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necessidades da actual geração devem ser
satisfeitas sem comprometer a capaci...
“ (…) consideramos que as cidades europeias
constituem um património económico, social e
cultural inestimável e insubstitu...
MISSÃO
N41 PROMOVE PROJECTOS DE
FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO, DEBATE E
DIVULGAÇÃO, DIRIGIDO A ARQUITECTOS,
PROFISSIONAIS DOS SEC...
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rever o projecto no âmbito das questões da su...
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• Inovação
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• Acesso para todos
• Custos no Ciclo de Vida
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• Edifício em zona urbana consolidada
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RESÍDUOS
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VIVENCIA SÓCIO-ECONÓMICA
• Acesso a transportes públicos;
• Estacionamento de bicicletas e duche;
DIVERSIDADE ECONÓMICA
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MEDIDAS PARA A MELHORIA DA SUSTENTABILIDADE (EX. EDIFÍCIO A)
CONCLUSÕES
CRIAÇÃO DE VALOR
Certificação da Sustentabilidade Ambiental por entidade externa ao projecto
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CONCLUSÕES
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INTEGRAÇÃO EM QUALQUER FASE DE PROJECTO
25/50 medidas de melhoria implementadas entre Anteprojecto e ...
ESTUDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (em condições reais)
Consumos energéticos (caso BASE)
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OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO
Miguel Nery OASRN 18 Nov 2010 Braga
Miguel Nery OASRN 18 Nov 2010 Braga
Miguel Nery OASRN 18 Nov 2010 Braga
Miguel Nery OASRN 18 Nov 2010 Braga
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Em 2010, a Iniciativa CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL, em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Agência para a Energia (ADENE), visitará oito cidades no continente com os seus SEMINÁRIOS cujo objectivo é colocar à disposição dos interessados a informação relevante sobre a Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior e sobre as medidas da Construção Sustentável, conducentes a uma prosperidade alargada.

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Miguel Nery OASRN 18 Nov 2010 Braga

  1. 1. Desenvolvimento sustentável significa que as necessidades da actual geração devem ser satisfeitas sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem as suas próprias necessidades. COMISSÃO EUROPEIA – Nova estratégia da UE para o desenvolvimento sustentável. CE: Bruxelas, 2006
  2. 2. “ (…) consideramos que as cidades europeias constituem um património económico, social e cultural inestimável e insubstituível.” COMISSÃO EUROPEIA – Carta de Leipzig sobre as Cidades Europeias Sustentáveis. CE: Bruxelas, 2007 “a arquitectura, disciplina da criação cultural e da inovação, nomeadamente tecnológica, constitui uma ilustração notável daquilo que a cultura pode trazer ao desenvolvimento sustentável” COMISSÃO EUROPEIA – Conclusões do Conselho sobre a arquitectura: contributo da cultura para o desenvolvimento sustentável. CE: Bruxelas, 2008 “Neste sentido, o Fórum Europeu para as Políticas de Arquitectura: apela a um maior envolvimento das organizações de representação profissional no processo de governancia e destaca a respectiva capacidade em ajudar a equacionar abordagens holísticas que, garantindo um interesse público, visem a implementação de soluções adequadas e concretas; apela a que as instituições de ensino desenvolvam estratégias de atenuação e ajuste às alterações climáticas nos seus programas de ensino, de estágios e de formação profissional;” FÓRUM EUROPEU PARA AS POLÍTICAS DE ARQUITECTURA - Declaração de Liubliana sobre a Regeneração Urbana e as Alterações Climáticas. FEPA: Liubliana, 2008.
  3. 3. MISSÃO N41 PROMOVE PROJECTOS DE FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO, DEBATE E DIVULGAÇÃO, DIRIGIDO A ARQUITECTOS, PROFISSIONAIS DOS SECTORES DA CONSTRUÇÃO E DAS INDÚSTRIAS CRIATIVAS E A TODOS AQUELES INTERESSADOS NESTES TEMAS. OBJECTIVOS -Promover a arquitectura enquanto indústria criativa; -Promover a formação sobre criatividade e sustentabilidade; -Promover a investigação sobre integração dos temas da criatividade e sustentabilidade na arquitectura; -Divulgar exemplos de referência e boas práticas na arquitectura
  4. 4. Apesar de já totalmente licenciado, a OASRN tomou a iniciativa voluntária de rever o projecto no âmbito das questões da sustentabilidade e da eficiência energética, com o objectivo de este servir como Projecto Demonstrador, capaz não apenas de obter um desempenho compatível com a nova legislação, mas sobretudo para servir como Caso de Estudo de reflexão sobre estas matérias. No projecto da nova sede, podemos testar 3 situações distintas: -RESTAURO -REABILITAÇÃO -NOVA CONSTRUÇÃO
 A lógica de sustentabilidade nos centros urbanos, obriga a repensar a eficiência dos edifícios. O seu carácter patrimonial, a sua pré- existência, obrigam-nos a cuidados especiais, e a proceder de modo distinto de um edifício novo. ESTUDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E SUSTENTABILIDADE 

