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OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL

O planejamento irá determinar quais os Instrumentos de
Intervenção utilizaremos.

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OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL

  1. 1.   OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO- OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL É IMPOSSÍVEL TRABALHAR NA ÓTICA DOS DIREITOS SEM CONHECÊ-LOS E IMPOSSÍVEL PENSAR NA SUA IMPLANTAÇÃO SE NÃO ESTIVER ATENTO ÀS DIFICULDADES DE SUA IMPLANTAÇÃO. BERENICE ROJAS COUTO
  2. 2. O Serviço Social é uma profissão, cujo objeto de intervenção são as expressões da QUESTÃO SOCIAL  QUESTÃO SOCIAL: é o conjunto das expressões que definem as desigualdades da sociedade.  POLÍTICAS SOCIAIS: são POLITICAS PUBLICAS criadas pela sociedade capitalista para responder à questão social, em atendimento às necessidades básicas da população.  Políticas públicas são conjuntos de programas, ações e atividades desenvolvidas pelo Estado diretamente ou indiretamente, com a participação de entes públicos ou privados, que visam assegurar determinado direito de cidadania, de forma difusa ou para determinado seguimento social, cultural, étnico ou econômico.  Conceição Amorim
  3. 3. Processo de Trabalho da Assistente Social O planejamento irá determinar quais os Instrumentos de Intervenção utilizaremos. Conceição Amorim
  4. 4. Particularidades do instrumental técnico- operativo do Serviço Social no processo de produção e reprodução social  O instrumental técnico-operativo do Serviço Social, está demarcado pela natureza do trabalho do assistente social, a partir de sua inserção nas estruturas institucionais prestadoras de serviços sociais. Conceição Amorim
  5. 5.  O serviço social está vinculado às diversas políticas sociais, portanto a assistente social está vinculada a esfera das atividades que não estão ligadas diretamente à produção material mas sim a regulação das relações sociais. Conceição Amorim
  6. 6. Prática Profissional  Como prática profissional, a Assistente Social deve coordenar e executar programas, que assegurem a elevação da auto-estima, o acesso a bens, serviços e renda para segmentos mais vulnerabilizados pela situação de pobreza e exclusão social, desenvolver programas voltados para o atendimento aos grupos de maior risco, realizar e disponibilizar estudos e pesquisas no âmbito das Políticas Sociais. Conceição Amorim
  7. 7. Atribuições do assistente social  Coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas e projetos na área de Serviço Social; prestar informações e elaborar pareceres na área de atuação do Serviço Social; planejar, coordenar, executar atividades sócio-educativas; estabelecer parcerias e contatos institucionais; atuar como facilitadora de processos de formação de lideranças e organização comunitária; planejar, coordenar e realizar reuniões e palestras na área de atuação do Serviço Social; elaborar relatórios técnicos e analíticos; treinar, avaliar, supervisionar e orientar estagiários de Serviço Social.Conceição Amorim
  8. 8. Os principais instrumentos e técnicas utilizadas pelos profissionais em seus respectivos espaços de atuação tais como: ACOLHIMENTO ENTREVISTA VISITAS DOMICILIARES, ESTUDOS SOCIAIS, RELATÓRIOS, PALESTRAS, REUNIÕES, ENCAMINHAMENTOS, ATENDIMENTO INDIVIDUAL E/OU EM GRUPO, ACOMPANHAMENTO SOCIAL PRONTUÁRIOS/FICHADE CADASTRO , PARECERES SOCIAIS. .. Conceição Amorim
  9. 9. Acolhimento  Um processo de intervenção profissional que incorpora as relações humanas. Não se limita ao ato de receber alguém, mas a uma sequência de atos dentre de um processo de trabalho. Envolve a escuta social qualificada, com a valorização da demanda que procura o serviço oferecido, a identificação da situação problema, no âmbito individual, mas também coletivo. Conceição Amorim
