Fenicafé 2014 william damas beneficios da fertirrigação e gotejamento subterrâneo no cafeeiro

1,097 views

Published on

Fenicafé 2014 william damas beneficios da fertirrigação e gotejamento subterrâneo no cafeeiro

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
1,097
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3
Actions
Shares
0
Downloads
82
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Fenicafé 2014 william damas beneficios da fertirrigação e gotejamento subterrâneo no cafeeiro

  1. 1. Benefícios da Fertirrigação e gotejamento subterrâneo no cafeeiro William Roberto Damas Engenheiro Agrônomo
  2. 2. 1. PORQUE IRRIGAR O CAFEZAL? 50 % 23 % 13 % 14 % Fatores de Produtividade  Dos fatores que afetam a produtividade, verifica-se que o clima representa 50% Fonte: Canaplan
  3. 3. 1. PORQUE IRRIGAR O CAFEZAL?
  4. 4. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 0 50 100 150 200 250 %Consumo mmH2O AGUA K2O P2O5 N Primavera Verão Outono Inverno  A irrigação e fertirrigação fornece água e nutrientes de acordo com as fases de maior necessidade da planta 1. PORQUE IRRIGAR O CAFEZAL?
  5. 5. 2. FERTIRRIGAÇÃO  A fertirrigação é a aplicação de fertilizantes líquidos ou solúveis dissolvidos em água através do sistema de irrigação de forma parcelada e eficiente Linha de gotejamento
  6. 6. 2. FERTIRRIGAÇÃO  Seleção dos Nutrientes − Qualquer íon nutriente às plantas pode ser fornecido via fertirrigação − A grande maioria dos planos de fertirrigação contemplam “N” e “K” − Fertirrigação com micronutrientes é eficiente − É possível aplicar fertilizantes simples ou compostos, desde que solúveis − Quimigação eficiente, deste que o produto seja solúvel e obedecido aos parâmetros agrotécnicos
  7. 7. 2. FERTIRRIGAÇÃO Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom H2O + NPK + Micro  Reposição de água, de acordo com a necessidade hídrica do cafeeiro mais aplicação quantitativa de nutrientes (agenda de aplicação) Agenda de aplicação H2O H2O H2O
  8. 8. 2. FERTIRRIGAÇÃO  Reservatórios para fertirrigação
  9. 9.  Aplicação dos nutrientes de acordo com as fases fenológicas da cultura  Eficiência no uso dos fertilizantes e absorção pela planta  Melhor praticidade com redução do tráfego de máquinas no campo e mão de obra  Não danifica mecanicamente as raízes 2. FERTIRRIGAÇÃO
  10. 10. 2. FERTIRRIGAÇÃO  O ambiente fertirrigado favorece o desenvolvimento e funcionamento do sistema radicular  Desenvolvimento radicular com 8 meses  Desenvolvimento radicular com 30 dias
  11. 11. Nutrientes Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun N - - 10% 10% 15% 15% 15% 15% 10% 10% - - P VS - - 100% - - - - - - - - - F - - 20% 20% 20% 20% - - - 20% - - K - - 10% 15% 15% 15% 20% 20% 15% - - - S - - 25% - - 25% - 25% 25% - - - Zn - - - 25% - 25% - 25% - 25% - - B - - 50% - 25% - 25% - - - - - Cu - - - - 25% - 25% - 25% 25% - - Mn - - - - - 25% 25% - 25% 25% - - 2. FERTIRRIGAÇÃO
  12. 12. 2. FERTIRRIGAÇÃO Café ArábicaCultura Catuaí VermelhoVariedade 3,50 X 0,70 m (4.081 pls/ha) Espaçamento Outubro de 2006 Início da fertirrigação DripNet PC 16250Gotejador 0,60 m Distância entre gotejadores 1,6 L/hVazão Gotejamento Superficial com Fertirrigação Tipo de irrigação 6 anos Sistema em funcionamento  Dados da área
