Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Doença mental

1,531 views

Published on

Doenças Mentais Fobias

Published in: Spiritual
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

Doença mental

  1. 1. DOENÇAS MENTAIS FOBIAS Prof°: Flávia Diniz Roldão Aluno: Cleverton Duarte Epormucena Disc: Igreja, Saúde e Sociedade
  2. 2. O que são doenças mental? De acordo com a Organização Mundial da Saúde, não existe uma definição concreta do que vem a ser saúde mental. Também conhecido como sanidade mental, esse é um termo utilizado para descrever a presença de qualidade de vida emocional ou cognitiva, ou a ausência de alguma doença mental. As diferenças culturais, a forma subjetiva de julgamento e as teorias que se relacionam com o assunto afetam a maneira como “saúde mental” é definida, um bom exemplo disso são as relações saudáveis que apresentamos no nosso ambiente de trabalho, familiar e social.. A medicina ocupacional, é uma das áreas que trata da saúde do indivíduo dentro do ambiente profissional, não somente na parte física, mas também a saúde psicológica. Os exercícios realizados por meio da ginástica laboral são uma forma de ajudar o indivíduo nesse quesito, já que eles promovem o relacionamento social e o trabalho em equipe.
  3. 3. Introdução O que é Fobia? Conceito técnico • Fobia origina-se do grego fóbos, (φόβος), da Grécia Antiga, e foi inspirado em Fobus, o deus grego do medo, fobia significa medo intenso, ou irracional, aversão, hostilidade, terror, receio e apreensão. É o temor ou aversão exagerada ante situações, objetos, animais ou lugares.
  4. 4. Introdução FOBIAS O medo é um sentimento comum a todas as espécies animais e serve para proteger o indivíduo do perigo. Todos nós temos medo em algumas situações nas quais o perigo é iminente. A fobia pode ser definida como um medo irracional, diante de uma situação ou objeto que não apresenta qualquer perigo para a pessoa. Com isto, essa situação ou esse objeto são evitados a todo custo. Esse evitar fóbico leva muito frequentemente a limitações importantes na vida cotidiana da pessoa. As fobias são acompanhadas de ansiedade e também frequentemente de depressão. Os transtornos fóbico-ansiosos, constituem um grupo de doenças mentais onde a ansiedade é; ligada predominantemente a uma situação ou objeto.
  5. 5. FATORES QUE DESENCADEIAM FOBIAS • As fobias atingem cerca de 10% da população e não há uma faixa etária certa. As vezes surgem na infância ou adolescência, persistindo na idade adulta se não são tratadas adequadamente. Acometem mais frequentemente pessoas do sexo feminino (com exceção da fobia social, que atinge igualmente homens e mulheres). Depressão e uso de drogas e álcool podem ocorrer frequentemente associados aos transtornos fóbico-ansiosos. • A fobia surge quando há forte nível de ansiedade. Algumas vezes esta pessoa ansiosa passa por uma situação de perigo real, que pode ser até em forma branda como por exemplo passou próximo a um cão latindo na rua, e a partir daí sua mente faz associações desproporcionais de perigo e passa a ter fobia de cães. Outras vezes não ocorre a situação de perigo real mas ainda assim a pessoa pode fazer associações com qualquer estimulo e interpreta-lo, erroneamente, como algo muito perigoso e passa a apresentar fobia de elementos que não apresentam nenhum grau de perigo como por exemplo galinhas, lesmas, etc. • psicóloga Marisa de Abreu para revista Weekend. Disponivel em: http://www.marisapsicologa.com.br/fobia.html • Dr. Carlos Bayma, Medicina e Saúde na Linguagem que você entende. Disponivel em: http://www.drbayma.com/definicao-e-classificacao-geral-das-fobias/
