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Roteiro 1 contexto hist. século xix - europa - 1ª parte

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BANCO DE AULAS ANA LUZ

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Roteiro 1 contexto hist. século xix - europa - 1ª parte

  1. 1. CENTRO DE TRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZ CONTEXTO HISTÓRICO DO SÉCULO XIX NA EUROPA PRIMERA PARTE
  2. 2. 1804-1869
  3. 3. R O T E I R O S 1.Contexto Histórico do Século XIX na Europa 2. Espiritismo ou Doutrina Espírita: Conceito e Objeto 3. Tríplice Aspecto da Doutrina Espírita 4. Pontos Principais da Doutrina Espírita
  4. 4. R O T E I R O 1 O Contexto Histórico do Século XIX na Europa Objetivo Específico Identificar o contexto histórico do século XIX na Europa, por ocasião do surgimento da Doutrina Espírita
  5. 5. SubsídiosSubsídios
  6. 6. ►► O progresso do Espírito seO progresso do Espírito se dá em dois campos dodá em dois campos do conhecimento:conhecimento:  INTELECTUAL;INTELECTUAL;  MORAL.MORAL. I N T R O D U Ç Ã O
  7. 7. O que acontece quando o Espírito materializado está em condições de receber novos ensinamentos? O Plano Espiritual envia Espíritos mais evoluídos, nos dois campos do conhecimento, para ajudá-lo no seu progresso. O Século XIX foi um desses momentos em que a humanidade foi agraciada pela bondade superior, com um grande número de Espíritos que vieram efetuar profundas transformações na conjuntura política, social, científica, cultural e econômica naquela época.
  8. 8. Além das enormes contribuições recebidas, fomos imensamente distinguidos pelo advento do Espiritismo, materializado no mundo físico pelo trabalho inestimável do Professor francês Hyppolyte Léon Denizard Rivail que, ao codificar a Doutrina Espírita, adotou o pseudônimo de...: ALLAN KARDEC
  9. 9. Entretanto, é o século que dá início aos grandes movimentos revolucionários europeus que derrubam o absolutismo, implantaram a economia liberal e extinguiram o antigo sistema colonial, movimentos esses apoiados nas ideias renovadoras da Filosofia e da Ciência, divulgadas no século XVIII (18) por Espíritos transformadores, chamados de Iluministas e Enciclopedistas. Tais ideias, segundo o Espírito Emmanuel, constituíram a base para que fossem combatidos, no século XIX (19), os [...] erros da sociedade e da política, fazendo soçobrar (tombar) os princípios do direito divino, em nome do qual se cometiam todas as barbaridades.
  10. 10. Vamos encontrar nessa plêiade de reformadores os vultos veneráveis (respeitáveis) de: Voltaire [1694-1778], Montesquieu [1689-1755], Rousseau [1712-1778], D’Alembert [1717-1783], Diderot [1713-1784], Quesnay [1694-1774];
  11. 11. Suas lições generosas repercutem na América do Norte, como em todo o mundo. Entre cintilações do sentimento e do gênio, foram eles os instrumentos ativos do mundo espiritual, para regeneração das coletividades terrestres. (14) Enfatiza ainda que, [...] foi do sacrifício desses corações generosos que se fez a fagulha (manifestação intensa) divina do pensamento e da liberdade, substância de todas as conquistas sociais de que se orgulham os povos modernos. (14)
  12. 12. Atuou no Brasil colonial, nas capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Brasil, é reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil, patrono também das Polícias Militares dos Estados e herói nacional. 12-11-1746 21-04-1792 Joaquim José da Silva Xavier – O Tiradentes
  13. 13. EspíritosEspíritos ReformadoresReformadores Europa Século 18
  14. 14. François Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire - (1694-1778), poeta,poeta, ensaísta, dramaturgo, historiador,ensaísta, dramaturgo, historiador, deísta e filósofo iluminista,deísta e filósofo iluminista, responsável por várias reformas naresponsável por várias reformas na FrançaFrança (liberdade de imprensa, tolerância religiosa, tributação proporcional). Se Deus não existisse, teria de ser inventado Iluministas -Iluministas - EnciclopedistasEnciclopedistas
  15. 15. DEÍSTA: Sistema ou atitude dos que admitem a existência de um Deus, mas que negam a autoridade de qualquer Igreja. ILUMINISMO: Movimento filosófico e literário do século XIX (19), caracterizado por profunda crença no poder da razão humana e da ciência como forças propulsoras do progresso da humanidade. EsclarecimentosEsclarecimentos
  16. 16. ☞ Charles de Montesquieu - (1689- 1755), político, filósofo epolítico, filósofo e escritor francês.escritor francês. Famoso pela suaFamoso pela sua Teoria da SeparaçãoTeoria da Separação dos Poderes emdos Poderes em “Legislativo, Executivo e Judiciário”.
