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“ARTES, SABERES e SABORES”
Grupo de Educação Especial
Ano Letivo 2015/2016
GOVERNO DE
PORTUGAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
E CI...
OBJETIVOS
 Promover a inclusão de alunos com NEEcp através da frequência das oficinas,
evidenciando as suas capacidades e...
 Criar um campo psicoafetivo que motive para a aprendizagem dos conteúdos curriculares;
 Estimular hábitos de trabalho;
...
 Desenvolver atividades que propor-
cionem a apresentação dos produtos
manufaturados;
 Educar para o empreendedorismo e ...
 Educar para o empreendedorismo e a resiliência;
 Colaborar na preparação e transição para a vida pós-escolar dos alunos...
DESTINATÁRIOS
 Alunos com NEEcp do 2.º, 3.º Ciclos e Secundário, com currículos específicos
individuais e outros que seja...
INTERVENIENTES
 Professores de Educação Especial;
 Um professor deTIC;
 Um professor de Educação Física;
 Um professor...
RESULTADOS ESPERADOS
 Na perspetiva socioafetiva: Na perspetiva pedagógica e
psicopedagógica:
 Reforço da motivação par...
 Na perspetiva de concretização:
 Dinamização de pequenas “feiras” com os produtos
elaborados nas Oficinas, ao longo do ...
PREVISÃO DE CUSTOS
Pretende-se com a dinamização de
algumas atividades, nas diferentes
oficinas, proceder à venda de produ...
AVALIAÇÃO
A avaliação do Projeto será feita
através da reunião periódica dos
elementos intervenientes e da
elaboração de u...
COORDENAÇÃO DO PROJETO
 A coordenação do projeto: Mª do Céu Carvalho.
 A equipa reunirá mensalmente;
 Articular pedagog...
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Artes, saberes e sabores final

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Ensino Especial

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Artes, saberes e sabores final

  1. 1. “ARTES, SABERES e SABORES” Grupo de Educação Especial Ano Letivo 2015/2016 GOVERNO DE PORTUGAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
  2. 2. OBJETIVOS  Promover a inclusão de alunos com NEEcp através da frequência das oficinas, evidenciando as suas capacidades e potencialidades;  Proporcionar situações práticas de aprendizagem que permitam contribuir para o seu bem-estar e identificar preferências vocacionais dos alunos;  Desenvolver o sentido de autoestima e valorização pessoal através da divulgação do trabalho realizado pelos alunos;  Desenvolver a sua autonomia pessoal e as relações interpessoais;  Valorizar competências e atividades;
  3. 3.  Criar um campo psicoafetivo que motive para a aprendizagem dos conteúdos curriculares;  Estimular hábitos de trabalho;  Colaborar na preparação e transição para a vida pós-escolar dos alunos;  Reforçar as parcerias existentes entre a escola e parceiros da comunidade, promovendo um reforço da maximização das sinergias que as estruturas possam alcançar;  Funcionar como elemento agregador na promoção de uma verdadeira escola inclusiva, integrando no desenvolvimento do projeto, alunos sem NEE que, em frequência facultativa, pretendam desenvolver atividades propostas no seu âmbito, fora do horário letivo como forma de ocupação lúdica e educativa dos tempos livres.
  4. 4.  Desenvolver atividades que propor- cionem a apresentação dos produtos manufaturados;  Educar para o empreendedorismo e a resiliência;  Desenvolver atividades que promovam a articulação entre as diferentes estruturas: Escola (Oficinas) e comunidade;  Desenvolver atividades que propor- cionem a apresentação dos produtos manufaturados;
  5. 5.  Educar para o empreendedorismo e a resiliência;  Colaborar na preparação e transição para a vida pós-escolar dos alunos;  Reforçar as parcerias existentes entre a escola e parceiros da comunidade, promovendo um reforço da maximização das sinergias que as estruturas possam alcançar;  Desenvolver atividades que promovam a articulação entre as diferentes estruturas: Escola (Oficinas) e comunidade;  Funcionar como elemento agregador na promoção de uma verdadeira escola inclusiva, integrando no desenvolvimento do projeto, alunos sem NEE que, em frequência facultativa, pretendam desenvolver atividades propostas no seu âmbito, fora do horário letivo como forma de ocupação lúdica e educativa dos tempos livres.
  6. 6. DESTINATÁRIOS  Alunos com NEEcp do 2.º, 3.º Ciclos e Secundário, com currículos específicos individuais e outros que sejam propostos, ou pretendam, por iniciativa própria frequentar as “Oficinas”;
  7. 7. INTERVENIENTES  Professores de Educação Especial;  Um professor deTIC;  Um professor de Educação Física;  Um professor de Expressão Musical;  Um professor com gosto pela Hortofloricultura;  Uma enfermeira do GAA (Gabinete de Apoio ao Aluno).
  8. 8. RESULTADOS ESPERADOS  Na perspetiva socioafetiva: Na perspetiva pedagógica e psicopedagógica:  Reforço da motivação para as aprendizagens;  Realização de aprendizagens signi- ficantes e funcionais;  Valorização da escola e dos “saberes”;  Ajustamento de comportamentos e atitudes ao contexto escolar (consequente diminuição de indisciplina e conflitos);  Aquisição de competências sociais pelos alunos envolvidos; otimização da sua autoestima e autoconfiança;  Desenvolvimento da sua autonomia;  Aquisição de competências que lhe facilitem a transição para a vida ativa e inclusão social.
  9. 9.  Na perspetiva de concretização:  Dinamização de pequenas “feiras” com os produtos elaborados nas Oficinas, ao longo do ano, em espaço escolar e na comunidade, mediante a participação em eventos sociais que sejam desenvolvidos na comunidade;  Dinamização de exposições, ao longo do ano letivo, com os trabalhos realizados nas Oficinas;  Apresentações desportivas/musicais, na comunidade escolar;
  10. 10. PREVISÃO DE CUSTOS Pretende-se com a dinamização de algumas atividades, nas diferentes oficinas, proceder à venda de produtos que viabilizem o autofinanciamento do “Artes, Saberes e Arte”. Apelando:
  11. 11. AVALIAÇÃO A avaliação do Projeto será feita através da reunião periódica dos elementos intervenientes e da elaboração de um relatório no final de cada ano letivo.
  12. 12. COORDENAÇÃO DO PROJETO  A coordenação do projeto: Mª do Céu Carvalho.  A equipa reunirá mensalmente;  Articular pedagogicamente;  Aferir constrangimentos;  Preparar atividades;  Avaliar formativamente os alunos;  Introduzindo reformulações nas atividades

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