...








Este
relatório
constitui
uma
das
componentes
de
investigação
do
projecto
“ADOPT‐DTV:
Barreiras
à
adopção
da
televi...


ÍNDICE

1.
Sumário
Executivo ..............................................................................................


1.
Sumário
Executivo

Primeira
recolha
de
dados
–
Novembro
2010:

•          A
 maioria
 dos
 inquiridos
 (99,4%)
 afirm...
receber
TDT
e
35,3%
referem
necessitar
de
o
fazer
e
28,6%
respondem
negativamente.
No
que
 respeita
 a
 caixa
 descodifica...

2.
Objectivos
e
desenvolvimento
do
instrumento
        No
 âmbito
 do
 projecto
 de
 investigação
 “ADOPT‐DTV:
 Barreiras...
segunda
 aplicação
 que
 se
 focou
 no
 questionamento
 dessa
 pergunta
 à
 amostra
 na
 sua
totalidade.
 As
 duas
 aplica...
3.
Selecção
e
Caracterização
da
Amostra
           A
 realização
 do
 estudo
 quantitativo
 teve
 por
 base
 uma
 amostra
...

             Relativamente
 à
 nacionalidade
 dos
 sujeitos
 inquiridos
 neste
 inquérito
 (D.11),
 a
grande
 maioria
 da...
por
3
pessoas,
20,1%
pertencem
a
uma
família
com
4
pessoas,
6,3%
pertence
a
uma
família
com
 5
 pessoas
 e
 4,3%
 pertence...
gráficos
 e
 tabelas
 seguintes
 ilustram
 a
 distribuição
 da
 amostra
 em
 relação
 à
 variável
 em
questão
 –
 grau
 de...

Tabela
8.
D.8)
Importa‐se
de
me
dizer
qual
é
exactamente
a
sua
ocupação
ou
actividade
profissional
principal?

          ...

 Patrão/
Proprietário
(agricultura,
comércio,
indústria,
                  120
     10,0
    serviços)
–
Conta
própria
  ...
Tabela
10.
D.17)
Poderia
dizer‐me
por
favor,
qual
dos
seguintes
escalões
corresponde
ao
rendimento
mensal
ilíquido
(bruto)...
habitantes
(28,5%),
52
entrevistas
em
zonas
com
100.000
ou
mais
habitantes
(4,3%)
e
ainda
67
entrevistas
na
cidade
de
Lisb...

    Tabela
13.
Habitat
                             
                         N
           %

        Menos
de
2.000
habi...
inquiridos
 não
 conseguem
 ver,
 5,1%
 têm
 muita
 dificuldade
 em
 ver,
 18%
 têm
 alguma
dificuldade
em
ver,
13,9%
têm
...

       Ao
 longo
 do
 processo
 de
 aplicação
 do
 questionário
 foi
 realizado
 um
 controlo
 de
qualidade,
respeitando‐...

4.
Resultados
gerais
–
Análise
Descritiva
do
Inquérito
         Primeira
recolha
de
dados
–
Novembro
de
2010
            ...
Janeiro
 de
 2011
 –
 mais
 detalhes
 adiante.
 Os
 dados
 indicam
 que
 apenas
 uma
 baixa
percentagem
 dos
 inquiridos
 ...

Tabela
19

P.4.1.
O
serviço
de
televisão
paga
que
tem
em
funcionamento
em
sua
casa
é
de
que
tipo?
                
      ...
pelos
 indivíduos
 da
 amostra
 19,20
 euros
 por
 mês,
 atingindo
 o
 valor
 máximo
 os
 200
 euros
por
mês
(consultar
ta...
mesma
 no
 lar.
 Assim,
 93,3%
 dos
 participantes
 possuem
 pelo
 menos
 um
 telemóvel,
 60,1%
têm
telefone
fixo
em
casa,...
Analisando
 os
 hábitos
 de
 consumo
 televisivo,
 os
 dados
 indicam
 que
 em
 média
 os
sujeitos
da
amostra
assistem
a
c...
Tabela
28.
P.12.
Qual
é
o
canal
que
vê
com
maior
frequência?
                 
               1º
mais
visto
              ...

Tabela
30.
P.14.
E
que
canais
gostaria
de
receber
em
sua
casa?
Por
favor
indique
até
três
canais
que
preferia
receber
em
...

Tabela
31.
P.16.
Até
que
ponto
está
satisfeito
com
a
qualidade
de
imagem
e
som
da
emissão
de
televisão
que
recebe
em
sua
...
Ainda,
perguntou‐se
a
todos
os
participantes
como
costumam
ver
programas
de
TV,
vídeo
ou
filmes,
sendo
que
95,1%
responder...
6,2%
 a
 optarem
 por
 não
 responder
 a
 esta
 questão
 (questão
 19,
 consultar
 tabela
 34).
 As
tabelas
seguintes
apre...

Tabela
34.
P.19.
Até
que
ponto
está
interessado,
de
uma
forma
geral,
na
TV
Digital?
                      
              ...
UTAUT
têm
maior
poder
explicativo
neste
caso
específico
a
adopção
de
TV
digital
por
parte
da
população
Portuguesa
(questão...
A
 questão
 21
 pergunta
 aos
 indivíduos
 que
 já
 possuem
 TV
 digital,
 até
 que
 ponto
estão
satisfeitos
com
esta
tecn...
Ainda
sobre
os
processos
técnicos
implicados
no
serviço
de
TV
digital,
perguntou‐se
aos
inquiridos
que
já
ouviram
falar
de...
Os
 participantes
 no
 inquérito
 foram
 convidados
 a
 indicar
 quais
 os
 procedimentos
necessários
para
ter
TDT
em
casa...
com
as
questões
práticas
como
ter
uma
nova
antena
ou
cablagem
e
um
novo
equipamento
a
funcionar”
(49,8%);
“Estou
surpreend...

A
minha
principal
preocupação
são
os
      1,3
      6,8
     18,4
    37,4
    23,2
    12,8
 custos
que
vou
ter
com
est...
ou
 referiram
 não
 saber
 se
 vão
 adquirir
 algum
 equipamento
 ou
 serviço
 de
 TV
 digital
 nos
próximos
 12
 meses,
 ...
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011

798 views

Published on

Relatório do projecto ADOPT-DTV

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
798
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
10
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Adopt dtv inquerito-quantitativo_out2011

  1. 1. 

 
 
 
 
 “ADOPT_DTV:
Barreiras
à
adopção
da
televisão
digital
no
contexto
da
 transição
da
televisão
analógica
para
o
digital
em
Portugal”

 (
PTDC/CCI‐COM/102576/2008)
 
 Relatório
“Inquérito
Quantitativo”
 Outubro
de
2011


 1

  2. 2. 







Este
relatório
constitui
uma
das
componentes
de
investigação
do
projecto
“ADOPT‐DTV:
Barreiras
à
adopção
da
televisão
digital
no
contexto
da
transição
da
televisão
analógica
para
o
digital”
(PTDC/CCI‐COM/102576/2008),
da
responsabilidade
do
Centro
de
Investigação
em
Comunicação,
Artes
e
Novas
Tecnologias
(CICANT)
da

Universidade
Lusófona
de
Humanidades
e
Tecnologias,
com
o
financiamento
da
Fundação
para
a
Ciência
e
Tecnologia,
em
parceria
com
o
Obercom
e
Anacom.



EQUIPA
DE
INVESTIGAÇÃO
Universidade
Lusófona
de
Humanidades
e
Tecnologias
‐
Manuel
José
Damásio
(investigador
responsável)
‐
Célia
Quico
(coordenação‐geral)
‐
Iolanda
Veríssimo
‐
Sara
Henriques
‐
Rui
Henriques
‐
Inês
Martins
‐
Ágata
Sequeira


PARCEIROS
Obercom
–
Observatório
da
Comunicação
(Gustavo
Cardoso,
Vera
Araújo)
Anacom
–
Autoridade
Nacional
das
Comunicações


FICHA
TÉCNICA
Título:
 
 
 “ADOPT‐DTV:
Inquérito
Quantitativo”
Autoria:

 
 Sara
Henriques,
com
Célia
Quico
(revisão
e
coordenação)
Data
de
Publicação:

 Outubro
de
2011


 2

  3. 3. 

ÍNDICE

1.
Sumário
Executivo .............................................................................................. 4
2.
Objectivos
e
desenvolvimento
do
instrumento................................................... 6
3.
Selecção
e
Caracterização
da
Amostra ................................................................ 8
4.
Resultados
gerais
–
Análise
Descritiva
do
Inquérito .......................................... 19
5.
Bibliografia ....................................................................................................... 51
ANEXOS ............................................................................................................... 52






 3

  4. 4. 

1.
Sumário
Executivo

Primeira
recolha
de
dados
–
Novembro
2010:

• A
 maioria
 dos
 inquiridos
 (99,4%)
 afirmaram
 ter
 pelo
 menos
 um
 aparelho
 de
 TV,
sendo
 que
 63,4%
 afirmam
 ter
 um
 ou
 dois
 televisores
 em
 sua
 casa
 (questões
 P.1A
 e
 P.1B).

Destes
54,7%
afirmaram
possuir
um
serviço
de
TV
paga
e
45,3%
respondem
negativamente
à
questão
(P.3).

• Dos
sujeitos
que
afirmam
não
ter
em
casa
um
serviço
de
TV
por
assinatura,
o
tipo
de
acesso
 à
 televisivo
 mais
 comum
 é
 o
 analógico
 terrestre
 (P.9),
 com
 96,7%
 dos
 inquiridos
 a
identificarem
esta
opção,
1,8%
a
referirem
receber
TV
gratuitamente
através
de
parabólica,
1,1%
 a
 apontarem
 a
 recepção
 de
 TV
digital
terrestre,
com
0,7%
dos
inquiridos
a
optar
por
não
responder
a
esta
questão
e
0,2%
a
indicarem
outro
tipo
de
acesso.
• No
 que
 respeita
 o
 processo
 de
 switchover,
 a
 vasta
 maioria
 dos
 inquiridos
 (85,4%)
declara
 não
 saber
 o
 que
 é,
 nem
 quando
 o
 mesmo
 será
 realizado
 (P.26).
 Apenas
 7,8%
 dos
inquiridos
responderam
correctamente
quando
questionados
sobre
o
ano
que
esse
processo
irá
ocorrer.
No
entanto,
92,4%
já
ouviram
falar
nessa
designação
(P.6A).

• Ainda
no
que
se
refere
ao
processo
de
switchover,
os
inquiridos
apresentam
como
maiores
preocupações
os
custos
envolvidos
no
processo
(60,0%),
as
questões
práticas
como
adaptar
antena,
cablagem
ou
novo
equipamento
(49,8%)
e
ainda
o
pouco
tempo
até
à
data
limite
do
desligamento
do
sinal
analógico
(48,3%)
(P.27).
• Uma
parte
significativa
dos
sujeitos
que
afirmaram
não
ter
TV
paga
em
casa
referem
não
saber
o
que
fazer
para
ter
TDT
(65%),
não
saber
se
a
sua
TV
é
compatível
com
o
sinal
digital
(37,1%)
e
não
saber
se
a
sua
zona
de
residência
tem
cobertura
(68,1%)
(P.
22,
P.23,
P.24).