  13. 13.  Estudo realizado com o título: Efeito da nutrirrigação por pulsos e convencional na produtividade do cafeeiro, no sul de Minas Gerais − Autores: R. N. Paiva – Eng. Agr. Fundação Procafé, C. E. J. Sanches – Engº. Agrº. Netafim Brasil, E. C. Figueiredo, G. R. Lacerda – Engs. Agrs. Fundação Procafé − Realizado na Fazenda Experimental de Varginha – MG − Pesquisa publicada no 38° Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, sendo publicada desde o 34° Congresso 13 2. FERTIRRIGAÇÃO
  14. 14.  Dentre os tratamentos estudados seguem os dados de Sequeiro e Fertirrigação, conforme esquema abaixo 14 Sequeiro 1 Linha de Gotejamento por linha de planta 2. FERTIRRIGAÇÃO
  15. 15. 15 2. FERTIRRIGAÇÃO
  16. 16.  Manejo da irrigação  Balanço climático (Estação Meteorológica) 16 2. FERTIRRIGAÇÃO
  17. 17. 17  Manejo da irrigação  Tensiômetros 2. FERTIRRIGAÇÃO
  18. 18.  Manejo da irrigação  Monitoramento em tempo real 18 2. FERTIRRIGAÇÃO
  19. 19.  Planejamento da Fertirrigação – safra 2011/12  Dose recomendada para o ano agrícola (kg/ha) N P K Ca Mg S Zn B Cu Mn N P2O5 K2O CaO Mg S Zn B Cu Mn Dose (kg/ha) 457, 0 0,0 401, 0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 19  Fósforo (P2O5) – 102,9 kg/ha aplicado a lanço  Micronutrientes aplicados por pulverização 2. FERTIRRIGAÇÃO
  20. 20. 20 1. FUNDAÇÃO PROCAFÉ  Avaliação realizada em abril de 2007  Sequeiro  Fertirrigação
  21. 21.  Avaliação realizada em setembro de 2007  Fertirrigação – porcentagem de abortamento 12,3% 21 2. FERTIRRIGAÇÃO
  22. 22.  Avaliação realizada em setembro de 2007  Sequeiro – porcentagem de abortamento 32,3% 22 2. FERTIRRIGAÇÃO
  23. 23.  Avaliação realizada em outubro de 2007  Fertirrigação 23 2. FERTIRRIGAÇÃO
  24. 24.  Avaliação realizada em janeiro de 2008  Fertirrigação 24 2. FERTIRRIGAÇÃO
  25. 25. Sequeiro Fertirrigação  Avaliação realizada em março de 2008 25 2. FERTIRRIGAÇÃO
  26. 26.  Avaliação realizada em abril de 2008  Fertirrigação 26 2. FERTIRRIGAÇÃO
  27. 27. 13 sc/ha  Avaliação realizada em maio de 2008  Fertirrigação Sequeiro 27 48 sc/ha 2. FERTIRRIGAÇÃO
  28. 28.  Avaliação realizada em julho de 2008  Fertirrigação − Colheita 28 2. FERTIRRIGAÇÃO
  29. 29.  Avaliação realizada em janeiro de 2009  Fertirrigação Sequeiro 29 2. FERTIRRIGAÇÃO
  30. 30.  Avaliação realizada em janeiro de 2009  Fertirrigação Sequeiro 30 2. FERTIRRIGAÇÃO
  31. 31.  Avaliação realizada em janeiro de 2009  Fertirrigação 31 2. FERTIRRIGAÇÃO
  32. 32.  Avaliação realizada em janeiro de 2009  Fertirrigação 32 2. FERTIRRIGAÇÃO
  33. 33.  Avaliação realizada em maio de 2009  Fertirrigação − Colheita 33 2. FERTIRRIGAÇÃO
  34. 34.  Avaliação realizada em maio de 2010  Fertirrigação 34 2. FERTIRRIGAÇÃO
  35. 35.  Avaliação realizada em maio de 2011  Fertirrigação 35 2. FERTIRRIGAÇÃO
  36. 36.  Avaliação realizada em julho de 2011 Sequeiro Fertirrigação 36 2. FERTIRRIGAÇÃO
  37. 37. 12.6 68.0 28.0 76.7 64.8 50.047.7 70.9 62.1 69.4 79.8 66.0 0.0 20.0 40.0 60.0 80.0 100.0 2008 2009 2010 2011 2012 Média Sacas/ha Sequeiro Fertirrigação Café ArábicaCultura Catuaí VermelhoVariedade 3,50 X 0,70 m (4.081 pls/ha) Espaçamento Outubro de 2006 Início da fertirrigação DripNet PC 16250Gotejador 0,60 m Distância entre gotejadores 1,6 L/hVazão Gotejamento Superficial com Fertirrigação Tipo de irrigação 6 anos Sistema em funcionamento  Avaliação da produtividade das safras 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e média de lavoura de Catuai Vermelho IAC 144 37 2. FERTIRRIGAÇÃO
