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Redes Sociais na Internet: a desterritorialização da sociedade?

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Comunicação apresentada nas Jornadas Académicas: A Sociedade da Informação - espaço potencialidades e vulnerabilidades, organizadas no âmbito das comemorações do Dia do Exército 2009 pela Universidade do Minho e a Academia Militar. 23 de Outubro de 2009.

Published in: Education, Technology
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Redes Sociais na Internet: a desterritorialização da sociedade?

  1. 1. Redes Sociais na Internet: a desterritorialização da sociedade? Inês Albuquerque Amaral | ciberesfera.com | [email_address] Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (UMinho) e ISMT
  2. 2. Contexto
  3. 3. Reflexões inerentes <ul><li>A nova sociabilidade desterritorializada </li></ul><ul><li>A técnica ao serviço da comunicação </li></ul><ul><li>Os social media como suporte técnico da Comunidade 2.0 </li></ul><ul><li>A realidade dos “Prosumers” </li></ul>
  4. 4. Redes sociais na Internet: contexto <ul><li>(Re)Configuração do espaço social e novas práticas de sociabilidade . </li></ul><ul><li>A metamorfose do conceito de território : a desterritorialização da sociedade </li></ul><ul><li>Mudança de paradigma sócio-comunicacional </li></ul>
  5. 5. Mudança de paradigma
  6. 6. Mudança de paradigma <ul><li>Individualização = Colectivo? </li></ul><ul><li>Paradigma comunicacional da INDIVIDUALIZAÇÃO: dos novos media aos self media </li></ul><ul><li>COLECTIVO como elemento formador: materialização da “aldeia global” </li></ul><ul><li>A metáfora da “Pele da Cultura”, de Derrick De Kerckhove </li></ul>
  7. 7. O espaço: ciberespaço <ul><li>T ecido social rico : multiplicidade de ambientes, ferramentas de comunicação, interacção e comunidades. </li></ul><ul><li>É uma rede de redes ou um espaço de espaços , postulou Castells. </li></ul><ul><li>Comprime (ou suprime) o espaço e o tempo . </li></ul><ul><li>Espaço “ geossocia l” (Escobar) – a ideia de “ tecno-sociabilidade ”. </li></ul>
  8. 8. Ciberespaço: metáforas de território
  9. 9. A sociabilização virtual <ul><li>Inteligência colectiva (Lévy) </li></ul><ul><li>Intercriatividade (Berners-Lee) </li></ul><ul><li>Multidões inteligentes (Rheingold) </li></ul>
  10. 10. A técnica como suporte da sociabilização
  11. 11. O virtual existe e produz efeitos <ul><li>O virtual não é ausência de existência – metáfora da presença (Lévy) – desapropriação do aqui e do agora. </li></ul>
  12. 12. Cibercultura… <ul><li>Nova forma de cultura , mas não uma sub-cultura ou uma cultura de tribos. </li></ul><ul><li>Novas relações com o conhecimento, mutações nas relações sociais e na ligação entre o cidadão e o mundo. </li></ul><ul><li>O poder da web é transformador : o comportamento das gerações está a ser, indiscutivelmente, alterado pelas tecnologias e a lógica de rede. </li></ul><ul><li>Resume as progressivas transformações a que a sociedade digitalmente incluída assiste e introduz o conceito de ESFERA PÚBLICA GLOBAL . </li></ul>
  13. 13. A esfera pública na rede <ul><li>A redefinição do conceito tem de ser equacionada à luz de vários elementos : </li></ul><ul><li>Vectores de mudança do paradigma comunicativo; </li></ul><ul><li>Metáfora do conceito de território; </li></ul><ul><li>Processo contemporâneo de virtualização; </li></ul><ul><li>Construção do “Eu” online – a IDENTIDADE NA REDE . </li></ul>
  14. 14. O conceito de identidade <ul><li>A construção do “online self” (ou “persona”) é crucial para compreender o impacto social da Internet. </li></ul><ul><li>Turkle, Poster e Stone – “online self” é múltiplo, transitório e está em permanente processo de (re)desenvolvimento . </li></ul><ul><li>Na rede, o “eu” surge como uma extensão da realidade e assume-se como fragmentado ou múltiplo . </li></ul>
  15. 15. “ Eu” múltiplo e fragmentado… <ul><li>… numa sociedade desterritorializada </li></ul>
  16. 16. Sociedade desterritorializada <ul><li>Redefinição do conceito de COMUNIDADE </li></ul>
  17. 17. Comunidade 2.0: extensão de conceitos <ul><li>Nova conceptualização de comunidade </li></ul><ul><li>Ausência de território e novas formas de agregação de indivíduos = alteração dos pilares da comunidade tradicional. </li></ul><ul><li>Difere de uma primeira noção de comunidade virtual: introduz a cultura participativa com novos suportes [Media Sociais, Consumidor 2.0, Prosumer] </li></ul>
  18. 18. Comunidade 2.0 <ul><li>Paradigma do colectivo (social) – princípios: </li></ul><ul><li>Participação </li></ul><ul><li>Mobilidade </li></ul><ul><li>Poder </li></ul><ul><li>O’Reilly: a Web 2.0 é uma atitude, não uma tecnologia. </li></ul>
  19. 19. Realidade 2.0
  20. 20. 2.0 <ul><li>Apenas um rótulo. </li></ul><ul><li>Duas realidades, vários tipos de receptor e emissor, diferentes possibilidades de interacção. </li></ul>
  21. 21. Algumas notas conclusivas I <ul><li>A Web 2.0 é uma esfera “tecnosocial”. </li></ul><ul><li>A COMUNICAÇÃO e a INTERACÇÃO SOCIAL estão hoje direccionadas para o consumo de conteúdos, partilha de informação e expressão do EU em comunidades de partilha de interesses, SEM determinismo geográfico. </li></ul>
  22. 22. Algumas notas conclusivas II <ul><li>Existe um potencial de (des)agregação (divisão cultural e social de indivíduos) no mundo offline – numa perspectiva de sociedades info-incluídas. </li></ul>
  23. 23. Na rede e em rede <ul><li>Inês Albuquerque Amaral </li></ul><ul><li>http://ciberesfera.com </li></ul><ul><li>http://www.slideshare.com/ciberesfera [email_address] </li></ul>

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