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Convênio
                                   N°023/2010
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA




  SECAGEM E RESFRIAMENTO ARTIFIC...
SECAGEM DE CAFÉ

                  MÉTODOS DE SECAGEM



1) Natural – ocorre na própria planta



2) Artificial – utiliza ...
SECAGEM DE CAFÉ




O processo de secagem




Polpa – maior teor de água                GRÃOS
                            ...
SECAGEM DE CAFÉ




O processo de secagem




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SECAGEM DE CAFÉ

                                1 – mais úmido
O processo de secagem
                                5 – ...
SECAGEM DE CAFÉ


a secagem ocorre no interior do produto;

a umidade de equilíbrio é atingida quando a quantidade de água...
SECAGEM DE CAFÉ
Curva de secagem




                   U1



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SECAGEM NATURAL DE CAFÉ


SECAGEM NATURAL

Por ser realizada na própria planta e
por permitir sua exposição às
condições d...
SECAGEM ARTIFICIAL DE CAFÉ
                               CURVAS DE SECAGEM DO CAFÉ CEREJA EM TERREIRO


                 ...
SECAGEM DE CAFÉ


            QUALIDADE DO PRODUTO SECADO EM TERREIRO

           BEBIDA: duro ácido e duro verde
ASFALTO ...
SECAGEM DE CAFÉ
 SECADOR ROTATIVO




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SECAGEM DE CAFÉ
SECADOR ROTATIVO




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SECADOR DE BANDEJAS
Vista parcial de um secador de bandejas
Vista do sistema em teste
MOMENTO DE TESTE
Automação
                        Temperatura




                   Descarga




  Comandos
Curva de secagem do café.




                            Valores das temperaturas do ar
                            ambie...
Eficiência energética do processo de secagem de
café em função do teor de água.
Resultados obtidos experimentalmente no teste com o secador

                 Variáveis                            Teste
T...
SECADOR DE FLUXOS CONCORRENTES
secador de fluxos concorrentes




Fonte: Santos, (2007) – Tese de doutorado
Resultados experimentais – secador de fluxos concorrentes

                                      Teste 1                  ...
Variáveis observadas na avaliação da secagem no secador
                     intermitente, de fluxos concorrentes


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Variáveis observadas na avaliação de secagem


              Variáveis                 Teste 1     Teste 2   Teste 3
2) Do...
Variáveis observadas na avaliação de secagem

                Variáveis                Teste 1      Teste 2   Teste 3
3) D...
Consumo de energia elétrica e consumo específico real de energia, durante a secagem
   complementar, no secador de café em...
Secador de fluxos concorrentes
sistema de secagem UTA/secador de fluxos concorrentes




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SECAGEM COMBINADA
SECAGEM COMBINADA




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Valores médios de tempo de secagem, massa específica e umidade
          dos grãos, comparativos para os dois tratamentos
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Comparação dos testes de qualidade de café entre as amostras dos lotes
    analisadas para os dois tratamentos de secagem ...
Valores médios de tempo de secagem, massa específica e umidade
          dos grãos, comparativos para os dois tratamentos
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Comparação dos testes de qualidade de café entre as amostras dos lotes
    analisadas para os dois tratamentos de secagem ...
AUTOMATIZAÇÃO DO PROCESSO
AUTOMATIZAÇÃO DA CONDIÇÃO DE SECAGEM
Características potenciais e objetivadas em um sistema controlado, de secagem:

 1 – ...
Metodologia
Variáveis controladas e variáveis manipuladas:

Variáveis controladas:

    • Temperatura do ar de saída

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Metodologia

Uniformização da umidade da massa de grãos:



     U e = A − B ⋅ {ln[− (T + C ) ⋅ ln (UR )]}

  Para café ce...
Teor de água de equilíbrio do café cereja descascado, estimado por meio da
         equação de Chung & Pfost modificada (C...
Metodologia
Sistema de controle para o secador com bomba de calor:




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Resultados
Protótipo:




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Resultados
Sistema completo:




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AJUSTE DA TEMPERATURA




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AJUSTE DA UMIDADE




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AJUSTES DE TEMPERATURA, UMIDADE RELATIVA E UMIDADE
                   DE EQUILÍBRIO




