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Temas desenvolv 2013, 19(104) 73 76

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Temas desenvolv 2013, 19(104) 73 76

  1. 1. Temas sobre Desenvolvimento 2013; 19(104). 73 Original Galego PAR, Gomes CF. O uso do copo na alimentação de lactentes: Existe um modelo ideal? Temas sobre Desenvolvimento 2013; 19(104):73-6. Artigo recebido em 05/05/2011. Aceito para publicação em 28/11/2012. o uso do copo na alimentação de lactentes: existe um modelo ideal? priscila amanda ramos galego1 cristiane faccio gomes2 (1) Fonoaudióloga, Departamento de Educação da Prefeitura Municipal de Lunardelli, PR. (2) Pós-doutorada em Saúde Coletiva, Departamento de Saúde Coletiva, Universidade Estadual de Londrina, PR. Docente do Centro Universitário de Maringá, PR. Departamento de Fonoaudiologia do Centro Universitário de Maringá (CESUMAR), PR. CORRESPONDÊNCIA Cristiane Faccio Gomes Av Neo Alves Martins 2951 / 132 – 87013-060 – Maringá – PR. fono.crisgomes@hotmail.com. RESUMO O USO DO COPO NA ALIMENTAÇÃO DE LACTENTES: EXISTE UM MODELO IDEAL? Este estudo teve como objetivo comparar a utilização do copo Suzana® ao copo descartável e identificar a eficácia de ambos durante o oferecimento da dieta a lactentes. Parti- ciparam do estudo 20 lactentes a termo, ambos os gêneros, com até cinco dias de vida, em alojamento conjunto de um Hospital Ma- ternidade filantrópico. Os lactentes receberam um babador de tecido que foi pesado antes e após o oferecimento da dieta com cada copo; a alimentação foi filmada e as informações obtidas foram anotadas em um Protocolo de Observação. Pôde-se observar, diante dos dados coletados, que o copo Suzana® foi mais favorável à alimentação dos lactentes, pois com ele o escape de leite foi menor, não ocorreram engasgos ou aspirações, os sinais de estresse apresentados pelos bebês foram reduzidos, o lábio inferior se manteve evertido e o superior livre em todos os lactentes e a dificuldade de oferta com o copo Suzana® foi muito inferior se comparado ao co- po descartável. Concluiu-se, portanto, que o copo Suzana® foi mais favorável ao lactente que necessitou de tal método quando com- parado ao uso do copo descartável, utilizado largamente nos hospitais em todo o Brasil. Descritores: Métodos de alimentação, Lactentes, Alimentação artificial. ABSTRACT INFANT CUP FEEDING: IS THERE AN IDEAL MODEL? The objective of this study was to compare the use of the Suzana® cup with a disposable cup and identify the efficacy of both methods during infant feeding. A group of 20 full-term male and female newborns up to five days old who stayed in their mother’s room in a philanthropic maternity hospital participate in the study. The infants received a cloth bib that was weighed before and after cup feeding. Feeding was filmed and data were recorded in an Observation Protocol. Data indicated that the Suzana® cup was better adapted for infant feeding because less milk escaped, there were no incidences of choking or aspiration, there were fewer signs of stress, the lower lip was everted and the upper lip free in all infants in this group, and the diffi- culty in use was much less that with the disposable cup. It was concluded, therefore, that for infants in need of cup feeding the Suza- na® cup is preferable than disposable cups, which are widely used in hospitals throughout Brazil. Keywords: Feed methods, Infants, Artificial feeding. Nas situações em que há necessidade de complemen- tação alimentar ou na presença de dificuldades em pega e em ordenha da mama por recém-nascidos, vários autores sugerem o uso do copo como método alternativo que favo- rece a continuidade e o sucesso do aleitamento materno 1-6 . Para a promoção, proteção e apoio ao aleitamento ma- terno, o Ministério da Saúde 7 propôs que as maternidades utilizem os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno, de iniciativa do Hospital Amigo da Criança (IHAC). Entre eles, especificamente o passo nove se refe- re à contraindicação do uso de bicos artificiais, ou seja, mamadeiras, chupetas e outros bicos. O uso do copo é recomendado nos casos de recém-nascidos que serão amamentados, mas apresentam dificuldades iniciais no aleitamento. Lima e Melo 8 recomendam a utilização da técnica do copo inclusive em alguns casos de fracasso inicial com o aleitamento, tal como ocorre em alguns lactentes que não coordenam os reflexos de sucção e deglutição com a res- piração nos primeiros dias de vida. O uso do copo oferece menos condições para as bactérias se multiplicarem, pos- sibilita que a mãe ou outra pessoa tenha mais contato com o bebê, e promove maior entrosamento psicológico do que o obtido com a mamadeira.
