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Cap 4 5 6

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Cartografia - Movimentos da Terra - A Terra e o Universo

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Cap 4 5 6

  1. 1. Professora Christie
  2. 2. Planisfério de Mercator – 1595 No século XV, a cartografia colaborou na descoberta de novos caminhos. Através das cartas marítimas, tornou-se possível aventura-se por mares com um pouco mais de segurança, com chances de retornar.
  3. 3. Uma das maneiras mais primitivas de orientação e elaboração de mapas era através da observação de astros e estrelas. No decorrer de muito tempo os viajantes e os cartógrafos usaram com frequência esse artifício, as principais referências eram o Sol, a Lua e as estrelas. A observação das estrelas e a bússola foram um grande auxílio na elaboração de mapas no século XVI. Recursos usados na elaboração de mapas
  4. 4. Como são elaborados esses Mapas?
  5. 5. Imagem de Satélite de Vitória Mapa de Vitória
  6. 6. Imagem de satélite da Escola São Domingos
  7. 7.                                       Vitória - ES Imagem de satélite - Landsat - 09/97
  8. 8. Mapas: a superfície terrestre vista de cima
  9. 9. Convenções CartográficasConvenções Cartográficas Convenções cartográficas são uma série de símbolos gráficos aceitos internacionalmente na forma de convenção. Ex:Ex:
  10. 10. Tipos de Mapa • Mapa político: representa a divisão territorial de um país, estado ou município.
  11. 11. Tipos de Mapa • Mapa físico: representa elementos da natureza como clima, vegetação, altitude, etc.
  12. 12. Tipos de Mapa • Mapa Demográfico: são aqueles utilizados para representar temas referentes às populações, como número de habitantes, concentração de moradias, divisão de agrupamentos étnicos e densidade demográfica.
  13. 13.  Mapas econômicos: são aqueles mapas que representam as atividades produtivas e financeiras, bem como trazem informações e dados socioeconômicos. Assim, temos mapas da distribuição das indústrias, da localização de matérias-primas, de determinados tipos de serviços, entre outros temas. Tipos de Mapa
  14. 14. Elementos de um mapa • São vários os elementos de um mapa, isto é, aqueles itens e símbolos necessários para que uma mera figura possa ser diferenciada de um verdadeiro mapa ou cartograma, que é feito com rigor científico para representar uma determinada área da superfície terrestre. Em geral, os mapas costumam apresentar as seguintes composições: título, orientação, legenda e escala.
  15. 15. Título: O título, que por vezes vem acompanhado de um subtítulo, é o indicador do tema retratado, quando se trata de um mapa temático. Em mapas históricos, o título também costuma indicar o ano ou período do espaço representado. Para que se faça uma correta leitura de qualquer mapa, a primeira coisa a se fazer é sempre ler o título e compreender o que ele indica. Legenda: As legendas são os significados dos símbolos existentes nos mapas. Esses símbolos podem apresentar- se em forma de cores, ícones, hachuras, pontos, linhas e outros. Alguns desses símbolos apresentam padronizações, como o azul para representar a água; o verde, para as florestas e áreas verdes, linhas com traços para representar ferrovias; aviões para representar aeroportos, entre outros inúmeros exemplos.
  16. 16. Escala: indica a relação matemática entre o espaço real e a representação desse espaço no mapa. Ela, portanto, aponta a quantidade de vezes que uma área teve de ser reduzida para caber no local em que o mapa está representado. As escalas podem ser gráficas ou numéricas (ambas presentes no exemplo acima). A escala numérica apresenta-se em números de uma divisão, e a escala gráfica apresenta-se conforme uma representação de linhas e traços. Orientação: é importante no sentido de apontar a direção do mapa, indicando-nos para que lado fica o norte e, consequentemente, os demais pontos cardeais. Ela pode apresentar-se com uma rosa dos ventos completa ou apenas com uma seta indicando o norte geográfico. A importância da orientação se dá, principalmente, em mapas que representam áreas muito restritas, quando não conseguimos perceber facilmente para que lado o mapa está apontando.
