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Um modelo conceptual para o Design da Interacção na esfera do Ciberjornalismo IV Jornadas Internacionais de Jornalismo – U...
Pressupostos teóricos <ul><li>As Comunicações Mediadas por Computador e a interacção Humano-Computador surgem num  context...
Ponto de partida <ul><li>Como é que o Design da Interactividade interfere nos processos de interacção no Ciberjornalismo? ...
Contextualização da problemática <ul><li>A comunicação enquanto processo de interacção e vice-versa é uma ideia central na...
Enquadramento teórico I <ul><li>Nos campos das Ciências da Comunicação e das Ciências Sociais existem várias definições, u...
Enquadramento teórico II <ul><li>A interactividade, enquanto característica chave do novo cenário digital, introduz  novas...
Enquadramento teórico III <ul><li>O Design da Interacção está relacionado com  as metáforas visuais e os seus comportament...
Modelo Circular da Interacção I <ul><li>UM MODELO CONCEPTUAL PARA O DESIGN DA INTERACÇÃO NA ESFERA DO CIBERJORNALISMO </li...
Modelo Circular da Interacção II Modelo circular da interacção <ul><li>A estrutura do modelo é pensada ao nível do ambient...
Operacionalização do modelo Matriz de análise do MODELO CIRCULAR DA INTERACÇÃO Escala de interactividade proposta :   1). ...
Conclusões I <ul><li>Os novos media implicam uma  reconfiguração do espaço mediático . </li></ul><ul><li>Uma das principai...
Conclusões II <ul><li>As principais alterações que os processos de redacção jornalística sofrem com a introdução do Design...
Conclusão global <ul><li>As aplicações menos interactivas tornam os utilizadores mais passivos .  </li></ul><ul><li>É impe...
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Um modelo conceptual para o Design da Interacção na esfera do Ciberjornalismo

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Comunicação apresentada nas IV Jornadas Internacionais de Jornalismo da UFP (Porto). 04.Abril.2009

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Um modelo conceptual para o Design da Interacção na esfera do Ciberjornalismo

