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6ºano cap12e cap13_2016

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Hidrosfera

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6ºano cap12e cap13_2016

  1. 1. Professora Christie
  2. 2. O movimento da água na Terra O deslocamento da água ocorre em função: • Da gravidade da Terra; • Da energia do Sol.
  3. 3. Partes de um Rio
  4. 4. Foz em Estuário. (Em azul o rio e em verde a terra firme) Quando a foz do rio é em estuário, quer dizer que ela desemboca no mar em forma de um único canal, sem qualquer tipo de formação adicional. Simplesmente há uma ligação direta entre rio e mar Foz em Estuário
  5. 5. Já na foz em delta, o que ocorre é uma ligação cheia de "veias" com o mar, onde ocorre inclusive e criação de ilhas entre as ligações. Foz em Delta Foz em Delta (Em azul o rio e em verde a terra firme)
  6. 6. Divisor de Água
  7. 7. Divisor de água é a parte mais elevada do relevo que separa a direção para onde correm as águas dos rios, ou bacias de drenagem. Um exemplo de divisor de água é a montanha.
  8. 8. A Hidrografia é um elemento natural marcante na paisagem brasileira. Bacias Hidrográficas são regiões geográficas formadas por rios que deságuam num curso principal de água. Os rios possuem aproveitamento econômico diversificado, irrigando terras agrícolas, abastecendo reservatórios de água urbanos, fornecendo alimentos e produzindo energia elétrica.
  9. 9. Grandes regiões hidrográficas do Brasil
  10. 10. Qual é a bacia Hidrográfica destacada ao lado?
  11. 11. Regime de um rio • A oscilação do volume está ligada diretamente à origem das águas. Quando a variação da quantidade de água de um determinado rio (cheias e vazantes) é proveniente das águas das precipitações, o processo é chamado de regime pluvial. Quando a oscilação do volume das águas acontece em razão do processo de derretimento de geleiras, tal fenômeno é denominado de regime nival. • Entretanto, pode ocorrer a existência de rios que sofrem influência dos dois regimes (pluvial e nival), como por exemplo, o rio Amazonas. O mesmo nasce no Peru, na Cordilheira dos Andes (influência do regime nival em sua nascente) e depois no Brasil, sofre influência do regime pluvial, em razão dos elevados índices pluviométricos que ocorrem na região (influência do regime pluvial) Os rios não possuem um volume de água uniforme durante o ano, pelo contrário, há períodos de variações. O regime fluvial ou de rio, é a oscilação da quantidade de água presente em um rio no decorrer de um ano.
  12. 12. Os rios são cursos naturais de água que se deslocam de um ponto mais alto (nascente) até atingirem a foz (no mar, em um lago, pântano ou outro rio). Esses cursos de água, conforme a frequência com que a água ocupa as drenagens, podem ser classificados em: perenes ou intermitentes (temporários). Perenes: são rios que contêm água todo o tempo, durante o ano inteiro. Intermitentes (temporários): rios por onde escorre água por ocasião da estação chuvosa, porém, no período de estiagem, esses rios desaparecem Rio Temporário Rio Perene
  13. 13. Qual a diferença entre poço artesiano e poço simples?
  14. 14. • Os rios são as principais fontes de obtenção de água para o abastecimento das sociedades e também dos animais. A produção de energia elétrica por meio de usinas hidrelétricas é outra importante contribuição dos rios. A utilização dos rios na geração de energia ocorre com a construção de usinas hidrelétricas em determinados trechos de seu curso. Nem todos os rios são propícios a abrigar tais usinas, isso porque é necessária a existência de desníveis, fator que favorece a implantação de quedas artificiais. Por essa razão, os rios escolhidos para serem usados como força hidráulica nas usinas são aqueles que cortam áreas de relevo do tipo planalto, com superfície acidentada. Usina de Itaipu
  15. 15. • Os rios que fluem sobre um relevo relativamente plano, que não apresentam desníveis acentuados são mais propícios à navegação. Rio São Francisco – Trecho navegável
  16. 16. Os mares são massas de água salgada que frequentemente estão próximos do continente às margens dos oceanos, e diferem dos oceanos pela sua localização, extensão, profundidade, coloração e salinidade.
  17. 17. Costeiros ou abertos: Localizados nas costas litorâneas, eles possuem ligação direta com os oceanos ou outros mares, podemos citar como exemplos de mares abertos/costeiros o Mar do Japão, Mar da China, Mar de Omã e Mar de Bering. Fechados ou isolados: Como o próprio nome sugere, são mares que não possuem ligação com oceanos ou outros mares, e sofrem assim influência direta do continente. O Mar Cáspio e o Mar Morto são exemplos de mares do tipo isolado/fechado.