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COMPLEMENTAÇÃO DA SECAGEM EM SILOS UTILIZANDO UMA UTA
Croqui do sistema de secagem
Uniformização do teor final de água do café cereja descascado utilizando ar
                                              ...
RESFRIAMENTO DE CAFÉ
• Durante o armazenamento de café, as interações entre
  fatores abióticos como temperatura, teor de água,
  concentração ...
A aplicação de técnicas que objetivam o controle de
                                         insetos, fungos e bactérias, ...
Recursos técnicos para preservar a qualidade do café

   A aeração é uma técnica muito utilizada para a prevenção ou
     ...
RESULTADOS EXPERIMENTAIS
 DE RESFRIAMENTO DE CAFÉ
Valores médios de teor de água (% b.u.) de grãos de café cereja descascado,
     armazenados em armazém convencional, à 25...
Avaliação da bebida do café realizada durante 180 dias de armazenamento
          nas condições de 15 oC, 25 oC e em armaz...
Representação gráfica dos valores médios percentuais da detecção e identificação de
 fungos, em grãos de café com pergamin...
Representação gráfica dos valores médios percentuais da detecção e identificação de
fungos, em grãos de café descascados a...
Valores médios de condutividade elétrica (µS cm-1 g-1) de grãos de café cereja
  descascado, armazenados em armazém conven...
Valores médios de potássio lixiviado (ppm g-1) de grãos de café cereja descascado,
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Valores médios percentuais de matiz (adimensional) em diferentes condições de
armazenamento à 15 °C, à 25 °C e em armazém ...
MUITO OBRIGADO
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ecagem e resfriamento artificial de café

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Palestra – Secagem e Resfriamento Artificial de Café
Prof. Adilio Flauzino de Lacerda Filho
Engenheiro Agrônomo UFV. Mestre em Engenharia Agrícola pela UFV - Área de secagem e Armazenagem de grãos; Doutor em Energia na Agricultura – UNESP

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ecagem e resfriamento artificial de café