• No
 que
 respeita
 o
 conhecimento
 sobre
 serviços
 e
 equipamentos
 relacionados
 com
TV
digital
é
de
referir
que
apenas
19,0%
dos
inquiridos
ouviram
falar
de
switchover
digital
e
apenas
 50,1%
 ouviram
 falar
 de
 TDT.
 No
 entanto,
 estes
 dados
 contrastam
 com
 a
 elevada
percentagem
 de
 indivíduos
 que
 referem
 já
 ter
 ouvido
 falar
 de
 box/
 caixa
 descodificadora
(85,2%)
 e
 de
 TV
 digital
 (84,0%),
 reconhecendo
 a
 esta
 última
 uma
 maior
 qualidade
 de
imagem
e
som
e
um
serviço
de
confiança
(P.6).
• Relativamente
 aos
 processos
 necessários
 para
 receber
 sinal
 digital
 em
 casa
 (P.25),
os
dados
indicam
que
36,2%
da
amostra
não
sabe
se
necessita
de
adaptar
a
sua
antena
para

 4

  5. 5. receber
TDT
e
35,3%
referem
necessitar
de
o
fazer
e
28,6%
respondem
negativamente.
No
que
 respeita
 a
 caixa
 descodificadora,
 69,3%
 dos
 sujeitos
 referem
 precisar
 de
 uma
 caixa
descodificadora
 para
 receber
 TDT,
 24,9%
 referem
 não
 saber
 se
 necessitam
 desse
equipamento
e
5,8%
referem
não
precisar.
Em
relação
à
necessidade
de
comprar
um
novo
televisor,
41,6%
dos
sujeitos
respondem
negativamente,
27,1%
não
sabem
e
31,3%
referem
precisar
de
adquirir
um
novo
televisor.

• Relativamente
a
equipamentos
a
adquirir
futuramente,
a
vasta
maioria
dos
sujeitos
inquiridos
 refere
 não
 ter
 intenção
 ou
 não
 saber
 se
 irá
 adquirir
 algum
 produto
 ou
 serviço
ligado
à
TV
digital
nos
próximos
12
meses
(74,5%)
(P.28).

• Como
serviços
ou
conteúdos
mais
interessantes
oferecidos
pelo
serviço
TV
digital,
os
inquiridos
apontam
o
guia
TV
(62,7%),
os
serviços
informativos
na
área
da
saúde
(61,7%)
e
a
barra
de
programação
(60,4%)
(P.33).

Segunda
recolha
de
dados
–
Janeiro
2011:

• Tal
 como
 na
 primeira
 recolha
 de
 dados,
 uma
 baixa
 percentagem
 dos
 sujeitos
inquiridos
refere
já
ter
ouvido
falar
do
processo
de
switchover
(11%),
e
apenas
84,1%
destes
indivíduos
 afirmam
 saber
 no
 que
 consiste.
 Por
 contraste,
 uma
 elevada
 percentagem
 de
indivíduos
aponta
já
ter
ouvido
falar
de
TV
digital
(75,5%)
reconhecendo
a
mesma
como
um
serviço
 com
 uma
 elevada
 qualidade
 de
 imagem
 e
 som,
 um
 serviço
 conveniente
 e
 de
confiança
(P.6A,
P.18).

• No
 que
 respeita
 os
 procedimentos
 a
 tomar
 para
 receber
 TDT
 em
 casa,
 76,2%
 da
amostra
 refere
 não
 saber
 o
 que
 fazer,
 32,6%
 refere
 ser
 necessário
 ter
 uma
 caixa
descodificadora,
20,5%
refere
ser
necessário
adaptar
a
antena
e
19,1%
refere
ser
necessário
comprar
uma
nova
TV
(P.25).

• No
que
respeita
a
compatibilidade
da
TV
para
receber
o
sinal
digital
terrestre,
55,8%
dos
inquiridos
referem
não
saber
se
o
seu
televisor
é
compatível,
30,1%
responderam
que
têm
uma
TV
compatível
e
14,2%
referem
que
a
sua
TV
não
é
compatível
(P.22).
Ainda
sobre
a
cobertura
à
zona
de
residência,
68,9%
dos
inquiridos
referem
não
saber
se
a
sua
zona
tem
cobertura
 TDT,
 20,3%
 referem
 que
 a
 sua
 zona
 possui
 cobertura
 e
 10,9%
 respondem
negativamente
(P.23).


 


 5

  6. 6. 
2.
Objectivos
e
desenvolvimento
do
instrumento
 No
 âmbito
 do
 projecto
 de
 investigação
 “ADOPT‐DTV:
 Barreiras
 à
 adopção
 da
televisão
digital
no
contexto
da
transição
da
televisão
analógica
para
o
digital
em
Portugal”
foi
 desenvolvido
 um
 estudo
 de
 natureza
 quantitativa
 cujo
 objectivo
 central
 foi
 o
 de
determinar
 os
 principais
 factores
 de
 adopção
 e
 rejeição
 de
 TV
 digital
 em
 Portugal,
 no
contexto
do
processo
de
switchover
‐
ou
desligamento
do
sinal
analógico
de
televisão.
Este
estudo
 permitiu
 analisar
 as
 diferenças
 estatisticamente
 significativas
 na
 adopção
 da
 TV
digital
entre
géneros,
faixas
etárias,
habilitações
académicas,
bem
como
níveis
de
deficiência
auditiva,
 visual
 e
 cognitiva,
 entre
 outras,
 permitindo
 ainda
 traçar
 perfis
 sociodemográficos
relativos
 à
 adopção
 de
 TV
 digital.
 A
 realização
 deste
 estudo,
 em
 complemento
 com
 os
restantes
estudos
empíricos
do
projecto
ADOPT‐DTV,
visa
contribuir
para
uma
análise
mais
aprofundada
dos
desafios
do
processo
de
transição
do
sinal
analógico
para
o
sinal
digital
de
TV
 em
 Portugal,
 assim
 como
 propor
 às
 principais
 partes
 interessadas
 neste
 processo
 em
Portugal
 um
 conjunto
 de
 recomendações
 de
 ordem
 prática,
 procurando
 contribuir
efectivamente
para
uma
televisão
digital
mais
inclusiva
 O
 inquérito
 quantitativo
 foi
 realizado
 junto
 de
 uma
 amostra
 representativa
 da
população
 portuguesa,
 composta
 por
 1.205
 inquiridos
 dos
 18
 aos
 92
 anos.
 O
 instrumento
utilizado
no
estudo
foi
desenvolvido
pela
equipa
de
investigação
tendo
por
base
o
inquérito
elaborado
pelo
Observatório
Nacional
de
Comunicação
‐
Obercom
(Cardoso,
G.,
Santos,
S.
&
Espanha,
 R.;
 2007),
 com
 as
 necessárias
 adaptações
 que
 consideraram
 essencialmente
 os
objectivos
do
projecto
de
investigação.
Após
a
construção
do
inquérito
foi
realizado
um
pré‐teste
 ao
 mesmo,
 a
 Outubro
 de
 2010,
 seguindo‐se
 todas
 as
 condições
 de
 aplicação
 que
seriam
 posteriormente
 respeitadas
 na
 aplicação
 do
 inquérito
 à
 amostra
 da
 população
Portuguesa.
 A
 realização
 do
 pré‐teste
 envolveu
 14
 indivíduos,
 tendo
 os
 dados
 sido
analisados
 pela
 equipa
 de
 investigação
 com
 intuito
 de
 aperfeiçoamento
 do
 instrumento,
assim
como
tendo
sido
consideradas
as
contribuições
da
equipa
de
aplicação
do
inquérito
a
nível
 prático.
 Após
 a
 contribuição
 de
 todos
 os
 parceiros
 na
 análise
 do
 pré‐teste,
 o
instrumento
foi
melhorado
e
considerado
pronto
a
utilizar.
O
inquérito
final
compreende
33
questões
específicas
ligadas
ao
tema
da
TV
digital
e
22
itens
de
caracterização
(ver
anexos).
O
inquérito
foi
aplicado
em
Novembro
de
2010.

 Devido
 a
 um
 lapso
 na
 aplicação
 do
 inquérito,
 uma
 das
 perguntas
 centrais
 do
inquérito
foi
apenas
respondida
por
uma
parte
da
amostra,
foi
considerada
necessária
uma

 6

  7. 7. segunda
 aplicação
 que
 se
 focou
 no
 questionamento
 dessa
 pergunta
 à
 amostra
 na
 sua
totalidade.
 As
 duas
 aplicações
 foram
 realizadas
 em
 casa
 dos
 participantes
 por
 uma
 equipa
de
entrevistadores
da
empresa
de
estudos
de
mercado
GfK.

 
























 7

  8. 8. 3.
Selecção
e
Caracterização
da
Amostra
 A
 realização
 do
 estudo
 quantitativo
 teve
 por
 base
 uma
 amostra
 representativa
 da
população
 residente
 em
 Portugal
 Continental
 (n=1.205),
 com
 idades
 compreendidas
 entre
os
18
e
os
92
anos
(média=45,23,
SD=17,38).
Os
respondentes
foram
seleccionados
através
do
método
de
quotas,
com
base
numa
matriz
que
cruzou
as
variáveis
Sexo,
Idade,
Instrução
(homens),
Ocupação
(mulheres),
Região
e
Habitat/
Dimensão
dos
agregados
populacionais.

 Dos
 1.205
 indivíduos
 inquiridos,
 48,9%
 eram
 do
 sexo
 masculino
 (n
 =
 589)
 e
 51,1%
eram
do
sexo
feminino
(n
=
616).
Quanto
à
distribuição
por
faixa
etária,
12%
possuem
18
a
24
anos,
21%
têm
25
a
34
anos,
19,1%
estão
na
faixa
etária
dos
35
aos
44
anos,
18,2%
têm
entre
 os
 45
 e
 os
 54
 anos,
 13,3%
 situam‐se
 entre
 os
 55
 e
 os
 64
 anos
 e,
 finalmente,
 16,4%
possuem
65
anos
ou
mais.
A
distribuição
da
amostra
segundo
a
idade
(D.2)
dos
participantes
está
representada
na
tabela
e
gráfico
seguintes.


