PESQUISA CAFEEIRA:
SUSTENTABILIDADE E INCLUSÃO SOCIAL
MINI CURSO

Melhoria da Qualidade e
Agregação de Valor do Café Arábica
Prof. Flávio Meira Borém
Departamento de Engenharia
ECONÔMICO

SUSTENTABILIDADE

SOCIAL

ECOLÓGICO
CUSTO

COMPETITIVIDADE

CONHECIMENTO

GESTÃO
AGREGAR VALOR
CERTIFICAÇÃO
IG’s

QUALIDADE
SISTEMAS
DE
PRODUÇÃO

EMBALAGEM
QUALIDADE DE
CAFÉ

DETERIORAÇÃO
QUALIDADE DE
CAFÉ

QUALIDADE
Algumas Linhas de Pesquisas em Desenvolvimento na UFLA
para Agregação de Valor no café Arábica

Processamento
& Qualidade
...
Ambiente &
Qualidade

Distribuição Espaço Temporal da
Qualidade do CAFÉ
Ambiente &
Qualidade

A qualidade do café varia de um ano para outro?
(Banco de dados obtido em Cooperativas Regionais)
Safra – 2007-2008

Scores
Safra – 2008-2009

Scores
Safra – 2010-2011

Scores
Safra – 2011-2012

Scores
O mesmo acontece com
CAFÉS ESPECIAIS?
(Banco de dados obtido pela equipe do Projeto)
Ambiente &
Qualidade
Genética &
Qualidade

Interação genótipo e ambiente na composição
química e qualidade sensorial de ca...
Ambiente

Processamento
Via seca

Via seca

Via úmida
Em lavouras comerciais...
COLETA
Amostras de café (Coffea Arabica L.)

Safras agrícolas (2009/10, 2010/11 e
2011/12)

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Amostragem

Environment

(três altitudes)
> 1200m
> 1000 e < 1200m

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Sol

Vertente

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NO

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L

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SO

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Sombra

Resultando em 6 variáveis ambientais...
Frutos Amarelos

Frutos Vermelhos

(3 repetições de campo)
Via úmida

Via seca

Via seca
Análises Químicas – cromatografia líquida de alta precisão
ANÁLISE MULTIVARIADA (MDS – Biplots)

Genótipo χ Processamento

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Altitude:
(1) Abaixo de 1000 m;
(2) E...
VIA ÚMIDA
Altitude:
(1) Abaixo de 1000 m;
(2) Entre 1000 e 1200 m;
(3) Acima de 1200 m.
Vertente:
(Sol) Sol;
(SB) Sombra.
CAFÉ NATURAL
Altitude:
(1) Abaixo de 1000 m;
(2) Entre 1000 e 1200 m;
(3) Acima de 1200 m.
Vertente:
(Sol) Sol;
(SB) Sombr...
Análises Químicas – cromatografia gasosa de alta precisão
Trigonelina

Trigonelina

4.00E-03

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Ácido aspártico

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4.50E-02

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L-Alanina

L-Alanina

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Frutose

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ANALISE SENSORIAL
Gráfico de correspondência para as variáveis: Safra e Vertente
Gráfico de correspondência para as variáveis: altitude (1100m) e nota final (85)
A qualidade dos cafés Commodities é variável

PREÇOS VOLÁTEIS

INCERTEZAS

A produção de cafés especiais resulta em padrõe...
Composição
química

Todo
Bourbon
produz
cafés
especiais?
Avaliação
Sensorial

Ambientes
Seleção dos genótipos – Notas sensoriais médias - Resultados
preliminares (2009 e 2010)

11 Bourbons

3 BOURBONS

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Trat
1
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2º PCA (10,1% )

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Processamento
& Qualidade

Interferência da Secagem e do
Processamento na Qualidade do
CAFÉ NATURAL
Processamento
& Qualidade

O café natural é mais tolerante a altas
temperaturas?
O café natural é mais tolerante a altas
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Processamento
& Qualidade

Efeito da Temperatura e processamento
na Qualidade do CAFÉ
Soft ( >80)

O ataque de fungos e a ação de enzimas
como polifenol oxidase e peroxidase
alteram a integridade da membrana ...
A questão é:

Quando a ruptura das células ocorrem?
Qual tipo de transformação ocorre após a ruptura?
Amostragem
Drying Curve of the endosperm
60,00

Moisture content (%)

50,00

40,00

30,00

20,00

10,00

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0

10

20

3...
Microscopia eletronica de varredura, ilustrando a medição das dimensões
das células. (A) Lumen celular (B) Citoplasma celu...
Conclusão

A expansão celular ocorre entre os teores de água 30 e 20%.