  17. 17. “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” ☞ Jean Jacques Rousseau - (1712-1778), filósofo suíço, escritor, teórico político, escritor e compositor autodidata. Defendia um Estado social legítimo. - “O homem é bom por natureza, mas está submetido à influência corruptora da sociedade”.
  18. 18. ROUSSEAU Amo-me a mim próprio demasiado para poder odiar seja o que for. O povo, por ele próprio, quer sempre o bem, mas, por ele próprio, nem sempre o conhece. A educação do homem começa no momento do seu nascimento; antes de falar, antes de entender, já se instrui.
  19. 19. ☞ Jean Le Rond d’Alembert - (1717-1783), filósofo, matemático e físico francês. Participou da 1ª edição da “Encyclopédie”. Foi um expoente no desenvolvimento teórico da física e da matemática. “A morte é um bem para todos os homens; é como a noite desse dia inquieto que se chama vida”
  20. 20.  Denis Diderot - (1713-1784), filósofo e escritor francês. Era um crítico ferrenho do absolutismo e do clero. ● Editor da “Encyclopédie”, junto com D’Alembert. Sua edição, em 33 volumes, demorou 21 anos.
  21. 21.  François Quesnay - (1694-1774), economistaeconomista francês.francês. Criou a ideia daCriou a ideia da “oferta-procura”, fundamento da economiafundamento da economia moderna.moderna. Defendia a agriculturaDefendia a agricultura como a principal atividadecomo a principal atividade criadora de riqueza.criadora de riqueza. Contribuiu na publicação da “Encyclopédie” com os artigos Rendeiros (1756) e Cereais (1757)
  22. 22. Os Estados Unidos foram a primeira nação a absorver efetivamente o pensamento renovador dos iluministas. Assim é que, após alguns incidentes com a metrópole –Grã-Bretanha -, os americanos proclamam a sua independência política, em 4 de julho de 1776, tendo sido organizada, posteriormente, a Convenção de Filadélfia – 1887 (também conhecida como Convenção Constitucional, a Convenção Federal e a Grande Convenção de Filadélfia – entre 25/05/1787 e 17/09/1787), modelo dos códigos democráticos do futuro. (15)
  23. 23.  Luis XV - (1710- 1774), a independênciaindependência americana acelera oamericana acelera o mais vivo o mais vivomais vivo o mais vivo entusiasmo no ânimoentusiasmo no ânimo dos franceses,dos franceses, humilhados pelas maishumilhados pelas mais prementes dificuldades,prementes dificuldades, depois do extravagantedepois do extravagante reinado de Luis XV.reinado de Luis XV. Reinou entre 1715-Reinou entre 1715- 1774.1774. (16)
  24. 24.  Luis XV (1715-1774) – “O bem amado” - Após a desastrosa guerra dos sete (7) anos (1756-1763), perdeu a maior parte de suas colônias americanas e asiáticas; A França perdeu toda a influência no leste europeu. O povo vivia humilhado pelas mais prementes dificuldades. Durante quase todo seu reinado, manteve amantes que exerceram grande influência no governo.
  25. 25. Em consequência, desencadeou-se um poderoso movimento revolucionário em 1789 – a Revolução Francesa –, considerada o marco que separa a Idade Moderna da Contemporânea. Os sucessivos progressos culturais em todos os campos do saber humano, desencadeados pela Revolução Francesa, foram tão marcantes que o que o século XIX (19) entrou para a história como sendo o Século da Razão, assim como o século XVIII (18) é denominado o Século das Luzes.
  26. 26. O século XIX (19), tal como os historiadores o delimitam, ou seja, o período compreendido entre o fim das guerras napoleônicas e o início do primeiro conflito mundial..., ...[...] é um dos séculos mais complexos [...] (7), marcado por um período de profundas transformações político- sociais e econômicas, as quais tiveram o poder de influenciar gerações posteriores.
