Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
Clara Mendes
Movimentos NativistasMovimentos Nativistas
Movimentos Nativistas – A partirMovimentos Nativistas – A partir
do séc. XVIdo séc. XVI
● Movimentos de contestação ao dom...
Aclamação de Amador Bueno –Aclamação de Amador Bueno –
1641 – São Paulo1641 – São Paulo
● Ocorrida um ano após o fim da Un...
Revolta de Beckman – 1684 -Revolta de Beckman – 1684 -
MaranhãoMaranhão
● Criação da Companhia Geral de Comércio do Estado...
Guerra dos Emboabas – MinasGuerra dos Emboabas – Minas
Gerais – 1708 e 1709Gerais – 1708 e 1709
● Conflito envolvendo band...
Guerra dos Mascates –Guerra dos Mascates –
Pernambuco - 1710 e 1711Pernambuco - 1710 e 1711
● A mais violenta e significat...
Revolta de Filipe dos Santos –Revolta de Filipe dos Santos –
Vila Rica - 1720Vila Rica - 1720
● Reação aos excessos fiscal...
Movimentos EmancipacionistasMovimentos Emancipacionistas
Inconfidência Mineira – 1789Inconfidência Mineira – 1789
● Organizada, inicialmente, contra a derrama e o arrocho na
regiã...
● Em contraponto com o caráter de elite dos outros
líderes, a figura do alferes Joaquim José da Silva
Xavier, conhecido co...
● As ideias avançadas da República e liberdade apareciam como
forma de se livrar da opressão feita pelo absolutismo e pelo...
● Os inconfidentes nem chegaram a por em prática os seus
planos, pois o governador suspendeu a derrama e
ordenou as prisõe...
A Conjuração Baiana - 1798A Conjuração Baiana - 1798
● Conhecida também como Conjuração dos Alfaiates.
● Movimento de cara...
● Houve a participação de setores da elite baiana, num primeiro
momento. Entretanto, os membros da elite, os quais buscava...
● A revolta em 12/08/1798, com os revoltosos espalhando-
se pela cidade de Salvador. Entretanto, foi denunciada
antecipada...
A Revolução Pernambucana deA Revolução Pernambucana de
18171817
● Coroa portuguesa sediada no RJ, com o Brasil convertendo...
● Estabeleceram-se contatos com os governos dos EUA e
da Inglaterra, buscando, sem sucesso, o reconhecimento
político. Ao ...
● Repressão violenta, tendo todos os líderes presos,
além de mais de duzentos participantes. O padre
Miguel Joaquim de Alm...
●Entretanto, a repressão ao movimento não
conseguiu sufocar as ideias revolucionárias
e separatistas. Elas voltariam a gan...
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Movimentos Nativistas x Movimentos Emancipacionistas

2,233 views

Published on

Movimentos Nativistas:

Aclamação de Amador Bueno;
Revolta de Beckman;
Guerra dos Emboabas;
Guerra dos Mascates;
Revolta de Filipe dos Santos;

Movimentos Emancipacionistas:

Inconfidência Mineira;
Conjuração Baiana;
Revolução Pernambucana.

