Dialética e idealismo

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Dialética e idealismo

  1. 1. Hegel: dialética e idealismo  Georg Wilhelm Friedrich Hegel (Stuttgart, Alemanha – 1770 d.c , Berlim, Alemanha – 1831 d.c)  Filósofo e ideólogo alemão nascido em Stuttgart, Württemberg, Alemanha;  Considerado o último dos grandes criadores de sistemas filosóficos dos tempos modernos, o pensamento Hegeliano;  Fixou-se em Frankfurt (1796), onde Hölderlin lhe conseguira um lugar de preceptor e, depois (1801), tornou-se livre-docente na Universidade de Jena, passando a estudar o idealismo de Johann Gottlieb Fichte e de Schelling;
  2. 2. Frases marcantes do pensamento de Hegel  O homem não é mais do que a série dos seus atos.  A necessidade, a natureza e a história não são mais do que instrumentos da revelação do Espírito.  A necessidade geral da arte é a necessidade racional que leva o homem a tomar consciência do mundo interior e exterior e a lazer um objeto no qual se reconheça a si próprio.  Nada existe de grandioso sem paixão.  Grandeza, entidade variável, mas que, apesar da sua variação, continua sempre a ser a mesma.  Nada de grande se realizou no mundo sem paixão.
  3. 3. Dialética em Hegel  Em Hegel a dialética ganha significado diferente ao propor uma explicação a partir da ideia;  A ideia para Hegel é o desenvolvimento do espírito;  Essa tese é construída a partir da tríade (Ideia – Natureza – Espírito);  Para Hegel a ideia-em-si é o que se desenvolve, a realidade dinâmica do depois – ou antes – do mundo.
  4. 4. A história para Hegel  História não como aparência, mas sim como realidade e uma realidade de Deus;  Ao contrário de Spinoza para Hegel não é a Natureza que é divina, mas sim a História;  A História para Hegel é o desdobramento do plano divino;
  5. 5. Síntese do pensamento de Hegel Tese Ideia Dialética( dinâmica lógica) Lógica Antítese Natureza Espaço/Tempo Geometria Síntese Espírito Tempo História
  6. 6. Liberdade para Hegel 1 - Segundo Hegel a liberdade é conquistada com: a) o desenvolvimento do Espírito em direção à consciência de si; b) A busca pelo conhecimento como forma de orientação; c) A partir de uma luta constante já que ela não é dada e sim conquistada;
  7. 7. O estado para Hegel  Por Estado ou nação Hegel entende uma cultura ou civilização, uma organização de liberdade.  A Liberdade, não no sentido de licença mas no de liberdade organizada, só é possível nos Estados.  Portanto, não há história, a menos que haja Estados organizados.  O Espírito Nacional como diferenciação do Espírito universal é que define toda a vida cultural de um povo, proporciona sua Gestalt* nacional, seu clima e seu ambiente cultural.
  8. 8. Espécies de homem 1 - Para Hegel há em relação ao estado quatro espécies de homem, são eles: a) O cidadão b) O indivíduo c) O herói d) A vítima
  9. 9. Marx: dialética e materialismo  Viveu no de período de 1818-1883  Nasceu em Treves , sua cidade desempenhava no Século XIX papel importante na cultura da região.  Marx se formou em Direito na Universidades de Bonn.  O jovem Marx descobriu assim a vida boêmia do estudante romântico.  Casou-se com sua amiga de infância Jenny em 1844 oito anos após ficar noivo.  Um casamento desigual afinal sua esposa era de uma família rica e tradicional.
  10. 10. Marx: dialética e materialismo  O pensamento marxista é rodeado de críticas pelo impacto que provoca no indivíduo  Nascido da crítica ao idealismo hegeliano o materialismo histórico se destaca por valorizar a história e o momento histórico como possibilidades de superação do próprio homem  Marx foi responsável por uma vasta produção acadêmica de cunho, político, econômico, filosófico, social e acima de tudo histórico  Dentre sua principais obras estão:  a) miséria da filosofia  b) o manifesto do partido comunista  c) o 18 Brumário de Luís Bonaparte  d) para a crítica da economia política e sua obra máxima  e) o Capital
  11. 11. Marx: dialética e materialismo 1- conceito de Alienação a) Marx em seus primeiros escritos sempre fez uma dura crítica ao processo de exploração do trabalhador; b) Para ele o trabalhador dentro do processo de produção capitalista, passa a ser não produtor e sim produto e enquanto tal sofre as mesmas intervenção do produto; c) Para Marx a burguesia despiu todas as atividades até aqui veneráveis e estimadas com piedosa reverencia da sua aparência sagrada. Transformou o médico, o jurista, o padre, o poeta, o homem de ciência em trabalhadores assalariados pagos por ela;
  12. 12. Marx: dialética e materialismo 1- O homem e a mercadoria a) Para Marx o capitalismo tende a transformar o homem em mercadoria, isso por que já que este homem vende sua força de trabalho e não domina mais os meios de produção, este tende a tornar-se também mercadoria, ou seja, produto e não produtor; b) Marx detalha essa relação a partir do valor de uso e do valor de troca;
  13. 13. Marx: dialética e materialismo  Para Marx capitalismo deve ser analisado a partir de suas contradições;  As relações existentes no capitalismo vão determinar sua expansão e evolução;  Essa relação para ele determina quem tem poder sobre o outro, por isso elas se baseiam em uma resistência das partes claro que uma delas ficando favorecida;  Exemplo dessa relação é dado pelo exemplo da luta patrão x empregado;  Daí para Marx as classes estarem em constante luta uma luta que é travada a partir de seus antagonismos;
  14. 14. Marx: dialética e materialismo

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