3. a geografia dos movimentos revolucionários

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3. a geografia dos movimentos revolucionários

  1. 1. A geografia dos movimentos revolucionários
  2. 2. Revoluções Liberais do séc. XIX
  3. 3. • A Revolução Francesa atraiu os liberais que a consideraram um modelo a seguir. • Os vários estados conservadores viram nesta revolução um perigo de contágio. A Europa e a Revolução Francesa
  4. 4. • A partir de 1792 os franceses iniciam uma guerra contra a Europa, quer para defender a sua Revolução, quer porque entenderam ser seu dever difundir os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade que os impeliam. • Rapidamente o desejo de expandir os seus ideais se transformou em sede de conquista e domínio. Com Napoleão a França domina um vasto império europeu, o que leva as nações europeias a se rebelarem, contando com o apoio da Inglaterra. A Europa e a Revolução Francesa
  5. 5. • Ferozmente conservador, antiliberal e antinacionalista, o Congresso de Viena (de 1815) fabrica um novo mapa político europeu. • Desrespeitando as nações, submete-as a Estados estrangeiros e elimina as heranças revolucionárias. O Congresso de Viena • As liberdades prometidas foram esquecidas e estados como o polaco, o italiano ou o alemão foram desrespeitados.
  6. 6. • A partir do Congresso, cria-se a Santa Aliança (Áustria, Prússia e Rússia) e a Quádrupla Aliança (que contava ainda com a Inglaterra), pactos celebrados para fazer vigorar as decisões do Congresso. O Congresso de Viena • Contra esta nova ordem política, ergue-se uma vaga de revoluções na Europa, entre 1820 e 1824, que acaba por se refletir na libertação da América Latina.
  7. 7. • 1ª vaga de 1820-1824: em Espanha, Portugal, Nápoles e a Grécia, bem como nas colónias americanas. • 2ª vaga de 1829-1839: na França (revolução de 1830), Bélgica, Itália e Alemanha. As revoluções em cadeia • 3ª vaga de 1848: implantação da Segunda República na França, no Império Austro-Húngaro, na Alemanha e na Itália (revoltas liberais e nacionalistas).
  8. 8. • Em 1822, já quase toda a América espanhola tinha rompido os laços com a metrópole. • Em Setembro de 1822 o Brasil proclama a sua independência. • A emancipação da América latina afirma o princípio das nacionalidades. As revoluções em cadeia
  9. 9. • As causas dos movimentos independentistas estão nas/no: – ideias liberais espalhadas ao redor do mundo graças à Encyclopédie. – fraqueza da Espanha e de Portugal durante este período. – envolvimento dos principais líderes da revolução na revolução liberal da Europa, o que lhes proporcionou a possibilidade de apoio e financiamento para os seus projetos independentistas. – exemplo dos EUA ou da França, cuja revolução proclamou a igualdade de todas as pessoas e seus direitos fundamentais, que os naturais não possuíam em relação aos peninsulares. – apoio que tiveram da Inglaterra e EUA, interessados em realizar um comércio livre com a América Latina. A emancipação americana
  10. 10. • 1821 - San Martin ocupa Lima e declara a independência do Peru. A emancipação americana • 1 de Dezembro 1821 - República Dominicana, durou até 9 de fevereiro de 1822, quando o país foi anexado pelo Haiti. • 15 de setembro de 1821 - Os territórios compreendidos pela Capitania Geral da Guatemala ganharam independência a partir do Governo espanhol.
  11. 11. • 21 de setembro de 1821 - Ato de Independência do Império do México. • Setembro de 1822 – Brasil. • 24 de maio de 1824 - O Equador. • 6 de agosto de 1825 - Independência da Bolívia. A emancipação americana
  12. 12. • Para a Península Ibérica: Para os comerciantes e a administração governamental desapareceu uma fonte de rendimento – o ouro, essencial para o Tesouro, bem como um importante mercado para exportações. • Para a América: Não houve grande alteração na estrutura administrativa. Desapareceu o monopólio comercial e, portanto, o protecionismo, com o empobrecimento de muitas regiões que não poderiam competir com as indústrias na Europa. A independência não ficou ligada a qualquer melhoria económica ou social ou de administração. Consequências da emancipação

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