  1. 1. Convênio N°023/2010 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA SECAGEM E RESFRIAMENTO ARTIFICIAL DE CAFÉ Professor Adilio Flauzino de Lacerda Filho Departamento de Engenharia Agrícola Universidade Federal de Viçosa Emai: alacerda@ufv.br Telefone (31)38991872
  2. 2. SECAGEM DE CAFÉ MÉTODOS DE SECAGEM 1) Natural – ocorre na própria planta 2) Artificial – utiliza de uma técnica ou artifício, com a interveniência do homem (terreiros e secadores mecânicos) 2
  3. 3. SECAGEM DE CAFÉ O processo de secagem Polpa – maior teor de água GRÃOS POLPA + CASCA 40 % da massa Grãos – menor teor de água 60 % da massa 3
  4. 4. SECAGEM DE CAFÉ O processo de secagem 4
  5. 5. SECAGEM DE CAFÉ 1 – mais úmido O processo de secagem 5 – mais seco 5
  6. 6. SECAGEM DE CAFÉ a secagem ocorre no interior do produto; a umidade de equilíbrio é atingida quando a quantidade de água evaporada for igual à quantidade de água condensada 6
  7. 7. SECAGEM DE CAFÉ Curva de secagem U1 U2 U3 U4 t1 t2 t3 t4 7
  8. 8. SECAGEM NATURAL DE CAFÉ SECAGEM NATURAL Por ser realizada na própria planta e por permitir sua exposição às condições de intempéries e à infestação por pragas e microrganismos, permite que os frutos sofram depreciações quantitativas e qualitativas, inviabilizando a sua utilização para café. café. 8
  9. 9. SECAGEM ARTIFICIAL DE CAFÉ CURVAS DE SECAGEM DO CAFÉ CEREJA EM TERREIRO 70 60 Teor de água - % bu 50 40 30 20 10 asfalto tijolos cimento Chão batido 0 0 2 4 6 8 10 12 14 16 Tempo - dias 9
  10. 10. SECAGEM DE CAFÉ QUALIDADE DO PRODUTO SECADO EM TERREIRO BEBIDA: duro ácido e duro verde ASFALTO DEFEITOS: 208 - 232 PENEIRA: 16 – 72% BEBIDA: sem condições de prova e duro verde TIJOLOS EFEITOS: 264 PENEIRA: 16 – 74 % BEBIDA: apenas mole e duro fermentado CIMENTO DEFEITOS: 186 - 252 PENEIRAS: 16 – 71 a 82 % BEBIDA: sem condições de prova TERRA DEFEITOS: sem classificação PENEIRA: sem classificação 10
  11. 11. SECAGEM DE CAFÉ SECADOR ROTATIVO 11
  12. 12. SECAGEM DE CAFÉ SECADOR ROTATIVO 12
  13. 13. SECADOR DE BANDEJAS
  14. 14. Vista parcial de um secador de bandejas
  15. 15. Vista do sistema em teste
  16. 16. MOMENTO DE TESTE Automação Temperatura Descarga Comandos
  17. 17. Curva de secagem do café. Valores das temperaturas do ar ambiente, do ar de secagem, do ar de exaustão e do ar intergranular, durante o processo.
  18. 18. Eficiência energética do processo de secagem de café em função do teor de água.
  19. 19. Resultados obtidos experimentalmente no teste com o secador Variáveis Teste Teor inicial de água, % b.u. 40,0 Teor final de água, % b.u. 11,2 Massa inicial, kg 3.100,0 Massa final, kg 1.910,0 Massa de H2O evaporada, kg 1.190,0 Temperatura do ar ambiente, °C 25,0 Temperatura do ar de secagem, °C 43,8 Umidade relativa ambiente, % 52,50 Umidade relativa do ar de secagem, % 12,40 Temperatura do ar de exaustão, °C 27,0 Vazão de ar, m³.min-1 102,06 Energia elétrica, kW.h 2.091,0 Eficiência energética, kJ.kg-1 H2O 6.326,0 Tempo de secagem, h 73,0 Consumo de energia, kW.h.h-1 28,64
  20. 20. SECADOR DE FLUXOS CONCORRENTES
  21. 21. secador de fluxos concorrentes Fonte: Santos, (2007) – Tese de doutorado
  22. 22. Resultados experimentais – secador de fluxos concorrentes Teste 1 Teste 2 Teste 3 Teste 1 Teste 2 Teste 3 26 13 Teor de Água (% b.u.) Teor de Água ( % b.u.) 24 22 12 20 18 11 16 14 10 12 10 9 0 10 20 30 40 50 60 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Tempo (h) Amostras (média a cada 12 sacas) Ambiente Exaustão Secagem Ponto 1 Ponto 2 Ponto 3 Ponto 4 Ponto 5 50 45 40 Temperatura (ºC) 35 30 25 20 15 10 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Tempo (h)