Taxa de contração celular durante a secagem de caf...
Amostragem
Drying Curve of the endosperm
60,00

Moisture content (%)

50,00

40,00

30,00

20,00

10,00

0,00
0

10

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3...
METABOLOMICS OF COFFEE SAMPLES

LC-QTOF MS

GC-TOF MS

• Alignment of all mass peaks over all samples using Metalign® soft...
Natural coffee
(dry-processing)

60°C drying

sun drying
fresh seed
40°C drying
Washed coffee
(wet-processing)

60°C drying
fresh

sun drying
40°C drying
mass peak # 1243 (rel. int.)
guanoside signal

1200

1000

800

natural (dry) sun
natural (dry) 40oC
natural (dry) 60oC
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Secagem ao sol do café natural e despolpado
4

GABA (GCMS response)

300

natural (dry)
washed (wet)

250

citrate (LC-MS ...
Sugar metabolism upon sun drying
 natural (dry processed)
 washed (wet processed)

glucose

sucrose

fructose
Processamento
& Qualidade

Efeito da Taxa de secagem na Qualidade do CAFÉ
Efeito da taxa de secagem

Separação hidráulica

Somente frutos
maduros

Seleção manual dos frutos

air outlet

Processame...
Tabela 1. Temperatura do bulbo seco, temperatura do ponto de orvalho e
umidade relativa do ar de secagem e Taxa máxima de ...
Drying rate g kg-1 h-1

Curvas de taxa de secagem

Moisture content kg kg-1 (db)
Tbs
(°C)

Total

11,34
35

Taxa de secagem
(g água. kg-1.h-1)

83,94 a

13,35

82,87 ab

14,59
15,89
21,22

81,00 a
82,31 ...
Desempenho Fisiológico de Sementes de Café Natural e Despolpado
Peroxidase

Polifenoloxidase
e
Protrusão Radicular (%)
Despolpado
92.8

Germinação(%)

Natural

Despolpado

Folhas Cotiledonares(%)

Natural

Despolpado
...
PROJETO EMBALA DESING

APEX - BRASIL
MÉTODOS ALTERNATIVOS PARA ARMAZENAMENTO

DE CAFÉS ESPECIAIS
 Empresas brasileiras de exportação de café vêm utilizando
o acondicionamento a vácuo e sacos herméticos (GrainPro)
com s...
OBJETIVO
 Avaliar diferentes métodos de acondicionamento para cafés

especiais sob atmosfera artificial, visando à preser...
Fonte: GrainPro.

Fonte: Bourbon Specialty Coffees.
Tratamentos e delineamento experimental
 Foram avaliados oito métodos de acondicionamentos.
Tabela . Identificação e cara...
Coloração
 Branqueamento => aumento da luminosidade - coordenada (L);
 Aumento nos valores de (L) em todos os métodos de...
Análise sensorial
 J-AC: nota inferior a 80 pontos (café fraco);
 (EA1-AMP, EA1-AMA, EA1-V, GP e EA2): notas acima de 82...
Análise sensorial
Tabela - Valores médios da análise sensorial em função dos
diferentes métodos de acondicionamentos, ao l...
OBRIGADO
flavioborem@deg.ufla.br

http://www.postharvestcoffee.com
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VIII Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil 25 – 28 de Novembro, 2013, Salvador-BA. Prof. Flávio Meira Borém
Departamento de Engenharia

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Flávio Meira Borém - Melhoria da Qualidade e Agregação de Valor do Café Arábica