Tabela
1:
IdadeD.2)
Qual
é
a
sua
idade?
 Idade
 N

 1205

 Mínimo

 18

 Máximo

 92

 Média

 45,2
 Desvio‐padrão

 17,4

Gráfico
1.
Distribuição
da
variável
idade
por
escalões
etários
 

 8

  9. 9. 
 Relativamente
 à
 nacionalidade
 dos
 sujeitos
 inquiridos
 neste
 inquérito
 (D.11),
 a
grande
 maioria
 da
 amostra
 é
 de
 nacionalidade
 Portuguesa
 (96,3%),
 existindo
 contudo
participantes
de
nacionalidade
Cabo‐Verdiana,
Ucraniana
e
Brasileira.
Em
relação
ao
estado
civil
 (D.19),
 60,7%
 dos
 sujeitos
 da
 amostra
 são
 casados
 ou
 em
 união
 de
 facto,
 23,5%
 são
solteiros,
8%
são
viúvos
e
7,6%
são
divorciados.
As
tabelas
seguintes
apresentam
os
dados
relativos
a
estas
variáveis.


 Tabela
2.
D.19)
Qual
é
o
seu
estado
civil?
 
 %
 N
 
 Solteiro
(a)
 283
 23,5
 Divorciado
(a)
 92
 7,6
 Viúvo(a)
 97
 8,0
 Casado
(a)/
União
de
facto

 732
 60,7
 Recusa

 1
 ,1
 Total
 1205
 100,0

 Tabela
3.
D.11)
Qual
é
a
sua
nacionalidade?
 
 N
 %
 
 Portuguesa
 1161
 96,3
 Estrangeira
 12
 1,0
 Dupla
nacionalidade
 2
 ,2
 Brasileira
 15
 1,2
 Ucraniana
 4
 ,3
 Cabo‐verdiana
 2
 ,2
 Não
responde
 1
 ,1
 Portuguesa
e
Brasileira
 2
 ,2
 Portuguesa
e
Ucraniana
 1
 ,1
 Portuguesa
e
Cabo‐verdiana
 5
 ,4
 Total
 1205
 100,0

 No
 que
 respeita
 a
 distribuição
 pela
 dimensão
 de
 agregados
 familiares,
 os
 dados
indicam
 que
 a
 amostra
 é
 composta
 maioritariamente
 por
 pequenos/
 médios
 agregados
familiares,
 sendo
 que
 69,4%
 da
 amostra
 se
 caracteriza
 por
 um
 agregado
 familiar
 até
 3
pessoas
(n=836).
Em
maior
detalhe,
os
dados
indicam
que
11,5%
dos
inquiridos
vivem
sós,
28,5%
vivem
com
outra
pessoa,
29,4%
dos
inquiridos
pertencem
a
uma
família
constituída

 9

  10. 10. por
3
pessoas,
20,1%
pertencem
a
uma
família
com
4
pessoas,
6,3%
pertence
a
uma
família
com
 5
 pessoas
 e
 4,3%
 pertence
 a
 uma
 família
 com
 6
 pessoas
 ou
 mais.
 A
 tabela
 4
 ilustra
 a
distribuição
da
dimensão
dos
agregados
familiares
inquiridos
no
âmbito
do
presente
estudo.
Ainda
 no
 que
 respeita
 ao
 agregado
 familiar,
 a
 amostra
 do
 estudo
 foi
 inquirida
 quanto
 ao
número
de
filhos,
verificando‐se
que
uma
maior
percentagem
de
famílias
se
caracteriza
por
ter
no
agregado
familiar
filhos
entre
os
9
e
os
13
anos
de
idade
(18,7%).
A
tabela
5
apresenta
o
número
de
filhos
a
residir
no
agregado
familiar
da
amostra
inquirida.

 
Tabela
 4.
 D.3)
 Quantas
 pessoas
 vivem
 em
 sua
 casa,
 incluindo‐se
 a
 si
 próprio(a),
 todos
 os
 adultos
 e
crianças?
 
 
 N
 %

 1
Pessoa

 138
 11,5
 2
Pessoas
 343
 28,5
 3
Pessoas
 354
 29,4
 4
Pessoas
 242
 20,1
 5
Pessoas
 76
 6,3
 6

Pessoas
 38
 3,2
 7

Pessoas
 5
 ,4
 8

Pessoas
 6
 ,5
 9
ou
+

Pessoas
 3
 ,2
 Total
 1205
 100,0
 
Tabela
5.
D.4.1)
Tem
filhos
com
13
ou
menos
anos
a
residir
consigo
em
sua
casa?
 
 N
 %
 
 Sim
 300
 24,9
 Não
 903
 74,9
 Ns/Nr
 2
 ,2
 Total
 1205
 100,0

 Em
 relação
 à
 ocupação
 profissional
 do
 sujeito
 entrevistado
 (D.7),
 verifica‐se
 que
66,2%
 dos
 respondentes
 possuem
 o
 nível
 de
 escolaridade
 básico
 e
 obrigatório
 (até
 ao
 9º
ano)
ou
inferior.
Já
relativamente
à
pessoa
que
mais
contribui
para
o
agregado
familiar
(D.9),
69,8%
possuem
o
nível
de
escolaridade
básico
e
obrigatório
(até
ao
9º
ano)
ou
inferior.
Os

 10

  11. 11. gráficos
 e
 tabelas
 seguintes
 ilustram
 a
 distribuição
 da
 amostra
 em
 relação
 à
 variável
 em
questão
 –
 grau
 de
 escolaridade
 –
 e
 ainda
 em
 relação
 à
 ocupação
 profissional.
 Os
 dados
indicam
 que
 66%
 dos
 inquiridos
 são
 igualmente
 a
 pessoa
 que
 mais
 contribui
 para
 o
rendimento
familiar
(D.6).

 
 Tabela
6.
D.7)
E
qual
o
grau
de
instrução
mais
elevado
que
o(a)
Sr(a).
concluiu?
 
 N
 %
 
 Universitário

 66
 5,5
 Curso
médio/
Politécnico

 23
 1,9
 Frequência
de
curso
Superior/
Médio

 22
 1,8
 12º
ano

 297
 24,6
 9º
ano

 237
 19,7
 6º
ano

 158
 13,1
 Instrução
primária
completa
 308
 25,6
 Instrução
primária
incompleta/
analfabeto

 94
 7,8
 Total
 1205
 100,0
 

Tabela
7.
D.9)
Qual
o
grau
de
instrução
mais
elevado
que
o(a)
Sr(a)
/
a
pessoa
que
mais
contribui
para
o
rendimento
familiar
concluiu?
 
 N
 %
 
 Universitário

 73
 6,1
 Curso
médio/
Politécnico

 19
 1,6
 Frequência
de
curso
Superior/
Médio

 15
 1,2
 12º
ano

 257
 21,3
 9º
ano

 224
 18,6
 6º
ano

 187
 15,5
 Instrução
primária
completa
 340
 28,2
 Instrução
primária
incompleta/
analfabeto

 90
 7,5
 Total
 1205
 100,0
 



 11

  12. 12. 
Tabela
8.
D.8)
Importa‐se
de
me
dizer
qual
é
exactamente
a
sua
ocupação
ou
actividade
profissional
principal?

 N
 %
 
 Patrão/
Proprietário
(agricultura,
comércio,
indústria,
 4
 ,3
 serviços)

 Quadros
Superiores
(responsável
por
6
ou
mais
 5
 ,4
 trabalhadores)
 Quadros
Superiores
(responsável
por
5
ou
menos
 3
 ,2
 trabalhadores)
 Profissões
Liberais
e
similares
‐
conta
própria

 7
 ,6
 Quadros
médios
(responsável
por
6
ou
mais
trabalhadores)
 11
 ,9
 –
Conta
de
outrem

 Patrão/
Proprietário
(agricultura,
comércio,
indústria,
 95
 7,9
 serviços)
–
Conta
própria
 Profissões
técnicas,
científicas
e
artísticas
–
conta
de
 56
 4,6
 outrem

 Quadros
médios
(responsável
por
5
ou
mais
trabalhadores)
 12
 1,0
 Empregados
de
escritório
 74
 6,1
 Reformados,
pensionistas
 231
 19,2
 Empregados
trabalhadores
por
conta
de
outrem

 296
 24,6
 Trabalhadores
manuais
e
similares
por
conta
própria

 36
 3,0
 Desempregados
 120
 10,0
 Trabalhadores
manuais
por
conta
de
outrem
 110
 9,1
 Doméstica
 87
 7,2
 Estudantes
 58
 4,8
 Total
 1205
 100,0

 Tabela
9.
D.10)
Importa‐se
de
me
dizer
qual
é
exactamente
a
ocupação
ou
actividade
 profissional
principal
da
pessoa
que
mais
contribui
para
o
rendimento
familiar?
 
 N
 %
 
 Patrão/
Proprietário
(agricultura,
comércio,
indústria,
 8
 ,7
 serviços)

 Quadros
Superiores
(responsável
por
6
ou
mais
 7
 ,6
 trabalhadores)
 Quadros
Superiores
(responsável
por
5
ou
menos
 6
 ,5
 trabalhadores)
 Profissões
Liberais
e
similares
‐
conta
própria

 7
 ,6
 Quadros
médios
(responsável
por
6
ou
mais
trabalhadores)
–
 13
 1,1
 Conta
de
outrem


 12

  13. 13. 
 Patrão/
Proprietário
(agricultura,
comércio,
indústria,
 120
 10,0
 serviços)
–
Conta
própria
 Profissões
técnicas,
científicas
e
artísticas
–
conta
de
outrem

 65
 5,4
 Quadros
médios
(responsável
por
5
ou
mais
trabalhadores)
 18
 1,5
 Empregados
de
escritório
 67
 5,6
 Reformados,
pensionistas
 261
 21,7
 Empregados
trabalhadores
por
conta
de
outrem

 370
 30,7
 Trabalhadores
manuais
e
similares
por
conta
própria

 37
 3,1
 Desempregados
 71
 5,9
 Trabalhadores
manuais
por
conta
de
outrem
 140
 11,6
 Doméstica
 14
 1,2
 Estudantes
 1
 ,1
 Total
 1205
 100,0
 

 O
 presente
 estudo
 quis
 apurar
 o
 rendimento
 mensal
 líquido
 do
 agregado
 familiar,
com
 o
 intuito
 de
 melhor
 caracterizar
 a
 amostra
 a
 nível
 socioeconómico.
 De
 notar
 que
 dos
1.205
 inquiridos
 no
 estudo,
 57,3%
 não
 indicaram
 a
 qual
 dos
 escalões
 correspondia
 o
rendimento
mensal
bruto
do
respectivo
agregado
familiar
(D.17).
No
que
respeita
ao
status,
a
 amostra
 do
 estudo
 caracteriza‐se
 por
 uma
 maior
 percentagem
 de
 agregados
 familiares
que
 se
 encontram
 incluídos
 no
 escalão
 D
 (48,8%).
 Os
 gráficos
 seguintes
 apresentam
 a
distribuição
 da
 amostra
 pelas
 variáveis
 rendimento
 mensal
 e
 status.
 O
 status
 foi
determinado
 através
 do
 cruzamento
 entre
 o
 nível
 de
 escolaridade
 e
 a
 ocupação
 dos
entrevistados,
baseando‐se
na
seguinte
matriz
(figura
1)
da
responsabilidade
da
empresa
de
estudos
de
mercado
GfK. 

