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Aula 3 2013 - DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA 0 GESTÃO ARQUIVÍSTICA FESP-SP

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Diminuição do volume do acervo: ações
Atividades de descrição: identificar conceitos e gerenciar informações
Gerenciar informações digitais: metadados, o documento arquivístico digital, anatomia do objeto digital, e-Arq, SIGAD, sistemas de GD e de Descrição Arquivística
Difusão de arquivos
Revisão para a Avaliação Individual

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Aula 3 2013 - DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA 0 GESTÃO ARQUIVÍSTICA FESP-SP

  1. 1. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Formas  de  descrição  de  documentos  e  acervos.   Os  instrumentos  de  pesquisa.  O  perfil  de   metadados.  Aplicando  os  instrumentos  de   pesquisa:  divulgação,  programas  educa0vos  e   projetos  etc.   GESTÃO  ARQUIVÍSTICA   Aula  3  –  Descrição  Arquivís0ca    
  2. 2. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Aula  de  hoje:     -­‐  Diminuição  do  volume  do  acervo:  ações   -­‐   A0vidades  de  descrição:  iden0ficar  conceitos  e  gerenciar   informações   -­‐  Gerenciar  informações  digitais:  metadados,  o  documento   arquivís0co  digital,  anatomia  do  objeto  digital,  e-­‐Arq,   SIGAD,  sistemas  de  GD  e  de  Descrição  Arquivís0ca   -­‐  Difusão  de  arquivos   -­‐  Revisão  para  a  Avaliação  Individual  
  3. 3. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Arquivo Corrente Arquivo Intermediário Arquivo Permanente Valor Primário Primário Secundário Acesso Restrito aos acumuladores Restrito aos acumuladores ou com autorização Aberto Conservação Física Centralizada ou Descentralizada Centralizada Centralizada Justificativa de conservação Apoio às atividades cotidianas Razões administrativas, legais ou fiscais Pesquisa, administrativa Volume 100% Sensível diminuição 5-10% do total acumulado Localização física Próxima ao acumulador Fora do setor de trabalho Instituição arquivística Processamento Técnico Classificação, temporalidade Temporalidade Arranjo, descrição
  4. 4. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     A criação ou recepção dos documentos Proveniência interna Proveniência externa Arquivos Correntes Possibilidade de uso alta Conservação nos setores Avaliação e Eliminação Arquivo Intermediário Possibilidade de uso decrescente Depósito centralizado Eliminação e Arranjo transferência Recolhimento Arquivo Permanente Valor Secundário Depósito Centralizado 5 a 10% O ciclo de vida dos documentos e os arquivos . Orgânico
  5. 5. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3    
  6. 6. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3      As  a0vidades  de  descrição:     1.  iden6ficar  conceitos;   2.  gerenciar  informações;   3.  estabelecer  controle  intelectual;   4.  localizar;   5.  explicar  o  acervo  arquivís0co  e;     6.  promover  o  acesso.  
  7. 7. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Iden0ficação  de  Conceitos   •  primeira  aproximação  do  documento  (ou  do  conjunto   documental)     •  leitura  do  documento  (quando  se  tratar  de  um  item   documental).   •  Leitura  e  entendimento  dos  documentos  que  fornecem   informações  gerais  sobre  a  totalidade  do  conjunto  (quando   se  tratar  de  níveis  de  descrição  mais  abrangentes)   •  avaliação  e  seleção  dos  conceitos  que  se  deve  reter   •  redação  de  um  resumo  
  8. 8. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Iden0ficação  de  Conceitos   •  numa  apresentação  das  caracterís0cas  Tsicas  (inclusive  diplomá0cas)   de  um  ou  vários  documentos;   –   uma  parte  introdutória,  denominada  protocolo,  onde  se  encontram  as   informações  que  contextualizam  os  documentos  (data,  local,  assunto  des0natário   do  ato/do  documento,  fórmulas  de  polidez  introdutórias,  etc).  É  aqui  também  que   se  pode  localizar  o  autor  do  ato/autor  do  documento.   –  uma  segunda  parte,  denominada  texto,  onde  se  encontram  as  informações  acerca   do  ou  dos  atos  que  deram  origem  ao  documento  e  do  objeto  do  ato.  É  aqui  que  se   encontra  a  razão  de  ser  do  documento  e  se  pode  iden0ficar  o  ato  consignado  por   meio  de  um  verbo.   –  uma  terceira  e  úl0ma  parte,  denominada  escatocoio  (ou  protocolo  final),  onde  se   iden0ficam  as  fórmulas  de  polidez  conclusivas,  o  redator  do  documento   (responsável  pela  ar0culação  do  discurso)  e  outras  intervenções  no  documento.  
