FCSH/UNL - Ciências da Informação e da Documentação
Apresentação do Relatório de Estágio na Biblioteca FCT/UNL
Avaliação d...
2
Sumário
● Introdução
● Open source e gestão de bibliotecas
● Apresentação dos resultados
● Conclusões
3
I. Introdução
4
O que é um SIGB?
● SIGB: Sistema Integrado de Gestão de Bibliotecas
– Tornam possível a automatização dos processos de
t...
5
O que significa “open source”?
● Open Source: “Software Aberto” ou “Software de Código
Aberto” (APDSI)
– Abordagem à con...
6
Exemplos na Biblioteca e na FCT
● Firefox (Navegador Web)
● DSpace (Gestão de conteúdos)
● Moodle (Gestão de aprendizage...
7
Objectivos do relatório
● Desenvolver uma avaliação dos principais SIGB
open source, determinando a solução mais
adequad...
8
Metodologia
● Estudo de caso da Biblioteca UNL
● Revisão da literatura como base para a selecção
dos SIGB considerados n...
9
Modelo de avaliação dos SIGB
● Três etapas: elaboração de critérios,
avaliação/ponderação, cálculo das pontuações finais...
10
II. Open source e gestão de
bibliotecas
11
Vantagens potenciais
● APDSI (2004) – «Open source software: que
oportunidades em Portugal?»
– Maturidade: o open sourc...
12
Inconvenientes potenciais
● Suporte/Apoio técnico: pode ser necessário
contratar pessoal especializado ou recorrer a
se...
13
SIGB open source
● Nos últimos anos houve um aumento das instalações
a nível internacional, limitando-se sobretudo a
se...
14
SIGB open source avaliados
● Evergreen (www.open-ils.org)
● Gnuteca (www.gnuteca.org.br)
● Koha (koha-community.org)
● ...
15
Evergreen
● 2006: Consórcio GPLS (bibliotecas públicas do
estado da Georgia, EUA)
● Rede PINES: 285 bibliotecas, 10 mil...
16
Gnuteca
● 2002: Centro Universitário UNIVATES, Rio Grande do
Sul, Brasil
● Criação da Solis – cooperativa de soluções l...
17
Koha
● 1999: Horowhenua Library Trust, Nova Zelândia
● Sistema concebido desde o início para a Web
● A sua adopção por ...
18
PMB
● 2002: François Lemarchand, Biblioteca Municipal
de Agneaux
● Criação da PMB Services
● Grande popularidade em paí...
19
III. Apresentação dos resultados
20
Resultados gerais
● O Koha (80%) é o sistema mais bem posicionado
para a gestão da Biblioteca UNL
● Seguem-se PMB (69%)...
21
Evergreen
● Pontos fortes:
– Catalogação e Empréstimos
– Extensibilidade do sistema
– Elevada actividade do projecto, d...
22
Gnuteca
● Pontos fortes:
– Catalogação e Empréstimos
● Pontos fracos:
– Funcionalidades incipientes ao nível das
Aquisi...
23
Koha
● Pontos fortes:
– Desempenho elevado em todas as áreas funcionais
– Extensibilidade e Interoperabilidade elevadas...
24
PMB
● Pontos fortes:
– Aquisições, bom desempenho do OPAC e do
Módulo de Administração
– Elevada interoperabilidade
● P...
25
Avaliação média dos SIGB
● Melhor desempenho na Catalogação, nos
Empréstimos e no OPAC
● Lacunas ao nível da gestão dos...
26
Avaliação média dos SIGB
● Lacunas ao nível da interoperabilidade e
extensibilidade
● A documentação e a maturidade dos...
27
Conclusões
28
Conclusões
● O desenvolvimento de SIGB open source deve ser
encarado como uma oportunidade para a Biblioteca UNL
● A fl...
29
Obrigado!
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Avaliação de software em open source para a gestão da Biblioteca UNL no Campus de Caparica

1,022 views

Published on

Apresentação das conclusões do relatório de estágio de Mestrado em CID na Biblioteca FCT/UNL

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
1,022
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
16
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Avaliação de software em open source para a gestão da Biblioteca UNL no Campus de Caparica