  2. 2. Temas sobre Desenvolvimento 2013; 19(104). 74 Dentre as vantagens da alimentação no copo, destaca- se que 9 : - o bebê determina seu próprio consumo referente ao tempo e à quantidade; - há menor gasto de energia; - há estímulo do desenvolvimento e da coordenação dos reflexos de sucção e deglutição; - há estímulo da secreção de saliva e lípases linguais, fato que torna a digestão do leite materno mais eficiente; - é um método fácil de oferta da dieta. Há grande controvérsia na literatura quanto à eficácia do copo como método alternativo de alimentação, princi- palmente no que se refere ao mecanismo de “confusão de bicos”, conceituada como a dificuldade dos neonatos em exibir uma configuração oral correta, em dominar a técnica e o padrão de sucção necessário para o sucesso da ama- mentação depois da exposição à mamadeira e a outros bicos artificiais 9 . Este estudo teve como objetivo comparar a eficácia do copo Suzana® com a do copo descartável durante o ofe- recimento da dieta a lactentes. MétodoMétodoMétodoMétodo Foi realizado estudo transversal e descritivo com a par- ticipação de 20 lactentes nascidos a termo, de ambos os gêneros, com até cinco dias de vida, em alojamento con- junto e com aleitamento materno exclusivo, sem malfor- mações de cabeça e pescoço ou síndromes que alteras- sem a dinâmica oral, e sem registro de intercorrências pós-natais. A amostra consistiu em todos os lactentes nascidos no hospital no período de setembro a outubro de 2010. A maioria (65%) dos 11 lactentes do sexo masculino (55%) e nove do sexo feminino (45%) tinha dois dias de vida por ocasião deste estudo. O estudo foi realizado em um Hospital Maternidade fi- lantrópico fundado em 1970, localizado no município de Ivaiporã, PR. A pesquisadora encaminhou cada lactente e sua mãe a um local reservado, posicionou o lactente com um babador seco previamente pesado (com 30 gramas antes do estudo em todos os casos) e, em seguida, ofere- ceu o leite de acordo com a dieta prescrita em prontuário médico e com a técnica descrita na literatura. Após o ofe- recimento da dieta ao lactente, o babador foi novamente pesado, e a diferença entre o peso do babador antes e após o oferecimento da dieta indicou a quantidade de escape de leite em gramas. Foi considerada pequena quantidade de escape de leite de um a dois escapes de leite durante a dieta; média quantidade, de três a quatro escapes de leite; e grande quantidade, cinco ou mais ocor- rências de escape de leite durante uma mamada comple- ta. A técnica realizada para oferecimento do copo seguiu as instruções de Kuehl 2 , a partir de nove passos: 1. aquecer o leite materno previamente ordenhado e refrigerado; 2. posicionar o bebê confortavelmente, cuidando para que seus braços não derrubem o copo. Ele deve estar tranquilo e não deve estar chorando; 3. colocar o leite aquecido em um copo de 30 ml até a marca de 20 ml. O copo deve ser vertido com cuidado. Aumentar progressivamente o volume a ser adminis- trado, de acordo com a habilidade adquirida pelo bebê; 4. segurar o bebê no colo em posição elevada e encos- tar gentilmente o copo em seus lábios; 5. inclinar o copo de maneira que o leite toque o lábio. Nunca jogar o leite na cavidade oral do bebê. Ele colo- cará a língua para fora e realizará movimentos de “lamber” o leite. Os bebês a termo podem chegar a “sorver” o leite; 6. conversar com o bebê, assim como se faz durante o aleitamento materno ou o aleitamento por mamadeira; 7. deixar o bebê sugar de acordo com seu próprio ritmo e sempre retirar a inclinação do copo nos momentos de pausa; 8. colocar o bebê para eructar da mesma forma como se faz na alimentação por meio de outros métodos. Continuar oferecendo no copo até que o bebê mostre sinais de saciedade (por exemplo, começar a dormir, parar de tomar o leite); 9. lembrar que a aprendizagem do bebê é um fator im- portante para o sucesso no aleitamento por copo. O oferecimento do leite foi realizado com divisão da di- eta prescrita entre os dois modelos de