus. Não há fuga do Inferno (Mateus 25:46). Islamismo: Inferno é um lugar de castigo eterno e tormento (14:17; 25:65; 39:26), em fogo (104:6-7) para esses que não são os muçulmanos (3:131) bem como esses que de quem o trabalho e a fé não são suficientes (14:17; 25:65; 104:6-7).
  56. 56. 8) Termo: Espírito Santo Cristianismo: Terceira pessoa da Trindade. O Espírito Santo é completamente Deus em natureza. (Jo. 14:26).
  57. 57. 8) Termo: Espírito Santo Islamismo: O arcanjo Gabriel que entregou as palavras do Alcorão a Maomé. Os eruditos muçulmanos aplicam o texto de João 14:16 como se fosse uma referência a Maomé, pois no “Alcorão”, livro sagrado dos islâmicos, ele é chamado de “Ahmad” (periclytos – que eles consideram a forma correta de parakletos. Acontece porém que o texto no original grego do Novo Testamento não traz “periclytos” (o que é louvado), mas “parakletos” que é consolador.
  58. 58. 8) Termo: Espírito Santo Islamismo: Para tentar dar consistência a seus argumentos os apologistas islâmicos se apegam ao evangelho apócrifo de Barnabé que ao invés de trazer a forma correta “parakletos”, traz “periklytos” que expressa o significado do nome Maomé.
  59. 59. 9) Termo: Jesus Cristianismo: Segunda pessoa da Trindade. Ele é a palavra que se tornou carne (João 1:1, 14). Ele é Deus e homem (Colossenses. 2:9). Islamismo: Um grande profeta, só sucede a Maomé. Jesus não é o filho de Deus (9:30) e certamente não é divino (5:17, 75)) e ele não foi crucificado (4:157). Ou seja, o Jesus do Islamismo é um outro Jesus (II Cor. 11:4).
  60. 60. 10) Termo: Dia do julgamento Cristianismo: Acontece no dia da ressurreição (João 12;48) onde Deus julgará todas as pessoas. Os cristãos vão para o céu. Todos os outros para o inferno (Mateus. 25:46). Islamismo: Acontece no dia da ressurreição onde Deus julgará todas as pessoas. Muçulmanos vão para o paraíso. Todos os outros para o inferno (10:53-56; 34:28). O Julgamento está baseado nas ações de uma pessoa (14:47-52; 45:21-22).
  61. 61. 11) Termo: Alcorão Cristianismo: O trabalho de Maomé não é inspirado, nem é considerado como escritura. Não há nenhuma verificação precisa dos originais. É um livro que não está estribado no amor, pois manda perseguir e matar os inimigos, enquanto que o NT manda oferecer a outra face (Mt. 5:39).
  62. 62. 11) Termo: Alcorão Islamismo: A revelação de Deus para todo gênero humano dado pelo arcanjo o Gabriel para Maomé num período de mais de 23 anos. Está sem erro e resguardada de erros por Alá. Apesar disso, os muçulmanos acreditam que alguns versos mais antigos foram substituídos. Alguns especialistas afirmam que 225 versos foram suprimidos, o que é motivo de constrangimento para os muçulmanos.
  63. 63. 12) Termo: Homem Cristianismo: Feito à imagem de Deus (Gênesis 1:26). Isto não significa que Deus tem um corpo, mas que o homem é feito como Deus em suas habilidades (razão, fé, amor, etc.). Islamismo: Não feito na imagem de Deus (42:11). O Homem é feito do pó da terra (23:12) e Alá soprou o fôlego da vida no homem (32:9; 15:29).
  64. 64. 13) Termo: Muhammad ou Maomé Cristianismo: Um homem não inspirado nascido em 570 em Mecca que começou a religião islâmica que é completamente diferente da ensinada por Jesus Cristo. Islamismo: O último e maior de todos os profetas de Alá e o Alcorão é o maior de todos os seus livros.
  65. 65. 14)Termo: Pecado original Cristianismo: Este é um termo que descreve o efeito do pecado de Adão nos seus descendentes (Rom. 5:12-23). Especificamente, é nossa herança da natureza pecaminosa de Adão. A natureza pecaminosa de Adão é passada de pai para filho. Nós somos por natureza os filhos da ira (Efésios. 2:3). Islamismo: Não existe nenhum pecado original. Todas as pessoas são sem pecado até que eles se rebelem contra Deus. Elas não têm natureza pecaminosa.
  66. 66. 15) Termo: Ressurreição Cristianismo: Ressurreição de todas as pessoas, são ressuscitados os não cristãos para condenação eterna e cristãos à vida eterna (1 Cor. 15:50-58). Islamismo: Ressurreição, alguns para o céu, alguns para o inferno (3:77; 15:25;75:36-40; 22:6).