  6. 6. DE ONDE VEM AS FOBIAS? Hereditariedade? Os transtornos de ansiedade, entre eles a fobia social, são comuns em pessoas de uma mesma família, mas ainda não está claro se há mesmo uma relação direta entre a genética e esses distúrbios. Estrutura cerebral A amídala cerebelosa é uma importante estrutura do cérebro na formação e controle das emoções humanas, entre elas o medo. As pessoas que têm essa estrutura hiperativa podem apresentar maior sensação de ansiedade e insegurança em momentos de socialização. Meio ambiente Ao contrário de outras condições de saúde, acredita-se que a fobia social esteja mais relacionada a causas externas do que a causas genéticas. Por isso, é possível afirmar que o transtorno de ansiedade social pode ser um comportamento aprendido ao longo da vida. Além disso, parece haver uma associação entre o distúrbio e a forma como o filho recebeu educação dos pais. Provocada pelo radicalismo da religião: Muitas fobias podem ser desencadeadas pelo fato de comunidades religiosas perverterem o sentido da graça de Deus para um Deus terrível e vingador.
  7. 7. Como tratar a Fobia? • O tratamento das fobias se faz com a associação de medicamentos com psicoterapia. Os medicamentos mais utilizados pertencem ao grupo dos antidepressivos; os ansiolíticos também são frequentemente indicados. A psicoterapia auxilia na compreensão de fatores que podem agravar ou perpetuar os sintomas fóbicos. • Caso os seus medos ou ansiedades estejam perturbando sua paz interior, interferindo com suas relações pessoais, ou lhe impedindo de viver normalmente em casa, na escola ou no trabalho, você deve procurar um psicólogo e um psiquiatra o mais cedo possível. • O tratamento normalmente inclui a combinação de psicoterapia e medicamentos. • Não devemos dispensar a figura do teólogo como um líder religioso.
  8. 8. Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. Salmos 23:4
  9. 9. FOCO A AMEAÇAS RELIGIOSAS PODEM DESENCADEAR FOBIAS • Muitas vezes nos deparamos com pessoas que fazem parte de uma denominada comunidade religiosa e não é incomum, em alguns minutos de conversa, apercebermo-nos de traços traumáticos e fóbicos nesta pessoa, causados por uma religião escravizadora e sem esclarecimento. • Quase que na maioria das ocasiões estas fobias religiosas tem como arma principal a bíblia sagrada que em vez de nos libertar acaba nos escravizando e o resultado disto são o nascimento de inúmeras fobias que atormentam o povo cristão. • Estamos diariamente sendo bombardeados pelas pregações televisivas, onde o Deus apresentado é aquele que para te abrir uma porta, primeiramente você tem que lhe oferecer uma determinada oferta, fora isto, Deus não repreenderá o devorador, em vista disto muitas vezes pessoas com uma consciência fragilizada, acaba sendo dominada pelo medo do Deus que traz a miséria ofertando assim tudo o que tem, pelo medo.
  10. 10. ALGUNS TIPOS DE FOBIAS RELACIONADAS A RELIGIÃO , TEOFOBIA TANATOFOBIA PECATOFOBIA HAMARTOFOBIA ENISSOFOBIA GNOSIOFOBIA FRONEMOFOBIA ESTIGIOFOBIA NEOFOBIA
  11. 11. TEOFOBIA Medo de Deus ou de religião •Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
  12. 12. TANATOFOBIA Medo da morte ou de morrer •Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. Salmos 23:4
  13. 13. PECATOFOBIA - medo do pecado HAMARTOFOBIA - medo de pecar ENISSOFOBIA - medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável • Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo. 1 João 2:1,2
  14. 14. GNOSIOFOBIA Medo do conhecimento • Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém. 2Pedro 3:18
  15. 15. FRONEMOFOBIA Medo de pensar medo da sabedoria ou preguiça de pensar • O menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Lucas 2:40 • Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. Tiago 1:5 Medo da sabedoria ou preguiça de pensar. O Iluminismo rompeu com a fronemofobia eclesiástica, ou seja, o misticismo, a visão mitológica do mundo, pois perceberam que o saber científico era o par perfeito para a educação. Pessoas que têm medo de pensar (fronemofobia), ligam a televisão, para desligar o cérebro! Fronemofobia: medo de pensar, segundo estudos da ONU, cerca de 99,7% da população mundial sofrem de fronemofobia!"
  16. 16. ESTIGIOFOBIA Medo do inferno ou de ir pra lá • Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