  27. 27. 1.1. O ContextoO Contexto Histórico Europeu doHistórico Europeu do Século XIX (19)Século XIX (19) 1.1. A Revolução1.1. A Revolução Francesa e as suasFrancesa e as suas ConsequênciasConsequências
  28. 28.  Luis XVI - (1754- 1792), Rei francês, criou oRei francês, criou o Estado-Geral, aboliu oEstado-Geral, aboliu o feudalismo e a tortura,feudalismo e a tortura, reduziu a força da Igreja,reduziu a força da Igreja, mas não desenvolveumas não desenvolveu todas as reformastodas as reformas prometidas, provocando aprometidas, provocando a revolução francesa.revolução francesa. Monarca daMonarca da FrançaFrança
  29. 29. A Monarquia foi abolida em 21-09-1789 Luiz XVI trazido à força, de Versalhes para Paris, em outubro de 1789
  30. 30. Julgado em 1792 Guilhotinado em 21 de janeiro de 1793
  31. 31. ☞ No apagar das luzes do século XVIII (18), a França, uma monarquia governada por Luiz XVI (1774-1791), é ainda um país agrário, com industrialização incipiente (que está no começo). A sociedade francesa está constituída de três grupos sociais básicos: O Clero, a nobreza e a burguesia. O clero, cognominado de 1º Estado, representava 2% da população total e era isento de impostos. Havia um grande desnível entre o alto clero de origem nobre, e possuidor de grandes rendimentos originários das grandes rendas eclesiásticas, e o baixo clero, de origem plebeia, reduzido à própria subsistência.
  32. 32. A nobreza, conhecida como Segundo Estado, fazia parte dos 2,5% de uma população de 23 milhões de habitantes. Não pagava impostos e tinha acesso aos cargos públicos. Subdividia-se em alta nobreza, (Rei, sua família, condes, duques, marqueses etc.), cujos rendimentos provinham dos tributos senhoriais, das pensões reais e dos cargos na corte; Em nobreza rural, que possuía direitos de senhorio e de exploração agrícola, e em nobreza burocrática, de origem burguesa, que (ocupava os altos postos administrativos).
  33. 33. Cerca de 95% da população – que incluía desde ricos comerciantes até camponeses – formavam o Terceiro Estado, que englobava a burguesia (fabricantes, banqueiros, comerciantes, advogados, médicos), os artesãos, o proletariado industrial e os camponeses. Os burgueses tinham poder econômico, devido, principalmente, às atividades industriais e financeiras. No entanto, igualada ao povo, a burguesia não tinha direito de participação política nem de ascensão social. Foi essa instituição que desencadeou uma série de conflitos, que culminaram com a Revolução Francesa, de 14 de julho de 1789. (3).
  34. 34. A despeito dos inegáveis benefícios sociais e políticos produzidos pela Revolução Francesa, entre eles a célebre Declaração dos Diretos Humanos e do Cidadão, seguiram-se anos de terror, que favoreceram o golpe de estado executado por Napoleão Bonaparte, no final do século XVIII. Os sublimes ideais da Revolução Francesa foram desvirtuados, em razão do abuso do poder exercido por aqueles que assumiram o governo do país. Segundo Emmanuel, naqueles anos de terror, a [...] França atraía para si as mais dolorosas provações coletivas nessa torrente de desatinos (falta de equilíbrio de juízo).
  35. 35. Com a influência inglesa, organiza-se a primeira coligação europeia contra a França. [...] Também no mundo espiritual reúnem-se os gênios da latinidade¹ sob a bênção de Jesus, implorando a sua proteção e misericórdia para a grande nação transviada. Aquela que fora a corajosa e singela filha de Domrémy [Joanna D’Arc] volta ao ambiente da antiga pátria, ...à frente de grandes exércitos de Espíritos consoladores, confortando as almas aflitas e aclarando novos caminhos. Numerosas caravanas de seres flagelados, fora do cárcere material¹, são por ela conduzidos às plagas da América, para as rematerializações regeneradoras, de paz e de liberdade. (17).