  1. 1. PESQUISA CAFEEIRA: SUSTENTABILIDADE E INCLUSÃO SOCIAL
  2. 2. MINI CURSO Melhoria da Qualidade e Agregação de Valor do Café Arábica Prof. Flávio Meira Borém Departamento de Engenharia
  3. 3. ECONÔMICO SUSTENTABILIDADE SOCIAL ECOLÓGICO
  4. 4. CUSTO COMPETITIVIDADE CONHECIMENTO GESTÃO
  5. 5. AGREGAR VALOR CERTIFICAÇÃO IG’s QUALIDADE SISTEMAS DE PRODUÇÃO EMBALAGEM
  6. 6. QUALIDADE DE CAFÉ DETERIORAÇÃO
  7. 7. QUALIDADE DE CAFÉ QUALIDADE
  8. 8. Algumas Linhas de Pesquisas em Desenvolvimento na UFLA para Agregação de Valor no café Arábica Processamento & Qualidade Ambiente & Qualidade Genética & Qualidade
  9. 9. Ambiente & Qualidade Distribuição Espaço Temporal da Qualidade do CAFÉ
  10. 10. Ambiente & Qualidade A qualidade do café varia de um ano para outro? (Banco de dados obtido em Cooperativas Regionais)
  11. 11. Safra – 2007-2008 Scores
  12. 12. Safra – 2008-2009 Scores
  13. 13. Safra – 2010-2011 Scores
  14. 14. Safra – 2011-2012 Scores
  15. 15. O mesmo acontece com CAFÉS ESPECIAIS? (Banco de dados obtido pela equipe do Projeto)
  16. 16. Ambiente & Qualidade Genética & Qualidade Interação genótipo e ambiente na composição química e qualidade sensorial de cafés especiais
  17. 17. Ambiente Processamento Via seca Via seca Via úmida
  18. 18. Em lavouras comerciais... COLETA Amostras de café (Coffea Arabica L.) Safras agrícolas (2009/10, 2010/11 e 2011/12) ... Carmo de Minas (-22°6', 45°8') O delineamento experimental foi baseado no estudo da interação entre variáveis ambientais, genéticas e de processamento.
  19. 19. Amostragem Environment (três altitudes) > 1200m > 1000 e < 1200m < 1000m
  20. 20. Sol Vertente N NO NE L O SO SE S Sombra Resultando em 6 variáveis ambientais...
  21. 21. Frutos Amarelos Frutos Vermelhos (3 repetições de campo) Via úmida Via seca Via seca
  22. 22. Análises Químicas – cromatografia líquida de alta precisão
  23. 23. ANÁLISE MULTIVARIADA (MDS – Biplots) Genótipo χ Processamento Genótipo χ Altitude Altitude: (1) Abaixo de 1000 m; (2) Entre 1000 e 1200 m; (3) Acima de 1200 m. Vertente: (Sol) Sol; (SB) Sombra. Processamento: (S) Via seca; (U) Via úmida.
  24. 24. VIA ÚMIDA Altitude: (1) Abaixo de 1000 m; (2) Entre 1000 e 1200 m; (3) Acima de 1200 m. Vertente: (Sol) Sol; (SB) Sombra.
  25. 25. CAFÉ NATURAL Altitude: (1) Abaixo de 1000 m; (2) Entre 1000 e 1200 m; (3) Acima de 1200 m. Vertente: (Sol) Sol; (SB) Sombra.
  26. 26. Análises Químicas – cromatografia gasosa de alta precisão
  27. 27. Trigonelina Trigonelina 4.00E-03 4.00E-03 3.00E-03 3.00E-03 2.00E-03 2.00E-03 1.00E-03 1.00E-03 0.00E+00 0.00E+00 Acaiá Acaiá CD<1000 Natural<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200 Cafeína Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200 Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200 Cafeína 3.00E-01 3.00E-01 2.00E-01 2.00E-01 1.00E-01 1.00E-01 0.00E+00 0.00E+00 Acaiá Acaiá CD<1000 Natural<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200
  28. 28. Ácido aspártico Ácido aspártico 4.50E-02 4.50E-02 3.00E-02 3.00E-02 1.50E-02 1.50E-02 0.00E+00 0.00E+00 Acaiá Acaiá CD<1000 Natural<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200 L-Tirosina Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200 L-Tirosina 4.00E-03 4.00E-03 3.00E-03 3.00E-03 2.00E-03 2.00E-03 1.00E-03 1.00E-03 0.00E+00 0.00E+00 Acaiá Acaiá CD<1000 Natural<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200 Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200