  23. 23. Variáveis observadas na avaliação da secagem no secador intermitente, de fluxos concorrentes Variáveis Teste 1 Teste 2 Teste 3 1) Do Produto Teor inicial de água, % b.u. 24,1 24,1 24,5 Teor final de água, % b.u. 10,6 10,8 11,4 Temperatura inicial, °C 22,9 18,2 18,5 Temperatura final, °C 34,8 35,0 29,0 Massa específica inicial, kg m-3 413,4 424,5 410,0 Massa específica final, kg m-3 339,5 342,3 348,3 Massa inicial, kg 3.755,5 3.888,0 3.876,8 Massa final, kg 3.188,3 3.309,8 3.305,7 Massa de água evaporada, kg 567,2 578,2 571,1
  24. 24. Variáveis observadas na avaliação de secagem Variáveis Teste 1 Teste 2 Teste 3 2) Do Ar Temperatura do ar de secagem, °C 38,5 39,0 34,3 Temperatura do ar ambiente, °C 21,7 21,6 17,1 Temperatura do ar de exaustão, °C 29,2 28,2 25,9 Umidade relativa do ar de secagem, % 36,6 36,2 37,7 Umidade relativa do ar ambiente, % 66,0 64,0 69,8 Umidade relativa do ar de exaustão, % 65,1 68,0 68,2
  25. 25. Variáveis observadas na avaliação de secagem Variáveis Teste 1 Teste 2 Teste 3 3) Do secador Vazão de ar, m3 min-1 89,2 89,1 88,6 Espessura da camada, m 0,8 0,8 0,8 Área de secagem, m2 2,87 2,87 2,87 Pressão estática, mmca 38,2 38,4 39,7 4) De energia Movimentar o ar, kWh 89,0 92,5 112,0 Movimentar o grão, kWh 10,9 10,9 12,5 Aquecer o ar de secagem, kWh 356,0 369,1 393,8 Total, kWh 455,9 472,5 518,3 5) Do desempenho Duração do teste, h 44,5 45,8 54,1 Redução no teor de água, % b.u. 13,5 13,3 13,1
  26. 26. Consumo de energia elétrica e consumo específico real de energia, durante a secagem complementar, no secador de café em lotes, intermitente, de fluxos concorrentes, nos testes 1, 2 e 3, do tratamento 1 Variáveis Teste 1 Teste 2 Teste 3 Consumo de energia elétrica, kWh Movimentar o ar 89,0 92,5 112,0 Aquecer o ar 356,0 369,1 393,8 Movimentar o grão 10,9 10,9 12,5 Total 455,9 472,5 518,3 Eficiência energética, kJ kg-1: Movimentar o ar 564,9 576,0 705,9 Aquecer o ar 2.259,5 2.298,4 2.482,7 Movimentar o grão 69,4 68,1 78,8 Total 2.893,8 2.942,5 3.267,4
  27. 27. Secador de fluxos concorrentes
  28. 28. sistema de secagem UTA/secador de fluxos concorrentes 29
  29. 29. SECAGEM COMBINADA
  30. 30. SECAGEM COMBINADA 31
  31. 31. Valores médios de tempo de secagem, massa específica e umidade dos grãos, comparativos para os dois tratamentos Secagem combinada Terreiro cimentado Terreiro híbrido Silo secador Massa Massa Massa especifica Umi Tem especifica Umi Tem especifica Umid Tempo (Kg.m-3) dade po (Kg.m-3) dade po (Kg.m-3) ade (h) (% (h) (% (h) (% b.u) b.u) b.u) 0 572,0±0,3 58,0±0,2 0 570,5±0,6 58,0±0,5 0 470,8±0,3 25,0±0,3 48 532,3±0,4 35,3±0,1 4 567,3±0,2 54,9±0,3 48 468,7±0,1 24,0±0,2 96 505,4±0,2 30,9±0,4 8 560,4±0,3 42,5±0,2 96 460,2±0,5 22,9±0,1 144 480,9±0,3 27,7±0,2 12 550,8±0,6 39,3±0,4 144 458,2±0,3 22,7±0,4 192 466,1±0,6 23,4±0,3 16 533,1±0,5 36,1±0,1 192 457,3±0,5 21,2±0,3 240 458,0±0,4 21,6±0,1 20 512,2±0,4 32,2±0,3 240 455,4±0,4 20,6±0,1 288 440,2±0,1 17,7±0,2 24 478,3±0,4 27,3±0,2 288 450,5±0,6 20,1±0,2 336 431,1±0,5 14,1±0,2 28 471,1±0,6 24,9±0,3 336 443,0±0,5 18,1±0,5 384 415,4±0,3 12,0±0,3 384 441,4±0,1 17,9±0,4 432 433,1±0,1 15,4±0,1 480 430,2±0,2 14,2±0,2 528 425,6±0,3 13,0±0,3 576 420,1±0,5 11,6±0,2
