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Escola tradicional e escola nova

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  • Só ficou estranho dizer que Friedrich Herbart foi um dos principais críticos da escola tradicional!!!
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Escola tradicional e escola nova

  1. 1. A ESCOLA TRADICIONAL BURGUESA 1 - Características a) Escola não baseada nos interesses da criança; b) Busca constante em combater os impulsos naturais da criança afim de inculcar-lhe virtudes morais; c) Rígida formação moral e regime de estudo rigoroso com ensino de gramática e retórica; d) Valorização dos estudos humanísticos privilegiando a cultura greco-latina; e) Os mais famosos internatos são os jesuítas entre os séculos XVI e XVIII na Europa; f) Essas escolas se destinavam a nobreza e a burguesia ascendente que já aspira tornar-se classe dirigente;
  2. 2. A ESCOLA TRADICIONAL BURGUESA 2 – Críticas a) A escola tradicional foi bombardeada por reações de pedagogos ansiosos em mudar o modelo educacional; b) No entanto pouco se consegue mudar na estrutura do ensino; c) Esse período de críticas ao ensino tradicional é marcado pela revolução científica que exigia além da formação humanista, um estudo das ciências da natureza; d) A escola tradicional teve como principais críticos o pedagogo Alemão Herbart que enfatizava a importância da instrução completa;
  3. 3. A ESCOLA NOVA 1- Surgimento a) O movimento educacional conhecido como “escola nova” surge no final do século XIX; b) Como a proposta de novos caminhos a uma educação em descompasso como o mundo da atualidade; c) A “escola nova” representou um esforço na superação da pedagogia da essência, por uma pedagogia da existência; d) Surge assim um modelo que visava combater a educação dogmática e repressora, buscando se diferenciar por ser uma pedagogia que valoriza o indivíduo; e) Daí o caráter psicológico exercido pela pedagogia da existência;
  4. 4. ESCOLA NOVA PRINCIPAIS REPRESENTANTES 1- O modelo de “escola nova” está repleto de representantes como Rabelais que institui sua crítica a escola autoritária no período Renascentista; 2- entre os que se destacam podemos citar: a) Dewey e Kilpatrick nos EUA; b) Claparède, Decroly, Montessori e Freinet na Europa; c) Fernando Azevedo, Anísio Teixeira e Lourenço Filho no Brasil;
  5. 5. CARACTERÍSTICAS GERAIS 1- o aluno e o professor a) O aluno é o centro e há uma preocupação com a natureza psicológica da criança; b) O professor deve se esforçar por despertar o interesse e provocar a curiosidade, ensino espontâneo; c) É sugerido um não-diretivismo, sendo o professor o facilitador da aprendizagem; d) O aluno torna-se mais ativo exigindo uma nova metodologia;
  6. 6. CONTEÚDO - O conteúdo precisa ser compreendido e não decorado; - A abstração é um processo a ser atingido pelo próprio aluno a partir da experiência; - O produto é menos importante que o processo do conhecimento;
  7. 7. METODOLOGIA a) As atividades são centradas no aluno; b) A iniciativa e a espontaneidade são valorizadas, respeitando o ritmo de cada um; c) Os programas e horários são maleáveis; d) São estimuladas as pesquisas e experiências, partindo assim do concreto para o abstrato; e) São escolas que privilegiam a pedagogia da ação; f) Valorizam laboratórios, oficinas, hortas e até imprensa; g) Tem por objeto o homem integral sendo este não só razão mas sentimentos, emoções e ação;
  8. 8. AVALIAÇÃO - É compreendida como um processo válido para o aluno e não para o professor; - Constitui apenas uma das etapas da aprendizagem e não o seu centro ou fim; - Não deve visar só os aspectos intelectuais mas também atitudes e habilidades; - Valoriza a cooperação e solidariedades;
  9. 9. CONSIDERAÇÕES 1- O embate em torno da escola nova nos proporciona uma reflexão a respeito do modelo proposto. O que se questiona aqui é: a) Porque a escola nova não foi capaz de resolver os problemas do ensino? b) Quais são os pontos que tornam negativa a experiência da escola nova? E quais os positivos? c) Pensando nas classes menos favorecidas tanto econômica como intelectualmente, qual seria a real contribuição que a escola nova trás na superação das desigualdades vivenciadas por estas classes?
  10. 10. REFERÊNCIA  ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. 1. ed. São Paulo: Moderna, 1989.
  11. 11. A ESCOLA TECNICISTA 1- Surgimento da escola tecnicista a) A tendência tecnicista segundo Aranha (1989) surge nos EUA e seus princípios teóricos e técnicos passam a influenciar os países latino americanos; b) No Brasil sua influência é vista durante após o golpe de 64, com parcerias entre agências com MEC e USAID; c) Nesse período o Brasil passa a receber assistência técnica e financeira para implantação da reforma educacional, surge então as leis 5.540/68 e 5.692/71;
  12. 12. CARACTERÍSTICAS DA ESCOLA TECNICISTA  Era uma escola montada a partir do modelo empresarial;  Dava ênfase na preparação de recursos humanos;  Seu conteúdo se baseia em informações objetivas, proporcionando adequada adaptação ao trabalho;  Seu método de transmissão dos conhecimentos se baseia no taylorismo;  Os meios didáticos valorizados são os da avançada tecnologia, utilizando-se de filmes, slides, máquinas de ensinar, ensino a distância entre outros;  A relação entre professor e alunos dispensa o caráter afetivo, não havendo nem debates e nem discussões;
  13. 13. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS  O positivismo como corrente filosófica;  Esse se destaca por ter o que se chama de cientificismo;  Ênfase na especialização;  Discurso da competência sendo o especialista considerado o único capaz;  Educação tecnocrática;  Uma educação marcada pelo behaviorismo, psicologia de base positivista;
  14. 14. CRÍTICAS AO TECNICISMO

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