Figura
1.
Matriz
para
determinação
de
status
 

 13

  14. 14. Tabela
10.
D.17)
Poderia
dizer‐me
por
favor,
qual
dos
seguintes
escalões
corresponde
ao
rendimento
mensal
ilíquido
(bruto)
do
seu
agregado
familiar?
 
 N
 %
 
 Até
500
euros
 91
 7,6
 Entre
501
e
750
euros
 130
 10,8
 Entre
751
e
1.000
euros
 100
 8,3
 Entre
1.001
e
1.250
euros
 88
 7,3
 Entre
1.251
e
1.750
euros
 64
 5,3
 Entre
1.751
e
2.500
euros
 25
 2,1
 Entre
2.501
e
3.500
euros
 7
 ,6
 Mais
de
3.500
euros
 9
 ,7
 Não
sabe/Não
responde
 691
 57,3
 Total
 1205
 100,0
 
Tabela
11.
Status
 
 N
 %

 A
 33
 2,7
 B
 167
 13,9
 C
 236
 19,6
 D
 588
 48,8
 E
 181
 15,0
 Total
 1205
 100,0

 A
 amostra
 foi
 analisada
 ainda
 em
 relação
 à
 distribuição
 por
 regiões
 de
 Portugal
Continental
permitindo
aferir
a
sua
representatividade
da
população
portuguesa.
As
regiões
foram
definidas
pela
empresa
de
estudos
de
mercado
que
aplicou
o
inquérito
(ver
figura
2)
procurando‐se
 uma
 distribuição
 proporcional
 por
 região
 e
 considerando
 a
 dimensão
populacional
da
mesma.
De
acordo
com
os
dados
finais,
foram
realizadas
237
entrevistas
no
Norte
 Litoral
 (19,7%),
 162
 no
 grande
 Porto
 (13,4%),
 204
 no
 Centro
 litoral
 (16,9%),
 170
 no
interior
 (14,1%),
 324
 na
 grande
 Lisboa
 (26,9%),
 60
 no
 Alentejo
 (5%),
 48
 no
 Algarve
 (4%),
perfazendo
um
total
de
1205
entrevistas
(consultar
tabela
12).

 Em
 relação
 às
 distribuição
 da
 população
 por
 habitat,
 foram
 realizadas
 485
entrevistas
 em
 zonas
 com
 menos
 de
 2.000
 habitantes
 (40,2%),
 227
 entrevistas
 em
 zonas
com
 2.000
 a
 9.999
 habitantes
 (18,8%),
 344
 entrevistas
 em
 zonas
 com
 10.000
 a
 99.999

 14

  15. 15. habitantes
(28,5%),
52
entrevistas
em
zonas
com
100.000
ou
mais
habitantes
(4,3%)
e
ainda
67
entrevistas
na
cidade
de
Lisboa
(5,6%)
e
30
entrevistas
na
cidade
do
Porto
(2,5%).

 Considerando
a
distribuição
por
distritos
é
possível
ainda
referir
que
as
entrevistas
foram
 conduzidas
 em
 14
 distritos
 de
 Portugal
 continental,
 tendo
 sido
 realizadas
 99
entrevistas
 em
 Aveiro
 (8,2%),
 43
 entrevistas
 em
 Braga
 (3,6%),
 75
 entrevistas
 em
 Castelo
Branco
(6,2%),
77
entrevistas
em
Coimbra
(6,4%),
48
entrevistas
em
Faro
(4%),
32
em
Leiria
(2,7%),
 295
 em
 Lisboa
 (24,5%),
 60
 em
 Portalegre
 (5%),
 267
 no
 Porto
 (22,2%),
 59
 em
Santarém
 (4,9%),
 29
 em
 Setúbal
 (2,4%),
 26
 em
 Viana
 do
 Castelo
 (2,2%),
 46
 em
 Vila
 Real
(3,8%)
 e
 por
 último,
 49
 em
 Viseu
 (4,1%)
 (consultar
 tabela
 14).
 Considerando
 ainda
 a
localização
dos
entrevistados,
o
inquérito
foi
realizado
em
133
localidades
e
59
concelhos
de
Portugal
 continental:
 as
 tabelas
 seguintes
 apresentam
 os
 resultados
 descritivos
 destas
variáveis.

 
Figura
2.
Regiões

 

Tabela
12.
Região
GfK
Metris
 
 N
 %

 Norte
Litoral
 237
 19,7
 Grande
Porto
 162
 13,4
 Interior
 170
 14,1
 Centro
Litoral
 204
 16,9
 Grande
Lisboa
 324
 26,9
 Alentejo
 60
 5,0
 Algarve
 48
 4,0
 Total
 1205
 100,0

 15

  16. 16. 
 Tabela
13.
Habitat
 
 N
 %

 Menos
de
2.000
habitantes
 485
 40,2
 2.000
a
9.999
habitantes
 227
 18,8
 10.000
a
99.999
habitantes
 344
 28,5
 100.000
e
mais
habitantes
 52
 4,3
 Cidade
de
Lisboa
 67
 5,6
 Cidade
do
Porto
 30
 2,5
 Total
 1205
 100,0
 
 Tabela
14.
Distritos
 
 N
 %
 
 Aveiro
 99
 8,2
 Braga
 43
 3,6
 Castelo
Branco
 75
 6,2
 Coimbra
 77
 6,4
 Faro
 48
 4,0
 Leiria
 32
 2,7
 Lisboa
 295
 24,5
 Portalegre
 60
 5,0
 Porto
 267
 22,2
 Santarém
 59
 4,9
 Setúbal
 29
 2,4
 Viana
do
Castelo
 26
 2,2
 Vila
Real
 46
 3,8
 Viseu
 49
 4,1
 Total
 1205
 100,0

 Uma
vez
que
o
objectivo
do
estudo
consiste
em
analisar
as
barreiras
à
adopção
da
TV
 digital
 em
 Portugal,
 optou‐se
 por
 dar
 especial
 relevância
 à
 análise
 de
 necessidades
especiais
que
de
alguma
forma
possam
ter
impacto
no
processo
de
adopção
de
TV
digital.
Deste
modo,
o
inquérito
inclui
questões
ligadas
a
necessidades
especiais
visuais,
auditivas
e
motoras.
Assim,
os
inquiridos
foram
questionados
sobre
as
suas
dificuldades
em
ver
mesmo
usando
óculos,
dificuldades
em
ouvir
mesmo
usando
aparelho
auditivo
e
ainda
dificuldades
de
 locomoção
 em
 andar
 ou
 subir
 escadas.
 Os
 dados
 indicam
 que
 37,1%
 dos
 sujeitos
 no
estudo
 possuem
 algum
 tipo
 de
 dificuldade
 visual;
 20%
 têm
 algum
 tipo
 de
 dificuldade
 em
ouvir
e
ainda
22,8%
têm
algum
tipo
de
dificuldade
motora.
Mais
concretamente,
0,1%
dos

 16

  17. 17. inquiridos
 não
 conseguem
 ver,
 5,1%
 têm
 muita
 dificuldade
 em
 ver,
 18%
 têm
 alguma
dificuldade
em
ver,
13,9%
têm
pouca
dificuldade
e
62,3%
não
possuem
dificuldades
em
ver.
Em
 relação
 a
 dificuldades
 auditivas:
 0,2%
 dos
 respondentes
 não
 ouvem,
 1,9%
 têm
 muita
dificuldade
 em
 ouvir,
 8,5%
 possuem
 alguma
 dificuldade,
 9,4%
 têm
 pouca
 dificuldade
 e
79,5%
 não
 possuem
 qualquer
 dificuldade
 de
 audição.
 Ainda
 em
 relação
 a
 dificuldades
motoras
ou
de
locomoção:
0,3%
dos
inquiridos
referiram
que
não
conseguem
andar
ou
subir
escadas,
 3,7%
 afirmaram
 ter
 muitas
 dificuldades
 em
 desempenhar
 estas
 actividades,
 8,5%
têm
alguma
dificuldade,
10%
têm
pouca
dificuldade
e
76,7%
declararam
não
ter
quaisquer
dificuldades.
 A
 tabela
 seguinte
 ilustra
 a
 distribuição
 da
 amostra
 no
 que
 respeita
 estas
variáveis.
 
Tabela
15.
Dificuldades
visuais,
auditivas
e
motoras
 
 Ver
 Ouvir
 Andar/
subir
escadas
 
 N
 %
 N
 %
 N
 %
 
 Nenhuma
dificuldade
 751
 62,3
 958
 79,5
 924
 76,7
 Pouca
dificuldade
 167
 13,9
 113
 9,4
 120
 10,0
 Alguma
dificuldade
 217
 18,0
 102
 8,5
 106
 8,8
 Tem
muita
dificuldade
 62
 5,1
 23
 1,9
 44
 3,7
 Não
consegue

 1
 ,1
 2
 ,2
 4
 ,3
 Total
 1198
 99,4
 1198
 99,4
 1198
 99,4
 Total
 1205
 100,0
 1205
 100,0
 1205
 100,0
 
Gráfico
2.
Dificuldades
visuais,
auditivas
e
motoras

 

 17

  18. 18. 
 Ao
 longo
 do
 processo
 de
 aplicação
 do
 questionário
 foi
 realizado
 um
 controlo
 de
qualidade,
respeitando‐se
algumas
etapas
descritas
no
anexo
2.


 18

  19. 19. 
4.
Resultados
gerais
–
Análise
Descritiva
do
Inquérito
 Primeira
recolha
de
dados
–
Novembro
de
2010
 
Nesta
 secção
 serão
 apresentados
 os
 resultados
 gerais
 das
 questões
 do
 inquérito
quantitativo
 aplicado
 a
 uma
 amostra
 de
 1.205
 sujeitos
 a
 residir
 em
 Portugal
 Continental.
Optou‐se
 por
 realizar
 a
 apresentação
 dos
 resultados
 referentes
 a
 cada
 pergunta
individualmente
e
na
ordem
em
que
foram
colocadas.

 O
inquérito
foi
construído
com
o
cuidado
de
recolher
informação
de
forma
gradual
acerca
do
processo
que
se
pretende
analisar,
iniciando‐se
com
questões
ligadas
à
posse
de
aparelhos
de
TV
no
agregado
familiar,
serviços
de
TV
paga,
operadores
de
TV,
conhecimento
sobre
 os
 conceitos
 TV
 digital
 e
 processo
 de
 switchover
 digital,
 produtos
 e
 serviços
relacionados
com
TV,
tempo
e
frequência
de
uso,
canais
e
programas
mais
vistos,
satisfação
e
interesse
em
TV
digital,
expectativas
de
desempenho,
expectativas
de
esforço
e
influência
social,
e
por
último,
motivação
para
adquirir
TV
digital.