  18. 18. Interiores ou continentais: Também pode ser chamados de mediterrâneos, eles estão ligados com outros mares ou oceanos por canais ou estreitos, como por exemplo o Mar Vermelho, Mar Mediterrâneo e Mar Negro.
  19. 19. A salinidade é a quantidade de sais em solução por unidade de volume d'água. Essa proporção varia sobretudo na superfície, em consequência das perdas por evaporação e dos aportes de água doce procedentes dos rios, das calotas polares e das chuvas. Nakata e Coelho (1986) apontam como fatores favoráveis à salinidade, algumas condições climáticas e geográficas. Para estes, a salinidade é maior em áreas que apresentam clima mais elevado, nível baixo de pluviosidade, ventos constantes, entre outros. Desta forma, as águas dos mares, situados em regiões tropicais, são mais salinas. O contrário se observa em regiões polares, onde o índice de evaporação é muito baixo. Salinidade
  20. 20. Os sais marinhos são provenientes principalmente: - Das rochas do fundo dos oceanos - Do solo e das rochas dos continentes transportados até o mar pelos cursos fluviais.
  21. 21. A temperatura das águas varia de acordo: Com a profundidade dos oceanos Com a latitude
  22. 22. Mont Saint-Michel - França O fenômeno das marés surge a partir da influência dos astros, Sol e Lua, que provocam uma força de atração sobre a Terra. Quando as águas se encontram em um nível mais elevado em relação ao litoral, chamamos de maré alta e quando o mesmo diminui, denominamos de maré baixa.
  23. 23. As correntes marítimas correspondem às massas de água que migram em distintos rumos ao longo dos oceanos e mares. As massas de água que se locomovem não interagem com as águas dos lugares que percorrem, desse modo detêm suas características particulares como cor, temperatura e salinidade. Correntes quentes: massas de água originadas de áreas da zona intertropical ou zonas tórridas da Terra, essas deslocam com destino às zonas polares Correntes frias: correntes marítimas com origem nas zonas polares e migram em sentido às regiões equatoriais.
  24. 24. A formação das correntes marítimas, de acordo com diversas pesquisas, é resultado, dentre outros fatores, da influência dos ventos. Outro fator determinante na configuração das correntes é em relação aos movimentos terrestres, especificamente o de rotação, que faz com que as correntes migrem para direções contrárias, ou seja, no hemisfério norte movem-se no sentido horário e no hemisfério sul no sentido anti-horário, essa dinâmica das correntes é denominada de efeito de Coriolis.
  25. 25. • A corrente de Humboldt, que é uma corrente fria, atravessa o litoral do Chile e do Peru, onde a água fria provoca o aumento da piscosidade (abundância de peixes), beneficiando a pesca nesses países. • Já a corrente do Golfo (quente) se forma no golfo do México e o seu efeito importante para moderar os climas da zona temperada, principalmente nas costas americanas (América do Norte) e da Europa (Reino Unido, principalmente).
  26. 26. Um dos impactos significativos da atividade humana sobre os oceanos é a poluição marinha. Não é apenas a poluição do petróleo dos acidentes e dos resíduos alijados na limpeza ilegal de depósitos. Apesar da escala e visibilidade de tais impactos, as quantidades totais de poluentes que se escoam para o mar a partir de derrames de petróleo são diminutas quando comparadas com as originadas por poluentes de outras proveniências. Estas incluem os esgotos domésticos, as descargas industriais, o escoamento de superfície urbano e industrial, os acidentes, os derrames, as explosões, as operações de descarga no mar, a exploração mineira, os nutrientes e pesticidas da agricultura, as fontes de calor desperdiçadas e as descargas radioativas.
  27. 27. O manguezal é considerado um ecossistema costeiro de transição entre os ambientes terrestre e marinho. Característico de regiões tropicais e subtropicais, está sujeito ao regime das marés, dominado por espécies vegetais típicas. A riqueza biológica dos ecossistemas costeiros faz com que essas áreas sejam os grandes "berçários" naturais, tanto para as espécies características desses ambientes, como para peixes e outros animais que migram para as áreas costeiras durante, pelo menos, uma fase do ciclo de sua vida.

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