  5. 5. • Gestão Ambiental • Inovação Gestão Ambiental e Inovação • Acesso para todos • Custos no Ciclo de Vida • Diversidade económica • Amenidades e Interacção Social • Participação e Controlo Vivência Sócio Económica • Solo • Ecossistemas • Paisagem e Património Integração Local Conforto Ambiental • Qualidade do Ar • Conforto Térmico • Iluminação e Acústica Contribuir

 para
a
Procura

 da
Sustentabilidade
 (Edificado) •  Efluentes • Emissões Atmosféricas • Resíduos • Ruído Exterior • Poluição Ilumino- Térmica Cargas Ambientais • Energia • Água • Materiais • Alimentos Consumo de Recursos
  6. 6. INTEGRAÇÃO LOCAL • Edifício em zona urbana consolidada (ZIP) • Restauro e Reabilitação de Edifícios existentes RECURSOS ENERGIA • Isolamento Térmico Pelo Interior (Ed.B); • Inércia Térmica Média/Forte (Ed. A e C); • Redução das Cargas Solares (Ed. C) (Sombreamento) • Redução de Cargas Internas (Iluminação e Equipamentos) ÁGUA • Redução dos Caudais; • Monitorização De Consumos e Fugas; MATERIAIS • 80% materiais existentes reutilizados (ed.A) MEDIDAS PARA A MELHORIA DA SUSTENTABILIDADE (25/50 MEDIDAS)
  7. 7. CARGAS AMBIENTAIS RESÍDUOS • Ecopontos; • armazenamento de produtos de limpeza; • recolha de toners; CONFORTO AMBIENTAL QAI • Ventilação mecânica c/ filtragem; • recuperação de calor; CONFORTO TÉRMICO • Aquecimento e arrefecimento ILUMINAÇÃO • Iluminação natural em todos os espaços de trabalho e circulação; • sistema de iluminação ambiente/local (≤10W/m2); ACÚSTICA • Isolamento acústico ao ruído exterior e interior; MEDIDAS PARA A MELHORIA DA SUSTENTABILIDADE (25/50 MEDIDAS)
  8. 8. VIVENCIA SÓCIO-ECONÓMICA • Acesso a transportes públicos; • Estacionamento de bicicletas e duche; DIVERSIDADE ECONÓMICA • Flexibilidade de uso; • Espaços piso 0 p/ alugar; • Criação de emprego qualificado; AMENIDADES E INTERACÇÃO SOCIAL • Amenidades locais; • Interacção com a comunidade (exposições, conferencias, formação). PARTICIPAÇÃO E CONTROLO • Controlo local de iluminação e climatização USO SUSTENTÁVEL GESTÃO AMBIENTAL E INOVAÇÃO • Painéis informativos electrónicos (temperatura, energia, água); • Manual de Utilização; • Plano de gestão ambiental e manutenção MEDIDAS PARA A MELHORIA DA SUSTENTABILIDADE (25/50 MEDIDAS)
  9. 9. MEDIDAS PARA A MELHORIA DA SUSTENTABILIDADE (EX. EDIFÍCIO A)
  10. 10. CONCLUSÕES CRIAÇÃO DE VALOR Certificação da Sustentabilidade Ambiental por entidade externa ao projecto VALOR AMBIENTAL Valoriza a Reabilitação e intervenção em Centros Urbanos; Valoriza redução do consumo de recursos e cargas ambientais VALOR SOCIOECONÓMICO Valoriza a interacção com a comunidade (ex. Projecto N41) Valoriza a participação dos utilizadores Valoriza a eficiência na fase de projecto e de uso Certifica o valor demonstrativo do projecto SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL LIDERA
  11. 11. CONCLUSÕES POTENCIAL INTEGRAÇÃO EM QUALQUER FASE DE PROJECTO 25/50 medidas de melhoria implementadas entre Anteprojecto e P. Execução; Classe B Classe A; Guidelines desde as fases iniciais de projecto; PARCERIAS Trabalho em rede (ex. LiderA; Edifícios Sustentáveis; Cultura Norte; AdEPorto); SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL LIDERA
  12. 12. ESTUDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (em condições reais) Consumos energéticos (caso BASE)
  13. 13. MEDIDAS DE MELHORIA AVALIADAS: Escolha de medidas com reduzidas implicações arquitectónicas Envolvente: - Alteração do nível de isolamento da envolvente do corpo B; - Sombreamento exterior do corpo C; Iluminação: - Minimização de potência instalada (densidade média = 9 W/m2); - Controlo em função da ocupação (circulações); - Controlo em função dos níveis de iluminação natural; Avac: - Sistema de recuperação de calor; - Substituição da caldeira por bomba de calor (COP = 3,5); ESTUDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (em condições reais)
  14. 14. ESTUDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (em condições reais) PRS=
52
 PRS=
6
 PRS=
11
 PRS=
10
 PRS=
3
 PRS=
9

  15. 15. ESTUDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (em condições nominais)
  16. 16. CONCLUSÕES -redução de 25 % do consumo de energia primária do edifício (EF=48%) -período de retorno do investimento de 9 anos no caso final (PRS) - Esta redução resulta na passagem da classe de eficiência energética C, no “Caso Base”, para a letra B no “Caso Final”. - Para atingir a classe energética A, seriam necessários instalar cerca de 75 m2 de painéis fotovoltaicos num investimento total de 71.000 €. - Para atingir a classe A+ estes valores passariam a 175 m2, num investimento de cerca de 175.000 €. - Foi possível implementar medidas com reduzido impacto arquitectónico (não aplicando na totalidade o RSECE e o RCCTE). -solução de isolamento interior adoptada no edifício reabilitado obriga arrefecimento mecânico. ESTUDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (em condições nominais)
  17. 17. OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO

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