 De
acordo
com
os
dados
recolhidos,
a
grande
maioria
dos
Portugueses
possui,
pelo
menos,
 um
 aparelho
 de
 televisão
 em
 casa
 (99,4%
 da
 amostra;
 n=1.998),
 sendo
 que
 38,3%
possui
2
aparelhos
de
TV,
23,2%
possui
3
aparelhos
TV,
9,0%
possui
4
aparelhos
de
TV,
2,7%
possui
5
aparelhos
de
TV
e
0,7
possui
6
aparelhos
de
TV
(questão
1B,
consultar
tabela
16).

 No
 que
 respeita
 ao
 tipo
 de
 serviço
 televisivo
 que
 o
 agregado
 familiar
 usufrui,
 os
dados
 indicam
 que
 55,0%
 dos
 inquiridos
 possuem
 um
 serviço
 de
 TV
 pago:
 cabo
 (78,8%),
satélite
(11,9%);
ADSL
(3,7%);
fibra
óptica
(2,6%)
(questão
4.1.,
consultar
tabela
19).

 A
grande
maioria
dos
inquiridos
refere
a
ZON/
TV
Cabo
como
seu
principal
operador
de
 TV
 (55,4%),
 seguido
 do
 Meo
 (33,1%),
 Cabovisão
 (8,9%),
 Optimus/Clix
 (1,2%)
 e
 outros
como
 Vodafone,
 AR
 Telecom
 (com
 percentagens
 muito
 reduzidas)
 (questão
 5,
 consultar
tabela
20).

 No
 que
 respeita
 conhecimento
 sobre
 alguns
 aspectos
 relacionados
 com
 TV
 digital
analisados
 neste
 estudo,
 foi
 questionado
 aos
 sujeitos
 da
 amostra
 se
 já
 ouviram
 falar
 e
sabem
 o
 que
 é:
 TV
 digital,
 TV
 HD,
 Switchover
 digital,
 TDT,
 box
 ou
 caixa
 descodificadora
(questão
 6,
 consultar
 tabela
 21).
 Conforme
 anteriormente
 foi
 referido,
 por
 lapso
 esta
questão
foi
somente
colocada
aos
participantes
com
TV
paga
(n
=
655),
quando
deveria
ter
sido
 a
 todos
 os
 inquiridos
 com
 TV
 (n
 =
 1.198).
 Tal
 lapso
 levou
 a
 que
 se
 tenha
 optado
 por
voltar
a
colocar
esta
questão
num
segundo
inquérito,
cujo
trabalho
de
campo
decorreu
em

 19

  20. 20. Janeiro
 de
 2011
 –
 mais
 detalhes
 adiante.
 Os
 dados
 indicam
 que
 apenas
 uma
 baixa
percentagem
 dos
 inquiridos
 com
 TV
 paga
 já
 ouviram
 falar
 e
 sabem
 o
 que
 é
 o
 processo
 de
switchover
 digital,
 mais
 concretamente
 18,2%
 destes
 entrevistados.
 Ainda,
 50,2%
 dos
inquiridos
com
TV
paga
ouviram
falar
e
sabem
o
que
é
TDT,
enquanto
que
83,8%
destes
já
ouviu
falar
sobre
TV
digital
e
82,3%
TV
de
alta
definição
(HD).

 

Tabela
15
P.1A.
Diga‐me,
por
favor,
no
seu
agregado
familiar
existe
algum
aparelho
de
televisão?
 
 N
 %

 Não
 7
 ,6
 Sim
 1198
 99,4
 Total
 1205
 100,0

Tabela
16

P.1B.
Quantos
aparelhos
de
televisão
existem
no
seu
agregado
 
 N
 %

 1
aparelho
 305
 25,5
 2
aparelhos
 462
 38,6
 3
aparelhos
 280
 23,4
 4
aparelhos
 109
 9,1
 5
aparelhos
 33
 2,8
 6
aparelhos
 9
 ,8
 Total
 1198
 100,0

Tabela
17.
P.2.
É
o
Sr.(a)
o(a)
um
dos
decisores
nas
questões
relacionadas
com
a
adesão
e
compra
para
o
lar
de
serviços
de
Telecomunicações
tais
como
Telefone
Fixo,
Internet
ou
de
TV
por
Assinatura?
 
 N
 %
 
 É
o(a)
principal
decisor
 513
 42,8
 Decide
em
parte
igual
com
outra
pessoa
 498
 41,6
 Participa
na
decisão,
mas
não
é
quem
toma
a
 110
 9,2
 decisão
final
 Não
participa
na
decisão
 67
 5,6
 Ns/Nr
 10
 ,8
 Total
 1198
 100,0

Tabela
18.
P.3.
Diga‐me,
por
favor,
tem
em
sua
casa
algum
serviço
de
televisão
paga?
 
 N
 %
 
 Não
 543
 45,3
 Sim
 655
 54,7
 Total
 1198
 100,0


 20

  21. 21. 
Tabela
19

P.4.1.
O
serviço
de
televisão
paga
que
tem
em
funcionamento
em
sua
casa
é
de
que
tipo?
 
 N
 %
Por
cabo
 516
 78,8
Por
ADSL
 45
 6,9
Por
Fibra
óptica
 17
 2,6
Outro
tipo
 0
 0
Ns/
Nr
 0
 0

Tabela
20

P.5.
Indique‐me,
por
favor,
qual
é
o
seu
operador
de
televisão
principal?
 
 N
 %
 
 Zon/
TV
Cabo
 363
 55,4
 Meo
 217
 33,1
 Cabovisão
 58
 8,9
 Optimus/
Clix
 8
 1,2
 Vodafone
 4
 ,6
 AR
Telecom
 3
 ,5
 Outro
fornecedor
 1
 ,2
 Ns/Nr
 1
 ,2
 Total
 655
 100,0
 Total
 1205
 100,0

 Tabela
21.
P.6A.
Diga‐me,
por
favor,
conhece
ou
já
ouviu
falar
de...?
/
Sabe
o
que
é?
 
 Já
ouviu
falar
 Sabe
o
que
é
 
 N
 %
 N
 %
 TV
digital
 549
 83,8
 479
 87,2
 TV
de
alta
definição
(HD)
 539
 82,3
 478
 88,7
 Switchover
Digital
 122
 18,6
 112
 91,8
 Televisão
digital
terrestre
(TDT)
 329
 50,2
 276
 83,9
 Box
/
Caixa
descodificadora
(STB)
 558
 85,2
 541
 97,0

 No
 que
 respeita
 o
 pacote
 de
 TV
 pago
 em
 cada
 família,
 51,5%
 dos
 participantes
indicam
 que
 possuem
 TV,
 telefone
 fixo
 e
 internet
 através
 desse
 operador;
 seguido
 por
23,7%
que
indicam
possuir
apenas
o
serviço
de
TV;
seguindo‐se
13%
que
têm
TV
e
internet
e
11,5%
que
têm
TV
e
telefone
fixo
através
desse
operador
(questão
7,
consultar
tabela
22).

 Ainda
acerca
do
serviço
de
TV
paga,
os
inquiridos
foram
questionados
sobre
o
valor
mensal
 que
 disponibilizam
 para
 esse
 serviço,
 sendo
 indicado
 que,
 em
 média,
 é
 dispendido

 21

  22. 22. pelos
 indivíduos
 da
 amostra
 19,20
 euros
 por
 mês,
 atingindo
 o
 valor
 máximo
 os
 200
 euros
por
mês
(consultar
tabela
23).

 No
que
se
reporta
aos
indivíduos
que
não
usufruem
de
um
serviço
de
TV
pago
(45%
da
 amostra),
 a
 forma
 de
 acesso
 mais
 utilizada
 para
 obter
 sinal
 televisivo
 é
 através
 de
captação
 de
 sinal
 analógico
 de
 TV
 (96,7%),
 seguido
 de
 uso
 de
 parabólica
 (1,8%)
 e
 de
 TDT
(1,1%).
 As
 tabelas
 seguintes
 apresentam
 os
 dados
 que
 foram
 abordados
 (questão
 9,
consultar
tabela
24).

 

Tabela
22.
P.7.
O
pacote
de
televisão
paga
que
tem
no
seu
lar
inclui...?
 
 N
 %
 
 Apenas
o
serviço
de
televisão
 155
 23,7
 Televisão
e
telefone
fixo
 75
 11,5
 Televisão
e
Internet
 85
 13,0
 Televisão,
telefone
fixo
e
Internet
 337
 51,5
 Ns/Nr
 3
 ,5
 Total
 655
 100,0
 Total
 1205
 100,0

Tabela
23.
P.8.
Diga‐me,
por
favor,
quanto
paga,
ao
todo,
pelo
pacote
que
tem
subscrito?

 N
 655
 Mínimo
 12,9
 Máximo
 999,9
 Média
 212,3
 Desvio‐padrão
 366,0
 
 Tabela
24.

P.9.
Qual
o
tipo
de
acesso
à
televisão
gratuita
no
seu
agregado
familiar?

 
 %
 Analógica,
sem
TV
por
subscrição
 525
 96,7
 Televisão
digital
terrestre
 5
 1,1
 Parabólica
gratuita
 10
 1,8
 Outro
tipo
 1
 0,2
 Ns/
Nr
 4
 0,7

 Acerca
de
outros
produtos
ou
serviços
existentes
no
lar,
foi
questionado
a
todos
os
participantes
 se
 possuíam
 telefone
 fixo,
 telemóvel,
 desktop,
 laptop,
 plasma/
 LCD,
 home‐cinema
e
internet,
sendo
questionado
ainda,
a
quem
possui
internet,
a
frequência
de
uso
da

 22

  23. 23. mesma
 no
 lar.
 Assim,
 93,3%
 dos
 participantes
 possuem
 pelo
 menos
 um
 telemóvel,
 60,1%
têm
telefone
fixo
em
casa,
57,9%
têm
acesso
à
internet,
52,7%
têm
um
computador
portátil
e
 32,1%
 um
 computador
 de
 secretária,
 enquanto
 que
 31,0%
 afirmaram
 ter
 um
 televisor

plasma/LCD
e
8,5%
um
sistema
de
home‐cinema
(questão
10A,
consultar
tabela
25).

 Em
 termos
 de
 frequência
 de
 uso
 de
 internet
 no
 lar,
 a
 maioria
 dos
 participantes
refere
 aceder
 a
 este
 serviço
 todos
 os
 dias
 (53,0%),
 seguido
 por
 15,4%
 dos
 participantes
 a
referirem
 aceder
 à
 internet
 3
 a
 4
 vezes
 por
 semana,
 13,7%
 referem
 nunca
 ter
experimentado
e
1,9%
não
respondem
ou
não
sabem
(questão
10B,
consultar
tabela
26)

Tabela
 25.
 P.10A.
 Vou
 agora
 ler‐lhe
 alguns
 produtos
 ou
 serviços.
 Para
 cada
 um,
 gostaria
 que
 me
dissesse
se
existe
no
seu
lar?
 
