Hipertensão e juventude

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Hipertensão e juventude

  1. 1. Orientadora: Maria Zélia Hipertensão e Juventude Resistência ao tratamento Acadêmicos:Cleiton Ribeiro Melina Aguiar Rafaela Barbosa Roberta Fernanda
  2. 2. Introdução• Segundo a SBH, a Hipertensão Arterial é:• uma patologia crônica, não transmissível;• origem multifatorial ;• compromete fundamentalmente o equilíbrio dos mecanismos vasodilatadores e vasoconstritores;• doença silenciosa;
  3. 3. Problema• Até que ponto os jovens hipertensos, estão predisposto à adesão ao tratamento e a seguir as orientações médicas?
  4. 4. Objetivos• 2.1 Objetivo Geral• Investigar a predisposição dos jovens hipertensos à adesão ao tratamento, tomando como referência pacientes na faixa etária de 18 a 25 anos em literaturas de 1998 à 2007.
  5. 5. Objetivos Específicos• Conhecer as causas e consequências da hipertensão;• Verificar a prevalência da hipertensão em jovens;• Identificar os motivos da resistência dos jovens ao tratamento da hipertensão.
  6. 6. Justificativa• Na busca por uma melhor compreensão dos aspectos que levam o jovens a optarem pela não adesão ao tratamento da hipertensão arterial, bem como a predisposição destes indivíduos a esta patologia, tomando como referência pacientes na faixa etária de 18 a 25 anos.
  7. 7. Hipóteses• Os jovens costumam ter uma vida mais desregrada, especialmente na faixa etária de 18 a 25 anos. Dessa forma, a maioria desses pacientes pode apresentar certa dificuldade em concordar com o tratamento, pois esse, muitas vezes, exige que se abandonem certos hábitos corriqueiros próprios dessa idade.
  8. 8. CausasQuanto às causas da hipertensão, sabe-se muitopouco, a medicina é capaz de apontar os fatores derisco que favorecem o aparecimento da doença:• Hábitos de vida inadequados• Em 10% dos casos, a doença decorre de problemas físicos• Pessoas de raça negra• Herança dos pais
  9. 9. ConsequênciasPressão nos vasos:• Coração;• Cérebro;• Rins
  10. 10. Hipertensão e JuventudeAtenção especial deve ser dada à presença de fatores de riscos, tais como:• histórica familiar, obesidade, erros dietéticos, tabagismo e sedentarismo.• Associação entre excesso de peso e pressão arterial predominantemente no adolescente.• A ingestão de álcool, o uso de drogas e a utilização de hormônios esteróides, anabolizantes e anticoncepcionais orais devem ser considerados como possíveis causas de hipertensão arterial nos jovens.
  11. 11. Resistência ao tratamento da Hipertensão Arterial• A falta de adesão;• Países desenvolvidos x países em desenvolvimento;• Medidas não-farmacológicas;• Indústria farmacêutica;• Efeitos colaterais, uso irregular e/ou alto custo do medicamento, receio de uso concomitante de álcool.• Mudança de vida
  12. 12. Metodologia• A pesquisa foi desenvolvida a partir de estudo exploratório, de natureza quantitativa;• Pesquisa bibliográfica;• Foram levantadas ideias de autores diversos sobre a temática abordada.
  13. 13. Análise e Discussão dos ResultadosQuanto às causas:• São muitas e nem sempre podem ser definidas;• Destaque para hábitos.Quanto às consequências:• Infarto;• AVE;• Paralisação Renal.
  14. 14. Análise e Discussão dos Resultados (Continuação...)Quanto à hipertensão e juventude:•Não somente adultos e idosos podemapresentar ;•Registros de hipertensão na juventude tem sidocada vez mais frequentes;•Dos 70 milhões de jovens no Brasil, ahipertensão está presente em 5% deles e, 3,5milhões de crianças e adolescentes precisam detratamento.
  15. 15. Análise e Discussão dos Resultados (Continuação...)Quanto à resistência ao tratamento:• de toda a população de hipertensos, cerca de um terço não sabe que tem a doença e, entre os que sabem, apenas a metade adere, efetivamente, ao tratamento;• E na faixa etária pesquisada, essa adesão ao tratamento é menor ainda;• Mudança de vida;• Instituições de saúde diante dessa situação.
  16. 16. Conclusão• Consenso dos autores sobre as causas da hipertensão;• A não adesão dos jovens ao tratamento;• Tratamento inespecífico;• Estudiosos do tema em questão;• Políticas públicas de saúde;• Educação em saúde.
  17. 17. Referências Bibliográficas• BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Políticas de Saúde, Cadernos de Atenção Básica, Hipertensão arterial sistêmica e Diabetes mellitus, Protocolo. Brasília, D.F., 2001.• BRASIL, Ministério da Saúde. Hipertensão arterial sistêmica. Brasília: Ministério da Saúde; (Cadernos de Atenção Básica; 15) 2006.• SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENÇÃO (SBH). III Consenso Brasileiro de Hipertensão arterial, 2005.• _______, Cartilha do hipertenso, nº 1 de 8 Departamento de Ligas de Hipertensão Arterial. São Paulo, 2006.

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