  32. 32. Comparação dos testes de qualidade de café entre as amostras dos lotes analisadas para os dois tratamentos de secagem de café em estudo Terreiro Secagem combinada Classificação Classificação Classificação Classificação Nº de Amostra da bebida por peneira Nº de Amostra da bebida por peneira 1 Dura 15 1 Apenas mole 16 2 Dura 15 2 Apenas mole 17 3 Dura 16 3 Apenas mole 18 4 Dura 15 4 Dura 16 5 Riada 16 5 Apenas mole 17 6 Dura 15 6 mole 18/19 7 Dura 15 7 Apenas mole 17 8 Apenas mole 16 8 mole 17
  33. 33. Valores médios de tempo de secagem, massa específica e umidade dos grãos, comparativos para os dois tratamentos Secagem combinada Terreiro cimentado Terreiro híbrido Silo secador Massa Massa Massa especifica Umi Tem especifica Umi Tem especifica Umid Tempo (Kg.m-3) dade po (Kg.m-3) dade po (Kg.m-3) ade (h) (% (h) (% (h) (% b.u) b.u) b.u) 0 572,0±0,3 58,0±0,2 0 570,5±0,6 58,0±0,5 0 470,8±0,3 25,0±0,3 48 532,3±0,4 35,3±0,1 4 567,3±0,2 54,9±0,3 48 468,7±0,1 24,0±0,2 96 505,4±0,2 30,9±0,4 8 560,4±0,3 42,5±0,2 96 460,2±0,5 22,9±0,1 144 480,9±0,3 27,7±0,2 12 550,8±0,6 39,3±0,4 144 458,2±0,3 22,7±0,4 192 466,1±0,6 23,4±0,3 16 533,1±0,5 36,1±0,1 192 457,3±0,5 21,2±0,3 240 458,0±0,4 21,6±0,1 20 512,2±0,4 32,2±0,3 240 455,4±0,4 20,6±0,1 288 440,2±0,1 17,7±0,2 24 478,3±0,4 27,3±0,2 288 450,5±0,6 20,1±0,2 336 431,1±0,5 14,1±0,2 28 471,1±0,6 24,9±0,3 336 443,0±0,5 18,1±0,5 384 415,4±0,3 12,0±0,3 384 441,4±0,1 17,9±0,4 432 433,1±0,1 15,4±0,1 480 430,2±0,2 14,2±0,2 528 425,6±0,3 13,0±0,3 576 420,1±0,5 11,6±0,2
  34. 34. Comparação dos testes de qualidade de café entre as amostras dos lotes analisadas para os dois tratamentos de secagem de café em estudo Terreiro Secagem combinada Classificação Classificação Classificação Classificação Nº de Amostra da bebida por peneira Nº de Amostra da bebida por peneira 1 Dura 15 1 Apenas mole 16 2 Dura 15 2 Apenas mole 17 3 Dura 16 3 Apenas mole 18 4 Dura 15 4 Dura 16 5 Riada 16 5 Apenas mole 17 6 Dura 15 6 mole 18/19 7 Dura 15 7 Apenas mole 17 8 Apenas mole 16 8 mole 17
  35. 35. AUTOMATIZAÇÃO DO PROCESSO
  36. 36. AUTOMATIZAÇÃO DA CONDIÇÃO DE SECAGEM Características potenciais e objetivadas em um sistema controlado, de secagem: 1 – Segurança: redução do perigo de fogo ou explosão e emissão de partículas; 2 – Garantia da qualidade do produto: manutenção dos atributos desejados para a qualidade dos produtos e suas propriedades, como sabor, odor, sanidade, cor, vigor, germinação etc; 3 – Processamento ou rendimento: maximização do rendimento; 4 – Economia de energia: minimizar o custo e melhorar a eficiência; 5 – Atenuação dos distúrbios: minimizar a influencia sobre a quantidade e qualidade do produto; 6 – Estabilidade do processo de secagem: responder as oscilações decorrentes do processo de secagem do produto; e 7 – Robustez: garantir a operação normal do sistema para uma ampla faixa de pontos de operação e distúrbios. 37
  37. 37. Metodologia Variáveis controladas e variáveis manipuladas: Variáveis controladas: • Temperatura do ar de saída • Umidade relativa do ar de saída Variáveis manipuladas: • Velocidade do motor do ventilador • Velocidade do motor do comprensor 38
  38. 38. Metodologia Uniformização da umidade da massa de grãos: U e = A − B ⋅ {ln[− (T + C ) ⋅ ln (UR )]} Para café cereja descascado: Ue – teor de água de equilíbrio, % base seca; UR – umidade relativa do ar intergranular, decimal; T – temperatura do ar, °C; A = 35,0372 B = 6,214 C = 53,6042 39