  17. 17. Escalas •O mapa é uma imagem reduzida de uma determinada superfície. Essa redução - feita com o uso da escala - torna possível a manutenção da proporção do espaço representado. • A escala cartográfica estabelece uma relação de proporcionalidade entre as distâncias lineares num desenho (mapa) e as distâncias correspondentes na realidade. •As escalas podem ser indicadas de duas maneiras, através de uma representação gráfica ou de uma representação numérica.
  18. 18. Escala gráfica •A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. •De acordo com este exemplo cada segmento de 1cm é equivalente a 200 km no terreno, 2 cm a 400 km, e assim sucessivamente. Caso a distância no mapa, entre duas localidades seja de 5 cm, a distância real entre elas será de 5 X 200, ou 1000 km.
  19. 19. Escala numérica •A escala numérica é estabelecida através de uma relação matemática, normalmente representada por uma razão, por exemplo: 1: 300 000 (1 por 300 000). A primeira informação que ela fornece é a quantidade de vezes em que o espaço representado foi reduzido. Neste exemplo, o mapa é 300 000 vezes menor que o tamanho real da superfície que ele representa. •Neste caso também, 1 centímetro corresponde a 3 km. Se a distância no mapa entre duas cidades é de 4 cm, a distância real será de 12 km (4x3).
  20. 20. No mapa do Brasil, 1 centímetro corresponde a 250 km. Já no mapa do estado do Rio de Janeiro, 1 centímetro corresponde a 40 km. O mapa do Brasil foi mais reduzido do tamanho real e apresenta menos detalhes que o mapa do Rio de Janeiro. Mapa do Brasil Mapa do Rio de Janeiro
  21. 21. Perceba que os dois mapas de Portugal possuem a mesma escala, só que uma na forma gráfica e outra na forma numérica. Nos dois casos, 1 centímetro corresponde a 120 km
  22. 22. Maior e menor escala
  23. 23. O interesse sobre a ordenação do Sistema Solar proporcionou muitos anos de observações, estudos e debates. Ao longo da história, as duas teorias mais conhecidas são: a do Geocentrismo, desenvolvida pelo astrônomo grego Cláudio Ptolomeu; e a teoria do Heliocentrismo, formulada por Nicolau Copérnico. A Terra e o Universo Capítulo 5
  24. 24. A teoria Geocêntrica, também chamada de sistema ptolomaico, foi elaborada pelo astrônomo grego Claudio Ptolomeu no início da Era Cristã. Conforme essa teoria, a Terra está no centro do Sistema Solar, e os demais astros orbitam ao redor dela. Os astros estariam fixados sobre esferas concêntricas e girariam com velocidades distintas. Ptolomeu afirmava que o Sol, a Lua e os planetas giravam entorno da Terra na seguinte ordem: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. O Geocentrismo foi defendido pela Igreja Católica, pois apresentava aspectos de passagens bíblicas.
  25. 25. No entanto, após 14 séculos, a teoria Geocêntrica foi contestada por Nicolau Copérnico, que elaborou uma outra estrutura do Sistema Solar, o Heliocentrismo. O Heliocentrismo consiste num modelo teórico de Sistema Solar desenvolvido pelo astrônomo e matemático polonês, Nicolau Copérnico (1473-1543). Conforme Copérnico, a Terra e os demais planetas se movem ao redor de um ponto vizinho ao Sol, sendo este, o verdadeiro centro do Sistema Solar. O modelo não foi aceito pela Igreja Católica, que adotava a teoria do Geocentrismo, elaborada por Ptolomeu. A teoria Heliocêntrica foi aperfeiçoada e comprovada por Galileu Galilei, Kepler e Isaac Newton. Atualmente, é a mais aceita entre a comunidade científica.
  26. 26. O endereço da Terra Aquilo que muitos chamam de estrela cadente, na realidade, não é uma estrela de fato caindo do céu. Trata-se de fragmentos do espaço cósmico que entram em nossa atmosfera e em virtude da alta velocidade e do atrito com o ar atmosférico, esses corpos do espaço incendeiam-se, o que provoca um rastro de luz no céu noturno.