  1. 1. FCSH/UNL - Ciências da Informação e da Documentação Apresentação do Relatório de Estágio na Biblioteca FCT/UNL Avaliação de software em open source para a gestão da Biblioteca UNL no Campus de Caparica Bruno Filipe Aguiar Ribeiro de Almeida 17 de Maio de 2010
  2. 2. 2 Sumário ● Introdução ● Open source e gestão de bibliotecas ● Apresentação dos resultados ● Conclusões
  3. 3. 3 I. Introdução
  4. 4. 4 O que é um SIGB? ● SIGB: Sistema Integrado de Gestão de Bibliotecas – Tornam possível a automatização dos processos de trabalho realizados nas bibliotecas – Organizam-se em módulos funcionais (Aquisições, Catalogação, Empréstimos, OPAC, etc.) – Funcionam em torno de bases de dados e opções de configuração/parametrização – Permitem a interoperabilidade com sistemas externos através de normas e protocolos específicos
  5. 5. 5 O que significa “open source”? ● Open Source: “Software Aberto” ou “Software de Código Aberto” (APDSI) – Abordagem à concepção, desenvolvimento e distribuição de software baseada no livre acesso ao código fonte – Está em oposição ao conceito de software proprietário, onde o acesso ao código fonte limita-se aos detentores dos direitos – Não é uma questão de preço
  6. 6. 6 Exemplos na Biblioteca e na FCT ● Firefox (Navegador Web) ● DSpace (Gestão de conteúdos) ● Moodle (Gestão de aprendizagem) ● Debian Linux (Sistema operativo) ● PHP (Linguagem de programação) ● MySQL (Base de Dados) ● Apache (Servidor Web)
  7. 7. 7 Objectivos do relatório ● Desenvolver uma avaliação dos principais SIGB open source, determinando a solução mais adequada às necessidades e requisitos da Biblioteca UNL
  8. 8. 8 Metodologia ● Estudo de caso da Biblioteca UNL ● Revisão da literatura como base para a selecção dos SIGB considerados no trabalho e a elaboração do modelo de avaliação utilizado ● Actividades realizadas durante o estágio: – Recolha de informação sobre o serviço – Levantamento dos requisitos funcionais da Biblioteca UNL, através da realização de seis inquéritos por questionário a membros da sua equipa técnica
  9. 9. 9 Modelo de avaliação dos SIGB ● Três etapas: elaboração de critérios, avaliação/ponderação, cálculo das pontuações finais ● Critérios: – Funcionalidades: tendo em conta os requisitos da Biblioteca UNL – Características operacionais: relativas à implementação, uso e interoperabilidade do sistema – Viabilidade dos projectos: relativa à organização e dinâmica dos projectos, e à adopção de boas práticas
  10. 10. 10 II. Open source e gestão de bibliotecas
  11. 11. 11 Vantagens potenciais ● APDSI (2004) – «Open source software: que oportunidades em Portugal?» – Maturidade: o open source pode aproximar-se mais dos requisitos da comunidade de utilizadores – Flexibilidade: facilita o desenvolvimento de novas funcionalidades – Liberdade: para gerir dados e sistemas, evitando o “vendor lock-in” – Estabilidade e segurança: sobretudo no caso do software open source mais utilizado
  12. 12. 12 Inconvenientes potenciais ● Suporte/Apoio técnico: pode ser necessário contratar pessoal especializado ou recorrer a serviços comerciais ● Custo Total (TCO): o facto do licenciamento do open source ser muitas vezes gratuito não implica que não existam custos ao longo da vida útil do software
  13. 13. 13 SIGB open source ● Nos últimos anos houve um aumento das instalações a nível internacional, limitando-se sobretudo a serviços de pequena ou média dimensão ● As grandes bibliotecas universitárias dos EUA e Reino Unido não têm aderido aos SIGB open source ● Desenvolvimento actual do Open Library Environment, um SIGB de nova geração para bibliotecas universitárias (oleproject.org) ● Em Portugal: Biblioteca Dr. Mário Alberto Fernandes Costa, Biblioteca do LNEC (Koha)
  14. 14. 14 SIGB open source avaliados ● Evergreen (www.open-ils.org) ● Gnuteca (www.gnuteca.org.br) ● Koha (koha-community.org) ● PMB (www.pmbservices.fr)