 N
 %
 Telefone
fixo
 Não
 478
 39,9
 Sim
 720
 60,1
 Telemóvel
 Não
 80
 6,7
 Sim
 1118
 93,3
 Desktop
 Não
 814
 67,9
 Sim
 384
 32,1
 Laptop
 Não
 567
 47,3
 Sim
 631
 52,7
 Plasma/
LCD
 Não
 827
 69,0
 Sim
 371
 31,0
 Home
Cinema
 Não
 1096
 91,5
 Sim
 102
 8,5
 Internet
 Não
 504
 42,1
 Sim
 694
 57,9
 Nenhum
 Não
 1168
 97,5
 Sim
 30
 2,5


Tabela
26.
P.10B.
Indique‐me,
por
favor,
com
que
frequência
utiliza
a
Internet?
 
 N
 %
 Todos
os
dias
 368
 53,0
 3
a
4
vezes
por
semana
 107
 15,4
 1
a
2
vezes
por
semana
 61
 8,8
 Pelo
menos
uma
vez
por
mês
 31
 4,5
 Menos
do
que
uma
vez
por
mês
 19
 2,7
 Nunca
experimentei
 95
 13,7
 Ns/Nr
 13
 1,9


 23

  24. 24. Analisando
 os
 hábitos
 de
 consumo
 televisivo,
 os
 dados
 indicam
 que
 em
 média
 os
sujeitos
da
amostra
assistem
a
cerca
de
45
minutos
diários
de
televisão,
variando
este
valor
entre
os
18
e
92
minutos
por
dia
(questão
11,
consultar
tabela
27).

 De
entre
os
diversos
canais
televisivos
ao
dispor
da
amostra,
o
canal
eleito
como
o
mais
visto
é
a
TVI
com
uma
percentagem
de
33,2%
(n=400),
seguido
pela
SIC
(27,5%,
n=331)
e
RTP1
(26,8%,
n=323)
(questão
12,
consultar
tabela
28).

 Quando
questionados
sobre
se
gostariam
de
ter
mais
canais
televisivos,
86,9%
dos
participantes
 responderam
 negativamente,
 assumindo
 os
 canais
 já
 existentes
 como
suficientes,
 e
 13,1%
 responderam
 de
 modo
 afirmativo,
 evidenciando
 interesse
 em
 poder
usufruir
de
mais
canais
de
TV
(questão
13,
consultar
tabela
29).
De
entre
os
canais
que
não
possuem
 em
 casa
 mas
 que
 gostariam
 de
 usufruir,
 os
 participantes
 no
 inquérito
 elegeram,
por
 ordem
 de
 prioridade,
 a
 Sport
 TV,
 a
 Fox,
 Hollywood
 e
 Telecine
 (questão
 14,
 consultar
tabela
30).

 No
que
respeita
ainda
a
satisfação
com
a
qualidade
de
imagem
e
som
da
emissão
de
televisão
 que
 possuem
 em
 casa,
 83,9%
 dos
 inquiridos
 referiram
 que
 estão
 satisfeitos
 ou
muito
satisfeitos
(pontuação
de
7
a
10,
numa
da
escala
de
satisfação
que
variou
entre
0
e
10
valores),
 1,9%
 referiram
 estar
 insatisfeitos
 ou
 muito
 insatisfeitos
 com
 este
 aspecto
(pontuação
 de
 1
 a
 4,
 numa
 escala
 de
 satisfação
 de
 0
 a
 10
 valores)
 e
 13,6%
 manifestaram
estar
moderadamente
satisfeitos
(5
e
6
valores)(questão
16,
consultar
tabela
31).
As
tabelas
seguintes
 apresentam
 os
 dados
 alcançados
 nas
 questões
 já
 abordadas
 neste
 parágrafo:
questão
11,
12,
13,
14
e
16.

 

Tabela
27.
P.11.
Diga‐me,
por
favor,
aproximadamente
quanto
tempo
por
dia
passa
a
ver
televisão?
VALOR
EM
MINUTOS

 N
 1198
 Mínimo
 10
 Máximo
 9999
 Média
 946,7
 Desvio‐padrão
 2659,9
 
 
 
 

 24

  25. 25. Tabela
28.
P.12.
Qual
é
o
canal
que
vê
com
maior
frequência?
 
 1º
mais
visto
 2º
mais
visto
 3º
mais
visto
 
 N
 %
 N
 %
 N
 %

 RTP1
 219
 18,3
 197
 16,4
 323
 27,0
 RTP2
 34
 2,8
 61
 5,1
 68
 5,7
 SIC
 250
 20,9
 331
 27,6
 227
 18,9
 TVI
 400
 33,4
 247
 20,6
 155
 12,9
 SIC
Notícias
 56
 4,7
 37
 3,1
 25
 2,1
 RTPN
 6
 ,5
 13
 1,1
 15
 1,3
 TVI24
 6
 ,5
 9
 ,8
 11
 ,9
 SIC
Radical
 6
 ,5
 16
 1,3
 17
 1,4
 SIC
Mulher
 10
 ,8
 13
 1,1
 16
 1,3
 SportTV
 32
 2,7
 18
 1,5
 17
 1,4
 Benfica
TV
 2
 ,2
 7
 ,6
 4
 ,3
 EuroSport
 4
 ,3
 7
 ,6
 7
 ,6
 AXN
 45
 3,8
 50
 4,2
 39
 3,3
 FOX
 31
 2,6
 48
 4,0
 35
 2,9
 Hollywood
 26
 2,2
 24
 2,0
 37
 3,1
 Discovery
 11
 ,9
 9
 ,8
 3
 ,3
 Odisseia
 2
 ,2
 4
 ,3
 6
 ,5
 TV
Record
 6
 ,5
 2
 ,2
 2
 ,2
 RTP
Memória
 2
 ,2
 7
 ,6
 4
 ,3
 Fox
Life
 3
 ,3
 5
 ,4
 2
 ,2
 Panda
 3
 ,3
 2
 ,2
 2
 ,2
 Canais
TeleCine
 5
 ,4
 3
 ,3
 5
 ,4
 MTV
 5
 ,4
 4
 ,3
 3
 ,3
 Nenhum
 5
 ,4
 41
 3,4
 108
 9,0
 Outro
canal
 15
 1,3
 19
 1,6
 12
 1,0
 Ns/Nr
 14
 1,2
 24
 2,0
 52
 4,3
 Total
 1198
 100,0
 1198
 100,0
 1198
 100,0
Total
 1205
 100,0
 1205
 100,0
 1205
 100,0

Tabela
29.
P.13.
Gostaria
de
ter
mais
canais
de
televisão?
 
 N
 %
 
 Não
 1041
 86,9
 Sim
 157
 13,1
 Total
 1198
 100,0


 25

  26. 26. 
Tabela
30.
P.14.
E
que
canais
gostaria
de
receber
em
sua
casa?
Por
favor
indique
até
três
canais
que
preferia
receber
em
casa,
por
ordem
de
prioridade
 
 1ª
Referência
 2ª
Referência
 3ª
Referência
 
 N
 %
 N
 %
 N
 %
 
 TVI
 2
 1,3
 0
 0
 0
 0
 SIC
Notícias
 2
 1,3
 1
 0,6
 2
 1,3
 RTP1
 0
 0
 1
 0,6
 0
 0
 SIC
 0
 0
 1
 0,6
 0
 0
 TVI24
 1
 ,6
 0
 0
 0
 0
 SIC
Mulher
 2
 1,3
 2
 1,3
 3
 1,9
 SIC
Radical
 0
 0
 0
 0
 1
 0,6
 SportTV
 45
 28,7
 10
 6,4
 4
 2,5
 EuroSport
 2
 1,3
 2
 1,3
 0
 0
 AXN
 14
 8,9
 7
 4,5
 3
 1,9
 FOX
 7
 4,5
 15
 9,6
 0
 0
 Hollywood
 8
 5,1
 8
 5,1
 4
 2,5
 Discovery
 4
 2,5
 0
 0
 2
 1,3
 Odisseia
 2
 1,3
 2
 1,3
 2
 1,3
 National
Geographic
 2
 1,3
 2
 1,3
 3
 1,9
 TV
Globo
 5
 3,2
 2
 1,3
 1
 0,6
 TV
Record
 1
 ,6
 0
 0
 0
 0
 RTP
Memória
 1
 ,6
 0
 0
 0
 0
 Panda
 5
 3,2
 2
 1,3
 2
 1,3
 Canais
TeleCine
 9
 5,7
 6
 4,5
 4
 2,5
 MTV
 4
 2,5
 4
 2,5
 2
 1,3
 Outras
respostas
 16
 10,2
 16
 10,2
 10
 6,4
 Nenhum
 0
 0
 28
 17,8
 52
 33,1
 Ns/Nr
 25
 15,9
 45
 28,7
 62
 39,5
 Total
 157
 100,0
 157
 100
 157
 100
 
 Não
se
aplica
 1048
 - 
 1048
 ‐
 1048
 ‐
 Total
 1205
 100,0
 1205
 100,0
 1205
 100,0


 26

  27. 27. 
Tabela
31.
P.16.
Até
que
ponto
está
satisfeito
com
a
qualidade
de
imagem
e
som
da
emissão
de
televisão
que
recebe
em
sua
casa?
 
 N
 %

 0
‐
Completamente
insatisfeito
 1
 ,1
 2
 4
 ,3
 3
 11
 ,9
 4
 7
 ,6
 5
 61
 5,1
 6
 102
 8,5
 7
 256
 21,4
 8
 343
 28,6
 9
 161
 13,4
 10
‐
Completamente
satisfeito
 246
 20,5
 Ns/Nr
 6
 ,5
 Total
 1198
 100
Total
 1205
 100,0

Gráfico
3.
Questão
16:
Até
que
ponto
está
satisfeito
com
a
qualidade
de
imagem
e
som
da
emissão
de
televisão
 que
 recebe
 em
 sua
 casa?
 0
 significa
 nada
 satisfeito
 e
 10
 significa
 totalmente
 satisfeito
 –
reformular
gráfico,
que
deve
ser
de
barras
 



 27

  28. 28. Ainda,
perguntou‐se
a
todos
os
participantes
como
costumam
ver
programas
de
TV,
vídeo
ou
filmes,
sendo
que
95,1%
responderam
ver
estes
conteúdos
através
de
um
ecrã
de
TV,
 12,6%
 através
 do
 computador,
 2,2%
 através
 do
 telemóvel
 e
 1,5%
 através
 de
 outros
dispositivos
multimédia
(questão
15,
consultar
tabela
32
).
As
tabelas
seguintes
apresentam
os
dados
alcançados
para
estas
variáveis.