  1. 1. Um modelo conceptual para o Design da Interacção na esfera do Ciberjornalismo IV Jornadas Internacionais de Jornalismo – Universidade Fernando Pessoa (Porto) 04.Abril.2009 Inês Albuquerque Amaral – CECS (UMinho) e ISMT – inesamaral@ismt.pt Helena Sousa – CECS (UMinho) – helena@ics.uminho.pt
  2. 2. Pressupostos teóricos <ul><li>As Comunicações Mediadas por Computador e a interacção Humano-Computador surgem num contexto de mudança e reformulam o tradicional processo de comunicação. </li></ul><ul><li>A mudança de paradigma comunicativo: a era da individualização . </li></ul><ul><li>A comunicação horizontal e bidireccional, associada à ideia de interactividade e à passagem da noção de audiência para o conceito de utilizador . </li></ul><ul><li>A comunicação como interacção social através de mensagens (Fiske, 1990). </li></ul><ul><li>A influência directa da interactividade e do Design da Interacção nos processos de comunicação – nos processos de produção e recepção de informação online. </li></ul>
  3. 3. Ponto de partida <ul><li>Como é que o Design da Interactividade interfere nos processos de interacção no Ciberjornalismo? </li></ul>
  4. 4. Contextualização da problemática <ul><li>A comunicação enquanto processo de interacção e vice-versa é uma ideia central na análise comunicacional das tecnologias multimédia. </li></ul><ul><li>A natureza social do processo de comunicação afirma-o enquanto um processo de negociação e, logo, de interacção. </li></ul><ul><li>Na comunicação multimédia, a interacção passa pela compreensão da reestruturação do processo tradicional: o pleno da era de Emerec (Cloutier, 1975). </li></ul><ul><li>A interacção Humano-Computador é um processo de comunicação que se desenvolve entre dois sistemas cognitivos e, enquanto processo de comunicação, é operacionalizada através do conceito de interface – um ponto de intersecção onde se efectiva a comunicação. </li></ul>
  5. 5. Enquadramento teórico I <ul><li>Nos campos das Ciências da Comunicação e das Ciências Sociais existem várias definições, uni e multi-dimensionais, essencialmente centradas no estudo do efeito dos níveis de interactividade no processo cognitivo do utilizador e na sua capacidade de decisão . </li></ul><ul><li>Na nossa perspectiva, o conceito de interactividade tem de ser estudado para além da instância técnica. </li></ul><ul><ul><li>A interactividade é um elemento de mediação da comunicação e o seu grau depende do seu uso em contexto. – interactividade entre utilizadores e interactividade entre utilizadores e aplicações. </li></ul></ul><ul><li>Assim, propõe-se uma abordagem multi-dimensional do conceito de interactividade: navegação, conteúdo, adaptabilidade, controlo e comunicação . </li></ul>
  6. 6. Enquadramento teórico II <ul><li>A interactividade, enquanto característica chave do novo cenário digital, introduz novas formas de escrita e de leitura da informação para ser difundida no ciberespaço. </li></ul><ul><li>A narrativa clássica dilui-se com as potencialidades da rede e a pirâmide invertida dá lugar à pirâmide convergente (Marcos, 2003). </li></ul><ul><li>A reconstrução do discurso jornalístico na ciberesfera centra-se também na ideia de que os novos media perdem a definição de comunicação de massas. É a introdução do conceito de utilizador . </li></ul><ul><li>López García (2003) sugere mesmo a passagem da figura do “gatekeeper” para o “sysop” – system operator . </li></ul>
  7. 7. Enquadramento teórico III <ul><li>O Design da Interacção está relacionado com as metáforas visuais e os seus comportamentos . </li></ul><ul><li>Propõe-se uma abordagem multidisciplinar e tridimensional do conceito de Design da Interacção, interligada com os elementos que a contextualizam e a experiência do utilizador. </li></ul><ul><li>3 dimensões do Design da Interacção : Narrativa, Estrutura e História . A combinação destas dimensões origina um produto mais ou menos interactivo. </li></ul>
  8. 8. Modelo Circular da Interacção I <ul><li>UM MODELO CONCEPTUAL PARA O DESIGN DA INTERACÇÃO NA ESFERA DO CIBERJORNALISMO </li></ul><ul><li>Objectivo : estudar a influência e a consequência da introdução do Design da Interactividade na esfera jornalística e materializá-las numa escala de níveis de interactividade. </li></ul><ul><li>O modelo assenta na ideia de interactividade como um continuum . Daqui decorre uma ideia circular de interacção. </li></ul><ul><li>O modelo prevê diferentes contextos e objectivos da interacção dentro da esfera do Ciberjornalismo e assenta numa permissa: « cyberspace belongs to readers, not writers » (Rich, 1998). </li></ul>
  9. 9. Modelo Circular da Interacção II Modelo circular da interacção <ul><li>A estrutura do modelo é pensada ao nível do ambiente da máquina com vista ao ambiente da tarefa , com o objectivo de explorar a HCI numa perspectiva de « user-to-system » (McMillan, 2002). </li></ul><ul><li>O modelo representa as três dimensões do Design da Interacção, cruzadas com os vectores que definem a noção de interactividade. </li></ul><ul><li>O esquema conceptual de análise que se propõe estabelece relações circulares e interdependentes entre o campo do Design, a interacção e a definição de interactividade. </li></ul>
  10. 10. Operacionalização do modelo Matriz de análise do MODELO CIRCULAR DA INTERACÇÃO Escala de interactividade proposta : 1). Interactividade reactiva 2). Interactividade orientada 3). Interactividade negociada 4). Interactividade aberta
  11. 11. Conclusões I <ul><li>Os novos media implicam uma reconfiguração do espaço mediático . </li></ul><ul><li>Uma das principais alterações do novo paradigma comunicativo é a passagem da noção de receptor para utilizador . </li></ul><ul><li>A noção de utilizador e a metáfora de navegação são um denominador comum na esfera do Ciberjornalismo. </li></ul><ul><li>A construção do conceito de interactividade e o estudo da análise do impacto do Design da Interacção na esfera do Ciberjornalismo são necessidades da nova era da Comunicação . </li></ul><ul><li>A produção informativa para ser difundida na rede tem de ser orientada para a navegação . </li></ul><ul><li>O “sysop” substitui o tradicional “gatekeeper” , mas o papel do jornalista não se dilui. </li></ul><ul><li>O receptor do Ciberjornalismo torna-se uma parte activa do processo de comunicação. </li></ul>
  12. 12. Conclusões II <ul><li>As principais alterações que os processos de redacção jornalística sofrem com a introdução do Design da Interacção centram-se no conceito de utilizador. </li></ul><ul><li>A escrita mantém a estrutura da pirâmide invertida, mas adapta-se para um esquema de pirâmide convergente . </li></ul><ul><li>A introdução do hipertexto (e do hipermedia) altera a forma de produzir e receber a informação . </li></ul><ul><li>Existem elementos inteiramente novos no contexto da mensagem jornalística (exs: imprimir, comentar ou hiperligações no corpo do texto) que gozam de livre acesso, ao contrário dos media tradicionais. </li></ul><ul><li>A tradicional interacção emissor-receptor modifica-se nos novos media, na medida em que a interacção pode ser mais do que uma reacção : pode transformar-se em acções, num diálogo entre duas ou mais entidades . </li></ul>
  13. 13. Conclusão global <ul><li>As aplicações menos interactivas tornam os utilizadores mais passivos . </li></ul><ul><li>É imperativo pensar a questão do comportamento dos consumidores. </li></ul><ul><li>A experiência do utilizador é a base das aplicações interactivas e o Ciberjornalismo precisa do Design da Interacção para delinear a interacção emissor-receptor, na perspectiva do novo modelo de comunicação individualizada e com vista à personalização. </li></ul>

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