  9. 9. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Mão  na  massa  
  10. 10. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Gerenciar  Informações   •  Ter  a  informação  organizada   •  Escolher  Norma0zação  para  descrição   •  Escolher  sistema  de  gerenciamento  de   informação  
  11. 11. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Gerenciar  Informações  
  12. 12. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Gerenciar  Informações  
  13. 13. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     13   Relação  Hierarquia  /  Instrumento     Fundo   Seção   Subseção   Série   Subséries   Guia   Inventário   Catálogo   Índices    
  14. 14. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     •  Descritivos ou intelectual: descrevem e identificam os recursos de informação (Handle, PURL, DC, MARC, HTML Meta tags, vocabulários controlados). •  Estruturais: facilitam a navegação e a apresentação dos recursos eletrônicos, linguagens para expressar metadados (SGML, XML, EAD, MOA2). •  Administrativos: facilita o gerenciamento de longo e curto prazo e o processamento de coleções digitais (MOA2, CEDARS, OAIS). Gerenciar  o  digital:  Metadados  
  15. 15. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     •  A especificação e utilização de padrões garantem a existência de um conjunto de informações comuns sobre um determinado tema ou área. •  Padrões facilitam a compreensão, integração e o uso compartilhado de informações entre usuários de diferentes formações, níveis de experiências e propósitos. •  O estabelecimento de padrões implica - compromisso em usar as terminologias e definições estabelecidas. Metadados  
  16. 16. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     •  Dublin Core (DC - Dublin Core Metadata Element Set) - dados sobre documentos eletrônicos •  Government Information Locator Service (GILS) - informações governamentais; •  Federal Data Geographic Committee (FGDC) - descrição de dados geo-espaciais; •  Machine Readeble Card (MARC) - catalogação bibliográfica; •  Consortium for the Interchange of Museum Information (CIMI) - Informações sobre Museus. •  Spatial Archive and Interchange Format (SAIF) •  Meta Content Format (MCF) •  Text Enconding Iniciative (TEI) •  Electronic Archive description (EAD) •  Resource Description Framework (RDF) Metadados  
  17. 17. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Dublin  Core   Padrão  de  metadados  W3C  –  composto  por  15  elementos:   –  Contributor   –  Coverage   –  Creator   –  Format   –  Date   –  Descrip0on   –  Iden0fier   –  Language   –  Publisher   –  Rela0on   –  Rights   –  Source   –  Subject   –  Title   –  Type  
  18. 18. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Documento Digital: Informação registrada, codificada em dígitos binários, acessível e interpretável por meio de sistema computacional. (Glossário da CTDE, 2009) Documento Arquivístico: Documento produzido (elaborado ou recebido), no curso de uma atividade prática, como instrumento ou resultado dessa atividade, e retido para ação ou referência. (Glossário da CTDE, 2009)
  19. 19. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Documento  Arquivís6co  Digital   Documento Arquivístico digital Documento digital reconhecido e tratado como documento arquivístico. Documento produzido (elaborado ou recebido), no curso de uma atividade prática, como instrumento ou resultado dessa atividade, e retido para ação ou referência ... + ... codificado em dígitos binários, acessível e interpretável por meio de sistema computacional. E deve cumprir com as demais características básicas de um documento arquivístico LACOMBE,  2012.  
  20. 20. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Documento  Arquivís6co  Digital   LACOMBE,  2012.  
  21. 21. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Anatomia  do  Objeto  Digital   FERREIRA,  2006,  p.  25.  
