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Marcas e Influenciadores: quem precisa de quem?

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Apresentação feita no Simpósio Abciber 2017, Eixo Temático Influenciadores Digitais por @carolterra sobre marcas e influenciadores digitais e quem precisa de quem.

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Marcas e Influenciadores: quem precisa de quem?

  1. 1. Marcas e influenciadores: quem precisa de quem? Carolina Terra Eixo Temático 20: Influenciadores, blogueiros, YouTubers – X Simpósio Nacional da ABCiber2017
  2. 2. Palavras-chave •  Influenciadores digitais •  Marcas influenciadoras •  Broadcast x Socialcast x Brandcast
  3. 3. Resumo: broadcast x socialcast x brandcast Broadcast: Do inglês, transmitir. Trata-se do processo pelo qual se transmite ou difunde determinada informação de uma fonte emissora para uma grande audiência. Socialcast: usuários produzem, replicam e distribuem conteúdos entre si, seguindo a lógica da disseminação de informações de muitos para muitos, oportunizados pelas tecnologias sociais da internet. É nesse contexto de socialcast que os influenciadores digitais surgem e ganham terreno. Brandcast: organizações querendo se legitimar e conquistar influência no ambiente digital, isto é, as transmissões de conteúdo das marcas via mídias sociais.
  4. 4. Percurso teórico •  Influência digital e influenciadores digitais Karhawi; Zanette; Piza; Saad Corrêa; Terra; Amaral e Moschetta; Youpix •  Midiatiazação Couldry, Hepp, Hjarvard, Fausto Neto •  Relação influenciadores e marcas Williamson; Coronado •  Marcas como agentes influenciadores Casos práticos: Recepedia; Leroy Merlin, Red Bull, GoPro, Apple, C&A, Polenghi, Facebook etc.
  5. 5. Quem é o influenciador digital •  Para Karhawi (2016, 2017) Influenciadores são aqueles que “(...) têm algum poder no processo de decisão de compra de um sujeito; poder de colocar discussões em circulação; poder de influenciar em decisões em relação ao estilo de vida, gostos e bens culturais daqueles que estão em suas rede”. A mesma autora (Karhawi, 2016, p. 41-42) considera que os influenciadores digitais estão classificados como mercadorias e/ou como veículos de mídia, monetizando não só suas propriedades digitais, como também suas participações (em eventos, por exemplo) e sua própria imagem. O influenciador é um ente que produz conteúdo com frequência e credibilidade (legitimada por sua audiência) e passa a ser encarado, na visão de Karhawi (id., p. 42-43) como “(...) uma mídia autônoma, uma marca”.
  6. 6. Marcas como agentes influenciadores: caso Recepedia
  7. 7. Marcas como agentes influenciadores: caso Leroy Merlin Marca usando linguagem e formato de sucesso que os influenciadores digitais já se utilizam. Abaixo: Maddu Magalhães.
  8. 8. Marcas como agentes influenciadores: casos Apple e GoPro Marcas como publishers, usando UGC
  9. 9. Marcas como agentes influenciadores: Caso Red Bull Marcas como publishers, porém apropriando-se de uma temática
  10. 10. Marcas como agentes influenciadores: Casos Facebook & YT Creators Marcas viabilizando influência
  11. 11. Considerações finais: brandcast x socialcast? •  Quando a marca tenta usar a linguagem do influenciador ou se posiciona ela própria como uma publisher, não seria um caminho para evitar o uso dos tais influenciadores digitais ao mesmo tempo em que ela repete a fórmula de sucesso destes? Pensamos que sim. •  Também há os casos que citamos no artigo que a marca viabiliza a sua plataforma de mídia social para transferir influência aos seus seguidores de forma que esses se tornem figuras multiplicadoras de seus produtos, serviços e dela própria. Importante dizer aí uma liberação total de controle do que eles vão dizer, uma vez que podem falar bem ou mal dela a partir do momento em que começam a produzir conteúdo e disparar em suas redes de relacionamento. O Youtube e o Facebook fazem isso para formar influenciadores e a C&A fez uma ação específica para ensinar usuários a melhorar suas postagens.
  12. 12. Considerações finais: brandcast x socialcast? •  Há casos em que a marca faz uso dos influenciadores em seu próprio perfil, tentando mostrar aos seus seguidores que está antenada ao contexto e há momentos em que ela própria viabiliza tal influência às suas audiências.
  13. 13. Considerações finais: brandcast x socialcast? Nessa queda de braço entre influenciadores e marcas na disputa pela atenção dos usuários de mídias sociais, torcemos para que quem ganhe com tudo isso seja o conteúdo de boa qualidade. ;-)