  36. 36. ¹Fora do cárcere material: Seres Despojados da carne, isto é, seres que retornaram ao mundo espiritual, para futuras rematerializações nas regiões da América. ESCLARECIMENTO: 1. LATINIDADE: (comunidade dos povos latinos: não só se uniram a outros povos, como também mesclaram seus costumes. Pode-se dizer que a característica principal do povo latino é a da pluralidade. Dessa forma, o conceito de "latinidade" se amplia, ganhando a forma do pluralismo cultural e da miscigenação). (pt.wikipedia.org/wiki/Latinidade).
  37. 37. ☞ Napoleão Bonaparte (1769-1821) - ImperadorImperador da França por 15 anos.da França por 15 anos. Fez grandesFez grandes reformas em prol dareformas em prol da liberdade individual,liberdade individual, igualdade perante a lei,igualdade perante a lei, direito à propriedade,direito à propriedade, entre outras.entre outras.
  38. 38.  Entre o final do século XVIII e o início do século XIX (1799 a 1815), a política europeia está centrada na figura carismática de Napoleão Bonaparte, um dos grandes chefes militares da História, administrador talentoso, que, entre outras reformas civis...; ● Promulga uma nova Constituição; ● Reestrutura o aparelho burocrático; ● Cria o ensino controlado pelo Estado (ensino público); ● Declara laico (que não pertence ou não está sujeito a nenhuma religião) o Estado, separando-o, assim, da religião;
  39. 39. ● Promulga o Código Napoleônico – que garante...: A liberdade individual...; A igualdade perante a lei...; O direito à propriedade privada...; O divórcio e; adota o primeiro Código Comercial. (3). No que diz respeito às ações deste imperador francês, lembra-nos Emmanuel que: [...] as atividades de Napoleão pouco se aproximaram das ideias generosas que haviam conduzido o povo francês à revolução.
  40. 40. Sua história está igualmente cheia de traços brilhantes e escuros, demonstrando que a sua personalidade de general manteve-se oscilante entre as forças do mal e do bem. Com as suas vitórias, garantia a integridade do solo francês, mas espalhava a miséria e a ruína no seio de outros povos. No cumprimento da sua tarefa, organizava- se o Código Civil, estabelecendo as mais belas fórmulas do direito, mas difundiam-se a pilhagem e o insulto à sagrada emancipação de outros, com o movimento dos seus exércitos na absorção e anexação de vários povos.
  41. 41. Sua fronte de soldado pode ficar laureada (coroada de louros - glórias alcançadas) para o mundo de tradições gloriosas, a verdade é que ele foi um missionário do Alto, embora traído em suas próprias forças [...]. (Livre-Arbítrio). (18). Após Napoleão, a França passa por um período de transformações histórias. [...] vários princípios liberais da Revolução foram adotados, tais como a Igualdade dos cidadãos perante a lei, a liberdade de cultos, estabelecendo-se, a par de todas as conquistas políticas e sociais, um regime de responsabilidades no mecanismo de todos os departamentos do Estado.
  42. 42. A própria Igreja, habituada a todas as arbitrariedades na sua feição dogmática, reconheceu a limitação dos seus poderes junto as massas, resignando-se com a nova situação. (19). O movimento democrático na França mistura política e literatura. Assim, numerosos escritores se engajam na luta política e social, através de suas obras e ação. Desse modo, Lamartine e Victor Hugo são eleitos deputados, tornando-se o próprio Lamartine – que muito contribuiu para o advento da República – chefe do governo provisório.
  43. 43. Muitos desses escritores, como Zola, militam na causa republicana ou socialista. (8). Sob o regime da Restauração, as questões mais importantes são as de ordem política...: O partido liberal exige a aplicação da Carta (Constituição) e um alargamento da liberdade que ela garante. Os liberais, como Stendhal e Paul Louis Courier, são anticlericais. Chateaubriand torna-se liberal, e prevê o advento da Democracia. (9).
  44. 44. ☞ Alphonse Marie Louis de Prat de LAMARTINE - (1790-1869) foi um escritor, poeta e político francês. Seus primeiros livros de poemas (Primeiras Meditações Poéticas, 1820 e Novas Meditações Poéticas, (1823) celebrizaram o autor e influenciaram o Romantismo na França e em todo o mundo. Foi membro do governo provisório e ministro do Exterior em 1848.