  10. 10. A Entrevista  Instrumentos utilizado para levantar dados e informações que irão possibilitar o reconhecimento de uma realidade social que talvez profissionais de outras áreas não tenham a sensibilidade de perceber, e dentro desta perspectiva buscar realizar uma intervenção. O profissional ao optar por realizar uma entrevista, precisa primeiro decidir que tipo de entrevista será necessário realizar de acordo com cada caso, observando que existem diversas formas de entrevistas como é o caso da estruturada que são perguntas elaboradas antecipadamente, formuladas mediante questionário, com a atenção para não fugir das perguntas.Conceição Amorim
  11. 11. A Entrevista  A semi-estruturada em que são feitas perguntas abertas e fechadas, havendo a possibilidade de descrever e apresentar o tema em questão. É importante ressaltar que independente do modelo adotado o profissional deve ter em vista seu foco de interesse ao realizá-la. Conceição Amorim
  12. 12. A Entrevista  A entrevista aberta semi-estruturada é mais utilizada pelos profissionais ora, entrevistados já que esta tem como finalidade a flexibilidade da duração, viabilizando um conhecimento maior sobre determinados assuntos e proporcionado maior visibilidade da população de interesse. Esta favorece ainda uma aproximação entre entrevistador e entrevistado permitindo-lhe tocar em assuntos mais complexos e delicados. Conceição Amorim
  13. 13. visita domiciliar  Procedimento em que o assistente social vai a residência da usuária realizar uma entrevista, que será determinada pela necessidade de identificar as necessidades reais da vida cotidiana daquele usuário, e de sua respectiva família, tentando compreender o contexto familiar,as condições materiais, afim de elaborar relatórios e emissão pareceres sociais.Conceição Amorim
  14. 14. A busca ativa faz referência à procura intencional, com o objetivo de identificar as situações de vulnerabilidades e risco social. Quanto mais os técnicos conhecerem as características e especificidades dos territórios, mais chances de obterem uma fotografia viva das dinâmicas da realidade social. É realizada através do deslocamento da equipe de referência para conhecimento do território; contatos com atores sociais locais (líderes comunitários, associações de bairro); obtenção de informações e dados provenientes de outros serviços socioassistenciais e setoriais; campanhas de divulgação, distribuição de panfletos, colagem de cartazes e utilização de carros de som, e outros, de acordo com as necessidades visando o alcance da população à margem do atendimento.Conceição Amorim
  15. 15. Busca Ativa Também é realizada para restabelecer vínculos com usuários que se afastaram de algum programa, serviço, sem concluir suas demandas e é realizada junto ao indivíduo em seu próprio meio social ou familiar Conceição Amorim
  16. 16. Os Relatórios É um documento de registro de informações, observações, pesquisas, investigações, fatos, e que varia de acordo com o assunto e as finalidades. Finalidade:Os relatórios são bastante utilizados na prática profissional do assistente social por que serve como registro importante capaz de subsidiar decisões. Conceição Amorim
  17. 17. A reunião  é um instrumento adotado pela maioria dos assistentes sociais, é o momento em que as informações e recursos coletados precisam ser socializados entre as pessoas envolvidas, ou que tenham interesses em comum, nesta perspectiva o assistente social junto aos demais integrantes tem um tempo para refletir e socializar as informações, devendo as decisões serem tomadas pelos participantes, evitando contradições e autoritarismo prevalecendo a democracia.Conceição Amorim
  18. 18. Relatório Social  É o relato dos dados coletados, das intervenções realizadas e das informações adquiridas durante a execução de determinada atividade. Os relatórios podem ser internos (de uso e manuseio do assistente social e da equipe que ele compõe) ou externos (uso e manuseio de agentes que não fazem parte da equipe).  Conceição Amorim
  19. 19. Parecer Social Avaliação teórica e técnica realizada pelo assistente social dos dados coletados.  Conceição Amorim