  22. 22. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     •  Gestão Arquivística de Documentos: Conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento dos documentos em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para a guarda permanente. (Lei 8.159/91); •  GED não é Gestão Arquivística, ficou relacionado à sistema/ programa ou tecnologias e não incorporou os referenciais arquivísticos; •  GADD e GEDA. Gestão  de  Documentos  Digitais:  GDD,  GADD  e   GEDA  
  23. 23. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     CTDE  do  CONARQ   Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos Criação: 1995 Objetivo: Sugerir normas, procedimentos técnicos e instrumentos legais, para a gestão arquivística e a preservação dos documentos digitais das instituições públicas e privadas. Composição multidisciplinar. Representantes especialistas de vários setores do governo e da sociedade civil. Resultados e publicações.
  24. 24. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     e-­‐ARQ  Brasil   Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos, elaborado pela C â m a r a T é c n i c a d e Documentos Eletrônicos do C o n s e l h o N a c i o n a l d e Arquivos.
  25. 25. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     SIGAD   O SIGAD é um conjunto de procedimentos e operações técnicas, característico do sistema de gestão arquivística de documentos, processado por computador. Um SIGAD pode ser composto por software único ou vários softwares integrados, adquiridos ou encomendados. Entretanto, seu sucesso dependerá da implantação prévia de um programa de Gestão Arquivística de Documentos.
  26. 26. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     SIGADs/Repositórios/Descrição   SIGAD:   Fases   corrente  e   intermediária   Descrição  arquivís0ca:     SepiaDES,  ICA-­‐AtoM,  etc.   Repositórios  Digitais:  DSpace,   Fedora,  Eprints  e  ARCHIVEMATICA   (OAIS)   Instrumentos  de   pesquisa:  Guias,   catálogos,   inventários,  etc.  
  27. 27. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Sistemas  de  GD   Nuxeo DM Sistema de Gestão Documental open source desenvolvido com a plataforma Nuxeo Enterprise - <http://www.nuxeo.com/en/products/document- management> KnowledgeTree Conforme o website trata-se de um software de Gestão Documental (DMS) open source capaz de ligar pessoas, idéias e processos - <http:// www.knowledgetree.com/pt> Agorum Core Sistema de Gestão Documental (DMS) Open Source desenvolvido pela empresa Alemã Agorum Software GmbH. Disponibiliza duas versões: Agorum Core OS e Agorum Core Pro - <http://www.agorum.com>. Alfresco Sistema Gerenciador de Documentos que possui três funcionalidades principais: Gestão Documental (DMS), Gestão de Conteúdo Web (CMS) e Colaboração (Share) - <http://www.alfresco.com>.
  28. 28. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Archivista Box Sistema de Gestão Documental (DMS) Open Source desenvolvido pela empresa alemã Archivista GmbH e possui integração com um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP)- <http://www.archivista.ch/en>; Maarch Sistema de Gestão Documental (DMS) open source desenvolvido pela empresa francesa Maarch SAS. Conforme seu website caracteriza-se por ser um conjunto de ferramentas e soluções para gestão e arquivamento de documentos - <http://www.maarch.org/en>. Owl Intranet É um Sistema de Gestão Documental (DMS), porém, tem como principal aplicação um repositório de documentos multi-usuário (knowledgebase). De acordo com seu website, é voltado para a publicação de arquivos e documentos web em grandes e pequenas empresas, bem como em corporações on-line - <http:// www.owl.anytimecomm.com>. Sistemas  de  GD  
  29. 29. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Descrição  Arquivís6ca:   Sepiades  e  ICA-­‐AtoM   A Descrição Arquivística, uma das 7 funções arquivísticas* de COUTURE (1999), é o ato de descrever e representar informações contidas em documentos e/ou fundos de arquivo, gerando instrumentos de pesquisa (guias, catálogos, inventários, índices, repertórios, edições de fontes, etc.), os quais explicam os documentos de arquivo quanto à sua localização, identificação e gestão, além de situar o pesquisador quanto ao contexto e os sistemas de arquivo que os gerou, enriquecem o documento arquivístico para o pesquisador. As atividades de descrição são importantes em um arquivo porque garantem a compreensão do acervo arquivístico. * Produção, Classificação(Arranjo), Avaliação, Aquisição, Descrição, Preservação e Difusão.