 

Tabela32
.
P.15.
Diga‐me,
por
favor,
costuma
ver
programas
de
televisão,
vídeos
ou
filmes...?

 
 N
 %
 Ecrã
Telemóvel
 26
 2,2
 Ecrã
Computador
 151
 12,6
 Ecrã
Dispositivos
Multimédia
 18
 1,5
 Ecrã
Televisor
 1139
 95,1
 
 No
que
se
refere
à
TV
digital,
conhecimento
sobre
a
mesma
e
opiniões,
foi
pedido
aos
sujeitos
da
amostra
que
apresentassem
a
sua
opinião
(positiva
ou
negativa)
em
relação
a
alguns
aspectos
como
o
preço
de
TV
digital,
se
consideram
caro
ou
barato;
a
qualidade
do
serviço,
 se
 consideram
 ser
 um
 serviço
 de
 confiança
 ou
 não
 e
 ainda
 se
 consideram
conveniente
ou
inconveniente;
a
usabilidade
do
serviço,
se
consideram
ser
um
serviço
fácil
ou
 difícil
 de
 usar.
 Os
 dados
 indicam
 que
 87,2%
 dos
 inquiridos
 concordam
 que
 a
 TV
 digital
tem
 maior
 qualidade
 de
 imagem
 e
 som,
 79,2%
 concordam
 que
 se
 trata
 de
 um
 serviço
 de
confiança,
 74,5%
 concordam
 que
 é
 um
 serviço
 conveniente,
 67,4%
 concordam
 que
 este
 é
um
serviço
fácil
de
instalar,
41,9%
concordam
que
a
TV
digital
é
um
serviço
caro
e

32,8%
são
de
 opinião
 que
 este
 serviço
 tem
 um
 preço
 acessível
 (questão
 18,
 consultar
 tabela
 33).
 De
notar
que
esta
questão
foi
colocada
aos
que
responderam
“sim”
à
pergunta
6.A.
“Já
ouviu
falar
de
TV
digital?”.
 O
interesse
neste
serviço
foi
analisado
através
de
uma
escala
de
0
a
10
valores
(em
que
 0
 significa
 “nada
 interessado”
 e
 10
 significa
 “muito
 interessado”),
 sendo
 que
 as
respostas
dos
participantes
variaram
entre
os
pontos
extremos
da
escala.
Desta
forma,
2,4%
dos
 inquiridos
 que
 antes
 responderam
 receber
 TV
 em
 sinal
 aberto
 (n
 =
 525)
 não
 possuem
qualquer
 interesse
 em
 TV
 digital
 (ponto
 extremo
 negativo)
 e
 8,6%
 destes
 têm
 muito
interesse
neste
serviço
(ponto
extremo
positivo).
Em
termos
de
percentagem
de
respostas
positivas
a
esta
questão,
85,3%
dos
inquiridos
respondem
ter
interesse
ou
muito
interesse
no
serviço
de
TV
digital
(valores
entre
5
e
10
da
escala)
e
8,6%
dos
participantes
manifestam
não
 ter
 interesse
 ou
 ter
 pouco
 interesse
 na
 TV
 digital
 (valores
 entre
 0
 e
 4
 da
 escala),
 com

 28

  29. 29. 6,2%
 a
 optarem
 por
 não
 responder
 a
 esta
 questão
 (questão
 19,
 consultar
 tabela
 34).
 As
tabelas
seguintes
apresentam
os
dados
relativos
às
questões
18
e
19.

 

Tabela
33.
P.18.
Nesta
lista
estão
presentes
alguns
pares
de
frases
que
poderão
ser
aplicadas
à
TV
digital.
Para
cada
um
desses
pares,
gostaria
que
me
dissesse
com
qual
concorda
mais.
 
 N
 %
 
 Mais
qualidade
de
imagem
e
som
 479
 87,2
 Imagem
e
som
de
má
qualidade
 11
 2,0
 Ns/Nr
 59
 10,7
 De
confiança
 435
 79,2
 Não
é
de
confiança
 25
 4,6
 Ns/Nr
 89
 16,2
 Fácil
de
instalar
e
usar
 370
 67,4
 Complicado
de
instalar
e
de
usar
 59
 10,7
 Ns/Nr
 120
 21,9
 Conveniente
 409
 74,5
 Inconveniente
 38
 6,9
 Ns/Nr
 102
 18,6
 Preço
acessível
 180
 32,8
 Caro
 230
 41,9
 Ns/Nr
 139
 25,3
 Total
 1205
 - 

Gráfico
4.
Questão
18

 

 29

  30. 30. 
Tabela
34.
P.19.
Até
que
ponto
está
interessado,
de
uma
forma
geral,
na
TV
Digital?
 
 N
 %
 
 0
‐
Nada
interessado
 13
 2,4
 1
 6
 1,1
 2
 5
 ,9
 3
 14
 2,6
 4
 9
 1,6
 5
 72
 13,1
 6
 75
 13,7
 7
 83
 15,1
 8
 145
 26,4
 9
 46
 8,4
 10
‐
Muito
interessado
 47
 8,6
 Ns/Nr
 34
 6,2
 Total
 549
 100,0
 
 Não
se
aplica
 656
 54,4
 Total
 1205
 100,0

Gráfico
5.
Questão
19.

 %
 %
 


 Com
base
no
instrumento
desenvolvido
por
Venkatesh,
Morris,
Davis
&
Davis
(2003)
para
 suporte
 da
 Teoria
 Unificada
 de
 Aceitação
 e
 Uso
 de
 Tecnologia
 (Unified
 Theory
 of
Acceptance
and
Use
of
Technology
‐
UTAUT),
solicitou‐se
a
cada
inquirido
que
manifestasse

sua
 concordância
 com
 um
 conjunto
 de
 afirmações,
 visando
 aferir
 qual
 dos
 factores
 da

 30

  31. 31. UTAUT
têm
maior
poder
explicativo
neste
caso
específico
a
adopção
de
TV
digital
por
parte
da
população
Portuguesa
(questão
20,
consultar
tabela
35).
De
recordar
que
estes
autores
defendem
 que
 a
 expectativa
 de
 performance,
 expectativa
 de
 esforço,
 influência
 social
 e
condições
de
facilitação
são
determinantes
directos
da
intenção
de
uso
e
comportamentos
de
adopção
de
inovações
–
mais
detalhes
sobre
este
instrumento
nos
anexos.

Tabela
35.

D.20)
Diga‐nos
até
que
ponto
concorda
com
cada
uma
das
afirmações:
 Discorda
 Discorda
 Não
 Concorda
 Concorda
 NS/NR
 Completa concorda
 completa‐ 
 ‐mente
 nem
 mente
 discorda
 %
 %
 %
 %
 %
 %
 
 1.
TV
digital
é
uma
inovação
útil

 1,4
 5,4
 19,4
 46,9
 8,4
 18,4
 2.
TV
digital
é
melhor
do
que
TV
 1,1
 3,1
 14,7
 40,6
 16,1
 24,5
 analógica
 3.
Com
TV
digital
vejo
mais
horas
de
 8,1
 21,6
 26,2
 19,4
 5,1
 19,5
 TV
 4.
Instalar
TV
digital
é
fácil
 2,5
 6,9
 21,6
 27,9
 5,7
 35,4
 5.
Aprender
a
usar
TV
digital
é
rápido
 1,6
 5,5
 19,9
 34,6
 4,9
 33,4
 6.
TV
digital
é
simples
de
usar
 1,5
 5,5
 20,6
 32,8
 6,2
 33,4
 7.
Pessoas
próximas
já
me
 11,8
 26,4
 18,7
 22,1
 2,4
 16,9
 recomendaram
ter
TV
digital
 8.
Quem
vendar
caixa
descodificadora
 0,6
 3,3
 14,7
 43,8
 14,7
 23,0
 ou
TV
digital
deve
ajudar‐me
a
usá‐lo
 9.
As
campanhas
de
comunicação
do
 11,1
 21,5
 22,0
 15,7
 4,2
 25,6
 Estado
convenceram‐me
a
ter
TV
 digital
em
casa
 10.
Sei
como
usar
TV
digital
 10,8
 21,0
 17,4
 25,0
 6,1
 19,8

 11.
TV
digital
é
compatível
com
 1,6
 7,3
 18,9
 26,9
 7,3
 38,1
 outros
equipamentos:
TV,
gravadores
 de
video,
DVDs

 12.
Sei
que
há
técnicos
que
dão
 2,2
 9,1
 16,4
 33,9
 5,0
 33,4
 assistência
a
quem
tem
dificuldade
 em
instalar/usar
TV
digital

 13.
TV
digital
traz‐me
benefícios
 1,9
 7,9
 23,8
 30,8
 6,7
 28,9

 14.
TV
digital
torna
a
TV
mais
 1,3
 5,8
 22,2
 36,2
 10,5
 23,9
 interessante

 15.
TV
digital
é
algo
que
me
agrada
 1,7
 6,8
 25,0
 38,6
 8,2
 19,7

 16.
Consigo
usar
TV
digital
mesmo
 4,6
 13,3
 23,4
 26,5
 4,8
 27,5
 sem
ter
alguém
que
me
ajude

 17.
Consigo
usar
TV
digital
se
tiver
 3,5
 10,5
 24,0
 31,3
 4,3
 26,4
 tempo
para
aprender
sozinho
como
 funciona

 18.
Consigo
usar
TV
digital
se
tiver
 1,8
 9,2
 22,0
 38,4
 6,2
 22,5
 apoio
de
alguém
que
venha
a
casa

 19.
Sinto‐me
apreensivo
em
relação
à
 8,0
 24,8
 24,0
 20,0
 4,5
 18,7
 TV
digital

 20.
Hesito
em
usar
TV
digital
por
ter
 11,9
 28,9
 21,2
 14,3
 2,4
 21,4
 receio
de
carregar
nalgum
botão
que
 estrague
a
TV

 21.
TV
digital
é
algo
que
me
intimida
 13,9
 28,6
 21,5
 14,1
 2,6
 19,2


 31

  32. 32. A
 questão
 21
 pergunta
 aos
 indivíduos
 que
 já
 possuem
 TV
 digital,
 até
 que
 ponto
estão
satisfeitos
com
esta
tecnologia
de
distribuição
de
sinal
de
televisão,
numa
escala
de
1
a
 10.
 Os
 resultados
 indicam
 que
 a
 maioria
 dos
 sujeitos
 está
 satisfeito
 com
 a
 sua
 TV
 digital
(85%)
(ver
tabela
36).

Tabela
36.
P.21.
Até
que
ponto
está
satisfeito
com
a
actual
TV
Digital
que
tem
em
sua
casa?