  15. 15. 15 Evergreen ● 2006: Consórcio GPLS (bibliotecas públicas do estado da Georgia, EUA) ● Rede PINES: 285 bibliotecas, 10 milhões de documentos ● O seu desenvolvimento levou à criação da Equinox Software ● Robertson Library (Canadá): 372 mil livros, 21 mil periódicos
  16. 16. 16 Gnuteca ● 2002: Centro Universitário UNIVATES, Rio Grande do Sul, Brasil ● Criação da Solis – cooperativa de soluções livres ● Desenvolvido para ser compatível com o CDS/ISIS da UNESCO ● Inexistência de instalações divulgadas fora do Brasil ● Biblioteca UNIVATES: 48 mil títulos de monografias (102 mil exemplares), 1000 periódicos
  17. 17. 17 Koha ● 1999: Horowhenua Library Trust, Nova Zelândia ● Sistema concebido desde o início para a Web ● A sua adopção por bibliotecas nos EUA conduziu a um rápido desenvolvimento e à criação de empresas especializadas: LibLime (EUA) e BibLibre (França) ● Biblioteca da Near East University (Norte do Chipre): colecção com 2 milhões de itens
  18. 18. 18 PMB ● 2002: François Lemarchand, Biblioteca Municipal de Agneaux ● Criação da PMB Services ● Grande popularidade em países francófonos ● Catálogo Colectivo GENES (França): 50 mil livros, 900 títulos de periódicos
  19. 19. 19 III. Apresentação dos resultados
  20. 20. 20 Resultados gerais ● O Koha (80%) é o sistema mais bem posicionado para a gestão da Biblioteca UNL ● Seguem-se PMB (69%), Evergreen (61%) e Gnuteca (55%) ● Requisitos funcionais e operacionais: destaque para Koha e PMB ● Viabilidade dos projectos: destaque para Koha e Evergreen
  21. 21. 21 Evergreen ● Pontos fortes: – Catalogação e Empréstimos – Extensibilidade do sistema – Elevada actividade do projecto, documentação de qualidade ● Pontos fracos: – Inexistência de módulos de Aquisições e Periódicos – Requer a instalação de um programa cliente – Interoperabilidade abaixo da média
  22. 22. 22 Gnuteca ● Pontos fortes: – Catalogação e Empréstimos ● Pontos fracos: – Funcionalidades incipientes ao nível das Aquisições e Periódicos – Extensibilidade e interoperabilidade reduzidas – Reduzida actividade do projecto
  23. 23. 23 Koha ● Pontos fortes: – Desempenho elevado em todas as áreas funcionais – Extensibilidade e Interoperabilidade elevadas – Projecto activo, documentação de qualidade – Adopção a nível internacional, existência de serviços comerciais ● Pontos fracos: – Reduzidas capacidades na gestão de recursos electrónicos
  24. 24. 24 PMB ● Pontos fortes: – Aquisições, bom desempenho do OPAC e do Módulo de Administração – Elevada interoperabilidade ● Pontos fracos: – Extensibilidade reduzida – Actividade abaixo da média
  25. 25. 25 Avaliação média dos SIGB ● Melhor desempenho na Catalogação, nos Empréstimos e no OPAC ● Lacunas ao nível da gestão dos Periódicos e das Aquisições ● Os SIGB não possuem módulos adequados à gestão de recursos electrónicos ● Existem sistemas ERM para este fim, também em open source (ex: CUFTS, ERMes, freERMS, SemperTool)
  26. 26. 26 Avaliação média dos SIGB ● Lacunas ao nível da interoperabilidade e extensibilidade ● A documentação e a maturidade dos sistemas são os aspectos mais positivos ao nível da viabilidade dos projectos ● Inexistência ou pouca visibilidade de processos de Controlo de Qualidade
  27. 27. 27 Conclusões
  28. 28. 28 Conclusões ● O desenvolvimento de SIGB open source deve ser encarado como uma oportunidade para a Biblioteca UNL ● A flexibilidade do open source permite que o serviço se aproprie dos seus dados e sistemas, adaptando-os às suas necessidades e evitando o “vendor lock-in” ● A Biblioteca UNL deverá acompanhar com interesse o desenvolvimento do Open Library Environment ● Koha e PMB são actualmente os SIGB open source mais adequados às necessidades do serviço, embora o Evergreen possa vir a ser uma alternativa viável no futuro
  29. 29. 29 Obrigado!

×