  67. 67. 16) Termo: Salvação Cristianismo: Um dom gratuito de Deus (Efésios. 2:8-9) para a pessoa que acredita em Cristo e no Seu sacrifício na cruz. Ele é o nosso mediador (1 Timóteo. 2:5). nenhum esforço é de qualquer forma suficiente para merecer a salvação desde que nossos esforços são todos inaceitáveis a Deus (Isaías 64:6). Islamismo: A salvação depende do esforço e das boas obras de cada um.
  68. 68. As grandes surpresas do último censo religioso brasileiro
  69. 69. As grandes surpresas do último censo religioso brasileiro Primeira À vista dos censos anteriores e de vários outros fatores, os observadores mais atentos esperavam número bem menor de católicos. A lembrança é do sociólogo da religião do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e professor do departamento de sociologia da USP, Antônio Flávio Pierucci. Numa população de 170 milhões de habitantes, os católicos são 125 milhões – três quartos de todos os brasileiros. “É católico que não acaba mais”, diz o sociólogo.
  70. 70. As grandes surpresas do último censo religioso brasileiro Segunda Levando em conta as taxas elevadíssimas do crescimento do protestantismo histórico, pentecostal e neopentecostal dos últimos 20 anos, bem como “a extrema visibilidade e a penetrante vocalidade dos evangélicos na cena brasileira” (Pierucci), esperava-se número bem maior de evangélicos. Os protestantes são 26 milhões, apenas 15% da população.
  71. 71. As grandes surpresas do último censo religioso brasileiro Terceira Talvez a maior de todas as surpresas do último censo religioso seja o enorme crescimento dos sem-religião. Esses crentes a seu jeito, que não assumem compromisso com nenhum grupo religioso, eram 1% dos brasileiros 20 anos atrás e agora são 7,3% (mais de 12 milhões), o que corresponde a quase a metade dos evangélicos.
  72. 72. As grandes surpresas do último censo religioso brasileiro Quarta A surpresa geral é a constatação do encolhimento numérico dos adeptos de Umbanda e outros cultos afros. A porcentagem de umbandistas no censo de 2000 é extremamente pequena – apenas 0,34% . Continua sendo uma religião urbana.
  73. 73. As grandes surpresas do último censo religioso brasileiro Quinta Embora o número de religiões seja cada vez maior no Brasil e no mundo, o aumento da tolerância religiosa no Brasil surpreende. Segundo o editorial do Jornal do Brasil de 11 de maio de 2002, “a diversidade [religiosa] é bem mais aceita do que era, as pessoas se sentem livres para abraçar a religião com a qual mais se identificam”. Isso seria o ápice do decreto que determinou a separação entre o Estado e a Igreja, logo após a proclamação da República. Para permanecer nessa rota, explica o Jornal do Brasil, “é importante que o Estado se mantenha laico até para garantir com maior isenção a liberdade e a pluralidade dos cultos”.
  74. 74. As cinco ferramentas
  75. 75. Jenkins prova que os cristãos nas terras cristãs conquistadas pelos Muçulmanos foram subjugados mediante cinco ferramentas que podiam ser utilizadas simultaneamente ou sucessivamente:
  76. 76. A Primeira Ferramenta: A convivência tolerante,
  77. 77. A Segunda Ferramenta: Conversões pelo debate
  78. 78. A Terceira Ferramenta Maior taxa de natalidade.
  79. 79. A Quarta Ferramenta: Imposição de humilhações e impostos excessivos
  80. 80. A Quinta Ferramenta: Começava a imposição violenta da fé muçulmana,
  81. 81. Conclusões de Jenkins A principal delas é a importância da evangelização e do trabalho missionário.
  82. 82. Conclusões de Jenkins A Ásia era ainda a região cristã mais importante do mundo mas começava seu declínio forçado para a situação que vemos hoje. Como resultado, hoje o ponto de gravidade do cristianismo deslocou-se para as Américas e o sul do globo (África).
  83. 83. Conclusões de Jenkins A Europa passa por uma crise de fraqueza espiritual cristã e precisa passar por um trabalho missionário fortíssimo, tão forte como o que está sendo desenvolvido na África. A restauração da força da fé cristã na Europa é tão importante como o desenvolvimento dela na África.
  84. 84. Conclusões de Jenkins Um exemplo oposto é o que aconteceu com a igreja Ortodoxa na Rússia: seus esforços de evangelização não a levaram a outras regiões geográficas. Quando a partir de 1917 o regime comunista iniciou o massacre e perseguição dos cristãos ortodoxos, eles não tinham presença em outras regiões geográficas que pudesse compensar o seu declínio na Rússia e outros países comunistas. O mesmo aconteceu com as igrejas orientais: seus esforços de evangelização na China foram mal sucedidos e na sua região de origem foram destruídos pelo crescimento muçulmano. A solução: evangelizar, aumentar o trabalho missionário, diversificar a atuação, segundo Jenkins.
  85. 85. Morticínio causado pela invasão e ocupação árabe-muçulmana de um lado e por outro lado a repressão promovida pelos regimes comunistas:

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