 
 N
 %
 
 0
‐
Desiludiu‐me
muito
 1
 ,2
 2
 1
 ,2
 4
 2
 ,4
 5
 19
 4,1
 6
 44
 9,5
 7
 75
 16,3
 8
 157
 34,1
 9
 54
 11,7
 10
‐
Superou
em
muito
as
 63
 13,7
 minhas
expectativas
 Ns/Nr
 45
 9,8
 Total
 461
 100,0

Gráfico
6.
P.21.
Até
que
ponto
está
satisfeito
com
a
actual
TV
Digital
que
tem
em
sua
casa?


 32

  33. 33. Ainda
sobre
os
processos
técnicos
implicados
no
serviço
de
TV
digital,
perguntou‐se
aos
inquiridos
que
já
ouviram
falar
de
TDT
(n
=
329)
se
sabem
o
que
fazer
para
ter
TDT
em
casa,
 ao
 qual
 64,7%
 responderam
 não
 saber
 e
 35,3%
 responderam
 saber
 o
 que
 fazer
(questão
24,
consultar
tabela
39).

 Importante
ainda
foi
averiguar
se
os
televisores
em
casa
são
compatíveis
com
a
TDT
e
se
os
inquiridos
sabem
se
a
respectiva
zona
de
residência
tem
cobertura
de
TDT.
De
notar
que
 a
 base
 para
 estas
 perguntas
 foram
 os
 329
 inquiridos
 que
 responderam
 ter
conhecimento
 da
 TDT
 (P.6):
 destes,
 54,4%
 responderam
 que
 a
 sua
 TV
 é
 compatível,
 8,5%
responderam
negativamente
e
37,1%
referem
não
saber
se
é
compatível
ou
não
com
a
TDT.
Relativamente
à
cobertura
de
TDT,
68,1%
destes
participantes
referiram
não
saber
se
a
sua
zona
 de
 residência
 tem
 cobertura,
 23,1%
 afirmaram
 que
 a
 sua
 zona
 de
 residência
 tem
cobertura
e
8,8%
afirmaram
que
a
sua
zona
não
tem
cobertura
de
TDT
(questões
22
e
23,
consultar
tabelas
37
e
38).


Tabela
 37.
 P.22.
 Sabe
 se
 a
 sua
 televisão
 actual
 é
 compatível,
 isto
 é,
 se
 pode
 receber
 o
 sinal
 da
Televisão
Digital
Terrestre
(TDT)?
 
 N
 %
 
 Sim,
é
compatível
 179
 54,4
 Não,
não
é
compatível
 28
 8,5
 Não
sei
se
é
compatível
ou
não
 122
 37,1
 Total
 329
 100,0

Tabela
38.
P.23.
Sabe
se
a
sua
zona
de
residência
já
tem
cobertura
TDT?
 
 N
 Percent
 
 Sim,
tem
cobertura
 76
 23,1
 Não,
não
tem
cobertura
 29
 8,8
 Não
sei
se
tem
cobertura
ou
não
 224
 68,1
 Total
 329
 100,0

Tabela
39.

P.24.
Sabe
o
que
tem
de
fazer
para
poder
receber
a
TDT
em
sua
casa?
 
 N
 %

 Sim,
sei
 116
 35,3
 Não,
não
sei
 213
 64,7
 Total
 329
 100,0


 33

  34. 34. Os
 participantes
 no
 inquérito
 foram
 convidados
 a
 indicar
 quais
 os
 procedimentos
necessários
para
ter
TDT
em
casa.
A
base
dos
respondentes
a
esta
questão
foi
mais
uma
vez
os
329
inquiridos
que
antes
afirmaram
já
ter
ouvido
falar
em
TDT
(P.6.).
Assim,
35,3%
destes
inquiridos
 afirmaram
 que
 devem
 adaptar
 a
 antena
 para
 receber
 TDT,
 69,3%
 referiram
 a
necessidade
 de
 ter
 uma
 caixa
 descodificadora,
 31,3%
 referiram
 precisar
 de
 adquirir
 uma
nova
 TV
 e
 8,8%
 identificaram
 a
 necessidade
 de
 ter
 um
 sistema
 de
 home‐cinema
 para
receber
TDT
em
casa
(questão
25,
consultar
tabela
40).

 
Tabela
41.
P.25.
Vou
agora
ler‐lhe
alguns
procedimentos.
Gostaria
que
me
dissesse
quais
deles
considera
que
serão
necessários
para
que
possa
receber
a
TDT
em
sua
casa?
 
 
 N
 %
 NÃO
 94
 28,6
 Adaptar
a
minha
antena/
antena
do
prédio
 SIM
 116
 35,3
 NS/NR
 119
 36,2
 NÃO
 19
 5,8
 Ter
uma
set‐top
box/
Caixa
descodificadora
 SIM
 228
 69,3
 NS/NR
 82
 24,9
 NÃO
 137
 41,6
 Comprar
um
novo
televisor
 SIM
 103
 31,3
 NS/NR
 89
 27,1
 NÃO
 187
 56,8
 Ter
um
sistema
de
home‐cinema
 SIM
 29
 8,8
 NS/NR
 113
 34,3

 Sobre
o
processo
de
switchover,
procedimentos
e
conhecimento
acerca
do
mesmo,
todos
os
inquiridos
foram
questionados
se
sabem
para
que
ano
está
previsto
o
desligamento
do
 sinal
 analógico.
 Os
 dados
 indicam
 que
 a
 vasta
 maioria
 dos
 inquiridos
 não
 sabe
 quando
será
realizado
o
processo
de
switchover
(85,4%)
e
apenas
7,8%
indicam
correctamente
o
ano
do
mesmo
(questão
26,
consultar
tabela
42).

 No
que
respeita
a
opinião
dos
inquiridos
sobre
este
processo,
foi
solicitado
a
todos
que
indicassem
o
grau
de
concordância
com
algumas
frases,
tendo
as
seguintes
frases
sido
cotadas
com
um
maior
grau
de
concordância:
“
A
minha
principal
preocupação
são
os
custos
que
vou
ter
com
esta
mudança”(60,6%),
“Acho
que
este
processo
devia
ser
mais
demorado
dando
oportunidades
pessoas
para
adquirirem
mais
informação”(53,5%);
“Estou
preocupado

 34

  35. 35. com
as
questões
práticas
como
ter
uma
nova
antena
ou
cablagem
e
um
novo
equipamento
a
funcionar”
(49,8%);
“Estou
surpreendido,
não
sabia
que
o
sinal
analógico
ia
ser
desligado
em
breve”
(48,3%).
As
tabelas
seguintes
apresentam
os
dados
relativos
às
questões
26
e
27.



Tabela
42.
P.26.
Sabe
para
que
ano
está
previsto
o
switchover?
 
 N
 %
 
 Não,
não
sei
 1023
 85,4
 Sim,
para
2011
 73
 6,1
 Sim,
para
2012
 94
 7,8
 Sim,
para
2013
 8
 ,7
 Total
 1198
 100,0

Gráfico
7.
Questão
26.
Sabe
para
que
ano
está
previsto
o
switchover?
 

Tabela
43.
D.27)
Diga‐nos
até
que
ponto
concorda
com
cada
uma
das
afirmações:
 Discorda
 Discorda
 Não
 Concor Concorda
 NS/NR
 Completa concorda
 da
 completa 
 ‐mente
 nem
 ‐mente
 discorda
 %
 %
 %
 %
 %
 %
Tudo
bem:
não
há
problema
para
mim


 5,4
 15,6
 21,6
 36,3
 5,9
 15,1
Estou
satisfeito
com
o
fim

da
transmissão
 7,3
 21,1
 28,5
 26,6
 2,6
 13,9
analógica
de
televisão,
ainda
que
haja
algum
inconveniente
na
situação

Estou
surpreendido
–
Não
sabia
que
o
sinal
 4,3
 13,9
 20,7
 36,9
 11,4
 12,7
analógico
de
TV
ia
ser
desligado
em
breve

Estou
ansioso
e
descontente
por
ser
 3,8
 17,9
 31,7
 25,6
 7,1
 13,8
forçado
a
fazer
esta
mudança

Acho
que
este
processo
devia
ser
mais
 1,3
 8,1
 22,1
 35,6
 17,9
 15,1
demorado
dando
oportunidade
às
pessoas
para
adquirirem
mais
informação


 35

  36. 36. 
A
minha
principal
preocupação
são
os
 1,3
 6,8
 18,4
 37,4
 23,2
 12,8
 custos
que
vou
ter
com
esta
mudança
Estou
preocupado
com
as
questões
 2,2
 12,2
 22,1
 36,5
 13,3
 13,8
práticas
como
ter
uma
nova
antena
ou
cablagem
e
um
novo
equipamento
a
funcionar

Não
acredito
que
vão
desligar
o
sinal
 2,6
 11,9
 33,3
 22,3
 4,3
 25,6
analógico
em
2012


Figura
8.
Questão
27.
Diga‐nos
até
que
ponto
concorda
com
cada
uma
das
afirmações
 
 
 
 No
 que
 respeita
 os
 equipamentos
 adquirir
 proximamente
 por
 parte
 dos
 inquiridos
que
recebem
em
exclusivo
TV
em
sinal
aberto
(n
=
525),
45,5%
optaram
por
não
responder

 36

  37. 37. ou
 referiram
 não
 saber
 se
 vão
 adquirir
 algum
 equipamento
 ou
 serviço
 de
 TV
 digital
 nos
próximos
 12
 meses,
 34,1%
 afirmaram
 não
 ter
 intenção
 de
 adquirir
 qualquer
 equipamento
ou
 serviço
 ligado
 à
 TV
 digital,
 8,0%
 referem
 que
 estão
 a
 ponderar
 adquirir
 uma
 caixa
descodificadora
de
TDT,
7,8%
responderam
pensar
adquirir
um
televisor
com
TDT
integrado,
5,9%
afirmaram
que
estão
a
pensar
subscrever
um
serviço
de
TV
por
cabo,
1,3%
um
serviço
de
TV
por
fibra
óptica
e
0,4%
um
serviço
de
TV
satélite
(questão
28,
consultar
tabela
44).

 Mais
 especificamente,
 perguntou‐se
 a
 estes
 525
 participantes
 quando
 pensavam
adquirir
 um
 televisor
 ou
 caixa
 descodificadora,
 os
 resultados
 foram
 os
 seguintes:
 
 53,1%
respondeu
 que
 não
 sabe,
 30,5%
 respondeu
 que
 apenas
 quando
 for
 obrigatório,
 12,4%
nunca,
2,1%
daqui
a
um
ano,
0,6%
daqui
a
seis
meses,

0,4%
daqui
a
um
mês
e
0,2%
daqui
a
três
 meses
 (questão
 29,
 consultar
 tabela
 45).
 A
 tabela
 e
 gráfico‑

×