Published in: Education
  • Be the first to comment

Movimentos Nativistas x Movimentos Emancipacionistas

  1. 1. Clara Mendes Movimentos NativistasMovimentos Nativistas
  2. 2. Movimentos Nativistas – A partirMovimentos Nativistas – A partir do séc. XVIdo séc. XVI ● Movimentos de contestação ao domínio português e ao aumento da opressão metropolitana ● Reações de de descontentamento entre os colonos atingidos por tais medidas ● Movimentos localizados, voltados à resolução de aspectos isolados da relação metrópole-colônia. ● Não possuem a dimensão de uma contestação ao domínio metropolitano como um todo e sem que forjasse a ideia de uma nação (que, no caso, seria toda a colônia.)
  3. 3. Aclamação de Amador Bueno –Aclamação de Amador Bueno – 1641 – São Paulo1641 – São Paulo ● Ocorrida um ano após o fim da União Ibérica. ● Escravização indígena aumentado substancialmente no período de dominação espanhola. ● Jesuítas enviados à capitania de São Vincente. ● “Botada dos padres fora”: reação dos bandeirantes paulistas, expulsando os jesuítas. ● Aclamação de um comerciante de origem espanhola como “Rei de São Paulo”, alardeando sua ruptura com Portugal. ● Amador Bueno recusou o título fugindo por três dias dos manifestantes.
  4. 4. Revolta de Beckman – 1684 -Revolta de Beckman – 1684 - MaranhãoMaranhão ● Criação da Companhia Geral de Comércio do Estado do Maranhão, em 1982, cujo objetivo era monopolizar as drogas do sertão. ● Presença de jesuítas, os quais, com o apoio da coroa, impediam a escravização do índio. ● A companhia do comércio vendia produtos europeus a um preço altíssimo e pagava valores insignificantes pela produção local. ● Os revoltosos, sob a liderança de Manuel Beckman, ocuparam a cidade de São Luís, expulsaram os representantes da companhia de comércio e os jesuítas e instituíram um governo próprio. ● Envio do emissário Thomas Beckman para afirmar lealdade ao rei.
  5. 5. Guerra dos Emboabas – MinasGuerra dos Emboabas – Minas Gerais – 1708 e 1709Gerais – 1708 e 1709 ● Conflito envolvendo bandeirantes paulistas de um lado e portugueses de outro, na disputa pelo domínio das áreas coloniais. ● As jazidas haviam sido descobertas por paulistas, os quais se consideravam os proprietários da região e que, ao mesmo tempo, os portugueses contavam com o apoio das autoridades metropolitanas. ● Principal luta ocorreu no chamado Capão da Traição, onde mais de 300 paulistas foram massacrados. ● A intervenção das autoridades portuguesas, assim como a descoberta do ouro em Goiás e Mato Grosso, atraindo os bandeirantes para essas regiões, contribuíram para o fim dos conflitos.
  6. 6. Guerra dos Mascates –Guerra dos Mascates – Pernambuco - 1710 e 1711Pernambuco - 1710 e 1711 ● A mais violenta e significativa de todas as revoltas nativistas ● Decadência da economia pernambucana (desde a expulsão dos holandeses) ● A aristocracia, empobrecida, mantinha o domínio político da região através da Câmara Municipal de Olinda, a qual detinha o controle do porto do Recife. ● - Conquista da emancipação de Recife, através de Carta Régia de 1709, que passou a ser vila independente, conquistando autonomia política com relação à Olinda. A aristocracia rural de Olinda temia que Recife, além de ser o centro econômico, passasse a ser também o centro político de Pernambuco. ● Inconformados, os olindeses invadiram Recife, dando origem a guerra. Com a intervenção de Portugal, a guerra terminou em 1711. ● Todos os revoltosos foram anistiados, mas Recife manteve sua autonomia e foi transformada em sede administrativa da Capitania.
  7. 7. Revolta de Filipe dos Santos –Revolta de Filipe dos Santos – Vila Rica - 1720Vila Rica - 1720 ● Reação aos excessos fiscalistas que incidiam sobre a mineração. ● A situação foi agravada quando, em 1719, o governo proibiu a circulação do ouro em pó, instituindo a obrigatoriedade de que todo o ouro obtido fosse entregue às Casas de Fundição. ● Mais de 20000 mineradores se rebelaram contra a medida. Passaram a pressionar o intendente de Minas Gerais, o conde de Assumar, exigindo também o fim de vários impostos que incidiam sobre a atividade econômica. ● Sem tropas que permitissem conter os revoltosos, Assumar adotou a posição de tentar negociar e garantir-lhes a simpatia, acenando com o atendimento de todas as reivindicações. ● Logo que conseguiu reunir um contingente suficiente de homens, Assumar atacou os revoltosos, prendendo todos os líderes. Felipe dos Santos, um deles, foi enforcado e esquartejado, como forma de atemorizar a população.
  8. 8. Movimentos EmancipacionistasMovimentos Emancipacionistas
  9. 9. Inconfidência Mineira – 1789Inconfidência Mineira – 1789 ● Organizada, inicialmente, contra a derrama e o arrocho na região das minas. Tratava-se, a princípio, de uma articulação de intelectuais, entre eles Cláudio Manuel da Costa, Inácio José de Alvarenga Peixoto, Tomás Antonio Gonzaga, os padres José de Oliveira Rolim, Carlos Correia de Toledo e Manuel Rodrigues da Costa, além de Joaquim Maia, o qual buscou contato com Thomas Jefferson, líder do processo de independência das colônias inglesas da América do Norte, e José Álvares Maciel, o qual buscou o apoio dos comerciantes ingleses à rebelião.