  39. 39. Teor de água de equilíbrio do café cereja descascado, estimado por meio da equação de Chung & Pfost modificada (Correa et al., 2010) Umidades relativas (%) Temperaturas (°C) 10 20 30 40 50 60 70 80 90 99 10 3,9 5,9 7,5 8,9 10,3 11,8 13,5 15,7 18,8 27,4 15 3,5 5,5 7,1 8,5 9,9 11,5 13,2 15,3 18,5 27,2 20 3,1 5,1 6,7 8,2 9,6 11,1 12,8 15,0 18,2 27,0 25 2,7 4,7 6,3 7,8 9,3 10,8 12,5 14,7 18,0 26,7 30 2,3 4,4 6,0 7,5 8,9 10,5 12,2 14,4 17,7 26,5 35 1,9 4,0 5,7 7,2 8,6 10,2 12,0 14,2 17,5 26,3 40 1,6 3,7 5,4 6,9 8,4 9,9 11,7 13,9 17,2 26,2 50 1,0 3,1 4,8 6,3 7,8 9,4 11,2 13,4 16,8 25,8 60 0,4 2,6 4,3 5,8 7,3 8,9 12,0 13,0 16,4 25,5
  40. 40. Metodologia Sistema de controle para o secador com bomba de calor: circuito 41
  41. 41. Resultados Protótipo: 42
  42. 42. Resultados Sistema completo: 43
  43. 43. AJUSTE DA TEMPERATURA 44
  44. 44. AJUSTE DA UMIDADE 45
  45. 45. AJUSTES DE TEMPERATURA, UMIDADE RELATIVA E UMIDADE DE EQUILÍBRIO 46
  46. 46. COMPLEMENTAÇÃO DA SECAGEM EM SILOS UTILIZANDO UMA UTA
  47. 47. Croqui do sistema de secagem
  48. 48. Uniformização do teor final de água do café cereja descascado utilizando ar natural e UTA UTA - Unidade de Tratamento de Ar 1A 2A 3A 4A 5A 6A médias 17,0 16,0 Teor de água (% b.u) 15,0 14,0 13,0 12,0 11,0 10,0 9,0 inicial 09/08/2010 12/08/2010 17/08/2010 19/08/2010 23/08/2010 26/08/2010 30/08/2010 01/09/2010 08/09/2010 Coleta de dados Silo - Aeração com ar à temperatura ambiente 1R 2R 3R 4R 5R 6R médias 18,0 17,0 16,0 Teor de água (% b.u.) 15,0 14,0 13,0 12,0 11,0 10,0 9,0 inicial 09/08/2010 12/08/2010 17/08/2010 19/08/2010 23/08/2010 26/08/2010 30/08/2010 01/09/2010 08/09/2010 Coleta de dados
  49. 49. RESFRIAMENTO DE CAFÉ
  50. 50. • Durante o armazenamento de café, as interações entre fatores abióticos como temperatura, teor de água, concentração de gás, umidade relativa ambiente, tipo e condições do armazém, características do sistema de armazenagem e fatores bióticos como grãos, insetos, ácaros, fungos e bactérias fazem com que os grãos armazenados se tornem um ecossistema cuja dinâmica, dependendo dos níveis dos fatores e do grau das interações, pode levar ao processo de deterioração dos mesmos, com maior ou menor velocidade.
  51. 51. A aplicação de técnicas que objetivam o controle de insetos, fungos e bactérias, que se reproduzem e se A redução da temperatura da massa desenvolvem no meio, é de fundamental importância para a preservação da qualidade desses produtos (SUN & de grãos, abaixo de 15 ºC, tem sido WOODS, 1997) eficiente para minimizar sua atividade de água e, r conseqüentemente, a atividade de e insetos e fungos (SUN & WOODS, s u 1994; SUN & BYRNE, 1998). l t a d o O teor de água e a temperatura do café são importantes fatores para manutenção da qualidade café com dos grãos armazenados, durante longo tempo qualidade
  52. 52. Recursos técnicos para preservar a qualidade do café A aeração é uma técnica muito utilizada para a prevenção ou ç é ç solução de problemas de conservação dos grãos armazenados. Seus ç ç principais objetivos são: resfriar, uniformizar a temperatura, prevenir o aquecimento e o umedecimento e promover remoção de odores na ç massa de grãos (SILVA et al., 2000; NAVARRO & CALDERON, 2000). Estudos demonstram que o resfriamento pode, inicialmente, paralisar o desenvolvimento de insetos-praga e quando utilizado durante mais tempo reduzir, substancialmente, o nível de infestação. í ç Portanto, o resfriamento pode ser considerado um importante componente para a estratégia do manejo integrado de pragas é permitindo maior seletividade no uso de pesticidas (HOWE, 1965; MULLEN & ARBOGAST, 1984; FIELDS, 1992).
  53. 53. RESULTADOS EXPERIMENTAIS DE RESFRIAMENTO DE CAFÉ