  38. 38.  Avaliação de cafeeiros irrigados por gotejamento e pivô central  Efeito da irrigação localizada por gotejamento e pivô central no cafeeiro dada as baixas precipitações e altas temperaturas no momento atual 2. FERTIRRIGAÇÃO
  39. 39. 39  Local: Monte Carmelo-MG (Cerrado Mineiro)  Altitude: 860 m  Coordenada Geográfica:  18º 55’ 780” S  47º 27’ 48” W  Área total: 1261 ha  Área irrigada por gotejamento: 60 ha  Área irrigada por pivô central: 50 ha  Sistemas de Irrigação: − Gotejamento combinado com Fertirrigação − Pivô Central – adubações convencionais 2. FERTIRRIGAÇÃO
  40. 40. 40  Variedade: Catucaí Amarelo  Frutos amarelos; arquitetura variável com cafeeiros cônicos, bem abertos e compactos; folhas novas de coloração bronze; maturação semelhante ao Catuaí; peneira média 16 • Espaçamento: – Entre linhas: 3,8m – Entre plantas: 0,6m • Densidade: – 4.385 plantas/ha • Plantio: Janeiro de 2007 (7 anos) 2. FERTIRRIGAÇÃO
  41. 41. • Dados climáticos 41 01/jan 30 68 02/jan 29 03/jan 30 04/jan 29 05/jan 30 06/jan 31 07/jan 30 08/jan 31 09/jan 31 10/jan 30 11/jan 31 12/jan 38 3 13/jan 32 14/jan 32 15/jan 32 6 16/jan 32 17/jan 31 12 18/jan 30 19/jan 29 10 20/jan 29 48 21/jan 31 15 22/jan 30 5 23/jan 30 24/jan 31 40 25/jan 30 26/jan 30 27/jan 30 28/jan 30 29/jan 30 30/jan 31 31/jan 31 30,7 207 jan/14 DATA TEMP. MAX CHUVA (mm) CHUVA (mm) 01/fev 31 02/fev 31 03/fev 28 04/fev 32 0 05/fev 32 06/fev 32 07/fev 32 08/fev 30 09/fev 30 10/fev 32 11/fev 31 12/fev 32 13/fev 32 14/fev 31 15/fev 30 16/fev 28 20 17/fev 29 90 18/fev 27 25 19/fev 27 20/fev 28 21/fev 28 22/fev 29 18 23/fev 28 24/fev 29 12 25/fev 27 29,84 165 fev/14 DATA TEMP. MAX 2. FERTIRRIGAÇÃO
  42. 42. • Observou-se altas temperaturas durante os meses de janeiro e fevereiro, chegando a temperatura de 38º C • As chuvas foram abaixo das médias históricas e mal distribuidas • Média de temperaturas máximas e precipitação ( 10 anos ) • Janeiro: Tmax: 28,5º C / Chuva 268,9 mm • Fevereiro: Tmax: 28,9º C / Chuva 201,7 mm  Janeiro 2014: Tmax: 38º C / Chuva 207 mm ( 23% abaixo da média )  Fevereiro 2014Tmax: 32º C / Chuva 165 mm ( 19% abaixo da média ) 42 2. FERTIRRIGAÇÃO
  43. 43. • Manejo da irrigação: Monitoramento da irrigação realizado por tensiometria ( baterias nos dois sistemas de irrigação ) 43 2. FERTIRRIGAÇÃO
  44. 44. • Dados da tensiometria e precipitação nos meses de Janeiro e Fevereiro 44 Gotejamento 2. FERTIRRIGAÇÃO
  45. 45. 45 • Dados da tensiometria e precipitação nos meses de Janeiro e Fevereiro Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  46. 46. 46 • Manejo da irrigação • Total de milímetros de água aplicados na safra 2013-2014 ( Agosto de 2013 até Fevereiro 2014) 150 102 0 50 100 150 200 Pivô Central Gotejamento Quantidade de água aplicada (mm) 2. FERTIRRIGAÇÃO
  47. 47. 47 • Aspectos visual das plantas, levando-se em consideração o vigor, produção, tamanho e coloração das folhas e enfolhamento geral. Foram atribuídas notas de 1 a 5 (1 – ruim; 5 – excelente) • Peso de 100 frutos coletados nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta • Número de frutos com defeito • Avaliação do número de internódios nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta  Parâmetros avaliados − Comparativo do cafeeiro irrigado por gotejamento e sem irrigação: − Número de repetições: 05 2. FERTIRRIGAÇÃO