copo. Os dez pri- meiros participantes receberam, inicialmente, a dieta por meio do copo Suzana® e, posteriormente, pelo copo des- cartável, e os dez últimos participantes receberam, inicial- mente, a dieta por meio do copo descartável e, posterior- mente, pelo copo Suzana®. O babador foi trocado e pesa- do antes e após o oferecimento de cada copo com a finali- dade de verificar o escape de leite, e todas as informações foram anotadas em um Protocolo de Observação. A filmagem foi realizada com a câmera a uma distância de 30 cm do lactente, posicionada lateralmente à sua cavidade oral e durante pelo menos um minuto para auxili-
  3. 3. Temas sobre Desenvolvimento 2013; 19(104). 75 ar na análise, especialmente no que se refere aos compor- tamentos do lactente, como presença ou ausência de engasgos, de anteriorização de língua, de encaixe das comissuras labiais no copo, de eversão de lábios (superi- or, inferior ou ambos, sendo esperado que o lábio inferior estivesse evertido e o superior, livre), de abertura de cavi- dade oral, de refluxo nasal, de coordenação entre sucção, deglutição e respiração, de estresse (choro, agitação ou ambos), de arredondamento da bochecha, de cansaço e de dificuldade para oferta de leite ao lactente, identificada por não aceitação da técnica por parte do lactente, ausên- cia de movimentos de lamber ou sorver o leite do copo ou impossibilidade de manter o copo nas comissuras labiais do lactente por agitação e sinais de rejeição. Para a análise comparativa dos dados expressos em médias e desvios-padrão, foi aplicado o teste T de Stu- dent. A Prova do Qui-quadrado foi aplicada para a compa- ração de dados expressos em frequências. ResultadosResultadosResultadosResultados Partindo do mesmo peso inicial (30 g) de todos os ba- badores, após o oferecimento do leite o peso médio dos babadores das crianças alimentadas com copo descartá- vel (31,44 + 1,2) foi significativamente maior (p = 0,005) do que o dos babadores das crianças alimentadas com o copo Suzana (30,19 + 0,31). A distribuição dos lactentes no que se refere à quanti- dade de escape de leite está apresentada na Tabela 1. No geral, quatro bebês (20%) apresentaram escape de leite com o copo Suzana®, enquanto esse escape foi observa- do em 14 bebês (70%) alimentados com o copo descartá- vel. Portanto, a frequência de escape de leite foi significati- vamente maior (p = 0,001) dentre os lacetentes alimenta- dos com copo descartável, ratificando os achados relativos ao peso do babador. Tabela 1. Distribuição dos lactentes em relação à quantida- de de escape de leite nos dois diferentes tipos de copo. Quantidade de escape de leite Copo Suzana® Copo descartável n % n % Pequena 3 15 8 40 Média 1 5 6 30 Grande 0 0 0 0 Totais 4 20 14 70 Na Tabela 2 está apresentada a distrbiuição dos lac- tentes com relação aos comportamentos observados du- rante a ingestão do leite com o uso de ambos os copos. Note-se que não houve ou houve pequena diferença nas frequências registradas no que concerne a engasgo, ante- riorização da língua, abertura da cavidade oral, refluxo nasal, coordenação e arredondamento da bochecha. Por outro lado, foram significativas as diferenças entre as fre- quências observadas de presença de encaixe das comis- suras (p < 0,001) e de estresse (p = 0,009). Tabela 2. Distribuição dos lacetentes de acordo com os comportamentos observados durante a ingestão do leite com os dois diferentes tipos de copo. Comportmentos observados Copo Suzana® Copo Descartável n % n % Engasgo 1 5 1 5 Anteriorização da língua 20 100 20 100 Encaixe das comissuras 19 95 12 60 Eversão de lábios Superior 0 0 6 30 Inferior 20 100 0 0 Ambos 0 0 0 0 Abertura da cavidade oral 20 100 20 100 Refluxo nasal 0 0 0 0 Coordenação 20 100 20 100 Estresse 2 10 14 70 Arredondamento da bochecha 20 100 16 80 Cansaço 0 0 4 20 Dificuldade de oferta 1 5 10 50 DiscussãoDiscussãoDiscussãoDiscussão O método utilizado para a alimentação do lactente por meio de copo pode interferir no escape de leite, pois é