  14. 14. Referências AMARAL, Adriana e MOSCHETTA, Pedro Henrique. Visibilidade e reputação nos sites de redes sociais. A influência dos dados quantitativos na construção da popularidade a partir da percepção dos usuários. Trabalho apresentado no VIII Simpósio Nacional da ABCiber Comunicação e Cultura na Era de Tecnologias Midiáticas Onipresentes e Oniscientes. ESPM/SP. 3 a 5 de dezembro de 2014. Disponível em: https:// www.abciber.org.br/simposio2014/anais/GTs/adriana_da_rosa_amaral_172.pdf. Acesso em 25/08/2017. ARCOVERDE, Letícia. "As instituições deixaram de ser confiáveis", diz pesquisadora. 09/05/2017. Site do Jornal Valor Econômico. Disponível em: http://www.valor.com.br/carreira/4961944/instituicoes-deixaram-de-ser-confiaveis-diz-pesquisadora. Acesso em 29/08/2017. CARVALHO, Eric de. & TERRA, Carolina Frazon. (editores). Revista Communicare. Dossiê especial Influenciadores Digitais. Centro Interdisciplinar de Pesquisa: Faculdade Cásper Líbero, São Paulo/SP, v. 17, edição especial dos 70 anos da Cásper Líbero. Semestral. 2017. ISSN: 1676-3475. COULDRY, N.; HEPP, A. Conceptualizing mediatization: contexts, traditions, arguments. Communication Theory, n. 23, p. 191-202, 2013. HEPP, A. As configurações comunicativas de mundos midiatizados: pesquisa da midiatização na era da “mediação de tudo”. Revista MATRIZes, ECA-USP, v. 8, n.1, p. 45-64, jan-jul. 2014. HJARVARD, S. The mediatization of culture and society. London: Routledge, 2013. KARWAHI, Issaaf. Influenciadores digitais: conceitos e práticas em discussão. Trabalho apresentado no GP 2 – Comunicação, Inovação e Tecnologias no XI Congresso Brasileiro Científico de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas – Abrapcorp 2017. Belo Horizonte: 2017. Disponível em: http://www.abrapcorp.org.br/portal/index.php/2011/10/anais-online/. Acesso em 01/06/2017. KARWAHI, Issaaf. Influenciadores digitais: o eu como mercadoria. In: SAAD CORRÊA, E. N. E SILVEIRA, Stefanie C. Tendências em Comunicação Digital. São Paulo: ECA/USP, 2016. P. 38-58. Disponível em: https://issuu.com/commaisusp/docs/livro-tendencias-006. Acesso em 17/05/2017. MARTINO, Luís Mauro Sá. Teoria das Mídias Digitais: linguagens, ambientes, redes. Petrópolis/RJ: Vozes, 2014. MORENO, A., MOLLEDA, J.C., ATHAYDES, A., SUÁREZ, A. M., HERRERA, M & ÁLVAREZ, A. Latin American Communciation Monitor 2016-2017. Tendencias en comunicación estratégica: big data, automatización, engagement, influencers, coaching y competências. Resultado de una encuesta en 17 países. Madrid, España: EUPRERA/DIRCOM, 2017. POLÊMICOS, populares e influentes. O que explica a ascensão de ídolos digitais que atraem a atenção das marcas – e quais os riscos desse fenômeno. Revista Exame. Edição 1132. Ano 51. Número 4. 01 de Março de 2017. P- 24-37.
  15. 15. Referências SAAD CORRÊA, Elizabeth N. Centralidade, transversalidade e resiliência: reflexões sobre as três condições da contemporaneidade digital e a epistemologia da Comunicação. Trabalho apresentado na Divisão Temática Ibercom Epistemologia, Teoria e Metodologia da Comunicação no XIV Congresso Internacional Ibercom, na USP, de 29/03 a 02/04/15. SHIRKY, Clay. Cultura da participação: criatividade e generosidade no mundo conectado. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. TERRA, Carolina Frazon. Relacionamentos nas mídias sociais (ou relações públicas digitais): estamos falando da midiatização das relações públicas? Revista Organicom, ECA-USP, ano 12, n. 22, p. 104-117, 1º semestre de 2015. Disponível em: http://www.revistaorganicom.org.br/ sistema/index.php/organicom/article/viewFile/868/635. Acesso em 17/05/2017. TERRA, C. F. Usuário-mídia: a relação entre a comunicação organizacional e o conteúdo gerado pelo internauta nas mídias sociais. São Paulo – SP, Fevereiro de 2011. [Tese de Doutorado - Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo]. Disponível em: www.teses.usp.br/ teses/disponiveis/27/27154/tde-02062011-151144/. Acesso em 17/05/2017. TERRA, Carolina Frazon. Comunicação corporativa digital: o futuro das relações públicas na rede. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa Ciências da Comunicação, na área de conhecimento Interfaces Sociais da Comunicação, à Escola de Comunicações e Artes da USP. São Paulo, 2007. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-02072007-144237/publico/CarolinaTerra.pdf. Acesso em 11/05/2017. TIPOS DE INFLUENCIADORES. Fanpage Youpix. Abril de 2017. Disponível em: https://www.facebook.com/pg/YOUPIX/photos/? tab=album&album_id=10154773402283303. Acesso em 17/08/2017. WILLIAMSON, Debra Aho. Como as marcas podem usar influenciadores. Site Meio e Mensagem. 04/03/2016. Disponível em: http:// www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2016/03/04/como-as-marcas-podem-usar-influenciadores.html#ixzz43H935vzW. Acesso em 13/04/2017. ZANETTE, Maria Carolina. Novos Influentes: Blogues e sua Relação com o Consumo. Dissertação de mestrado apresentada à Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. São Paulo, 2011. Disponível em: http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/ bitstream/handle/10438/8862/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Maria%20Carolin%20Zanette.pdf?sequence=4. Acesso em 11/05/2017.
  16. 16. Obrigada! contato@carolterra.com.br

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