  20. 20. A Observação “A observação consiste na ação de perceber, tomar conhecimento de um fato ou conhecimento que ajude a explicar a compreensão da realidade objeto do trabalho e, como tal, encontrar os caminhos necessários aos objetivos a serem alcançados. É um processo mental e, ao mesmo tempo, técnico.” SOUZA (2000).  A observação é um instrumento importante em momentos de decisão em que o assistente social precisa ter segurança, fixando-se nos objetivos no qual se pretende alcançar. Conceição Amorim
  21. 21. “ ” O encaminhamento é uma forma articulada para atender as necessidades dos usuários, ofertando os serviços vigentes, e o encaminhando para outro profissional ou para outro setor onde a sua necessidade será atendida. Os encaminhamentos estão presentes no cotidiano dos assistentes sociais, uma vez que cada instituição tem uma finalidade e nem todas as demandas que chegam até ela, à mesma tem suporte de intervenção. Conceição Amorim
  22. 22. Os Encaminhamentos  É um procedimento de articulação da necessidade do usuário com a oferta de serviços oferecidos, sendo que os encaminhamentos devem ser sempre formais, seja para a rede socioassistencial, seja para outras políticas. Quando necessário, deve ser procedido de contato com o serviço de destino para contribuir com a efetivação do encaminhamento e sucedido de contato para o retorno da informação.Conceição Amorim
  23. 23. Os Encaminhamentos  Os encaminhamentos são peça fundamental para que o trabalho da assistente social seja efetivado, por exemplo, se o programa está relacionado à inclusão no mercado de trabalho de pessoas com deficiência, é necessário articular vagas nas empresas privadas ou instituições governamentais e não-governamentais. Além de incluir no mercado de trabalho, o assistente social deverá também proporcionar aos usuários do programa, cursos de capacitação profissional, neste caso a articulação através das redes se faz imprescindível. Conceição Amorim
  24. 24. O Acompanhamento Social  É um procedimento técnico de caráter continuado, e por período de tempo determinado, no qual é necessário que haja vínculo entre o usuário e o profissional.  O acompanhamento sócio-familiar é feito quando detectado na entrevista a necessidade de se fazer encaminhamentos diversificados. Conceição Amorim
  25. 25. Fichas de Cadastro  É um instrumento de registro de informação destinado a receber informes, a fim de armazenar e transmitir informações sobre o usuário. As fichas de cadastro servem para transformar dados em informações.  A ficha de Cadastro serve como fonte para agrupamento de dados e informações sobre o usuário do programa, por exemplo. A ficha de cadastro é composta de informações diversas desde dados pessoais, endereço, documentação, parecer técnico. Conceição Amorim
  26. 26. A Folha de Produção Diária É um instrumento no qual o assistente social anota as demandas diárias, é uma folha que especifica a data e a ocorrência dos atendimentos para controle da assistente social. Na folha de produção diária consta; a data do atendimento ou atividade, ao lado as atividades e as providências que foram tomadas e a assinatura do estagiário ou assistente social responsável no momento do atendimento. Conceição Amorim
  27. 27. REFERÊNCIAS  ALMEIDA Lívia , OS INSTRUMENTAIS TÉCNICO-OPERATIVOS NA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL Em:  http://www.webartigos.com/artigos/os-instrumentais-tecnico-operativos-na-pratica-profissional-do-servic  SANTOS dos Luzianne, SANTOS Laísa Dias SILVA Rony Rei do Nascimento, A PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL E A IMPORTÂNCIA DOS INTRUMENTOS TECNICOS-OPERTIVO http://welbergontran.com.br/cliente/uploads/d0108f76ca4fd18555141cd4f341ff9ae906d070.pdf  ACOLHIMENTO E SERVIÇO SOCIAL: CONTRIBUIÇÃO PARA A DISCUSSÃO DAS AÇÕES PROFISSIONAIS NO CAMPO DA SAÚDE - Revista Serviço Social & Saúde. UNICAMP Campinas, v. IX, n. 10, Dez. 2010www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?down=47809 Conceição Amorim

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