  30. 30. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Descrição  Arquivís6ca:   Sepiades  e  ICA-­‐AtoM   SepiaDES Software com código aberto, para a descrição de fotografias e que permite a inclusão de metadados, possui funções de descrição multinível (árvore hierárquica), armazenamento de registros em formato XML (eXtensible Markup Language); função de exportação de acordo com o recomendado pelo mapeamento no relatório consultivo, implementação do Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH) ICA-AtoM É o acrônimo de Access to Memory. O projeto do software resulta de um esforço de colaboração entre o ICA e alguns parceiros e patrocinadores. Destaques: - Total conformidade às normas do ICA; - Apoio para outras normas relacionadas, incluindo EAD, EAC, METS, MODS, Dublin Core; - Aplicação concebida inteiramente para ambiente web; - Interfaces multilingues; - Catálogo multi-institucional; - Interfaces com repositórios digitais.
  31. 31. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     SEPIADES   O SEPIADES é um software livre de licença de uso que serve para a documentação de arquivos fotográficos digitais. http:// www.ica.org/ download.php? id=1265 Requer JAVA;
  32. 32. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     ICA-­‐AtoM   ICA-AtoM é um projeto colaborativo com a missão de prover a comunidade arquivística internacional com um software aplicativo gratuito e de código- fonte aberto para gerenciamento de descrição arquivística, em conformidade com os padrões do Conselho Internacional de Arquivos (ICA). www.ica-atom.org Requer LAMP ou WAMP
  33. 33. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Difusão  de  Acervo   Ao  desenvolver  uma  reflexão  acerca  da  disciplina  arquivís0ca  e  da   atuação  profissional  na  área,  Garcia  (1996)  caracteriza  a  difusão   como  uma  prá0ca  arquivís0ca  que  deve  “desarrollar,  de  forma   prác6ca,  el  derecho  de  los  ciudadanos  a  acceder  a  la   cultura,  recogiendo  la  an6gua  aspiración  decimonónica   de  instruir  al  público”.   Conseqüentemente,  para  alcançar  este  fim,  a  difusão  arquivís0ca   deve  proporcionar  aos  usuários  conhecimento  do  acervo  existente;   do  contexto  da  produção  documental,  ou  seja,  do  organismo   produtor,  e;  da  importância  do  tratamento  de  acervos  arquivís0cos   e  das  ins0tuições  e  profissionais  que  o  fazem.  
  34. 34. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     •  Três  enfoques  para  difusão  de  acervo:                    o  cultural,  o  editorial  e  o  educa0vo.  
  35. 35. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3      A  difusão  cultural  é  promovida  através  de  palestras,  debates,   lançamentos  de  obras,  eventos  populares,  comentários  na   imprensa,  filmes,  documentários,  folhetos  publicitários,   exposição  de  documentos,  entre  outras  ações.          A  difusão  editorial  ocorre  com  a  publicação  do  conteúdo  do   acervo,  das  a0vidades  e  dos  programas,  através  da  publicação   de  catálogos  informa0vos,  manuais,  edições  comemora0vas,   publicações  que  referenciam  o  acervo,  entre  outras   inicia0vas.          A  difusão  educa6va  é  desenvolvida  com  a  realização  de   exposições  a  estudantes  no  arquivo,  reprodução  de   documentos,  visitas  guiadas  aos  arquivos,  entre  outras  ações   devidamente  planejadas.  
  36. 36. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3    
  37. 37. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3    
  38. 38. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3    
  39. 39. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3    
  40. 40. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     A  internet  na  difusão   •  Vantagens  ob0das  no  uso  da  Internet  como   mecanismo  de  difusão:   –   na  disponibilização  de  informações  arquivís0cas  a   diferentes  usuários,  ao  mesmo  tempo  a  qualquer  hora   ou  lugar;     –  redução  de  custos  de  publicação,  uma  vez  que  a   edição  de  páginas,  em  nível  básico,  não  é  diTcil  nem   cara  e;     –  a  preservação  dos  documentos  sem  impedir  a   consulta,  pois  além  de  informações  sobre  o  acervo   pode  disponibilizar  inclusive  peças  ou  conjuntos   documentais  digitalizados.  
