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Livia Tirone Seminário Guimaraes

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À escala Europeia dá-se grande relevo ao crescimento económico, mas este precisa de se demonstrar compatível com o Desenvolvimento Sustentável. O modelo proposto que denominamos “Prosperidade Renovável” pode ser a fórmula poderosa de transformação do meio edificado, que permitirá que este se torne um verdadeiro suporte para a qualidade de vida das pessoas e para uma prosperidade alargada e inclusiva das sociedades. O enfoque deste Seminário está na demonstração das oportunidades de intervenção no meio edificado, que contribuem para a prosperidade económica, ambiental e social e, simultaneamente, para uma franca melhoria do desempenho energético ambiental dos edifícios.

Os Seminários são dirigido a todos os decisores que influenciam a qualidade de construção do meio edificado.

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Livia Tirone Seminário Guimaraes

  1. 1. CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVELSEMINÁRIO PROSPERIDADE RENOVÁVELO Meio Edificado ao Serviço de uma Elevada Qualidade de VidaCONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL® www.construcaosustentavel.pt
  2. 2. Somos 7 mil milhões de habitantes no planeta: 1/7 estáà fome e sem acesso a água potável – Como promover a segurançaalimentar? As cidades sofrem de má qualidade do ar (interior eexterior), saneamento básico insuficiente, níveis de ruído elevados, desconfoto edesemprego: no entanto mais de 1/2 da população doplaneta vive em cidades – Como melhorar a qualidade de vida nas cidades?1/3 das pessoas que jamais atingiram 65 anos de idade estão vivos hoje – Comotornaro meio edificado mais simpático para os idosos? Em alguns paísesdesenvolvidos 1 em cada 2 cidadãos sofre de doenças crónicas – Comopromover saúde? A revolta social tornou-se uma ocorrência comum empaíses desenvolvidos – Como aumentar a Resiliência Social, assentando nagovernância colaborativa e inclusiva? Assentar na exploração de recursos finitospara responder às necessidades da sociedade não é uma solução durável:40% da energia produzida é utilizada para operar edifícios –Como melhorar o desempenho energético-ambiental do meio edificado? Osector da construção é responsável por 50% dos materiais retirados da crosta daterra, explorando os recursos naturais para além dos níveis sustentáveis – Comoviver em harmonia com o ambiente?
  3. 3. Somos 7 mil milhões de habitantes no planeta: 1/7 estáà fome e sem acesso a água potável – Como promover a segurançaalimentar? As cidades sofrem de má qualidade do ar (interior eexterior), saneamento básico insuficiente, níveis de ruído elevados, desconfoto edesemprego: no entanto mais de 1/2 da população doplaneta vive em cidades – Como melhorar a qualidade de vida nas cidades?1/3 das pessoas que jamais atingiram 65 anos de idade estão vivos hoje – Comotornaro meio edificado mais simpático para os idosos? Em alguns paísesdesenvolvidos 1 em cada 2 cidadãos sofre de doenças crónicas – Como Gerir os Recursos revoltapromover saúde? A social tornou-se uma ocorrência comum empaíses desenvolvidos – Como aumentar a Resiliência Social, assentando na que temos para quegovernância colaborativa e inclusiva? Assentar na exploração de recursos finitospara responder às necessidades da sociedade não é uma solução durável:40% da energia edifícios produzida é utilizada para operar – sirvam a todosComo melhorar o desempenho energético-ambiental do meio edificado? Osector da construção é responsável por 50% dos materiais retirados da crosta daterra, explorando os recursos naturais para além dos níveis sustentáveis – Comoviver em harmonia com o ambiente?
  4. 4. Portugal - um dos países mais prósperos da Europa porque sabe transformar deum modo descentralizado e equitativo os seus recursos endógenos renováveis.Livia Tirone
  5. 5. DE QUE RECURSOS ENDÓGENOS RENOVÁVEIS DISPOMOS?Inteligência, Criatividade, Boa Vontade, Entreajuda...Temperatura, Radiação Solar, Vento, Chuva...Todos os RecursosEndógenos Renováveisprecisam de sertransformados em RecursosÚteis – para tal, precisamos demotivação... e de ética...
  6. 6. TEMPERATURAS NA EUROPAAs temperaturas médias naregião mediterrânicacoincidem com astemperaturas que as pessoasconsideram confortáveis emespaços interiores;
  7. 7. TEMPERATURAS EM LISBOA PODEM CONSTITUIR-SE COMO PROBLEMA Efeito Ilha de Calor
  8. 8. TEMPERATURAS EM LISBOA PODEM CONSTITUIR-SE COMO VALOR
  9. 9. RADIAÇÃO SOLAR NA EUROPAA radiação solar na regiãomediterrânica éextremamente favorávelpara a produçãodescentralizada de energia;