  48. 48. 48  Aspecto visual das plantas Notas: 1 – ruim 2 – regular 3 – bom 4 – muito bom 5 - excelente 2. FERTIRRIGAÇÃO
  49. 49. 49  Aspecto visual das plantas Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  50. 50. 50  Aspecto visual das plantas Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  51. 51. 51  Aspecto visual das plantas Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  52. 52. 52 • Peso de 100 frutos coletados nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta 2. FERTIRRIGAÇÃO
  53. 53. 53 • Peso de 100 frutos coletados nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta 2. FERTIRRIGAÇÃO
  54. 54. 54 • Peso de 100 frutos coletados nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta R 1 R 2 R 3 R 4 R 5 Pivô Central Gotejamento R 1 R 2 R 3 R 4 R 5 2. FERTIRRIGAÇÃO
  55. 55. 55 • Peso de 100 frutos coletados nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  56. 56. 56 • Número de frutos com defeito • OBS: foram avaliados 10 frutos de cada repetição 2. FERTIRRIGAÇÃO
  57. 57. 57 • Número de frutos com defeito Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  58. 58. 58 • Número de frutos com defeito Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  59. 59. 59 • Número de frutos com defeito Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  60. 60. 60 • Avaliação do número de internódios nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta 2. FERTIRRIGAÇÃO
  61. 61. 61 • Avaliação do número de internódios nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  62. 62. 62 • Avaliação do número de internódios nos ramos produtivos localizados no terço médio da planta Gotejamento Pivô Central 2. FERTIRRIGAÇÃO
  63. 63. • Quando avaliado o aspecto visual das plantas observou-se melhor vigor, maior enfolhamento e maior carga de frutos no cafeeiro irrigado por gotejamento combinado com fertirrigação • Para o peso de 100 frutos constatou-se uma diferença de 14% para o cafeeiro irrigado por gotejamento • Não foram observados frutos com defeitos nas amostragens nos dois sistema de irrigação • O número de internódios foi superior no gotejamento (8,2) na comparação com o sequeiro (7,6). 63 2. FERTIRRIGAÇÃO3. Gotejamento subterrâneo  Melhoria nos manejos de água e nutrientes e práticas culturais do café − cortes causados pelas capinas − ataque de roedores / furtos − colheita
  64. 64.  Equipamento para instalação dos tubos gotejadores  Possibilidade de instalação do sistema em cafezais novos e adultos 3. Gotejamento subterrâneo
  65. 65. Monte Carmelo - MGMunicípio Café ArábicaCultura IAPAR 59Variedade 3,30 x 0,50 m (6.060 pls/ha) Espaçamento Dezembro de 2005Plantio Uniram RCGotejador 0,75 m Distância entre gotejadores 2,3 L/hVazão Gotejamento SubterrâneoTipo de irrigação 7 anos Sistema em funcionamento  Dados da área 65 3. Gotejamento subterrâneo
  66. 66.  Visão geral da área 66 3. Gotejamento subterrâneo
  67. 67. 67  Dezembro de 2005  Enterrio dos tubos gotejadores realizado junto com o plantio 3. Gotejamento subterrâneo
  68. 68. 68  Tubos gotejadores instalados a 30 cm do tronco e 10 cm de profundidade 68 3. Gotejamento subterrâneo
  69. 69. 69  Casa de bomba e reservatório 3. Gotejamento subterrâneo
  70. 70. 70  Captação: córrego Fe Total – 3,0 ppm  Piscina de aeração e decantação: Fe Total – 1,5 ppm 3. Gotejamento subterrâneo