  29. 29. L-Alanina L-Alanina 1.80E-02 1.50E-02 1.20E-02 9.00E-03 6.00E-03 3.00E-03 0.00E+00 1.80E-02 1.50E-02 1.20E-02 9.00E-03 6.00E-03 3.00E-03 0.00E+00 Acaiá Natural<1000 Acaiá CD<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200 L-Serina Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200 L-Serina 3.30E-02 3.30E-02 2.20E-02 2.20E-02 1.10E-02 1.10E-02 0.00E+00 0.00E+00 Acaiá Acaiá CD<1000 Natural<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200 Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200
  30. 30. Frutose Frutose 2.10E-01 2.10E-01 1.40E-01 1.40E-01 7.00E-02 7.00E-02 0.00E+00 0.00E+00 Acaiá Acaiá CD<1000 Natural<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200 Glicose Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200 Bourbom Amarelo Natural>1200 Bourbom Amarelo CD>1200 Glicose 1.40E-02 1.40E-02 7.00E-03 7.00E-03 0.00E+00 0.00E+00 Acaiá Acaiá CD<1000 Natural<1000 Bourbon Amarelo Natural<1000 Bourbom Amarelo CD<1000 Acaiá Acaiá CD>1200 Natural>1200
  31. 31. ANALISE SENSORIAL
  32. 32. Gráfico de correspondência para as variáveis: Safra e Vertente
  33. 33. Gráfico de correspondência para as variáveis: altitude (1100m) e nota final (85)
  34. 34. A qualidade dos cafés Commodities é variável PREÇOS VOLÁTEIS INCERTEZAS A produção de cafés especiais resulta em padrões mais estáveis MAIOR VALOR AGREGADO CONTRATOS DE LONGO PRAZO MAIS SUSTENTÁVEIS
  35. 35. Composição química Todo Bourbon produz cafés especiais? Avaliação Sensorial Ambientes
  36. 36. Seleção dos genótipos – Notas sensoriais médias - Resultados preliminares (2009 e 2010) 11 Bourbons 3 BOURBONS 3 testemunhas 1 TESTEMUNHA 14 genótipos Critérios: – Um genótipo que apresentou características de cafés especiais (notas acima de 81 pontos) em todos os ambientes estudados; – Um genótipo que apresentou notas abaixo de 80 pontos em todos os ambientes; – Um genótipo que apresentou nota variável nos diferentes ambientes.
  37. 37. Trat 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 1.0 2º PCA (10,1% ) 0.5 0.0 -0.5 -1.0 -1.5 -4 -3 -2 -1 0 1 1º PCA (80,8% ) 2 3 4 Notas para o primeiro componente principal - São Sebastião da Grama
  38. 38. Processamento & Qualidade Interferência da Secagem e do Processamento na Qualidade do CAFÉ NATURAL
  39. 39. Processamento & Qualidade O café natural é mais tolerante a altas temperaturas? O café natural é mais tolerante a altas taxas de secagem?
  40. 40. Processamento & Qualidade Efeito da Temperatura e processamento na Qualidade do CAFÉ
  41. 41. Soft ( >80) O ataque de fungos e a ação de enzimas como polifenol oxidase e peroxidase alteram a integridade da membrana celular estão relacionados com o sabor Rio ( Amorin et al, 1979) Rio Goulart et al (2006)
  42. 42. A questão é: Quando a ruptura das células ocorrem? Qual tipo de transformação ocorre após a ruptura?
  43. 43. Amostragem Drying Curve of the endosperm 60,00 Moisture content (%) 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 170 180 190 200 210 220 230 240 250 Time (hours)