necessário encostar a borda do copo no lábio inferior do bebê, inclinando-o até que o leite toque o seu lábio inferior, aguardar que o bebê retire o leite, sorvendo-o e, em se- guida, deglutindo-o 9,10 . Como foi utilizado o mesmo méto- do 2 com ambos os copos analisados, essa interferência certamente não exerceu influência nos resultados obser- vados. Possivelmente, também por essa razão não houve diferenças entre os copos no que tange à observação de engasgos. No que se refere à anteriorização da língua, ao encaixe das comissuras labiais e à postura de lábios evertidos, a literatura descreve que a língua deve se manter na região
  4. 4. Temas sobre Desenvolvimento 2013; 19(104). 76 anterior durante todo o processo, garantindo o vedamento da boca 11-13 ; o lábio inferior deve estar evertido e o superi- or livre 14-17 . No copo, o lactente geralmente “lambe” o leite ou pode ingeri-lo em pequenos goles (sorvidas), ou seja, ele anterioriza a língua para a retirada do leite, mesmo movimento realizado na mama materna 9,12,18 . O copo deve ser posicionado abaixo da língua, com as bordas tocando nas comissuras labiais, apoiado sobre o lábio inferior de forma que permita que a borda toque o assoalho da língua e deixe o lábio superior livre 15 . O tipo de copo também pode interferir nesses aspec- tos, visto que o copo Suzana® possui angulação da borda virada para fora de acordo com as especificações do pro- duto, fato que o torna mais anatômico para a cavidade oral dos lactentes pela possibilidade de encaixe nas comissu- ras labiais e eversão labial e, portanto, promove menor escape de leite e maior semelhança com os movimentos realizados no aleitamento materno. Sabe-se que o choro do bebê é fundamental para co- municar que algo o incomoda, o que pode ter várias cau- sas, como dor, frio, calor, fome, gases intestinais / cólicas, roupa desconfortável, sono, irritação, cansaço da posição, barulho, claridade excessiva, medo, raiva, ansiedade, desamparo, solidão, falta de contato com a mãe, e tam- bém pela captação dos sentimentos, desconfortos, dores e cansaço da mãe 15 . O estresse, portanto, pode ocorrer por vários motivos, nos quais também podem ser incluídos, provavelmente, o método de alimentação e o tipo de copo utilizado, já que os lactentes deste estudo apresentaram frequência significativamente menos de sinais de estresse o uso do copo Suzana®. Diante dos achados deste estudo, pode-se afirmar que o copo Suzana® foi mais eficaz para a alimentação dos lactentes, pois houve escape de leite significativamente menor. Além disso, por possuir estrutura anatomicamente elaborada para a cavidade oral do lactente, o encaixe nas comissuras lábias ocorreu de forma adequada, fato que proporcionou a movimentação dos músculos necessários e, consequentemente, reduzido escape de leite. Some-se a isso a eversão do lábio inferior e a liberação do lábio superior em todos os lactentes, ao serem alimentados com esse tipo de copo. Considere-se, ainda, e por fim, que a dificuldade de oferta de leite com o copo Suzana® foi inferior à encontrada com o uso do copo descartável. Este estudo, portanto, permitiu observar que, mesmo com conhecimento e aplicação da técnica de oferecimento da dieta por copo ao lactente, o modelo de copo pode interferir na quantidade de escape de escape, no tipo de encaixe do copo nas comissuras labiais, e na presença de sinais de estresse durante a alimentação. ReferênciReferênciReferênciReferênciasasasas 1. Lang S, Lawrence CJ, L’e Orme R. Cup: An alternative method for infan- tile feeding. Arc Dis Child 1994; 71(1):365-9. 2. Kuehl J. Cup feeding the newborn: What you should know. J Perin Neo Nurs 1997; 11(2):56-60. 3. Armstrong H. Techniques of feeding infants: The case for cup feeding. Res Action 1998; 8. 4. Howard CR, Blieck EA, Hoopen CB, Howard FM, Lanphear BP, Law- rence RA. Pshysiologic stability of newborns during cup- and bottle-feeding. Pediatrics 1999; 104(5 suppl):1204-7. 5. 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