  41. 41. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Mão  na  massa  
  42. 42. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Para  realizarem  o   trabalho  (avaliação)  na   próxima  aula,  não   esqueçam  
  43. 43. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Propósito  da  Descrição   Segundo  a  Society  of  American  Archivists   (2002),  seu  propósito  é  o  de  Iden&ficar,   Gerenciar,  Estabelecer  controle   intelectual,  Localizar,  Explicar  o  acervo   arquivís0co  e  Promover  o  acesso.   Envolvimento?  
  44. 44. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3      Há  quatro  regras  fundamentais  que  devem  ser  aplicadas  para   estabelecer  a  relação  hierárquica  entre  as  descrições:     –  Descrição  do  geral  ao  par6cular:  apresenta  uma  relação   hierárquica  entre  o  todo  e  as  partes.   –  Informação  relevante  para  o  nível  de  descrição:  as  informações   devem  ser  apropriadas  para  o  nível  que  está  sendo  descrito.   –  Relação  entre  descrições:  iden0fica  o  nível  de  descrição.   –  Não  repe6ção  de  informação:  não  repe6r  as  informações  em   níveis  diferentes  de  descrição.  
  45. 45. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Um  instrumento  é  uma  escolha   •  instrumentos  arquivís0cos  de  referência  não   são  ferramentas  neutras  e  sim  textos   culturais,  historicamente  situados  em  um   determinado  tempo  e  espaço,  envoltos  por   intencionalidades  e  ideologias  que  incluem  e   excluem  o  que  se  enfa0za  e  o  que  se  ignora.     •  ...  
  46. 46. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Os  instrumentos  de  Pesquisa   •  Belloqo  (2004)  apresenta  as  formas  tradicionais  dos  instrumentos  arquivís0cos  de   referências:     – a)  o  “guia”,  de  acesso  fácil  para  o   grande  público  por  ter  linguagem   abrangente  e  popular.  O  guia  é   apresentado  como  o  primeiro   instrumento  que  deve  ser   consultado  pelo  pesquisador;  
  47. 47. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     47   Relação  Hierarquia  /  Instrumento     Fundo   Seção   Subseção   Série   Subséries   Guia   Inventário   Catálogo   Índices    
  48. 48. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     •  Sob  a  perspec0va  da  arquivís0ca  integrada,   um  programa  descri6vo  inicia-­‐se  com  a   classificação,  que  alcança  o  primeiro  nível  do   processo  (planos  ou  esquemas  de   classificação).  O  segundo  acontece  com  a   avaliação  (tabela  de  temporalidade);  e  o   terceiro  e  mais  detalhado  ocorre  nos  arquivos   permanentes  (guias,  inventários,  etc.)  (LOPES,   2000).    
  49. 49. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Referências  (1-­‐2)   •  ARELLANO, Miguel Angel Mardero. Critérios para a preservação digital da informação científica. 2008. 356 p. Tese (Doutorado em Ciência da Informação). Universidade de Brasília, Departamento de Ciência da Informação. Disponível em: <http:// bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=4547> •  CCSDS - CONSULTATIVE COMMITEE FOR SPACE DATA SYSTEM. Reference Model for Open Archival Information System (OAIS): recommendation. Washington, 2002. 139 p. Disponível em: <http://public.ccsds.org/publications/archive/650x0b1.pdf>. •  CENADEM. O GED, plataforma e Software Livre. Jornal Mundo da Imagen. No 60, Nov/Dez, 2003, p. 1 – 9. •  ___. Tecnologias de GED / CENADEM. [on-line] 2005. <http://www.cenadem.com.br/ged04quadro.php> [Consultado em outubro de 2005] •  CHARÃO, Andrea Schwertner, FLORES, Daniel, SANTOS, Flaviane Cezar dos. Análise de produtos para gerenciamento eletrônico de documentos. 