  17. 17. NEOFOBIA Medo de qualquer coisa nova • No amor não há medo; pelo contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor. 1 João 4:18 • Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2
  18. 18. A importância deste projeto: • Todo ser humano já nasce tendo que aprender a conviver com a ausência protetora do útero materno, depois deve aprender a controlar o medo de gatinhar passando para a próxima fase, o caminhar. • Em seguida depois de muitas agulhadas e vacinas enfrenta o desprendimento do seio da mãe até o seu crescimento, no primeiro dia de aula é aquela expectativa que a mãe não volte mais busca-lo, o medo é inevitável, depois de terminar o primário deve ir para o ensino médio e aprender a conviver em grupo, e o medo é: Será que vou conseguir a me enturmar? • Na faculdade são novas experiências juntamente com o primeiro emprego, casa-se, tem filhos e deve aprender a controlar a crise da meia idade. • A velhice é cruel, dores, terrores e uma grande expectativa o que há após a morte. • Temos tantas coisas para lidarmos na vida, como diz, vivendo e sobrevivendo, então não é muito pedir que me apresentem um Deus misericordioso e cheio de compaixão que me perdoará dos meus pecados e me dará um reino celestial, um Deus que seja meu amigo e me entenda de verdade em minhas desventuras.
  19. 19. Justificativa • O surgimento deste projeto se deu pelo fato de observar em muitas comunidades religiosas algumas coisas que soam estranho aos nossos ouvidos, como a apresentação de um Deus castigador que só requer a adoração dos seus filhos, não dando a mínima para os seus sentimentos. • Visando isto senti a necessidade de escrever este projeto demonstrando que o Deus verdadeiro da bíblia requer sim que seus filhos sejam fiéis a Ele porem nossa fidelidade deve ser escudado pelo o livre arbítrio, pois Deus se agrada daquele que não o serve pelo medo sabendo que Ele é o amor verdadeiro e nos livrará do medo.
  20. 20. Justificativa •Diante desta problemática este projeto tem como foco principal trabalhar com um pequeno grupo de estudos escolhendo um local apropriado, como uma casa, para que o grupo tenha mais liberdade de se abrir ante uma situação de medo. • O objetivo principal é a classe adulta, focando sempre nesta questão do medo e temores que nos afligem, a ferramenta principal é o próprio texto bíblico auxiliado por livros da atualidade...
  21. 21. Objetivos • Organizar um sistema de visitações à pessoas específicas. • Desenvolver um vínculo para estreitar a confiança do relacionamento. • Criar um grupo de estudos com encontros quinzenal abordando algumas fobias que adquirimos ao longo da carreira cristã. • Discutir alguns temas específicos tirando dúvidas revelando nossos medos. • Desprender as pessoas de alguns conceitos que os escravizam e quando necessário encaminhar para um profissional da saúde.
  22. 22. Referencial Teórico Não existe ser humano que nunca passou por uma situação de medo onde ele se sentiu entre a cruz e o punhal, Paulo já escreveu há muito tempo atrás: Pois, quando chegamos à Macedônia, não tivemos nenhum descanso, mas fomos atribulados de toda forma: conflitos externos, temores internos. Deus, porém, que consola os abatidos, consolou-nos com a chegada de Tito, e não apenas com a vinda dele, mas também com a consolação que vocês lhe ministraram. Ele nos falou da saudade, da tristeza e da preocupação de vocês por mim, de modo que a minha alegria se tornou ainda maior. 2 Coríntios 7:5-7