  44. 44. Microscopia eletronica de varredura, ilustrando a medição das dimensões das células. (A) Lumen celular (B) Citoplasma celular
  45. 45. Conclusão A expansão celular ocorre entre os teores de água 30 e 20%. Taxa de contração celular durante a secagem de café despolpado e natural a 40 e 60ºC
  46. 46. Amostragem Drying Curve of the endosperm 60,00 Moisture content (%) 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 170 180 190 200 210 220 230 240 250 Time (hours)
  47. 47. METABOLOMICS OF COFFEE SAMPLES LC-QTOF MS GC-TOF MS • Alignment of all mass peaks over all samples using Metalign® software (www.metalign.nl) – thousands of mass signals representing several hundred to athousand metabolites • statistics to pinpoint signals related to processing methods • identify compounds of interest using metabolite databases
  48. 48. Natural coffee (dry-processing) 60°C drying sun drying fresh seed 40°C drying
  49. 49. Washed coffee (wet-processing) 60°C drying fresh sun drying 40°C drying
  50. 50. mass peak # 1243 (rel. int.) guanoside signal 1200 1000 800 natural (dry) sun natural (dry) 40oC natural (dry) 60oC washed (wet) 60oC 600 400 200 0 50 40 30 moisture (% w.b.) 20 11
  51. 51. Secagem ao sol do café natural e despolpado 4 GABA (GCMS response) 300 natural (dry) washed (wet) 250 citrate (LC-MS signal) 1500 1000 500 200 150 100 30 20 moisture (% w.b.) 11 (wet) 2.5 2 1.5 1 0.5 trigonelline talksuccinic acid Bytof et al. 0 40 30 20 11 moisture content (% w.b.) 5 4.5 50 0.00930 40 20 11 natural (dry) moisture (% w.b.) 0.008 4 succinate (GCMS response) 40 natural (dry) natural (dry) washed (wet) washed 3 50 0 50 3.5 0 50 trigonelline (GCMS response) dicaffeoylquinic acid signal 2000 clustering of metabolite patterns dicaffeoylquinic acid citric acid GABA 3.5 3 2.5 2 1.5 1 0.5 0 50 natural (dry) washed (wet) washed (wet) 0.007 0.006 0.005 0.004 0.003 0.002 0.001 0 40 50 30 40 20 moisture content (% w.b.) 30 11 20 moisture content (% w.b.) 11
  52. 52. Sugar metabolism upon sun drying  natural (dry processed)  washed (wet processed) glucose sucrose fructose
  53. 53. Processamento & Qualidade Efeito da Taxa de secagem na Qualidade do CAFÉ
  54. 54. Efeito da taxa de secagem Separação hidráulica Somente frutos maduros Seleção manual dos frutos air outlet Processamento natural air inlet fan resistance mist Water barrier nozzles evaporator coil Secagem Mecanica water tank Secagem ao sol
  55. 55. Tabela 1. Temperatura do bulbo seco, temperatura do ponto de orvalho e umidade relativa do ar de secagem e Taxa máxima de secagem do café Natural Tdb ( C) Tdp ( C) Relative Humidity (%) Maximum DR 35 16,2 32,7 11,34 35 10,8 23,0 13,35 35 2,6 13,1 14,59 40 16,2 25,0 15,89 40 10,8 17,5 21,22 40 2,6 10,0 23,14 45 16,2 19,2 23,19 45 10,8 13,5 29,82 45 2,6 7,7 53,12 Air flow: 20m³.min-1.m-2
  56. 56. Drying rate g kg-1 h-1 Curvas de taxa de secagem Moisture content kg kg-1 (db)
  57. 57. Tbs (°C) Total 11,34 35 Taxa de secagem (g água. kg-1.h-1) 83,94 a 13,35 82,87 ab 14,59 15,89 21,22 81,00 a 82,31 a 23,19 45 82,68 a 23,14 40 80,37 b 79,25 a 29,82 83,00 b 53,12 79,06 a