  10. 10. ● Em contraponto com o caráter de elite dos outros líderes, a figura do alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, ganhava um papel fundamental. Ele seria o elemento de ligação entre ps ideais dessa elite intelectualizada e os setores populares, dos quais a elite precisava para atingir seus objetivos. ● Objetivos difusos e mal definidos. ● Intenção de proclamação de uma república nas Gerais (depoimentos dos réus) ●
  11. 11. ● As ideias avançadas da República e liberdade apareciam como forma de se livrar da opressão feita pelo absolutismo e pelo colonialismo, buscando filiação com as luzes europeias. ● O plano era se aproveitar da indignação da população, causada pela derrama, para desencadear um movimento insurrecional com vistas à tomada do poder. Entretanto, o movimento foi denunciado por alguns de seus participantes em troca do perdão de suas dívidas, delatando os planos dos revoltosos ao Visconde de Barbacena, o intendente das minas.
  12. 12. ● Os inconfidentes nem chegaram a por em prática os seus planos, pois o governador suspendeu a derrama e ordenou as prisões dos revolucionários. Foram todos julgados e Tiradentes foi levado ao RJ e condenado à forca. Os demais líderes foram condenados ao desterro, sendo que Cláudio Manuel da Costa morreu na prisão antes do julgamento, tendo-se suicidado, segundo a versão oficial. ● Foi um movimento que, mais uma vez, passava distante de qualquer reivindicação popular.
  13. 13. A Conjuração Baiana - 1798A Conjuração Baiana - 1798 ● Conhecida também como Conjuração dos Alfaiates. ● Movimento de características essencialmente populares, contando com a participação e liderança de escravos, mulatos e setores livres urbanos de baixa renda. ● Transferência da capital para o RJ, esvaziando economicamente Salvador. ● Ideias básicas, em tese, são as mesmas da Inconfidência Mineira, ou seja, as do Iluminismo europeu. Por outro lado, houve movimentos que superaram em muito as concepções burguesas.
  14. 14. ● Houve a participação de setores da elite baiana, num primeiro momento. Entretanto, os membros da elite, os quais buscavam limitar as propostas de transformações sociais, viram-se isolados, retirando-se da articulação. ● Atraíram o apoio dos setores populares urbanos de Salvador por suas ideias: a República, a libertação em relação a Portugal, a democracia, o aumento dos salários, a liberdade de comércio, além do fim da escravidão e da abolição de todas as formas de preconceito.
  15. 15. ● A revolta em 12/08/1798, com os revoltosos espalhando- se pela cidade de Salvador. Entretanto, foi denunciada antecipadamente por alguns traidores, sofrendo pronta repressão das autoridades, as quais sabiam inclusive quem eram os cabeças. ● Com as prisões e assassinatos, o movimento foi totalmente derrotado. Após um ano de prisões e julgamentos, as penas começaram a ser divulgadas em 1799, sendo os mais pobres enforcados e esquartejados.
  16. 16. A Revolução Pernambucana deA Revolução Pernambucana de 18171817 ● Coroa portuguesa sediada no RJ, com o Brasil convertendo-se em sede da monarquia. ● Decadência econômica no Nordeste e agravando-se cada vez mais. ● Guerra de Portugal contra a França, contribuindo para acentuar a crise, uma vez que a França era um dos compradores do açúcar nordestino. ● Domingos José Martins, João Ribeiro e Miguel Joaquim de Almeida Castro entre os líderes. Apoio também dos militares, tendo o movimento a força necessária para derrubar o governo, implantar um novo governo republicano, decretar a extinção dos impostos, a liberdade de imprensa e de religião e a igualdade entre os cidadãos.
  17. 17. ● Estabeleceram-se contatos com os governos dos EUA e da Inglaterra, buscando, sem sucesso, o reconhecimento político. Ao mesmo tempo, ganhavam a adesão dos revoltosos da Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas. ● O movimento, contudo, procurou não romper com os interesses da elite agrária. Assim, a Lei Orgânica, um esboço de uma Constituição para o movimento, assegurava, entre outras coisas, a propriedade privada, inclusive de escravos.
  18. 18. ● Repressão violenta, tendo todos os líderes presos, além de mais de duzentos participantes. O padre Miguel Joaquim de Almeida Castro, conhecido como padre Miguelinho, foi executado, a exemplo das lideranças carismáticas dos demais movimentos emancipacionistas.
  19. 19. ●Entretanto, a repressão ao movimento não conseguiu sufocar as ideias revolucionárias e separatistas. Elas voltariam a ganhar forma sete anos depois, na mesma região, em um movimento que se alastrou por todo o Nordeste e que se constituiu no maior elemento de oposição política ao governo de d. Pedro no Brasil recém-separado de Portugal.

×