  23. 23. Referencial Teórico • A história da doença mental revela que, desde cedo, pessoas com comportamentos e atitudes desajustadas da sociedade e com situações extremas de doença fossem segregadas e remetidos para prisões onde eram contidas, colocando “a salvo” a sociedade (e não os doentes). Só muito posteriormente estes viriam a ser alvo de atenção e intervenção, surgindo neste contexto prisional os primeiros tratamentos médicos psiquiátricos. • Não é incomum vermos cristãos fóbicos sendo tratados como perturbados por espíritos malignos não sabendo que muitas vezes estas pessoas só precisam de um esclarecimento em suas vidas com a ajuda de um profissional da saúde e da religião, pessoas capacitadas que realmente se importam por eles. • Página Clínica de Saúde Mental do Porto Disponível em: http://www.clinicadesaudementaldoporto.pt/002.aspx?dqa=0:0:0:58:0:0:-1:0:0&ct=57. Acesso em: 12 Maio 2015.
  24. 24. Referencial Teórico Segundo um estudo de: Página hype Science fundamentalismo religioso Disponível em: http://hypescience.com/fundamentalismo-religioso-podera-ser-considerado-doenca-mental/ Acesso em: 12 Maio 2015. Dizem por aí que tudo que é exagerado faz mal. No caso do fundamentalismo religioso, esse exagero pode ser tão ruim a ponto de ser considerado uma doença. É o que defende a neurologista Katheleen Taylor, da Universidade de Oxford (Inglaterra). Segundo ela, pesquisas desenvolvidas recentemente sugerem que em breve seremos capazes de tratar o fundamentalismo religioso e outras formas de crenças ideológicas potencialmente prejudiciais para a sociedade como uma forma de doença mental. Ela fez essa afirmação durante uma palestra no Festival Literário Hay, que aconteceu no País de Gales. De acordo com ela, as ideologias muito radicalizadas em breve poderão ser vistas não como uma escolha pessoal, feita com base no livre-arbítrio, mas sim como uma categoria de transtorno mental. Katheleen também disse que os novos estudos da neurociência poderiam considerar extremistas, por exemplo, os integrantes do Hamas (Movimento da Resistência Islâmica), como pessoas com doença mental, ao invés de criminosos terroristas.
  25. 25. Metodologia utilizada • Jantar ou cafezinho como método de estreitar a intimidade. • Encontros quinzenais e duas ou três pessoas na figura de um conselheiro para amparar nas horas precisas. • Duração de acordo com o clima do momento não passando de duas horas. • Abordar alguns pontos específicos ou razões que causam a fobia, como ponto de partida para o aconselhamento.
  26. 26. Cronograma • Não haverá um cronograma fixo de estudos o tema será observado e desenrolado de acordo com a problemática apresentada no momento. • O intuito é de dar total liberdade para o grupo de se abrir e falar do que mais lhes causam fobia.
  27. 27. Como se dará a avaliação • A avaliação será objetiva, ou seja, a própria pessoa se expressará avaliando a si mesmo colocando os pontos positivos e negativos das reuniões que lhes foram ministradas e o quando as reuniões o ajudaram a vencer o medo. • Avaliará também se o medo foi vencido ou controlado, se não teve 100% de resultados avaliará como o curso esta o ajudando a vencer. • A pessoa não será abandonada após o termino porquanto haverá acompanhamento de conselheiros capacitados para os ajudar em horas de crises.
  28. 28. Referências Página Clínica de Saúde Mental do Porto Disponível em: http://www.clinicadesaudementaldoporto.pt/002.aspx?dqa=0:0:0:58:0:0:-1:0:0&ct=57. acesso em: 12 Maio 2015 Acesso em: 12 Maio 2015. BARBOSA, Lígia Maria. Implementação do protocolo de assistência às vítimas de violência na atenção básica. acesso em: 12 Maio 2015 Página hype Science fundamentalismo religioso Disponível em: http://hypescience.com/fundamentalismo-religioso-podera-ser-considerado-doenca- mental/ Acesso em: 12 Maio 2015. BAUER, Sofia. Da Ansiedade a Depressão – da Psicofarmacologia a Psicoterapia Eriksoniana. Campinas: Editora Livro Pleno, 2004 FONSECA, José. Psicoterapia da Relação: Elementos de Psicodrama Contemporâneo. São Paulo: Editora Àgora, 2000 HOLLANDER, Eric e SIMEON, Dalphane. Transtorno de Ansiedade. São Paulo: Editora Artmed, 2004 ROSS, Jerilyn. Vencendo o Medo – um livro para pessoas com distúrbios de ansiedade, pânico e fobias. São Paulo: Editora Àgora, 1995 SHEEHAN, Elaine. Ansiedade, Fobias, Síndrome do Pânico – esclarecendo suas dúvidas. São Paulo: Editora Àgora, 2000

×