  27. 27. Um asteroide é um corpo rochoso composto por minerais e metais que orbita no Sistema Solar. Normalmente, os asteroides ficam em órbitas bem definidas e estáveis, concentrados entre as órbitas de Marte e Júpiter. Essa região é conhecida como Cinturão de Asteroides. Com formato irregular, a maioria dos asteroides tem cerca de 1 quilômetro de diâmetro - mas alguns podem chegar a centenas de quilômetros. Asteroides de diversos tamanhos já atingiram a Terra.
  28. 28. A Via Láctea é a galáxia em que está localizado o Sistema Solar. Ela é composta por estrelas, astros menores, gás, poeira e matéria escura. Via Láctea O Sistema Solar pertence ao braço de Órion, na periferia da Galáxia, a cerca de 27 mil anos-luz do seu centro.
  29. 29. Formação do Sistema Solar Segundo uma parcela da classe científica os planetas e os astros teriam sido formados a partir de fragmentos de poeira oriundas do sol há aproximadamente 4,6 bilhões de anos. O sol é uma estrela composta por um conjunto de gases e minerais e/ou elementos sólidos (gelo, ferro entre outros), no primeiro momento o sol possuía um aspecto nebuloso e apresentava características de um disco chato que girava. . No decorrer de toda evolução da estrela houve um momento em que a parte nebulosa iniciou um processo de desmembramento de diversos anéis, que deu origem a uma variedade de aglomerações. Uma parcela dessas aglomerações se agrupou em partículas sólidas, por meio desse processo teve início a formação de alguns planetas do Sistema Solar como Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Outras aglomerações se compactaram em partes maiores de gases, dessa forma derivou os planetas de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. No caso de Plutão o processo não equivale aos planetas citados, pois se supõe que esse
  30. 30. Através de pesquisas das rochas e dos fósseis, cientistas estimam que a Terra tenha aproximadamente 4 bilhões de anos, durante todo esse período ela passou por grandes transformações, processo classificado como eras geológicas. As diferentes eras geológicas correspondem a grandes intervalos de tempo, divididos em períodos. Idade da Terra
  31. 31. Um fóssil é um vestígio de um organismo que existiu no passado e que ficou preservado nas rochas ou outros materiais, em contexto geológico. Fósseis A idade do fóssil é descoberta se baseando no cálculo comparativo entre a quantidade habitual encontrada na matéria viva, e aquela que foi descoberta no fóssil. O método mais utilizado hoje em dia para se determinar a idade de um fóssil é a radiatividade, baseado em quantidades de elementos como o Carbono 14.
  32. 32. CAPÍTULO 6
  33. 33. •Como todos os corpos do Universo, a Terra também não está parada. Ela realiza inúmeros movimentos. Os dois movimentos principais do nosso planeta são o de rotação e o de translação, cujos efeitos sentimos no cotidiano.
  34. 34. Movimento de Rotação •O movimento de rotação da Terra é o giro que o planeta realiza ao redor de si mesmo, ou seja, ao redor do seu próprio eixo. Esse movimento se faz no sentido anti-horário, de oeste para leste, e tem duração aproximada de 24 horas. •Graças ao movimento de rotação, a luz solar vai progressivamente iluminando diferentes áreas, do que resulta a sucessão de dias e noites nos diversos pontos da superfície terrestre. •Vale lembrar que, durante o ano, a iluminação do Sol não é igual em todos os lugares da Terra, pois o eixo imaginário, em torno do qual a Terra faz a sua rotação, tem uma inclinação de 23, 5°, em relação ao plano da órbita terrestre
  35. 35. De dia, uma parte dos habitantes da Terra recebe luz solar, porque a parte da superfície da Terra onde vivem está virada para o Sol, mas os habitantes da Terra que estão do outro lado não recebem essa luz. Por exemplo, em Lisboa, às 8 h da manhã é de dia mas, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, para Ocidente de Lisboa, no mesmo instante são 3h da manhã e ainda é de noite. Enquanto uns tomam o pequeno almoço os outros ainda vão a meio do seu sono. O movimento de rotação da Terra explica o movimento aparente do Sol, que vemos durante o dia, e pelo movimento aparente das outras estrelas, que vemos durante a noite.