  54. 54. Valores médios de teor de água (% b.u.) de grãos de café cereja descascado, armazenados em armazém convencional, à 25 e 15 oC durante 180 dias Período de Condições de armazenamento armazenamento (dias) 15 °C 25 °C Convencional 0 12,02 12,02 12,02 30 12,37 12,40 12,50 60 12,13* 12,77 12,80 90 11,73* 12,17* 12,50 120 11,50* 12,47* 12,67 150 11,53* 12,37* 12,60 180 11,87* 12,63 12,57 1) Valores com asterisco (*) diferem da testemunha (armazém convencional) pelo teste de Dunnett, a 5% de probabilidade. 2) A umidade para comercialização do café varia entre 10 e 12% (b.u.).
  55. 55. Avaliação da bebida do café realizada durante 180 dias de armazenamento nas condições de 15 oC, 25 oC e em armazém convencional Dias de armazenagem Tratamentos 0 30 60 90 120 150 180 Armazém mole mole dura dura dura dura dura convencional apenas apenas apenas apenas 25 oC mole mole dura mole mole mole mole apenas apenas apenas apenas 15 oC mole mole mole mole mole mole mole
  56. 56. Representação gráfica dos valores médios percentuais da detecção e identificação de fungos, em grãos de café com pergaminho avaliados durante 180 dias de armazenamento nas condições de armazenamento à 15 °C, 25 °C e em armazém convencional. Acremoniun sp. Alternaria sp. A. flavus A. glaucus A. niger A. ochraceus A. restrictus A. terreus Cladosporium sp. Fusarium sp. Rhizopus sp. 32 28 24 % de ocorrência de fungos 20 16 12 8 4 0 armazém armazém armazém armazém armazém armazém armazém C C C C C C C C C C C C C C 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 0 30 60 90 120 150 180 Tempo de armazenamento (dias)
  57. 57. Representação gráfica dos valores médios percentuais da detecção e identificação de fungos, em grãos de café descascados avaliados durante 180 dias de armazenamento nas condições de armazenamento à 15 °C, 25 °C e em armazém convencional. Acremoniun sp. A. glaucus A. ochraceus 20 % de contaminação de fungos 16 12 8 4 0 armazém armazém armazém armazém armazém armazém armazém C C C C C C C C C C C C C C 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 15 ° 25 ° 0 30 60 90 120 150 180 Tempo de armazenamento (dias)
  58. 58. Valores médios de condutividade elétrica (µS cm-1 g-1) de grãos de café cereja descascado, armazenados em armazém convencional, à 25 e 15 oC, durante 180 dias Período de Condições de armazenagem armazenagem (dias) 15 oC 25 oC Convencional 0 85,57 85,57 85,57 30 45,47 50,87 50,67 60 44,23* 57,96 77,07 90 68,07 69,73 61,60 120 80,80* 98,53 108,27 150 103,67* 198,67* 140,67 180 164,33* 181,33 178,00 Valores com asterisco (*) diferem da testemunha (armazém convencional) pelo teste de Dunnett, a 5% de probabilidade.
  59. 59. Valores médios de potássio lixiviado (ppm g-1) de grãos de café cereja descascado, armazenados em armazém convencional, à 25 e 15 oC, durante 180 dias Período de Condições de armazenagem armazenagem (dias) 15 oC 25 oC Convencional 0 53,33 53,33 53,33 30 52,37* 49,80* 56,17 60 24,40* 28,63* 36,43 90 38,40 43,33* 37,50 120 41,50* 58,90* 55,77 150 31,30* 47,73* 43,30 180 47,80* 80,00* 51,07 Valores com asterisco (*) diferem da testemunha (armazém convencional) pelo teste de Dunnett, a 5% de probabilidade.
  60. 60. Valores médios percentuais de matiz (adimensional) em diferentes condições de armazenamento à 15 °C, à 25 °C e em armazém convencional, durante 180 dias 25 °C 15 °C armazém 1,46 1,45 1,44 1,43 Matiz 1,42 1,41 1,40 1,39 1,38 0 30 60 90 120 150 180 Tem po (dias)
  61. 61. MUITO OBRIGADO

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