  71. 71. 71  Filtros de areia automáticos e sistema de injeção de fertilizantes e químicos 3. Gotejamento subterrâneo
  72. 72. 72  Aplicação preventiva de inibidor radicular − Princípio ativo: treflan − Produto comercial: trifuralina (46%) − Dosagem: 0,46 cc para 8 gotejadores − Época: aplicação anual após o fim da estação chuvosa Operaçã o Espaçament o entre Linhas Espaçamento entre Emissor Área Quantidade de Emissores Trifluralina por Emissor Quantidade de Trifluralina Produto Ativo Produto Comercial a aplicar (Metro) (Metro) (Ha) (Unid) (Grama) (Litro) (%) (Litro) 1 3,30 0,75 12,00 48.484,85 0,0460 2,230 46 4,848 3. Gotejamento subterrâneo
  73. 73. 73  Avaliação realizada em agosto de 2006 3. Gotejamento subterrâneo
  74. 74. 74  Fora da linha do gotejador  Na linha do gotejador • As raízes estão se desenvolvendo normalmente, sem intrusão ou entupimento dos emissores  Avaliação realizada em maio de 2007 3. Gotejamento subterrâneo
  75. 75. 75  Na formação da lavoura não observou-se intrusão radicular  Avaliação realizada em agosto de 2007  Final do período de irrigação deficitária 3. Gotejamento subterrâneo
  76. 76. 76 – Não foi observado efeito tóxico, da dosagem de Trifuralina aplicada, nas plantas de café, em contrapartida, foi observado o efeito esperado sob o sistema radicular do cafeeiro, que não se desenvolveu num raio de 5 cm dos gotejadores, prevenindo-se assim a intrusão radicular  Avaliação realizada em agosto de 2009 3. Gotejamento subterrâneo
  77. 77. 77 – Coeficiente de Uniformidade de Distribuição (CUD): satisfatório, acima de 94%, conferindo ao sistema excelente performance, sendo que, não foi observada incrustação, sedimentação e intrusão radicular nos emissores avaliados  Avaliação realizada em maio de 2010 3. Gotejamento subterrâneo
  78. 78. 78  Avaliação realizada em setembro de 2012  Gotejamento subterrâneo 3. Gotejamento subterrâneo
  79. 79. 79  Avaliação realizada em setembro de 2012  Gotejamento subterrâneo 3. Gotejamento subterrâneo
  80. 80. 80  Avaliação realizada em setembro de 2012  Monitoramento dos gotejadores (GOTEJAMENTO SUBTERRÂNEO) 3. Gotejamento subterrâneo
  81. 81. 81  Avaliação realizada em setembro de 2012 (GOTEJAMENTO SUBTERRÂNEO)  Teste de uniformidade de vazão em gotejadores a campo 3. Gotejamento subterrâneo
  82. 82. .00 20.00 40.00 60.00 80.00 100.00 2008 2009 2010 2011 2012 Média 92.00 26.00 79.500 23.00 91.00 62.300 Sacas/ha  Produtividade 82 Monte Carmelo- MG Município Café ArábicaCultura IAPAR 59Variedade 3,30 x 0,50 m (6.060 pls/ha) Espaçamento Dezembro de 2005 Plantio Uniram RCGotejador 0,75 m Distância entre gotejadores 2,3 L/hVazão Gotejamento Subterrâneo Tipo de irrigação 7 anos Sistema em funcionamento 3. Gotejamento subterrâneo
  83. 83.  Avaliação do gotejamento subterrâneo − Conclui-se que após 7 anos de funcionamento do gotejamento subterrâneo no café, não foi encontrada a interferência de radicelas e/ou raízes lenhosas no gotejamento e o mesmo encontra-se em excelente desempenho técnico e agronômico, bem como, a lavoura que vem apresentando excelentes níveis de produtividade, e assim, atendendo todas as características necessárias para um sistema de irrigação localizada de alta performance 83 3. Gotejamento subterrâneo
  84. 84. OBRIGADO William Roberto Damas Cel: 16 – 98136 7303

×