2002. [On-line] <http://www.cinform.ufba.br/iv_anais/artigos/TEXTO09.HTM> •  CIA – Conselho Internacional de Arquivos. Documentos de Arquivo Electrónicos: Manual para Arquivistas. Estudo no 16 – Manual para Arquivos Electrónicos, Abril de 2005. Tradução do original: “Electronic Records: A Workbook for Archivists (ICA Study 16)”, disponível on-line: http://www.ica.org/biblio/ICAEstudo16_PT_4.pdf. •  CONDE, Maria Luisa. Os Sistemas de Gestão de Documentos e as Novas Tecnologias. 2005. IV Seminário Internacional de Arquivos de Tradição Ibérica. ALA – Associação Latino Americana de Arquivos. 24-28 Out.05. Lisboa. •  COUTURE, Carol, MARTINEAU, Jocelyne, DUCHARME, Daniel. A formação e a pesquisa em Arquivística no mundo contemporâneo. Trad. Luis Carlos Lopes. Brasília: FINATEC, 1999. 190 p. •  DODEBEI, Vera. Repositórios institucionais: por uma memória criativa no ciberespaço. In: SAYÃO et al. (Org.). Implantação e gestão de repositórios institucionais: política, memória, livre acesso e preservação. Salvador : EDUFBA, 2010. p. 83-106. •  FLORES, Daniel. Análise do Programa de Legislação Educacional Integrada – PROLEI : uma abordagem Arquivística na gestão eletrônica de documentos – GED. Santa Maria, 2000. (Dissertação de Mestrado da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM). •  ___. Gestão de Documentos Eletrônicos - G.D.E.. JIARQ – Jornal Informativo de Arquivos. Santa Maria-EDUFSM, 1998.
  50. 50. Descrição  Arquivís0ca  –  Aula  3     Referências  (2-­‐2)   •  ___. Ged – Gerenciamento Eletrônico de Documentos: uma abordagem enquanto sistema e área de conhecimento arquivístico das ciências da informação, no desempenho das funções arquivísticas e de políticas de software livre. 2002. [on-line]. <http:// www.arquivologia.ufsm.br> [Consultado em: outubro de 2003] •  LIBRO BLANCO. El libro blanco del software libre en España. [en línea]. 2004. <http://www.libroblanco.com> [Consulta en: 20 de enero de 2004] •  ___. El libro blanco del software libre en España. [en línea]. 2005.<http://www.libroblanco.com> [Consulta en: 20 de noviembre de 2005] •  LUZ, André Ricardo. PSL - Ciência da Informação: Projeto de Software Livre em Ciência da Informação. 2005. Arquivística.net, Rio de Janeiro, v.1, n.2, p.43-52, jul./dez. 2005. •  PROYECTO GNU – el proyecto GNU e a Fundação para el Software Libre [em línea]. 2003. <http://www.gnu.org/philosophy/free- sw.es.html> [Consulta en: 21 de dezembro de 2003] •  PSL BRASIL. Projeto software libre – Brasil. [en línea]. <http://www.softwarelivre.org> [Consulta en: 20 de enero de 2004 •  RLG/NARA.Trustworthy repositories audit & certification. RLG, OCLC, Feb. 2007. Disponível em <http://www.crl.edu/sites/default/ files/attachments/pages/trac_0.pdf>. •  RLG/NARA. An audit checklist for the certification of trusted digital repositories: draft for public comment. Mountain View, CA. : RLG, OCLC, 2005. <http://www.rebiun.org/opencms/opencms/handle404?exporturi=/export/docReb/audit_cheklist.pdf&%5d >. •  RLG/OCLC. Trusted digital repositories: attributes and responsibilities. Mountain View, CA. : RLG, OCLC, 2002. Disponível em <http://www.oclc.org/programs/ourwork/past/trustedrep/repositories.pdf> •  THOMAZ, Katia. Repositórios digitais confiáveis e certificação. Arquivistica,net, v.3. n.1, p.80-89, jan,/jun. 2007. Disponível em <http://www.arquivistica.net/ojs/include/getdoc.php?id=372&article=118&mode=pdf >. •  TRAMULLAS, Jesús. Herramientas de software libre para la gestión de contenidos [en linea]. “Hipertext.net”, núm. 3, 2005. <http://www.hipertext.net> [Consulta: 15 jan. 2005]. •  VENKADESAN, S. Digital preservation of electronic resources. Jan. 2010. Disponível em http://www.pdfchaser.com/DIGITAL- PRESERVATION-OF-ELECTRONIC-RESOURCES.html>.

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