  45. 45. ☞ Victor Hugo – (1802-1885) Grande parte de sua obra é popular pelas ideias sociais que difunde, e pelos sentimentos humanos, nobre e simples que ela (população) canta. No livro “Napoleão, o Pequeno”, critica o governo de Napoleão III. ☞ Em “Os miseráveis”, denuncia, como ninguém até então fizera, o estado de penúria dos pobres.
  46. 46. ☞ Émile ZOLA, (1840-1902) - foi um consagrado escritor francês, considerado criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista. Seu texto conhecido como o romance experimental (1880) é o manifesto literário do movimento. Thérèse Raquin, seu primeiro romance com larga repercussão, apresenta inúmeras inovações que permitem classificá-lo como primeira obra naturalista.
  47. 47. ☞ Henri-Marie Beyle, mais conhecido como Stendhal - (1783-1842), foi um escritor francês conceituado pela fineza na análise dos sentimentos de seus personagens e por seu estilo deliberadamente seco. ☞ 1830 aparece sua primeira obra- prima: O Vermelho e o Negro, uma crónica analítica da sociedade francesa na época da Restauração. Período compreendido entre a queda do 1º Império Francês, 6/04/1814 e a revolução de 1830. (contrarrevolucionários)
  48. 48. ☞ Paul Louis Courier – 1773-1825), o francês helenista (Grécia antiga) e escritor político. Em setembro de 1793 entrou para o Exército do Reno. Ele atuou em várias campanhas das guerras revolucionárias, especialmentenaqueles da Itália em 1798-99 e 1806-7, e na campanha alemã de 1809. Ele se tornou chef d'escadron (Líder do esquadrão) em 1803.
  49. 49. ☞ François-René de Chateaubriand – 1768- 1848, também conhecido como visconde de Chateaubriand, foi um escritor ensaísta, diplomata e político francês que se imortalizou pela sua magnifica obra literária de caráter pré-romântico. Durante a Restauração, foi embaixador em Londres, depois ministro dos Negócios Estrangeiros de 1822 a 1824
  50. 50. ReferênciaReferência BibliográficaBibliográfica
  51. 51. 1. AMORIM, Deolindo. O Espiritismo e os Problemas Humanos - Rio de Janeiro: Mundo Espírita – 1948 - Capítulo 34 - Pág. . 170. 2. ______. Transição Inevitável - O Espiritismo e os Problemas Humanos - São Paulo: USE, 1995 – Pág. 23. 3. AMARAL, Jesus S.F. [et.al.] – Enciclopédia Internacional. São Paulo: 1995 – (Revolução Francesa) – Vol. 18 - Item III - Págs. 9852-9859. 4. ______. (Revolução Industrial) – Pág. 9877-9881. 5. BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental - 3ª ed. Porto Alegre: GLOBO. 1975 – Progresso Intelectual e Artístico Durante a Época da Democracia e do Nacionalismo - Pág. 661. 6. ______. Pág. 792.
  52. 52. 7. REMOND, René. O Século XIX. Tradução de Frederico Pessoa de Barros – 12ª ed. São Paulo: CULTRIX – Os Componentes Sucessivos - Pág. 13. 8. AGARD, André et MICHARD, Laurent. XIX Século XIX Siècle. Les Grands Auteurs Français du Programme – Paris: Bordas 1964 – Introduction (Le Mouvement Démocratique) Vol. 5 - Págs. 6-8. 9. ______. Pág. 8. 10. _____. (Le Réalisme) - Pág. 11. 11. _____. (Le Socialisme) - Pág. 8. 12. _____. (Le Progrès Scientifique et Industriel) - Pág. 9. 13. _____. (Victor Hugo) - Pág. 153, e
  53. 53. 14. ______. XAVIER, Francisco Cândido. A Caminho da Luz. Pelo Espírito Emmanuel - 33ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2006 – Capítulo 21 (Época de Transição) – Item: Os Enciclopedistas - Pág. 185. 15._____. (A Independência Americana) - Pág. 186. 16._____. Cap. 22 (A Revolução Francesa) - Pág. 187. 17._____. (Contra os Excessos da Revolução) - Pág. 189. 18._____. (Napoleão Bonaparte) - Págs. 192-193. 19._____. Cap. 23 (Depois da Revolução) - Pág. 196. 20._____. (Allan Kardec e os seus Colaboradores) - Pág. 197. 21._____. (As Ciências Sociais) - Págs. 198-199.
  54. 54. FIMFIM PrimeiraPrimeira ParteParte

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