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Modificação do Comportamento - Bandura

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Modificação do Comportamento - Bandura

  1. 1. Modificação do Comportamento Aline Antunes Ana Silvestre Lívia Monnerat Albert Bandura
  2. 2. Modificação do Comportamento <ul><li>Questão principal do artigo: </li></ul><ul><ul><li>Qual a interferência da consciência na modificação do comportamento? </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>ou </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>A consciência é um pré-requisito para a aprendizagem ou mudança do desempenho? </li></ul></ul>
  3. 3. Para isso fomos buscar <ul><li>O que é consciência? </li></ul><ul><ul><li>atividades simbólicas </li></ul></ul><ul><ul><li>verbalização correta das contingências de resposta e reforçamento </li></ul></ul><ul><li>A consciência pode variar </li></ul><ul><ul><li>desde uma determinação correta, </li></ul></ul><ul><ul><li>por hipóteses parcialmente correlacionadas, </li></ul></ul><ul><ul><li>a noções altamente errôneas da razão pela qual o sujeito está sendo recompensado </li></ul></ul>
  4. 5. Teorias <ul><li>Teorias não-mediacionais </li></ul><ul><ul><li>A consciência é uma resultante da mudança </li></ul></ul><ul><li>Teoria cognitiva </li></ul><ul><ul><li>A consciência é um pré-requisito para a mudança comportamental </li></ul></ul><ul><li>Teoria da interação recíproca (*) </li></ul><ul><ul><li>A consciência é ao mesmo tempo uma causa e conseqüência para a mudança comportamental </li></ul></ul>
  5. 6. Teoria da Interação Recíproca <ul><li>As conseqüências reforçadoras podem alterar o comportamento do indivíduo não cônscio </li></ul><ul><li>Eventualmente eles inferem as regras corretas através da observação dos resultados e do seu comportamento </li></ul><ul><li>Com isso controlam parcialmente as respostas subseqüentes </li></ul>
  6. 7. Papel da consciência <ul><li>Experimentos mostram que a consciência das contingências faz aumentar o número de respostas corretas </li></ul><ul><li>Porém carecem de dados para determinar se os fracassos se devem à ausência de consciência ou falta de reconhecimento dos eventos estimuladores (insumos sensoriais) </li></ul>
  7. 8. Mudança de atitude
  8. 9. Abordagem orientada para a crença <ul><li>Visa alterar as crenças do indivíduo sobre o objeto atitudinal </li></ul><ul><li>Utiliza comunicação persuasiva </li></ul><ul><li>Mudanças induzidas pela exposição a estímulos comunicativos ou por argumentos persuasivos </li></ul><ul><li>Há dúvidas sobre a alteração do comportamento em grande escala e se tal abordagem produz efeitos duradouros </li></ul>
  9. 10. Abordagem orientada para o afeto <ul><li>Associação dos objetos atitudinais ou suas descrições com informações afetivas de modelação são capazes de provocar respostas emocionais análogas </li></ul>
  10. 11. Abordagem orientada para o comportamento <ul><li>A mudança de atitudes depende do rompimento da congruência interna do sujeito </li></ul><ul><li>Mais fácil obter contingências de reforçamento para alterar ações manifestas do que para mudar convicções pessoais </li></ul>
  11. 12. Modificação de atitudes em relação ao self <ul><li>Estudos mostram que modificações atitudinais podem ser induzidas oferecendo aos indivíduos experiências de tarefas bem-sucedidas </li></ul><ul><li>Auto-eficácia </li></ul><ul><li>Se o indivíduo é bem sucedido em uma atividade, ele se sente estimulado a dar continuidade ao comportamento </li></ul>
  12. 13. “ Internalização” e Persistência de Mudanças Comportamentais <ul><li>Diz-se que o comportamento está internalizado quando a mudança de comportamento é acompanhada de atitudes congruentes </li></ul>Mudança de comportamento Atitudes congruentes + Comportamento internalizado <ul><li>Após esse estágio, a conduta passa a ser guiada por valores internos do sujeito e não pela obediência às exigências </li></ul>
  13. 14. Teoria de Bandura <ul><li>Teoria da aprendizagem social por observação ou aprendizagem por modelação </li></ul><ul><li>O individuo pode adquirir um novo comportamento pela observação de um modelo </li></ul><ul><li>O processo de modelação envolve </li></ul><ul><ul><li>observação </li></ul></ul><ul><ul><li>imitação e </li></ul></ul><ul><ul><li>integração (o novo comportamento passa a se integrar ao quadro de respostas do indivíduo) </li></ul></ul>
  14. 15. Conclusões <ul><li>A consciência é facilitadora, mas não é condição suficiente para a mudança comportamental </li></ul><ul><li>A consciência não basta para a produção de respostas comportamentais, é preciso que o indivíduo possua as habilidades de desempenho necessárias e receba os incentivos adequados </li></ul>
  15. 16. Conclusões <ul><li>O indivíduo é capaz de aprender pela observação do comportamento dos outros - reforço vicário : </li></ul><ul><ul><li>o indivíduo observa que o modelo é recompensado por um comportamento e é estimulado a imitar este comportamento (experimento com o João-bobo – v1 v2 ) </li></ul></ul><ul><ul><li>ele então repete o comportamento do modelo, com a expectativa de ser igualmente recompensado </li></ul></ul>
  16. 17. Conclusões <ul><li>A simples observação do comportamento de outros não implica necessariamente em imitação </li></ul><ul><li>A motivação é crucial para um desempenho efetivo do que foi aprendido </li></ul>
  17. 18. <ul><li>“ A inteligência é vista como capacidade de adaptação no sentido de ação; em como entender e atuar no meio de maneira mais plena. Portanto, a inteligência pode ser entendida como sinônimo de modificabilidade, sendo o nosso papel como mediadores ajudar as pessoas a descobrirem o seu próprio potencial e atuarem melhor na vida.” </li></ul><ul><li>Nadya Alcaraz </li></ul>
  18. 19. Nosso muito obrigado ao palhaço que apanhou!

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