  58. 58. Desempenho Fisiológico de Sementes de Café Natural e Despolpado Peroxidase Polifenoloxidase e
  59. 59. Protrusão Radicular (%) Despolpado 92.8 Germinação(%) Natural Despolpado Folhas Cotiledonares(%) Natural Despolpado 82.8 Lixiviação de Potássio(mg/Kg) Natural Natural Despolpado 39 61.2 96 54.8 66.3 32.4 83.3 57 25.8 0 0 29 25.4 31 0 Terreiro 50/40ºC 40/60ºC 60/40ºC 0 0 49.01 32.06 6.4 0 Terreiro 50/40ºC 40/60ºC 60/40ºC 0 0 73.74 51.77 90.31 58.63 96.41 72.35 0 Terreiro 50/40ºC 40/60ºC 60/40ºC Terreiro 50/40ºC O café NATURAL apresenta MENOR tolerância à secagem do que o processado por VIA ÚMIDA revelada pela menor atividade de enzimas antioxidantes e pelo BAIXO desempenho fisiológico. 60/40ºC 40/60ºC
  60. 60. PROJETO EMBALA DESING APEX - BRASIL
  61. 61. MÉTODOS ALTERNATIVOS PARA ARMAZENAMENTO DE CAFÉS ESPECIAIS
  62. 62.  Empresas brasileiras de exportação de café vêm utilizando o acondicionamento a vácuo e sacos herméticos (GrainPro) com sucesso, entretanto, esses métodos apresentam elevado custo Fonte: DaTerra. Fonte: GrainPro. Fonte: GrainPro
  63. 63. OBJETIVO  Avaliar diferentes métodos de acondicionamento para cafés especiais sob atmosfera artificial, visando à preservação das características armazenamento. qualitativas iniciais dos grãos durante o
  64. 64. Fonte: GrainPro. Fonte: Bourbon Specialty Coffees.
  65. 65. Tratamentos e delineamento experimental  Foram avaliados oito métodos de acondicionamentos. Tabela . Identificação e caracterização dos tratamentos. Tratamentos (identificação) J-CC J-AC GP S-GP EA1-AMP EA1-AMA EA1-V EA2-AMP Acondicionamento Sacos de juta Sacos de juta Atmosfera artificial Não Não Atmosfera modificada Sacos GrainPro passiva Atmosfera modificada Sacos similares ao GrainPro passiva Atmosfera modificada EA1 passiva EA1 Atmosfera modificada ativa EA1 Vácuo Atmosfera modificada EA2 passiva Condição de armazenamento Câmara controlada Armazém convencional Armazém convencional Armazém convencional Armazém convencional Armazém convencional Armazém convencional Armazém convencional
  66. 66. Coloração  Branqueamento => aumento da luminosidade - coordenada (L);  Aumento nos valores de (L) em todos os métodos de acondicionamentos;  J-AC e GP: apresentaram os maiores valores após 12 meses.
  67. 67. Análise sensorial  J-AC: nota inferior a 80 pontos (café fraco);  (EA1-AMP, EA1-AMA, EA1-V, GP e EA2): notas acima de 82 pontos;  (J-CC e S-GP): notas inferiores a 82 pontos.
  68. 68. Análise sensorial Tabela - Valores médios da análise sensorial em função dos diferentes métodos de acondicionamentos, ao longo do armazenamento. ANÁLISE SENSORIAL (NOTA) EA1-AMP 0 3 6 9 12 Média Geral 85,33 a 82,50 a 84,54 b 83,22 b 82,79 c 83,68 b EA1-AMA EA1-V 85,16 a 83,91 a 84,91 b 84,25 b 83,75 c 84,40 c GP J-AC 85,58 a 85,41 a 85,33 a 84,54 a 84,33 a 81,45 a 85,41 b 83,47 b 80,75 a 83,00 b 83,50 b 76,77 a 83,29 c 82,27 c 74,08 a 84,36 c 83,80 b 79,68 a CV = 1,52% J-CC EA2 85,58 a 83,45 a 82,52 a 82,37 b 80,61 b 82,90 b 85,33 a 82,70 a 83,80 b 83,25 b 83,91 c 83,80 b S-GP 84,41 a 83,41 a 84,00 b 83,87 b 81,16 b 83,37 b Média Geral 85,27 83,29 83,68 82,53 81,48 83,25
  69. 69. OBRIGADO flavioborem@deg.ufla.br http://www.postharvestcoffee.com

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