  10. 10. RADIAÇÃO SOLAR NA BAIXA PODE VIR A SER SOLUÇÃOBaixa Pombalina, LisboaPlano de Pormenor integra Mapa comPotencial Solar
  11. 11. RADIAÇÃO SOLAR É UMA SOLUÇÃO: O SISTEMA SOLAR TÉRMICO COLETIVO NA TORRE VERDE S AT I S F A Z 70% DAS NECESSIDADES DE CALOR PARA ÁGUAS QUENTES SANITÁRIAS
  12. 12. VENTO NA EUROPAO Vento na Europa é muitofavorável para a produçãodescentralizada de energia;
  13. 13. VENTO EM LISBOA É UMA SOLUÇÃO
  14. 14. VENTO EM LISBOA É UMA SOLUÇÃO Prosperidade Renovável
  15. 15. CHUVA NA EUROPAA chuva na Europa naregião mediterrânica éextremamente favorávelpara a produção de energiabem como para oaproveitamento para usosnão potáveis.
  16. 16. CHUVA EM LISBOA CONSTITUI-SE COMO GRAVE RISCOToda a água da chuva quecai sobre as cidades podecausar graves estragos etornar-se uma ameaçapara as suas populações.Medidas à escala doPlaneamento Urbano mastambém à escala doedificado podem tornar aágua da chuva umcontributo positivo. Vulnerabilidade ao Risco de Inundação
  17. 17. CHUVA EM LISBOA - EXISTEM SOLUÇÕES
  18. 18. CHUVA EM LISBOA - PODE SER UMA EXCELENTE SOLUÇÃOToda a água da chuva quecai nas coberturas dosedifícios, pode serrecolhida e, com o devidotratamento, reutilizadapara as funções que nãocarecem de água potável– mas para este processoser viável não pode existircontaminação resultantedo contacto entre a águada chuva e as superfíciescom as quais entra emcontacto.
  19. 19. RECURSOS NATURAIS E ECOSSISTEMAS DIMENSÃO AMBIENTAL “O sistema terrestre é finito, materialmente fechado e não cresce…” Herman Daly“Devemos apenas explorarrecursos naturais provenientesde ecossistemas bem geridos,utilizando-os da forma maiseficiente e produtiva, exercendocautela em todas as modificaçõesque fazemos à Natureza.”Karl-Henrik Robert
  20. 20. DIMENSÃO SOCIAL “Good Will” Os espaços públicos da cidade exprimem o seu primeiro nível de identidade; A plenitude com a qual os utilizadores se identificam com os espaços que habitam e utilizam determina a atitude que tomam perante esses espaços e perante as outras pessoas;
  21. 21. DIMENSÃO ECONÓMICA Crescimento??? Apenas utilizando recursos renováveis! “No novo modelo económico, o progresso não pode ser visto com a expansão quantitativa, mas terá que ser visto como a melhoria qualitativa que assenta no facto do sistema terrestre ser finito, não crescente e materialmente fechado.” Herman Daly, Beyond Growth
  22. 22. DIVERSIDADE REDUNDÂNCIA FLEXIBILIDADE DESCENTRALIZAÇÃOCOLABORAÇÃO AUTONOMIA IDENTIDADE A ESCALA URBANA VALORES DA RESILIÊNCIA URBANA
  23. 23. Cidades ResilientesA escala urbana:IdentidadeColaboraçãoFlexibilidadeDiversidade (Biodiversidade)RedundânciaDescentralizaçãoAutonomia A ESCALA URBANAVALORES DA RESILIÊNCIA URBANA
  24. 24. Cidades Resilientes   H   H H A ESCALA URBANA
  25. 25. PREPARAÇÃO INTELIGÊNCIA ROBUSTEZ TRANSPARÊNCIA CONECTIVIDADE EFICIÊNCIA EFICÁCIAA ESCALA DO EDIFÍCIOVALORES DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL
  26. 26. Construção SustentávelA escala do edifício:RobustezEficiênciaTransparênciaEficáciaInteligênciaPreparaçãoConectividade A ESCALA DO EDIFÍCIOVALORES DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL
  27. 27. Reabilitação SustentávelQue soluções podemos integrar já? Quadro de Isabel Garcia
  28. 28. Reabilitação Sustentável CADEIA DE VALOR – ATORES DO SECTOR DA CONSTRUÇÃO
  29. 29. Reabilitação SustentávelMultiplicaram-se os Decisores...As Empresas precisam de colaborar com outrasEmpresas para darem uma resposta eficaz àprocura do Mercado que exige soluçõesconstrutivas com excelente desempenho!Parcerias com Empresas no sector e emoutros sectores da Cadeia de Valor. www.construcaosustentavel.pt
  30. 30. MEDIDAS DE MELHORIA DE DESEMPENHO ENERGÉTICO-AMBIENTAL Janeiro 2001 Resultados MonitorizaçãoTORRE VERDE – LISBOA
  31. 31. MEDIDAS DE MELHORIA DE DESEMPENHO ENERGÉTICO-AMBIENTAL
  32. 32. MEDIDAS DE MELHORIA DE DESEMPENHO ENERGÉTICO-AMBIENTALRejeitaArmazenaTemperaAdmiteRedirecionaTIPOLOGIA DE EDIFÍCIO ANTIGO
  33. 33. MEDIDAS DE MELHORIA DE DESEMPENHO ENERGÉTICO-AMBIENTALRejeitaArmazenaTemperaAdmiteRedirecionaTIPOLOGIA DE EDIFÍCIO CONTEMPORÂNEO
  34. 34. Reabilitação SustentávelConsiderar o Ciclo de Vida Total dos EdifíciosConsiderar o Valor Acrescentado das Medidasde Melhoria (Salubridade e Conforto)Considerar as Externalidades (Ambientais,Económicas e Sociais)
  35. 35. PUBLICAÇÕES CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL® ... ... ...
  36. 36. Pormenor de um quadro de: Franz Marc Agradeço a Atenção Livia Tirone mail@liviatirone.com www.construcaosustentavel.pt

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