  36. 36. A Lua possui muitos movimentos, mas os principais são a rotação, a revolução e a translação.  A rotação da Lua é o movimento que ela faz em torno do seu próprio eixo.  A revolução é o que ela faz ao redor da Terra e que dura 28 dias. O movimento de translação da Lua é o que faz em torno do Sol acompanhando a Terra.  Sua duração é o de um ano, portanto, 365 dias.
  37. 37. Eclipse Lunar O movimento de translação da Lua é de aproximadamente 29,5 dias, e nos permite observar as fases: Nova, Crescente, Cheia e Minguante. Na fase Nova, acontece um alinhamento Sol-Lua-Terra, o observador terrestre não pode ver a face iluminada da Lua, pois ela não está voltada para o nosso planeta. Durante a fase Cheia acontece o alinhamento Sol-Terra-Lua e, desta forma, a face iluminada do satélite volta-se para a Terra. Todo o disco lunar fica visível e temos as belas noites de Lua Cheia. O eclipse lunar ocorre quando a lua se posiciona nas zonas umbra ou penumbra da sombra da Terra. O eclipse lunar é o processo de encobrimento da lua pela sombra da Terra durante um curto período de tempo. Trata-se de um fenômeno ocasional, cujas características e formas aparentes dependerão da posição do planeta em relação ao seu satélite natural. Confira o esquema ao lado.
  38. 38. A cada seis meses, o eixo da Terra em relação ao Sol se inclina para um lado e depois para o outro. Isso faz com que, nos polos, durante cada verão, a noite praticamente deixe de existir. O que é o Sol da meia-noite? O fenômeno ocorre nas proximidades dos polos terrestres, durante o verão, quando o Sol pode ser visto 24 horas por dia. Isso acontece porque a inclinação do eixo da terra em relação ao plano da sua órbita faz com que a luz solar incida quase perpendicularmente sobre os polos, durante seis meses de cada ano..
  39. 39. • O movimento de translação é aquele que a Terra realiza ao redor do Sol junto com os outros planetas. Em seu movimento de translação, a Terra percorre um caminho - ou órbita - que tem a forma de uma elipse. • O movimento de translação, juntamente com a inclinação do eixo da Terra em relação ao plano orbital, e responsável pelas estações do ano. • O tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol é chamado "ano". O ano tem 365 dias. Como o ano sideral, ou o tempo real do movimento de translação, é de 365 dias e 6 horas, a cada quatro anos temos um ano de 366 dias, que é chamado ano bissexto. Movimento de Translação
  40. 40. O ano de 2016 é bissexto, ou seja, tem 366 dias, um a mais do que os anos comuns. Isso acontece porque no mês de fevereiro haverá 29 dias, o que ocorre de quatro em quatro anos. A volta da Terra ao redor do Sol não é feita em exatos 365 dias, mas sim em 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos. Essa fração de dias, arredondada para seis horas, é compensada no ano bissexto, já que seis horas, em quatro anos, são 24 horas, ou seja, mais um dia. Sem o ano bissexto, as estações do ano não teriam datas definidas, como acontece hoje. "Um dia o calendário marcaria o início da primavera e estaríamos no verão, isso para o controle da agricultura seria péssimo, bem como para outros tipos de controle. Ano Bissexto
  41. 41. Solstício e Equinócio
  42. 42. Os solstícios e equinócios são dois fenômenos referentes às diferentes formas com que o nosso planeta Terra é iluminado pelos raios solares. Acontece que, por causa do movimento de translação, bem como pela inclinação do planeta ao longo do ano, os raios solares apresentam-se de maneiras diferenciadas. Dessa forma, os equinócios são os períodos do ano em que a Terra é iluminada igualmente nos dois hemisférios. Nesse momento, os dias e as noites possuem a mesma duração. Os solstícios são os períodos em que a Terra é iluminada de maneira desigual nos hemisférios. Assim, no de 21 junho, há a indicação do solstício de inverno no hemisfério sul (e de verão no hemisfério norte), com os dias menores do que as noites, e no dia 21 de dezembro, há os solstícios de verão no nosso hemisfério, com as noites menores do que os dias. Solstício e Equinócio

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